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ANATOMIA PALPATORIA:
JOELHO
· O joelho é uma articulação composta, formada por três ossos e três articulações envolvidas pela mesma cápsula articular.
Na articulação do joelho, podemos palpar: 
· os elementos ósseos: 
 Patela e suas margens
 Côndilos femorais e tibiais,
 Epicôndilos do fêmur e tuberosidade da tíbia;
Elementos moles:
· Tendão do quadríceps,Ligamento da patela, Ligamentos colaterais tibial e fibular, e os Meniscos medial e lateral
· Estratégia para a palpação: a patela é totalmente subcutânea. Posicione o membro inferior do paciente na maca com extensão da perna. Solicite para o paciente manter o m. quadríceps relaxado. Desta forma, você poderá deslocar a patela lateralmente e medialmente e identificar suas margens: medial e lateral, sua base (local de inserção do tendão do m. quadríceps) e seu ápice (local de inserção do ligamento da patela) 
· Côndilos tibiais: os côndilos tibiais recebem os grandes côndilos do fêmur.
· Estratégias para a palpação: após a localização dos côndilos do fêmur, deslize o dedo distalmente, passando a depressão (área interarticular), até a os maciços côndilos tibiais (fig. 64).
CORRELAÇÕES CLÍNICAS REFERENTES AO JOELHO
1-TENDINITES
1.a-TENDINITE PATA DE GANSO
· A tendinite da pata de ganso é uma condição dolorosa que afeta a região interna do joelho, onde três tendões se inserem: o sartório, o grácil e o semitendinoso. Esses músculos são responsáveis pela flexão do joelho e, quando sobrecarregados, podem desenvolver inflamação e dor.
Causas 
· A tendinite da pata de ganso ocorre devido ao estresse ou peso excessivo sobre o joelho, resultando em sobrecarga dos músculos e tendões, o que cria uma região de atrito. As principais causas incluem:
· Sobrecarga mecânica: Atividades que envolvem movimentos repetitivos do joelho, como corrida e ciclismo, podem sobrecarregar os tendões.
· Artrite reumatóide e osteoartrite: Pacientes com essas condições têm maior risco de desenvolver tendinite devido à inflamação crônica e desgaste articular.
· Obesidade: O excesso de peso coloca uma pressão adicional sobre o joelho
.b-TENDINITE PATELAR
· O tendão patelar trabalha com o músculo da frente da coxa, denominado quadríceps para estender (esticar) o joelho para que você possa chutar, correr e pular. A isso chamamos de mecanismo de extensão do joelho. Além desta função, o tendão patelar e o músculo quadríceps exercem uma outra função, considerada por muitos ainda mais importante que é a de desaceleração.
· Quando você desce uma escada ou quando freia em uma quadra de tênis, está desacelerando. Para que isso ocorra, o músculo anterior da coxa exerce um tipo de contração chamada de excêntrica. A função principal do tendão patelar é de, em conjunto ao quadríceps e tendão quadricipital, modular nossos movimentos de aceleração e frenagem.
· O que causa tendinite patelar
· Existem diversas hipóteses de porque a tendinite patelar ocorra. A mais aceita é de que, em algum momento, o músculo anterior da coxa perde sua capacidade de absorver o impacto por redução da qualidade de contração excêntrica, gerando sobrecarga ao tendão patelar.
· 2-CISTO DE BAKER
· O cisto de Baker é um caroço que surge na parte de trás do joelho causado pelo acúmulo de líquido sinovial. Na maior parte dos casos é assintomático. Com o tempo, pode aumentar de tamanho e provocar dor, dificuldade de movimento e, nos casos mais graves, romper-se.
· Normalmente, o cisto de Baker surge em pessoas com histórico de pancadas ou acidentes no joelho, doenças articulares ou que fizeram sobrecarga da articulação, devido a exercícios físicos intensos, por exemplo. 
3-SINDROME PATELO-FEMORAL E CONDROMALÁCIA PATELAR
· síndrome da dor patelofemoral (SDPF) é um distúrbio musculoesquelético comum que afeta o compartimento anterior do joelho. A SDPF acomete principalmente, corredores, ciclistas, jogadores de tênis e pessoas fisicamente ativas, com maior incidência em mulheres. As explicações para o aparecimento da SDPF ainda não estão totalmente esclarecidas. As alterações biomecânicas do membro inferior, como fraqueza muscular, frouxidão ligamentar,joelhos em valgo e mau posicionamento da patela são os principais fatores correlacionados com o aparecimento da SDPF.
· Assim, o movimento excessivo e repetitivo, associado com o mau alinhamento da articulação patelofemoral, podem favorecer uma sobrecarga aumentada na região do joelho, provocando a SDPF ou até mesmo o desgaste precoce da cartilagem articular, ocasionando problemas como a condromalácia patelar e osteoartrose do joelho (gonartrose).
· CORRELAÇÕES CLÍNICAS REFERENTES Á PERNA E TORNOZELO
TENDINITE DO CALCÂNEO
· È a condição em que ocorre uma inflamação ou uma degeneração do tendão de Aquiles, na parte de trás do calcanhar. Existem dois músculos grandes na panturrilha: o gastrocnêmio e o sóleo. O tendão de Aquiles conecta esses músculos aos ossos do calcanhar. Eles são importantes para caminhar, correr, pular, entre outras atividades comuns. 
· Assim, pode ocorrer inflamação devido ao desgaste do tendão, às vezes também relacionado à artrite. Em outros casos, a tendinite do calcâneo também pode ocorrer devido à inflamação decorrente de 
· Lesões durante exercícios intensos
· Após doenças que afetam o condicionamento físico ou, 
· Até mesmo, pela pressão sofrida na região pelo uso contínuo de sapatos de salto alto.
· Sinais
 Entre os principais sintomas estão inchaço local e presença de dor, principalmente ao andar e pela manhã.
ENTORSE DE TORNOZELO POR INVERSÃO
Os estiramentos do tornozelo são muito comuns, na maioria das vezes resultantes da manobra do pé para dentro (inversão). 
Resultados comuns são dor, edema e sensibilidade, que alcançam o ponto máximo no tornozelo anterolateral. 
O diagnóstico é por avaliação clínica e, às vezes, radiografias.
 O tratamento é proteção, repouso, gelo, compressão e elevação (PRGCE) nos casos de entorses leves;
Imobilização seguida de fisioterapia para as entorses moderadas e graves; algums entorses muito graves exigem correção cirúrgica
PELVE E QUADRIL
· Estruturas Palpáveis
· Osso ilio
· A-crista ilíaca
· Espinha ilíaca anterosuperior(EIAS)
· Espinha ilíaca posterosuperior(EIPS)
· Espinha ilíaca posteroinferior
· O púbis
Tuberosidade isquiática
A espinha Ilíaca anterosuperior serve como referencia topográfica para mensuração do comprimento dos membros inferiores,até a margem do maléolo medial
Essa estrutura corresponde á proeminência mais posterior da crista ilíaca que se traduz por uma pequena fossa bilateral facilmente visualizada em todos os individuos,tanto em pe como em DV ou DL
 A espinha ilíaca posteroinferior se encontra a 3 dedos transversos da espinha ilíaca posteriosuperior.
Palpação da tuberosidade isquiática no nível da prega glútea estando o indivíduo em DL com flexão dos quadris e joelhos a 90 graus, o que permite a liberação do músculo glúteo máximo e facilita o acesso.
REGIÃO DO QUADRIL E GLÚTEA
· O quadril é a parte do membro inferior formado pelos ossos ílio, ísquio e púbis. Ele faz parte da formação do cíngulo do membro inferior (anel ósseo que fixa os apêndices inferiores ao esqueleto axial e protege abdome inferior, pelve e períneo). Além disso, sustenta o peso da parte superior do corpo.
· O quadril se articula com o sacro e o fêmur, estando localizado na região lateral do membro inferior.. 
· A região glútea é uma área anatômica localizada posteriormente à cintura pélvica, na extremidade proximal do fêmur.
· Glúteo máximo:Extensão, rotação lateral e adução do quadril.
· Glúteo médio:Abdução e rotação medial da coxa.
· Glúteo mínimo:Abdução e rotação medial da coxa. As fibras anteriores realizam flexão do quadril 
· Tensor da fáscia lata:Flexão, abdução, rotação medial do quadril e rotação lateral do joelho.
· Camada profunda – Rotadores laterais profundos: grupo de músculos menores que atuam principalmente para girar lateralmente ou externamente o fêmur.Inclui :
· o quadrado femoral,piriforme, gêmeo superior, gêmeo inferior e obturador interno.
 DD- Joelho em extensãoe uma rotação medial da coxa.Palpe o tensor da fáscia Lata na região lateral
e superior da coxa
Tensor da Fáscia Lata: O músculo se encontra entre a espinha ilíaca anterosuperior e o Trocanter maior
 O nervo isquiático é palpável no espaço entre a tuberosidade isquiática e o trocanter maior do fêmur.
Cotovelo e Antebraço
· Epicôndilo medial: localizado na região distal e medial do úmero.
· Estratégia para palpação: a palpação é facilitada se o cotovelo estiver flexionado (90°). Após esse posicionamento, deslize o dedo na região medial e distal do úmero (fig. 22)
· Epicôndilo lateral: localizado na região distal e lateral do úmero, porém menos saliente que o epicôndilo medial.
· Estratégia para a palpação: a palpação é facilitada se o cotovelo estiver flexionado a 90°. Após esse posicionamento, deslize o dedo na região lateral e distal do úmero (fig.23)
· Fossa do olécrano: uma escavação localizada na região distal da face posterior do úmero. Essa fossa é ocupada pelo olécrano durante o movimento de extensão do cotovelo.
· Estratégia para a palpação: sustente o membro superior do paciente com apoio na face medial do cotovelo. Flexione 90º a articulação do cotovelo e solicite ao paciente o relaxamento da musculatura. Observando como referência o epicôndilo lateral, deslize o dedo em sentido medial, partido do epicôndilo lateral, até encontrar a fossa do olécrano (fig. 24).
· Olécrano: projeção óssea da epífise proximal da ulna. Forma a ponta do cotovelo.
· Estratégia para a palpação: o olécrano é facilmente visualizado e palpado. Flexione totalmente a articulação do cotovelo, a projeção no cotovelo é formada pelo olecrano (fig.25)
· Sulco do Nervo Ulnar e Nervo Ulnar: o sulco do nervo ulnar é encontrado na epífise distal do úmero. Localizado posteriormente ao epicôndilo medial. O n. ulnar ocupa o sulco do nervo ulnar. 
· Estratégia para a Palpação: o sulco do nervo ulnar pode ser encontrado no ponto médio entre o epicôndilo medial e o olécrano. Após encontrar o sulco do nervo ulnar, palpe o nervo ulnar e, faça-o rolar abaixo dos seus dedos, o nervo ulnar pode ser deslocado como um cordão (fig. 26)
· O Nervo ulnar é um nervo misto que fornece inervação motora para vários músculos do antebraço e da mão.
· Processo estilóide do rádio: projeção óssea da epífise distal do rádio, projeta-se
· lateralmente no punho, em um nível mais inferior que o processo estilóide da ulna, tornando restrito o movimento de abdução da articulação radiocarpal.
· Estratégia para a palpação: posicione o paciente com a adução do punho, deslize o dedo na região lateral do rádio até o processo estilóide (Fig.31).
· Processo estilóide da ulna: projeção da epífise distal da ulna. Não participa da
· articulação com o carpo, separada desta por um disco articular.
· Estratégia para a palpação: com o cotovelo flexionado, o antebraço em pronação e uma flexão do punho, observe que na região distal da ulna, em sua face medial é perceptível a projeção sob a pele do processo estilóide (fig.32).
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