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AGRO MAPAS MENTAIS Tenha uma excente experiência de aprendizado @agromapam Agro Mapas Mentais Por Kerolém Cardoso AGROMAPAM LEGISLAÇÃO @agromapam DECRETO nº 24114/ 34 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL Capítulo I Insetos vivos, ácaros, nematóides e outros parasitos nocivos às plantas Culturas de bactérias e cogumelos nocivos às plantas Caixas, sacos e outros artigos de acondicionamento, que tenham, serviço ao transporte dos produtos acima Terras, compostos e produtos vegetais que contenham parasitos nocivos aos vegetais, quer aompanhem ou não plantas vivas Capítulo II Agro Mapas Mentais Capítulo III Art 1º. São proibidos, em todo o território nacional, a importação, o comércio, o trânsito e a exportação de: §2º Somente para fins experimentais, em estabelecimentos científicos do país, poderá o Ministério da Agricultura permitir a importação do material, porém, com as medidas preventivas que forem prescritas em cada Conselho Nacional de Defesa Agrícola Art 3º. A importação de vegetais e partes de vegetais somente será permitida pelos portos ou etações de fronteiras em que houver sido instalado o Serviço de Defesa Sanitária Vegetal Art 20. É livre, em todo o território nacional, o trânsito de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal Art 10. No caso de material proibido, ficarão sob vigilância em lugar indicado §1º Reembarcados dentro de 15 dias, desnaturados ou destruídos após esse prazo §2º Pragas ou doenças perigosas, será feita a apreensão e a destruição imediata dos produdtos condenados §4º A desnaturação, remoção e destruição de produtos condenados será feita pelo Serviço de Defesa Sanitária Vegetal, ou pelas alfândegas Agro M apas M enta is @agromapam DECRETO nº 24114/ 34 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL Capítulo IV Capítulo V Agro Mapas Mentais Art 28. O ministério da Agricultura, com os recursos de que dispuser e com a colaboração dos governos estaduais e municipais; promoverá o reconhecimento periódico e completo do estado sanitário vegetal de todo o país Capítulo VI Art 52. Os fabricantes, importadores ou representantes de inseticidas e fungicidas, com aplicação na lavoura, não poderão vendê-los ou expô-los à venda, sem o registro e licenciamento dos respectivos produtos ou preparados no Serviço de Defesa Sanitária Vegetal Art 34. Entre as medidas adotadas para a erradicação, poderá o Ministério da Agricultura incluir a destruição parcial ou total das lavouras, arvoredos ou matas contaminadas ou possíveis de contaminação Art 47. §2º Poderá ser dispensado o certificado de sanidade para a exportação de quaisquer dos produtos vegetais, quando destinados ao território das nações com as quais o Brasil não se tenha comprometido a estabelecer tal exigência, por acordo ou convenção internacional Art 50. O Ministério da Agricultura concederá o certificado de desinfecção ou expurgo Art 75. Poderá o Governo Federal entrar em entendimento e assinar acordos com os governos estaduais para efeito apenas da fiscalização do comércio de inseticidas e fungicidas, com aplicação na lavoura PLANTAS DANINHAS Agro M apas M enta is@agromapam AGROQUÍMICOS E AFINS Agro Mapas Mentais Fertilizantes Fungicidas Não sistêmicos Mineral misto 1. Não requer a germinação do propágulo 2. Evita ataque na parte aérea através de fungos presentes no interior da semente 3. Camada protetora na superfície da semente Sistêmicos 1. Absorção via radícula na germinação da semente 2. Translocação via xilema para os órgãos aéreos 3. Período residual depende de liberação e absorção via radícula Protetores ou residuais 1. Protege a planta contra infecção 2. Não tem atuação sobre o esporo intacto 3. Camada protetora tóxica CurativosAtua nas fases de pós- infecção e pré-sintoma ContatoPenetram na parede celular dos esporos Não requer a germinação dos mesmos Fitotóxicos em órgãos verdes 1. 2. 3. Produto resultante da mistura física de dois ou mais fertilizantes simples, complexo ou ambos Mineral complexo Produto com dois ou mais composto químicos, resultantes da reação química de seus componentes contendo dois ou mais nutrientes Orgânico misto Produto da natureza orgânica, resultante da mistura de dois ou mais fertilizantes orgânicos simples contendo um ou mais nutrientes de plantas Orgânico composto Produto obtido no processo físico, químico, bioquímico, natural ou controlado. Podendo ser enriquecido de nutrientes minerais Orgânico simples Produto natural de origem vegetal ou animal, contendo um ou mais nutrientes de plantas Agro M apas M enta is@agromapam PLANTAS DANINHAS Agro Mapas Mentais Métodos de controle Podem ser: - Gramineae - Leguminosae - Malvaceae - Euphorbiaceae... Classificação a) Quanto ao ciclo vegetativo Anuais, bienais e perenes b) Quanto ao hábito de crescimento Herbáceas Arbustivas Arbóreas Trepadeiras Hemiepífitas Epífitas Parasitas c) Quanto ao habitat De baixada, terrestres e aquáticas Manejo preventivo Controle cultural Controle mecânico Controle físico Controle biológico Controle químico Herbicidas Classificação a) Quanto a seletividade b) Quanto a época de aplicação c) Quanto ao mecanismo de ação d) Quanto a translocação Contato - Paraquat, Diquat... Sistêmico - 2,4-D, Picloram... SOLOS Agro M apas M enta is@agromapamANÁLISE DE SOLOS Agro Mapas Mentais Matéria Orgânica (M.O) Altos teores de M.O Indicam (> 50 g M.O/ dm3) 1. Alta CTC total 2. Maior resistência à variação do pH 3. Maior disponibilidade de enxofre e boro 4. Maior complexação de metais 5. Maior disponibilidade do fósforo 6. Menor fixação do fósforo aplicado Baixos teores de M.O (15 g M.O/ dm3) 1. Solos arenosos 2. Baixa CTC total e CTC efetiva 3. Maior risco de efeitos danosos de adubos altamente salinos (KCl) 4. Possibilidade de ocorrência de deficiências de enxofre e micronutrientes Indicam O teor de matéria orgânica sempre diminui com a profundidade Nas camadas superficiais (horizonte A) os teores variam, abaixo de 20 cm de profundidade (ou no chamado horizonte B) Geralmente os teores são menores que 15 g M.O/ dm3, exceto em solos com horizonte A mais profundo que 20 cm. Agro M apas M enta is@agromapam CAPACIDADE DO USO DA TERRA Agro Mapas Mentais Objetivos Categorias do sistema 1. Fornecer informações relativas ao uso da terra 2. Caracterizar espacialmente as limitações de uma área no uso da terra 3. Planejamento de práticas de conservação do solo Finalidade Conservação dos solos, em que são analisados as potencialidades dos solos, com maior ênfase nas suas limitações Grupo de capacidade de uso - A, B e C Estabelecidos de acordo com a intensidade de uso Classes de capacidade de uso - I a VIII Baseadas no grau de limitação do uso Subclasses de capacidade de uso - e, s, a, c Baseadas na natureza da limitação do uso Unidades de capacidade de uso - IIe-1, IIe- 2, IIIe-1, etc. Baseadas em condições específicas que afetam o uso e o manejo da terra Critérios para a classificação do potencial de uso do solo 1. Estabilidade do solo (declividade e erodibilidade) 2. Produtividade do solo (fertilidade) 3. Encharcamento 2. Falta ou excesso de umidade, acidez e alcalinidade Agro M apas M enta is@agromapamPERFIL DO SOLO Agro Mapas Mentais Horizonte A Horizonte B Camada mineral do solo mais próxima a superfície Horizonte O Ocorre em apenas alguns solos com acúmulo de detritos orgânicos sobre a superfície Horizonte C Camada delgada de restos orgânicos: folhas, galhos e restos vegetais em decomposição (Principal em florestas) Por sua posição é o horizonte que em geral tem mais acúmulo de matéria orgânica Com maiores teores para solos argilosos, exceto para os com aumento acentuado de argila em profundidade, em que são translocados para o horizonte B Ao conjunto de horizontes, que vai da superfície do solo até o material de origem, denomina-se perfil do solo Apresenta desenvolvimento máximo de estrutura dentro do perfil Acúmulodas pomáceas (Erwinia amylovora) Maçã, pera e ameixa, provenientes de regiões de ocorrência, devem ser tratadas previamente à embalagem, com produtos como o HIPOCLORITO DE SÓDIO Doença de maior importância mundial O período favorável refere-se ao mais úmido Sintomas Manchas foliares Lesões necróticas nas folhas (redução da atividade fotossintética) Controle Desfolha sanitária a cada 14 dias, visando a redução das fontes de patógeno Praga quarentenária ausente no Brasil Diversos países adotam medidas para garantir que o patógeno não entre nos seus limites - No Brasil e no Japão é exigido o certificado fitossanitário para importação destas plantas - Na Austrália há a proibição da entrada de plantas hospedeiras No Japão há presença desta bactériarelativo de materiais removidos do horizonte superior Situado abaixo do horizonte A, exibindo cores mais claras, devido ao menor teor de matéria orgânica Situado abaixo do horizonte B, podendo apresentar alto grau de intemperismo Com pouca influência de organismos e com características mais próximos do material de origem Na formação dos solos, a ação predominante dos organismos próximos a superfície gera diferenciação no sentido vertical Formando-se camadas distintas, chamadas de horizontes Agro M apas M enta is@agromapam pH DO SOLO Efeito na disponibilidade de nutrientes Aumenta a sua disponibilidade com o aumento do pH devido ao efeito favorável à mineralização da matéria orgânica Efeito na solubilidade de elementos tóxicos Agro Mapas Mentais Nitrogênio Potássio, Cálcio, Magnésio e Cloro Nenhum efeito direto do pH Efeito indireto, com a lixiviação, ocorrendo redução das bases e o aumento da acidez O aumento da CTC dependente do pH faz com que a lixiviação destes cátions diminua Enxofre A decomposição da matéria orgânica, liberando enxofre, é favorecida pela elevação do pH Abaixo de pH 7,0 há pouco efeito sobre a disponibilidade do boro Há decréscimos na solubilidade acima de pH 7,0 Boro Toxidez por alumínio pHde reservas Dreno: utilizam assimilados na respiração, no crescimento ou, conforme algumas definições, no armazenamento de assimilados A área foliar (fonte) pode der reduzida por remoção de parte da folha ou de folhas inteiras O sombreamento pode ser empregado para diminuir a taxa assimilatória líquida Agro M apas M enta is@agromapam ETAPA FOTOQUÍMICA DA FOTOSSÍNTESE Luz e pigmentos Agro Mapas Mentais Reações luminosas Obedece a dois princípios Cada fotossistema inclui um conjunto de 250 a 400 moléculas e consiste em dois componentes intimamente associados Fóton A luz carregada por um fóton é chamada de quatum 1. Princípio de Gotthaus-Draper A luz só tem atividade fotoquímica se for absorvida 2. Princípio de Einstein-Stark Um fóton pode excitar apenas um elétron Quando as moléculas de clorofila ou de outros pigmentos absorvem a energia dos fótons da luz: Os elétrons passam a um estado orbital de energia mais elevada - estado excitado Quando o elétron excitado regressa ao estado de energia basal, a energia libertada poderá ser: Dissipada sob a forma de calor; Transferida por ressonância indutiva Um complexo antena e um centro de reação O complexo antena inclui moléculas de pigmento que captam e canalizam energia para o centro de reação A energia é canalizada por RESSONÂNCIA INDUTIVA No cloroplasto, as clorofilas e os outros pigmentos estão inseridos nos tilacóides em unidades discretas de organização designadas FOTOSSISTEMAS Transformação da energia solar em energia química ATP e NADPH nos tilacóides Agro M apas M enta is@agromapamPRINCIPAIS EFEITOS DA LUZ NOS VEGETAIS Agro Mapas Mentais Morfologia das plantasDormência O crescimento radicular é inibido pela luz; já o das folhas é promovido Sementes fotoblásticas precisam de luz para germinar Pigmentação A planta sem luz é estiolada, pois a protoclorofila necessita de luz para transformar-se em clorofila A luz possui efeito regulador sobre a taxa de crescimento; normalmente, inibe o alongamento celular O processo que induz a dormência é controlado pelo fitocromo Fotoperiodismo Trata da luz na indução floral Processo que requer baixa densidade de fluxo de luz É a capacidade do organismo em responder a determinado fotoperíodo Fototropismo É o movimento de curvatura de órgão ou parte da planta que apresenta relação direcional com o estímulo luminoso Agro M apas M enta is@agromapam ETAPA BIOQUÍMICA DA FOTOSSÍNTESE Ciclo C3 Agro Mapas Mentais Carboxilado pela RUBISCOCiclo CAM ou MAC Ciclo C4 Dois tipos de células participam deste ciclo Orchidaceae; Bromeliaceae; Cactaceae Absorvem CO2 no escuro Ácidos orgânicos: ácido málico 1. Folhas com pouco espaço intercelular O primeiro intermediário estável é um composto com 3 carbonos (3-fosfoglicerato) Abrange os eucariontes fotossintetizantes, da alga mais primitiva até a angiosperma mais avançada Pertencem ao CICLO DE CALVIN, como alternativa para a fixação de carbono Carboxilado pela PEPCase - Células da bainha vascular - Células do mesófilo O primeiro composto após a fixação do CO2 é uma molécula de 4 carbonos Os produtos da carboxilação são o malato e o aspartato Possui anatomia KRANZ 2. Cutículas e paredes celulares espessas Agro M apas M enta is@agromapam FATORES DO MEIO QUE AFETAM A FOTOSSÍNTESE Agro Mapas Mentais Luz b) Densidade do fluxo A parte química da fotossíntese ocorre dentro de limites muito estreitos, impostos pelas enzimas que a regulam CO2 Quando aumenta a concentração de CO2 na atmosfera, aumenta paralelamente a atividade fotossintética, desde que não exista outro fator limitante Temperatura Limita dentro de temperatura extrema, que corresponde aproximadamente aos tolerados pelos compostos proteicos Existe sempre relação direta entre a intensidade da fotossíntese e a quantidade de luz quando nenhum outro fator for limitante Em geral, à medida que aumenta a densidade do fluxo de luz, aumenta também a fotossíntese, até que outro fator - por exemplo, o CO2 - torne-se limitante c) Quantidade da luz Cada pigmento da folha tem seu próprio espectro de absorção, que pode ser representado por uma curva, expressando a quantidade de luz absorvida a cada comprimento de onda a) Duração da luz A ação prolongada da luz em plantas superiores mostra que a fotossíntese pode ser mantida durante longos períodos de tempo sem apresentar efeito letal à planta Água Reduz quando em decréscimo no potencial hídrico Oxigênio Otto Warburg registrou em 1929 que a fotossíntese em algas é inibida pelo O2. Essa inibição que ocorre em todas as espécies C3 estudadas é denominada de "efeito de Warburg" Agro M apas M enta is@agromapam FISIOLOGIA DOS ESTÔMATOS Agro Mapas Mentais Anatomia dos estômatos Complexo estomático FunçãoMovimentação Variações na TURGESCÊNCIA das células-guardas Localização Face das folhas (epiderme adaxial e abaxial) a) Células-Guardas b) Células anexas ou subsidiárias c) Cloroplastos d) Sem plasmodesmas e) Sem cutícula f) Parede celular espessada em pontos estratégicos g) Ostíolo ou Poro h) Câmara sub-estomática Transpiração Fotossíntese Respiração Termorregulador a) Anfiestomática: ambas - Ex. Folhas de regiões áridas b) Hipoestomática: abaxial - Ex. Folhas de regiões úmidas c) Epiestomática: adaxial - Ex. Folhas de plantas aquáticas d) Anisoestomática: ambas, porém com número diferentes Mecanismos da regulação estomática Hidropassivo: perde água diretamente para a atmosfera Hidroativo: depende da concentração de solutos nas células-guardas Agro M apas M enta is @agromapam FOTOSSÍNTESE Agro Mapas Mentais Maquinário fotossintético Conversão da energia luminosa em energia química Pigmentos fotossintéticos Absorvem a luz que impulsiona a fotossíntese A maior parte serve como complexo antena, coletando luz e transferindo a energia para o complexo dos centros de reação, onde as reações químicas de oxidação e redução que levam ao armazenamento de energia a longo prazo acontecem Carotenóides Clorofilas a e b A partir da energia solar a planta oxida uma molécula de água, liberando oxigênio e reduz CO2 para formar moléculas mais complexas Forma-se grandes compostos carbonados, sobretudo açúcares Os produtos finais são compostos de alta energia ATP e NADPH Envolve reações de fixação de carbono Mesofilo Tecido mais ativo das plantas superiores Suas células possuem muitos cloroplastos A energia luminosa é convertida em energia química por duas unidades funcionais denominadas de FOTOSSISTEMAS Agro M apas M enta is @agromapam HORMÔNIO E REGULADORES VEGETAIS Agro Mapas Mentais Hormônios vegetais Princípais grupos de hormônios vegetais Auxinas (AX) Giberelinas (GA) Citocininas (CK) Ácido abscísico (ABA) Etileno (ET) Brassinoesteroides (BR) Jasmonatos (JA) Salicilatos (SC) Reguladores vegetais São substâncias que atendem às características que definem um "hormônio vegetal", contudo são sintéticos e quando endógenos se apresentam em maiores concentrações São substâncias orgânicas, produzidas pela própria planta (endógeno), que, em baixas concentrações, promovem, inibem ou modificam o crescimento e desenvolvimento do vegetal Reguladores vegetais Sintéticos Ethrel (Ethephon) Pix (Cloreto de Mepiquat Moddus (Etil-trinexapac) IBA + CK + GA3 (Stimulate) Agro M apas M enta is@agromapamO CLIMA E AS PLANTAS Agro Mapas Mentais Importância ecológica O clima influi no crescimento e desenvolvimento das plantas, tendo importância fisiológica, ecológica e agrícola (agronômica) Importância fisiológica a) Efeitos a curto prazo: a radiação solar influi na fotossíntese b) Efeitos persistentes: forma e tamanho da folha em crescimento são sensíveis aos fatores do meio, mas depois de certo ponto não sofrem mais influência do ambiente c) Efeitos metaestáveis: vernalização e fotoperiodismo O clima tem fundamental importância na formação do ecossistema (tipo de vegetação) Importância agronômica a) Escolha de um local para umacultura, espécie ou cultivar: deve-se selecionar uma cultura para um determinado local, levando-se em conta sua adaptação b) Experimentação: os parâmetros climáticos devem ser determinados c) Práticas culturais: irrigação, espaçamento, época de plantio, época de aplicação de adubos, transplantes, modificações de microclimas (cultivos forçados), todos dependem das características do clima Agro M apas M enta is@agromapam RESPIRAÇÃO VEGETAL Órgãos da planta Principal substrato respiratório, açúcares provenientes da parte aérea via floemaFatores ambientais que alteram Agro Mapas Mentais Raiz Processo pelo qual a energia contida nos substratos respiratórios (carboidratos, lipídeos, proteínas, etc.) é liberada de maneira controlada, por reações de oxidação Concentração de carbono Temperatura Disponibilidade de oxigênio Injúrias físicas Disponibilidade de substrato Tipo e idade da planta Caule Baixa taxa de respiração se comparada a outros órgãos (câmbio) Folhas Respiração intensa o tempo todo. A via das pentose- fosfato tem grande importância nesse órgão Sementes O aumento da taxa de respiração leva a degradação da reserva Frutos Após a fertilização, a taxa respiratória é intensa devido ao processo de desenvolvimento do fruto (alta divisão celular) FITOPATOLOGIA Mapas Mentais já estudados no @agromapam Agro M apas M enta is @agromapamCICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENOS- HOSPEDEIRO Processos básicos Agro Mapas Mentais Incremento da doença em um campos de cultivo em escala temporal e espacial Sobrevivência Disseminação Infecção Colonização Reprodução 1. 2. 3. 4. 5. Epidemiologia Perfeita interação entre uma população de plantas suscetíveis, uma população de patógenos virulentos e agressivos, sob condições ambientais favoráveis Vetores envolvidos na sobrevivência dos vírus incluem Protozoários Insetos Ácaros Fungos Nematóides 1. 2. 3. 4. 5. Estruturas especializadas Clamidósporos Fusarium Escleródios Sclerotina Disseminação Liberação Dispersão Deposição Oósporos Pythium Teliósporos Puccinia Ascocarpos Venturia Agro M apas M enta is@agromapam DIAGNOSE DE DOENÇAS Doenças infecciosas Fungos; Bactérias; Nematóides; Vírus Sintomas morfológicos Agro Mapas Mentais Bióticas Abióticas Nutrição; Ambiente; Substâncias químicas Já conhecidas Presença de patógenos na superfície/ órgão aéreos da planta Presença de patógenos internos à planta Não conhecidas Realizar o Postulado de Koch Associação constante patógeno-hospedeiro Isolamento do patógeno Inoculação do patógeno e reprodução dos sintomas Reisolamento do patógeno 1. 2. 3. 4. Plásticos Xanthomonas albilineans - Cana Albinismo Xyllela fastidiosa - Citros Clorose Giberella fujikuroi - Arroz Estiolamento Papaya Ring-Spot Virus - Mamoeiro Mosaico Necróticos Xanthomonas campestris pv. citri - Citros Cancro Ralstonia solanacearum - Tomate Murcha Cercospora - Cenoura Amarelecimento Agro M apas M enta is@agromapam DOENÇAS DE PLANTAS Epidemias importantes Agro Mapas Mentais Princípios de controle Ferrugem do cafeeiro Requeima da batata Ferrugem dos cereais Cancro cítrico Mal-do-panamá Tristeza dos citros 1. 2. 3. 4. 5. 6. Epidemiologia Perfeita interação entre uma população de plantas suscetíveis, uma população de patógenos virulentos e agressivos, sob condições ambientais favoráveis Principais Banana Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis) Mal do panamá (Fusarium oxysporum) Mamão Mosaico Videira Míldio Citros Gomose Cacau Vassoura-de-bruxa (Moniliophora perniciosa) Exclusão Erradicação Proteção Imunização Terapia Regulação Evasão Diagnóstico Indireto Sinais (Postulado de Koch) Direto Sintomas Agro M apas M enta is@agromapam EPIDEMIOLOGIA DE DOENÇAS DE PLANTAS Agro Mapas Mentais Condições que afetam o desenvolvimento de epidemias Objetivos - Estudar a evolução das doenças em populações do hospedeiro; - Avaliar os prejuízos absolutos e relativos causados pelas doenças nas culturas; - Avaliar os efeitos simples e as interações entre resistência do hospedeiro, medidas sanitárias, uso de fungicidas e outras medidas de controle das doenças "Estudo de populações de patógenos em populações de hospedeiros e da doença resultante desta interação, sob a influência do ambiente e a interferência humana" Níveis de resistência ou suscetibilidade do hospedeiro Fatores envolvidos Patógeno Hospedeiro Ambiente Nível de virulência e agressividade do patógeno Tipo de cultura e idade da planta hospedeira Quantidade de inóculo próximo ao hospedeiro Temperatura, umidade, luminosidade e pH Práticas culturais e introdução de novos patógenos Agro M apas M enta is @agromapam GRUPOS DE DOENÇAS Agro Mapas Mentais Grupo III - Podridões de raiz e colo O processo doença envolve alterações na fisiologia do hospedeiro Grupo I - Podridões de órgãos de reserva 1. Patógenos de sementes: Aspergillus e Fusarium 3. Podridões secas: Aspergillus e Fusarium Grupo II - Damping off Tecidos jovens, ainda dependentes ou recém-liberados das reservas nutricionais acumuladas na semente 1. Bactérias: Xanthomonas e Pseudomonas 2. Fungos: Pythium e Rhizoctonia 2. Agentes de podridões moles: Penicillium e Botrytis Condições favoráveis Ferimentos nos frutos Altas temperaturas Controle Transporte Embalagem Armazenamento Etiologia Etiologia Condições favoráveis Solos encharcados Temperaturas amenas Controle Sementes sadias Tratamento de sementes Rotação de culturas Etiologia 1. Fungos como principais agentes: Fusarium solani, Sclerotium e Phytophthora Afetam o sistema radicular e o colo da planta, atacando desde o estádio inicial até o adulto Condições favoráveis Alta umidade Temperaturas adequadas a cada fungo Controle Evitar excesso de umidade Rotação de culturas Tratamento de sementes Agro M apas M enta is@agromapam PATÓGENO- HOSPEDEIRO Agro Mapas Mentais Sigatoka negra (Mycosphaerella fijiensis) Patógeno da bananeira Fogo bacteriano das pomáceas (Erwinia amylovora) Maçã, pera e ameixa, provenientes de regiões de ocorrência, devem ser tratadas previamente à embalagem, com produtos como o HIPOCLORITO DE SÓDIO Doença de maior importância mundial O período favorável refere-se ao mais úmido Sintomas Manchas foliares Lesões necróticas nas folhas (redução da atividade fotossintética) Controle Desfolha sanitária a cada 14 dias, visando a redução das fontes de patógeno Praga quarentenária ausente no Brasil Diversos países adotam medidas para garantir que o patógeno não entre nos seus limites - No Brasil e no Japão é exigido o certificado fitossanitário para importação destas plantas - Na Austrália há a proibição da entrada de plantas hospedeiras No Japão há presença desta bactéria Agro M apas M enta is@agromapam PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE DE DOENÇAS Agro Mapas Mentais ExclusãoImunização Proteção Evitar o contato do patógeno com a planta hospedeira Erradicação Evitar o estabelecimento do patógeno em uma área de cultivo Rotação de culturas Tratamento de semente Eliminação de hospedeiros alternativos Evitar a colonização do patógeno na planta hospedeira Resistência genética Pré-imunização química e biológica Evitar a entrada do patógeno em uma área Sementes e mudas sadias Quarentena Eliminação de vetores Inspeção e certificação Pulverização de partes aéreas Tratamento de sementes Terapia Restabelecer a sanidade da planta hospedeira Quimioterapia Termoterapia Evasão Táticas de fuga do patógeno Escolha da área geográfica Escolha do local de plantio Escolha da data de plantio Plantio raso Variedade precoce Regulação Controle do patógeno por manejo do ambiente Cultivo protegido Controle de temperatura Modificação de práticas culturais Modificação do ambiente solo LEGISLAÇÃO Mapas Mentais já estudados no @agromapam @agromapam DECRETO nº 24114/ 34 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL Capítulo I Insetos vivos, ácaros, nematóides e outros parasitos nocivos àsplantas Culturas de bactérias e cogumelos nocivos às plantas Caixas, sacos e outros artigos de acondicionamento, que tenham, serviço ao transporte dos produtos acima Terras, compostos e produtos vegetais que contenham parasitos nocivos aos vegetais, quer aompanhem ou não plantas vivas Capítulo II Agro Mapas Mentais Capítulo III Art 1º. São proibidos, em todo o território nacional, a importação, o comércio, o trânsito e a exportação de: §2º Somente para fins experimentais, em estabelecimentos científicos do país, poderá o Ministério da Agricultura permitir a importação do material, porém, com as medidas preventivas que forem prescritas em cada Conselho Nacional de Defesa Agrícola Art 3º. A importação de vegetais e partes de vegetais somente será permitida pelos portos ou etações de fronteiras em que houver sido instalado o Serviço de Defesa Sanitária Vegetal Art 20. É livre, em todo o território nacional, o trânsito de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal Art 10. No caso de material proibido, ficarão sob vigilância em lugar indicado §1º Reembarcados dentro de 15 dias, desnaturados ou destruídos após esse prazo §2º Pragas ou doenças perigosas, será feita a apreensão e a destruição imediata dos produdtos condenados §4º A desnaturação, remoção e destruição de produtos condenados será feita pelo Serviço de Defesa Sanitária Vegetal, ou pelas alfândegas Agro M apas M enta is @agromapam DECRETO nº 24114/ 34 DEFESA SANITÁRIA VEGETAL Capítulo IV Capítulo V Agro Mapas Mentais Art 28. O ministério da Agricultura, com os recursos de que dispuser e com a colaboração dos governos estaduais e municipais; promoverá o reconhecimento periódico e completo do estado sanitário vegetal de todo o país Capítulo VI Art 52. Os fabricantes, importadores ou representantes de inseticidas e fungicidas, com aplicação na lavoura, não poderão vendê-los ou expô-los à venda, sem o registro e licenciamento dos respectivos produtos ou preparados no Serviço de Defesa Sanitária Vegetal Art 34. Entre as medidas adotadas para a erradicação, poderá o Ministério da Agricultura incluir a destruição parcial ou total das lavouras, arvoredos ou matas contaminadas ou possíveis de contaminação Art 47. §2º Poderá ser dispensado o certificado de sanidade para a exportação de quaisquer dos produtos vegetais, quando destinados ao território das nações com as quais o Brasil não se tenha comprometido a estabelecer tal exigência, por acordo ou convenção internacional Art 50. O Ministério da Agricultura concederá o certificado de desinfecção ou expurgo Art 75. Poderá o Governo Federal entrar em entendimento e assinar acordos com os governos estaduais para efeito apenas da fiscalização do comércio de inseticidas e fungicidas, com aplicação na lavoura Agro M apas M enta is @agromapam CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO Agro Mapas Mentais Mecanismo de proteção Exploração FLorestal Reserva Legal (RL) De florestas nativas Parcela de cada propriedade ou posse rural que deve ser preservada A exploração pelo manejo florestal se dá nos limites estabelecidos em lei para o bioma em que está a propriedade Áreas de Preservação Permanente (APP) Preserva locais frágeis como beiras de rios, topos de morros e encostas, que não podem ser desmatados para não causar erosões e deslizamentos Controle de Origem no Brasil Áreas de Uso Restrito (AUR) São áreas nas quais sua utilização sofre restrições, mas que não são consideradas APP Dependerá de licenciamento pelo órgão competente do Sisnama, mediante aprovação prévia do PMFS De florestas plantadas É livre a extração de lenha e demais produtos dessas florestas nas áreas não consideradas APP e RL O plantio ou reflorestamento devem estar previamente cadastrado no órgão ambiental competente e a exploração ser previamente declarada nele para fins de controle de origem Suprimento e consumo de produtos e subprodutos florestais Coordenado, fiscalizado e regulamentado pelo Sisnama A licença será formalizada por meio da emissão do Documento de Origem Florestal (DOF) Agro M apas M enta is@agromapam CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO Agro Mapas Mentais Art 4º. Considera-se APP, em zonas rurais ou urbanas Art 10. Nos pantanais e planícies pantaneiras É permitida a exploração ecologicamente sustentável, devendo- se considerar as recomendaçãoes técnicas dos órgãos oficiais de pesquisa Art 6º. Consideram-se, preservação permanente, as áreas cobertas com florestas ou outras formas de vegetação, com as seguintes finalidades: I - As faixas marginais de qualquer curso d'água natural perene e intermitente: I - Conter a erosão do solo e mitigar riscos de enchentes e deslizamentos de terra e de rocha II - Proteger as restingas ou veredas III - Proteger várzeas IV - Abrigar exemplares da fauna ou da flora ameaçadas de extinção V - Formar faixas de proteção ao longo de rodovias e ferrovias a) 30 m para os cursos d'água de menos 10 m de largura b) 50 m para os cursos d'água que tenham de 10 a 50 m de largura c) 100 m para os cursos d'água que tenham de 50 a 200 m de largura d) 200 m para os cursos d'água que tenham de 200 a 600 m. e) 500 m para os cursos d'água que tenham largura superior a 600 m SISTEMÁTICA VEGETAL Mapas Mentais já estudados no @agromapam Agro M apas MentaisCÉLULA VEGETAL Agro Mapas Mentais Consiste tipicamente em uma parede celular mais ou menos rígida e um protoplasto (derivado do termo protoplasma) NúcleoEstrutura mais proeminente no interior do protoplasto de células eucarióticas Plastídeo Membrana Plasmática @agromapam Um protoplasto é constituído por um citoplasma e um núcleo 1. Mediar o transporte de substâncias para o interior e para fora do protoplasto 2. Coordenar a síntese e montagem das microfibrilas da parede celular (celulose) 3. Traduz sinais hormonais e do ambiente envolvidos no controle do crescimento celular e diferenciação Funções: Citoplasma inclui: Entidades distintas, delimitadas por membranas (organelas como plastídeos e mitocôndrias) Sistema de membranas (o retículo endoplasmático) Entidades não-membranosas (ribossomos, filamentos de actina e microtúbulos) Função: 1. Controla as atividades normais da célula por determinar quais moléculas proteicas serão produzidas e como serão produzidas 2. Armazena informação genética, transferindo esta para as células filhas durante a divisão celular Internamente diferenciado por um sistema de membranas e uma matriz mais ou menos homogênea, o estroma Vacúolo Regiões dentro da célula, envoltas por uma membrana preenchida com um líquido chamado suco celular Parede Celular Restringe o tamanho do protoplasto e impede a ruptura da membrana plasmática quando o protoplasto aumenta de tamanho ao entrar água na célula Contém uma variedade de enzimas e tem papel importante na absorção, transporte e secreção de substâncias em uma planta Agro M apas M enta is@agromapam TIPOS DE CAULES Agro Mapas Mentais Caules eretos Tronco Estipe Colmo Haste Escapo Caules rastejantes, trepadores e estolãoCaules subterrâneos: rizoma, tubérculo e bulbo Caules aquáticos Pseudobulbo SOLOS Mapas Mentais já estudados no @agromapam Agro M apas M enta is@agromapamANÁLISE DE SOLOS Agro Mapas Mentais Matéria Orgânica (M.O) Altos teores de M.O Indicam (> 50 g M.O/ dm3) 1. Alta CTC total 2. Maior resistência à variação do pH 3. Maior disponibilidade de enxofre e boro 4. Maior complexação de metais 5. Maior disponibilidade do fósforo 6. Menor fixação do fósforo aplicado Baixos teores de M.O (15 g M.O/ dm3) 1. Solos arenosos 2. Baixa CTC total e CTC efetiva 3. Maior risco de efeitos danosos de adubos altamente salinos (KCl) 4. Possibilidade de ocorrência de deficiências de enxofre e micronutrientes Indicam O teor de matéria orgânica sempre diminui com a profundidade Nas camadas superficiais (horizonte A) os teores variam, abaixo de 20 cm de profundidade (ou no chamado horizonte B) Geralmente os teores são menores que 15 g M.O/dm3, exceto em solos com horizonte A mais profundo que 20 cm. Agro M apas M enta is @agromapam CALAGEM Agro Mapas Mentais Neutraliza H+ da solução forçando a liberação de H+ dos grupos funcionais para manter o equilíbrio, causando a reação TAMPÃO Critérios para recomendação Se o H+ da solução é neutralizado pelo calcário, o Al3+ precipita-se causando deslocamento de Al3+ adsorvido para a solução Necessidade de calagem (NC) Quantidade de corretivo de acidez em toneladas por hectare com PRNT 100% a ser incorporada numa camada de 0 a 20 cm de profundidade Neutralização do alumínio e/ ou elevação dos teores de cálcio e magnésio Cálculo utilizado para definir a NC em que considera a acidez do solo e a a exigência de cálcio e magnésio da cultura Método da saturação por bases Solo arenoso (teor de argila Transportado até à zona das raízes (via solução do solo) Suprimento de nutrientes Agro M apas M enta is@agromapam INTEMPERISMO Agro Mapas Mentais Processo de desintegração, dissolução ou quebra das rochas na superfície e subsuperfície Intemperismo Químico Hidratação Hidrólise Oxidação Dissolução Intemperismo Físico Variação de temperatura Hidratação dos minerais das rochas Congelamento e degelo Cristalização de sais Fatores que controlam a ação do intemperismo - Clima - Relevo - Rocha parental - Tempo de exposição - Estrutura da rocha - Fauna e Flora (fornecem M.O para reações químicas e remobilizam materiais) Intemperismo biológico Os organismos participam da degradação das rochas ou dos minerais, através de sua fragmentação ou contribuição com substâncias químicas que favorecem o intemperismo Agro M apas M enta is @agromapam MACRONUTRIENTES CATIÔNICOS Agro Mapas Mentais Potássio (K)Cálcio (Ca) Segundo elemento requerido em maior quantidade, altamente móvel, além de ser o mais abundante nas células vegetais Forma absorvida Ca2+ / Absorção maior por fluxo de massa Funções Membranas celulares (pontes) Parede celular (componente) Germinação pólen e cresc. tubo polínico Ativa poucas enzimas Forma absorvida K+ / Absorção maior por difusãoFunções Ativa + de 50 enzimas: Respiração Síntese do amido Síntese de proteínas ATPases de membrana Abertura e fechamento dos estômatos Sintoma de deficiência Móvel: folhas velhas - Clorose e necrose nas bordas das folhas - Pectatos de Ca (parede celular) - Sais: Oxalato, fosfato, carbonato Sintoma de deficiência - Deformação folhas novas, clorose nas bordas - Algumas espécies: sintoma nos frutos - Podridão apical - tomate, pimentão... Magnésio (Mg) Forma absorvida Mg2+ / Absorção maior por fluxo de massa Funções Estrutural: componente de clorofila Ativador enzimas (+ ativa) Cofator enzimas fosforilativas (ATP) Sintoma de deficiênciaMóvel: folhas velhas - Clorose entre as nervuras Agro M apas MentaisO SOLO Agro Mapas Mentais Fase sólida Fração mineral Silicatos = minerais primários que, por intemperismo, produzem minerais secundários e liberam nutrientes das plantas Quartzo e outros minerais Fase líquida ou solução do solo Lugar em que as raízes "bebem" os nutrientes da planta Principais funções exercidas pelo ar do solo Compartimentos Fase sólida Minerais primários e matéria orgânica não humificada Fase lábil Argilas Sesquióxidos Matéria orgânica humificada = complexo de troca SoluçãoÁgua Minerais isolados Minerais complexados com matéria orgânica solúvel A água não aproveitada pela planta é classificada: Gravitacional: não retida pelas partículas do solo, drenada pela gravidade Capilar: retida por tensão superficial, movimentando-se em forma líquida Fixada por adsorção aos colóides, movimento em forma de vapor Fornecimento de O2 para respiração das raízes, dos microrganismos aeróbicos e da fauna do solo Fornecimento de N2 para a fixação biológica por bactérias de vida livre (simbióticas e endofíticas) Participação do O2 em reações de oxidação do processo de formação do solo 1. 2. 3. @agromapam Agro M apas M enta is@agromapamPERFIL DO SOLO Agro Mapas Mentais Horizonte A Horizonte B Camada mineral do solo mais próxima a superfície Horizonte O Ocorre em apenas alguns solos com acúmulo de detritos orgânicos sobre a superfície Horizonte C Camada delgada de restos orgânicos: folhas, galhos e restos vegetais em decomposição (Principal em florestas) Por sua posição é o horizonte que em geral tem mais acúmulo de matéria orgânica Com maiores teores para solos argilosos, exceto para os com aumento acentuado de argila em profundidade, em que são translocados para o horizonte B Ao conjunto de horizontes, que vai da superfície do solo até o material de origem, denomina-se perfil do solo Apresenta desenvolvimento máximo de estrutura dentro do perfil Acúmulo relativo de materiais removidos do horizonte superior Situado abaixo do horizonte A, exibindo cores mais claras, devido ao menor teor de matéria orgânica Situado abaixo do horizonte B, podendo apresentar alto grau de intemperismo Compouca influência de organismos e com características mais próximos do material de origem Na formação dos solos, a ação predominante dos organismos próximos a superfície gera diferenciação no sentido vertical Formando-se camadas distintas, chamadas de horizontes Agro M apas M enta is@agromapam pH DO SOLO Efeito na disponibilidade de nutrientes Aumenta a sua disponibilidade com o aumento do pH devido ao efeito favorável à mineralização da matéria orgânica Efeito na solubilidade de elementos tóxicos Agro Mapas Mentais Nitrogênio Potássio, Cálcio, Magnésio e Cloro Nenhum efeito direto do pH Efeito indireto, com a lixiviação, ocorrendo redução das bases e o aumento da acidez O aumento da CTC dependente do pH faz com que a lixiviação destes cátions diminua Enxofre A decomposição da matéria orgânica, liberando enxofre, é favorecida pela elevação do pH Abaixo de pH 7,0 há pouco efeito sobre a disponibilidade do boro Há decréscimos na solubilidade acima de pH 7,0 Boro Toxidez por alumínio pH > Ca2+ > Mg2+ >> K+ > Na+ A propriedade de troca de cátions nos solos é de grande importância para regular a retenção e a liberação de elementos químicos em forma disponível para as plantas Determinações e definições A CTC é um dos atributos mais importantes para diversos fins, tanto em pedologia como em fertilidade do solo Origem A troca de cátions em solos implica a existência de substâncias ou materiais com carga negativa nas superfícies expostas das partículas O primeiro e principal fator determinante da energia de atração é a carga do cátion; o segundo, é o tamanho do cátion ou íon hidratado, sendo os cátions menores retidos com maior energia. Os principais materiais que possuem a propriedade de troca de íons em solo são a matéria orgânica, os minerais de argila, os óxidos de ferro e alumínio No mineral de argila do tipo 2:1, predomina cargas elétricas negativas permanentes O mineral de argila do tipo 1:1, possui CTC baixa, sendo a caulinita o principal mineral Atributos pertinentes a CTC: 1. Soma de bases 2. Acidez total a pH 7,0 3. Acidez trocável 4. Capacidade de troca de cátions 5. Capacidade de troca de cátions efetiva EXTRAS Mapas Mentais já estudados no @agromapam Agro M apas M enta is@agromapam ADUBAÇÃO VERDE Agro Mapas Mentais Plantar uma espécie vegetal que, após atingir seu pleno desenvolvimento vegetativo, será cortada ou acamada, sendo sua massa deixada sobre a superfície ou incorporada ao solo Principais espécies utilizadas em programas de adubação verde no Brasil Feijão-guandu Colza Crotalária striata Fava-forrageira Nabo-forrageiro Características desejáveis em plantas para adubação verde Ser resistente a condições climáticas adversas, mostrando produção constante Resistir a pragas e doenças e não exigir controle fitossanitário específico Ser pouco exigente em nutrientes Ter capacidade de reciclar nutrientes Objetivos - Proteger o solo das chuvas de alta intensidade, reduzindo ou mesmo controlando a erosão - Manter elevada a taxa de infiltração de água no solo - Promover contínuo aporte de fitomassa - Mobilizar e reciclar de forma eficaz os nutrientes Agro M apas MentaisAGRICULTURA DE PRECISÃO Agro Mapas Mentais @agromapam Ferramentas Manejo diferenciado com uma gestão que otimiza e aproveita melhor cada porção da área Insumos aplicados de acordo com o que cada parte da lavoura necessita Vantagens Mais segurança na tomada de decisão Economia de insumos Economia financeira Economia de recursos Melhoria das atividades agrícolas Maior controle da fazenda É caro? Custos de produção elevados pelo uso de ferramentas tecnológicas - Levando em conta a sustentabilidade - Auxílio na aquisição e interpretação dos dados Dificuldades Amostragens de solo Mapas de colheita Geolevantamento de informações Baseado em: Satélites Drones Máquinas Sensores Utilizando: Importante! Saber se o custo compensa tendo em vista a propriedade e finanças Planejamento agrícola Gestão eficiente Para a tomada de decisão: Pessoas qualificadas para o processamento e análise das informações Difusão de conhecimento a respeito das tecnologias empregadas Conhecimento técnico para transformar informações em conhecimento útil aos produtores Alto custo de produção Agro M apas M enta is@agromapam AGROQUÍMICOS E AFINS Agro Mapas Mentais Fertilizantes Fungicidas Não sistêmicos Mineral misto 1. Não requer a germinação do propágulo 2. Evita ataque na parte aérea através de fungos presentes no interior da semente 3. Camada protetora na superfície da semente Sistêmicos 1. Absorção via radícula na germinação da semente 2. Translocação via xilema para os órgãos aéreos 3. Período residual depende de liberação e absorção via radícula Protetores ou residuais 1. Protege a planta contra infecção 2. Não tem atuação sobre o esporo intacto 3. Camada protetora tóxica CurativosAtua nas fases de pós- infecção e pré-sintoma ContatoPenetram na parede celular dos esporos Não requer a germinação dos mesmos Fitotóxicos em órgãos verdes1. 2. 3. Produto resultante da mistura física de dois ou mais fertilizantes simples, complexo ou ambos Mineral complexo Produto com dois ou mais composto químicos, resultantes da reação química de seus componentes contendo dois ou mais nutrientes Orgânico misto Produto da natureza orgânica, resultante da mistura de dois ou mais fertilizantes orgânicos simples contendo um ou mais nutrientes de plantas Orgânico composto Produto obtido no processo físico, químico, bioquímico, natural ou controlado. Podendo ser enriquecido de nutrientes minerais Orgânico simples Produto natural de origem vegetal ou animal, contendo um ou mais nutrientes de plantas Agro M apas MentaisHERBICIDAS PRÉ- EMERGENTES PARA SOJA @agromapam Controle de plantas daninhas de folha estreita Controle de plantas daninhas de folha larga S-metolachlor Diclosulam Agro Mapas Mentais 1. Quando aplicar: ação residual para controle de banco de sementes, utilizado nas primeiras aplicações do manejo outonal 2. Controle: buva e algumas gramíneas (capim-amargoso) 3. Cuidados: o solo deve estar úmido Flumioxazin 1. Quando aplicar: ação residual para controle de banco de sementes, utilizado nas primeiras aplicações do manejo outonal ou no sistema de aplique plante da soja 2. Controle: buva e algumas gramíneas (capim-amargoso) Sulfentrazone 1. Quando aplicar: ação residual para controle de banco de sementes, utilizado na primeira aplicação do manejo outonal 2. Controle: plantas daninhas de folhas largas e bom controle de algumas gramíneas Recomendado principalmente para áreas onde também ocorre infestação de tiririca 1. Quando aplicar: ação residual utilizado no sistema de aplique plante da soja 2. Controle: gramíneas de semente pequena (capim- amargoso, capim-pé-de- galinha) 3. Cuidados: não deve ser aplicado em solos arenosos. O solo deve estar úmido com perspectiva de chuva Clomazone 1. Quando aplicar: ação residual, no sistema de plante aplique 2. Controle: gramíneas de semente pequena (capim- amargoso, capim-pé-de- galinha) e algumas folhas largas de sementes pequena 3. Cuidados: deriva em culturas suscetíveis vizinhas Agro M apas M enta is @agromapamHERBICIDAS Agro Mapas Mentais Classificação Translocação Época de aplicação Seletivos Quanto a seletividade Quanto a época de aplicação Quanto a translocação Quanto ao mecanismo de ação São aqueles que, dentro de determinadas condições, são mais tolerados por uma determinada espécie ou variedade de plantas do que por outras Não - Seletivos São aqueles que atuam indiscriminadamente sobre todas as espécies de plantas. Normalmente são recomendados para uso como dessecantes ou em aplicação dirigidas Pré-plantio Herbicida muito volátil, de solubilidade muito baixa, necessita ser incorporado ao solo Pós-plantio Dependendo da atividade dos herbicidas sobre as plantas, eles devem ser aplicados em pré ou em pós-emergência das culturas ou das plantas daninhas Contato Quando atuam próximo ou no local onde eles penetram nas plantas Sistêmico Quando o movimento (translocação) do herbicida é via floema ou floema e xilema Agro M apas M enta is@agromapam PLANTAS DANINHAS Agro Mapas Mentais Métodos de controle Podem ser: - Gramineae - Leguminosae - Malvaceae - Euphorbiaceae... Classificação a) Quanto ao ciclo vegetativo Anuais, bienais e perenes b) Quanto ao hábito de crescimento Herbáceas Arbustivas Arbóreas Trepadeiras Hemiepífitas Epífitas Parasitas c) Quanto ao habitat De baixada, terrestres e aquáticas Manejo preventivo Controle cultural Controle mecânico Controle físico Controle biológico Controle químico Herbicidas Classificação a) Quanto a seletividade b) Quanto a época de aplicação c) Quanto ao mecanismo de ação d) Quanto a translocação Contato - Paraquat, Diquat... Sistêmico - 2,4-D, Picloram... Agro M apas MentaisSISTEMA REPRODUTIVO Agro Mapas Mentais Reprodução sexual Espécies alógamas Reprodução assexual Espécies autógamas @agromapam Baseada no processo meiótico de divisão celular Número de cromossomos das células produtivas são reduzidos à metade para formar os gametas Autopolinização Polinização cruzada Mecanismos que podem prevenir a autogamia ou favorecer a alogamia Propagação vegetativa Transferência do pólen de uma antera para o estigma da mesma flor ou de outra flor da mesma planta Fenômenos que podem favorecer a autopolinização Ausência de incompatibilidade Autofecundação Cleistogamia Polinização se dá antes da antese Estruturas morfológicas Estigma e estames envoltos por estruturas florais Dioicia Alguns indivíduos produzem apenas flores masculinas e outros somente flores femininas Monoicia Produção de flores masculinas e femininas separadamente na mesma planta Baixa produção de sementes Manifestação de variabilidade genética indesejável quando multiplicada por sementes Apomixia É um tipo de reprodução assexuada que consiste na produção de sementes sem que antes ocorra fertilização, tendo como resultado sementes que são geneticamente idênticas à planta mãe ENTOMOLOGIA Agro M apas M enta is @agromapam INTERAÇÃO ENTRE INSETOS E PLANTAS Consumo foliar Reprodução da planta/ alimento para o inseto Agro Mapas Mentais Alimentação externa Proteção da planta/ alimento e abrigo para o inseto Mais visível do que ataque por sugadores Lepidoptera e coleoptera, mais diversos Outros: Orthoptera, Hymenoptera, Phasmatodea e Psocoptera Alimentação interna Minas e brocas Minadores de folhas, se alojam entre as duas epidermes da folha, e minadores de caules, são alojados nas camadas superfiais dos caules - Diptera, Lepidoptera, Coleoptera e Hymenoptera Broqueadores, insetos que residem e se alimentam em camadas profundas da planta, dentro dos tecidos - Hymenoptera: troncos - Diptera: frutos - Coleoptera e Lepidoptera: sementes Sugadores de seiva A alimentação se dá pela sucção do conteúdo do floema (seiva elaborada) Dano direto: retardamento do crescimento Dano indireto: transmissão de viroses ou injeção de saliva tóxica - Heteroptera (Homoptera e Hemiptera) Galhadores São insetos que emitem estímulos químico às células de tecidos vegetais, causando uma hipertrofia ou hiperplasia Intimamente associados através da polinização, ou na sua dispersão espalhando suas sementes As formigas se beneficiam de associações com mirmecófitas, que abrigam seus ninhos e fornece alimento. Em troca, a planta tem proteção contra os herbívoros @agromapam PRINCIPAIS PRAGAS DE PLANTAS CULTIVADAS Agro Mapas Mentais Bananeira Citros Ácaro da falsa ferrugem (Phyllocoptruta oleivora) Mosca-das-frutas (Anastrepha fraterculus) Mosca negra dos citros (Aleurocanthus woglumi) Soja Helicoverpa armigera Spodoptera cosmodes Percevejo marrom (Euschistus heros) Broca do rizoma (Cosnopolites sordidus) Traça da bananeira (Opogona sacchari Mandioca Mandarová Ácaros Mosca branca Broca do caule Cupuaçu/ Cacau Vassoura de bruxa (Moniliophthora perniciosa) Controle Deve ser preventivo e corretivo Específico de uma praga persistente deve ser feito com métodos alternativos Agro M apas M enta is @agromapam PRAGAS REGULAMENTADAS Quarentenárias Agro Mapas Mentais Aquelas não presentes no país, porém com características de serem potenciais causadoras de importantes danos econômicos, se introduzidas Ausentes (A1) - Nematoda: Anguina tritici - Fungi: Alternaria mali - Procariontes: Erwinia salicis - Vírus e viroides: Potato virus A (PVA) Presentes (A2) Aquelas de importância econômica potencial, já presentes no país, porém não se encontram amplamente distribuídas e possuem programa oficial de controle Sigatoka negra e Cancro cítrico Não Quarentenárias (PNQR) Pragas cuja presença em plantas para cultivo afeta o uso pretendido de tais plantas por meio de impacto econômico e é então regulamentada dentro do país importador PNQR segue os princípios da justificativa técnica Análise de risco Risco manejado Impactomínimo Equivalência Não discriminação Transparência Agro M apas M enta is @agromapamPRAGAS Métodos Insetos fitófagos Agro Mapas Mentais Preventivo Quando o dano econômico torna-se significativo, diz-se que o inseto ou planta daninha se tornou uma PRAGA Impedir a introdução, estabelecimento e a disseminação de novas espécies daninhas Culturais Práticas que favorecem a competitividade da espécie vegetal por meio de condição que beneficiam o crescimento e o desenvolvimento Mecânicos Consiste nas práticas de capina, manual ou mecânica Físicos Utilização de práticas que envolvem o calor e água, por exemplo Químicos Uso de herbicidas que sejam registrados no MAPA Biológicos Práticas que usam agentes patogênicos e/ou predadores para manter baixa a população de pragas Alimentam-se das plantas para sobreviverem e, como consequência, as plantas deixam de produzir a mesma quantidade FISIOLOGIA VEGETAL Agro M apas M enta is@agromapamA ÁGUA E AS PLANTAS Principais funções da água nos vegetais Agro Mapas Mentais Participa de várias reações nos vegetais Fonte de prótons (H+) e elétrons Solvente de várias substâncias Manutenção da turgidez de células e plantas Participa dos movimentos da plantaComponentes do potencial água Movimento da água Difusão independente Cada substância se difunde em função da região de maior para a de menor energia livre, independente da presença de outra substância no meio Osmose Uma substância solvente se movimenta através de uma membrana semipermeável, de um local de maior para outro de menor potencial água Embebição O embebente (água) se desloca de uma região de maior para outra de menor potencial água em função de uma matriz Fluxo de massaMovimento de substâncias na mesma direção. Em um sistema, os componentes são movimentados de um local de maior para outro de menor potencial água em função da pressão Potencial osmótico É a redução da energia livre da água causada por um soluto Potencial matricial É a redução da energia livre da água pela presença de superfícies adsorvidas e/ ou capilaridade Potencial gravitacional É a redução ou aumento da energia livre da água em resposta à gravidade Potencial temperatura É a redução ou aumento da energia livre da água em resposta à variação da temperatura Potencial pressão É a redução ou aumento da energia livre da água em resposta à variação da pressão Agro M apas M enta is@agromapam ETAPA FOTOQUÍMICA DA FOTOSSÍNTESE Luz e pigmentos Agro Mapas Mentais Reações luminosas Obedece a dois princípios Cada fotossistema inclui um conjunto de 250 a 400 moléculas e consiste em dois componentes intimamente associados Fóton A luz carregada por um fóton é chamada de quatum 1. Princípio de Gotthaus-Draper A luz só tem atividade fotoquímica se for absorvida 2. Princípio de Einstein-Stark Um fóton pode excitar apenas um elétron Quando as moléculas de clorofila ou de outros pigmentos absorvem a energia dos fótons da luz: Os elétrons passam a um estado orbital de energia mais elevada - estado excitado Quando o elétron excitado regressa ao estado de energia basal, a energia libertada poderá ser: Dissipada sob a forma de calor; Transferida por ressonância indutiva Um complexo antena e um centro de reação O complexo antena inclui moléculas de pigmento que captam e canalizam energia para o centro de reação A energia é canalizada por RESSONÂNCIA INDUTIVA No cloroplasto, as clorofilas e os outros pigmentos estão inseridos nos tilacóides em unidades discretas de organização designadas FOTOSSISTEMAS Transformação da energia solar em energia química ATP e NADPH nos tilacóides Agro M apas M enta is@agromapam ETAPA BIOQUÍMICA DA FOTOSSÍNTESE Ciclo C3 Agro Mapas Mentais Carboxilado pela RUBISCOCiclo CAM ou MAC Ciclo C4 Dois tipos de células participam deste ciclo Orchidaceae; Bromeliaceae; Cactaceae Absorvem CO2 no escuro Ácidos orgânicos: ácido málico 1. Folhas com pouco espaço intercelular O primeiro intermediário estável é um composto com 3 carbonos (3-fosfoglicerato) Abrange os eucariontes fotossintetizantes, da alga mais primitiva até a angiosperma mais avançada Pertencem ao CICLO DE CALVIN, como alternativa para a fixação de carbono Carboxilado pela PEPCase - Células da bainha vascular - Células do mesófilo O primeiro composto após a fixação do CO2 é uma molécula de 4 carbonos Os produtos da carboxilação são o malato e o aspartato Possui anatomia KRANZ 2. Cutículas e paredes celulares espessas Agro M apas M enta is@agromapam RESPIRAÇÃO VEGETAL Órgãos da planta Principal substrato respiratório, açúcares provenientes da parte aérea via floemaFatores ambientais que alteram Agro Mapas Mentais Raiz Processo pelo qual a energia contida nos substratos respiratórios (carboidratos, lipídeos, proteínas, etc.) é liberada de maneira controlada, por reações de oxidação Concentração de carbono Temperatura Disponibilidade de oxigênio Injúrias físicas Disponibilidade de substrato Tipo e idade da planta Caule Baixa taxa de respiração se comparada a outros órgãos (câmbio) Folhas Respiração intensa o tempo todo. A via das pentose- fosfato tem grande importância nesse órgão Sementes O aumento da taxa de respiração leva a degradação da reserva Frutos Após a fertilização, a taxa respiratória é intensa devido ao processo de desenvolvimento do fruto (alta divisão celular) FITOPATOLOGIA Agro M apas M enta is @agromapamCICLO DAS RELAÇÕES PATÓGENOS- HOSPEDEIRO Processos básicos Agro Mapas Mentais Incremento da doença em um campos de cultivo em escala temporal e espacial Sobrevivência Disseminação Infecção Colonização Reprodução 1. 2. 3. 4. 5. Epidemiologia Perfeita interação entre uma população de plantas suscetíveis, uma população de patógenos virulentos e agressivos, sob condições ambientais favoráveis Vetores envolvidos na sobrevivência dos vírus incluem Protozoários Insetos Ácaros Fungos Nematóides 1. 2. 3. 4. 5. Estruturas especializadas Clamidósporos Fusarium Escleródios Sclerotina Disseminação Liberação Dispersão Deposição Oósporos Pythium Teliósporos Puccinia Ascocarpos Venturia Agro M apas M enta is@agromapam DIAGNOSE DE DOENÇAS Doenças infecciosas Fungos; Bactérias; Nematóides; Vírus Sintomas morfológicos Agro Mapas Mentais Bióticas Abióticas Nutrição; Ambiente; Substâncias químicas Já conhecidas Presença de patógenos na superfície/ órgão aéreos da planta Presença de patógenos internos à planta Não conhecidas Realizar o Postulado de Koch Associação constante patógeno-hospedeiro Isolamento do patógeno Inoculação do patógeno e reprodução dos sintomas Reisolamento do patógeno 1. 2. 3. 4. Plásticos Xanthomonas albilineans - Cana Albinismo Xyllela fastidiosa - Citros Clorose Giberella fujikuroi - Arroz Estiolamento Papaya Ring-Spot Virus - Mamoeiro Mosaico Necróticos Xanthomonas campestris pv. citri - Citros Cancro Ralstonia solanacearum - Tomate Murcha Cercospora - Cenoura Amarelecimento Agro M apas M enta is@agromapam DOENÇAS DE PLANTAS Epidemias importantes Agro Mapas Mentais Princípios de controle Ferrugem do cafeeiro Requeima da batata Ferrugem dos cereais Cancro cítrico Mal-do-panamá Tristeza dos citros 1. 2. 3. 4. 5. 6. Epidemiologia Perfeita interação entre uma população de plantas suscetíveis, uma população de patógenos virulentos e agressivos, sob condições ambientais favoráveis Principais Banana Sigatoka-negra (Mycosphaerella fijiensis) Mal do panamá (Fusarium oxysporum) Mamão Mosaico Videira Míldio Citros Gomose Cacau Vassoura-de-bruxa (Moniliophora perniciosa) Exclusão Erradicação Proteção Imunização Terapia Regulação Evasão Diagnóstico Indireto Sinais (Postulado de Koch) Direto Sintomas Agro M apas M enta is@agromapam PATÓGENO- HOSPEDEIRO Agro Mapas Mentais Sigatoka negra (Mycosphaerella fijiensis) Patógeno da bananeira Fogo bacteriano