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WBA0955_v1.0
Fundamentos da teoria 
psicanalítica II: 
psicossexualidade
Homossexualidades, 
masculinidades e feminilidades 
em Psicanálise
Sexualidade na Psicanálise
Bloco 1
Juliana Zantut Nutti
Escolha sexual?
Gênero e sexualidade humana na cultura pós-moderna 
modos de subjetivação das práticas e vivências sexuais e 
identidade de gênero. 
Pode-se falar em escolhas sexuais?
Escolhas de investimento afetivo 
inconscientemente modelos estabelecidos nas 
relações parentais e no processo de desenvolvimento 
psicossexual.
Vivências de gênero papéis predefinidos de gênero 
masculino e feminino e ideais de masculinidade e 
feminilidade paulatinamente desconstruídos.
Identidade de gênero
Psicanálise produção de saberes sobre sexo, 
gênero, desejo, orientação sexual e identidade de 
gênero saberes diferenciados modos de ser, 
amar, se posicionar no mundo e experienciar a libido 
questionados.
Movimento de feminização do masculino 
problematizam identidades sexuais, os papéis de gênero 
e sexualidade performances. 
Identidades de gênero masculinas e femininas 
estudos interseccionais feministas negras 
gênero conceitos de raça, classe, etnia e aspectos 
socioeconômicos.
Figura 1 – Símbolo do movimento LGBTQIA+
Fonte: galeria de imagens do PowerPoint.
Identidade de gênero
Escolha ou determinação biológica da sexualidade?
A anatomia não é destino outro “saber” sobre o 
humano orienta e influencia o comportamento, 
manifestações identitárias e desejos sexuais 
Inconsciente deslegitima a norma heteronomativa
discurso da escolha ou de determinação biológica da 
sexualidade incompatível com a orientação 
inconsciente da libido.
Sexo, sexualidade humana, gênero e desejo sexual 
fatores anatômicos parcela aspectos 
psíquicos, sociais e culturais e processo de 
desenvolvimento psicossexual. 
Dissolução do Complexo de Édipo
Homossexualidades, masculinidades e feminilidades 
várias maneiras de vivenciar a libido na fase genital.
Maneiras de expressão do desejo libidinal 
estabelecem após a dissolução do Complexo de Édipo 
identificações com as vivências de gênero e 
direcionamento da libido da criança figura do 
mesmo sexo ou do sexo oposto.
Crianças que vivenciaram o Complexo de Édipo negativo 
ou invertido a figura do mesmo sexo como objeto 
de seu investimento libidinal base para vivências 
homoafetivas.
Estudos sobre sexualidade e gênero em Psicanálise
Três ensaios sobre a teoria da sexualidade em 1905 
contestação das aberrações sexuais formas de 
investimento libidinal que não atendiam ao objetivo do 
discurso moral, religioso, biológico e médico higienista 
reprodução toda atividade sexual que não a visava 
perversão.
Pulsões parciais obtêm prazer por meio das zonas 
erógenas não visam a reprodução e sim o prazer.
A "escolha sexual" complexa dinâmica 
psíquica do Inconsciente, relação triangular da situação 
edipiana, bissexualidade de cada indivíduo 
constitucional ambivalências de identificações.
Sexualidade na Psicanálise
O caso da Jovem Homossexual de 1920 Freud afirma 
que não compete a Psicanálise solucionar a 
homossexualidade.
Deve se ater aos mecanismos psíquicos envolvidos na 
escolha objetal não há desejo ou orientação 
visando cura da homossexualidade ou qualquer tipo de 
prática tida como variação da norma a Psicanálise 
não se orienta por uma moral sexual civilizatória até os 
dias atuais.
Sexualidade na Psicanálise espaço de saber e 
poder produz um movimento inaugural de 
liberação da libido humana concepção de que a 
libido não tem gênero.
Constituição da feminilidade/masculinidade
Em outros contextos psicanalíticos grupos que 
sustentam práticas de exclusão em função da 
sexualidade humana existia uma regra proscrita de 
não aceitar homossexuais masculinos para formação de 
analistas na Associação Psicanalítica Internacional (IPA).
Discussão sobre os modos de constituição da 
feminilidade/masculinidade e homossexualidade 
humana, perpassa por diversos olhares estudos 
sobre histeria mulheres poderiam falar sobre seus 
desejos sexuais reprimidos.
Neurose versus sexualidade
Freud etiologia das neuroses está a sexualidade 
humana pacientes histéricas que pudessem falar 
sobre seus sintomas origem sexual nas entrelinhas 
da fala das mulheres.
Teoria da sedução plano da fantasia das crianças 
não se tratavam em sua maioria de situações reais de 
abuso desconstrói a teoria da sedução e solidifica 
sua teoria sobre a sexualidade infantil.
Freud progressista cenário de uma ciência 
predominantemente masculina e fala de mulheres sobre 
seus corpos e sua sexualidade vazão ao mal-estar 
que as aflige a fala tinha poder de cura e de 
compreensão sobre si mesmas.
Limitações da Psicanálise
Freud não consegue ampliar as discussões sobre a 
feminilidade e aspectos relativos à sexualidade humana 
movimento de psicanalistas que se dedicam aos 
estudos sobre os modos de gênero, sexualidade, 
orientação sexual interseccionalidades com 
questões como raça, aspectos socioeconômico, étnicos 
e políticos.
A Psicanálise se ampliando para além do discurso 
edipiano aspectos socioculturais na construção do 
laço social e dos modos de subjetivação.
Homossexualidades, 
masculinidades e feminilidades 
em Psicanálise
Homossexualidades
Bloco 2
Juliana Zantut Nutti
Psicanálise e homossexualidade
Psicanálise e homossexualidade.
O olhar sobre a temática modificou-se do padrão 
estabelecido de normalidade existente na sociedade grega 
legitimava relações homoafetivas entre um jovem e seu 
preceptor discurso de pecado e degeneração no 
século XIX retirada do campo das doenças mentais, 
no DSM-II. 
Atitude desfavorável à homossexualidade homofobia, 
discriminação e preconceito agressão e mortes em 
nossa cultura, em virtude do preconceito e intolerância.
Psicanálise e homossexualidade
O que podemos nomear como homossexualidade? 
Seriam as práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo? 
Desejar uma pessoa do mesmo sexo já enquadra o 
sujeito na matriz homossexual?
O posicionamento frente às suas práticas sexuais é capaz 
de categorizá-lo como homossexual ou não? 
práticas ocasionais com outros homens que se mantêm 
na condição “ativa” não se reconhece enquanto 
homossexual caracterizado pelo olhar psicanalítico 
como homossexual, considerando apenas as suas 
práticas?
O desejo é suficiente para enquadrá-lo como tal?
Psicanálise e homossexualidade
Elizabeth Roudinesco (1998) a homossexualidade é 
um termo derivado do grego todas as formas de 
amor carnal de modo igual.
Por volta de 1910 a homossexualidade passa a se 
fazer mais presente excluída do DSM e perde seu 
status de doença não se usa mais o termo 
homossexualismo remete à patologia.
Freud homossexualidade deriva da bissexualidade 
escolha inconsciente ligada à renegação, à castração e ao 
Édipo.
Figura 2 – Homossexualidade não é doença
Fonte: Galeria de imagens do PowerPoint.
Psicanálise e homossexualidade
Psicanálise e homossexualidade
Sobrevém depois da puberdade se instaura na 
infância um vínculo intenso entre o filho e a mãe 
não renuncia filho se identifica com ela, transforma-
se nela e procura objetos capazes de substituir seu eu, 
aos quais ele possa amar como foi amado pela mãe. 
“[...] A homossexualidade certamente não é uma 
vantagem, tampouco é algo de que se envergonhar, não 
énenhum vício, nenhuma degradação, não pode ser 
classificada como doença; nós a consideramos uma 
variação da função sexual produzida por uma detenção 
no desenvolvimento sexual” (FREUD, 1935, p. 349).
Psicanálise e homossexualidade
Acredita na homossexualidade como forma de 
sexualidade fixação em determinado período do 
desenvolvimento psicossexual não é doença, mas 
de uma das mais diversas resoluções possíveis para o 
conflito existente no Complexo de Édipo.
Na Psicanálise não se usa a ideia de opção sexual 
simplificação da relação com a sexualidade no humano.
Não é possível criminalizar o desejo 
multideterminaçāo da homoafetividade não se 
pode generalizar ou atribuir respostas prontas para a 
sexualidade humana a manifestação do sexual no 
humano é atravessada pelos processos de subjetivação e 
de vivencias libidinais. 
Fatores etiológicos da homossexualidade
Biológicos 
constitucionais 
Socioculturais 
familiares 
Fatores psicológicos 
Aspectos genéticos, 
orgânicos ou 
glandulares são alvo 
de análise.
Efeitos condicionantes 
indiretos da cultura, dos 
códigos sociais, morais.
Necessidades, desejos e 
fantasias inconscientes da 
criança vão determinar 
primitivos pontos de 
fixação conflitivos nos 
quais ela vai estacionar em 
seu desenvolvimento 
psicossexual, gerando 
pontos de fixação do 
desenvolvimento 
psicossexual.
Quadro 1 - Alguns fatores etiológicos da homossexualidade 
Fonte: adaptado de Zimerman (2004).
Fatores psicológicos da homossexualidade
A FACE EDÍPICA A FACE NARCISISTA
Renunciar ao desejo imaginário de possuir 
os dois genitores - renunciar a fantasia da 
bissexualidade.
Relações objetais com a mãe que estão 
relacionadas às funções vitais do sujeito.
A rivalidade com o genitor do sexo oposto 
na qual sentimentos infantis foram 
introjetados e projetados fazendo surgir o 
complexo de castração e, 
consequentemente, a renúncia a 
heterossexualidade.
O Complexo de Édipo pode tomar uma 
configuração positiva ou negativa.
A elaboração final da fase edípica traz 
como consequências fundamentais os 
modelos de identificação sexual e a 
formação do superego.
Por medo de uma precoce erotização, a 
mãe fortalece a ilusão onipotente do 
menino de que ele já é uma pessoa adulta e 
que substitui com vantagem o pai.
Exclusão do pai no psiquismo da criança. 
Especialmente nos meninos, essa exclusão é 
de fundamental importância na 
estruturação da homossexualidade e no 
infantilismo de seu filho.
Mães insatisfeitas acabam por tomar seu 
filho em lugar do marido.
Quadro 2 – Fatores psicológicos na determinação da conduta homossexual
Fonte: adaptado de Zimerman (2004).
Cura gay ou tratamento do ego distônico?
Incoerente pensar-se em cura da homossexualidade 
caso de uma jovem homossexual (FREUD, 1922) na qual 
é possível pensar em cura relacionada ao ego distônico, 
está em conflito com ele próprio atuar frente ao 
sujeito e seu sofrimento psíquico diante de sua 
sexualidade.
Atenção para que o discurso psicanalítico praticado não 
seja reiterador de preconceitos ou falas cultural e 
socialmente datadas o psicanalista deve estar 
atento às questões de seu tempo e construir uma clínica 
que agregue “o respeito do Outro (a)alheio” 
Homossexualidade feminina
Homossexualidade feminina menina mantêm a mãe 
como seu objeto de investimento libidinal. 
A alteração do objeto de desejo da mãe para o pai 
acontece ainda nas homossexuais femininas a 
transição da mãe como primeiro objeto de amor para o 
pai é o que insere a menina no Complexo de Édipo. 
Em seguida, ela vivencia o processo se estabelece 
se a orientação libidinal será o pai Complexo de 
Édipo positivo ou se ela investe novamente a mãe 
com seu amor e afeto e sentirá ódio por seu pai. Édipo 
negativo.
Homossexualidades, 
masculinidades e feminilidades 
em Psicanálise
Feminilidades e masculinidades
Bloco 3
Juliana Zantut Nutti
Feminilidade e masculinidade
Como distinguir homens e mulheres em suas experiências
de masculinidade e feminilidade? Não se trata dos
cromossomos XX ou XY. Para a Psicologia é indiferente se
houver apenas uma substância que produz excitação ou
um número incontável delas.
A Psicanálise concebe uma única libido metas e
modos de satisfação ativos ou passivos.
O estabelecimento da feminilidade processo mais
complicado mudança de objeto de investimento
libidinal e de uma mudança de zona erógena.
Masculino e feminino
Figura 3 – Masculino e feminino
Fonte: galeria de imagens do PowerPoint.
Feminilidade
No texto Feminilidade “o que quer uma mulher? 
Freud pesquisou o tema da feminilidade por anos a fio 
não alcançou uma compreensão plena do que representa 
a sexualidade feminina. 
“[...] se quiserem saber mais sobre a feminilidade, então 
perguntem às suas próprias experiências de vida , ou 
voltem-se para os poetas , ou esperem até que a ciência 
possa lhes dar informações mais profundas e mais bem 
articuladas” (FREUD, 1933, p. 341).
Feminilidade
A diferença entre sexualidade feminina e feminilidade 
desenvolvimento libidinal feminino a partir da descrição 
do seu Complexo de Édipo e a sua dissolução 
relação da sexualidade feminina com a vivência da 
castração homens e mulheres apresentam formas 
diferentes de enfrentar a angústia de castração.
O primeiro objeto de amor do menino objeto de 
investimento libidinal no Complexo de Édipo mãe. 
Em um dado momento do Complexo de Édipo o 
menino sentirá medo de perder seu pênis para seu rival 
pai.
Feminilidade
Para se preservar e ao seu pênis, o menino cede ao
narcisismo e abre mão de seu objeto de investimento
libidinal, abandona os sentimentos destrutivos
dirigidos à figura paterna se identificando com seu
pai visando, futuramente, conquistar uma mulher
semelhante à sua mãe.
Na menina processo complexo 1º objeto de
investimento libidinal da menina também é a mãe;
amamentação, cuidados para entrar no Complexo de
Édipo descoberta da diferença sexual, ao perceber
quando vê um menino nu, que ela não possui o pênis.
Figura 4 – Mãe e filha: relação complexa
Fonte: galeria de imagens do PowerPoint.
Feminilidade
Resolução do Édipo na menina
A menina desenvolve sentimentos de ódio pela
mãe devido à ausência de pênis rivalidade
entrada no Complexo de Édipo buscar no pai o pênis que
a mãe não lhe deu mudará o alvo visando ter um
bebê desse pai.
Descobre que a mãe não possui pênis depreciação
do feminino e valorização do masculino pai é o
responsável por frustrar as expectativas da menina;
menina frustrada abrirá mão do pai como objeto de
investimento libidinal buscará na fase genital superar
a castração experiência da maternidade, na qual o
bebê será, portanto, o símbolo fálico da mãe.
Atribuição da feminilidade e masculinidade
Feminilidade e masculinidade conjunto complexo de
fatores além das práticas sexuais dos sujeitos.
Libido aspectos para além da escolha do parceiro
sexual; performances identitárias de masculinidade e
feminilidade não correspondem ao sexo biológico
macho e fêmea.
Papel do social no processo de construção da feminilidade
na base da experiência do feminino narcisismo: ser
amada mais do que amar vencer a inveja do pênis
vaidade como artifício de poder o pênis se configura
como elemento simbólico do falo poder.
Sexualidade na prática clínica
A prática clínica manifestação da sexualidade, 
criação particular e única de cada sujeito forma de 
“sobrevivência psíquica” singularidade do trajeto 
psicossexual de cada um. 
Psicanálise freudiana estabelecimento da sexualidade 
heterossexual ou homossexual, da feminilidade ou da 
masculinidade processos complexos envolvem os 
modos de estabelecimento da libido ao longo do 
desenvolvimento psicossexual dos sujeitos.
Teoriaem Prática
Bloco 4
Juliana Zantut Nutti
“Cura gay”
Na clínica psicanalítica é comum receber pacientes entre 10 a 15 anos que 
os pais encaminharam para terapia para realizar a chamada “cura gay”. 
Para os pais, a homossexualidade se configura como um problema familiar. 
Alguns acreditam que se trata de uma fase ou de um trauma provocado 
pela família ou a companhia de más influências. Muitos dos pais e mães 
que procuram tal processo de cura gay para seus filhos são religiosos e 
acreditam que esta orientação sexual é um pecado; por isso, enquanto os 
filhos ainda são jovens, acreditam que é necessário realizar uma mudança, 
uma conversão da sua orientação sexual.
Desta forma, enquanto profissionais de Psicologia, podemos tratar alguém 
que afirma ser homossexual e deseja ser curado de sua sexualidade?
Qual a postura adequada na prática deste profissional? Como deve 
conduzir o caso de forma que consiga realizar o acolhimento do paciente e 
respeitar a ética em especial preconizada na resolução 001/2019 do 
Conselho Federal de Psicologia? Qual o papel do profissional de saúde 
mental frente do desejo e um paciente de curar-se da sua 
homossexualidade?
Norte para a resolução
A libido não tem gênero definido, mas é uma pulsão que pode tomar 
como objeto meninos ou meninas. Na adolescência, a libido dos 
jovens poderá ser direcionada para objetos sexuais de ambos os 
sexos que é explicada pela teoria da bissexualidade no texto Os três 
ensaios sobre a sexualidade. 
Não há cura para aquilo que não é doença; a homossexualidade para 
a Psicanálise não constitui doença ou psicopatologia, bem como para 
o DSM-V. Deve-se ouvir os motivos pelos quais o paciente quer deixar 
de ser homossexual e compreender os principais fatores que 
atravessam essa escolha: biológico, sociocultural ou psicológico? 
Ao realizar o atendimento psicológico, a intervenção é necessária 
mas, jamais prometa a cura a um paciente. Entregue a sua 
disponibilidade de tempo, atenção, dinheiro, investimento libidinal 
como um todo, mas não projete nessa pessoa a figura de realização 
dos desejos.
Dica do(a) Professor(a)
Bloco 5
Juliana Zantut Nutti
Não deixe de verificar essas dicas!
• Acesse a nossa Biblioteca Virtual e o parceiro Minha 
Biblioteca e procure pela obra Sobre o Feminino: reflexões 
psicanalíticas (2018), organizado por Claudio Castelo Filho.
• Acesse a nossa Biblioteca Virtual e o parceiro Minha 
Biblioteca e procure pela obra Pai Ausente, Filho Carente 
(2015), de Guy Carneau.
Referências
BALUMAH, Lucas C. História de uma regra não escrita: a proscrição da homossexualidade masculina no 
movimento psicanalítico. 2014. 166 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia Clínica) – Instituto de Psicologia, 
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Acesso em: 2 ago. 2021. Disponível em: 
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47133/tde-27052014-161424/publico/bulamah_me.pdf. Acesso 
em: 29 out. 2021.
CECCARELLI, Paulo R. Psicanálise, sexo e gênero. Estud. psicanal., Belo Horizonte, n. 48, p. 135-145, 2017. 
Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
34372017000200014&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 3 ago. 2021.
FREUD, Sigmund. Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In: Edição Standard Brasileira das Obras 
Completas de Sigmund Freud. v. VII. Rio de Janeiro: Imago, 1996 (1905).
FREUD, Sigmund. Sobre as teorias sexuais das crianças. In: Edição Standard Brasileira das Obras Completas 
de Sigmund Freud. v. IX. Rio de Janeiro: Imago, 1996 (1907).
FREUD, Sigmund. A vida sexual humana. In: Edição Standard Brasileira das Obras Completas de Sigmund 
Freud. v. IX. Rio de Janeiro: Imago, 1996 (1916).
FREUD, Sigmund. A psicogênese de um caso de homossexualismo numa mulher. 1920. In: FREUD, Sigmund. 
Além do princípio de prazer, psicologia de grupo e outros trabalhos (1920-1922). Rio de Janeiro: Imago, 
1976. p. 185-216. (Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud, 18).
FREUD, Sigmund. Sobre a sexualidade feminina. In: FREUD, Sigmund. Amor, sexualidade, 
feminilidade. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2019 (1931).
Referências
FREUD, Sigmund. A Feminilidade. In: FREUD, Sigmund. Amor, sexualidade, 
feminilidade. Obras Incompletas de Sigmund Freud. Belo Horizonte: Autêntica 
editora, 2019 (1933).
FORBES, J. Psicanálise do homem desbussolado. Jorge Forbes, [s.l.], 26 de junho 
de 2010. Disponível em: http://www.jorgeforbes.com.br/br/artigos/psicanalise-
do-homem-desbussolado-artigo-psique.html. Acesso em: 3 ago. 2021.
LAPLANCHE, J.; PONTALIS. Vocabulário de Psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 
1991.
ROUDINESCO, Elisabeth. Dicionário de Psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar 
Editora, 1998.
Bons estudos!

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