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P1 - PAVIMENTAÇÃO INTRODUÇÃO À PAVIMENTAÇÃO Engenharia Rodoviária → surgida pela necessidade de criar caminhos curtos e seguros entre locais de interesse para o transporte de pessoas e mercadorias. ● Egito Antigo (2600–2400 a.C.): Pavimentação com lajes justapostas para transporte de blocos nas construções das pirâmides. ● Ásia: Estrada de Semíramis (600 a.C.) e Estrada Real Persa (500 a.C., 2000 km de extensão, com postos de apoio e pedágios). ● Alexandre, o Grande: Estradas de Susa e Persépolis (~300 a.C.). ● China e Índia: Estrada da Seda (200 a.C.) – fundamental para comércio e disseminação cultural (ex.: Budismo). ● Grécia e Roma: Necessidade de pavimentos mais resistentes devido a veículos com rodas metálicas. Império Romano ● Implantação de vias estratégicas para deslocamento militar. ● Estrutura típica: ○ Fundação: grandes blocos de pedra. ○ Camada intermediária: areia, argila e cascalho. ○ Camada de rolamento: pedras ajustadas com limalha de ferro. América ● Império Inca → Sistema viário avançado (2 estradas interligadas por vias transversais) ○ Estrada Real → Presença de armazéns, pontes, túneis, contenções e drenos Marcos importantes ● 1790 → Tratado para a Construção de Estradas ● Pós Revolução Industrial → Necessidade de escoamento rápido e barato Histórico da Pavimentação no Brasil ● Período Colonial e Império → Caminho do Mar (1560) e Caminho do Ouro (1726). ● Estrada de Rodagem União e Indústria (1865): uso de macadame, trajeto Petrópolis–Juiz de Fora. ● 1906: Calçamento asfáltico no Rio de Janeiro. ● 1937: Criação do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem). ● 1940: Segunda Guerra Mundial – importação de tecnologia rodoviária (introdução do ensaio CBR). ● 1956–1961: Era Juscelino Kubitschek — expansão maciça da infraestrutura rodoviária. Situação brasileira - pós 2005 ● 196.000 km de rodovias pavimentadas (10% das vias totais). ● Contraste com EUA e Europa (cerca de 50% das vias pavimentadas). GENERALIDADES SOBRE PAVIMENTOS Definição → Estrutura construída após a terraplenagem, composta por diversas camadas, para: ● Resistir e distribuir as cargas verticais. ● Melhorar as condições de rolamento. ● Proteger contra intempéries. ● Aumentar a durabilidade estrutural. Características desejadas ● Alta resistência ● Baixa deformabilidade ● Permeabilidade TIPOS DE PAVIMENTOS Pavimento Rígido ● Placas de concreto de cimento Portland, não necessariamente armadas. ● Espessura: 18–40 cm. ● Tensão uniformemente distribuída no subleito. ● ● Juntas de dilatação e armaduras (barras de ligação e transferência) ● Sub-base de pedra britada ○ Melhorar e uniformizar o suporte ○ Drenar ● Vantagens: ○ Vida inicial mais longa ○ Resistência a solventes ● Tipos: ○ Concreto simples com barras de transferência / concreto com armadura sem função estrutural/concreto estruturalmente armado/concreto protendido/pavimento intertravado Pavimento Flexível ● Camadas superpostas: subleito, regularização, reforço, sub-base, base e revestimento. ● Todas as camadas sofrem deformação. ● Espessura total é 1,5 a 2 vezes maior que a do rígido. ● Características ○ Sensíveis a combustíveis ○ Vida útil baixa e intervalo entre manutenções menores Estrutura de Pavimentação Flexível Camadas (de baixo para cima): 1. Revestimento: Superfície de contato com o tráfego. ● Impermeável o máximo possível ● Mistura asfáltica composta por asfalto e pedras (5 a 10% de asfalto) 2. Base: Principal camada estrutural. ● Recebe e distribui os grandes esforços ● Bem espessa 3. Sub-base: Camada complementar à base ● Previne o bombeamento do solo e do subleito para a camada de base 4. Reforço do Subleito: Melhoria da resistência. ● Complementação do subleito ou sub-base 5. Regularização: Correção de desníveis. ● Espessura irregular ● Executada em aterro 6. Subleito: Solo natural preparado. ● Estrutura de fundação Pavimento Semi-Rígido ● Base estabilizada quimicamente (com cal ou cimento) revestida com asfalto. ● Maior rigidez que pavimentos flexíveis. LIGANTES ASFÁLTICOS ASFALTO ● Principal forma de revestimento no mundo ● Forte união dos agregados LIGANTES BETUMINOSOS ● Mistura de hidrocarbonetos não voláteis ● Material espesso ● Atua como aglutinante e impermeabilizante. Classificações: ● Naturais: Lagos asfálticos, rochas asfálticas. ● Refinação do Petróleo: CAP, asfaltos diluídos, emulsões. ● Alcatrões: Derivados de carvão, menos resistentes (em desuso). Cimentos Asfálticos de Petróleo (CAP) ● Utilizados com aquecimento ● Flexibilidade, durabilidade e alta resistência ● Classificados por ensaio de penetração Asfalto diluído (AD) ● CAP diluído em solventes ● Sem necessidade de aquecimento ● Evaporação do diluente → CURA ○ Lenta → Óleo diesel ○ Média → Querosene (mistura na estrada) ○ Rápida → Gasolina ● Após a diluição → CIMENTO ASFÁLTICO Emulsão asfáltica (EA) ● Emulsificante: Proporciona estabilidade e reveste os glóbulos de betume ○ Aniônicos e Catiônicos ● Ligante betuminoso se coagula e a água evapora → Película sobre o agregado Emulsão Asfáltica X Asfalto diluído Aspecto Emulsão Asfáltica Asfalto Diluído (ADP) Impacto Ambiental Baixo (evapora basicamente água). Alto (emissão de voláteis). Perda de Produto Não significativa. Perda de diluentes valiosos. Eficiência Energética Alta. Baixa. Segurança Maior (baixo risco de incêndio). Menor (risco de incêndio). Temperatura de Aplicação Ambiente. Mais elevada. Ensaios principais: ● Penetração → Dureza ○ Quanto menor a penetração, mais duro é o asfalto / Quanto maior a penetração, mais mole é o asfalto. ● Ponto de amolecimento (Anel e Bola)→ Temperatura (ºC) ○ Avalia o comportamento térmico e a aplicabilidade de materiais em condições específicas de temperatura ● Viscosidade Saybolt-Furol →Tempo (s) ○ avaliar a fluidez do material ● Ponto de fulgor → Segurança ○ temperatura em que ocorre a ignição dos vapores emitidos pelo líquido. ● Suscetibilidade térmica → Resistência ○ Avalia a tendência do material a se deteriorar ou perder suas características em altas temperaturas. ● Ductilidade→ Deformações (cm) ○ Propriedade do material suportar grandes deformações sem ruptura ● Solubilidade em tricloroetileno → Pureza ○ Teor de betume no asfalto ● Ensaios Adicionais: ○ Efeito do calor e do ar → Durabilidade ○ Espuma → Existência de água no CAP ○ Densidade ○ Ponto de ruptura → Trincamento ○ Oliensis → Verificação de superaquecimento no transporte ○ Extração de betume (Rotarex) → Teor de betume da obra adequado ao projeto AGREGADOS Definição → Materiais inertes com propriedades para a produção de argamassas e concreto Classificações: QUANTO À NATUREZA ● Naturais → Pedregulhos, britas, seixos e areia ○ Ocorrência natural → Escavação, desmonte ○ Rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares ● Artificiais → Escória de alto forno, Argila calcinada e expandida ○ Resíduos de processos industriais ● Reciclados → Escória de alto forno, Argila ○ Reuso de materiais QUANTO AO TAMANHO ● Agregado graúdo → Britas, cascalhos, seixos ○ >2mm / retido na #10 ● Agregado miúdo → Areias, pó de pedra ○ maior que 0,075mm menor que 2 mm / retido na #200 ● Material de enchimento (fíler)→ Cal hidratada, cimento Portland ○ Pó ○ 65% das partículas menor que 0,075 (#200) Distribuição granulométrica: ● Graduação densa (bem-graduada) ○ Distribuição contínua ○ alta estabilidade. ● Graduação aberta ○ Maior volume de vazios ○ alta permeabilidade. ● Graduação uniforme ○ Tamanhos em uma faixa estreita ○ uso em tratamentos superficiais. ● Graduação descontínua○ Pequena quantidade de tamanhos intermediários ○ cuidados especiais para evitar segregação. Propriedades desejáveis: ● Alta resistência, durabilidade, estabilidade, baixa absorção. ● Textura superficial → Quanto mais rugoso, mais difícil de trabalhar ● Suportar as tensões impostas na superfície e interior do pavimento MATERIAIS DE BASE, SUB-BASE E REFORÇO Classificação dos Materiais: ● Materiais granulares: Trabalham apenas à compressão. Não têm coesão ○ Brita graduada simples ■ Uso em base e sub-base ■ Distribuído com vibroacabadora ■ Compactado com rolo ○ Bica ou brita corrida ○ Macadame hidráulico e a seco ■ Uso de agregados graúdos com preenchimento de vazios: ● Hidráulico: Uso de água para aglutinação. ● Seco: Sem uso de água. ■ Alta estabilidade pela compactação intensa. ● Solos: Coesivos resistem tanto à compressão quanto à tração, mas em pequenas magnitudes (ex.: lateritas, saibros). ○ Misturas estabilizadas granulometricamente/ Solo-agregado ■ Mistura de britas, pedregulhos, areias e solos. ■ Três Tipos: ● Contato grão-grão (baixa densidade, alta permeabilidade). ● Finos preenchendo vazios (alta densidade, alta resistência). ● Matriz de finos (coesão maior, mas menos permeável). ○ Solo natural ● Materiais cimentados: Materiais naturais misturados com cimento, cal ou aditivos para ganho de resistência e rigidez. ○ Brita graduada tratada com cimento (BGTC) ■ Similar à BGS, mas com 3–4% de cimento. ■ Base para rodovias de alto volume de tráfego. ■ Deve-se garantir cura adequada para evitar fissuras. ■ Uso: Intertravados/ sub-base de pav. de concreto ■ Necessidade de compactação ○ Solo-cimento ■ Mistura com >5% de cimento para ganho elevado de resistência. ○ Solo-cal ■ Uso para solos expansivos, melhorando a trabalhabilidade e reduzindo a expansão. ○ Solo-cal-cimento/ Concreto rolado (CCR – concreto compactado a rolo) ○ ● Materiais asfálticos: Misturas coesivas com resistência à tração superior a solos argilosos, graças ao ligante asfáltico ○ Solo-asfalto ■ Mistura de solo com ligante asfáltico. ■ Boa resistência à tração. ○ Solo-emulsão ○ Macadame betuminoso ■ Agregados graúdos + emulsão ou CAP, compactados na pista. TIPOS DE REVESTIMENTOS ASFÁLTICOS Funções do Revestimento → Suportar cargas, resistir à água, garantir flexibilidade e aderência. Componentes → Agregados (graúdos e miúdos) + ligante asfáltico (CAP ou EAP). Classificações Principais ● Quanto à fabricação: ○ Em usina (misturas usinadas). ○ Na pista (tratamentos superficiais). ● Quanto ao ligante: ○ Misturas a quente (CAP). ○ Misturas a frio (EAP). ● Quanto à granulometria: ○ Densa (poucos vazios), aberta (mistura drenante), descontínua (gap-graded). MISTURAS USINADAS ● Mistura agregado + ligante feira em usina estacionária ● Lançamento por vibroacabadora e posterior compactação Misturas a Quente Concreto Asfáltico Denso (CA/ CBUQ): ● Alta resistência e estabilidade. ● Volume de vazios: 3–5% para rolamento, 4–6% para camadas intermediárias. → BOA GRANULOMETRIA ● Ligantes especiais: Asfalto-polímero, asfalto-borracha. Camada Porosa de Atrito (CPA): ● Alta porcentagem de vazios (18–30%). ● Drenagem eficiente da água — reduz aquaplanagem e aumenta a segurança. ● Camada abaixo dele deve ser impermeável Stone Matrix Asphalt (SMA)-Matriz pétrea asfáltica: ● Agregados graúdos (>70%) + mástique asfáltico(areia+fíler+ligantes). → ALTA % DE GRAÚDOS ● Excelente resistência ao desgaste e boa textura superficial. ● Vias com alta frequência de caminhões / rampas / pista de aeroportos / autódromos Gap-Graded (Mistura descontínua): ● Uso de asfalto-borracha. ● Maior resistência à deformação permanente. ● Usado quando não há boa adesividade entre o par ligante/agregado Areia-Asfalto Usinada a Quente (AAUQ): ● ARGAMASSA ASFÁLTICA ● Aplicações em locais com falta de graúdos. ● Alta quantidade de ligante, menor resistência às deformações. ● Zonas de baixo tráfego Misturas a Frio (Pré-Misturados a Frio – PMF) → Agregados graúdos, miúdos e fíler + EAP à temperatura ambiente → Usinas e betoneiras Tipos: ● Aberto → pequena ou nenhuma quantidade de miúdos (Vv entre 22 e 34%) ● Semidenso → quantidade intermediária de miúdos e pouco fíler (Vv entre 15 e 22%) ● Denso → agregados graúdo, miúdo e fíler (Vv entre 9 e 15%) Usos: ● Revestimento em zonas de tráfego leve. ● Camada intermediária com CA superposto Vantagens: ● Equipamentos simples ● Trabalhabilidade à temperatura ambiente ● Alta flexibilidade Misturas in situ em usinas móveis Lama Asfáltica: ● Agregados miúdos + EAP + água. ● Recuperação, manutenção e impermeabilização de pavimentos desgastados → Rejuvenescimento ● Utilizado como capa selante Microrrevestimento Asfáltico: ● Evolução da lama, usa EAP modificada por polímero. ● Rápida liberação do tráfego (~2h) ● Recuperação de pavimentos e capa selante Misturas preparadas na pista Tratamentos Superficiais ● TSS, TSD, TST, TAP: ○ Aplicação direta de ligante + agregado na pista. ○ Finalidades: selagem, impermeabilização e aumento da resistência superficial. Misturas Asfálticas Recicladas Reciclagem: ● Uso de material fresado e envelhecido → Aproveitamento de agregados e ligantes remanescentes ● Pode ser feita: ○ A quente: CAP + Agregados aquecidos. ○ A frio: EAP + Agregados à temperatura ambiente. ESTABILIZAÇÃO GRANULOMÉTRICA Conceito → Melhorar o comportamento de agregados misturando materiais para atingir uma curva granulométrica adequada. Finalidades ● Aumentar resistência. ● Reduzir compressibilidade. ● Melhorar a durabilidade e controlar a permeabilidade. Métodos de Dosagem ● Algébrico: Solução de equações. ● Por Tentativas: Ajustes manuais com base em misturas. ● Gráfico (Rothfuchs): Análise visual em papel milimetrado DOSAGEM DE CONCRETO ASFÁLTICO - MARSHALL Objetivos ● Maximizar a densidade e estabilidade. ● Controlar fluência e vazios para desempenho adequado. Parâmetros Avaliados ● Densidade aparente e máxima teórica. ● Volume de vazios na mistura (Vv). ● Volume de betume nos vazios (VCB). ● Vazios do Agregado Mineral (VAM). ● Relação Betume-Vazios (RBV). ● Estabilidade e Fluência no ensaio. Ensaios Marshall ● Corpo de prova moldado e compactado com 50 ou 75 golpes por face. ● Determinação da estabilidade máxima e fluência da mistura. DEFEITOS, AVALIAÇÃO E RESTAURAÇÃO DE PAVIMENTOS Defeitos de Superfície ● Defeitos: Danos ou deteriorações na superfície, visíveis a olho nu, classificados segundo terminologia da norma DNIT 005/2003-TER. Tipos de Defeitos ● Danos Precoces: Aparecem nos primeiros meses ou até 2 anos após a execução do pavimento. ● Danos de Médio e Longo Prazos: Manifestam-se após anos de operação, durante a vida útil prevista. Causas dos Defeitos ● Erros de Projeto: ○ Previsão incorreta do tráfego. ○ Dimensionamento estrutural inadequado. ○ Falta de planejamento regional. ● Erros na Seleção/Dosagem de Materiais: ○ Seleção inadequada de solos, agregados ou ligantes. ○ Dosagem errada de cimento, cal ou CAP. ● Erros Construtivos: ○ Compactação inadequada. ○ Temperatura inadequada na execução. ● Erros nas Ações de Conservação/Manutenção: ○ Soluções inadequadas para tipos de dano. ○ Aplicação incorreta de reforços ou selagens. Principais Tipos de Defeitos (Norma DNIT 005/2003 - TER) Defeito Descrição Fissuras e Trincas Aberturas na superfície, podendo ser longitudinais, transversais, em couro de jacaré ou bloco. Afundamentos Deformações verticais por fluência plástica ou consolidação. Ondulação/Corr ugação Deformaçõestransversais onduladas na pista. Escorregamento Deslocamento do revestimento sobre a base. Exsudação Excesso de ligante asfáltico na superfície. Desgaste Arrancamento do agregado, deixando superfície áspera. Panela/Buraco Cavidade devido à perda de material, podendo atingir camadas inferiores. Remendo Correção localizada de defeitos (superficial ou profundo). Outros Defeitos Não Padronizados: ● Segregação: Concentração de agregados graúdos. ● Bombeamento de Finos: Subida de partículas finas pela água/tráfego. ● Falha de Bico: Defeito em tratamentos superficiais por falta de ligante. Avaliação dos Defeitos Objetivos ● Diagnóstico do estado de conservação. ● Embasamento técnico para restauração. ● Apoio à gerência e priorização de intervenções. Normas Aplicadas ● DNIT 005/2003 - TER: Terminologia de defeitos. ● DNIT 006/2003 - PRO: Procedimento de levantamento e avaliação. Métodos de Avaliação ● Inspeção Visual sistemática. ● Levantamento em estações a cada 20 m (rodovias simples e duplas). ● Avaliação de trilhas de roda. Cálculos: Técnicas de Restauração Para Problemas Funcionais (superfície) ● Lama Asfáltica: Selagem e rejuvenescimento. ● Tratamento Superficial: Restauração de aderência. ● Microrrevestimento Asfáltico: Corrigir abrasão severa. ● CBUQ de granulometria fina: Reperfilagem. ● CPA e SMA: Melhorar drenagem e atrito. ● Reciclagem: Aproveitamento de material. Para Problemas Estruturais ● Tratamento ou reforço de camadas existentes. ● Adição de novas camadas estruturais. ● Uso de tecnologias avançadas: ○ Geossintéticos (Geotêxtil, Geogrelha). ○ Camadas de Alívio de Tensões (SAMI). ○ Camadas de Dissipação de Trincas. ○ Reciclagem com Correção de Granulometria. Geossintéticos na Restauração ● Funções: ○ Barreiras contra trincas. ○ Dissipação de tensões. ● Materiais: ○ Geotêxteis. ○ Geogrelhas. Principais Definições Termo Definição Resumida Índice de Gravidade Individual (IGI) Produto entre a frequência relativa e o fator de ponderação do defeito. Índice de Gravidade Global (IGG) Soma de todos os IGIs de um trecho avaliado. Geossintético Material sintético que reforça o pavimento, evitando a propagação de trincas. SAMI Membrana de absorção de tensões instalada para interromper trincas. P1 - PAVIMENTAÇÃO