Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1ºAula
Raiz 
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta aula, vocês serão capazes de: 
•	 descrever a estrutura da raiz e diferenciar o sistema radicular de monocotiledôneas e eudicotiledôneas;
•	 compreender as funções da raiz e destacar as adaptações do sistema radicular às variações do ambiente.
Caros alunos(as), sejam bem-vindos(as) a nossa primeira 
aula. Nesta aula, você estudante do curso de Agronomia, 
aprenderá sobre a origem e organização do sistema radicular 
nas angiospermas. Vai diferenciar as raízes, do ponto de vista 
morfológico, em coifa, zona lisa ou de crescimento, zona 
pilífera e zona de ramificação, cada uma delas com uma função 
fundamental. Será abordada a classificação das raízes de acordo 
com o habitat e as funções que exercem em decorrência das 
variações do ambiente no qual as espécies estão adaptadas.
Vamos conhecer um pouco mais sobre morfologia de 
raízes?
Bons estudos!
6Morfologia Sistemática e Vegetal
1 - Origem e Morfologia Externa do Sistema Radicular 
das Angiospermas 
2 - Classificação das Raízes
1 - Origem e Morfologia Externa do 
Sistema Radicular das Angiospermas 
As angiospermas representam o filo Antófitas, o qual 
inclui, pelo menos, 300.000 espécies, podendo chegar a 
450.000, sendo o maior filo de organismos fotossintetizantes. 
As angiospermas, durante seu ciclo de vida, apresentam 
a fase gametofítica bastante reduzida, que será abordado 
posteriormente, e a fase esporofítica, que corresponde 
a aquela desenvolvida das espécies de angiospermas. O 
esporófito corresponde à planta propriamente dita e seu 
corpo é morfologicamente dividido em órgãos vegetativos, 
que compreendem a raízes, caule e folhas e os órgãos 
reprodutivos, que compreendem as flores, frutos e sementes. 
(EVERT; EICHHORN, 2014)
Seções de estudo
1.1 - Origem da raiz 
A raiz é um órgão vegetativo presente nas plantas 
vasculares (pteridófitas, gimnospermas e angiospermas). 
A primeira raiz das plantas gimnospermas e angiospermas 
origina-se da radícula do embrião (origem embrionária), sendo 
a primeira estrutura a emergir da semente em germinação, 
e, geralmente, chamada raiz primária, possibilitando o 
desenvolvimento da plântula, fixando-a no solo e absorvendo 
água. À medida que a raiz primária se desenvolve são 
formadas as raízes laterais (secundárias). Desse modo, 
desenvolve-se um sistema ramificado de raízes (Figura 1.1). 
Em espécies vegetais classificadas como monocotiledôneas 
a planta adulta apresenta raízes adventícias, de origem não 
embrionária, as quais se originam dos nós (as partes do caule 
onde as folhas estão inseridas) e, em seguida, produzem raízes 
laterais. Todas as gimnospermas e angiospermas, quando 
propagadas assexuadamente (não via semente), apresentarão 
raízes adventícias. 
Saiba mais: assista ao vídeo de germinação e origem da raiz https://www.
youtube.com/watch?v=dhaYW3Skqxg
FIGURA 1.1 - ORIGEM DAS RAÍZES 
Fonte: Vidal et al. (2021)
De acordo com Evert e Eichhorn (2014), o sistema 
radicular pivotante ou axial ocorre em todas as plantas 
com sementes, à exceção das monocotiledôneas, formado 
pela raiz primária bastante desenvolvida, denominada raiz 
pivotante que cresce diretamente para baixo, dando origem 
as suas ramificações (raízes laterais). As raízes laterais mais 
velhas são encontradas mais próximas da base da raiz e as 
raízes mais novas, mais próximas do ápice radicular (Figura 
1.2).
Nas monocotiledôneas, a raiz primária geralmente 
tem vida curta, e, assim, o sistema radicular é formado 
por raízes adventícias, que se formam a partir do caule. 
Essas raízes de origem caulinar, comumente denominadas 
raízes adventícias, e suas raízes laterais, dão origem ao 
chamado sistema radicular fasciculado, no qual nenhuma 
raiz é mais proeminente que as outras (Figura 1.2). Os 
sistemas radiculares fasciculados geralmente penetram 
menos profundamente no solo que os sistemas radiculares 
pivotantes.
7
FIGURA 1.2 - SISTEMAS RADICULARES 
FASCICULADO E PIVOTANTE (AXIAL)
Fonte: Vidal et al. (2021)
1.2 - Caracteres e morfologia 
externa da raiz
As raízes são caracterizadas como órgãos cilíndricos, 
subterrâneos e aclorofilados, que apresentam geotropismo 
positivo (crescimento é orientado pela ação da gravidade) 
e fototropismo negativo (cresce em direção oposta da luz). 
Externamente, a raiz distingue-se do caule por não apresentar 
nós e internós, nem gemas laterais ou folhas, salvo poucas 
exceções como, por exemplo, as raízes gemíferas, que são 
raízes subterrâneas superficiais que apresentam gemas, 
capazes de regenerar a parte aérea (LIMA et al., 2006). 
As raízes, primárias, laterais e adventícias têm as mesmas 
características e conformação, apresentando as mesmas 
regiões a partir de sua extremidade apical: coifa, região lisa 
ou de crescimento, região pilífera, região suberosa ou de 
ramificação (Figura 1.3).
FIGURA 1.3 - REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA 
DAS REGIÕES CONSTITUINTES DE UMA RAIZ
Fonte: Almeida; Almeida (2014).
Coifa ou caliptra: tecido que reveste o ápice radicular, 
com função de proteção do meristema radicular, reduzindo 
o atrito com as partículas do solo durante o crescimento das 
raízes terrestres, protegendo-as também contra o ataque de 
microrganismos. Suas células são vivas e estão em contínua 
divisão. As células localizadas na periferia vão morrendo e 
sendo substituídas por células novas recém-formadas.
Região Lisa (de crescimento): é responsável pelo 
crescimento longitudinal da raiz em função do crescimento 
de suas células, resultantes da divisão celular no ápice radicular 
(meristema) protegido pela coifa. O nome “lisa” é em 
decorrência de não ter pelos radiculares.
Região pilífera: é caracterizada pela presença dos 
pelos radiculares. Os pelos são prolongamentos das células 
do tecido de revestimento (epiderme) aumentando a área de 
contato da raiz, otimizando a absorção de água e nutrientes 
do solo.
Região suberosa ou de ramificação: é a região mais 
velha da raiz, onde ocorre a formação das raízes laterais 
(ramificação) e o crescimento em espessura (engrossamento) 
das raízes das Gimnospermas e Eudicotiledôneas.
2 - Classificação das Raízes
2.1 - Classificação quanto ao habitat 
(meio)
As raízes geralmente são terrestres, desenvolvem-se 
fixadas no solo, ou seja, são subterrâneas (Figura 1.4 A), no 
entanto, algumas espécies adaptadas a diferentes ambientes 
apresentam raízes aquáticas e aéreas.
As raízes aquáticas se desenvolvem em plantas 
aquáticas flutuantes, como exemplo o aguapé (Figura 1.4 B), 
consequentemente as raízes estão livres (suspensas) na água 
sem nenhum contato com o solo. Em função da facilidade de 
absorção de água e sais minerais nesse ambiente, a presença 
e pelos radiculares é muito rara nestas raízes (ALMEIDA; 
ALMEIDA, 2014).
As raízes aéreas são raízes adventícias que se desenvolvem 
parcialmente ou totalmente em ambiente aéreo, comum em 
plantas epífitas (vivem sobre outras plantas) e trepadeiras 
(Figura 1.4 C).
FIGURA 1.4 - RAÍZES SUBTERRÂNEAS OU 
TERRESTRES (A). AGUAPÉ: PLANTA AQUÁTICA 
FLUTUANTE (B). RAÍZES AÉREAS (SETAS) COM 
PRINCIPAL FUNÇÃO DE FIXAÇÃO, CARACTERÍSTICA 
DE ORQUÍDEAS (C). 
Fonte: Almeida; Almeida (2014)
8Morfologia Sistemática e Vegetal
2.2 - Classificação quanto às 
funções das raízes 
As principais funções da raiz são a fixação da planta 
no substrato, no qual se desenvolve, e a absorção de água e 
nutrientes minerais. Outras funções associadas às raízes são 
condução (transporte) e armazenamento. Raízes de muitas 
espécies cultivadas e utilizadas como fonte de alimento, são 
importantes órgãos de reserva e algumas delas, tais como as 
de mandioca, beterraba, cenoura e batata-doce, são adaptadas 
para o armazenamento de compostos orgânicos produzidos 
nas folhas, através da fotossíntese. Esses compostos orgânicos 
podem ser usados pela própria raiz, mas, frequentemente 
são consumidos na fase reprodutiva para produzir flores, 
frutos e sementes. Nas raízes ocorre síntese de hormônios 
(citocininas e giberelinas) quesão transportados para as partes 
aéreas, onde estimulam o crescimento e o desenvolvimento 
(EVERT; EICHHORN, 2014).
Em decorrência das raízes desenvolverem diferentes 
funções, além da fixação e absorção, elas geralmente 
apresentam características morfológicas especiais e são 
classificadas de acordo com suas principais funções, tanto 
para as plantas terrestres com raízes subterrâneas como para 
as raízes aéreas.
2.2.1 - Raízes subterrâneas 
Tuberosas 
Desenvolvem-se como estruturas de reserva de 
compostos orgânicos, sendo o amido (polímero de glicose) 
a reserva mais comum). De acordo com a origem da raiz 
em que a reserva se encontra, estas receberão denominações 
diferentes:
•	 Raízes tuberosas axiais: quando a deposição de 
reservas ocorre na raiz principal, tornando-se mais 
longa e grossa do que suas ramificações. Esse é o 
caso da cenoura, beterraba, rabanete e nabo (Figura 
1.5 A, B, C)
•	 Raízes tuberosas secundarias: quando a deposição 
de reservas ocorre nas raízes secundarias, como em 
batata doce.
•	 Raízes tuberosas fasciculadas: quando diversas 
raízes adventícias acumulam reservas, ficando 
impossível distinguir o eixo principal. Este é o caso 
da mandioca (Figura 1.5 D) e do lírio-amarelo.
FIGURA 1.5 - RAÍZES SUBTERRÂNEAS TUBEROSAS AXIAIS: CENOURA (A), BETERRABA (B); RABANETE (C). 
RAÍZES TUBEROSAS FASCICULADAS: MANDIOCA (D). 
Fonte: Almeida; Almeida (2014).
2.2.2 - Raízes aéreas suporte ou 
escoras
 São raízes adventícias que se originam no caule 
ou ramos e crescem em direção ao solo, auxiliando na 
sustentação da planta, principalmente as de porte alto, 
com reduzida base de apoio, conferindo maior resistência 
ao vento, ou ainda, em plantas fixadas em solos alagados, 
nas quais haveria perda de estabilidade. Além da função de 
auxiliar no equilíbrio do indivíduo, as raízes suporte também 
têm papel na fixação e absorção de nutrientes. Entre as 
plantas que apresentam essa classificação, destacam-se o 
milho, figueiras, pândanos e algumas palmeiras (Figura 1.6).
9
FIGURA 1.6 - RAÍZES ESCORA OU SUPORTE DA 
FIGUEIRA (A), PÂNDANOS (B) E MILHO (C)
Fonte: Almeida; Almeida 2014).
2.2.3 - Raízes aéreas tabulares ou 
sapopemas
São raízes adventícias que se desenvolvem radialmente em 
torno da base do caule, com aspecto de tábuas perpendiculares 
ao solo (Figura 1.7). Essas raízes aumentam a base de apoio, 
dando suporte às árvores de grande porte, proporcionado 
maior estabilidade e ampliando a superfície respiratória. São 
em parte aéreas e, em parte, subterrâneas, encontradas em 
árvores como, por exemplo, pau´d’alho, Ficus e chichá. 
FIGURA 1.7 - RAÍZES TABULARES
Fonte: Almeida; Almeida (2014).
2.2.4 - Raiz aérea grampiforme ou 
aderente
São adventícias com origem caulinar, que auxiliam as 
plantas trepadeiras, aderindo-se como “grampos” na casca 
dos troncos das plantas hospedeiras ou em muros e rochas, 
permitindo dessa forma, sua fixação no substrato. A função de 
absorção de água e sais é realizada quase que completamente 
pelas outras raízes da planta que se fixam no solo. Essas raízes 
podem ser encontradas em hera (Figura 1.8 A)
2.2.5 - Raiz aérea cintura ou 
estranguladora
 Comum em plantas que iniciam sua vida como epífitas, 
quando jovens formam inúmeras raízes adventícias que 
envolvem o tronco da planta hospedeira e crescem em direção 
ao solo. Inicialmente a planta hospedeira e a epífita convivem 
bem, mas com o tempo, as raízes da epífita vão se espessando 
e dificultam o espessamento do caule da planta hospedeira, 
que acaba morrendo. As raízes estranguladoras são típicas da 
maioria das figueiras. (Figura 1.8 B)
FIGURA 1.8 A - RAÍZES GRAMPIFORMES NA 
PLANTA TREPADEIRA (HERA) PARA FIXAÇÃO 
EM MUROS E ROCHAS. B - RAÍZES AÉREAS 
ESTRANGULADORAS (SETAS VERMELHAS) E A 
SETA AMARELA EVIDENCIA O CAULE DA PLANTA 
HOSPEDEIRA. 
Fonte: Almeida; Almeida (2014).
2.2.6 - Raízes aéreas respiratórias 
ou pneumatóforos
 Essas raízes estão presentes em plantas adaptadas a solos 
lamacentos ou inundados, com baixos níveis de oxigênio, 
como os pântanos e manguezais (Figura 1.9 A). São raízes que 
apresentam geotropismo negativo, ou seja, com crescimento 
em direção à superfície do solo, contra a ação da gravidade, 
atingindo a atmosfera, onde realizam trocas gasosas através 
de orifícios (pneumatódios) presentes em toda superfície da 
raiz, suprimento de oxigênio nos tecidos da raiz, permitindo 
assim, sua sobrevivência.
2.2.7 - Raízes aéreas sugadoras ou 
haustórios
 São adventícias, com órgãos de contato chamados de 
apressórios, do qual surgem raízes finas chamadas haustórios, 
que penetram no caule do hospedeiro até alcançar os tecidos 
vasculares, retirando compostos inorgânicos e dependendo 
da espécie compostos orgânicos também. Ocorre em plantas 
parasitas como a erva de passarinho e cuscuta (cipó-chumbo) 
(Figura 1.9 B).
10Morfologia Sistemática e Vegetal
FIGURA 1.9 - PNEUMATÓFOROS SAINDO DO 
LODO, PRÓXIMOS DA BASE DA ÁRVORE SIRIÚBA (A). 
RAIZ SUGADORA NA ERVA DE PASSARINHO (B)
Fonte: Evert; Eichhorn (2014); Vidal et al.,(2021).
Finalizamos nossa primeira aula, e para ficar mais 
claro o entendimento de vocês, vamos recordar:
Retomando a aula
1 - Origem e Morfologia Externa do Sistema 
Radicular das Angiospermas 
A raiz é um órgão vegetativo geralmente subterrâneo 
e aclorofilado, que apresenta geotropismo positivo e 
fototropismo negativo, e está presente nas plantas vasculares. 
A primeira raiz das angiospermas origina-se da radícula do 
embrião (origem embrionária), e à medida que a raiz primária 
se desenvolve, são formadas as raízes laterais (secundárias), 
criando o sistema radicular axial pivotante. No entanto, nas 
monocotiledôneas a planta adulta apresenta raízes adventícias, 
de origem não embrionária, as quais se originam do caule e 
formam o sistema radicular fasciculado.
Tanto as raízes primárias, laterais e adventícias têm as 
mesmas características e conformação, apresentando as 
mesmas regiões a partir de sua extremidade apical: coifa, 
região lisa ou de crescimento, região pilífera, região suberosa 
ou de ramificação
2 - Classificação das Raízes
As raízes geralmente são subterrâneas, no entanto, 
algumas espécies adaptadas a diferentes ambientes apresentam 
raízes aquáticas e aéreas. 
As principais funções da raiz são a fixação da planta 
e absorção de água e nutrientes minerais. Outras funções 
associadas às raízes são condução (transporte), armazenamento 
e reserva. Em decorrência das raízes desenvolverem diferentes 
funções, além da fixação e absorção, elas geralmente 
apresentam características morfológicas especiais e são 
classificadas de acordo com suas principais funções, tanto 
para as plantas terrestres com raízes subterrâneas como para 
as raízes aéreas, tais como: raízes tuberosas, raízes aéreas 
suporte, tabulares, grampiformes, cintura, respiratória e 
sugadoras
ALMEIDA, M.; ALMEIDA, C. V. Morfologia da raiz de 
plantas com sementes. 2014. Disponível em: http://www.lcb.
esalq.usp.br/sites/default/files/publicacao_arq/978-85-
86481-32-1.pdf. Acesso em: 13 out. 2022.
EVERT, R. E.; EICHHORN, S. E. Raven Biologia 
Vegetal. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
LIMA, C.C.A.; SILA, L.J.; CASTRO, V.S. Apostila 
de morfologia externa vegetal. Disponível em: http://www.
anatomiavegetal.ib.ufu.br/pdf-recursos-didaticos/
morfvegetalorgaRAIZ.pdf. Acesso em: 17 out. 2022
VIDAL, W.N.; VIDAL, M.R.R. PAULA, C.C. Botânica 
organografia: quadros sinóticos ilustrados de fanerógamas. 5. 
ed. Viçosa: UFV, 2021. 124 p.
Vale a pena ler
Vale a pena
https://www.youtube.com/watch?v=dhaYW3Skqxg 
Vale a pena acessar
Minhas anotações