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O Perfil 
Empreendedor
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Sumário
Fundamentos de empreendedorismo 
 O que é ser empreendedor 
 O que é empreendedorismo? 
 Empreendedor versus administrador 
 Empreendedor versus empresário 
 Intraempreendedorismo 
A lógica do empreendedorismo 
 O processo do empreendedorismo 
 Oportunidade 
 Ideia 
 Ação 
O perfil de um empreendedor 
 Comportamentos empreendedores 
 Ambição 
 Atitude 
 Coragem 
 Resiliência 
 Persuasão 
 Organização 
As ferramentas do empreendedor 
 Principais ferramentas 
CLIQUE NO CAPÍTULO PARA SER REDIRECIONADO
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Sumário
 Pesquisa de mercado 
 Planejamento estratégico 
 Liderança 
 Marketing pessoal 
 Gerenciamento de projetos 
 Outras ferramentas 
Referências 
CLIQUE NO CAPÍTULO PARA SER REDIRECIONADO
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Objetivos Definição
Explicando Melhor Você Sabia?
Acesse Resumindo
Nota Importante
Saiba Mais Reflita
Atividades Testando
Para o início do 
desenvolvimento de uma 
nova competência;
Se houver necessidade 
de se apresentar um novo 
conceito;
Algo precisa ser melhor 
explicado ou detalhado;
Curiosidades indagações 
lúdicas sobre o tema em 
estudo, se forma necessárias;
Se for preciso acessar um 
ou mais sites para fazer 
download, assistir vídeos, ler 
textos, ouvir podcast;
Quando for preciso se fazer 
um resumo acumulativo 
das últimas abordagens;
Quando forem necessárias 
observações ou 
complementações para o 
seu conhecimento;
As observações escritas 
tiveram que ser priorizadas 
para você;
Textos, referências 
bibliográficas e links para 
aprofundamento do seu 
conhecimento;
Se houver a necessidade 
de chamar a atenção 
sobre algo a ser refletido ou 
discutido sobre;
Quando alguma atividade 
de autoaprendizagem for 
aplicada;
Quando o desenvolvimento de 
uma competência for concluído 
e questões forem explicadas. 
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@faculdadelibano_
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Fundamentos de 
empreendedorismo
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O Perfil Empreendedor Capitulo 1
Fundamentos de 
empreendedorismo
O empreendedorismo não é uma arte, técnica ou ciência restrita a poucos, mas é 
inegável admitir a existência de pessoas que já nascem com essa predisposição. 
Estamos falando de um perfil comportamental não muito comum entre as pessoas de 
uma população. 
Essas pessoas já nascem com uma programação mental diferente das outras, mas 
nem sempre têm a oportunidade de despertar e desenvolver esse potencial em prol 
de um projeto empreendedor. Muitas vezes, é necessário um evento insólito, como 
a perda de um emprego ou de um arrimo de família, para que o empreendedor em 
potencial comece a demonstrar suas habilidades e agir rumo à construção de um 
empreendimento.
Ao longo deste capítulo, estudaremos alguns conceitos e debateremos alguns 
fundamentos sobre o que é ser empreendedor, intraempreendedor, empresário e 
administrador.
Objetivos
Ao término deste capítulo, você será capaz de en- tender o conceito e o 
real sentido do que é ser um empreendedor. Isso será fundamental para 
o exercício de sua profissão. E então? Motivado para desenvolver esta 
competência? Vamos lá. Avante!
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
O que é ser empreendedor
Em que pese ao fato de o Empreendedorismo ter se desenvolvido bastante nas 
últimas décadas como uma ciência, ainda há muitos conceitos difusos sobre o que 
verdadeiramente significa ser um empreendedor.
Vamos analisar algumas definições?
FIGURA 1
Ilustração de um 
empreendimento
FONTE
Freepik
Definição
Empreendedor – para Schumpeter (1949 apud DORNELAS, 2005, p. 39), 
empreendedor é “aquele que destrói a ordem econômica existente pela 
introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas 
de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais”.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Essa definição de empreendedor é bastante abrangente e, porque não dizer, completa! 
Quando Schumpeter (1949 apud DORNELAS, 2005) falava em destruir a ordem econômica 
existente, ele já previa o que aconteceria décadas mais tarde em um ritmo alucinante. 
A cada ano vemos novos produtos e serviços simplesmente acabarem com negócios 
e transformarem hábitos seculares, como pegar um táxi, por exemplo. Quanto a esse 
hábito, a Uber simplesmente destruiu a ordem econômica do mercado de transportes 
urbanos de passageiros das grandes cidades ao introduzir um novo serviço e, ao mesmo 
tempo, uma nova forma de organização de um processo existente desde o início do 
século XX.
Mas, retomando o conceito de empreendedor, perceba que, em nenhum momento, 
foram utilizadas palavras como empresas e negócios, por exemplo. Para Schumpeter 
(1949), empreender não estava restrito a fundação de uma empresa, mas a qualquer 
movimento no sentido de inovar.
Por falar em inovar, acabamos de mencionar uma palavra intimamente associada ao 
empreendedorismo. Quem inova empreende, mas será que todos os que empreendem 
estão inovando?
FIGURA 2
Joseph Schumpeter 
(1863-1950)
FONTE
:Wikimedia Commons
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Para muitos autores, o limiar entre esses dois termos é tênue, quase inexistente. Mas, a 
rigor, podemos afirmar que é possível empreender sem necessariamente inovar. Por 
exemplo, se levamos uma franquia de perfumes de um local para outro, não podemos 
dizer propriamente que inovamos, pois, o serviço já existia. Mas existiu um movimento 
criador de um novo serviço para um determinado local, tendo exigido uma atitude 
empreen- dedora de quem o fez.
Bem, inovando ou empreendendo, o responsável por um projeto dessa natureza é 
um realizador, que produz novas ideias por meio da congruência entre criatividade e 
imaginação.
O que é empreendedorismo?
Vimos o que é ser empreendedor, mas o que realmente significa empreendedorismo?
Definição
Inovação – ato ou efeito de inovar. Produzir ou tornar algo novo. Renovar. 
Restaurar (DICIO, 2017).
Definição
Empreendedorismo – é a disposição para identificar problemas e 
oportunidades e investir recursos e competências na criação de um 
negócio, projeto ou movimento que seja capaz de alavancar mudanças 
e gerar um impacto positivo (ENDEAVOR, 2015).
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Pela definição anterior percebemos que empreendedorismo é o ato ou a disposição 
de empreender. Sendo assim, todos nós podemos nos apropriar dessa disposição, que 
vem se transformando cada vez mais em uma ciência ou área de conhecimento da 
administração.
Mas, por que é importante estudar empreendedorismo?
Somente no Estado de São Paulo, a taxa de fechamento de empresas atingiu 9%, a mais 
alta desde 2009, que era de 2,9%, e isso aconteceu em quase todos os segmentos de 
atuação.
Além disso, uma pesquisa realizada em 2018 pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas 
Empresas (Sebrae), aponta que mais de 80% das empresas brasileiras não chegam ao 
segundo ano de funcionamento.
O que isso quer dizer para você? Por que nossas empresas morrem tão jovens?
Sem dúvida, a explicação está na qualificação de nossos empreendedores. Via de 
regra, quem decide montar um negócio no Brasil é, normalmente, motivado por uma 
contingência qualquer, como a perda de um emprego.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Empreendedor versus administrador
O empreendedor deve ter a consciência de que existem diferenças substanciais entre 
empreender e administrar. Vivemos em um país que todo mundo acha que é bom 
empresário, marqueteiro e técnico de futebol. Se administrar uma empresa fosse fácil, 
não seria necessário haver cursos de administração com quatro anos de duração, não 
é mesmo? 
O fato de você ter sido capaz de empreender um negócio, não o qualifica a administrá-
lo. Claro que, muitas vezes, não há outra opção, mas é importante que se entenda que 
estamos falando de dois perfis profissionais completamentediferentes. O trabalho do 
empreendedor se inicia na concepção do negócio e se finda na implantação. 
Depois disso, ele tem que assumir as posturas e os comportamentos inerentes 
ao administrador, deixando um pouco de lado o entusiasmo excessivo e todas as 
características impulsionadoras que o levaram ao êxito no seu empreendimento inicial. 
Apesar de várias dessas características comportamentais serem comuns aos dois 
perfis, ao contrário do empreendedor, o administrador tem que ser mais frio, calculista, 
enfim, “pé no chão”. 
Saiba Mais
Interessado em saber mais sobre a mortalidade e outras informações 
sobre os empreendedores brasileiros?
Acesse e leia, na íntegra, o artigo “Sobrevivência e mortalidade de 
empresas”, publicado em 1916 e atualizado em 2019, no site do Sebrae, 
o qual apresenta uma série de pesquisas sobre a sobrevivência e a 
mortalidade das empresas. Para acessá-lo, clique no link disponível aqui.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
O empreendedor, por sua vez, se tivesse fincado seus dois pés no chão, provavelmente 
não teria conseguido empreender seu negócio. Então, qual é o melhor cenário para o 
sucesso de um negócio? Contratar um administrador para gerir nosso empreendimento 
recém-criado? Absorver os conhecimentos, as competências e as habilidades de um 
administrador? Enfim, o que é mais seguro e eficaz?
Mais uma vez afirmamos – não há receita de bolo – mas, se você está à frente de 
um negócio recém-nascido (start-up), procure um sócio com perfil administrador, que 
possa contrabalancear sua impulsividade, criatividade e ousadia.
Não tem um sócio assim? Então, procure formar um colaborador, em seu staff, capaz de 
lhe ajudar a gerir sua empresa e que tenha um perfil eminentemente de gestor.
Não tem recursos para contratar alguém assim? Portanto, invista na sua qualificação 
profissional na área de gestão (desenvolvimento gerencial), o que, aliás, deve ser feito 
em qualquer situação.
Saiba Mais
Você pode buscar ferramentas para selecionar pessoas com esse 
perfil. Recomendamos, para isso, um portal de identificação de perfil 
comportamental, como o e-Talent, por exemplo. Esses portais oferecem 
um questionário para ser aplicado ao candidato e devolvem um relatório 
extenso, contendo o perfil profissiográfico da pessoa em avaliação. Para 
acessá-lo, clique no link disponível aqui.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Outro questionamento importante para se fazer nesse momento: um bom administrador 
tem que ser um empreendedor?
Decerto que todos nós devemos trazer, em nossa conduta comportamental, muito do 
perfil empreendedor. Isso nos ajuda a superar vários obstáculos e a empreender nossa 
própria carreira, mas a história tem demonstrado diversos casos de sucesso de gestores 
com comportamento bastante diferente do que estudaremos ao longo dessa disciplina. 
Talvez isso responda a pergunta: um administrador não tem que ser um empreendedor, 
necessariamente. Ele deve, sim, ser um intraempreendedor, ou seja, um profissional com 
liderança e muitas das características positivas de um empreendedor.
O empreendedor precisa de um contrapeso na gestão de seu negócio. Logo, é de 
suma importância que um empreendimento já seja iniciado com alguém que possa 
administrar o negócio, juntamente com o fundador que o empreendeu.
 
Empreendedor versus empresário
Vamos a mais um questionamento intrigante?
Um empresário de sucesso tem que ser um bom administrador e um bom empreendedor? 
Perceba que estamos falando de um terceiro perfil: o empresário.
Imagine uma situação em que um empreendimento foi concebido e implantado por um 
empreendedor e, na sequência, administrado por um administrador. Após alguns anos, 
alguém vislumbrou a possibilidade de ganhar dinheiro com esse negócio e o adquiriu 
para revendê-lo após um determinado tempo. Estamos falando de um empresário, 
Definição
Empresário – é todo aquele que empresaria um negócio, ou seja, é 
legalmente e financeiramente responsável por uma empresa.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
ou seja, alguém que não necessariamente precisa ser um empreendedor ou um 
administrador.
Acreditamos que isso responde claramente a essa pergunta, porém, é muito comum 
que um empreendedor seja, ao mesmo tempo, o administrador e o empresário de seu 
próprio negócio.
Você deve estar se perguntando: para que toda essa elucubração conceitual? A que 
essas reflexões irão me levar?
 
Mais uma vez, chamamos a atenção de que o conhecimento claro desses conceitos 
pode ser decisivo na recuperação de um negócio que não vai muito bem em razão 
da inexperiência administrativa de seu empreendedor, ou, ainda, devido à falta de 
empreendedorismo de seu administrador. Há, também, aqueles negócios que, tendo 
um excelente empreendedor a sua frente, guarnecido por um exímio administrador, 
carece, ainda, da presença de um empresário que aposte e invista naquela ideia.
Intraempreendedorismo
Você pode ser um empreendedor de sucesso sem nunca ter tido um CNPJ ou vendido 
um produto ou serviço. Estamos falando do intraempreendedor.
Já se foi o tempo em que as empresas gostavam de contratar funcionários que não 
pensassem e apenas cumprissem ordens. Esse tipo de profissional morreu com a Era da 
Definição
Intraempreendedorismo – é uma modalidade de empreendedorismo 
praticada por funcionários dentro da empresa em que trabalham. São 
profis- sionais que possuem uma capacidade diferenciada de analisar 
cenários, criar ideias, inovar e buscar novas oportunidades para essas 
empresas (PE- RIARD, 2010 apud REGAZZI; BONTORIM; KIRZEN-BLATT, 2015).
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Revolução Industrial, quando pessoas faziam o trabalho que hoje é feito pelas máquinas.
De fato, naqueles tempos, pensar demais poderia comprometer um trabalho mecânico, 
podendo causar, inclusive, sérios acidentes de trabalho ou queda da produção.
 
Com a Era Digital, as empresas perceberam que poderiam substituir boa parte do 
trabalho manual e repetitivo pelos computadores e máquinas computadorizadas. Ao 
contrário do que se pensava, a Era da Informação não acarretou desemprego, mas sim 
uma releitura ocupacional, destruindo uma série de cargos e funções, criando novos 
postos de trabalho, com atribuições mais nobres e criativas. O medo do desemprego foi 
surpreendido pelo altíssimo valor agregado aos salários que não paravam de subir para 
quem usava mais a cabeça do que as mãos para trabalhar.
Um novo conceito se estabeleceu no mercado: a mão de obra cedeu lugar às mentes 
de obra. Centenas de novas profissões foram criadas, com cursos de formação antes 
inimagináveis, como Gastronomia, Cachaçologia, Enologia, Esteticista, Designer, entre 
tantas outras.
Mas, quem é esse novo profissional da Era da Informação? Qual o seu perfil? Que 
comportamentos e habilidades são desejáveis pelas empresas?
O profissional almejado pelas empresas deve desenvolver o seu comportamento 
empreendedor, aplicando as mesmas ferramentas e perfil dos empreendedores, 
porém, para dentro da organização, daí o nome intraempreendedor: intra (dentro) + 
empreendedor.
 
A característica mais marcante desse novo profissional é, sem dúvida, a sua capacidade 
de criar e inovar. Empresas como a Microsoft e a Google, por exemplo, têm nos ensinado 
a lidar com esse novo perfil. Nessas empresas, é comum presenciar funcionários sem 
horário rígido de trabalho, podendo passar dias em casa, porém conectados ao fluxo de 
trabalho da empresa. Bermudas e camisetas estampadas substituem os velhos e formais 
fardamentos. Decisões são compartilhadas entre a alta gestão e o mais simplório técnico. 
Salários relativamente baixos, no entanto, com participações expressivas nos resultados 
da empresa. Essas são algumas das marcas eminentes dessa nova ambiência laboral.
Mas será que isso dá resultado? Há como controlar a produtividade dessas pessoas 
dentro dos projetos? A respostaé simples: gestão por resultados.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Os colaboradores da Google e da Microsoft não são medidos por indicadores lineares 
como frequência ou assiduidade, mas pelo resultado concreto que eles conseguem 
produzir em relação aos desafios propostos pela organização.
Empresas como essas contratam pessoas perfeitamente capazes de empreender outras 
corporações similares, mas que, pela proposta de trabalho e perspectivas de ganhos 
financeiros sempre crescentes, deixam esses desejos em forma latente, direcionando 
todo seu potencial empreendedor para dentro da pró- pria organização onde trabalham.
Para as empresas modernas, essas pessoas são seus verdadeiros ativos e são tratadas 
com mais cuidado e zelo do que os próprios sócios acionistas, porque elas sabem que 
um concorrente em potencial se encontra adormecido dentro da mente de cada uma 
delas. Essas gigantes têm a consciência de que elas começaram pequenas, como seus 
próprios funcionários, e imprimem todo esforço em motivá-los a fazer parte de seus 
times.
 
Esse é o perfil do intraempreendedor. E você? Está preparado para formar sua equipe 
de intraempreendedores para alavancar o seu negócio? Ou você prefere ser um 
intraempreendedor na empresa onde trabalha ou pretende trabalhar?
Saiba Mais
Quer se aprofundar nos temas dessa competência? Recomendamos 
o acesso à seguinte fonte de consulta e aprofundamento, o artigo 
“Empreendedorismo em rede: o poder do give back”. Para acessá-lo, 
clique no link disponível aqui.
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O Perfil Empreendedor Fundamentos de empreendedorismo Capitulo 1
Resumindo
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente entendeu o tema 
de estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. Você deve ter 
aprendido que o tema estudado apresentou os fundamentos básicos da 
teoria que embasa o empreendedorismo, no que se refere ao que é ser 
um empreendedor, um intraempreen- dedor, um empresário e/ou um 
administrador. É importante ressaltar que, para empreender, não basta 
apenas ter uma predisposição, mas sim compreender toda a literatura 
já elaborada sobre o tema, para, assim, diminuir os riscos de erros e
caminhar rumo ao sucesso.
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@faculdadelibano_
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A lógica do 
empreendedorismo
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O Perfil Empreendedor Capitulo 2
A lógica do 
empreendedorismo
Empreender é um processo dividido em etapas. Tudo começa com uma oportunidade 
de negócio, que pode ser identificada ou criada. Uma vez mapeada e analisada, o 
empreendedor constrói uma ideia de negócio em cima dessa oportunidade. Mas, 
atenção! Ideia não “enche barriga”! Ela tem que ser transformada em ação! Só assim 
podemos dizer que temos um projeto empreendedor nas mãos. Vamos entender melhor 
a lógica desse processo?
Objetivos
Ao término deste capítulo, você será capaz de com- preender a lógica 
de um projeto de empreendedo- rismo. Isso será fundamental para o 
exercício de sua profissão. E então? Motivado para desenvolver esta 
competência? Então, vamos lá. Avante!
FIGURA 3
Representação de um 
processo interno de 
uma indústria
FONTE
Freepik
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
O processo do empreendedorismo
O processo do empreendedorismo pode ser representado por um fluxograma que 
consiste em três fases distintas, podendo ser recorrentes, ou seja, uma vez avaliada 
uma ideia de forma negativa, por exemplo, pode-se retornar à etapa de reavaliação da 
oportunidade, e assim por diante.
• Oportunidade.
• Ideia.
• Ação.
Vejamos cada fase a seguir.
Oportunidade
Para identificar uma oportunidade, tudo o que você precisar ter é VISÃO. Mas o que é ter 
visão? Para as organizações, visão (ou visão corporativa) pode ser definida da seguinte 
maneira:
Perceba que a visão de uma organização está relacionada a algo que ela almeja 
para seu futuro. Mas, será que é essa a visão que norteia um empreendedor? A visão 
empreendedora pode ser classificada entre visão objetiva (restrita a uma área de 
atuação) ou ampla (como um radar ou rede de pesca – o que cair é “peixe”). Em outras 
palavras, para alguém que sabe o que quer, sua visão será concentrada em um tipo 
Definição
Visão corporativa – para Vieira (2012), visão é como a organização 
se vê no futuro. A visão é a organização aspirando a algo (o que será 
alcançado?) e inspirando partes interessadas (por que esse algo merece 
ser alcançado?). A visão de uma organização traduz um conjunto de 
intenções e aspirações para o futuro, mas não detalha o modo de 
alcançá-las.
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
específico de negócio. Ele estará constantemente buscando algo que possa servir de 
oportunidade para seu intento. Já para alguém que possui uma visão ampla, ele não 
estará limitado a um tipo de negócio, podendo literalmente “fisgar” qualquer oportuni- 
dade que apareça e que possa ser transformada em um negócio.
No mercado, podemos identificar empreendedores de sucesso em ambos os casos. 
Há empresários que conseguiram er- guer fortunas montando ou adquirindo negócios 
nas mais variadas áreas de atuação. Essas pessoas têm a capacidade de enxergar 
oportunidades de riqueza em outros empresários que iniciaram pequenos negócios. 
Normalmente, elas adquirem esses negócios e multiplicam seu valor de mercado. Como 
exemplo desse perfil, temos o Marcus Lemonis, empresário, consultor e idealizador do 
famoso programa de TV: “O sócio” (“The profit”, em inglês) do History Channel.
Já outros empresários escolheram um segmento para exercitarem suas visões de 
negócio, e também conseguiram obter bastante sucesso, como Steve Jobs, que focou 
a área de Tecnologia da Informação para fazer história.
FIGURA 4
Exemplo de um empreendedor de sucesso: Marcus Lemonis
FONTE
Freepik
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
Steve Jobs fundou a Apple na década de 1970. Ele passou toda a sua vida tendo visões 
de como a vida das pessoas poderia ser melhor com o uso da tecnologia. Muito à frente 
de seu tempo, Jobs enxergou inúmeras lacunas no mercado, como a necessidade de 
se utilizar dispositivos móveis integrados, unindo ligações telefônicas a músicas, filmes 
e outras funcionalidades. 
Foi assim que surgiu o iPhone em 2007, sua última grande invenção. O iPhone rendeu 
à Apple a liderança no mercado de telefonia celular durante muitos anos, além da 
hegemonia em um nicho de mercado extremamente fiel, que são os usuários do iOS.
Tanto esse perfil quanto o primeiro devem exercer uma lei universal do empreendedorismo, 
conhecida como a lei da visão:
 
Pense fora da caixa!
Para exercitar a sua visão de negócio, comece tentando enxergar o mercado de outro 
ângulo. Faça a você mesmo as seguintes perguntas:
a. O que é feito de um jeito há muito tempo, mas poderia ser de um jeito diferente? 
Melhor? Mais rápido? Mais barato?
b. O que não é feito para atender a uma necessidade, mas, se o fosse, poderia ajudar 
muita gente e gerar lucro para quem o fizesse?
FIGURA 5
Steve Jobs, fundador da Apple Inc
FONTE
Freepik
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
c. O que é feito há muito tempo e, se simplesmente deixasse de sê-lo, poderia funcionar 
do mesmo jeito?
d. O que poderia ser substituído por alguma tecnologia?
e. O que falta ou é escasso em um lugar que poderia ser trazido de outro?
O hábito de refletir e se questionar pode ajudá-lo a cons- truir, em sua tela mental, um 
processo contínuo de construção de ideias e, assim, fazê-lo enxergar oportunidades 
que, muitas vezes, “batem na sua porta”.
As oportunidades sempre nos são sinalizadas a partir de velhos problemas. Um bom 
exemplo disso é o sistema de sinalização de vagas em estacionamentos de shopping 
centers, recentemente implantado nas principais capitais do Brasil.
 
Ideia
Você já sentiu na pele o incômodo de ter que circular durante minutos, às vezes, horas, 
em estacionamentos lotados de shopping centers,aeroportos e demais complexos 
de grande aglomeração demográfica? Esse problema foi transformado em uma 
oportunidade de negócio para a Parkhelp, uma empresa que teve a seguinte ideia:
Sinalizar previamente todas as vagas disponíveis em um andar de estacionamento, 
evitando, assim, que o motorista tenha de entrar em um recinto sem qualquer chance 
de encontrar uma vaga para seu automóvel, reduzindo o fluxo intenso de veículos e o 
tempo de espera para estacionar o carro.
FIGURA 6
Estacionamento
FONTE
Pixabay
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
Temos aqui um exemplo de uma IDEIA surgida a partir de uma OPORTUNIDADE, ou seja, 
um problema (oportunidade) gerou uma necessidade (ideia).
Para a obtenção de uma ideia, existe uma ferramenta fundamental para todo e qualquer 
empreendedor:
Criatividade – é uma habilidade que, embora presente em algumas pessoas desde que 
nasceram, pode ser desenvolvida por qualquer um. A literatura está repleta de bons livros 
de autoajuda que podem auxiliar nesse estudo. Existem muitos vídeos no YouTube e em 
outros mediacenters, que podem ajudar nesse processo de busca do desenvolvimento 
de sua criatividade.
Para Gun (2017), existem sete dicas para ser mais criativo:
• Como ter ideias novas com criatividade.
• Como o ócio criativo ajuda a ter novas ideias.
• Como as charadas ajudam a ser mais criativo.
• Como funciona um cérebro criativo.
• Como usar a criatividade para resolver problemas.
• Como utilizar o humor para ser mais criativo.
• Como treinar a criatividade e a sua imaginação.
Saiba Mais
Para compreender melhor o assunto, leia na íntegra o artigo: “9 dicas 
de como ser mais criativo”, de Murilo Gun. Para acessá-lo, clique no link 
disponível aqui.
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
Ação
Se alguém não tivesse tomado a iniciativa de transformar a ideia de sinalização de 
estacionamentos em uma AÇÃO, não teríamos uma empresa chamada Parkhelp 
oferecendo esse serviço em diversos lugares do mundo e, certamente, obtendo bastante 
lucro com seu empreendimento bem-sucedido. 
Ao contrário da Parkhelp, muitas pessoas e empresas desperdiçam oportunidades 
identificadas ou deixam de materializar suas ideias. Essa é a sutil, porém determinante, 
diferença de uma mente empreendedora. O empreendedor “FAREJA” oportunidades, 
formula IDEIAS e não descansa até transformá-las em AÇÃO. Essa capacidade de fazer 
ideias acontecerem é conhecida como:
Proatividade – sem esse perfil comportamental é impos- sível se tornar um empreendedor 
de sucesso. Ideias são ideias, nada mais que ideias. A todo tempo, algumas centenas 
de milhares de pessoas estão tendo a mesma ideia ao mesmo tempo. Então, porque 
centenas de milhares de novos projetos empreendedores não são implementados 
simultaneamente, o tempo todo? Porque poucas dessas ideias conseguem ser 
transformadas em ação.
Saiba Mais
Quer se aprofundar no tema dessa competência? Recomendamos o 
acesso à seguinte fonte de consulta e aprofundamento, o programa “O 
sócio” (“The Profit”). Para acessá-lo, clique no link disponível aqui .
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O Perfil Empreendedor A lógica do empreendedorismo Capitulo 2
Resumindo
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente entendeu o tema 
de estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. Você deve 
ter aprendido que ideias não têm pai nem mãe. Em que pese ao fato de 
haver meios de se patentear ideias inovadoras, se elas não conseguem 
ser implementadas, rapidamente o serão por outra pessoa. Portanto, a 
alma do negócio, atualmente, não é mais o segredo, como se pensava 
até o final do século XX, mas tão somente a velocidade com que esses 
“segredos” são transformados em ação. Para se ter sucesso como 
empreendedor, é preciso identificar uma oportunidade, criar uma ideia 
e transformá-la em ação. Para isso, você precisa pensar “fora da caixa” 
para ser mais criativo. Construiu uma ideia? Seja proativo e transforme-a 
rapidamente em uma ação.
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@faculdadelibano_
3
O perfil de um 
empreendedor
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O Perfil Empreendedor Capitulo 3
O perfil de um empreendedor
O empreendedor é um ser inquieto, não se enquadra em rotinas e sempre questiona se 
há um jeito melhor, mais simples ou mais eficiente de fazer a mesma coisa. Normalmente, 
ele não é muito bom com rotinas e controladoria, ou seja, desempenha mal tudo aquilo 
que exige um comportamento detalhista e repetitivo. 
O empreendedor é criativo por natureza e necessariamente um líder, ou seja, exerce 
sobre as outras pessoas um poder de liderança natural, um magnetismo que contagia 
e acaba por gerar o mesmo desejo de criar e inovar. Ao contrário do que muita gente 
pensa, ele não vive de ideias, mas tem a habilidade e a capacidade de pô-las em prática. 
Ele não é utópico e não tem apego às suas próprias ideias. 
Se algo não dá para ser implantado, ele descarta e tenta de outro jeito. Mas de uma 
coisa podemos ter certeza: o empreendedor nunca desiste. Ele vai fundo e em frente 
até atingir seus objetivos. E aí? Você está gostando desse perfil? Está achando que ser 
empreendedor é a melhor coisa do mundo? 
Cuidado! A felicidade nem sempre está do lado dele. Esse perfil focado, persistente e 
aguerrido dos empreendedores, muitas vezes, os levam a sérios erros. Alguns equívocos 
são muito comuns entre os empreendedores e, pode ter certeza, todos eles têm 
muitas histórias de sucesso e de fracasso para contar. A seguir, vamos conhecer as 
características e os erros mais marcantes na personalidade empreendedora.
Objetivos
Ao término deste capítulo, você será capaz de entender o perfil de um 
empreendedor. Isso será fundamental para o exercício de sua profissão. 
E então? Motivado para desenvolver esta competência? Vamos lá. 
Avante!
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
Comportamentos empreendedores
Reunimos, aqui, algumas características comuns ao perfil dos maiores empreendedores 
da história da humanidade.
Sem citar nomes, a seguir, vamos discorrer sobre cada um dos indicadores 
comportamentais identificados nesses empreendedores.
 
Ambição
A ambição é a mola propulsora do empreendedor de sucesso. Quer seja o dinheiro, 
a fama ou o altruísmo, algo tem que movê-lo rumo a seus objetivos. Mas vale a pena 
salientar o lado obscuro da ambição: a GANÂNCIA. Tentar ir em busca de seus objetivos, 
passando por cima de seus princípios éticos, causando dor e prejuízo ao seu próximo, 
pode transformar uma mola propulsora em uma cilada que o levará, certamente, a um 
grande tombo, com perdas irreparáveis na sua imagem, reputação e, até mesmo, nos 
seus resultados financeiros.
FIGURA 7
Perfil empreendedor
FONTE
Freepik
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
Vivemos em uma sociedade cada vez mais globalizada, onde as fronteiras são rompidas 
a cada ano e as pessoas ficam cada vez mais próximas umas das outras. Não dá mais 
para aplicar a velha lei do “Gerson”, em que o que importa é levar vanta- gem em tudo. 
Em contraposição a essa lei, existe a lei do retorno, em que “bateu-levou”. Em pleno 
século 21, não é mais possível ganhar sozinho. Os ganhos em rede, impulsionados pelas 
parce- rias, são cada vez mais lucrativos. Atualmente, é comum se ouvir falar que: UM 
NEGÓCIO SÓ É BOM QUANDO É BOM PARA TODOS OS ENVOLVIDOS.
Em um mundo globalizado, a palavra “todos” ganha um novo sentido, transpondo os 
limites de uma sociedade e, até mes- mo, dos funcionários da empresa, abarcando 
clientes, fornecedo- res e a sociedade civil organizada. Todos, sem exceção, devem ser 
encarados como atores de seu negócio.
Atitude
Assim como vimos no exemplo da Parkhelp, sem atitude não conseguimos transformar 
ideias em ação, porém, os grandes empreendedores da história não são conhecidos 
apenas por terem tido a atitude de iniciar seus negócios. Atitude é uma característica 
marcante e recorrente na história desses vencedores. 
A vida empresarial éum constante processo de tomadas de decisões. O sucesso no 
mundo dos negócios é o somatório das decisões acertadas subtraído do somatório 
das decisões equivocadas. Mas, lembre-se: uma decisão não tomada, ou simplesmente 
protelada por um longo tempo, pode pesar como ponto negativo nessa balança, de 
sorte que: entre acertar ou errar, o melhor a fazer é simplesmente tentar.
Mas, por outro lado, é importante registrarmos, aqui, a enorme diferença entre atitude 
e INCONSEQUÊNCIA. Muitos empreendedores, movidos pelo impulso, tendem a tomar 
decisões precipitadas, ignorando importantes ferramentas e recursos como a pesquisa, 
o aconselhamento (ouvir mais do que falar) e, o mais importante, utilizar TODO O TEMPO 
DISPONÏVEL antes de tomar aquela decisão.
Para ilustrar essa diferença, vamos recorrer ao basquete- bol. Quem aprecia esse esporte 
conhece bem o drama de se estar a 30 segundos do final do jogo, com a posse de bola, 
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
e ter que fazer uma cesta salvadora para ganhar por, apenas, um ponto de diferença.
Qual o segredo tático que um técnico pode utilizar nessa situação de jogo? Simples: 
pedir tempo para orientar a equipe e traçar o plano de ataque e de defesa. E o time? 
Qual o comportamento esperado? Gastar todo o tempo de 30 segundos sem perder a 
posse de bola e, nos últimos cinco segundos a que tem direito, tentar a cesta de dois 
pontos.
Mesmo aqueles que gostam desse esporte ignoram esse importante recurso de que 
dispõem: o TEMPO. No mundo dos ne- gócios, a decisão é algo que se deve tomar com 
tempo suficiente para dissipar as pressões e dar chance às oportunidades de se nutrirem 
da pesquisa e do aconselhamento necessários. Sem uti- lizar bem o TEMPO, uma atitude 
pode se transformar em um ato INCONSEQUENTE e, consequentemente, acarretar duras 
perdas para o seu negócio.
Coragem
Muitas vezes, ter atitude requer bem mais que tempo, aconselhamento e pesquisa.
É necessário um requisito fundamental para o empreendedor: CORAGEM. Esse é um 
atributo que passa, necessariamente, pela confiança que você tem nos seus conselheiros, 
sócios e, principalmente, em você mesmo.
Mais uma vez, é importante não confundir CORAGEM com INCONSEQUÊNCIA. Algumas 
vezes, por orgulho ou vaidade, o empreendedor é levado a tomar decisões apenas para 
mostrar que tem coragem.
Esqueça essa ideia. Esses sentimentos devem ser banidos do vocabulário de um 
empreendedor de sucesso. Baixar a guarda, em alguns momentos, faz parte do jogo no 
mundo dos negócios. Mais uma vez, o remédio para se precaver contra a inconsequên- 
cia é o mesmo tratado no item anterior: TEMPO.
Esse fundamental recurso também serve para avaliar melhor se uma atitude é fruto do 
coração (ego) ou da razão. Portanto, não confunda coragem com IMPULSIVIDADE.
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
Resiliência
Costuma-se dizer que empreender é um ato agridoce. No início, tudo são flores, como a 
expectativa de ganhar dinheiro, a empolgação da construção da marca e da escolha 
do ponto, enfim, a cada nova conquista, uma nova comemoração. Mesmo após a 
inauguração, o empresário vive um momento de lua de mel com o seu empreendimento, 
até advirem as primeiras barreiras: falta de recursos, pressão da concorrência, questões 
trabalhistas, entre uma infinidade de outros problemas.
Boa parte das empresas fecham nos primeiros dois anos de funcionamento por conta 
de, entre outros fatores, falta de RESILIÊNCIA de seus empreendedores. Mas a final de 
contas, o que é RESILIÊNCIA? Ser resiliente é ser perseverante, sem ser insistente. É persistir 
em seus ideais sem se revoltar com os tropeços, se alimentando dos erros e levando em 
conta apenas os ensinamentos, além de vibrar com os acertos, sem elevar a soberba.
Muita gente confunde RESILIÊNCIA com PERSISTÊNCIA. A persistência, por si só, insiste em 
“bater na mesma tecla”, mesmo sabendo que não é a “tecla” correta. Parafraseando 
um velho adágio popular: errar é humano – insistir no erro é burrice. O empreendedor de 
sucesso é resiliente porque não desiste de seus ideais e, quando percebe que está no 
caminho errado, não hesita em tomar outro rumo, contanto que o leve ao mesmo local.
A resiliência é, sem dúvida alguma, um dos comportamentos mais nobres, não apenas 
do empreendedor, mas do administrador, do gerente e de todo e qualquer profissional 
que deseja construir uma carreira de sucesso.
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
Persuasão
É um ledo engano achar que se pode desenvolver um novo empreendimento sozinho. 
Empreender é, antes de qualquer coisa, vender ideias e convencer pessoas a embarcar 
no projeto. Ainda que você disponha de recursos próprios o suficiente para não precisar 
de sócios investidores ou capital de terceiros, você precisa persuadir funcionários, 
fornecedores, parceiros e, principalmente, clientes.
Mas, como todo comportamento tem seu lado obscuro, é importante não confundir 
PERSUASÃO com ENGANAÇÃO. Persuadir é convencer alguém a comungar de suas ideias, 
sem omitir fatos ou vender falsas ilusões. Esse é o grande desafio do empreendedor: 
construir seu negócio em bases sólidas é conquistar o maior número de seguidores 
para embarcar em seu projeto.
 
Organização
Engana-se quem diz que o empreendedor não precisa ser organizado, e que basta ter 
um sócio organizado ou contratar um administrador com esse perfil para ter êxito em 
seus negócios. A organização é uma cultura que deve ser cultivada e desenvolvida de 
cima para baixo. 
Saiba Mais
O termo “resiliência”, amplamente utilizado e difundido na área de 
gestão e negócios, foi tomado por empréstimo da física. A resiliência 
é uma propriedade apresentada por alguns materiais sólidos que se 
caracterizam por resgatar a sua forma original após uma deformação 
forçada. Isso ocorre com o aço. Até o seu ponto de resiliência, um 
vergalhão de aço pode ser dobrado e ter a sua forma original 
perfeitamente retomada após cessar a tensão que o mantém dobrado. 
Ao passar desse ponto, ele se deforma e não mais consegue retomar 
sua forma original.
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O Perfil Empreendedor O perfil de um empreendedor Capitulo 3
Sem organização você até consegue elaborar um projeto e até mesmo implantá-lo com 
algum índice de sucesso, mas, dificilmente irá muito longe sem aguçar essa habilidade, 
cada vez mais indispensável em um mercado extremamente competitivo.
Saiba Mais
Quer se aprofundar no tema dessa competência? Recomendamos 
o acesso ao artigo “A relação entre o jeitinho brasileiro e o perfil 
empreendedor: possíveis interfaces no contexto da atividade 
empreendedora no Brasil”. Para acessá-lo, clique no link disponível aqui.
Resumindo
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente entendeu o tema 
de estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. Você deve ter 
aprendido que o tema discorreu sobre algumas características comuns 
ao perfil dos maiores empreendedores da história da humanidade, sendo 
elas: ambição, atitude, coragem, resiliência, persuasão e organização. 
Ser empreendedor é ser criativo por natureza e necessariamente um 
líder, ou seja, exercer sobre as outras pessoas um poder de liderança 
natural, um magnetismo que contagia e acaba por gerar o mesmo 
desejo de criar e inovar.
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@faculdadelibano_
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As ferramentas do 
empreendedor
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O Perfil Empreendedor Capitulo 4
As ferramentas do 
empreendedor
Aprendemos anteriormente quais condutas e comportamentos são desejáveis para um 
empreendedor. A seguir, iremos estudar quais ferramentas devem ser utilizadas dentro 
de um projeto exitoso de empreendedorismo. Tais ferramentas são extremamente 
necessárias e não devem ser prescindidas, considerando-se, contudo, a aplicabilidade 
de cada uma delas. São essas as principais ferramentas das quais você poderá lançar 
mão em diversos momentos de seu projeto empreendedor:
• Pesquisa.
• Planejamento estratégico.
•Liderança.
• Marketing pessoal.
• Gerência de projetos.
Vamos discorrer sobre cada uma dessas ferramentas, sem a pretensão de nos 
aprofundarmos demais, pois cada uma delas se constitui em um universo de informações.
 
Principais ferramentas
Agora, vamos discorrer sobre as cinco principais ferramentas do empreendedor. Não 
estamos falando de software ou instrumentos, mas sim de metodologias úteis para o 
desenvolvimento de projetos empreendedores.
Objetivos
Ao término deste capítulo, você será capaz de utilizar as ferramentas do 
empreendedor. Isso será fundamental para o exercício de sua profissão. 
E então? Motivado para desenvolver essa competência? Vamos lá. 
Avante!
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Pesquisa de mercado
Existe um preconceito muito grande dos empreendedores brasileiros em relação à 
pesquisa. Existem várias piadas pondo em xeque a necessidade de se fazer pesquisa 
para iniciar um empreendimento ou lançar um produto no mercado, por exemplo: “se 
Steve Jobs tivesse feito uma pesquisa antes de lançar o iPad, talvez ele jamais o tivesse 
lançado”.
 
De fato, algumas pesquisas são demasiadamente intangíveis, como aquelas que visam 
auscultar o mercado quanto ao lançamento de um produto muito inovador, mas é 
inegável a eficácia de uma boa pesquisa para nos livrar de alguns desastres, como 
levantar o perfil do público consumidor para um produto a ser comercializado em uma 
região, ou mesmo mapear a distribuição do mercado entre seus concorrentes.
Mais adiante veremos como trabalhar com pesquisa de mercado dentro de um estudo de 
caso. Por hora, podemos segu- ramente adiantar o seguinte: um pequeno investimento 
em pesquisa pode nos livrar de uma fortuna em prejuízo. A negligência quanto ao 
uso dessa importante ferramenta é um dos motivos da alta taxa de mortalidade das 
empresas brasileiras, sobretudo as start-ups.
FIGURA 8
Pesquisa de mercado
FONTE
Freepik
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Planejamento estratégico
Como uma ideia se transforma em uma ação? Por qual processo ela passa? Quais as 
ferramentas necessárias para planejá-la e executá-la a contento? A resposta para 
todas essas dúvidas passa por uma ciência intitulada: Planejamento Estratégico.
Em linhas gerais, o planejamento estratégico é um documento, elaborado principalmente 
pelo empreendedor do negócio, que delineia, no tempo e no espaço, como o projeto de 
implantação de seu negócio será conduzido.
 
Alguns indicadores são determinantes para o planejamento estratégico do 
empreendimento, tais como:
• Objetivo.
• Missão.
• Visão.
• Valores.
• Público-alvo.
• Mercado.
• Concorrentes.
Muita gente pensa que o planejamento estratégico é algo que só se elabora para angariar 
investidores, o que é outro engano clássico. Iniciar um negócio sem um planejamento 
estratégico, por mais simples que seja, é como entrar em um avião sem um plano de voo 
definido. Imagine só decolar em uma aeronave sem saber a distância a ser percorrida 
e quanto combustível será necessário para a navegação? O destino desse voo é líquido 
e certo: um desastre aéreo.
Mas, pasme: é exatamente assim que ocorre com a maioria dos pequenos negócios 
montados no Brasil. As empresas abrem as portas sem saber o que querem e onde 
desejam chegar. Batem às portas dos bancos em busca de recursos de curto prazo sem 
saber se irão poder cumprir com os acordos no longo prazo.
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Liderança
Se você pensa que liderança é um dom que já nasce com a pessoa, acertou. Mas, 
felizmente, essa ferramenta é algo que se pode desenvolver em qualquer perfil 
comportamental. Nunca se escreveu tanto sobre liderança quanto nos últimos 50 anos. 
De Peter Drucker para cá, o mundo dos negócios vem se voltando, cada vez mais, para 
o desenvolvimento gerencial de seus executivos.
Termos como “coaching”, “executive head hunter”, entre outros, enchem as bibliotecas 
no afã de encontrar o jeito ideal para desenhar a mente do executivo perfeito. Porém, 
uma coisa é certa: a liderança é uma das ferramentas mais necessárias e determinantes 
para o sucesso de um empreendimento, tanto para o empreendedor quanto para seus 
liderados.
Marketing pessoal
O empreendedor tem que ter a consciência de que a imagem da sua empresa passa 
pela sua própria imagem, e de que a construção de sua marca empresarial é o resultado 
do esforço de construção da linha de comunicação institucional da empresa como um 
todo, perpassando os funcionários e dirigentes.
Para vender bem a imagem de seu negócio, você precisa trabalhar a sua imagem 
pessoal, utilizando as ferramentas do marketing pessoal. Essa imagem pessoal será 
naturalmente transmitida a todos os seus liderados, fornecedores e, em alguns casos, 
até mesmo seus clientes.
 
A história recente mostra muitas empresas se perderem em seu marketing institucional 
por conta da má conduta de seus gestores. O empreendedor de sucesso sabe que ele 
se tornará uma pessoa pública, e essa publicidade tende a aumentar à medida que 
seus negócios vão ganhando visibilidade e obtendo sucesso.
Hoje, por exemplo, vemos grandes corporações cuja imagem se confunde com a de seus 
fundadores, como é o caso do Grupo Pão de Açúcar (Abílio Diniz), Votorantim (Antônio 
Hermínio de Morais), SBT (Sílvio Santos), Grupo Bompreço (João Carlos Paes Mendonça), 
entre muitos outros.
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Gerenciamento de projetos
Outra ferramenta da administração importantíssima para o empreendedor é o 
gerenciamento de projetos. Existem, inclusive, algumas certificações nessa área, como 
a PMP (Project Management Professional), entre outras.
Claro que, se sua intenção é tão somente elaborar e implantar o seu projeto de 
empreendedorismo, não se faz necessário tirar essa ou qualquer outra certificação, 
porém, não é uma má ideia conhecer todos os fundamentos do PMBOK (project 
management body of knowledge), conhecido como a cartilha do gerenciamento de 
projetos, segundo o PMI (Project Management Institute).
Mas, o que vem a ser gerenciamento de projetos?
O que é necessário para gerenciar um projeto?
Gerenciar um projeto nada mais é do que articular habilidades nas seguintes áreas de 
conhecimento:
Escopo – o que realmente você vai fazer? Estamos falando do objetivo do projeto e das 
entregas que serão realizadas.
Tempo – em quanto tempo você vai desenvolver cada eta- pa e atividade de seu projeto, 
e em que ordem de precedência? Como acompanhar, monitorar e controlar os tempos 
realizados em função dos prazos planejados? Como compactar o cronograma de um 
projeto em meio a sua execução?
Custo – quanto vai lhe custar cada atividade de seu projeto? Como racionalizar os custos 
Definição
Gerenciamento de projetos – é o conjunto de técni- cas, conceitos e boas 
práticas que auxilia o profissional a gerenciar projetos. Gerenciar um 
projeto, por sua vez, consiste em planejar, executar, monitorar, controlar 
e encerrar um ciclo de atividades que tem começo, meio e fim. A esse 
ciclo de atividades dá-se o nome de projeto.
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
em meio a imprevistos como falta de verba ou estouro de orçamento?
Qualidade – quais os indicadores que você irá definir para medir a qualidade de seu 
produto? Que plano você tem para acompanhar essa qualidade ao longo da execução 
de seu projeto?
Riscos – quais os riscos que você terá que mitigar ou eliminar ao longo da implantação 
de seu projeto? Como você irá administrá-los?
Comunicações – de que maneira você pretende assegurar a boa comunicação entre 
você e sua equipe de projeto? Que ferramentas e tipos de software você irá utilizar? De 
que maneira?
Recursos humanos – quem são as pessoas e qual a dedicação que elas terão ao projeto, 
de modo que você possa mensurar?
Aquisições – que itens materiais você terá que adquirir e que serviços deverão ser 
contratados para viabilizar a implantaçãode seu projeto?
Partes interessadas – quem são as pessoas direta e indiretamente envolvidas com o 
seu projeto? Essas pessoas devem se constituir em ponto de atenção permanente do 
gerente de projetos. O termo técnico mais utilizado para essa área de conhecimento 
vem do inglês: “stakeholders”.
Integração – como as nove áreas anteriormente citadas irão se integrar?
Não temos a pretensão de lhe ensinar as técnicas de gerenciamento de projetos, mas 
sim a conscientização de sua importância para o êxito de seu empreendimento, além 
de várias dicas sobre como gerenciar a implantação de seu empreendimento. Assim, 
recomendamos que você estude de forma aprofundada essa ciência, não esquecendo 
que o seu empreendimento passa necessariamente por um projeto de implantação.
Outras ferramentas
As ferramentas que vimos anteriormente se referem especificamente à fase de 
projeto do empreendimento, mas você não deve esquecer de que o empreendedor 
de hoje será o administrador de amanhã. Portanto, antes ou durante o seu projeto de 
empreendedorismo, recomendamos que você invista na sua educação empresarial, 
complementando sua formação empreendedora com áreas de conhecimento 
referentes à administração como um todo.
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Nesse sentido, elencamos ferramentas importantíssimas para você utilizar na fase de 
administração de sua empresa:
• Gestão do marketing.
• Gestão de recursos humanos.
• Gestão financeira.
• Gestão contábil.
• Gestão de contratos.
• Gestão da tecnologia da informação (TI).
• Gestão de processos.
Dependendo da especificidade de sua área de atuação, outras ferramentas poderão 
ser importantes, tais como:
• Gestão logística.
• Gestão de compras e suprimentos.
• Gestão da produção industrial.
Outras ferramentas, ainda mais específicas, podem ser necessárias à gestão de seu 
negócio. Fique atento a elas e não deixe de investir em seu conhecimento.
Saiba Mais
Quer se aprofundar no tema dessa competência? Recomendamos 
a leitura do artigo “A importância do gerenciamento de projetos no 
desenvolvimento empresarial”. Para acessá-lo, clique no link disponível 
aqui.
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O Perfil Empreendedor As ferramentas do empreendedor Capitulo 4
Resumindo
E então? Gostou do que lhe mostramos? Aprendeu mesmo tudinho? 
Agora, só para termos certeza de que você realmente entendeu o 
tema de estudo deste capítulo, vamos resumir tudo o que vimos. Você 
deve ter aprendido sobre as ferramentas que devem ser utilizadas 
dentro de um projeto exitoso de empreendedorismo, são elas: pesquisa, 
planejamento estratégico, liderança, marketing pessoal e gerência de 
projetos. Tais ferramentas são extremamente necessárias e não devem 
ser prescindidas, considerando-se, contudo, a aplicabilidade de cada 
uma delas.
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O Perfil Empreendedor
Referências
INOVAÇÃO. In: DICIO, Dicionário Online de Português. Porto: 7Graus, 2023. Disponível em: 
https://www.dicio.com.br/inovacao/. Acesso em: 13 jan. 2021.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do empreendedor de 
sucesso. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2005.
GUN, M. 7 dicas de como ser mais criativo. [S. l.]: Keep Learning School, 2017.
REGAZZI, R.; BONTORIM, M.; KIRZENBLATT, C. (orgs.).
Intraempreendedorismo e inovação: uma abordagem especial. Rio de Janeiro: Sebrae, 
2015.
VIEIRA, P. O que é visão para uma empresa? Administradores, 2012. Disponível em: https://
bit.ly/3pBhzql. Acesso em: 13 jan. 2021.
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	Fundamentos de empreendedorismo
	O que é ser empreendedor
	O que é empreendedorismo?
	Empreendedor versus administrador
	Empreendedor versus empresário
	Intraempreendedorismo
	A lógica do empreendedorismo
	O processo do empreendedorismo
	Oportunidade
	Ideia
	Ação
	O perfil de um empreendedor
	Comportamentos empreendedores
	Atitude
	Coragem
	Resiliência
	Persuasão
	Organização
	As ferramentas do empreendedor
	Principais ferramentas
	Pesquisa de mercado
	Planejamento estratégico
	Liderança
	Marketing pessoal
	Gerenciamento de projetos
	Outras ferramentas
	Referências

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