Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

AGRO
MAPAS
MENTAIS
Tenha uma excente experiência de
aprendizado
@agromapam Agro Mapas Mentais
Por Kerolém Cardoso
AGROMAPAM
LEGISLAÇÃO
 
 
@agromapam
DECRETO nº 24114/ 34
DEFESA SANITÁRIA
VEGETAL
Capítulo I Insetos vivos, ácaros,
nematóides e outros
parasitos nocivos às
plantas
 
Culturas de bactérias
e cogumelos nocivos
às plantas
 
Caixas, sacos e outros
artigos de
acondicionamento,
que tenham, serviço
ao transporte dos
produtos acima
 
Terras, compostos e
produtos vegetais que
contenham parasitos
nocivos aos vegetais,
quer aompanhem ou
não plantas vivas
Capítulo II
Agro Mapas
Mentais
Capítulo III Art 1º. São proibidos, em
todo o território nacional, a
importação, o comércio, o
trânsito e a exportação de:
§2º Somente para fins
experimentais, em
estabelecimentos
científicos do país,
poderá o Ministério da
Agricultura permitir a
importação do material,
porém, com as medidas
preventivas que forem
prescritas em cada
Conselho Nacional de
Defesa Agrícola
Art 3º. A importação de
vegetais e partes de
vegetais somente será
permitida pelos portos ou
etações de fronteiras em
que houver sido instalado
o Serviço de Defesa
Sanitária Vegetal
Art 20. É livre, em todo o
território nacional, o trânsito
de plantas, partes de vegetais
ou produtos de origem vegetal
Art 10. No caso de
material proibido, ficarão
sob vigilância em lugar
indicado
§1º Reembarcados dentro de
15 dias, desnaturados ou
destruídos após esse prazo
 
§2º Pragas ou doenças
perigosas, será feita a apreensão
e a destruição imediata dos
produdtos condenados
§4º A desnaturação,
remoção e destruição de
produtos condenados será
feita pelo Serviço de Defesa
Sanitária Vegetal, ou pelas
alfândegas
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
DECRETO nº 24114/ 34
DEFESA SANITÁRIA
VEGETAL
Capítulo IV
Capítulo V
Agro Mapas
Mentais
Art 28. O ministério da
Agricultura, com os recursos de
que dispuser e com a
colaboração dos governos
estaduais e municipais;
promoverá o reconhecimento
periódico e completo do estado
sanitário vegetal de todo o país
Capítulo VI
Art 52. Os fabricantes, importadores ou
representantes de inseticidas e
fungicidas, com aplicação na lavoura,
não poderão vendê-los ou expô-los à
venda, sem o registro e licenciamento
dos respectivos produtos ou preparados
no Serviço de Defesa Sanitária Vegetal
Art 34. Entre as medidas
adotadas para a erradicação,
poderá o Ministério da
Agricultura incluir a
destruição parcial ou total das
lavouras, arvoredos ou matas
contaminadas ou possíveis de
contaminação
Art 47. §2º Poderá ser
dispensado o certificado de
sanidade para a exportação de
quaisquer dos produtos
vegetais, quando destinados ao
território das nações com as
quais o Brasil não se tenha
comprometido a estabelecer tal
exigência, por acordo ou
convenção internacional
Art 50. O Ministério da
Agricultura concederá o
certificado de desinfecção ou
expurgo
Art 75. Poderá o
Governo Federal
entrar em
entendimento e
assinar acordos com
os governos estaduais
para efeito apenas da
fiscalização do
comércio de
inseticidas e
fungicidas, com
aplicação na lavoura
PLANTAS DANINHAS
 
 
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
AGROQUÍMICOS E
AFINS
Agro Mapas
Mentais
Fertilizantes
Fungicidas
Não sistêmicos
Mineral misto
1. Não requer a
germinação do
propágulo
 
2. Evita ataque na
parte aérea através de
fungos presentes no
interior da semente
 
3. Camada protetora
na superfície da
semente
Sistêmicos
1. Absorção via radícula
na germinação da
semente
 
2. Translocação via
xilema para os órgãos
aéreos
 
3. Período residual
depende de liberação e
absorção via radícula
Protetores ou
residuais
1. Protege a planta
contra infecção
 
2. Não tem atuação
sobre o esporo intacto
 
3. Camada protetora
tóxica
CurativosAtua nas fases de pós-
infecção e pré-sintoma
ContatoPenetram na parede celular
dos esporos
 Não requer a germinação
dos mesmos
 Fitotóxicos em órgãos verdes
1.
2.
3.
Produto resultante da
mistura física de dois ou
mais fertilizantes
simples, complexo ou
ambos
Mineral complexo
Produto com dois ou
mais composto químicos,
resultantes da reação
química de seus
componentes contendo
dois ou mais nutrientes
Orgânico misto
Produto da natureza orgânica,
resultante da mistura de dois ou mais
fertilizantes orgânicos simples contendo
um ou mais nutrientes de plantas
Orgânico composto
Produto obtido no processo físico,
químico, bioquímico, natural ou
controlado. Podendo ser enriquecido
de nutrientes minerais
Orgânico simples
Produto natural de origem vegetal ou
animal, contendo um ou mais
nutrientes de plantas
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
PLANTAS
DANINHAS
Agro Mapas
Mentais
Métodos de
controle
Podem ser:
- Gramineae
- Leguminosae
- Malvaceae
- Euphorbiaceae...
Classificação
a) Quanto ao ciclo
vegetativo
Anuais, bienais e
perenes
b) Quanto ao hábito
de crescimento
Herbáceas
Arbustivas
Arbóreas
Trepadeiras
Hemiepífitas
Epífitas
Parasitas
c) Quanto ao habitat
De baixada, terrestres
e aquáticas
Manejo preventivo
Controle cultural
Controle mecânico
Controle físico
Controle biológico
Controle químico
Herbicidas
Classificação
a) Quanto a
seletividade
b) Quanto a época
de aplicação
c) Quanto ao
mecanismo de ação
d) Quanto a
translocação
Contato - Paraquat, Diquat...
 
Sistêmico - 2,4-D, Picloram...
SOLOS
 
 
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamANÁLISE DE SOLOS
Agro Mapas
Mentais
Matéria
Orgânica (M.O)
Altos teores
de M.O
Indicam
(> 50 g M.O/ dm3)
1. Alta CTC total
 
2. Maior resistência à
variação do pH
 
3. Maior disponibilidade
de enxofre e boro
 
4. Maior complexação de
metais
 
5. Maior disponibilidade
do fósforo
 
6. Menor fixação do
fósforo aplicado
 
Baixos teores
de M.O
(15 g M.O/ dm3)
1. Solos arenosos
 
2. Baixa CTC total e CTC
efetiva
 
3. Maior risco de efeitos
danosos de adubos
altamente salinos (KCl)
 
4. Possibilidade de
ocorrência de deficiências
de enxofre e micronutrientes
Indicam
O teor de matéria orgânica sempre
diminui com a profundidade
Nas camadas superficiais (horizonte
A) os teores variam, abaixo de 20 cm
de profundidade (ou no chamado
horizonte B)
Geralmente os teores são menores
que 15 g M.O/ dm3, exceto em solos
com horizonte A mais profundo que
20 cm.
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
CAPACIDADE DO USO
DA TERRA
Agro Mapas
Mentais
Objetivos
Categorias do
sistema
1. Fornecer informações
relativas ao uso da terra
 
2. Caracterizar
espacialmente as
limitações de uma área
no uso da terra
 
3. Planejamento de
práticas de conservação
do solo
Finalidade
Conservação dos solos,
em que são analisados
as potencialidades dos
solos, com maior ênfase
nas suas limitações
Grupo de
capacidade de
uso - A, B e C
Estabelecidos de acordo
com a intensidade de uso
Classes de
capacidade de
uso - I a VIII
Baseadas no grau de
limitação do uso
Subclasses de
capacidade de
uso - e, s, a, c
Baseadas na natureza da
limitação do uso
Unidades de
capacidade de
uso - IIe-1, IIe-
2, IIIe-1, etc.
Baseadas em condições
específicas que afetam o
uso e o manejo da terra
Critérios para
a classificação
do potencial de
uso do solo
1. Estabilidade do solo
(declividade e
erodibilidade)
 
2. Produtividade do
solo (fertilidade)
3. Encharcamento
 
2. Falta ou excesso de umidade,
acidez e alcalinidade
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamPERFIL DO SOLO
Agro Mapas
Mentais
Horizonte A
Horizonte B Camada mineral do
solo mais próxima a
superfície
Horizonte O
Ocorre em apenas
alguns solos com
acúmulo de detritos
orgânicos sobre a
superfície
Horizonte C Camada delgada de
restos orgânicos:
folhas, galhos e restos
vegetais em
decomposição
(Principal em florestas)
Por sua posição é o
horizonte que em
geral tem mais
acúmulo de matéria
orgânica
Com maiores teores
para solos argilosos,
exceto para os com
aumento acentuado
de argila em
profundidade, em
que são
translocados para o
horizonte B
Ao conjunto de
horizontes, que vai
da superfície do solo
até o material de
origem, denomina-se
perfil do solo
Apresenta
desenvolvimento
máximo de estrutura
dentro do perfil
Acúmulodas pomáceas
(Erwinia
amylovora)
Maçã, pera e ameixa,
provenientes de regiões
de ocorrência, devem
ser tratadas
previamente à
embalagem, com
produtos como o
HIPOCLORITO DE
SÓDIO
Doença de maior
importância
mundial
O período
favorável refere-se
ao mais úmido
Sintomas
Manchas foliares
Lesões necróticas nas folhas
(redução da atividade
fotossintética)
Controle
Desfolha sanitária a
cada 14 dias, visando
a redução das fontes
de patógeno
Praga quarentenária
ausente no Brasil
Diversos países adotam medidas
para garantir que o patógeno
não entre nos seus limites - No Brasil e no Japão é
exigido o certificado
fitossanitário para
importação destas plantas
- Na Austrália há a
proibição da entrada de
plantas hospedeiras
No Japão há presença
desta bactériarelativo de
materiais removidos
do horizonte superior
Situado abaixo do
horizonte A, exibindo
cores mais claras,
devido ao menor teor
de matéria orgânica
Situado abaixo do
horizonte B, podendo
apresentar alto grau de
intemperismo
Com pouca influência de
organismos e com
características mais próximos
do material de origem Na formação dos solos,
a ação predominante
dos organismos
próximos a superfície
gera diferenciação no
sentido vertical
Formando-se camadas
distintas, chamadas
de horizontes
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
pH DO SOLO
Efeito na
disponibilidade
de nutrientes
Aumenta a sua
disponibilidade com o
aumento do pH devido
ao efeito favorável à
mineralização da
matéria orgânica
Efeito na
solubilidade
de elementos
tóxicos
Agro Mapas
Mentais
Nitrogênio
Potássio, Cálcio,
Magnésio e Cloro
Nenhum efeito direto
do pH
 
Efeito indireto, com a
lixiviação, ocorrendo
redução das bases e o
aumento da acidez
 
O aumento da CTC
dependente do pH
faz com que a
lixiviação destes
cátions diminua
Enxofre
A decomposição da
matéria orgânica,
liberando enxofre, é
favorecida pela
elevação do pH
Abaixo de pH 7,0
há pouco efeito
sobre a
disponibilidade
do boro
 
Há decréscimos 
na solubilidade
acima de pH 7,0
Boro
Toxidez por
alumínio
pHde reservas
Dreno: utilizam assimilados
na respiração, no crescimento
ou, conforme algumas
definições, no armazenamento
de assimilados
A área foliar (fonte) pode der
reduzida por remoção de parte
da folha ou de folhas inteiras
O sombreamento pode ser
empregado para diminuir a
taxa assimilatória líquida
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
ETAPA FOTOQUÍMICA
DA FOTOSSÍNTESE
Luz e
pigmentos
Agro Mapas
Mentais
Reações luminosas
Obedece a dois princípios
Cada fotossistema inclui
um conjunto de 250 a
400 moléculas e consiste
em dois componentes
intimamente associados
Fóton
A luz carregada por um
fóton é chamada de
quatum
1. Princípio de
Gotthaus-Draper
A luz só tem atividade
fotoquímica se for
absorvida
2. Princípio de
Einstein-Stark
Um fóton pode excitar
apenas um elétron
Quando as moléculas de
clorofila ou de outros
pigmentos absorvem a
energia dos fótons da luz:
Os elétrons passam a um
estado orbital de energia mais
elevada - estado excitado
Quando o elétron excitado
regressa ao estado de energia
basal, a energia libertada
poderá ser:
Dissipada sob a forma de
calor; Transferida por
ressonância indutiva
Um complexo antena e
um centro de reação
O complexo antena
inclui moléculas de
pigmento que captam e
canalizam energia para
o centro de reação
A energia é canalizada
por RESSONÂNCIA
INDUTIVA
No cloroplasto, as
clorofilas e os outros
pigmentos estão
inseridos nos tilacóides
em unidades discretas de
organização designadas
FOTOSSISTEMAS
Transformação da
energia solar em
energia química
ATP e NADPH nos
tilacóides
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamPRINCIPAIS EFEITOS
DA LUZ NOS VEGETAIS
Agro Mapas
Mentais
Morfologia das plantasDormência
O crescimento radicular é inibido
pela luz; já o das folhas é promovido
Sementes fotoblásticas
precisam de luz para
germinar
Pigmentação
A planta sem luz é estiolada,
pois a protoclorofila necessita
de luz para transformar-se
em clorofila
A luz possui efeito regulador sobre a
taxa de crescimento; normalmente,
inibe o alongamento celular
O processo que
induz a dormência
é controlado pelo
fitocromo
Fotoperiodismo
Trata da luz
na indução
floral
Processo que requer
baixa densidade de
fluxo de luz
É a capacidade do organismo
em responder a determinado
fotoperíodo
Fototropismo
É o movimento de
curvatura de órgão
ou parte da planta
que apresenta
relação direcional
com o estímulo
luminoso
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
ETAPA BIOQUÍMICA
DA FOTOSSÍNTESE
Ciclo C3
Agro Mapas
Mentais
Carboxilado pela RUBISCOCiclo CAM ou
MAC
Ciclo C4
Dois tipos de células
participam deste ciclo
Orchidaceae;
Bromeliaceae; Cactaceae
Absorvem CO2 no
escuro Ácidos orgânicos: ácido
málico
1. Folhas com pouco
espaço intercelular
O primeiro intermediário
estável é um composto com 3
carbonos (3-fosfoglicerato)
Abrange os eucariontes
fotossintetizantes, da alga mais
primitiva até a angiosperma
mais avançada
Pertencem ao CICLO DE
CALVIN, como alternativa para a
fixação de carbono
Carboxilado pela
PEPCase
- Células da bainha
vascular
 
- Células do mesófilo
O primeiro composto
após a fixação do CO2 é
uma molécula de 4
carbonos
Os produtos da
carboxilação são o
malato e o aspartato
Possui anatomia
KRANZ
2. Cutículas e paredes
celulares espessas
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam FATORES DO MEIO QUE
AFETAM A FOTOSSÍNTESE
Agro Mapas
Mentais
Luz
b) Densidade do fluxo
A parte química da fotossíntese ocorre
dentro de limites muito estreitos,
impostos pelas enzimas que a regulam
CO2
Quando aumenta
a concentração de
CO2 na atmosfera,
aumenta
paralelamente a
atividade
fotossintética,
desde que não
exista outro fator
limitante
Temperatura
Limita dentro de
temperatura extrema,
que corresponde
aproximadamente aos
tolerados pelos
compostos proteicos
Existe sempre relação direta entre a
intensidade da fotossíntese e a
quantidade de luz quando nenhum outro
fator for limitante
 
Em geral, à medida que aumenta a
densidade do fluxo de luz, aumenta
também a fotossíntese, até que outro
fator - por exemplo, o CO2 - torne-se
limitante
c) Quantidade da luz
Cada pigmento da folha
tem seu próprio espectro
de absorção, que pode ser
representado por uma
curva, expressando a
quantidade de luz
absorvida a cada
comprimento de onda
a) Duração da luz
A ação prolongada da luz em plantas
superiores mostra que a fotossíntese pode
ser mantida durante longos períodos de
tempo sem apresentar efeito letal à planta
Água
Reduz quando em
decréscimo no
potencial hídrico
Oxigênio
Otto Warburg registrou em 1929 que a
fotossíntese em algas é inibida pelo O2. Essa
inibição que ocorre em todas as espécies C3
estudadas é denominada de "efeito de Warburg"
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
FISIOLOGIA DOS
ESTÔMATOS
Agro Mapas
Mentais
Anatomia dos estômatos
Complexo estomático
FunçãoMovimentação
Variações na TURGESCÊNCIA
das células-guardas
Localização
Face das folhas (epiderme
adaxial e abaxial)
a) Células-Guardas
b) Células anexas ou subsidiárias
c) Cloroplastos
d) Sem plasmodesmas
e) Sem cutícula
f) Parede celular espessada em pontos
estratégicos
g) Ostíolo ou Poro
h) Câmara sub-estomática
Transpiração
Fotossíntese
Respiração
Termorregulador
a) Anfiestomática: ambas - Ex. Folhas
de regiões áridas
b) Hipoestomática: abaxial - Ex. Folhas
de regiões úmidas
c) Epiestomática: adaxial - Ex. Folhas
de plantas aquáticas
d) Anisoestomática: ambas, porém com
número diferentes
Mecanismos da
regulação estomática
Hidropassivo: perde água diretamente
para a atmosfera
Hidroativo: depende da concentração
de solutos nas células-guardas
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
FOTOSSÍNTESE
Agro Mapas
Mentais
Maquinário
fotossintético
Conversão da
energia luminosa
em energia
química
Pigmentos
fotossintéticos
Absorvem a luz que
impulsiona a
fotossíntese
A maior parte serve como complexo antena,
coletando luz e transferindo a energia para
o complexo dos centros de reação, onde as
reações químicas de oxidação e redução que
levam ao armazenamento de energia a
longo prazo acontecem
Carotenóides
 
Clorofilas a e b
A partir da energia solar a
planta oxida uma molécula
de água, liberando oxigênio e
reduz CO2 para formar
moléculas mais complexas
Forma-se grandes
compostos carbonados,
sobretudo açúcares
Os produtos finais são
compostos de alta
energia ATP e NADPH
Envolve reações de
fixação de carbono
Mesofilo
Tecido mais ativo das
plantas superiores
Suas células possuem
muitos cloroplastos
A energia luminosa é convertida em energia
química por duas unidades funcionais
denominadas de FOTOSSISTEMAS
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
HORMÔNIO E
REGULADORES
VEGETAIS
Agro Mapas
Mentais
Hormônios
vegetais
Princípais grupos
de hormônios
vegetais
Auxinas (AX)
Giberelinas (GA)
Citocininas (CK)
Ácido abscísico (ABA)
Etileno (ET)
Brassinoesteroides (BR)
Jasmonatos (JA)
Salicilatos (SC)
Reguladores
vegetais São substâncias que atendem às
características que definem um
"hormônio vegetal", contudo são
sintéticos e quando endógenos se
apresentam em maiores
concentrações
São substâncias orgânicas,
produzidas pela própria planta
(endógeno), que, em baixas
concentrações, promovem, inibem
ou modificam o crescimento e
desenvolvimento do vegetal
Reguladores
vegetais
Sintéticos
Ethrel (Ethephon)
Pix (Cloreto de Mepiquat
Moddus (Etil-trinexapac)
IBA + CK + GA3 (Stimulate)
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamO CLIMA E AS
PLANTAS
Agro Mapas
Mentais
Importância
ecológica
O clima influi no crescimento e
desenvolvimento das plantas,
tendo importância fisiológica,
ecológica e agrícola (agronômica)
Importância
fisiológica
a) Efeitos a curto prazo: a
radiação solar influi na
fotossíntese
b) Efeitos persistentes: forma
e tamanho da folha em
crescimento são sensíveis aos
fatores do meio, mas depois
de certo ponto não sofrem
mais influência do ambiente
c) Efeitos metaestáveis:
vernalização e
fotoperiodismo
O clima tem fundamental
importância na formação do
ecossistema (tipo de vegetação)
Importância
agronômica
a) Escolha de um local para umacultura,
espécie ou cultivar: deve-se selecionar uma
cultura para um determinado local,
levando-se em conta sua adaptação
b) Experimentação: os parâmetros
climáticos devem ser determinados
c) Práticas culturais: irrigação, espaçamento,
época de plantio, época de aplicação de
adubos, transplantes, modificações de
microclimas (cultivos forçados), todos
dependem das características do clima
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
RESPIRAÇÃO
VEGETAL
Órgãos da
planta
Principal substrato
respiratório, açúcares
provenientes da parte
aérea via floemaFatores ambientais
que alteram
Agro Mapas
Mentais
Raiz
Processo pelo qual a energia contida
nos substratos respiratórios
(carboidratos, lipídeos, proteínas, etc.)
é liberada de maneira controlada, por
reações de oxidação
Concentração de
carbono
 
Temperatura
 
Disponibilidade de
oxigênio
 
Injúrias físicas
 
Disponibilidade de
substrato
 
Tipo e idade da planta
Caule
Baixa taxa de respiração
se comparada a outros
órgãos (câmbio)
Folhas
Respiração intensa o tempo
todo. A via das pentose-
fosfato tem grande
importância nesse órgão
Sementes
O aumento da taxa de
respiração leva a
degradação da reserva
Frutos
Após a fertilização, a taxa
respiratória é intensa
devido ao processo de
desenvolvimento do fruto
(alta divisão celular)
FITOPATOLOGIA
Mapas Mentais já estudados no @agromapam
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapamCICLO DAS RELAÇÕES
PATÓGENOS-
HOSPEDEIRO
Processos
básicos
Agro Mapas
Mentais
Incremento da
doença em um
campos de cultivo
em escala temporal
e espacial
Sobrevivência
Disseminação
Infecção
Colonização
Reprodução
1.
2.
3.
4.
5.
Epidemiologia
Perfeita interação entre uma
população de plantas
suscetíveis, uma população de
patógenos virulentos e
agressivos, sob condições
ambientais favoráveis
Vetores envolvidos
na sobrevivência
dos vírus incluem Protozoários
Insetos
Ácaros
Fungos
Nematóides
1.
2.
3.
4.
5.
Estruturas
especializadas
Clamidósporos Fusarium
Escleródios
Sclerotina
Disseminação
 
Liberação
 
Dispersão
 
Deposição
Oósporos
Pythium
Teliósporos
Puccinia
Ascocarpos
Venturia
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
DIAGNOSE DE
DOENÇAS
Doenças
infecciosas
Fungos; Bactérias;
Nematóides; Vírus
Sintomas
morfológicos
Agro Mapas
Mentais
Bióticas
Abióticas
Nutrição; Ambiente;
Substâncias químicas
Já conhecidas
Presença de patógenos
na superfície/ órgão
aéreos da planta
 
Presença de patógenos
internos à planta
Não conhecidas
Realizar o
Postulado de Koch
Associação constante
patógeno-hospedeiro
Isolamento do patógeno
Inoculação do patógeno e
reprodução dos sintomas
Reisolamento do
patógeno
1.
2.
3.
4.
Plásticos
Xanthomonas albilineans
- Cana
Albinismo
Xyllela fastidiosa - Citros
Clorose
Giberella fujikuroi - Arroz
Estiolamento
Papaya Ring-Spot Virus -
Mamoeiro
Mosaico
Necróticos
Xanthomonas campestris
pv. citri - Citros
Cancro
Ralstonia solanacearum -
Tomate
Murcha
Cercospora - Cenoura
Amarelecimento
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
DOENÇAS DE
PLANTAS
Epidemias
importantes
Agro Mapas
Mentais
Princípios de
controle
Ferrugem do cafeeiro
Requeima da batata
Ferrugem dos cereais
Cancro cítrico
Mal-do-panamá
Tristeza dos citros
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Epidemiologia
Perfeita interação entre uma
população de plantas
suscetíveis, uma população de
patógenos virulentos e
agressivos, sob condições
ambientais favoráveis
Principais
Banana
Sigatoka-negra
(Mycosphaerella fijiensis)
 
Mal do panamá (Fusarium
oxysporum)
Mamão
Mosaico
Videira
Míldio
Citros
Gomose
Cacau
Vassoura-de-bruxa
(Moniliophora perniciosa)
Exclusão
 
Erradicação
 
Proteção
 
Imunização
 
Terapia
 
Regulação
 
Evasão
Diagnóstico
Indireto
Sinais (Postulado
de Koch)
Direto
Sintomas
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
EPIDEMIOLOGIA DE
DOENÇAS DE PLANTAS
Agro Mapas
Mentais
Condições que afetam
o desenvolvimento de
epidemias
Objetivos
- Estudar a evolução das doenças
em populações do hospedeiro;
 
- Avaliar os prejuízos absolutos e
relativos causados pelas doenças
nas culturas;
 
- Avaliar os efeitos simples e as
interações entre resistência do
hospedeiro, medidas sanitárias, uso
de fungicidas e outras medidas de
controle das doenças
"Estudo de populações de
patógenos em populações
de hospedeiros e da
doença resultante desta
interação, sob a influência
do ambiente e a
interferência humana"
Níveis de resistência ou 
 suscetibilidade do hospedeiro
Fatores
envolvidos Patógeno
Hospedeiro Ambiente
Nível de virulência e
agressividade do patógeno
Tipo de cultura e idade
da planta hospedeira
Quantidade de inóculo
próximo ao hospedeiro
Temperatura, umidade,
luminosidade e pH
Práticas culturais e
introdução de novos patógenos
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
GRUPOS DE DOENÇAS
Agro Mapas
Mentais
Grupo III -
Podridões de
raiz e colo O processo doença envolve alterações
na fisiologia do hospedeiro
Grupo I -
Podridões de
órgãos de reserva 1. Patógenos de sementes:
Aspergillus e Fusarium
3. Podridões secas:
Aspergillus e Fusarium
Grupo II -
Damping off
Tecidos jovens,
ainda dependentes
ou recém-liberados
das reservas
nutricionais
acumuladas na
semente
1. Bactérias: Xanthomonas e Pseudomonas
 
2. Fungos: Pythium e Rhizoctonia
2. Agentes de podridões
moles: Penicillium e
Botrytis
Condições favoráveis
Ferimentos nos frutos
Altas temperaturas
Controle
Transporte
Embalagem
Armazenamento
Etiologia
Etiologia
Condições favoráveis
Solos encharcados
Temperaturas amenas
Controle
Sementes sadias
Tratamento de sementes
Rotação de culturas
Etiologia
1. Fungos como principais
agentes: Fusarium solani,
Sclerotium e Phytophthora
Afetam o sistema radicular e o colo
da planta, atacando desde o estádio
inicial até o adulto
Condições favoráveis
Alta umidade
Temperaturas adequadas a
cada fungo
Controle Evitar excesso de umidade
Rotação de culturas
Tratamento de sementes
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
PATÓGENO-
HOSPEDEIRO
Agro Mapas
Mentais
Sigatoka negra
(Mycosphaerella
fijiensis)
Patógeno da
bananeira
Fogo bacteriano
das pomáceas
(Erwinia
amylovora)
Maçã, pera e ameixa,
provenientes de regiões
de ocorrência, devem
ser tratadas
previamente à
embalagem, com
produtos como o
HIPOCLORITO DE
SÓDIO
Doença de maior
importância
mundial
O período
favorável refere-se
ao mais úmido
Sintomas
Manchas foliares
Lesões necróticas nas folhas
(redução da atividade
fotossintética)
Controle
Desfolha sanitária a
cada 14 dias, visando
a redução das fontes
de patógeno
Praga quarentenária
ausente no Brasil
Diversos países adotam medidas
para garantir que o patógeno
não entre nos seus limites - No Brasil e no Japão é
exigido o certificado
fitossanitário para
importação destas plantas
- Na Austrália há a
proibição da entrada de
plantas hospedeiras
No Japão há presença
desta bactéria
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
PRINCÍPIOS GERAIS
DE CONTROLE DE
DOENÇAS
Agro Mapas
Mentais
ExclusãoImunização
Proteção
Evitar o contato do
patógeno com a
planta hospedeira
Erradicação Evitar o estabelecimento do
patógeno em uma área de cultivo
Rotação de culturas
Tratamento de semente
Eliminação de hospedeiros
alternativos
Evitar a colonização do
patógeno na planta hospedeira
Resistência genética
Pré-imunização química
e biológica
Evitar a entrada do
patógeno em uma área
Sementes e mudas sadias
Quarentena
Eliminação de vetores
Inspeção e certificação
Pulverização de
partes aéreas
Tratamento de
sementes
Terapia
Restabelecer a
sanidade da planta
hospedeira
Quimioterapia
Termoterapia
Evasão
Táticas de fuga do
patógeno
Escolha da área geográfica
Escolha do local de plantio
Escolha da data de plantio
Plantio raso
Variedade precoce
Regulação
Controle do
patógeno por
manejo do
ambiente
Cultivo protegido
Controle de temperatura
Modificação de práticas culturais
Modificação do ambiente solo
LEGISLAÇÃO
Mapas Mentais já estudados no @agromapam
@agromapam
DECRETO nº 24114/ 34
DEFESA SANITÁRIA
VEGETAL
Capítulo I Insetos vivos, ácaros,
nematóides e outros
parasitos nocivos àsplantas
 
Culturas de bactérias
e cogumelos nocivos
às plantas
 
Caixas, sacos e outros
artigos de
acondicionamento,
que tenham, serviço
ao transporte dos
produtos acima
 
Terras, compostos e
produtos vegetais que
contenham parasitos
nocivos aos vegetais,
quer aompanhem ou
não plantas vivas
Capítulo II
Agro Mapas
Mentais
Capítulo III Art 1º. São proibidos, em
todo o território nacional, a
importação, o comércio, o
trânsito e a exportação de:
§2º Somente para fins
experimentais, em
estabelecimentos
científicos do país,
poderá o Ministério da
Agricultura permitir a
importação do material,
porém, com as medidas
preventivas que forem
prescritas em cada
Conselho Nacional de
Defesa Agrícola
Art 3º. A importação de
vegetais e partes de
vegetais somente será
permitida pelos portos ou
etações de fronteiras em
que houver sido instalado
o Serviço de Defesa
Sanitária Vegetal
Art 20. É livre, em todo o
território nacional, o trânsito
de plantas, partes de vegetais
ou produtos de origem vegetal
Art 10. No caso de
material proibido, ficarão
sob vigilância em lugar
indicado
§1º Reembarcados dentro de
15 dias, desnaturados ou
destruídos após esse prazo
 
§2º Pragas ou doenças
perigosas, será feita a apreensão
e a destruição imediata dos
produdtos condenados
§4º A desnaturação,
remoção e destruição de
produtos condenados será
feita pelo Serviço de Defesa
Sanitária Vegetal, ou pelas
alfândegas
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
DECRETO nº 24114/ 34
DEFESA SANITÁRIA
VEGETAL
Capítulo IV
Capítulo V
Agro Mapas
Mentais
Art 28. O ministério da
Agricultura, com os recursos de
que dispuser e com a
colaboração dos governos
estaduais e municipais;
promoverá o reconhecimento
periódico e completo do estado
sanitário vegetal de todo o país
Capítulo VI
Art 52. Os fabricantes, importadores ou
representantes de inseticidas e
fungicidas, com aplicação na lavoura,
não poderão vendê-los ou expô-los à
venda, sem o registro e licenciamento
dos respectivos produtos ou preparados
no Serviço de Defesa Sanitária Vegetal
Art 34. Entre as medidas
adotadas para a erradicação,
poderá o Ministério da
Agricultura incluir a
destruição parcial ou total das
lavouras, arvoredos ou matas
contaminadas ou possíveis de
contaminação
Art 47. §2º Poderá ser
dispensado o certificado de
sanidade para a exportação de
quaisquer dos produtos
vegetais, quando destinados ao
território das nações com as
quais o Brasil não se tenha
comprometido a estabelecer tal
exigência, por acordo ou
convenção internacional
Art 50. O Ministério da
Agricultura concederá o
certificado de desinfecção ou
expurgo
Art 75. Poderá o
Governo Federal
entrar em
entendimento e
assinar acordos com
os governos estaduais
para efeito apenas da
fiscalização do
comércio de
inseticidas e
fungicidas, com
aplicação na lavoura
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
CÓDIGO FLORESTAL
BRASILEIRO
Agro Mapas
Mentais
Mecanismo de proteção
Exploração
FLorestal
Reserva Legal (RL)
De florestas nativas
Parcela de cada propriedade
ou posse rural que deve ser
preservada
 
A exploração pelo manejo florestal
se dá nos limites estabelecidos em
lei para o bioma em que está a
propriedade
Áreas de Preservação Permanente (APP)
Preserva locais frágeis como beiras
de rios, topos de morros e encostas,
que não podem ser desmatados
para não causar erosões e
deslizamentos
Controle de
Origem no Brasil
Áreas de Uso Restrito (AUR)
São áreas nas quais sua utilização
sofre restrições, mas que não são
consideradas APP
Dependerá de licenciamento pelo
órgão competente do Sisnama,
mediante aprovação prévia do
PMFS
De florestas
plantadas
É livre a extração de lenha e
demais produtos dessas florestas
nas áreas não consideradas APP e
RL
O plantio ou reflorestamento devem estar
previamente cadastrado no órgão ambiental
competente e a exploração ser previamente
declarada nele para fins de controle de origem
Suprimento e consumo de
produtos e subprodutos
florestais
Coordenado,
fiscalizado e
regulamentado pelo
Sisnama
A licença será
formalizada por
meio da emissão do
Documento de
Origem Florestal
(DOF)
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
CÓDIGO FLORESTAL
BRASILEIRO
Agro Mapas
Mentais
Art 4º. Considera-se
APP, em zonas
rurais ou urbanas
Art 10. Nos
pantanais e
planícies
pantaneiras
É permitida a exploração
ecologicamente sustentável, devendo-
se considerar as recomendaçãoes
técnicas dos órgãos oficiais de pesquisa
Art 6º. Consideram-se,
preservação permanente,
as áreas cobertas com
florestas ou outras formas
de vegetação, com as
seguintes finalidades:
I - As faixas marginais de
qualquer curso d'água
natural perene e
intermitente:
I - Conter a erosão do solo e mitigar
riscos de enchentes e deslizamentos de
terra e de rocha
II - Proteger as restingas ou veredas
III - Proteger várzeas
IV - Abrigar exemplares da fauna ou da
flora ameaçadas de extinção
V - Formar faixas de proteção ao longo
de rodovias e ferrovias
a) 30 m para os cursos d'água de
menos 10 m de largura
b) 50 m para os cursos d'água que
tenham de 10 a 50 m de largura
c) 100 m para os cursos d'água que
tenham de 50 a 200 m de largura
d) 200 m para os cursos d'água que
tenham de 200 a 600 m.
e) 500 m para os cursos d'água que
tenham largura superior a 600 m
SISTEMÁTICA VEGETAL
Mapas Mentais já estudados no @agromapam
Agro M
apas
MentaisCÉLULA
VEGETAL
Agro Mapas
Mentais
Consiste tipicamente em uma
parede celular mais ou menos
rígida e um protoplasto (derivado
do termo protoplasma)
NúcleoEstrutura mais
proeminente no
interior do protoplasto
de células eucarióticas
Plastídeo Membrana
Plasmática
@agromapam
Um protoplasto é constituído por
um citoplasma e um núcleo
1. Mediar o transporte de
substâncias para o interior e para
fora do protoplasto
 
2. Coordenar a síntese e montagem
das microfibrilas da parede celular
(celulose)
 
3. Traduz sinais hormonais e do
ambiente envolvidos no controle do
crescimento celular e diferenciação
Funções:
Citoplasma inclui:
Entidades distintas, delimitadas por
membranas (organelas como
plastídeos e mitocôndrias)
Sistema de membranas (o retículo
endoplasmático)
Entidades não-membranosas
(ribossomos, filamentos de actina e
microtúbulos)
Função:
1. Controla as atividades
normais da célula por
determinar quais moléculas
proteicas serão produzidas e
como serão produzidas
 
2. Armazena informação
genética, transferindo esta
para as células filhas
durante a divisão celular
Internamente diferenciado
por um sistema de
membranas e uma matriz
mais ou menos homogênea,
o estroma
Vacúolo
Regiões dentro da célula, envoltas
por uma membrana preenchida com
um líquido chamado suco celular Parede Celular
Restringe o tamanho do
protoplasto e impede a
ruptura da membrana
plasmática quando o
protoplasto aumenta de
tamanho ao entrar
água na célula
Contém uma variedade de enzimas e
tem papel importante na absorção,
transporte e secreção de substâncias
em uma planta 
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
TIPOS DE CAULES
Agro Mapas
Mentais
Caules eretos
Tronco Estipe
Colmo
Haste
Escapo
Caules rastejantes,
trepadores e estolãoCaules subterrâneos:
rizoma, tubérculo e bulbo
Caules aquáticos
Pseudobulbo
SOLOS
Mapas Mentais já estudados no @agromapam
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamANÁLISE DE SOLOS
Agro Mapas
Mentais
Matéria
Orgânica (M.O)
Altos teores
de M.O
Indicam
(> 50 g M.O/ dm3)
1. Alta CTC total
 
2. Maior resistência à
variação do pH
 
3. Maior disponibilidade
de enxofre e boro
 
4. Maior complexação de
metais
 
5. Maior disponibilidade
do fósforo
 
6. Menor fixação do
fósforo aplicado
 
Baixos teores
de M.O
(15 g M.O/ dm3)
1. Solos arenosos
 
2. Baixa CTC total e CTC
efetiva
 
3. Maior risco de efeitos
danosos de adubos
altamente salinos (KCl)
 
4. Possibilidade de
ocorrência de deficiências
de enxofre e micronutrientes
Indicam
O teor de matéria orgânica sempre
diminui com a profundidade
Nas camadas superficiais (horizonte
A) os teores variam, abaixo de 20 cm
de profundidade (ou no chamado
horizonte B)
Geralmente os teores são menores
que 15 g M.O/dm3, exceto em solos
com horizonte A mais profundo que
20 cm.
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
CALAGEM
Agro Mapas
Mentais
Neutraliza H+ da solução forçando a
liberação de H+ dos grupos
funcionais para manter o equilíbrio,
causando a reação TAMPÃO
Critérios para
recomendação
Se o H+ da solução é neutralizado
pelo calcário, o Al3+ precipita-se
causando deslocamento de Al3+
adsorvido para a solução
Necessidade de calagem (NC)
Quantidade de corretivo de acidez
em toneladas por hectare com
PRNT 100% a ser incorporada
numa camada de 0 a 20 cm de
profundidade
Neutralização do alumínio
e/ ou elevação dos teores de
cálcio e magnésio
Cálculo utilizado para definir a
NC em que considera a acidez do
solo e a a exigência de cálcio e
magnésio da cultura
Método da saturação por bases
Solo arenoso (teor de argila Transportado até à
zona das raízes (via solução do solo)
Suprimento de
nutrientes
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam INTEMPERISMO
Agro Mapas
Mentais
Processo de
desintegração, dissolução
ou quebra das rochas na
superfície e subsuperfície
Intemperismo
Químico
Hidratação
Hidrólise
Oxidação
Dissolução
Intemperismo Físico
Variação de temperatura
Hidratação dos minerais das rochas
Congelamento e degelo
Cristalização de sais
Fatores que controlam a
ação do intemperismo
- Clima
- Relevo
- Rocha parental
- Tempo de exposição
- Estrutura da rocha
- Fauna e Flora (fornecem M.O para
reações químicas e remobilizam materiais)
Intemperismo
biológico
Os organismos participam da
degradação das rochas ou dos minerais,
através de sua fragmentação ou
contribuição com substâncias químicas
que favorecem o intemperismo
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
MACRONUTRIENTES
CATIÔNICOS
Agro Mapas
Mentais
Potássio (K)Cálcio (Ca)
Segundo elemento requerido em
maior quantidade, altamente
móvel, além de ser o mais
abundante nas células vegetais
Forma absorvida
Ca2+  / Absorção
maior por fluxo de
massa
Funções 
Membranas celulares (pontes)
Parede celular (componente)
Germinação pólen e cresc. tubo
polínico
Ativa poucas enzimas
Forma absorvida
K+ / Absorção maior
por difusãoFunções
Ativa + de 50 enzimas:
Respiração
Síntese do amido
Síntese de proteínas
ATPases de membrana
Abertura e fechamento
dos estômatos
Sintoma de
deficiência
Móvel: folhas velhas
- Clorose e necrose nas
bordas das folhas
- Pectatos de Ca
(parede celular)
- Sais: Oxalato,
fosfato, carbonato
Sintoma de
deficiência
- Deformação folhas novas,
clorose nas bordas
- Algumas espécies: sintoma
nos frutos
- Podridão apical - tomate,
pimentão...
Magnésio (Mg)
Forma absorvida
Mg2+ / Absorção
maior por fluxo
de massa
Funções
Estrutural:
componente de
clorofila
 
Ativador enzimas
(+ ativa)
 
Cofator enzimas
fosforilativas
(ATP)
Sintoma de
deficiênciaMóvel: folhas velhas
- Clorose entre as nervuras
Agro M
apas
MentaisO SOLO
Agro Mapas
Mentais
Fase sólida
Fração mineral
Silicatos = minerais primários que,
por intemperismo, produzem
minerais secundários e liberam
nutrientes das plantas
 
Quartzo e outros minerais
Fase líquida ou
solução do solo
Lugar em que as raízes
"bebem" os nutrientes da
planta
Principais funções
exercidas pelo ar do solo
Compartimentos
Fase sólida
Minerais primários e
matéria orgânica não
humificada
Fase lábil
Argilas
 
Sesquióxidos
 
Matéria orgânica
humificada =
complexo de troca
SoluçãoÁgua
 
Minerais isolados
 
Minerais complexados com
matéria orgânica solúvel
A água não aproveitada
pela planta é classificada:
Gravitacional: não retida pelas
partículas do solo, drenada pela
gravidade
 
Capilar: retida por tensão
superficial, movimentando-se
em forma líquida
 
Fixada por adsorção aos
colóides, movimento em forma
de vapor
 Fornecimento de O2 para respiração
das raízes, dos microrganismos
aeróbicos e da fauna do solo
Fornecimento de N2 para a fixação
biológica por bactérias de vida livre
(simbióticas e endofíticas)
Participação do O2 em reações de
oxidação do processo de formação do
solo
1.
2.
3.
@agromapam
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamPERFIL DO SOLO
Agro Mapas
Mentais
Horizonte A
Horizonte B Camada mineral do
solo mais próxima a
superfície
Horizonte O
Ocorre em apenas
alguns solos com
acúmulo de detritos
orgânicos sobre a
superfície
Horizonte C Camada delgada de
restos orgânicos:
folhas, galhos e restos
vegetais em
decomposição
(Principal em florestas)
Por sua posição é o
horizonte que em
geral tem mais
acúmulo de matéria
orgânica
Com maiores teores
para solos argilosos,
exceto para os com
aumento acentuado
de argila em
profundidade, em
que são
translocados para o
horizonte B
Ao conjunto de
horizontes, que vai
da superfície do solo
até o material de
origem, denomina-se
perfil do solo
Apresenta
desenvolvimento
máximo de estrutura
dentro do perfil
Acúmulo relativo de
materiais removidos
do horizonte superior
Situado abaixo do
horizonte A, exibindo
cores mais claras,
devido ao menor teor
de matéria orgânica
Situado abaixo do
horizonte B, podendo
apresentar alto grau de
intemperismo
Compouca influência de
organismos e com
características mais próximos
do material de origem Na formação dos solos,
a ação predominante
dos organismos
próximos a superfície
gera diferenciação no
sentido vertical
Formando-se camadas
distintas, chamadas
de horizontes
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
pH DO SOLO
Efeito na
disponibilidade
de nutrientes
Aumenta a sua
disponibilidade com o
aumento do pH devido
ao efeito favorável à
mineralização da
matéria orgânica
Efeito na
solubilidade
de elementos
tóxicos
Agro Mapas
Mentais
Nitrogênio
Potássio, Cálcio,
Magnésio e Cloro
Nenhum efeito direto
do pH
 
Efeito indireto, com a
lixiviação, ocorrendo
redução das bases e o
aumento da acidez
 
O aumento da CTC
dependente do pH
faz com que a
lixiviação destes
cátions diminua
Enxofre
A decomposição da
matéria orgânica,
liberando enxofre, é
favorecida pela
elevação do pH
Abaixo de pH 7,0
há pouco efeito
sobre a
disponibilidade
do boro
 
Há decréscimos 
na solubilidade
acima de pH 7,0
Boro
Toxidez por
alumínio
pH > Ca2+ > Mg2+ >> K+ > Na+
A propriedade de troca de cátions
nos solos é de grande importância
para regular a retenção e a liberação
de elementos químicos em forma
disponível para as plantas
Determinações
e definições
A CTC é um dos atributos mais
importantes para diversos fins,
tanto em pedologia como em
fertilidade do solo
Origem
A troca de cátions
em solos implica a
existência de
substâncias ou
materiais com
carga negativa nas
superfícies expostas
das partículas
O primeiro e principal fator determinante
da energia de atração é a carga do cátion;
o segundo, é o tamanho do cátion ou íon
hidratado, sendo os cátions menores
retidos com maior energia.
Os principais materiais que possuem a
propriedade de troca de íons em solo
são a matéria orgânica, os minerais de
argila, os óxidos de ferro e alumínio 
No mineral de
argila do tipo 2:1,
predomina cargas
elétricas negativas
permanentes
O mineral de
argila do tipo 1:1,
possui CTC baixa,
sendo a caulinita o
principal mineral
Atributos pertinentes a CTC:
 
1. Soma de bases
2. Acidez total a pH 7,0
3. Acidez trocável
4. Capacidade de troca de cátions
5. Capacidade de troca de cátions efetiva
EXTRAS
Mapas Mentais já estudados no @agromapam
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam ADUBAÇÃO
VERDE
Agro Mapas
Mentais
Plantar uma espécie vegetal que, após
atingir seu pleno desenvolvimento
vegetativo, será cortada ou acamada,
sendo sua massa deixada sobre a
superfície ou incorporada ao solo
Principais espécies
utilizadas em programas de
adubação verde no Brasil
Feijão-guandu
Colza
Crotalária striata
Fava-forrageira
Nabo-forrageiro
Características
desejáveis em plantas
para adubação verde
Ser resistente a condições climáticas
adversas, mostrando produção constante
 
Resistir a pragas e doenças e não exigir
controle fitossanitário específico
 
Ser pouco exigente em nutrientes
 
Ter capacidade de reciclar nutrientes
Objetivos
- Proteger o solo das chuvas de
alta intensidade, reduzindo ou
mesmo controlando a erosão
- Manter elevada a taxa de
infiltração de água no solo
- Promover contínuo aporte de
fitomassa
- Mobilizar e reciclar de forma
eficaz os nutrientes
Agro M
apas
MentaisAGRICULTURA DE
PRECISÃO
Agro Mapas
Mentais
@agromapam
Ferramentas
Manejo diferenciado com
uma gestão que otimiza e
aproveita melhor cada
porção da área
Insumos aplicados de acordo
com o que cada parte da
lavoura necessita
Vantagens
Mais segurança na tomada de decisão
Economia de insumos
Economia financeira
Economia de recursos
Melhoria das atividades agrícolas
Maior controle da fazenda
É caro?
Custos de
produção
elevados pelo uso
de ferramentas
tecnológicas
- Levando em conta a
sustentabilidade
- Auxílio na aquisição e
interpretação dos dados
Dificuldades
Amostragens de solo
Mapas de colheita
Geolevantamento de informações
Baseado em:
Satélites
Drones
Máquinas
Sensores
Utilizando:
Importante!
Saber se o custo
compensa tendo
em vista a
propriedade e
finanças
Planejamento
agrícola
Gestão eficiente
Para a tomada de
decisão:
Pessoas qualificadas para o processamento e
análise das informações
Difusão de conhecimento a respeito das
tecnologias empregadas
Conhecimento técnico para transformar
informações em conhecimento útil aos produtores
Alto custo de produção
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
AGROQUÍMICOS E
AFINS
Agro Mapas
Mentais
Fertilizantes
Fungicidas
Não sistêmicos
Mineral misto
1. Não requer a
germinação do
propágulo
 
2. Evita ataque na
parte aérea através de
fungos presentes no
interior da semente
 
3. Camada protetora
na superfície da
semente
Sistêmicos
1. Absorção via radícula
na germinação da
semente
 
2. Translocação via
xilema para os órgãos
aéreos
 
3. Período residual
depende de liberação e
absorção via radícula
Protetores ou
residuais
1. Protege a planta
contra infecção
 
2. Não tem atuação
sobre o esporo intacto
 
3. Camada protetora
tóxica
CurativosAtua nas fases de pós-
infecção e pré-sintoma
ContatoPenetram na parede celular
dos esporos
 Não requer a germinação
dos mesmos
 Fitotóxicos em órgãos verdes1.
2.
3.
Produto resultante da
mistura física de dois ou
mais fertilizantes
simples, complexo ou
ambos
Mineral complexo
Produto com dois ou
mais composto químicos,
resultantes da reação
química de seus
componentes contendo
dois ou mais nutrientes
Orgânico misto
Produto da natureza orgânica,
resultante da mistura de dois ou mais
fertilizantes orgânicos simples contendo
um ou mais nutrientes de plantas
Orgânico composto
Produto obtido no processo físico,
químico, bioquímico, natural ou
controlado. Podendo ser enriquecido
de nutrientes minerais
Orgânico simples
Produto natural de origem vegetal ou
animal, contendo um ou mais
nutrientes de plantas
Agro M
apas
MentaisHERBICIDAS PRÉ-
EMERGENTES
PARA SOJA
@agromapam
Controle de plantas
daninhas de folha estreita
Controle de plantas
daninhas de folha larga
S-metolachlor
Diclosulam
Agro Mapas
Mentais
1. Quando aplicar: ação
residual para controle de
banco de sementes, utilizado
nas primeiras aplicações do
manejo outonal
 
2. Controle: buva e algumas
gramíneas (capim-amargoso)
 
3. Cuidados: o solo deve estar
úmido
Flumioxazin
1. Quando aplicar: ação
residual para controle de
banco de sementes, utilizado
nas primeiras aplicações do
manejo outonal ou no sistema
de aplique plante da soja
 
2. Controle: buva e algumas
gramíneas (capim-amargoso)
Sulfentrazone
1. Quando aplicar: ação
residual para controle de
banco de sementes, utilizado
na primeira aplicação do
manejo outonal
 
2. Controle: plantas daninhas
de folhas largas e bom
controle de algumas
gramíneas
 
Recomendado principalmente
para áreas onde também
ocorre infestação de tiririca
1. Quando aplicar: ação
residual utilizado no
sistema de aplique plante
da soja
 
2. Controle: gramíneas de
semente pequena (capim-
amargoso, capim-pé-de-
galinha)
 
3. Cuidados: não deve ser
aplicado em solos
arenosos. O solo deve estar
úmido com perspectiva de
chuva
Clomazone
1. Quando aplicar: ação
residual, no sistema de
plante aplique
 
2. Controle: gramíneas de
semente pequena (capim-
amargoso, capim-pé-de-
galinha) e algumas folhas
largas de sementes pequena
 
3. Cuidados: deriva em
culturas suscetíveis vizinhas
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapamHERBICIDAS
Agro Mapas
Mentais
Classificação
Translocação
Época de aplicação
Seletivos
Quanto a
seletividade
 
Quanto a época
de aplicação
 
Quanto a
translocação
 
Quanto ao
mecanismo de
ação
São aqueles que, dentro de
determinadas condições, são mais
tolerados por uma determinada
espécie ou variedade de plantas do
que por outras
Não - Seletivos
São aqueles que atuam
indiscriminadamente sobre
todas as espécies de
plantas. Normalmente são
recomendados para uso
como dessecantes ou em
aplicação dirigidas
Pré-plantio
Herbicida muito volátil, de
solubilidade muito baixa,
necessita ser incorporado
ao solo
Pós-plantio
Dependendo da atividade dos
herbicidas sobre as plantas, eles
devem ser aplicados em pré ou
em pós-emergência das culturas
ou das plantas daninhas
Contato
Quando atuam próximo ou no
local onde eles penetram nas
plantas
Sistêmico
Quando o movimento
(translocação) do
herbicida é via floema
ou floema e xilema
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
PLANTAS
DANINHAS
Agro Mapas
Mentais
Métodos de
controle
Podem ser:
- Gramineae
- Leguminosae
- Malvaceae
- Euphorbiaceae...
Classificação
a) Quanto ao ciclo
vegetativo
Anuais, bienais e
perenes
b) Quanto ao hábito
de crescimento
Herbáceas
Arbustivas
Arbóreas
Trepadeiras
Hemiepífitas
Epífitas
Parasitas
c) Quanto ao habitat
De baixada, terrestres
e aquáticas
Manejo preventivo
Controle cultural
Controle mecânico
Controle físico
Controle biológico
Controle químico
Herbicidas
Classificação
a) Quanto a
seletividade
b) Quanto a época
de aplicação
c) Quanto ao
mecanismo de ação
d) Quanto a
translocação
Contato - Paraquat, Diquat...
 
Sistêmico - 2,4-D, Picloram...
Agro M
apas
MentaisSISTEMA
REPRODUTIVO
Agro Mapas
Mentais
Reprodução sexual
Espécies
alógamas
Reprodução
assexual
Espécies
autógamas
@agromapam
Baseada no processo meiótico de
divisão celular
 
Número de cromossomos das
células produtivas são reduzidos à
metade para formar os gametas
Autopolinização
Polinização cruzada
Mecanismos que podem
prevenir a autogamia ou
favorecer a alogamia
Propagação
vegetativa
Transferência do pólen
de uma antera para o
estigma da mesma flor
ou de outra flor da
mesma planta
Fenômenos que
podem favorecer a
autopolinização
Ausência de
incompatibilidade
Autofecundação
Cleistogamia
Polinização se dá
antes da antese
Estruturas
morfológicas
Estigma e estames envoltos
por estruturas florais
Dioicia
Alguns indivíduos produzem
apenas flores masculinas e outros
somente flores femininas
Monoicia
Produção de flores masculinas e
femininas separadamente na
mesma planta
Baixa produção de sementes
Manifestação de variabilidade
genética indesejável quando
multiplicada por sementes
Apomixia
É um tipo de reprodução assexuada que
consiste na produção de sementes sem que
antes ocorra fertilização, tendo como resultado
sementes que são geneticamente idênticas à
planta mãe
ENTOMOLOGIA
 
 
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
INTERAÇÃO ENTRE
INSETOS E PLANTAS
Consumo
foliar
Reprodução da
planta/ alimento
para o inseto
Agro Mapas
Mentais
Alimentação
externa
Proteção da
planta/ alimento e
abrigo para o
inseto
Mais visível do que
ataque por sugadores
 
Lepidoptera e
coleoptera, mais
diversos
 
Outros: Orthoptera,
Hymenoptera,
Phasmatodea e Psocoptera
Alimentação
interna
Minas e brocas
Minadores de folhas, se
alojam entre as duas
epidermes da folha, e
minadores de caules, são
alojados nas camadas
superfiais dos caules
- Diptera, Lepidoptera,
Coleoptera e Hymenoptera
Broqueadores, insetos que
residem e se alimentam em
camadas profundas da
planta, dentro dos tecidos
- Hymenoptera: troncos
- Diptera: frutos
- Coleoptera e Lepidoptera:
sementes
Sugadores de seiva
A alimentação se dá pela
sucção do conteúdo do
floema (seiva elaborada)
Dano direto: retardamento
do crescimento
Dano indireto: transmissão
de viroses ou injeção de
saliva tóxica
- Heteroptera (Homoptera e
Hemiptera)
Galhadores
São insetos que emitem estímulos
químico às células de tecidos
vegetais, causando uma
hipertrofia ou hiperplasia
Intimamente associados
através da polinização, ou
na sua dispersão
espalhando suas sementes
As formigas se beneficiam de
associações com mirmecófitas,
que abrigam seus ninhos e
fornece alimento. Em troca, a
planta tem proteção contra os
herbívoros
@agromapam
PRINCIPAIS PRAGAS
DE PLANTAS
CULTIVADAS
Agro Mapas
Mentais
Bananeira
Citros
Ácaro da falsa
ferrugem
(Phyllocoptruta
oleivora)
Mosca-das-frutas
(Anastrepha
fraterculus)
Mosca negra dos
citros (Aleurocanthus
woglumi)
Soja
Helicoverpa
armigera
Spodoptera
cosmodes
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
Broca do rizoma
(Cosnopolites
sordidus)
Traça da bananeira
(Opogona sacchari
Mandioca
Mandarová
Ácaros
Mosca branca
Broca do caule
Cupuaçu/ Cacau
Vassoura de bruxa
(Moniliophthora
perniciosa) Controle
Deve ser preventivo e
corretivo
Específico de uma
praga persistente
deve ser feito com
métodos alternativos
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapam
PRAGAS
REGULAMENTADAS
Quarentenárias
Agro Mapas
Mentais
Aquelas não
presentes no país,
porém com
características de
serem potenciais
causadoras de
importantes danos
econômicos, se
introduzidas
Ausentes (A1)
- Nematoda:
Anguina tritici
 
- Fungi: Alternaria
mali
 
- Procariontes:
Erwinia salicis
 
- Vírus e viroides:
Potato virus A (PVA)
Presentes (A2)
Aquelas de
importância
econômica potencial,
já presentes no país,
porém não se
encontram
amplamente
distribuídas e
possuem programa
oficial de controle
Sigatoka negra e
Cancro cítrico
Não
Quarentenárias
(PNQR)
Pragas cuja presença em plantas
para cultivo afeta o uso pretendido
de tais plantas por meio de impacto
econômico e é então regulamentada
dentro do país importador
PNQR segue os
princípios da
justificativa técnica
Análise de risco
 
Risco manejado
 
Impactomínimo
 
Equivalência
 
Não discriminação
 
Transparência
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapamPRAGAS
Métodos
Insetos
fitófagos
Agro Mapas
Mentais
Preventivo
Quando o dano
econômico torna-se
significativo, diz-se que o
inseto ou planta daninha
se tornou uma PRAGA
Impedir a introdução,
estabelecimento e a
disseminação de novas
espécies daninhas
Culturais
Práticas que favorecem a
competitividade da espécie
vegetal por meio de
condição que beneficiam o
crescimento e o
desenvolvimento
Mecânicos
Consiste nas práticas de
capina, manual ou
mecânica
Físicos
Utilização de práticas que
envolvem o calor e água,
por exemplo
Químicos
Uso de herbicidas que
sejam registrados no
MAPA
Biológicos
Práticas que usam agentes
patogênicos e/ou predadores
para manter baixa a
população de pragas
Alimentam-se das plantas
para sobreviverem e, como
consequência, as plantas
deixam de produzir a
mesma quantidade
FISIOLOGIA
VEGETAL
 
 
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapamA ÁGUA E AS
PLANTAS
Principais
funções da
água nos
vegetais
Agro Mapas
Mentais
Participa de várias
reações nos vegetais
Fonte de prótons (H+) e
elétrons
Solvente de várias
substâncias
Manutenção da
turgidez de células e
plantas
Participa dos
movimentos da plantaComponentes do
potencial água
Movimento
da água
Difusão
independente
Cada substância se
difunde em função da
região de maior para a
de menor energia livre,
independente da
presença de outra
substância no meio 
Osmose
Uma substância solvente
se movimenta através de
uma membrana
semipermeável, de um
local de maior para outro
de menor potencial água 
Embebição
O embebente (água) se desloca de
uma região de maior para outra
de menor potencial água em
função de uma matriz 
Fluxo de massaMovimento de
substâncias na mesma
direção. Em um
sistema, os
componentes são
movimentados de um
local de maior para
outro de menor
potencial água em
função da pressão
Potencial osmótico
É a redução da
energia livre da
água causada por
um soluto
Potencial matricial
É a redução da
energia livre da
água pela presença
de superfícies
adsorvidas e/ ou
capilaridade
Potencial gravitacional
É a redução ou aumento da
energia livre da água em
resposta à gravidade
Potencial temperatura
É a redução ou aumento
da energia livre da água
em resposta à variação
da temperatura
Potencial pressão
É a redução ou aumento da
energia livre da água em resposta
à variação da pressão
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
ETAPA FOTOQUÍMICA
DA FOTOSSÍNTESE
Luz e
pigmentos
Agro Mapas
Mentais
Reações luminosas
Obedece a dois princípios
Cada fotossistema inclui
um conjunto de 250 a
400 moléculas e consiste
em dois componentes
intimamente associados
Fóton
A luz carregada por um
fóton é chamada de
quatum
1. Princípio de
Gotthaus-Draper
A luz só tem atividade
fotoquímica se for
absorvida
2. Princípio de
Einstein-Stark
Um fóton pode excitar
apenas um elétron
Quando as moléculas de
clorofila ou de outros
pigmentos absorvem a
energia dos fótons da luz:
Os elétrons passam a um
estado orbital de energia mais
elevada - estado excitado
Quando o elétron excitado
regressa ao estado de energia
basal, a energia libertada
poderá ser:
Dissipada sob a forma de
calor; Transferida por
ressonância indutiva
Um complexo antena e
um centro de reação
O complexo antena
inclui moléculas de
pigmento que captam e
canalizam energia para
o centro de reação
A energia é canalizada
por RESSONÂNCIA
INDUTIVA
No cloroplasto, as
clorofilas e os outros
pigmentos estão
inseridos nos tilacóides
em unidades discretas de
organização designadas
FOTOSSISTEMAS
Transformação da
energia solar em
energia química
ATP e NADPH nos
tilacóides
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
ETAPA BIOQUÍMICA
DA FOTOSSÍNTESE
Ciclo C3
Agro Mapas
Mentais
Carboxilado pela RUBISCOCiclo CAM ou
MAC
Ciclo C4
Dois tipos de células
participam deste ciclo
Orchidaceae;
Bromeliaceae; Cactaceae
Absorvem CO2 no
escuro Ácidos orgânicos: ácido
málico
1. Folhas com pouco
espaço intercelular
O primeiro intermediário
estável é um composto com 3
carbonos (3-fosfoglicerato)
Abrange os eucariontes
fotossintetizantes, da alga mais
primitiva até a angiosperma
mais avançada
Pertencem ao CICLO DE
CALVIN, como alternativa para a
fixação de carbono
Carboxilado pela
PEPCase
- Células da bainha
vascular
 
- Células do mesófilo
O primeiro composto
após a fixação do CO2 é
uma molécula de 4
carbonos
Os produtos da
carboxilação são o
malato e o aspartato
Possui anatomia
KRANZ
2. Cutículas e paredes
celulares espessas
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
RESPIRAÇÃO
VEGETAL
Órgãos da
planta
Principal substrato
respiratório, açúcares
provenientes da parte
aérea via floemaFatores ambientais
que alteram
Agro Mapas
Mentais
Raiz
Processo pelo qual a energia contida
nos substratos respiratórios
(carboidratos, lipídeos, proteínas, etc.)
é liberada de maneira controlada, por
reações de oxidação
Concentração de
carbono
 
Temperatura
 
Disponibilidade de
oxigênio
 
Injúrias físicas
 
Disponibilidade de
substrato
 
Tipo e idade da planta
Caule
Baixa taxa de respiração
se comparada a outros
órgãos (câmbio)
Folhas
Respiração intensa o tempo
todo. A via das pentose-
fosfato tem grande
importância nesse órgão
Sementes
O aumento da taxa de
respiração leva a
degradação da reserva
Frutos
Após a fertilização, a taxa
respiratória é intensa
devido ao processo de
desenvolvimento do fruto
(alta divisão celular)
FITOPATOLOGIA
 
 
Agro 
M
apas
M
enta
is
@agromapamCICLO DAS RELAÇÕES
PATÓGENOS-
HOSPEDEIRO
Processos
básicos
Agro Mapas
Mentais
Incremento da
doença em um
campos de cultivo
em escala temporal
e espacial
Sobrevivência
Disseminação
Infecção
Colonização
Reprodução
1.
2.
3.
4.
5.
Epidemiologia
Perfeita interação entre uma
população de plantas
suscetíveis, uma população de
patógenos virulentos e
agressivos, sob condições
ambientais favoráveis
Vetores envolvidos
na sobrevivência
dos vírus incluem Protozoários
Insetos
Ácaros
Fungos
Nematóides
1.
2.
3.
4.
5.
Estruturas
especializadas
Clamidósporos Fusarium
Escleródios
Sclerotina
Disseminação
 
Liberação
 
Dispersão
 
Deposição
Oósporos
Pythium
Teliósporos
Puccinia
Ascocarpos
Venturia
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
DIAGNOSE DE
DOENÇAS
Doenças
infecciosas
Fungos; Bactérias;
Nematóides; Vírus
Sintomas
morfológicos
Agro Mapas
Mentais
Bióticas
Abióticas
Nutrição; Ambiente;
Substâncias químicas
Já conhecidas
Presença de patógenos
na superfície/ órgão
aéreos da planta
 
Presença de patógenos
internos à planta
Não conhecidas
Realizar o
Postulado de Koch
Associação constante
patógeno-hospedeiro
Isolamento do patógeno
Inoculação do patógeno e
reprodução dos sintomas
Reisolamento do
patógeno
1.
2.
3.
4.
Plásticos
Xanthomonas albilineans
- Cana
Albinismo
Xyllela fastidiosa - Citros
Clorose
Giberella fujikuroi - Arroz
Estiolamento
Papaya Ring-Spot Virus -
Mamoeiro
Mosaico
Necróticos
Xanthomonas campestris
pv. citri - Citros
Cancro
Ralstonia solanacearum -
Tomate
Murcha
Cercospora - Cenoura
Amarelecimento
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
DOENÇAS DE
PLANTAS
Epidemias
importantes
Agro Mapas
Mentais
Princípios de
controle
Ferrugem do cafeeiro
Requeima da batata
Ferrugem dos cereais
Cancro cítrico
Mal-do-panamá
Tristeza dos citros
1.
2.
3.
4.
5.
6.
Epidemiologia
Perfeita interação entre uma
população de plantas
suscetíveis, uma população de
patógenos virulentos e
agressivos, sob condições
ambientais favoráveis
Principais
Banana
Sigatoka-negra
(Mycosphaerella fijiensis)
 
Mal do panamá (Fusarium
oxysporum)
Mamão
Mosaico
Videira
Míldio
Citros
Gomose
Cacau
Vassoura-de-bruxa
(Moniliophora perniciosa)
Exclusão
 
Erradicação
 
Proteção
 
Imunização
 
Terapia
 
Regulação
 
Evasão
Diagnóstico
Indireto
Sinais (Postulado
de Koch)
Direto
Sintomas
Agro 
M
apas
M
enta
is@agromapam
PATÓGENO-
HOSPEDEIRO
Agro Mapas
Mentais
Sigatoka negra
(Mycosphaerella
fijiensis)
Patógeno da
bananeira
Fogo bacteriano

Mais conteúdos dessa disciplina