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11 CENTRO UNIVERSITÁRIO ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA (PM8) TAYANA PEREIRA DA SILVA ESCOLA E FAMÍLIA: UMA APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA APARECIDA DE GOIÂNIA 2021 TAYANA PEREIRA DA SILVA ESCOLA E FAMÍLIA: UMA APROXIMAÇÃO NECESSÁRIA Trabalho apresentado como requisito parcial à integralização da P1 e P2, da disciplina Pesquisa Educacional II, do curso de Pedagogia, no Instituto Superior de Educação do Centro Universitário Alfredo Nasser, sob orientação da Professora Ms. Bruna Milene Ferreira. APARECIDA DE GOIÂNIA 2021 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 PROBLEMA 3 3 OBJETIVOS 3 3.1 Geral 3 3.2 Específicos 3 4 JUSTIFICATIVA 4 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 5 5.1 Família e escola: direitos e deveres 5 5.2. Integração dos pais no sistema educacional dos filhos 7 5.3 Fatores familiares que prejudicam desenvolvimento escolar das crianças 9 6 METODOLOGIA 10 7 CRONOGRAMA 11 REFERÊNCIAS 12 1 INTRODUÇÃO Que toda criança tem direito à educação, muitos sabem. Este direito foi conquistado através de muita luta e está no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990) para assegurar que todos tenham acesso à sala de aula. Porém, a responsabilidade de manter o filho na escola é da família, assim como assegurar que ela cresça em um ambiente favorável ao seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Segundo o art. 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n.8.069, de 13 de julho de 1990): “Compete ao poder público recensear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsável, pela frequência à escola.” (BRASIL, 1990). Existem diversos fatores que contribuem para o baixo rendimento da criança na escola. Apesar de terem o direito garantido, muitas sequer estão matriculadas ou apresentam déficit na aprendizagem por falta de acompanhamento e incentivo dos pais/responsáveis, que, por vezes não se dedicam à educação dos filhos e atribuem a culpa ao trabalho ou à falta de tempo enquanto outros não têm condições de manter a criança na escola por motivos financeiros, dentre outras razões. O baixo rendimento do aluno pode estar ligado a aspectos familiares desfavoráveis ao ensino. Um deles é a falta de acompanhamento no que diz respeito à rotina escolar. Por mais estranho que pareça, muitos pais nem se dão ao trabalho de olhar a agenda dos filhos, não exigem que a atividade de casa seja realizada, não ensinam nem explicam a lição quando o filho apresenta dúvidas, mas, quando o boletim chega, a criança por vezes é punida porque, como muitos dizem, “não faz nada da vida, fica por conta só de estudar e ainda assim tira nota baixa”. Porém, a grande diferença é que, se não existe nenhum acompanhamento ou limite, a responsabilidade do baixo rendimento do aluno é totalmente atribuída ao seu responsável. De acordo com o art. 53º do Estatuto da Criança e do Adolescente, (Lei n.8.069, de 13 de julho de 1990) art. 53. A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho [...] Parágrafo único. É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais. (BRASIL, 1990) Uma criança em idade escolar, principalmente nos primeiros anos, necessita do acompanhamento dos pais, obedecer uma rotina apropriada para sua idade e aprender sobre responsabilidade e limite. Os pais precisam reconhecer as dificuldades dos filhos, fazer visitas à escola não só quando acontecer algum problema, acompanhar as reuniões, verificar se as atividades estão sendo realizadas, auxiliar quando existir qualquer dúvida ou estar ao lado para apoiar, explicar, parabenizar e mostrar a importância que a escola representa à sociedade como um todo. Segundo (PIAGET, 1972 – 2000, p. 50 apud JARDIM, 2006, p. 15) Uma ligação estreita e continuada entre os professores e os pais leva, pois, a muita coisa mais que a uma informação mútua: este intercâmbio acaba resultando em ajuda recíproca e, frequentemente, em aperfeiçoamento real dos métodos. Ao aproximar a escola da vida ou das preocupações profissionais dos pais, e ao proporcionar, reciprocamente, aos pais um interesse pelas coisas da escola, chega-se até mesmo a uma divisão de responsabilidades. Ainda segundo Piaget, o relacionamento entre família, criança e escola é essencial para o desenvolvimento cognitivo dos filhos. Quando não existe essa relação esse crescimento não acontece conforme deveria. A formação do sujeito vai depender do meio social no qual ele está inserido, portanto este meio deve ser favorável, respeitoso, que permita à criança, boas condições de vida, levando em consideração a liberdade de expressão, o valor do lúdico e a aproximação familiar. Muitas famílias não possuem estrutura para levar a educação dos filhos adiante. Algumas crianças começam a trabalhar muito cedo para ajudar nas contas da casa e, mesmo sendo uma prática proibida no Brasil, elas acabam ficando de fora da escola. Para que essa situação mude, não basta apenas haver fiscalização, uma vez que muitas famílias não têm nenhuma outra opção e acabam recorrendo ao extremo. A pobreza e a miséria também interferem no bom rendimento escolar de crianças e adolescentes, por isso muitas acabam abandonando a escola muito cedo em busca de algum trabalho para complementar a renda familiar. Neste caso específico, os pais são responsabilizados e podem responder judicialmente por tal ato, porém, não adianta tirar a criança da rua ou do trabalho e não proporcionar condições que melhorem a situação. Porém, existem muitos outros modos de negligenciar a educação à criança, além da falta de condições de vida melhor. O ambiente familiar, por exemplo, precisa ser acolhedor. Quando a criança presencia brigas todos os dias, pais alcoólatras ou dependente químicos, prostituição, falta de higiene, xingamentos, criminalidade, dentre outras situações, pode-se considerar que seu aprendizado possa ser prejudicado por isso. Não é generalizando, mas tais situações, quando fogem do controle, desestruturam a família e certos comportamentos podem prejudicar o desempenho escolar. ESTEBAN (2001) afirma que, para se sair bem na escola, não basta a avaliação com notas e aprendizado do conteúdo, pois a avaliação nesta perspectiva não tem muitos elementos para superar o fracasso escolar. Escola vai muito além disso, pois ela é a primeira instituição onde a maioria das crianças começam a se socializarem e explorarem o mundo visto de um ângulo diferente. O incentivo do Estado com criações de leis que asseguram o direito à educação se fez extremamente importante, mesmo que ainda haja quem não as cumprem. Mas, para que tais leis sejam devidamente respeitadas, a sociedade como um todo deve estar atenta ao seu cumprimento. Os pais devem ir além de matricular seus filhos. O ideal é sempre acompanhar a criança na escola, observar se ela se sente confortável e confiante no seu local de estudo, ser paciente com os erros, salientar os acertos, incentivar a criatividade, deixar com que a criança expresse os próprios sentimentos e saber que é necessário ensinar valores, limites, ser acolhedor, saber corrigir com calma e respeito sem usar violência. Preparar a criança para o mundo é uma difícil tarefa, porém necessária. O primeiro contato com pessoas acontece na família, o que permite que todos tenham orientações básicas de vida. A relação entre pais e escola é fundamental, devido a grande importância de se acompanhar a criança durante seu trajeto escolar. Por este motivo, Parolim (2003, p. 99) diz: [...] tanto a família quanto a escola desejam a mesma coisa: preparar as crianças para o mundo; no entanto, a família tem suas particularidades que a diferenciam da escola, e suas necessidades que a aproximam dessa mesma instituição. A escola tem sua metodologia e filosofia para educar uma criança, no entanto ela necessita da famíliapara concretizar o seu projeto educativo. Como afirma Lisboa e Koller (2005), é necessário que a criança conviva em um ambiente social e afetivo, de suporte, que esteja disponível para auxiliá-la quando houver algum problema, seja em casa ou na escola. As crianças precisam conversar sobre o que as assustam, ou sobre aquilo que ela não consegue fazer sozinha. Para isso, elas devem se sentir confiantes. É importante que os pais e professores trabalhem juntos, pois o apoio parental e docente é o que tem de mais próximo à criança, considerando seu convívio social. O baixo rendimento escolar é uma questão que perpassa as relações estabelecidas entre família e escola. Questões “extraescolares” são apontadas por muitos profissionais da educação como sendo as causas, sabendo que não somente a classe social é responsável pelo desempenho das crianças na escola, pois as relações existentes vão além da situação financeira. Sendo assim, a necessidade é de haver maior apoio da própria família, além do empenho do aluno e da escola, que também é uma peça fundamental no desenvolvimento das crianças. Para os docentes conhecerem o histórico de aprendizagem da criança, é necessário que haja um vínculo escolar e familiar, pois a família tem muito a contribuir com a escola no sentido de poder passar informações cruciais para o desenvolvimento escolar. “A escola é parceira da família na construção do cidadão, é ela a instituição que tem a peculiaridade de ser fortemente socializadora tanto do conhecimento quanto das experiências e entre pessoas […]” (PAROLIN, 2010a, p. 55). Para que a parceria entre escola e família dê certo, é necessário que haja interesse da parte dos pais pela vida escolar das crianças. É importante que haja disponibilidade de tempo para auxiliar o filho, conversar sobre o que ele aprendeu, como estão os amigos da escola, sanar as dúvidas e procurar saber quais são as dificuldades, caso existam. Além disso, é importante valorizar desde as pequenas conquistas para que entendam que cada passo é essencial para o seu crescimento. Abordamos anteriormente acerca do dever de matricular os filhos na escola, que é responsabilidade dos pais. O Estado garante vagas para todas as crianças em idade escolar. Porém, além dos deveres, a família também possui direitos e deve usá-los para acompanhar o desenvolvimento da criança. Quando a família cumpre o dever de colocar a criança na escola, também assume a responsabilidade de acompanhá-la em todos os passos. As comunicações entre família e escola deveriam ser mais estudadas porque ambas precisam uma da outra. A interação entre família e escola não deveriam ser reduzidas apenas reuniões formais e contatos rápidos, mas ocorrer regularmente em momentos de maior intercâmbio nos qua família pudesse efetivamente participar do cotidiano da escola. (JARDIM, 2006, p. 46) Para JARDIM (2006), não basta que os pais tenham contato com a escola através da reunião de pais e mestres. Acompanhar o filho vai além de saber notas e comportamentos escolares, mesmo porque há diversos fatores que provocam baixo desempenho escolar é ligado a matérias e conteúdos, muitas vezes o apoio deve ser voltado para todas as áreas de desenvolvimento, sejam elas ligadas à família, à escola ou em qualquer outro ambiente no qual a criança convive. Para melhorar o desempenho escolar, a escola não pode assumir certas responsabilidades que não são da sua alçada, por este motivo, deve haver conscientização por parte da família em acompanhar a vida escolar dos filhos. É importante sempre ficar alerta em mudanças de comportamento, falta de disciplina na escola, baixa produção, falta de interesse, dentre outros fatores que podem atrapalhar o desenvolvimento dos alunos. Muitas vezes a criança está com dificuldades por sofrer bulliyng, ou qualquer outra situação que mexa negativamente com seu psicológico. Outro fator que contribui negativamente para o desenvolvimento da criança é a falta de interesse de pais e/ou professores. Se a criança apresentar algum problema, provavelmente não conseguirá resolver sozinha. Contudo, a ausência dos pais, mesmo quando estão na mesma casa que os filhos, torna este problema cada vez maior, pois a criança não tem maturidade o suficiente para entender muitas situações. “... a família também é responsável pela aprendizagem da criança, já que os pais são os primeiros ensinantes e as atitudes destes frente às emergências de autoria, se repetidas constantemente, irão determinar a modalidade de aprendizagem dos filhos.” (FERNÁNDEZ, 2001, p.42). Por isso os pais precisam ficar por dentro de tudo o que acontece na escola, como saber com quem o filho anda no recreio, quem são os professores que o acompanham, fazer visitas periódicas à escola, conhecer a metodologia e o espaço escolar, acompanhar nas atividades diárias, demonstrar interesse pela vida escolar do filho, ficar de olho na agenda, além de tantos outros fatores que poderiam ser listados aqui, fatores estes que nem é necessário pesquisas científicas para saber a sua eficácia. O próprio senso comum nos ensina que acompanhar os filhos na escola melhora o desenvolvimento cognitivo, emocional, social, além de proporcionar mais confiança e autonomia para que a criança possa expressar seus sentimentos e desejos. 2 REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Participação da família na formação da criança Discutir a importância da família no processo que desenvolve a aprendizagem da criança é essencial, pois as relações que se estabelecem entre o contexto familiar e o contexto escolar influenciam na evolução da criança durante o processo de aprendizagem. É de suma importância que haja a participação da família na vida escolar dos filhos. A família é o primeiro núcleo social no qual a criança participa. Antes de entrar na escola, é a família quem educa e passa ensinamentos que serão válidos para a vida toda. Quando a família se dispõe a acompanhar seus filhos na escola, (sabendo das inúmeras que simplesmente não conseguem por vários motivos) o estudante tem mais motivação, entrega as atividades com maior número de acertos, pergunta menos sobre questões simples, além do que, a prática fortalece o vínculo familiar quando feita com paciência. A junção escola e família sempre foi muito importante, porém ainda temos muito que ver essa importância na prática. Nos dizeres de Cury O diálogo é uma ferramenta educacional insubstituível. Deve haver autoridade na relação pai-filho e professor-aluno, mas a verdadeira autoridade é conquistada com inteligência e amor. Pais que beijam, elogiam e estimulam seus filhos desde pequenos a pensar não correm o risco de perdê-los e de perder o respeito deles. (CURY 2003. p. 90) É importante que a família entenda que a responsabilidade pela educação dos filhos não deve ser atribuída somente à escola. Em momento algum, a família deve deixar de participar ativamente na vida escolar e social das crianças, uma vez que, na maioria dos casos, crianças não assistidas pela família apresentam maiores dificuldades no contexto escolar. É necessário que a família conheça os objetivos e as metodologias aplicadas pela escola a fim de acompanhar o desenvolvimento cognitivo das crianças. Além disso, deve haver comprometimento familiar na formação do aluno e, para tanto, o envolvimento nas tarefas escolares é essencial neste processo. Quando entra na escola, a criança ainda não tem maturidade para saber a importância de se organizar e acompanhar os estudos. Assim, a responsabilidade familiar é mostrar o quanto é relevante a vida escolar para os pequenos, bem como participar de todos os processos tendo em vista não só o desenvolvimento escolar, mas também o crescimento na vida social. 2.2 O que diz a lei Uma prática comum que temos visto no decorrer dos anos, é que em muitos casos os pais transferem a responsabilidade de acompanhar o processo de educação dos filhos exclusivamente para a escola, como se os professores fossem os verdadeiros responsáveis pelo desenvolvimento das crianças. A escola parece ter deixado de ser uma instituiçãode ensino para ser o “abrigo” diário para tantas crianças. Muitas vezes por falta de tempo, condições financeiras precárias ou até mesmo por negligência, as crianças são “despejadas” na escola e lá ficam sob a responsabilidade dos professores. Porém, não basta apenas a escola fazer sua parte, que por diversas vezes acaba estrapolando e influenciando até na criação e no desenvolvimento das crianças. É necessária a participação da família para dar continuidade naquilo que foi abordado na escola, como um reforço daquilo que aprenderam, porém dentro de casa o aprendizado pode se tornar prática e a família é o espaço livre da criança, onde ela poderia aprender de maneira mais aproximadada sua realidade. O que acontece é que a escola não pode assumir tal responsabilidade. Por lei, a família é a responsável por acompanhar a criança em tudo que ela for fazer, com ensinamentos básicos como: lavar as mãos antes da refeição, escovar os dentes, ter horário para dormir e acordar, ter momentos de lazer, ser responsável com as atividades escolares, entre outras coisas. A Constituição Federal de 1988 dispõe de leis que atribuem a responsabilidade da educação dos filhos à família, como está abaixo: “Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Além disso, o Art. 207 da CF (1988) diz que: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”. A prática de transferir a responsabilidade dos pais para a escola, não é algo isolado. Tem sido mais comum encontrar pais que agem desta maneira, como se fosse possível que a escola desenvolvesse os conteúdos do currículo básico e ainda assumir a responsabilidade de atividades diárias que competem aos pais assumirem. Acompanhar uma criança na escola não é perda de tempo. Situações cotidianas requerem que a família participe, primeiro pela confiança que será desenvolvida através do vínculo afetivo. Depois, por ser responsabilidade da família. Além disso, o Art. 22. Da Constituição Federal (1988) incube aos pais o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais. A educação é um dever legal e ético dos pais, não da escola. Essa transferência de responsabilidades prejudica as crianças. Negligenciar esse direito apenas mostra que muitos pais acreditam que a escola quem deveria educar seus filhos ou pelo menos fingem acreditar para que possam “se livrar” da culpa pelo fracasso escolar dos filhos, como se toda responsabilidade fosse apenas da escola. Tal atitude mostra a falta de compromisso com a própria família e o peso que a escola tem carregado devido tal situação. 6 METODOLOGIA Ao indagar sobre a aproximação entre família e escola formação vê-se a importância dessa aproximação e como isso pode afetar de maneira positiva a vida de muitos alunos. A participação dos pais na formação escolar da criança é importante nesse processo. Neste sentido, a pesquisa foi elaborada a partir de livros que trouxeram embasamento para esse projeto, tais como: Inclusão Escolar o que é? Por que? Como fazer? Professores formadores: a relação entre a família, a escola e a aprendizagem e Relação entre Família e Escola: Proposta de Ação no Processo Ensino Aprendizagem. Os principais autores que contribuíram para esse projeto foram: Esteban (2001), Jardim (2006) e Parolin (2009). Também foram analisados alguns documentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394\1996 e MEC. A partir disso, nota-se a necessidade dos pais acompanharem os filhos na vida escolar, a fim de alcançar o sucesso no que diz respeito aos estudos. Dessa maneira observa-se que a mediação do educador é fundamental para que o educando seja estimulado de maneira correta para que ele possa se desenvolver como sujeito, porém, isso não exclui a responsabilidade da família, uma vez que o acompanhamento dos pais faz a diferença na autoestima, no aprendizado e na vida social da criança. 7 CRONOGRAMA jan. 2021: Estrutura do Projeto de Pesquisa. fev. 2021: Objetivos e Justificativa. mar. 2021: Fundamentação Teórica. abr. 2021: Metodologia, Cronograma e início das orientações individuais. maio. 2021: Orientações individuais. jun. 2021: Orientações individuais e entrega da versão final do projeto de pesquisa. ago. 2021: Distribuição dos projetos aos orientadores. set. 2021: Elaboração da primeira parte do TCC. out. 2021: Elaboração da segunda parte do TCC: argumentação, inserção das citações diretas. nov. 2021: Construção da Introdução e das Considerações Finais do Trabalho. Envio do Trabalho ao Revisor de Texto. dez. 2021: Bancas de apresentação dos trabalhos de conclusão de curso. fev. 2022: Envio do trabalho corrigido ao e-mail do orientador para o arquivamento do TCC na Instituição. REFERÊNCIAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/1996. Brasília: MEC, 1996. ESTEBAN, M. T. O que sabe quem erra? Reflexões sobre a avaliação e fracasso escolar. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. FERNÁNDEZ, Alicia. O saber em jogo. Porto Alegre: Artmed, 2001. GUIMARÃES, Camila. A importância da participação dos pais na educação escolar. Época, São Paulo, 2014. Disponível em: https://epoca.oglobo.globo.com/vida/noticia/2014/10/importancia-da-bparticipacao-dos-paisb-na-educacao-escolar.html?utm_source=blog&utm_campaign=rc_blogpost. Acesso em: 6 jun. 2021. JARDIM, A. P. Relação entre Família e Escola: Proposta de Ação no Processo Ensino Aprendizagem. Presidente Prudente: Unoeste, 2006. LISBOA, C.; KOLLER, S. H. O microssistema escolar e os processos proximais: exemplos de investigação científica e intervenções práticas. In: KOLLER, S. Ecologia do desenvolvimento humano: pesquisa e intervenção no Brasil. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2005. p 337-353. PAROLIN, Isabel. Pais educadores: é proibido proibir? 5. ed. Porto Alegre: COLOCAR NO 5.3 MAIS Mediação, 2009. PAROLIN, Isabel. Professores formadores: a relação entre a família, a escola e a aprendizagem. 2. ed. São José dos Campos: Pulso, 2010a. Ebook. PAROLIN, Isabel. Pais & educadores: quem tem tempo de educar? Porto Alegre: Mediação, 2010b. VIRGINIO, Regina Maria Araújo. A integração entre pais e escola: a influência da família na educação infantil. In: Anais Educação e Formação Continuada na Contemporaneidade. Anais. Natal (RN) Evento on-line - Amplamente Cursos, 2019. Disponível em: . Acesso em: 08/06/2021.