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UNINGÁ – CENTRO UNIVERSITÁRIO 
Curso de Farmácia EAD 
 
 
 
Sophia de Cássia Camargo 
RA: 120579-22 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA DE MICROBIOLOGIA BÁSICA E 
IMUNOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Maringá, 2025 
 
 
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1. INTRODUÇÃO 
O presente relatório de aula prática detalha as atividades realizadas na 
disciplina de Microbiologia Básica e Imunologia da Universidade de Maringá 
(Uningá), focadas na análise de água ambiental. As práticas laboratoriais 
permitem que os estudantes experimentem a rotina profissional, aplicando o 
conhecimento teórico adquirido em sala de aula. Além disso, essas atividades 
são essenciais para desenvolver o raciocínio crítico e estimular a tomada de 
decisões em procedimentos laboratoriais importantes. 
 
Nas aulas práticas foram abordadas a Manipulação Asséptica, os 
Meios de Cultura, e as Técnicas de Semeadura, Coloração de Gram, e 
Morfologia Bacteriana. O processo asséptico ocorre em uma sala limpa, que 
deve ter controle ambiental rigoroso para minimizar a presença de partículas 
no ar, conforme descrito por Ludwig e Silva (2019). É fundamental o 
treinamento e qualificação dos colaboradores, pois eles podem ser fontes 
significativas de contaminação, como destacado por Xavier et al. (2017). 
 
As técnicas de semeadura em microbiologia envolvem a transferência 
de pequenas quantidades de microrganismos para um meio de cultura 
adequado, criando um ambiente propício para o crescimento e 
desenvolvimento dos microrganismos presentes na amostra para análise 
posterior. A escolha da técnica de semeadura depende do tipo de meio de 
cultura e do microrganismo a ser estudado. Para garantir a pureza do cultivo, 
é crucial que o ambiente esteja completamente estéril. 
 
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A coloração de Gram, desenvolvida pelo médico dinamarquês Hans Christian 
Joachim Gram em 1884, é um método de coloração bacteriana que envolve o 
tratamento sequencial de um esfregaço bacteriano fixado pelo calor com os 
reagentes cristal violeta, lugol, álcool-acetona, e fucsina básica. Essa técnica permite 
a diferenciação das bactérias em Gram-positivas e Gram-negativas, além de 
determinar a morfologia, o arranjo e o tamanho das amostras bacterianas analisadas. 
2. OBJETIVOS 
 Manipulação Asséptica: familiarizar-se com os equipamentos, 
instrumentos e materiais do laboratório, bem como aprender a manuseá-los 
corretamente para realizar manipulações assépticas, incluindo a desinfecção 
das bancadas de trabalho e a lavagem asséptica das mãos. 
 
Meios de Cultura e Técnicas de Semeadura: dominar as técnicas de 
semeadura tanto em tubos quanto em placas de Petri. 
 
Coloração de Gram e Morfologia Bacteriana: realizar o diagnóstico da 
coloração Gram e examinar a morfologia bacteriana, além de acondicionar 
adequadamente os materiais utilizados e conduzir a análise de amostras de água 
ambiental. 
 
3. MATERIAL E MÉTODOS 
MANIPULAÇÃO ASSÉPTICA: 
 
 
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Parte 1: Apresentação do Laboratório - Equipamentos, Instrumentos e 
Materiais: Funções e Usos 
 
Materiais: 
- Meios de cultura 
- Agitador/aquecedor 
- Balança 
- Autoclaves 
- Estufa 
- Geladeiras 
- Banhos-maria 
- Microscópio 
- Bico de Bunsen 
- Erlenmeyer 
- Béquer 
- Pipeta 
- Tubo de ensaio 
- Placa de Petri 
- Estante 
- Alça e agulha de níquel-cromo 
- Pipetador 
- Pissetas 
 
Parte 2: Manipulação Asséptica 
 
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Materiais Utilizados: 
- Placa de Petri 
- Água destilada com corante 
- Pipeta 
- Pipetador 
- Tubos de ensaio 
 
Método: 
1. Abrir e fechar a placa de Petri repetidamente com uma das mãos. 
2. Utilizando o pipetador, pipetar 5 ml de água destilada do béquer e 
transferir 4 ml para um tubo de ensaio. 
3. Pipetar 3 ml de água destilada do tubo e transferir 2 ml para outro 
tubo. 
4. Repetir os passos anteriores manipulando atrás de um bico de 
Bunsen desligado. 
 
Parte 3: Desinfecção da Bancada e Lavagem Asséptica das Mãos 
 
Materiais Utilizados: 
- Álcool 70% 
- Água 
- Placa de Petri com TSA 
- Sabão 
 
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- Papel toalha 
 
Método: 
1. Retirar uma placa de Petri da bancada no fundo da sala, dividi-la em 
três partes com uma caneta de retroprojetor e identificá-la. 
2. Esfregar 1 ou 2 dedos assepticamente na placa de Petri com meio 
TSA no primeiro terço identificado como "mão sem lavar" (MSL), conforme 
instruções do docente. 
3. Higienizar as mãos conforme orientações do docente, 
vigorosamente, por 15 a 20 segundos (lavagem básica ou social), e esfregar 
os dedos no segundo terço identificado como "mãos lavadas" (MLV). 
4. Realizar a antissepsia das mãos pré-lavadas com álcool 70% e 
deixá-las secar naturalmente. Em seguida, esfregar os dedos no terceiro terço 
identificado como "mãos limpas" (MLP). 
5. Borrifar álcool 70% em quantidade suficiente para umedecer a bancada, 
limpar e secar a bancada com papel toalha.. 
MEIOS DE CULTURA E TÉCNICAS DE SEMEADURA 
 
Materiais Utilizados: 
- Tubo com meio líquido semeado 
- Tubo com meio líquido estéril 
- Tubo com meio semi-sólido 
- Tubo com meio sólido inclinado 
- Placa com meio sólido 
 
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- Placa esterilizada 
- Erlenmeyer com ágar simples aquecido (45°C) 
- Pipeta 
- Alça de níquel-cromo 
 
Método: 
 
*Repique em meio líquido:* 
1. Esterilizar a alça ao flambar. 
2. Pegar o tubo semeado, abrir, flambar a boca do tubo, retirar uma 
gota com a alça, flambar a boca novamente e fechar o tubo. 
3. Pegar o tubo com meio líquido estéril, abrir, flambar a boca, introduzir 
a alça carregada no meio líquido e agitar delicadamente, retirar a alça, flambar 
a boca do tubo e fechá-lo. Flambar a alça novamente para esterilizá-la. 
 
Semeadura em tubo com meio semi-sólido por picada: 
1. Esterilizar a agulha ao flambar. 
2. Pegar o tubo semeado, abrir, flambar a boca, carregar a agulha, 
flambar a boca novamente e fechar o tubo. 
3. Pegar o tubo com meio semi-sólido estéril, abrir, flambar a boca e 
introduzir a agulha carregada fazendo uma picada no centro do meio de 
cultura, penetrando até a metade de sua altura. 
 
Semeadura em tubo com meio sólido inclinado por estrias: 
 
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1. Esterilizar a alça ao flambar. 
2. Pegar o tubo semeado, abrir, flambar a boca, retirar uma gota com 
a alça, flambar a boca novamente e fechar o tubo. 
3. Pegar o tubo com meio sólido inclinado estéril, abrir, flambar a boca 
e, com a alça carregada, semear em estrias na superfície do meio. 
 
Semeadura em placa por esgotamento: 
1. Dividir o fundo da placa em três partes com uma caneta de 
retroprojetor. 
2. Carregar a alça conforme a técnica de repique, abrir a placa e tocar 
a alça na borda de um terço da placa, semear em estrias, inicialmente 
próximas e gradualmente distanciando-as. 
3. Semear nos outros dois terços sem recarregar a alça, evitando passar a 
alça duas vezes no mesmo local e utilizando toda a superfície do meio sem afundar 
a alça. 
COLORAÇÃO DE GRAM E MORFOLOGIA BACTERIANA 
 
Parte 1: Coloração de Gram 
 
Materiais Utilizados: 
- Lâmina 
- Alça de níquel-cromo 
- Solução salina estéril 
- Cristal violeta 
 
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- Lugol 
- Álcool cetona 
- Fucsina 
- Placa ou tubo semeado com Pseudomonas aeruginosa ou 
Staphylococcus aureus 
 
Método: 
1. Depositar uma gota de solução salina estéril no centro da lâmina 
com a alça de níquel-cromo. 
2. Coletar uma pequena quantidade de massa bacteriana e espalhar 
sobre a lâmina para obter um esfregaço fino e uniforme. 
3. Fixar o esfregaço passando a parte inferior da lâmina três vezes na 
chama e esperar esfriar. 
4. Cobrir o esfregaço com cristal violeta, deixar agir por um minuto e 
remover o excesso. 
5. Aplicar a solução de Lugol, deixar agir por um minuto e enxaguar 
com água corrente. 
6. Descolorar com álcool cetona por 5 a 10 segundos e enxaguar 
imediatamentecom água corrente. 
7. Cobrir com fucsina, deixar agir por 30 segundos, enxaguar com água 
corrente e secar com papel toalha. 
 
Parte 2: Observação da Morfologia Bacteriana 
 
 
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Método: 
1. Observar a lâmina no microscópio usando a objetiva de 100x (óleo 
de imersão). 
2. Identificar as diferentes colorações e morfologias bacterianas 
observadas. 
 
Parte 3: Observação de Outras Morfologias Bacterianas e suas 
Organizações Coloniais 
 
Materiais Utilizados: 
- Lâmina de coloração de Gram de leite fermentado 
- Microscópio 
- Óleo de imersão 
 
Método: 
1. Observar a lâmina no microscópio usando a objetiva de 100x (óleo 
de imersão). 
2. Identificar as diferentes morfologias bacterianas observadas. 
 
Parte 3.1: Acondicionamento de Materiais 
 
Materiais Utilizados: 
- Pipeta 
- Algodão 
 
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- Gaze 
- Erlenmeyer 
- Barbante 
- Papel craft 
 
Método: 
1. Para a preparação da "boneca" (tampa do Erlenmeyer), dispor duas 
tiras de gaze em formato de cruz sobre a bancada. 
2. Colocar um pedaço de algodão no centro, formando uma "trouxinha", 
e ajustar no bocal do Erlenmeyer. Amarrar com barbante quando bem 
ajustado. 
3. Após fechar o Erlenmeyer com a boneca, envolver essa área com 
papel craft e amarrar com barbante. 
4. Para acondicionar a pipeta, dobrar a ponta do papel para reforçar a 
área onde ficará a ponta da pipeta e enrolar diagonalmente, protegendo bem 
a ponta. Torcer a ponta do papel excedente. 
5. Colar um pedaço de fita adesiva sinalizadora sobre o papel, que 
mudará de cor após o processo de esterilização. 
 
Parte 4: Análise de Água do Ambiente 
 
Materiais Utilizados: 
- Tubo de ensaio com 5 ml de meio de cultura EC (específico para 
coliformes fecais) em concentração dupla 
 
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- Tubo de Durham 
- Coletores de urina não estéreis 
- Pipeta estéril 
 
Método: 
1. Coletar água do ambiente com o coletor de urina não estéril. 
2. Acender o bico de Bunsen e posicionar a amostra coletada próxima 
ao bico na bancada. 
3. Desembalar a pipeta, coletar 5 ml da amostra e transferir para o tubo 
contendo o meio EC, liberando a amostra lentamente para não deslocar os tubos de 
Durham de sua posição. 
 
4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Manipulação Asséptica 
 
Parte 1: Aula Teórica 
Inicialmente, foi conduzida uma aula teórica sobre o funcionamento dos 
componentes do laboratório, abrangendo o uso de equipamentos e materiais. 
 
Parte 2: Processo de Manipulação Asséptica 
A manipulação asséptica consiste em executar etapas do processo 
produtivo, como o enchimento de pós, utilizando insumos ou produtos 
intermediários estéreis, como soluções esterilizadas por filtração, em 
 
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ambiente controlado. O objetivo é minimizar o risco de recontaminação do 
produto. 
 
Parte 3: Preparação do Ambiente e Higiene Pessoal 
Antes de iniciar qualquer atividade, as bancadas devem ser 
desinfetadas. Deve-se providenciar recipientes com solução de hipoclorito de 
sódio para descarte de pipetas. As soluções podem ser armazenadas em 
pissetas plásticas, e é essencial lavar e desinfetar as mãos antes e após os 
trabalhos no laboratório. 
 
Meios de Cultura e Técnicas de Semeadura 
 
As técnicas de semeadura envolvem a transferência de inóculos 
bacterianos de um meio de cultura ou material a ser analisado (como 
secreções ou alimentos) para outro meio de cultura. Para garantir que apenas 
o micro-organismo desejado seja cultivado, utilizam-se técnicas assépticas. A 
semeadura pode ser realizada em tubos de ensaio ou placas de Petri, 
utilizando meios líquidos (caldos), semissólidos ou sólidos (com ágar). Para a 
produção de grandes quantidades de bactérias, é possível fazer cultivos em 
caldos como o Caldo LB, em recipientes maiores como erlenmeyers. 
 
Coloração de Gram e Morfologia Bacteriana 
 
Parte 1: Coloração de Gram 
 
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A coloração de Gram é crucial para a caracterização e classificação 
inicial das bactérias, permitindo a visualização das mesmas no microscópio 
óptico. Este método baseia-se nas diferenças químicas e físicas das paredes 
celulares das bactérias, com o cristal violeta sendo retido pelas bactérias 
Gram-positivas devido à presença de uma espessa camada de 
peptidoglicano, conferindo-lhes uma coloração roxa. As bactérias Gram-
negativas, com uma camada de peptidoglicano mais fina, não retêm o cristal 
violeta após a descoloração e adquirem uma coloração vermelha. 
 
Partes 2 e 3: Observação Microscópica da Morfologia Bacteriana 
Utilizando um microscópio com aumento de 1000x, é possível observar 
a morfologia celular de bactérias e arqueias, que são significativamente 
menores em comparação às células eucarióticas. Esta observação auxilia na 
identificação bacteriana. 
 
Parte 3.1: Acondicionamento Correto dos Materiais 
Foi explicado como realizar o acondicionamento adequado dos 
materiais utilizados no laboratório. 
 
Parte 4: Análise da Água do Ambiente 
A análise da água do ambiente envolve a avaliação de seus componentes, 
concentrações e outros parâmetros que influenciam o tratamento necessário. Esses 
processos devem ser adaptados às condições locais de geologia, clima e atividade 
humana. A qualidade da água, especialmente para consumo humano, é de extrema 
 
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importância, sendo a contaminação fecal um dos maiores riscos à saúde. Por isso, 
a análise microbiológica da água é essencial. 
5. CONCLUSÃO 
Conhecer o laboratório e seu funcionamento, além das técnicas de 
desinfecção, é fundamental para garantir que os experimentos sejam 
realizados de forma criteriosa e higiênica. A preparação de lâminas a partir de 
diferentes amostras é um procedimento simples, mas que exige atenção e 
cuidado em cada etapa para evitar alterações nos resultados esperados. 
Utilizando a técnica de coloração de Gram, os resultados obtidos foram 
satisfatórios quando comparados com a literatura, considerando as possíveis 
limitações da própria técnica. 
 
A observação de culturas em meio sólido permitiu a caracterização 
macroscópica das culturas, uma vez que a morfologia dos microrganismos 
está relacionada às suas características genéticas, facilitando uma rápida 
identificação quando se conhece as morfologias existentes. 
 
A prática em laboratório, com breves orientações e o auxílio de professores 
e monitores, proporciona uma experiência valiosa e enriquecedora tanto para a 
disciplina de microbiologia geral quanto para a formação acadêmica. 
6. REGISTRO FOTOGRÁFICO 
 
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Fonte: Própria autoria 
BIBLIOGRAFIA 
GRIST, N. R. Manual de biossegurança para o laboratório. In: Manual de 
biossegurança para o laboratório. 1995. p. 133-133. 
 
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LUDWIG, F. P.; SILVA, I. da. Requisitos de área limpa para produção de 
medicamentos injetáveis na indústria farmacêutica, 2019. 
NEDER, Rahme Nelly. Microbiologia: manual de laboratório. In: Microbiologia: 
manual de laboratório. 1992. p. 137-137. 
XAVIER, M. P.; NOGUEIRA, H. S.; XAVIER, M. A. de S.; XAVIER, A. R. E. de 
O.; 
Monitoramento microbiológico de áreas grau A e grau B de uma produção 
asséptica. 
Revista Unimontes Científica, Montes Claros, v.19, n.2 - jul./dez. 2017. 
BERRIOS, Carolina Serrano; ILABACA, 
Rodrigo Gutiérrez. Manual de 
microbiologia. Ediciones UC, 2018. 
DA SILVA, Neusely et al. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos 
e água. Editora Blucher, 2017.

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