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Plano Educacional Individualizado Sumário Capítulo Página Orientação educacional e inclusão no âmbito escolar 3 Plano Educacional Individualizado 39 Teste de Desempenho Escolar 63 Acompanhamento das habilidades 67 Referência de Documento PARA O SEU ALUNO 71 10 Planos de Aula Para Autistas 125 orientação educacional e incluSão no âmbito eScolar 4 Orientação educacional e inclusão no âmbito escolar Capacitação para: • Equipe de Profissionais Professores do período integral • Equipe de AT (TEA TDAH) • Equipe do integral educação infantil • Equipe do Berçário (Estimulação Precoce) Educação Especial Educação Inclusiva PEI Equidade 5 PARA QUE SERVE O PEI? O PEI CONSIDERA UMA SERIE DE DADOS, COMO: • o perfil da criança; • a faixa etária; • a rotina; • as habilidades; • as competências; • os déficits; Com este documento, é possível direcionar estratégias eficazes para a aquisição de habilidades pelo aprendiz. A PREVISAO LEGAL DO PLANO DE ENSINO INDIVIDUALIZADO ESTA CONTIDA NA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇAO NACIONAL (LDB) E NA LEI DE ACESSIBILIDADE (LEI N.º 13.146/2015). O que define uma escola inclusiva? A educação inclusiva reporta-se à capacidade de construir uma escola que responda à diversidade das necessidades dos alunos. (Serrano, 2005. p.70) 6 EDUCAÇÃO INCLUSIVA – LEGISLAÇÃO • Constituição Federal (1988): A educação é direito de todos e que as pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter atendimento educacional “preferencialmente na rede regular de ensino” • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.934/96: Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com neces- sidades especiais: “1- Currículos, Métodos, Técnicas, recursos educativos e organização específica para atender as necessidades. Educação Especial x Educação Inclusiva Qual é a diferença entre Educação Especial e Inclusiva? A diferença está no termo INCLUSIVA. Na educação especial, o ensino é totalmente voltado para alunos com deficiência. Já na educação inclusiva, todos os alunos com e sem deficiência têm a oportunidade de conviverem e aprenderem juntos. Educação Inclusiva O objetivo da educação inclusiva não é tornar to- das as crianças iguais, e sim respeitar e valorizar as diferenças. 7 Educação Especial Público alvo da Educação Especial • Limitações: Intelectual, Física, Visual, Auditiva, TEA • Estabelecido pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008): Surdo-cegueira, Múltipla; • Transtornos Globais do Desenvolvimento Altas Habilidades/ Superdotação; Educação Inclusiva • A educação inclusiva tem como objetivo e meta assegurar a todos a equidade de condições para o acesso e a permanência na escola, sem qualquer tipo de discriminação. • O atendimento educacional especializado identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que elimi- nem e/ou diminuam as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas necessidades específicas. Acesso Permanência Aprendizagem Participação 8 Matrícula Negada • A escola disse que não tem vaga neste ano para o aluno com deficiência, mas que daqui a 2 ou mais anos terá. • NÃO PODE! • Procrastinar a matrícula de aluno com deficiência também é crime. “Art. 80 Constitui crime punível com reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos e multa: (Redação dada pela Lei nº 13.146, de 2015). Esse artigo está originalmente na Lei Nº 7.853, 24/10/1989. • I-recusar, cobrar valores adicionais, suspender, procrastinar, cancelar ou FAZER CESSAR inscrição de aluno em estabeleci- mento de ensino de qualquer curso ou grau, público ou privado, em razão de sua deficiência; • “§ 1º Se o crime for praticado contra pessoa com deficiência menor de 18 (dezoito) anos, a pena é agravada em 1/3 (um terço).” 9 Diferença entre exclusão, segregação, integração e inclusão Segregação Desafios e questões sociais enfrentados que resultam em isolamen- to ou até discriminação de um grupo específico. Integração Refere-se à situação em que a pessoa consegue participar de locais e serviços frequentados por pessoas sem deficiência, porém é trata- da de forma separada, sem interagir com as demais. A inclusão não apenas prepara o indivíduo, mas também ajusta o ambiente para recebê-lo, garantindo um acesso adequado a todos. 10 Diferença entre iguadade e equidade A igualdade é fundamentada no princípio da universalidade, que estabelece que todos devem seguir as mesmas normas e possuir os mesmos direitos e responsabilidades. Por outro lado, a equidade reconhece as diferenças entre as pes- soas e busca corrigir esse desequilíbrio. Consiste em fornecer a cada indivíduo o necessário para garantir que todos tenham acesso às mesmas oportunidades. Ensino personalizado A ilustração destaca a importância da avaliação personalizada do desempenho dos estudantes, levando em conta suas experiências, ritmos e estilos de aprendizagem. Isso ressalta a relevância da per- sonalização do ensino, que coloca o aluno no centro do processo educativo. O professor desempenha papel crucial, adaptando estra- tégias de ensino para atender à diversidade dos estudantes. 11 Ainda há pessoas falando... Habilidades do profissional inclusivo • Criar ambiente acolhedor e inclusivo; • lidar com dificuldades; • compreender diferenças individuais; • planejar; • ensinar; • incluir; Alunos com deficiência estão na escola para socializar... A escola não está preparada... Não tenho recursos para trabalhar... Ele já tem terapeuta, não preciso me preocupar... Não vai aprender nunca... Não tenho formação para ensinar aluno com deficiência... 12 Análise do comportamento ABA PERGUNTAS IMPORTANTES — EXISTE PEI NA EDUCAÇÃO INFANTIL? — O QUE É OBJETIVO? — COM O QUE POSSO CONTRIBUIR? — HABILIDADES? METAS? — ELE TEM 10 ANOS E AINDA NÃO SABE LER. SERÁ QUE DEVERIA ESTAR NO 1º ANO? Antecedente Comportamento Resposta 13 Como lidar com os comportamentos inadequados • A primeira etapa é identificar a função do comportamento; • A segunda etapa não reforçar o comportamento indesejado; • A terceira etapa é identificar um comportamento apropriado alternativo. Como devemos olhar para os problemas de comportamento nas escolas Pensamento obsoleto Ver o aluno como o problema Tentar consertar o aluno Ênfase em reduzir o comportamento problema Baseado nas consequências negativas Expectativa de uma solução rápida Detalhado por “um expert” no assunto Pensamento contemporâneo Ver o sistema/ambiente e a deficiência em habilidades como o problema Ajustar o sistema/ ambiente e melhorar as habilidades do aluno Ênfase em aumentar o comportamento Primordialmente baseado em propostas positivas Expectativas de resultados efetivos e permanentes Detalhado por um trabalho em equipe 14 EXEMPLOS Fuga de Demanda: E essencial que eu não permita a evasão ou fuga inadequada da demanda. Ela tem o direito de recusar, mas não de forma sis- temática. E crucial que ela saiba expressar negatividade de forma adequada. Comportamento Rígido: Segundo o DSM-5, um dos critérios diagnósticos são padrões repetitivos e restritos de comportamento, interesses ou atividades. Isso inclui insistência em mesmas atividades, adesão inflexível a rotinas ou padrões ritualizados de comportamento verbal ou não verbal (como dificuldade com mudanças pequenas, problemas com transições, pensamentos rígidos, rituais de cumprimento e necessi- dade de repetir caminhos ou alimentos diariamente). ESTUDO DE CASO MATEUS POR SAMIA NATHIELE • Modelagem; • Reforçadores; • Rotina sistematizada; • Aumento de frequência; • Protocolo de conduta; • Estabelecimento de novos comportamentos em vez de reduzir o comportamento indesejado. Vamos analisar com base em evidências nesta seção. 15 O papel dos profissionais envolvidos MARCO DO DESENVOLVIMENTO PROTOCOLO DE CONDUTA (CONHECIMENTO DE TODOS) ADAPTACÃO ÀS NECESSlDADES NÃO DIAGNOSTICARCampo de Experiências: Corpo, gestos e movimentos 1) Desenvolver Habilidades Manuais: • Meta: Aluno 2 irá desenvolver habilidades manuais, como recortar, desenhar, pintar e manipular objetos de forma cada vez mais precisa e coordenada. • Objetivos a Alcançar: • Praticar o uso de ferramentas de artes visuais de maneira segura e eficaz. • Aprimorar a destreza manual ao participar de atividades que envolvam manipulação de materiais. • Expressar criatividade e desenvolver coordenação motora fina por meio de atividades artísticas. 2) Explorar Noções Espaciais: • Meta: Aluno 2 será capaz de explorar noções espaciais básicas, como orienta- ção (cima, baixo, frente, trás), distâncias e relações entre objetos e espaços. • Objetivos a Alcançar: • Identificar e descrever relações espaciais simples em seu ambiente escolar. • Participar de atividades que envolvam movimento e exploração de diferen- tes espaços. • Compreender e seguir instruções relacionadas à localização e posição de objetos. 89 Campo de Experiências: Traços, sons, cores e formas 1) Criar Sons e Explorar Texturas: • Meta: Aluno 2 será capaz de criar sons explorando objetos e instrumentos simples, além de explorar texturas por meio de materiais táteis e sensoriais. • Objetivos a Alcançar: • Experimentar diferentes fontes sonoras e criar sons utilizando objetos do cotidiano. • Explorar diferentes texturas por meio de materiais como areia, argila ou tecidos. • Participar de atividades musicais e sensoriais que estimulem a percepção auditiva e tátil. Recursos/Estratégias Adicionais: • Utilizar materiais adaptados e técnicas inclusivas para atender às necessida- des específicas de Aluno 2. • Incluir atividades lúdicas e práticas que incentivem a participação ativa e o engajamento. • Promover a colaboração entre professores, equipe de apoio e familiares para monitorar o progresso e ajustar as estratégias conforme necessário. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO – 3º BIMESTRE Linguagem e Leitura: • Objetivo: Desenvolver habilidades de comunicação verbal e não verbal. • O que aprender e ensinar: • Reconhecer e associar letras a sons. • Expandir vocabulário e formar frases simples. • Explorar histórias simples para estimular a compreensão textual. • Recursos/Estratégias: • Livros infantis com imagens e histórias. • Jogos de associação letras-sons. • Atividades de contação de histórias para desenvolver a linguagem oral. 90 Matemática: • Objetivo: Desenvolver conceitos matemáticos básicos. • O que aprender e ensinar: • Contar até 10 e reconhecer números até 20. • Compreender noções básicas de adição e subtração. • Identificar formas e padrões simples. • Recursos/Estratégias: • Blocos de construção e jogos de contar objetos. • Atividades práticas de correspondência numérica. • Jogos de quebra-cabeça para explorar formas e padrões. Socialização e Interação: • Objetivo: Melhorar habilidades sociais e de interação. • O que aprender e ensinar: • Compartilhar brinquedos e espaços com outras crianças. • Praticar habilidades de comunicação social, como esperar a vez de falar. • Resolver conflitos de forma positiva. • Recursos/Estratégias: • Jogos cooperativos com regras claras de interação. • Modelagem de comportamento social adequado. • Discussões e atividades sobre resolução de conflitos. Autonomia e Independência: • Objetivo: Desenvolver habilidades de autonomia e independência. • O que aprender e ensinar: • Vestir-se completamente sozinho. • Alimentar-se de forma independente. • Realizar tarefas simples do dia a dia, como arrumar brinquedos. • Recursos/Estratégias: • Roupa com fechos de velcro para facilitar o vestir. • Pratos e talheres adaptados para incentivar a alimentação independente. • Jogos interativos e atividades que promovam a independência em tarefas diárias. 91 Estratégias para Lidar com Desregulação Emocional e Gritos: 1) Identificação de Gatilhos: • Trabalhar em conjunto com a equipe pedagógica e os pais para identificar os gatilhos que desencadeiam os episódios de desregulação emocional e gritos. Isso pode incluir situações específicas na sala de aula, interações sociais ou transições entre atividades. 2) Ensino de Estratégias de Autoregulação: • Ensinar técnicas de autoregulação emocional, como respiração profunda, contagem até 10, ou afastamento temporário da situação. Praticar essas estratégias regularmente para fortalecer as habilidades de autorregulação. 3) Criação de um Espaço Calmo: • Disponibilizar um espaço tranquilo na sala de aula ou em uma área específica da escola onde Aluno 2 possa se retirar e acalmar-se quando sentir que está perdendo o controle emocional. 4) Comunicação Clara e Previsibilidade: • Manter comunicação clara com Aluno 2 sobre as atividades planejadas e quaisquer mudanças na rotina. Usar rotinas consistentes e previsíveis para ajudá-lo a se sentir seguro e preparado. 5) Intervenção Imediata e Suporte: • Responder imediatamente aos episódios de desregulação emocional com suporte e intervenção adequados, incluindo oferecer apoio emocional, dire- cionar para técnicas de autorregulação ou oferecer um ambiente tranquilo para se acalmar. 6) Colaboração com Profissionais Especializados: • Trabalhar em colaboração com profissionais especializados, como psicólogos escolares, terapeutas ocupacionais ou terapeutas comportamentais, para desenvolver estratégias personalizadas de suporte emocional para Aluno 2. 7) Reforço Positivo e Incentivo: • Reconhecer e reforçar positivamente os esforços de Aluno 2 para controlar suas emoções e usar estratégias de autorregulação. Oferecer incentivos e elogios quando ele demonstrar comportamentos mais controlados. 92 SONDAGEM PEDAGÓGICA DO 3º BIMESTRE DE 2024 HABILIDADE O que o aluno já sabe O que o aluno não sabe Está em desen- volvimento Dificuldades Apresentadas O que precisa aprender AUTONOMIA Realiza ativida- des de forma independente, incluindo ir ao banheiro. Manutenção da autonomia em diferentes áreas. Reforçar e expandir a independência nas atividades diárias. HABILIDADES FUNCIONAIS Conclui tare- fas de forma satisfatória e engajado nas atividades. SÓCIO/ AFETIVA Demonstra sociabilidade e inteligência. Desenvolvimen- to das habili- dades sociais e afetivas. Sensibilidade emocional; desafios em regulação emocional. Melhorar regulação emocional e expressão construtiva. INTERAÇÃO Interage bem com os cole- gas e participa em atividades de grupo. Expansão do vocabulário e compreensão de textos. Explorar novos conteúdos lite- rários e habili- dades críticas.. PSICOMOTORA GLOBAL Boa coorde- nação motora geral, realiza atividades físicas com eficiência. PSICOMOTORA FINA LINGUAGEM COMPREENSÃO Lê fluente- mente e se engaja em atividades de leitura. Expansão do vocabulário e compreensão de textos. Explorar novos conteúdos lite- rários e habili- dades críticas. LINGUAGEM EMISSÃO COGNITIVA Realiza ati- vidades aca- dêmicas com interesse e engajamento. Desenvolvi- mento contínuo de habilidades cognitivas. Manter e refor- çar habilidades cognitivas. EMOCIONAL Desenvolvimen- to da regulação emocional. Choro e gritos em momentos de intensidade emocional. Implementar técnicas de gerenciamento emocional e estratégias de relaxamento. 93 Coordenação de Inclusão e Diretora Regente de Sala Apoio Educacional Responsável (mãe / pai) 94 NOME: ALUNO 3 DATA DE NASCIMENTO: 08/02/2018 IDADE: FILIAÇÃO: TELEFONE: ENDEREÇO: BELO HORIZONTE – MG FOTO DO ALUNO(A) INSTITUIÇÃO: Nome da Instituição ANTERIOR: 1º BIMESTRE DE 2024 Disciplinas Alfabetização Participantes do PEI Coordenação de Inclusão: Dinamarca de Athenas Coordenação Pedagógica: Silvério Silva Riso Direção: Florentina de Jesus Professora Regente: Felizberta Alegre Apoio Educacional: Parmenides Soares Turma: 1º ano PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 95 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO IDENTIFICAÇÃO: • Nome: Aluno3 • Condição: Autista verbal de nível 2 • Data de Nascimento: 08/02/2018 • Personalidade: Carinhoso, sentimental e empático • Relacionamentos: Possui uma relação especial com seus pais e sua avó materna • Desafios: • Alimentação seletiva devido a restrições a alimentos como ovo, leite e deri- vados, sendo alérgico especificamente ao ovo • Sensibilidade à sujeira e tendência a evitar situações desordenadas • Preferências: • Afinidade particular com a água e gosta de interagir com ela de maneiras diversas • Comportamento: • Ausência de comportamento agressivo • Capacidade de diferenciar emoções como alegria e tristeza • Estratégias de apoio: • Estimulação da comunicação • Promoção de interações positivas • Oferta de apoio sensorial • Flexibilidade em suas atividades • Importância do apoio familiar e acompanhamento regular para seu desenvol- vimento e bem-estar. 96 SAÚDE: Dra. Ana Márcia Guimarães Alves, pediatra especializada em Desenvolvimento & Comportamento, atendeu Aluno 3, diagnosticando-o com Autismo Infantil, conforme critérios do CID 11: 6A02.Z - Transtorno do Espectro do Autismo. Em 1 de novembro de 2023, Aluno 3 recebeu o laudo e os direitos garantidos pela Lei Berenice Piana (12.764/12), incluindo diagnóstico precoce, atendimento multiprofissional especiali- zado, acesso a terapias nutricionais e medicamentos pelo SUS (quando necessário), educação inclusiva, moradia protegida, previdência social e assistência social. Além disso, ele terá acesso a benefícios previstos na Lei 7.611/2011 e no Estatuto da Pes- soa com Deficiência (13.146/15), conforme normas internacionais assinadas pelo Brasil com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Pessoa com Defi- ciência (6.949/2000). Aluno 3 também terá prioridade de atendimento de acordo com a Lei 10.048/2000 e receberá acompanhamento médico especializado a cada seis meses. Adicionalmente, ele está dispensado do uso de máscaras em ambientes públicos. Como orientação, Aluno 3 deve retornar para consulta com um pediatra qualificado em desenvolvimento atípico a cada seis meses. OBJETIVOS DO PEI: 1) Desenvolvimento da comunicação: Capacitar Aluno 3 a expressar suas necessidades, emoções e pensamentos de forma verbal ou não verbal, de acordo com suas habilidades individuais. 2) Desenvolvimento da autonomia: Promover a independência nas ativi- dades do dia a dia, como alimentação, higiene pessoal e organização de materiais escolares, de modo a aumentar sua autoconfiança e autoestima. 3) Estimulação do aprendizado acadêmico: Facilitar o acesso ao currícu- lo escolar, adaptando atividades de acordo com suas necessidades especí- ficas para promover o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e motoras. METAS: 1) Comunicação: Até o final do ano letivo, Aluno 3 será capaz de expressar suas necessidades básicas por meio de gestos, imagens ou palavras sim- ples, demonstrando progresso na comunicação verbal ou não verbal. 2) Autonomia: Até o final do ano letivo, Aluno 3 será capaz de realizar tarefas básicas de higiene pessoal, como lavar as mãos e escovar os dentes, com supervisão mínima do adulto responsável. 3) Aprendizado acadêmico: Até o final do ano letivo, Aluno 3 será capaz de participar ativamente das atividades escolares, demonstrando progresso na compreensão de conceitos acadêmicos adaptados às suas necessidades individuais. 97 ESTRATÉGIAS: 1) Comunicação: • Implementar o uso de sistemas de comunicação alternativa e aumentativa (CAA), como quadros de comunicação, para auxiliar Aluno 3 na expressão de suas necessidades. • Estabelecer rotinas de comunicação, como “tempo de compartilhamento”, durante o qual Aluno 3 será incentivado a expressar seus pensamentos e sentimentos. 2) Autonomia: • Criar um ambiente estruturado e previsível, com instruções claras e consis- tentes para as atividades do dia a dia. • Utilizar sistemas de reforço positivo, como elogios e recompensas tangíveis, para incentivar e reforçar comportamentos autônomos. 3) Aprendizado acadêmico: • Adaptar o currículo escolar, utilizando materiais visuais e manipulativos para facilitar a compreensão de conceitos acadêmicos. • Implementar estratégias de ensino individualizadas, levando em considera- ção as preferências e necessidades específicas de aprendizado de Aluno 3. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO HABILIDADES BNCC – 1º ANO DO ENSINO FUNDA- MENTAL – 1º BIMESTRE LÍNGUA PORTUGUESA • Reconstrução das condições de produção e recepção de textos. • Estratégia de leitura. • Protocolos de leitura. • Decodificação/Fluência de leitura. • Formação de leitor. • Compreensão em leitura. • Planejamento de texto. • Revisão de textos. • Correspondência fonema-grafema. 98 • Construção do sistema alfabético/Convenções da escrita. • Construção do sistema alfabético/Estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão. • Escrita autônoma e compartilhada. • Escrita compartilhada. • Oralidade pública/ Intercâmbio conversacional em sala de aula. • Escuta atenta. • Características da conversação espontânea. • Relato oral/Registro formal e informal. • Conhecimento do alfabeto do português do Brasil. • Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ Acentuação. • Segmentação de palavras/ Classificação de palavras por número de sílabas. • Apreciação estética/Estilo. • Edição de textos. • Produção de texto oral. • Formas de composição de narrativas. • Formas de composição de textos poéticos. MATEMÁTICA • Medidas de Comprimento, Massa e Capacidade. • Medidas de Tempo. • Coleta e Organização de Informações. • Localização de Objetos e Pessoas no Espaço. • Quantificação de Elementos. • Contagem. • Sequências recursivas: observação de regras usadas em seriações numéricas. • Leitura, Escrita e Comparação de Números Naturais. • Problemas Envolvendo Adição e Subtração. • Figuras Geométricas Espaciais. CIÊNCIAS • Comparação de Características Físicas. • Exploração do Corpo Humano. 99 • Localização e Nomeação de Partes do Corpo. • Compreensão das Funções Corporais. • Integração dos Conceitos. HISTÓRIA • Fases da Vida e Temporalidade. • Organização da Família e Comunidade. • Relações entre Histórias Pessoais e Coletivas. GEOGRAFIA • Sistema Solar. • Movimentos da Terra. • Ritmos Naturais e Condições Atmosféricas. ARTES • Artes Visuais. • Dança. • Música. • Teatro. • Processos de Criação. • Matrizes Estéticas e Culturais. • Arte e Tecnologia. EDUCAÇÃO FÍSICA • Elementos da Ginástica. • Descrição e Compreensão. • Brincadeiras e Jogos Populares. • Colaboração e Produção. • Jogos de Perseguição e Procura. 100 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO METAS E ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO: • Desenvolver habilidades de leitura e escrita, reconhecendo as letras do alfa- beto e suas correspondências fonema-grafema. • Participar de atividades de matemática, compreendendo conceitos de conta- gem, adição e subtração, além de reconhecer figuras geométricas básicas. • Explorar o corpo humano e suas funções, identificando partes do corpo e compreendendo sua importância. • Reconhecer elementos do ambiente natural e compreender fenômenos como o movimento da Terra e as condições atmosféricas. • Participar ativamente das aulas de artes, experimentando diferentes formas de expressão artística. • Envolver-se em atividades físicas, desenvolvendo habilidades motoras e parti- cipando de jogos e brincadeiras. ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS: • Utilização de materiais visuais e manipulativos para facilitar a compreensão de conceitos abstratos. • Aplicação de técnicas específicas para promover a concentração e o engaja- mento durante as atividades escolares. • Implementação de rotinas estruturadas e previsíveis para proporcionar segu- rança e organização ao aluno. • Adaptação das atividades físicas de acordo com as necessidades individuais do aluno, garantindo sua participação e inclusão. • Colaboração estreita com a família para compartilhar estratégias eficazes e promover consistência entre casa e escola. 1) CAPACIDADES:O aluno apresenta necessidades específicas que requerem uma abordagem adaptada para seu aprendizado. É importante desenvolver suas habilidades cognitivas, sociais e motoras de forma gradual e adequada ao seu ritmo de aprendizado. 2) INTERESSES: O aluno demonstra interesse em atividades práticas, obser- vação de fenômenos naturais, expressão criativa por meio de diferentes lin- guagens artísticas, exploração de temas históricos locais e familiares, além da identificação de elementos geográficos em seu entorno. 101 3) OBJETIVOS: As metas educacionais foram estabelecidas de forma perso- nalizada para cada disciplina, como Ciências, Geografia, Artes, Educação Física e História. Essas metas visam promover o desenvolvimento do aluno em áreas específicas, como identificação de mudanças em materiais, com- preensão do espaço ao redor, expressão criativa, coordenação motora, com- preensão da própria identidade e contexto social. 102 NOME: ALUNO 4 DATA DE NASCIMENTO: 08/02/2018 FILIAÇÃO: TELEFONE: ENDEREÇO: CAMPO GRANDE – MS FOTO DO ALUNO(A) INSTITUIÇÃO: Nome da Instituição ANTERIOR: 1º BIMESTRE DE 2024 Disciplinas Alfabetização Participantes do PEI Coordenação de Inclusão: Dinamarca de Athenas Coordenação Pedagógica: Silvério Silva Riso Direção: Florentina de Jesus Professora Regente: Felizberta Alegre Apoio Educacional: Parmenides Soares Turma: 3º ano B PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 103 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO IDENTIFICAÇÃO: • Nome: Aluno 4 • Idade em 2024: 8 anos • Responsável Legal: Mãe • Medicação: Toma medicamento para TDAH, administrado por Auxiliar de Apoio • Saúde e Medicamentos: Aluno 4 é diagnosticado com TDAH e faz uso de medicação prescrita, administrada por Auxiliar de Apoio. O cumprimento do horário da medicação é crucial para manter sua tranquilidade e foco nas tare- fas escolares. • Comportamento e Socialização: O comportamento de Aluno 4 é influen- ciado pelo TDAH, mas melhora significativamente com a medicação. Ele demonstra entusiasmo para interagir, embora possa recorrer a comporta- mentos como bater para chamar a atenção, sem intenção de machucar. Isso sugere uma busca por interação. • Desenvolvimento Acadêmico: Sob a orientação de Auxiliar de Apoio, Aluno 4 mostra habilidades na leitura, escrita e compreensão intuitiva dos conceitos matemáticos. Ele também exibe hiperfoco em interesses específicos. • Relação Familiar: Vive com a mãe, mantendo contato com o pai, o que indica uma rede de apoio familiar. • Alimentação e Preferências: Não apresenta seletividade alimentar, mas tem preferência por linguiça. • Habilidades Sociais e Emocionais: Aluno 4 é gentil, empático e afetuoso, o que pode contribuir para relações interpessoais positivas. Comportamentos como bater podem ser uma forma de buscar conexão emocional. 104 • Observação: O acompanhamento contínuo de Aluno 4 é essencial, dada a influência do TDAH em seu comportamento e aprendizado. Estratégias que incorporem suas preferências podem motivá-lo. A colaboração entre escola, Auxiliar de Apoio e família é crucial para seu progresso contínuo. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO Capacidades, Interesses: • Ajuda verbal na escrita. • Desenvolvimento de escrita e leitura. • Social: Agressividade, em geral está em desenvolvimento, houve um salto de evolução no social em vista do ano passado. • Acompanha o livro didático sem necessidade de muitas adaptações. • Obediente ao apoio educacional do Auxiliar. • Bem comunicativo. Necessidades: O Que Aprender e Ensinar: • Continuar desenvolvendo habilidades na escrita e leitura. • Trabalhar na gestão da agressividade, incentivando formas positivas de inte- ração social. • Fomentar autonomia na aprendizagem, permitindo que acompanhe o livro didático sem muitas adaptações. Metas e Prazos: • Desenvolvimento de Escrita e Leitura: • Continuar estimulando a escrita e leitura, com o objetivo de aprimorar essas habilidades. (Contínuo) • Social: • Implementar estratégias para gerenciar a agressividade e promover intera- ções sociais positivas. (Contínuo) • Acompanhamento do Livro Didático: • Manter o acompanhamento do livro didático sem necessidade de muitas adaptações. (Contínuo) 105 Recursos/Estratégias: • Utilização de atividades lúdicas e interativas para desenvolver a escrita e leitura. • Implementação de técnicas de resolução de conflitos e mediação para lidar com a agressividade. • Uso de reforço positivo para incentivar comportamentos comunicativos e obe- dientes. HABILIDADES 3º ANO BNCC – 1º BIMESTRE LÍNGUA PORTUGUESA • Produção e Recepção de Textos: • Reconstrução das condições de produção e recepção de textos. • Planejamento de texto. • Revisão e edição de textos. • Escrita colaborativa. • Escrita autônoma e compartilhada. • Leitura: • Estratégias de leitura. • Decodificação e fluência de leitura. • Compreensão em leitura. • Oralidade: • Oralidade pública e intercâmbio conversacional em sala de aula. • Escuta atenta. • Características da conversação espontânea. • Declamação. • Sistema Alfabético e Ortografia: • Construção do sistema alfabético e da ortografia. • Avançar na compreensão das relações entre sons e letras, consolidando o reconhecimento dos dígrafos / sílabas complexas. • Aumentar a fluência na leitura de palavras com dígrafos, como “lh”, “nh”, “ch”, entre outros. 106 • Desenvolver habilidades de segmentação de palavras em sílabas e reconhe- cimento das sílabas e dígrafos nas palavras. • Praticar a leitura de frases simples, iniciando com frases mais curtas e pro- gressivamente aumentando a complexidade. • Reforçar a compreensão do sistema alfabético e a associação entre letras e sons, especialmente em palavras com dígrafos. • Morfossintaxe: • Morfossintaxe. • Apreciação Estética e Estilo: • Apreciação estética e estilo. • Pesquisa: • Pesquisa frases simples, utilizando corretamente as regras de ortografia e as sílabas aprendidas. MATEMÁTICA • Leitura, escrita, comparação e ordenação de números naturais de quatro ordens. • Composição e decomposição de números naturais. • Identificação e descrição de regularidades em sequências numéricas recursivas. • Localização e movimentação: representação de objetos e pontos de referência. • Construção de fatos fundamentais da adição, subtração e multiplicação. • Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com números naturais: adição e subtração. • Reconhecimento, análise de características e planificações de figuras geomé- tricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera). • Problemas envolvendo significados da adição e da subtração: juntar, acres- centar, separar, retirar, comparar e completar quantidades. • Significado de medida e de unidade de medida. • Medidas de comprimento (unidades não convencionais e convencionais): registro, instrumentos de medida, estimativas e comparações. • Medidas de tempo: leitura de horas em relógios digitais e analógicos, duração de eventos e reconhecimento de relações entre unidades de medida de tempo. • Análise da ideia de acaso em situações do cotidiano: espaço amostral. 107 • Leitura, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada e gráficos de barra. • Coleta, classificação e representação de dados referentes a variáveis categó- ricas, por meio de tabelas e gráficos. CIÊNCIAS • Características dos Animais: • Alimentação. • Locomoção. • Habitat. • Cobertura do corpo. • Desenvolvimento. • Estratégias de Defesa: • Camuflagem. • Mimetismo. • Diversidade de Animais: • Animais vertebrados e invertebrados. • Características e desenvolvimento. • Vida e Evolução dos Animais: • Explorar a vida e a evolução das espécies animais, incluindo aspectos como habitat, adaptações ao ambiente e influências evolutivas. • Classificação dos Animais: • Aprender a classificar os animais com base em critérios simples, como tipo de nascimento (ovíparos, vivíparos), alimentação (carnívoros, herbívoros, onívoros) e presença de camuflagem. • Atividadesde Ligação e Colagem: • Realizar atividades práticas de ligar e colar, associando os animais às suas respectivas classificações. • Utilizar materiais adaptados, como cartões com figuras de animais e catego- rias correspondentes, para facilitar o aprendizado e a interação dos alunos. 108 HISTÓRIA • Identificação dos diferentes grupos sociais e étnicos na cidade e no município: • Reconhecer e descrever o “eu” e o “outro” na comunidade, destacando as diversas identidades sociais e étnicas presentes. • Compreender os desafios sociais, culturais e ambientais enfrentados pela comunidade local. • Produção dos marcos da memória: • Identificar e nomear os lugares de memória na cidade, como ruas, praças, escolas, monumentos e museus. • Comparar as semelhanças e diferenças entre a cidade e o campo em relação à produção dos marcos da memória. • Formação cultural da população: • Explorar a influência da cultura na formação da identidade local, com- preendendo como as tradições, costumes e práticas culturais moldam a comunidade. • Identificação do local de moradia: • Reconhecer e nomear o bairro e a cidade onde mora. • Ser capaz de indicar a localização de sua residência. • Identificação de patrimônios locais e culturais: • Reconhecer e descrever os principais patrimônios locais, como praças, monumentos, igrejas, escolas, entre outros. • Compreender a importância desses patrimônios para a história e cultura da comunidade. • Compreensão dos espaços e sua preservação: • Entender a diferença entre espaços públicos e privados. • Conscientizar-se sobre a importância da preservação dos espaços públicos e ambientais. • Participar de atividades práticas que visam à preservação do ambiente local, como a limpeza de praças e o plantio de árvores. 109 GEOGRAFIA • Conexões e escalas: • Compreender as relações entre diferentes escalas geográficas, como local, regional e global. • Identificar e descrever as conexões entre diferentes lugares do mundo. • Paisagens naturais e antrópicas em transformação: • Reconhecer e diferenciar entre paisagens naturais e antrópicas. • Compreender os processos de transformação das paisagens devido à ação humana. • Paisagem urbana e rural: • Identificar características da paisagem urbana e rural. • Comparar e contrastar as diferenças entre vida urbana e rural. • O sujeito e seu lugar no mundo: • Refletir sobre o próprio lugar no mundo e suas relações com outros lugares. • Compreender a diversidade cultural e étnica do mundo. • Diferenciar zona rural da urbana: • Identificar características da zona rural, como espaços abertos, agricultura e pecuária. • Reconhecer características da zona urbana, como densidade populacional, infraestrutura urbana e atividades comerciais. • Compreender o êxodo rural: • Entender o conceito de êxodo rural como o movimento de pessoas do campo para a cidade. • Conhecer os motivos que levam as pessoas a migrarem do campo para a cidade. • Importância do campo: • Reconhecer a importância da zona rural na produção de alimentos e na preservação ambiental. • Compreender a relação entre a zona rural e a qualidade de vida nas cidades. 110 • Tecnologias no campo: • Identificar tecnologias utilizadas na agricultura e pecuária, como tratores, irrigação e melhoramento genético. • Compreender como as tecnologias contribuem para o aumento da produti- vidade no campo. • Noção espacial: • Desenvolver noção espacial para compreender a organização do espaço rural e urbano. • Utilizar noções de distância, localização e direção para se orientar no ambiente geográfico. • Mundo do trabalho: • Compreender a relação entre o trabalho humano e o espaço geográfico. • Identificar diferentes formas de trabalho em áreas urbanas e rurais. • Matéria-prima e indústria: • Reconhecer a importância da matéria-prima na indústria e sua relação com o desenvolvimento econômico. • Compreender os processos industriais e seu impacto no ambiente. METAS PARA O ALUNO LÍNGUA PORTUGUESA: 1) Desenvolver habilidades de planejamento, revisão e edição de textos. 2) Aprimorar a compreensão da leitura, utilizando estratégias adequadas. 3) Aperfeiçoar a expressão oral, incluindo habilidades de escuta atenta e con- versação. 4) Consolidar o reconhecimento e a compreensão do sistema alfabético e orto- grafia, especialmente em palavras com dígrafos. 5) Ampliar o vocabulário e a compreensão de textos simples, contextualizando em situações do cotidiano. 6) Praticar a escrita de palavras e frases simples, aplicando corretamente as regras de ortografia aprendidas. 7) Desenvolver a apreciação estética e estilo na produção e análise de textos. 111 MATEMÁTICA: 1) Desenvolver habilidades básicas de cálculo mental e escrito, especialmente em adição e subtração. 2) Compreender e aplicar conceitos de números naturais, incluindo composi- ção, decomposição e regularidades em sequências numéricas. 3) Reconhecer e analisar características de figuras geométricas espaciais. 4) Resolver problemas envolvendo adição, subtração e medidas de comprimen- to e tempo. 5) Interpretar e representar dados em tabelas e gráficos simples. 6) Compreender o significado de medida e unidade de medida em contextos cotidianos. CIÊNCIAS: 1) Reconhecer características e estratégias de defesa dos animais. 2) Compreender a diversidade de animais, incluindo vertebrados e invertebrados. 3) Explorar a vida e a evolução das espécies animais, incluindo habitat, adap- tações ao ambiente e influências evolutivas. 4) Aprender a classificar animais com base em critérios simples. 5) Participar ativamente de atividades práticas de aprendizado sobre animais, como ligar e colar associações. 6) Desenvolver uma atitude curiosa e questionadora em relação aos temas de ciências, fazendo perguntas e compartilhando descobertas. HISTÓRIA: 1) Reconhecer e descrever diferentes grupos sociais e étnicos na comunidade local. 2) Identificar lugares de memória na cidade e compará-los com áreas rurais. 3) Explorar a influência da cultura na identidade local e entender como tradi- ções moldam a comunidade. 4) Reconhecer e descrever patrimônios locais e sua importância para a história e cultura da comunidade. 5) Compreender a diferença entre espaços públicos e privados e a importância da preservação ambiental. 6) Desenvolver habilidades de análise espacial e interpretação de mapas e globos. 112 GEOGRAFIA: 1) Compreender as conexões entre diferentes lugares do mundo e as escalas geográficas. 2) Reconhecer e diferenciar entre paisagens naturais e antrópicas. 3) Identificar características da vida urbana e rural e compreender suas dife- renças. 4) Refletir sobre o próprio lugar no mundo e a diversidade cultural e étnica. 5) Entender a importância da preservação do meio ambiente e dos espaços públicos. 6) Desenvolver noção espacial e habilidades de orientação no ambiente geo- gráfico. 113 NOME: ALUNO 5 DATA DE NASCIMENTO: FILIAÇÃO: TELEFONE: ENDEREÇO: PORTO ALEGRE – RS FOTO DO ALUNO(A) INSTITUIÇÃO: Nome da Instituição ANTERIOR: 1º BIMESTRE DE 2024 Disciplinas INICIAL Participantes do PEI Coordenação de Inclusão: Dinamarca de Athenas Coordenação Pedagógica: Silvério Silva Riso Direção: Florentina de Jesus Professora Regente: Felizberta Alegre Apoio Educacional: Parmenides Soares Turma: 4º ano PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 114 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO IDENTIFICAÇÃO • Nome: Aluno 5 • Data de Nascimento: Quadro Clínico: • Síndrome de Down e TEA OBJETIVOS DO PEI PARA ALUNO 5 1) Desenvolvimento da Comunicação Expressiva: • Estratégia: Utilização de comunicação visual, como cartões com figuras representando necessidades básicas, para facilitar a expressão de suas neces- sidades e desejos. 2) Fomento da Interatividade Social: • Estratégia: Organização de atividades estruturadas em grupos pequenos para promover interações sociais positivas e oportunidades de engajamento com seus colegas. 3) Redução de Comportamentos Repetitivos: • Estratégia:Oferecimento de uma variedade de atividades sensoriais e lúdi- cas para estimular a exploração e diminuir comportamentos repetitivos. 4) Aprimoramento da Coordenação Motora Fina: • Estratégia: Utilização de atividades práticas, como trabalhos manuais e jogos de encaixe, para promover o desenvolvimento das habilidades motoras finas de Aluno 5. 115 5) Fomento da Autonomia e Autogestão: • Estratégia: Criação de rotinas visuais e calendários que ajudem Aluno 5 a compreender e antecipar as atividades do dia, promovendo sua autonomia e organização. 6) Estímulo à Participação em Atividades Acadêmicas: • Estratégia: Adaptação do ambiente de aprendizagem para atender às neces- sidades específicas de Aluno 5, fornecendo materiais acessíveis e adaptados para sua participação efetiva nas atividades acadêmicas. 7) Desenvolvimento da Atenção e Concentração: • Estratégia: Divisão das tarefas em etapas menores e mais gerenciáveis, proporcionando a Aluno 5 um ambiente propício para focar e concluir suas atividades com sucesso. 8) Promoção da Inclusão e Integração: • Estratégia: Realização de atividades de grupo inclusivas que incentivem a interação entre Aluno 5 e seus colegas, promovendo um ambiente escolar acolhedor e integrado. 9) Engajamento e Apoio Familiar: • Estratégia: Envolvimento da família em reuniões regulares para revisar o progresso de Aluno 5 e discutir estratégias de apoio em casa, garantindo uma abordagem consistente entre a escola e o ambiente doméstico. 10) Monitoramento e Avaliação Contínuos: • Estratégia: Realização de avaliações regulares para acompanhar o progresso de Aluno 5 em relação aos objetivos do PEI e ajustar o plano conforme neces- sário para garantir seu desenvolvimento acadêmico e socioemocional. 116 ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO DO PEI PARA ALUNO 5 1) Comunicação Visual: • Implementar o uso de cartões com figuras representando necessidades bási- cas para facilitar a comunicação expressiva de Aluno 5. 2) Atividades Estruturadas em Grupos Pequenos: • Organizar atividades em sala de aula em grupos pequenos, proporcionando a Aluno 5 oportunidades regulares para interagir socialmente com seus colegas. 3) Oferta de Atividades Sensoriais e Lúdicas: • Disponibilizar uma variedade de atividades sensoriais e lúdicas para Aluno 5, visando reduzir comportamentos repetitivos e estimular sua exploração sensorial. 4) Atividades Práticas para o Desenvolvimento Motor Fino: • Incorporar atividades práticas, como trabalhos manuais e jogos de encaixe, no dia-a-dia de Aluno 5 para promover o desenvolvimento de suas habilidades motoras finas. 5) Criação de Rotinas Visuais e Calendários: • Desenvolver rotinas visuais e calendários personalizados para ajudar Aluno 5 a compreender e antecipar as atividades do dia, promovendo sua autonomia e autogestão. 6) Adaptação do Ambiente de Aprendizagem: • Adaptar o ambiente de aprendizagem para atender às necessidades específi- cas de Aluno 4, fornecendo materiais e recursos acessíveis e adaptados. 7) Divisão de Tarefas em Etapas Gerenciáveis: • Dividir as tarefas em etapas menores e mais gerenciáveis, oferecendo a Aluno 5 um ambiente propício para manter sua atenção e concentração. 117 8) Promoção de Atividades de Grupo Inclusivas: • Organizar atividades de grupo inclusivas que incentivem a interação entre Aluno 5 e seus colegas, promovendo sua inclusão e integração no ambiente escolar. 9) Envolvimento Familiar em Reuniões Regulares: • Agendar reuniões regulares com a família de Aluno 5 para revisar seu pro- gresso e discutir estratégias de apoio em casa, garantindo uma abordagem consistente entre a escola e o ambiente doméstico. 10) Avaliação Regular do Progresso e Ajustes no Plano: • Realizar avaliações regulares para monitorar o progresso de Aluno 5 em rela- ção aos objetivos do PEI e ajustar o plano conforme necessário para garantir seu desenvolvimento global e sua inclusão efetiva na escola. OBSERVAÇÕES Desenvolvimento Motor: • Capacidades, Interesses: Aluno 5 emite sons e vocalizações. • Necessidades: Aprimorar habilidades motoras grossas e finas. Promover inde- pendência na higiene pessoal. • O que aprender e o que ensinar: Oferecer oportunidades para explorar dife- rentes texturas e movimentos. Introduzir o treinamento para o uso do sanitário de forma gradual. • Objetivos a Alcançar: Manipular objetos com mais precisão e adquirir controle para usar o sanitário. • Recursos/Estratégias: Brinquedos sensoriais, atividades de movimento livre, sanitário, reforço positivo. Linguagem e Comunicação: • Capacidades, Interesses: Aluno 5 emite sons e vocalizações, mas não fala. • Necessidades: Estimular o desenvolvimento da linguagem receptiva e expres- siva. Incentivar a comunicação não verbal. • O que aprender e o que ensinar: Fornecer um ambiente rico em estímulos verbais e não verbais. Responder de forma positiva às tentativas de comuni- cação de Aluno 5. 118 • Objetivos a Alcançar: Desenvolver um vocabulário básico, estabelecer cone- xões entre sons e objetos, iniciar a imitação de sons e palavras. • Recursos/Estratégias: Cantigas de roda, livros interativos, gestos simples, interações verbais frequentes. Higiene e Autonomia: • Capacidades, Interesses: Aluno 5 teve episódios isolados de fazer coco e xixi na roupa. • Necessidades: Desenvolver habilidades de higiene pessoal e independência nas atividades cotidianas. • O que aprender e o que ensinar: Introduzir gradualmente o treinamento para o uso do penico. Incentivar a participação ativa na troca de fraldas e outras atividades de higiene. • Objetivos a Alcançar: Usar o sanitário com sucesso em momentos específicos, como após as refeições e ao acordar. Demonstrar consciência do processo de eliminação. • Recursos/Estratégias: Sanitário, horários regulares para uso do sanitário, reforço positivo, participação ativa dos pais. Socialização e Interação: • Capacidades, Interesses: Aluno 5 não brinca em grupo e não interage muito. • Necessidades: Estimular a interação social e as habilidades de brincar em grupo. Promover a socialização com pares. • O que aprender e o que ensinar: Organizar atividades de grupo com jogos simples e brincadeiras interativas. Modelar e incentivar comportamentos sociais positivos. • Objetivos a Alcançar: Demonstrar interesse em brincar com outras crianças, compartilhar brinquedos e participar de atividades em grupo. • Recursos/Estratégias: Jogos de interação, brinquedos para compartilhar, modelagem de comportamento. 119 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO – 1º BIMESTRE DE 2024 HABILIDADES E COMPETENCIAS DO 4º ANO ENSINO FUNDAMENTAL LÍNGUA PORTUGUESA Análise: • Estratégia de leitura • Reconstrução das condições de produção e recepção de textos • Compreensão em leitura • Imagens analíticas em textos • Pesquisa • Escuta atenta • Acentuação das paroxítonas • Relato oral/Registro formal e informal • Conhecimento do alfabeto do português do Brasil/Ordem alfabética/Polissemia • Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/Acentuação Oralidade: • Oralidade pública/Intercâmbio conversacional em sala de aula • Características da conversação espontânea • Escuta de textos orais • Exposição oral • Formas de composição de narrativas • Relato oral/Registro formal e informal Produção de Textos: • Revisão de textos • Edição de textos • Escrita autônoma e compartilhada • Planejamento e produção de texto • Forma de composição de gêneros orais • Escrita colaborativa • Escrita autônoma e compartilhada • Planejamento de texto/Progressão temática e paragrafação • Revisão de textos Leitura/Escuta: • Estratégia de leitura • Decodificação/Fluência de leitura • Compreensão em leitura • Reconstrução das condições de produção e recepção de textos • Pesquisa • Escuta atenta 120 Linguística/Semiótica: • Construção do sistema alfabético/Convenções da escrita • Construção do sistema alfabético e da ortografia • Formas de composição de narrativas • Acentuação das paroxítonas• Conhecimento do alfabeto do português do Brasil/Ordem alfabética/Polissemia • Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/Acentuação MATEMÁTICA 1) MEDIDAS, NÚMEROS E GEOMETRIA Grandezas e medidas: • Medir e estimar comprimentos, massas e capacidades. • Reconhecer e comparar prismas e pirâmides. Números: • Resolver problemas de adição e subtração. • Ler, escrever, ordenar e comparar números até dezenas de milhar. • Compreender as relações entre adição/subtração e multiplicação/divisão. • Compor e decompor números até dezenas de milhar. Geometria: • Descrever deslocamentos e localizações no espaço. • Medir, comparar e estimar áreas de figuras planas. • Associar prismas e pirâmides a suas planificações. Probabilidade e estatística: • Realizar pesquisa e organizar dados em tabelas e gráficos. • Analisar dados apresentados em tabelas e gráficos. 2) NÚMEROS, LOCALIZAÇÃO E MEDIDAS Números: • Resolver problemas de multiplicação com diferentes significados. • Relacionar décimos e centésimos com o sistema monetário. Geometria: • Descrever deslocamentos e localizações no espaço. • Associar prismas e pirâmides a suas planificações. Álgebra: • Investigar relações inversas entre adição/subtração e multiplicação/divisão com a calcu- ladora. 121 CIÊNCIAS • A Rede da Vida: • Ecossistemas • Cadeias e teias alimentares • Diferentes formas de nutrição: • Cadeias alimentares simples • Micro-organismos • Relações ecológicas: • Relações harmônicas (protocooperação, comensalismo e sociedade) • Relações desarmônicas (predação, competição e parasitismo) • Vida e evolução: • Cadeias alimentares simples • Relações ecológicas HISTÓRIA • Movimentos Migratórios: • O que são movimentos migratórios? • As migrações no Brasil • Os primeiros movimentos migratórios • As migrações no Brasil do passado • Transformações e permanências nas trajetórias dos grupos humanos: • Circulação de pessoas, produtos e culturas • As questões históricas relativas às migrações • Ação de pessoas, grupos sociais e comunidades no tempo e no espaço: • Nomadismo, agricultura, escrita, navegações, indústria, entre outras • O surgimento da espécie humana no continente africano e sua expansão pelo mundo • Os processos migratórios para a formação do Brasil: • Grupos indígenas • Presença portuguesa • Diáspora forçada dos africanos • Processos migratórios do final do século XIX e início do século XX no Brasil GEOGRAFIA • Brasil: Localização no Mundo: • Formas de representação e pensamento espacial • Elementos constitutivos dos mapas • Conexões e escalas • Unidades político-administrativas do Brasil • Brasil: Países vizinhos 122 • Sistema de Orientação: • Utilização das direções cardeais na localização de componentes físicos e humanos nas paisagens • Brasil: Divisão Político-Administrativa: • Distinção das unidades político-administrativas oficiais nacionais, suas fronteiras e hie- rarquia, localizando seus lugares de vivência • Instâncias do Poder Público e Canais de Participação Social: • Distinguir funções e papéis dos órgãos do poder público municipal e canais de partici- pação social na gestão do Município, incluindo a Câmara dos Vereadores e Conselhos Municipais. ARTES • Gravura: Técnicas e Materiais: • Experimentação de diferentes técnicas e materiais na criação de gravuras. • Utilização de instrumentos e recursos convencionais e não convencionais. • Autorretrato: • Exploração da técnica do autorretrato na expressão artística. • Reflexão sobre a própria imagem e identidade através da arte. • Repetição como Recurso: • Utilização da repetição como recurso expressivo nas artes visuais. • Experimentação de padrões e formas repetitivas na criação artística. • Dança: • Exploração dos processos de criação na dança. • Utilização de sistemas de linguagem e elementos da dança na expressão corporal. • Experimentação de diferentes formas de orientação no espaço e ritmos de movimento. • Diálogo sobre experiências pessoais e coletivas na dança. • Música: • Identificação e apreciação de diversas formas de expressão musical. • Percepção e exploração dos elementos constitutivos da música. • Experimentação de improvisações, composições e execuções musicais. • Teatro: • Reconhecimento e apreciação de diferentes manifestações teatrais. • Descoberta de teatralidades na vida cotidiana. • Experimentação do trabalho colaborativo e autoral no teatro. • Artes Integradas e Arte e Tecnologia: • Conhecimento e valorização do patrimônio cultural de diferentes culturas. • Exploração de diferentes tecnologias e recursos digitais nos processos de criação artística. 123 EDUCAÇÃO FÍSICA • Jogos Africanos: • Reconhecimento da origem e características dos jogos africanos. • Exploração e estudo de jogos tradicionais africanos como parte da cultura e identidade. • Formações Específicas da Ginástica: • Contribuição dos jogos e brincadeiras de matrizes africana e indígena para a identidade brasileira. • Experimentação de movimentos ginásticos específicos, como pontes, estrelas, rondadas e paradas de cabeça e mãos. • Brincadeiras e Jogos: • Exploração de brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo. • Conhecimento e prática de brincadeiras e jogos de matriz indígena e africana como parte da identidade brasileira. • Ginástica Geral: • Prática de movimentos ginásticos gerais, envolvendo técnicas como pontes, estrelas, rodadas e paradas de cabeça e mãos. METAS 1) Comunicação Expressiva: • Identificar e nomear objetos do ambiente. • Usar frases simples para expressar necessidades e desejos. 2) Interatividade Social: • Iniciar interações sociais com colegas. • Compartilhar brinquedos. • Manter contato visual durante interações. 3) Redução de Comportamentos Repetitivos: • Participar de atividades variadas. • Demonstrar interesse e participação em diferentes atividades. 4) Desenvolvimento Motor Fino: • Desenhar formas simples. • Recortar em linha reta. • Manipular pequenos objetos com precisão. 5) Autonomia e Autogestão: • Seguir rotinas diárias. • Organizar seus pertences. 6) Participação em Atividades Acadêmicas: • Identificar cores, formas e números. • Demonstrar progresso no aprendizado de conceitos básicos. 124 7) Desenvolvimento da Atenção e Concentração: • Manter o foco em uma única atividade por períodos específicos. • Evitar distrações durante as atividades. 8) Inclusão e Integração: • Participar de atividades inclusivas com colegas. • Demonstrar aceitação e amizade mútua. 9) Apoio Familiar: • Aplicar estratégias de apoio em casa conforme orientado pela equipe escolar. 10) Monitoramento e Avaliação: • Acompanhar regularmente o progresso e ajustar o plano conforme necessário. ADAPTAÇÕES GERAIS NECESSÁRIAS PARA O(A) ALUNO(a): Aluno 5 Integração dos Recursos: • Garantir que os recursos disponíveis sejam integrados às atividades diárias de Aluno 5, proporcionando oportunidades frequentes de uso e prática. • Incorporar o uso da caixa com atividades em feltro e EVA, pasta com atividades motoras e velcro com figuras e símbolos em diferentes momentos do dia, tanto durante as atividades acadêmicas quanto durante o recreio e outras atividades extracurriculares. Variedade de Atividades: • Incluir uma variedade de atividades nos recursos disponíveis, abrangendo diferentes áreas de desenvolvimento, como cognitivo, motor, social e emocional. • Utilizar o regulador de pelúcia como uma ferramenta de apoio emocional, incentivando Aluno 5 a recorrer a ele sempre que necessário para se sentir confortável e seguro em situações desafiadoras. Personalização e Adaptação: • Personalizar as atividades da pasta com atividades motoras de acordo com as habilidades e interesses específicos de Aluno 5, garantindo que sejam desafiadoras, mas também adequadas ao seu nível de desenvolvimento. • Adaptar as atividades com velcro para incluir pareamento de figuras e símbolos relacio- nados aos conteúdos acadêmicos abordados em sala de aula, proporcionando a Aluno 5 oportunidades de praticar habilidades acadêmicas de forma visuale tátil. Incorporação ao Currículo: • Integrar o uso desses recursos adaptados ao currículo escolar de Aluno 5, garantindo que ele tenha acesso às mesmas oportunidades de aprendizado que seus colegas, adaptadas às suas necessidades individuais. • Colaborar com os professores e a equipe escolar para identificar maneiras de incorporar os recursos adaptados às atividades e projetos em sala de aula, promovendo sua partici- pação ativa e engajamento. 10 Planos de Aula Para Autistas 126 1. Plano de Aula: Alfabetização - Vogais Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Aprender e reconhecer as vogais (a, e, i, o, u) de forma lúdica e interativa. Objetivos Específicos: 1. Identificar as vogais em palavras simples. 2. Reconhecer o som das vogais. 3. Produzir palavras que contenham vogais. Materiais: - Cartões com as letras das vogais (a, e, i, o, u). - Imagens de objetos que comecem com cada vogal (ex: abelha, elefante, iglu, óleo, urso). - Fichas de atividades (cópia e colorir as vogais). - Quadro branco e marcadores. - Caixa de som para tocar músicas sobre vogais. 1. Estrutura da Aula Abertura (10 minutos) - Início com uma roda de conversa. Perguntar ao aluno se ele conhece alguma letra ou palavra que comece com uma vogal. - Apresentar as vogais usando cartões, mostrando cada letra e enfatizando seu som. 2. Atividade Interativa (15 minutos) Jogo das Vogais: Colocar as imagens de objetos na parede. Pedir ao aluno para associar cada imagem à vogal correspondente. Por exemplo, mostrar a imagem da abelha e perguntar: “Qual é a vogal que se inicia essa palavra?” - Incentivar o aluno a repetir os sons das vogais e das palavras ao fazer as associações. 3. Música das Vogais (10 minutos) Colocar uma música educativa que ensine as vogais e seus sons. Pedir para o aluno cantar junto e fazer gestos que ajudem a fixar o aprendizado. - Exemplo: “A, E, I, O, U, as vogais são cinco, e você já sabe, então vamos cantar mais uma vez!” 4. Atividade de Escrita (10 minutos) Entregar as fichas de atividade em que o aluno deve traçar e colorir as vogais. - Orientar o aluno a pronunciar a letra enquanto traça, reforçando a conexão entre o som e a forma da letra. 5. Reflexão e Encerramento (5 minutos) Convidar o aluno a compartilhar o que aprendeu sobre vogais. Reforçar as vogais que ele aprendeu, talvez brincando de adivinhar palavras que começam com cada uma delas. Avaliação: – Observar a participação do aluno nas atividades interativas e na música. 127 – Avaliar a capacidade de identificar e pronunciar as vogais durante as atividades. – Revisar as fichas de atividade para verificar a compreensão e execução das atividades. Dicas para o Educador: – Esteja atento ao tempo de resposta do aluno e sempre busque encorajá-lo ver- balmente. – Use reforços positivos durante a aula, elogiando esforços e conquistas. – Adapte as atividades, se necessário, garantindo que o aluno se sinta confortável e motivado. Observações: – Considere as preferências e interesses do aluno para adaptar atividades que pos- sam aumentar o engajamento. – Mantenha uma abordagem flexível, permitindo pausas quando necessário, para que o aluno possa processar as informações. – Com este plano de aula, o objetivo é promover um ambiente de aprendizado aco- lhedor, onde o aluno possa explorar as vogais de forma divertida e significativa. 2. Plano de Aula: Matemática - Números de 0 a 100 Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Reconhecer, contar e escrever os números de 0 a 100 de forma lúdica e interativa. Objetivos Específicos: 1. Identificar os números de 0 a 100. 2. Contar sequencialmente de 0 a 100. 3. Relacionar os números a quantidades por meio de atividades práticas. Materiais: – Cartões numerados de 0 a 100. Objetos contáveis (como blocos, tampinhas, mo- edas, etc.). – Jogo da memória com números e quantidades. – Quadro branco e marcadores. – Música de contagem (pode ser uma canção que envolva números). – Fichas de atividades (ligar números a imagens com a quantidade correspondente). 128 Estrutura da Aula: 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar com uma breve conversa sobre os números, perguntando ao aluno se ele consegue contar até 10, 20, etc. – Apresentar os números de 0 a 100 usando cartões visuais, enfatizando a pronún- cia e permitindo que o aluno participe dizendo os números junto. 2. Atividade de Contagem com Objetos (15 minutos) – Distribuir objetos contáveis e pedir para o aluno contar em voz alta enquanto agrupa os objetos em conjuntos (ex: grupos de 10). – Propor um desafio: “Quantos blocos você tem? Vamos colocar juntos para chegar a 20?” Isso ajudará a trabalhar a contagem e a quantificação de forma prática. 3. Jogo de Memória (10 minutos) – Preparar um jogo da memória onde um conjunto de cartões tem os números de 0 a 100 e outro conjunto tem imagens que representam a mesma quantidade (ex: um cartão com o número 5 e outro com 5 estrelas). – Jogar junto com o aluno, incentivando-o a emparelhar os números com a quanti- dade correta. Elogiar cada acerto. 4. Música de Contagem (10 minutos) – Colocar uma música educativa de contagem e pedir ao aluno para cantar junto. Você pode sugerir movimentos que acompanhem a música, como levantar as mãos ao contar. – Isso ajuda a reforçar a memorização dos números de uma forma divertida e ativa. 5. Fichas de Atividade (5 minutos) – Distribuir fichas onde o aluno deve ligar as quantidades a seus respectivos números. – Orientá-lo enquanto trabalha nas fichas, fazendo perguntas sobre os números e as quantidades apresentadas, como: “Quantas maçãs temos? Qual é o número que representa isso?” Avaliação: – Observar a participação do aluno nas atividades e sua capacidade de contar e identificar os números. – Avaliar a execução do jogo da memória e a associação correta entre números e quantidades. – Revisar as fichas de atividade para verificar a compreensão da relação entre nú- meros e quantidades. Dicas para o Educador: – Mantenha-se atento ao tempo de atenção do aluno, oferecendo pausas quando necessário. 129 – Use reforços positivos e motivacionais ao longo da aula, elogiando cada desempenho. – Adapte as atividades de acordo com os interesses do aluno para aumentar o engajamento. Observações: – Esteja preparado para usar diferentes materiais ou atividades se o aluno parecer desinteressado ou desestimulado. – Considere incluir elementos sensoriais nas atividades, como objetos com texturas diferentes, para manter o interesse. – Com este plano de aula, espera-se que o aluno desenvolva um entendimento sólido sobre os números de 0 a 100 por meio de atividades práticas, musicais e lúdicas que estimulam a aprendizagem de forma divertida e significativa. 3. Plano de Aula: Leitura com Livro de Luciana Junqueira Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Desenvolver habilidades de leitura e compreensão de texto uti- lizando um livro da autora Luciana Junqueira, que utiliza letras em forma bastão. Objetivos Específicos: 1. Reconhecer letras em forma bastão. 2. Desenvolver habilidades de leitura fluente. 3. Compreender e discutir o conteúdo da história lida. Materiais: – Livro da Luciana Junqueira com letras em forma bastão. – Cartazes com palavras-chave e imagens relacionadas à história. – Quadro branco e marcadores. – Fichas de atividade para ilustrar ou escrever sobre a história. – Lápis de cor. Estrutura da Aula 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a aula com uma conversa sobre o que o aluno já sabe sobre a autora Lu- ciana Junqueira e suas histórias. 130 – Apresentar o livro a ser lido, mostrando a capa e perguntando ao aluno o que ele acha que a história pode tratar. 2. Leitura Guiada (15 minutos) – Realizar a leitura do livro em voz alta, usando uma entonação animada para pren- der a atenção do aluno.– Pausar em partes importantes do texto para estimular a participação do aluno, perguntando o que ele acha que vai acontecer a seguir ou o que ele entendeu até ali. – Mostrar as letras em forma bastão enquanto lê, incentivando o aluno a repetir as palavras e somar à leitura. 3. Atividade de Palavras-Chave (10 minutos) – Após a leitura, apresentar cartazes com palavras-chave da história acompanhadas de imagens. – Pedir ao aluno para associar as palavras às imagens e, em seguida, tentar formar frases simples usando as palavras apresentadas. 4. Atividade de Criação (10 minutos) – Propor que o aluno desenhe sua parte favorita da história ou crie uma nova cena usando as letras em forma bastão, escrevendo palavras que ele lembra da leitura. – Incentivar o aluno a descrever seu desenho, ajudando-o a se expressar verbal- mente. 5. Reflexão e Encerramento (5 minutos) – Reunir-se novamente e perguntar ao aluno o que mais lhe chamou a atenção na história. Quais foram os personagens e o que ele mais gostou. – Reforçar a história lida e o que aprenderam com ela. Deixar o aluno confortável para compartilhar suas ideias. Avaliação: – Observar a capacidade do aluno de reconhecer letras e palavras em forma bastão durante a leitura. – Avaliar a participação do aluno nas discussões e em suas respostas. – Revisar os desenhos e frases criados na atividade de criação para verificar a com- preensão da história. Dicas para o Educador: – Use tons de voz diferentes para personagens durante a leitura, o que pode ajudar a prender a atenção do aluno. – Esteja atento ao ritmo do aluno, ajustando o tempo de leitura e as perguntas para manter o engajamento. – Utilize reforços positivos à medida que o aluno participa e demonstra compreensão. 131 Observações: – Esteja preparado para adaptar o conteúdo da aula às necessidades sensoriais e emocionais do aluno, sempre promovendo um ambiente seguro e acolhedor. – Considere incluir elementos interativos, como gestos ou movimentos, para refor- çar a compreensão do texto. – Com este plano de aula, espera-se que o aluno desenvolva não apenas a habili- dade de leitura, mas também um gosto pela literatura, promovendo um ambiente inclusivo que valorize suas capacidades e interesses. 4. Plano de Aula: Desenvolvimento da Cognição e Motricidade Fina - Pegar e Segurar o Lápis Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Desenvolver a coordenação motora fina e a habilidade de pegar e segurar o lápis corretamente. Objetivos Específicos: 1. Melhorar a habilidade de pegar e segurar o lápis. 2. Estimular a coordenação olho e mão. 3. Promover a autonomia na escrita e desenhar. Materiais: – Lápis com triângulos ou borrachas em formato especial para facilitar a pegada. – Papel sulfite ou folhas de desenho. – Fichas ou cartões com formas e letras para traçar. – Materiais para atividades de manipulação, como massinha, contas pequenas ou pinças. – Contrapontos visuais (ex: desenhos de mãos segurando lápis). – Música relaxante instrumental (opcional). Estrutura da Aula 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a aula com uma conversa sobre a importância de usar o lápis. Perguntar ao aluno se ele gosta de desenhar ou escrever. 132 – Mostrar diferentes lápis (com formatos especiais) e explicar como segurá-los cor- retamente. Demonstre a posição correta dos dedos. 2. Atividade de Aquecimento (10 minutos) – Proporcionar atividades de manipulação para estimular a motricidade fina antes de usar o lápis. – Usar massinha para amassar, rolar e modelar formas. Alternativamente, usar pin- ças para movimentar pequenas contas ou objetos. 3. Demonstração e Prática Guiada (15 minutos) – Demonstrar como segurar o lápis, usando as técnicas de pegada correta (ex: pe- gada em pinça com os dedos indicador, polegar e médio). – Pedir ao aluno para imitar a pegada demonstrada. Fazer exercícios de traçado em uma folha com formas simples, como círculos, linhas e ziguezague. – Oferecer feedback positivo e orientações sobre a postura e a pressão ao desenhar. 4. Atividade de Traçado (10 minutos) – Distribuir fichas ou cartões com formas e letras para o aluno traçar. Incentivar a traçar seguindo linhas marcadas. – Estimular o uso do lápis com formas variadas e que o aluno goste, como desenhos de seus personagens favoritos ou formas de objetos do dia a dia. 5. Reflexão e Encerramento (5 minutos) – Perguntar ao aluno como ele se sentiu ao praticar com o lápis e se ele gostou das atividades. – Reforçar a importância de práticas contínuas para melhorar a habilidade de escre- ver e desenhar. – Se o tempo permitir, propor um momento livre para que o aluno faça um desenho livre usando o lápis. Avaliação: – Observar a capacidade do aluno de segurar o lápis corretamente e a precisão nos traçados. – Avaliar a evolução nas atividades manipulativas propostas e sua interação com o material. – Registrar feedback sobre a participação e interesse do aluno durante a aula. Dicas para o Educador: – Use reforços positivos quando o aluno fizer progressos, mesmo que pequenos. – Esteja atento às necessidades sensoriais do aluno, oferecendo intervalos ou adap- tações se necessário. 133 – Mantenha um ambiente calmo e organizado, evitando distrações. Observações: – O ritmo da aula pode ser ajustado de acordo com a resposta do aluno. Se ele parecer cansado ou desinteressado, considere fazer pausas ou mudar a atividade. – Esteja aberto a usar diferentes materiais que ajudem a tornar a atividade mais interessante para o aluno, como lápis coloridos ou utensílios de arte. – Com este plano de aula, espera-se que o aluno desenvolva suas habilidades mo- toras finas de forma divertida e engajadora, preparando-o para futuras atividades de escrita e desenho. 5.Plano de Aula: Nomes e Sons dos Animais Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Aprender e reconhecer os nomes dos animais e os sons que fa- zem, de forma lúdica e interativa. Objetivos Específicos: 1. Identificar diferentes animais e seus respectivos nomes. 2. Reconhecer e reproduzir os sons dos animais. 3. Associar imagens dos animais aos seus nomes e sons. Materiais: – Cartões com fotos de diferentes animais (ex: cachorro, gato, vaca, leão, pássaro, entre outros). – Som de sons de animais (pode ser gravado ou usando um aplicativo). – Fichas de atividades para colorir ou completar (ex: desenhar o animal que faz o som). – Quadro branco e marcadores. – Jogo interativo de adivinhação de sons de animais (se possível). Estrutura da Aula 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a aula com uma roda de conversa. Perguntar ao aluno se ele tem algum animal de estimação e qual é o nome dele. – Introduzir o tema mostrando os cartões dos animais, perguntando ao aluno se ele conhecia os animais apresentados e como cada um deles se chama. 134 2. Apresentação dos Animais e Sons (15 minutos) – Apresentar os cartões um a um, falando o nome do animal e pedindo ao aluno para repetir. – Em seguida, reproduzir o som do animal e incentivar o aluno a fazer o mesmo. Explique o que esse animal faz e onde ele vive, para enriquecer o aprendizado. – Propor um jogo onde mostra a imagem do animal e o aluno tem que adivinhar qual é o som que ele faz. 3. Atividade Interativa (15 minutos) – Criar um jogo de adivinhação: reproduzir o som de um animal (ou utilizar um aplicativo com sons de animais) e pedir ao aluno para adivinhar qual é o animal correspondente entre os cartões. – A cada acerto, incentive o aluno a dizer o nome do animal e fazer o som corres- pondente. Isso consolida o aprendizado de forma lúdica. 4. Atividade de Criatividade (7 minutos) – Distribuir as fichas de atividades em que o aluno pode colorir um desenho repre- sentativo de um animal e escrever seu nome. – Oferecer a oportunidade para o aluno desenhar seu animal favorito e contarum pouco sobre ele (porque gosta, onde vive, etc.). 5. Reflexão e Encerramento (3 minutos) – Perguntar ao aluno o que ele aprendeu sobre os animais e quais foram seus fa- voritos. – Reforçar os diferentes sons que ouviram. Se houver tempo, fazer um “mini show”, onde ele pode repetir o nome e o som do animal escolhido. Avaliação: – Observar a capacidade do aluno de reconhecer os nomes dos animais e reproduzir os sons. – Avaliar o engajamento e a participação durante as atividades interativas e no de- senho. – Revisar as fichas de atividades para verificar se o aluno conseguiu associar o nome e a representação do animal. Dicas para o Educador: – Use uma abordagem animada e divertida para prender a atenção do aluno. A va- riação de tons de voz e gestos pode ajudar. – Esteja atento ao ritmo do aluno e adapte as atividades se necessário, garantindo que ele se sinta confortável e engajado. – Reforce o aprendizado por meio de elogios e incentivos. 135 Observações: – Lembre-se de considerar as preferências do aluno, ajustando os materiais e as atividades conforme necessário. – Mantenha um ambiente seguro e acolhedor onde o aluno possa se expressar li- vremente. – Com este plano de aula, espera-se proporcionar uma experiência rica e envolven- te no aprendizado sobre os nomes e sons dos animais, incentivando a curiosidade e a interação do aluno. 6. Plano de Aula: Cores Primárias e Secundárias para Crianças Autistas Verbais Tema: Cores Primárias e Secundárias Duração: 1 hora Objetivo Geral:- Desenvolver o reconhecimento e a nomeação das cores primá- rias e secundárias, estimulando a percepção visual e a expressão verbal. Conteúdos: 1. Cores primárias: vermelho, azul e amarelo. 2. Cores secundárias: verde, laranja e roxo (formadas pela mistura das cores primárias). Recursos: – Cartazes com as cores. – Lápis de cor e folhas em branco. – Tintas (guache ou acrílica) nas cores primárias e secundárias. – Objetos coloridos (brinquedos, frutas, etc.). – Música ou canções sobre cores. Desenvolvimento: 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a atividade com uma roda de conversa. – Apresentar os cartazes das cores primárias e secundárias. – Perguntar às crianças se conhecem essas cores e onde as veem no cotidiano. 2. Atividade de Identificação (15 minutos) – Apresentar objetos coloridos, um de cada vez, perguntando às crianças qual a cor daquele objeto. 136 – Incentivar a participação verbal e a repetição dos nomes das cores. – Pedir que as crianças identifiquem cores em seus próprios objetos. 3. Mistura de Cores (20 minutos) – Propor uma atividade de pintura utilizando as tintas. – Pedir que as crianças escolham uma cor primária e a apliquem em uma folha em branco. – Em seguida, misturar duas cores primárias para descobrir a cor secundária resul- tante e pedir que pintem ao lado da nova cor. – Estimular a verbalização do resultado: “Misturei vermelho com azul e obtive roxo!” 4. Música e Movimento (10 minutos) – Encerrar a aula com uma canção sobre cores, incentivando as crianças a se movi- mentarem e a nomearem as cores enquanto dançam. – Verificar a compreensão das cores de forma divertida, questionando: “Qual a cor que estamos vendo na dança?” Avaliação: – Observar se as crianças conseguem nomear e identificar as cores primárias e se- cundárias durante as atividades. – Avaliar a participação verbal ao longo das atividades e a capacidade de verbaliza- ção dos resultados nas misturas de cores. Considerações Finais: – Lembrar que o objetivo é sempre promover um ambiente inclusivo e estimulante, respeitando o ritmo e as necessidades de cada criança, especialmente consideran- do a comunicação e a expressão dos alunos autistas. – Esse plano pode ser adaptado conforme a quantidade de alunos e o espaço disponível. 7. Plano de Aula: Consciência Fonológica - Sons das Consoantes Público-alvo: Aluno autista verbal do 1º ano Duração: 50 minutos Objetivo Geral: Desenvolver a consciência fonológica através do reconhecimento e produção dos sons das consoantes. 137 Objetivos Específicos: 1. Identificar consonantes em palavras. 2. Reconhecer e reproduzir os sons das consoantes de forma divertida e inte- rativa. 3. Associar sons de consoantes a palavras e imagens correspondentes. Materiais: – Cartões com letras de consoantes (ex: b, c, d, f, g, etc.). – Imagens de objetos que comecem com diferentes consoantes (ex: bola, gato, flor). – Sonoros (opcional): um aplicativo ou gravação de sons de consoantes usadas em palavras. – Quadro branco e marcadores coloridos. – Fichas de atividades com letras e imagens. – Brinquedos ou objetos da sala que comecem com consoantes (se disponível). Estrutura da Aula 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a aula conversando com o aluno sobre a importância das letras e sons. Perguntar se ele sabe como algumas palavras começam. – Apresentar os cartões de consoantes, mostrando uma de cada vez, e pedindo ao aluno para repetir o som da letra. 2. Atividade de Identificação de Sons (15 minutos) – Mostrar imagens de objetos que começam com as consoantes que foram apresen- tadas (ex: mostrar uma imagem de uma “bola” e perguntar: “Qual é a primeira letra que ouvimos? Qual é o som do ‘b’?”). – Reforçar a atividade com objetos físicos se possível. Por exemplo, mostrar uma bola e recordar a palavra. – Estimular o aluno a reproduzir o som correspondente a cada consoante. 3. Jogo de Associação (10 minutos) – Propor um jogo onde o aluno deve ouvir um som de consoante (pode ser uma gravação) e escolher a imagem correspondente do conjunto de objetos. – Se o recurso sonoro não estiver disponível, o educador pode reproduzir o som verbalmente e pedir para o aluno associar. 4. Atividade de Criação com Letras (10 minutos) – Distribuir fichas de atividades que apresentam consoantes e imagens, onde o alu- no deve traçar a letra correspondente. 138 – Pedir ao aluno para desenhar um objeto que comece com a letra na folha e escre- ver a letra em forma bastão. – Incentivar o aluno a compartilhar o que desenhou, pronunciando o som da conso- ante e o nome do objeto. 5. Reflexão e Encerramento (5 minutos) – Conversar com o aluno sobre o que ele aprendeu durante a aula. Perguntar quais consoantes foram suas favoritas e se ele consegue pensar em outras palavras que comecem com essas consoantes. – Reforçar a importância de reconhecer os sons das consoantes para ajudar na lei- tura e escrita. Avaliação: – Observar a capacidade do aluno de identificar e reproduzir corretamente os sons das consoantes. – Avaliar a participação do aluno durante as atividades de associação e criação. – Analisar as fichas de atividades, verificando a compreensão do aluno sobre as consoantes apresentadas. Dicas para o Educador: – Use diferentes tons de voz e expressões ao ensinar os sons das consoantes para manter o interesse do aluno. – Encoraje a participação sem pressão, utilizando reforços positivos sempre que o aluno fizer progresso ou iniciativa. – Esteja atento às reações do aluno, oferecendo suporte adicional caso ele se sinta confuso ou desinteressado. Observações: – Considere as preferências e interesses do aluno ao escolher imagens e objetos a serem utilizados nas atividades. – Mantenha um ambiente de aprendizado positivo, permitindo que o aluno faça perguntas e se expresse livremente. – Com este plano de aula, espera-se que o aluno desenvolva uma base sólida de consciência fonológica, ao mesmo tempo em que se diverte aprendendo os sons das consoantes. 139 8.Plano de Aula: Rimas Tema: Rimas Duração: 1 hora Objetivo Geral: Desenvolver a apreciação e o reconhecimento de rimas, estimu- lando a linguagem oral e a capacidade de comunicação. Conteúdos: 1. Introdução ao conceito de rimas. 2. Identificação de palavras que rimam. 3. Criação simples de rimas. Recursos: – Livrinhos de histórias curtas com rimas (como“A Aranha Pandiá” ou outros clássicos). – Cartões ilustrados com palavras que rimam. – Brinquedos ou objetos que representem as palavras-rima. – Caixas ou cestos para atividades de agrupar rimas. – Música ou canções que incluam rimas. Desenvolvimento: 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar a aula com uma roda de conversa. Perguntar às crianças se já ouviram alguma rima e se conseguem se lembrar de alguma. – Ler um livrinho com rimas, enfatizando as palavras que rimam e repetindo-as em conjunto com as crianças. 2. Apresentação das Rimas (15 minutos) – Mostrar cartões ilustrados com palavras que rimam (ex.: gato, sapato; bola, escola). – Dizer as palavras em voz alta, pedindo que as crianças repitam. – Estimular a associação de objetos disponíveis com as palavras apresentadas. 3. Jogo de Agrupamento (20 minutos) – Distribuir cartões com palavras que rimam para cada criança. – Montar círculos no chão com palavras diferentes e pedir que as crianças se colo- quem no círculo que corresponde à sua rima. – Após isso, pedir que cada criança explique sua escolha, tentando verbalizar a rima para a turma (ajudá-las se necessário). 140 4. Criação de Rimas com Objetos (10 minutos) – Usar brinquedos ou objetos para criar rimas. Por exemplo, usar uma “bola” e uma “cola”. – Pedir que, de forma lúdica, as crianças formem novas rimas em duplas ou grupos. Cada grupo compartilha suas criações com os demais. 5. Música e Canções (5 minutos) – Concluir a aula com uma canção que contenha rimas (exemplo: “Atirei o Pau no Gato”). – Incentivar as crianças a acompanharem a música, batendo as palmas ou dançan- do, reforçando a identificação das rimas. Avaliação: – Observar a capacidade das crianças de identificar palavras que rimam durante as atividades. – Avaliar o envolvimento dos alunos e a habilidade de verbalizar rimas e comparti- lhar suas ideias. Considerações Finais: – É fundamental criar um ambiente acolhedor e divertido para as crianças, permitin- do que elas se expressem livremente. Respeitar o ritmo de aprendizagem de cada criança é essencial, especialmente no caso de alunos autistas. – Esse plano pode ser adaptado conforme a dinâmica da turma e a receptividade das crianças às atividades propostas 9.Plano de Aula: Contos de Fadas para Crianças Autistas Tema: Contos de Fadas Duração: 1 hora Objetivo Geral: Desenvolver a imaginação, a expressão verbal e a compreensão de narrativas simples por meio de contos de fadas. Conteúdos: 1. Introdução a contos de fadas. 2. Identificação de personagens e enredos simples. 3. Criação de uma história baseada em um conto de fadas. Recursos: – Livros ilustrados de contos de fadas (ex.: “Cinderela”, “Chapeuzinho Vermelho”). 141 – Fantoches ou bonecos que representem personagens dos contos. – Materiais de artesanato (papel colorido, tesoura, cola, etc.). – Música de fundo mais suave, relacionada às histórias. – Quadro ou cartazes com imagens dos personagens. Desenvolvimento: 1. Abertura (10 minutos) – Fazer uma roda de conversa, perguntando se as crianças conhecem algum conto de fadas e quais são suas histórias favoritas. – Introduzir o tema explicando brevemente o que são contos de fadas, usando ima- gens e personagens dos livros. 2. Contação de História (15 minutos) – Ler um conto de fadas escolhido (de preferência, uma história breve e ilustrada). – Fazer pausas para apresentar as ilustrações, incentivando as crianças a descreve- rem o que veem. – Fazer perguntas durante a leitura, como “Quem é o vilão da história?” ou “O que a princesa fez quando encontrou o dragão?” para fomentar a participação. 3. Atividade de Fantoches (15 minutos) – Apresentar fantoches ou bonecos que representam os personagens da história. – Pedir que as crianças escolham um personagem e proponham pequenas encena- ções, ajudando-as com diálogos e interações. – Permitir que as crianças experimentem dramatizar partes da história, promovendo a expressão verbal. 4. Criação de Uma História (15 minutos) – Formar pequenos grupos e ajudar as crianças a criarem sua própria história inspi- rada em contos de fadas. – Fornecer um guia simples: “Um personagem, um problema e uma solução”. – Incentivar o uso de desenhos para ilustrar a história e o uso dos bonecos ou fan- toches para encenar. 5. Conclusão (5 minutos) – Reunir as crianças novamente e permitir que compartilhem suas histórias ou en- cenações com o grupo. – Finalizar com uma música temática suave sobre contos de fadas, incentivando uma atmosfera de celebração das histórias criadas. Avaliação: – Observar a participação das crianças durante a contação e dramatização das histórias. 142 – Avaliar a capacidade de verbalização e engajamento nas atividades propostas. Considerações Finais: – É fundamental criar um ambiente acolhedor e seguro onde as crianças se sintam confortáveis para expressar suas ideias. – Respeitar o tempo de cada criança e oferecer suporte extra quando necessário, garantindo que todos possam participar e se divertir. - Esse plano pode ser adaptado conforme a dinâmica da turma e a receptividade das crianças às atividades propostas. 10.Plano de Aula: Soma para Crianças Autistas Tema: Introdução à Soma Duração:1 hora Objetivo Geral: Desenvolver a compreensão básica de adição através de ativida- des lúdicas e visuais, promovendo a contagem e a soma de quantidades. Conteúdos: 1. Conceito de soma. 2. Contagem de objetos. 3. Resolução de pequenas adições utilizando objetos. Recursos: – Objetos manipulativos (blocos, contadores, frutas de plástico). – Cartões com números de 1 a 10. – Quadro branco ou cartazes para ilustrar as somas. – Música relacionado à contagem. – Fichas de atividades com desenhos ou imagens que ilustram somas. Desenvolvimento: 1. Abertura (10 minutos) – Iniciar com uma roda de conversa. Perguntar às crianças se elas já ouviram falar sobre soma e onde podem ver isso em sua vida cotidiana (ex.: brinquedos, frutas, etc.). – Usar música relacionada à contagem para despertar o interesse e atrair a atenção. 2. Apresentação do Conceito (10 minutos) – Apresentar a ideia de soma de forma visual, utilizando objetos manipulativos. 143 – Mostrar, por exemplo, 2 blocos vermelhos e 3 blocos azuis. Contar juntos: “Quan- tos blocos temos no total?” (Modelar a contagem unindo os grupos). – Usar o quadro ou cartazes para escrever a operação: (2 + 3 = 5). 3. Atividade Prática (25 minutos) – Atividade 1: Soma com Objetos – Dividir as crianças em pequenos grupos e disponibilizar objetos manipulativos. – Pedir que escolham dois grupos de objetos (ex.: 4 carros + 2 bonecos) e façam a soma contando-os juntos. – Incentivar que cada grupo compartilhe suas somas com a turma. – Atividade 2: Jogo da Soma – Criar um jogo onde cada criança pegue um cartão com um número e, em seguida, coloque a quantidade correspondente de objetos. – Depois, cada criança pode tirar outro cartão e contar mais objetos de outra cor. – Juntar as quantidades e verbalizar a soma em voz alta. 4. Fichas de Atividade (10 minutos) – Distribuir fichas de atividades com ilustrações de grupos de objetos. – Pedir que as crianças contêm os objetos e escrevam ou desenhem a soma. – Acompanhar e auxiliar as crianças, ajudando na verbalização e na compreensão do processo. 5. Conclusão (5 minutos) – Reunir as crianças para compartilhar o que aprenderam. – Fazer uma recapitulação rápida das somas feitas durante a aula. – Finalizar com uma música divertida sobre contagem e soma. Avaliação: – Observar se as crianças conseguem contar e realizar pequenas somas utilizando objetos manipulativos. – Avaliar a participação e a interação durante as atividades em grupo, assim como a capacidade de verbalizar suas operações. Considerações Finais: – Criar um ambiente acolhedor e seguro é essencial, garantindo que todas as crian- ças se sintam à vontade para participar ativamente. – AdaptarCONHECER O LAUDO DA CRIANÇA ATÍPICA NÃO COMPARAR 16 17 Conceito Dicionário Aurélio: • Brincar: verbo transitivo indireto e intransitivo. Entreter-se com brinquedos ou jogos infantis: brincar com jogos de tabuleiro; gosta de passar as manhãs brincando. Divertir-se através de jogos de ficção, especialmente representando personagens ou papéis fictícios: as crianças gostam de brincar. 18 BRINCAR PARA A CRIANÇA NEUROATÍPICA • Como a criança costuma se divertir? • Com o que ela se diverte? • Vocês se divertem? • Diverte-se com alguém? • Tem algum objeto que chama mais atenção dela? • Algum som, cheiro, textura, sabor ou algo que eu não tenha citado a incomoda ou a desregula? • Vocês brincam juntos? • Ela faz alguma atividade que movimenta o corpo? • Quando bebê, ela explorava o ambiente ou ficava só em luga- res limitados como berços e carrinhos, por exemplo? BRINCAR PARA AS CRIANÇAS ATÍPICAS As brincadeiras podem ensinar uma série de habilidades às crianças. Podemos trabalhar: • Negociação, convívio social, seguimento de regras, simulações de situações reais, tolerância à frustração, uso de fichas e de ferramentas, treino motor, socialização, entre outras. 19 DICAS Ambiente: • Seguro e acolhedor. • Brinquedos apropriados para o desenvolvimento e interesses da criança. • Brinquedos sensoriais podem ser úteis. Rotina: • Estabeleça uma rotina de brincadeiras. • Previsibilidade ajuda a criança se sentir segura. Participação: • Esteja presente e participe ativamente das brincadeiras. • Ofereça encorajamento e reforço positivo. Interesses: • Observe e siga os interesses da criança. • Adapte as atividades para torná-las atraentes. Paciência: • Cada criança aprende em seu ritmo. • Comemore cada progresso, por menor que seja. 20 Competências do AT e do auxiliar de inclusão • Mediação: Facilitar a comunicação e o relacionamento da criança com seus pares e com a comunidade escolar, criando um ambiente acolhedor e inclusivo. • Orientação: Auxiliar a criança na compreensão e execução das atividades pedagógicas, adaptando-as às suas necessida- des individuais e ritmo de aprendizado. • Facilitação: Garantir que a criança tenha acesso a recursos e ferramentas adequadas para potencializar sua aprendizagem, promovendo a autonomia e a participação ativa em sala de aula. • Observação Aguçada: Registrar detalhadamente o compor- tamento da criança, tanto os progressos quanto os desafios, fornecendo informações valiosas para o acompanhamento individualizado. • Comunicação lnterprofissional: Colaborar estreitamente com professores, terapeutas e demais profissionais da educa- ção, compartilhando conhecimentos e estratégias para o melhor atendimento à criança. • Intervenção Pedagógica: Implementar técnicas e metodo- logias específicas para auxiliar a criança em suas dificuldades de aprendizagem, promovendo o seu desenvolvimento integral. • Gestão da Rotina: Auxiliar na organização da rotina escolar da criança, garantindo que ela tenha acesso a todos os serviços e atividades de forma segura e eficaz. • Suporte Emocional: Oferecer acolhimento e apoio à criança, contribuindo para o seu bem-estar emocional e social no ambiente escolar. 21 Atribuições do AT e do auxiliar de inclusão • Inclusão Escolar: Promover a inclusão da criança em todas as atividades da escola, desde as aulas regulares até as extra- curriculares, garantindo sua participação ativa e significativa na vida escolar. • Adaptação Curricular: Colaborar com os professores na adaptação do currículo e das atividades pedagógicas às neces- sidades individuais da criança, assegurando que ela tenha acesso a um ensino de qualidade e personalizado. • Acessibilidade: Garantir que a criança tenha acesso a todos os recursos físicos, pedagógicos e tecnológicos da escola, eli- minando barreiras e promovendo a sua plena participação no ambiente escolar. • Acompanhamento Individualizado: Monitorar o desen- volvimento da criança, identificando suas necessidades, e elaborando planos de intervenção individualizados para auxiliar no seu progresso. • Relato Detalhado: Registrar sistematicamente o progresso da criança, incluindo seus avanços, desafios e necessidades, forne- cendo informações precisas para a equipe escolar e para a família. • Orientação à Família: Manter contato frequente com a famí- lia da criança, fornecendo informações sobre seu desempenho escolar, comportamento e necessidades, e orientando-a sobre como colaborar no processo de aprendizagem. • Participação em Reuniões: Participar ativamente de reuni- ões com a equipe escolar e com a família da criança, discutindo o seu desenvolvimento, estratégias de intervenção e o seu plano de acompanhamento individualizado. • Colaboração com a Equipe Multidisciplinar: Colaborar com psicólogos, pedagogos, terapeutas ocupacionais e demais pro- fissionais da área da educação para garantir um atendimento abrangente e de qualidade à criança. 22 Produção do material adaptado Sala de aula inclusiva • Invista na comunicação visual; • Utilize acessórios na rotina; • Inclua a família, bem como os demais profissionais que fazem parte do desenvolvimento da criança. Os materiais didáticos são importantes recursos para aprendizagem Às vezes o aluno precisará de um material diferente ao tradicional O material deve conter adaptações individuais para cada aluno O material confeccionado deve estar relacionado aos objetivos destinados para aquele aluno 23 Modelagem de retorno às aulas 24 Checklist para AT e auxiliar de inclusão • RELATÓRIOS SEMANAIS; • ANOTAÇÕES DA HABILIDADES ADQUIRIDAS; • VALORIZAR HABILIDADES BÁSICAS E SOCIAIS; • ACOMPANHAMENTO DIÁRIOS E ANOTAÇÕES AF / AV / AG; • PROTOCOLO ABC (PARA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO); • PROTOCOLO DE CONDUTA; • SEGUIR O PLANO (PROGRAMA) DA CRIANÇA; Habilidades Habilidades cognitivas: • Planejamento, organização, controle inibitório, • Flexibilidade cognitiva, memória de trabalho. • Atenção: atenção sustentada, seletiva e dividida. • Memória: memória de curto prazo, longo prazo, memória de trabalho. • Raciocínio lógico: solução de problemas, tomadas de decisões, pensamento crítico. Habilidades acadêmicas: • Leitura e escrita: decodificação, compreensão de leitura, pro- dução escrita. • Matemática: cálculos, resolução de problemas matemáticos compreensão de conceitos matemáticos. • Ciências: entendimento de conceitos científicos, aplicação de conhecimentos em situações práticas. 25 Habilidades sociais: • Interação social: comunicação verbal e não-verbal, empatia e cooperação. • Regulação emocional: identificação e gestão de emoções, reso- lução de conflitos. • Comportamento adaptativo: comportamento pró-social, habili- dades de vida diária, independência. Habilidades motoras: • Motoras finas: coordenação olho-mão, escrita, manipulação de objetos pequenos. • Motoras grossas: equilíbrio, coordenação, habilidades físicas gerais. Habilidades de linguagem: • Expressiva: capacidade de expressar pensamentos e ideias ver- balmente. • Receptiva: capacidade de entender e processar informações verbais. • Pragmática: uso social da linguagem, adequação do discurso ao contexto. Habilidades emocionais: • Autoconsciência: reconhecimento das próprias emoções e sen- timentos. • Autocontrole: controle de impulsos e emoções. • Motivação: motivação intrínseca e extrínseca para aprender e se envolver em atividades. 26 Cérebro e funções Modelo de anotações semanais ANOTAÇÕES DETALHADAS SÃO ESSENCIAIS PARA ELABORAR O PLANO DE ENSINO INDIVIDUALIZADO (PEI) E ATENDER ÀS NECESSIDADES DA CRIANÇA ATÍPICA, TAMBÉM SERVINDO COMO COMPROVAÇÃO DO TRABALHO DO PROFISSIONAL DE APOIO A INCLUSÃO SEGUINDO UM MODELO IDEAL DE NOTAS SEMANAIS. 27 28 29 30 31 Modelo de protocolo de conduta O PROTOCOLO DE CONDUTA TEM O OBJETIVO DE GUIAR OS PROFESSORES E AUXILIARES NO AMBIENTE ESCOLAR, AJUDANDO-OS A RECONHECER AGIR EM CASO DE EMERGÊNCIAS ENVOLVENE>Oas atividades conforme a necessidade de cada criança, respeitando seu ritmo e oferecendo suporte extra sempre que necessário. – Este plano pode ser ajustado e modificado para se adaptar melhor às particulari- dades do grupo e às preferências das crianças.AS CRIANÇAS SEGUINDO UM MODELO DE PROTOCOLO DE CONDUTA. 32 33 34 35 36 37 38 Modelo de protocolo ABC O MODELO ABC FORNECE INFORMAÇÕES PRECISAS PARA ANÁLISE, ENTENDIMENTO E CONSEQUENTEMENTE DO QUE DEVE SER MUDADO NA MANEIRA DE AGIR. SEGUINDO UM MODELO DE PROTOCOLO ABC. Antecedente (Com que pessoas? Em que local? Deu alguma ordem específica?) Resposta (Descrição de comportamento. Ex: chorou/bateu/gritou) Consequência (O que foi feito após o comportamento da criança) Duração (minutos) Registro de comportamentos disruptivos Criança: Data: ____________________ Plano educacional individualizado 40 Introdução A inclusão educacional é um direito fundamental garantido pelas leis de inclusão e deve ser uma prioridade em todas as instituições de ensino. Esta apostila é destinada a todos os educadores e profis- sionais envolvidos no processo educativo, com o objetivo de forne- cer uma base sólida para a elaboração e implementação de Planos Educacionais Individualizados (PEIs) que atendem às necessidades específicas de cada aluno. É importante destacar que existem diversas formas de desenvol- ver um planejamento de inclusão, e cada regente ou professor de área tem a liberdade de criar seu plano conforme suas preferências e a realidade de sua turma. No entanto, todos devem se adequar às metas e objetivos definidos, garantindo que uma educação inclusiva seja eficaz e abrangente. A apostila explora métodos de avaliação, sondagem e adaptação que podem ser aplicados para atender às necessidades individuais dos alunos. Cada criança possui seu próprio ritmo e necessidades específicas, e é fundamental adaptar as estratégias de ensino para promover seu desenvolvimento e aprendizagem. Além disso, há uma variedade de modelos de PEis que podem ser utilizados para ofere- cer um suporte personalizado e eficiente. Esta abordagem flexível e personalizada visa garantir que todos os alunos, independentemente de suas necessidades, tenham acesso a uma educação de qualidade e possam alcançar seu pleno potencial. 41 1. LEIS Princípios da BNCC: A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), orienta os currículos e propostas pedagógicas da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio no Brasil. Ela define os conhecimentos, competências e habilidades esperados para todos os estudantes, com base em princípios éticos, políticos e estéticos das Diretrizes Curriculares Nacionais, visando uma forma- ção humana integral e a construção de uma sociedade justa, demo- crática e inclusiva. Adaptação Curricular na Educação Inclusiva: De acordo com a Lei nº 9.394/1996, os sistemas de ensino devem garantir aos estudan- tes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organizações específicas para atender às suas necessi- dades. A Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) reforça que as escolas regulares devem se adaptar aos alunos, exigindo um pro- jeto pedagógico que atenda às necessidades individuais dos alunos para garantir igualdade no acesso ao currículo escolar. A Resolução nº 2/2001, da Câmara de Educação Básica do Con- selho Nacional de Educação, estabelece que os sistemas de ensino devem ser organizados para incluir alunos com necessidades educa- cionais especiais. Ela orienta a criação de condições que possibilitem a participação plena desses alunos no ambiente escolar, enfatizando a necessidade de adaptação de currículos, métodos de ensino e recursos para atender às suas necessidades específicas. A resolução reforça a importância da educação inclusiva e a responsabilidade das instituições de ensino em promover a acessibilidade e a equi- dade no processo educacional. Citação da Resolução nº 2/2001: 42 A Resolução nº 2/2001, aprovada pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, estabelece diretrizes para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais, ele orienta a criação de condições para o atendimento individualizado, conforme descrito nos seguintes trechos: • Art. 3º : “Os sistemas de ensino e as escolas devem orga- nizar-se de forma a garantir o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais.” • Art. 6º : “A proposta pedagógica da escola deve contemplar a realidade dos alunos com necessidades educacionais especiais, considerando suas características e necessidades específicas.” • Art. 8º : “A escola deve promover as condições permitidas para que os alunos com necessidades educacionais especiais pos- sam participar das atividades educacionais, com os ajustes e adequações permitidas.” 43 2. CONHECER O ALUNO Como Fazer a Adaptação Curricular: O sucesso escolar de qualquer aluno depende de definir objetivos educacionais adequados. Um aprendizado verdadeiro não é superficial ou para manter o aluno ocupado, mas sim um processo sequencial que respeita as necessi- dades e habilidades individuais do aluno. Avaliação de Sondagem: A avaliação de sondagem é essencial para entender o que a criança já sabe e identificar suas dificuldades. Para isso, utilizamos os códigos e habilidades definidos pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC) nas três primeiras séries do ensino fundamental. Essa avaliação abrange atividades específicas de cada série, permitindo um diagnóstico preciso das competências e habilidades do aluno. Com essas informações, podemos adaptar o ensino de acordo com as necessidades individuais, promovendo um aprendizado eficaz e inclusivo. Três Primeiros Passos para Elaborar o PEI: 1) Coleta de Informações e Documentação Inicial • Solicitar e analisar os laudos médicos e psicológicos da criança atípica, protocolo de conduta. • Realizar uma anamnese detalhada com os pais, compreen- dendo o histórico, necessidades e características individuais do aluno (Sugestão Portage ). • Recolher informações adicionais fornecidas por outros profis- sionais da equipe multidisciplinar envolvida com o aluno. 2) Avaliação Diagnóstica e Sondagem • Conduzir avaliações de sondagem para identificar o nível de desenvolvimento, competências e dificuldades do aluno, com base nos códigos e habilidades da BNCC. 44 • Observe a criança em diferentes contextos escolares para com- preender melhor suas necessidades educacionais e sociais. • Documentar as observações e resultados das avaliações para servir de base na construção doPEI. 3) Planejamento e Construção do PEI • Reunir uma equipe multidisciplinar, incluindo professores, especialistas e pais, para discutir e definir as metas e objeti- vos do PEI. • Desenvolver um plano personalizado que inclua estratégias pedagógicas, adaptações curriculares, recursos educativos específicos e métodos de avaliação contínua. • Garantir que o PEI seja flexível para permitir ajustes conforme a evolução do aluno e as observações contínuas. 45 3. COMO FAZER O PEI? A adaptação curricular no Ensino Regular com base na BNCC envolve compreender e ajustar o currículo para atender às necessidades de alunos com deficiências e atrasos no desenvolvimento. É essencial considerar que a idade do aluno não deve ser o único direcionador para determinar o nível de ensino, pois a distância entre o nível atual de desenvolvimento e os objetivos educacionais pode vanar. Para alunos com atraso no desenvolvimento, é fundamental adap- tar as atividades e os conteúdos de acordo com suas necessidades específicas, definindo pontos de partida e objetivos educacionais que estão alinhados com seu nível de aprendizado atual. A inclusão não se resume a todos realizarem as mesmas atividades, mas sim a proporcionar um ambiente onde todos possam aprender e conviver juntos, mesmo com conteúdos e formatos diferentes. Mediação Assertiva: Destaca-se a importância de perceber que a correção e o pensamentosobre o aluno muitas vezes são influen- ciados por percepções pessoais e preconceitos, o que pode impactar níveis nas relações interpessoais e no ambiente emocional da sala de aula. Enfatiza-se a necessidade de adaptar o currículo de acordo com as habilidades que o aluno ainda não desenvolveu, conside- rando o tempo necessário para a assimilação de cada habilidade. É crucial ter objetivos individuais e coletivos e criar um currículo base- ado nas defasagens específicas do aluno. O exemplo de Patafúncio, um aluno de 8 anos com dificuldades após um ano perdido devido à pandemia, ilustra a necessidade de uma abordagem personalizada para enfrentar desafios como distração e falta de retenção de con- teúdo, assim como experiências negativas anteriores com a escola. Sobre adaptação curricular assertiva de Patafúncio, é proposto um plano de ensino para a habilidade (EF0lLP0l), que envolve con- siderar a direção da leitura e escrita em textos. 46 O plano é dividido em três semanas com objetivos específicos: • Primeira Semana: identificar e escrever a direção da leitura de 5 palavras isoladas da esquerda para a direita. • Segunda Semana: Ler e escrever 5 frases curtas seguindo a direção da leitura obrigatória. • Terceira Semana: Ler e compreender a organização espacial de 2 parágrafos e reescrever um texto com a mesma direção. Os subobjetivos incluem a prática gradual, começando com pala- vras isoladas e avançando para frases e parágrafos, evoluindo uma adaptação eficaz à leitura e escrita. Sugestão: Diário de bordo, anotações diárias das habilidades do Patafúncio. 47 4. ESTUDO DE CASO: • Nome: Ludovica • Idade: 8 anos • Diagnósticos: Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) • Medicação: Ritalina • Família: Filha mais velha de três irmãos Histórico Escolar Ludovica é aluna do 3º ano do Ensino Fundamental em uma escola regular. Desde o início de sua jornada escolar, foram identifica- das dificuldades significativas em várias áreas, incluindo habilidades sociais, atenção e controle de impulsos e coordenação motora. A criança está em tratamento com Ritalina para ajudar a gerenciar os sintomas do TDAH. Características da aluna Ludovica: • Mora com quem? Com os pais. • Como gosta de se divertir? Colorir. • Principais Potencialidades: Reforçadores sociais, doces. • Principais Barreiras: Dificuldade de foco, coordenação motora e autonomia nas letras. 48 ALUNA: LUDOVICA DE ANANINDEUA FILIACÃO: ZEUS E MADONNA DE ANANINDEUA CONTATO: 62 99111-1111 ENDEREÇO: RUA ALEGRE, Nº 01 SETOR: FELICIDADE DIAGNÓSTICO: TDAH , TGD FOTO DO ALUNO INSTITUIÇÃO: nome da instituição Data: 2024 1º BIMESTRE Disciplinas Série: Alfabetização Participantes da Elaboração do Pei: Professora: Dinamarca de Athenas Auxiliar. Florentina de Jesus Coordenação: Felizberta Direção: Parmenides Turma: 3 ano PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO A ALUNA ESTÁ EM DESENVOLVIMENO SILÁBICO TODOS DA GESTÃO PARTICIPAM TODOS OS DADOS 49 Aprendizagens Consolidadas (Currículo Escolar) Linguagem: • Reconhecimento de Letras e Sílabas: demonstra habilidade ao reco- nhecer letras e silabas, indicando um progresso em relação às metas do currículo de Língua Portuguesa para o 3º ano. • Escrita com Letras Bastão: Habilidade na escrita com letras bastão su- gere uma consolidação das competências de produção textual esperadas para sua série. Matemática: • Uso de Cores e Desenhos: A assimilação mais eficaz com o uso de cores e desenhos indica uma aplicação prática das estratégias pedagógicas para o ensino de Matemática no 3º ano. • Recompensas como Incentivo: O uso de recompensas sugere uma estratégia de incentivo que pode estar alinhada com o estímulo ao desen- volvimento de habilidades matemáticas. • Codificação de Cores para Centenas, Dezenas e Unidades: A uti- lização dessa estratégia indica um entendimento em desen olvimento do valor posicional, uma habilidade consolidada no currículo de Matemática. Autonomia e Organização: • Uso de Calendário: A marcação de dias, horários e datas de provas utilizando um calendário reflete o desenvolvimento de habilidades de or- ganização temporal. • Organização do Material de Escrita: A organização do material de escrita sugere autonomia na organização pessoal, uma habilidade funda- mental para a aprendizagem. Atenção e Foco: • Necessidade de Atenção Contínua: A atenção contínua indica a con- solidação do entendimento sobre suas necessidades específicas, envol- vendo habilidades socioemocionais e metacognitivas. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO A ALUNA ESTUDOU NA ESCOLA NO ANO ANTERIOR O QUE FACILITA O ACOMPANHAMENTO 50 Dados Institucionais Dados do colégio Espaços e etc Informações: Atendimentos Terapêuticos, De Saúde, Clínicos: Em 2023, a aluna apresentou um relatório de a avaliação neuropsicológica para a equipe multidisciplinar, visando apoio no processo de diagnóstico e re- abilitação. A queixa principal era relacionada a dificuldades comportamentais. É acompanhada por um profissional fora da escola. Qual especialista? Fisioterapia: SUS, Quinzenal, 30 minutos Fonoaudiologia: SUS, Semanal, 30 minutos Psicologia: SUS, Semanal, 30 minutos Cardiologia: SUS, Anual, 30 minutos Psicopedagogia: SUS, Anual, 1 hora Oftalmologia: SUS, A cada 2 meses (com a pandemia, a cada 6 meses), 1 hora e 30 minutos Neurologia: Não especificado Tipo de Atendimento Escolar: Professora Apoio. Não possui atendimento em sala recurso. Aspectos Gerais Da Saúde Do(A) Estudante: Apresenta alguma alergia? Não. Alergia a picada de inseto? Não. INFORMAÇÕES DA ANAMNESE DE RELEVÂNCIA TRAZIDAS PARA AS AUXILIARES E PROFESSORES 51 Histórico Escolar: Todas as informações possíveis descritas. • Possui alguma necessidade especial específica? Sim, estimulação nas habilidades de linguagem oral, comunicação espontânea expressiva em atividades de ida diária prioritariamente. Ampliação do apontar, da aten- ção compartilhada e concentração; na comunicação/prática quanto à au- tonomia, irritabilidade. Trabalhar com o processo de alfabetização com a letra bastão. • Utiliza recurso de acessibilidade? Não. • Planejamento e Período de Elaboração e Revisão desse PEI: Bimestral- mente. • Frequência mensal: Ano de 2024 Mês jan fev Dias Letivos 08 18 Presenças 08 13 POR ANO ESCOLAR SE POSSÍVEL 52 Legenda: Sim- S (quando realiza a habilidade). Não- N (quando não realiza). AV (às vezes quando realiza na metade do tempo observado. NO (não observado até a presente data). ATENÇÃO: Habilidade 2023 2024 Senta-se quando necessita ser atento S S Espera sua vez S S Apresenta Contato Visual S S Se expressa e lnterage S S IMITAÇÃO: Habilidade 2023 2024 Imita movimentos motores grossos S S Imita ações com objetos S S Imita movimentos motores finos S S Imita movimentos fonoarticulatórios S S Imita movimentos em pé S S Imita sequência de movimentos AV AV Avaliação Das Habilidades: Habilidades Básicas: AQUI ESTÃO ALGUMAS HABILIDADES 53 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO Nome Ludovica Idade 8 SERIE 3º ANO Data do Planejamento 1º Bimestre 2024 Capacidades, interesses O QUE SABE? DO QUE GOSTA? • desenvolvimento social e intelectual notável • demonstração de habilidades em leitura, escrita participação ativa Necessidades O QUE APRENDER E ENSINAR? • autonomia na escrita, minimizando auxílio físico direto. • atenção continua • adaptações pedagógicas para facilitar compreensão em ativi- dades, especialmente em matemática. Metas e prazos EM QUANTO TEMPO • Autonomia na Escrita: • Encorajar a escrita autônoma, minimizando auxílio físico direto. Imediato. • Utilização de lápis coloridos para a colaboradora e lápis grafite. Até o final do ano. • Atenção e Foco: • Observação dos sinais faciais para indicar necessidades. • Direcionamento frequente durante tarefas. (Prazo: Contínuo) • Adaptações Pedagógicas: • Adaptações para facilitar compreensão em atividades espe- cialmente em matemática.(Prazo: Implementação imediata) • Reforço positivo através de recompensas para incentiva o correto desempenho. (Prazo: Contínuo) • Comunicação com a Família: • Manter comunicação constante com a família 54 (Prazos: Contínuo) • Compartilhar detalhes do desenvolvimento, progresso e eventos. (Prazos: Contínuo) • Recreio e banheiro: • Incentivar interações durante o Recreio. (Prazos: Contínuo) • Apoiar na autonomia do uso do banheiro com auxílio. (Prazos: Implementação imediata) Recursos/estraté- gias O QUE USAR PARA ENSINAR? COMO? • Utilização de lápis coloridos e grafite para diferenciar atividades. • Observação facial para ajustar o direcionamento de acordo com as necessidades. • Adaptações pedagógicas incluindo recursos visuais e estraté- gias didáticas específicas. • Reforço positivo através de recompensas tangíveis. Profissionais en- volvidos QUEM PLANEJA E APLICA? • Professora Regente: • Apoio Educacional: • Coordenação de Inclusão: • Coordenação Pedagógica: • Direção: 55 METAS GERAIS PARA TURMA 3° ANO ENSINO FUNDAMENTAL BNCC 1º BIMESTRE Produção e Recepção de Textos Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF15LP01 Habilidade: Identificar as condições de produção e recepção de textos, considerando a intenção, o público e o contexto. Planejamento de Texto Código: EF15LP02 Habilidade: Planejar e organizar o texto com base no objetivo de escrita e no público-alvo. Revisão e Edição de Textos Código: EF15LP03 Habilidade: Revisar e editar textos, considerando aspectos de coesão, coerência e adequação ao gênero textual. Escrita Colaborativa Código: EF15LP04 Habilidade: Participar da escrita colaborativa, contribuindo com ideias e sugestões para a construção do texto coletivo. Escrita Autônoma e Compartilhada Código: EF15LP05 Habilidade: Produzir textos de forma autônoma e compartilhada, aplicando estratégias de escrita previamente discutidas. METAS PRIORIZADAS PARA A (O) ALUNO (A) Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF0lLP0l Habilidade: Identificar e compreender a intenção e o propósito dos textos lidos e escritos, considerando o contexto de produção e recepção. Planejamento de Texto Código: EF01LP02 Habilidade: Participar da organização de ideias para a produção de textos, começando a entender a relação entre a intenção comunicativa e a estrutura textual. Revisão e Edição de Textos Código: EF01LP03 Habilidade: Revisar textos com apoio, focando em aspectos básicos como a ordem dos eventos e clareza da mensagem. Escrita Colaborativa Código: EF01LP04 Habilidade: Contribuir para a produção de textos em grupo, compartilhando ideias e ajudando na organização das informações. Escrita Autônoma e Compartilhada Código: EF01LP05 Habilidade: Produzir textos simples de forma autônoma e com apoio, começando a aplicar conceitos básicos de escrita, como a formação de palavras e frases. VAMOS SUPOR QUE ESSA ALUNA, APÓS A AVALIAÇÃO INICIAL, MOSTRE HABILIDADES EQUIVALENTES AO PRIMEIRO ANO. 56 METAS GERAIS PARA TURMA 3° ANO ENSINO FUNDAMENTAL BNCC 1º BIMESTRE Produção e Recepção de Textos Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF15LP01 Habilidade: Identificar as condições de produção e recepção de textos, considerando a intenção, o público e o contexto. Planejamento de Texto Código: EF15LP02 Habilidade: Planejar e organizar o texto com base no objetivo de escrita e no público-alvo. Revisão e Edição de Textos Código: EF15LP03 Habilidade: Revisar e editar textos, considerando aspectos de coesão, coerência e adequação ao gênero textual. Escrita Colaborativa Código: EF15LP04 Habilidade: Participar da escrita colaborativa, contribuindo com ideias e sugestões para a construção do texto coletivo. Escrita Autônoma e Compartilhada Código: EF15LP05 Habilidade: Produzir textos de forma autônoma e compartilhada, aplicando estratégias de escrita previamente discutidas. METAS PRIORIZADAS PARA A (O) ALUNO (A) Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF0lLP0l Habilidade: Identificar e compreender a intenção e o propósito dos textos lidos e escritos, considerando o contexto de produção e recepção. Planejamento de Texto Código: EF01LP02 Habilidade: Participar da organização de ideias para a produção de textos, começando a entender a relação entre a intenção comunicativa e a estrutura textual. Revisão e Edição de Textos Código: EF01LP03 Habilidade: Revisar textos com apoio, focando em aspectos básicos como a ordem dos eventos e clareza da mensagem. Escrita Colaborativa Código: EF01LP04 Habilidade: Contribuir para a produção de textos em grupo, compartilhando ideias e ajudando na organização das informações. Escrita Autônoma e Compartilhada Código: EF01LP05 Habilidade: Produzir textos simples de forma autônoma e com apoio, começando a aplicar conceitos básicos de escrita, como a formação de palavras e frases. É NOTÁVEL QUE O TÓPICO É ABORDADO, MAS COM UMA ADAPTAÇÃO CURRICULAR. 57 METAS GERAIS PARA TURMA 3° ANO ENSINO FUNDAMENTAL BNCC 1º BIMESTRE Produção e Recepção de Textos Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF15LP01 Habilidade: Identificar as condições de produção e recepção de textos, considerando a intenção, o público e o contexto. Planejamento de Texto Código: EF15LP02 Habilidade: Planejar e organizar o texto com base no objetivo de escrita e no público-alvo. METAS PRIORIZADAS PARA A (O) ALUNO (A) Reconstrução das Condições de Produção e Recepção de Textos Código: EF0lLP0l Habilidade: Identificar e compreender a intenção e o propósito dos textos lidos e escritos, considerando o contexto de produção e recepção. Meta Adaptada: Patafuncia identificará a intenção de textos diversos (histórias, cartas, instruções) e discutirá quem é o público-alvo e o contexto em que foram produzidos, com apoio do professor, em 80% das atividades propostas. Planejamento de Texto Código: EF01LP02 Habilidade: Participar da organização de ideias para a produção de textos, começando a entender a relação entre a intenção comunicativa e a estrutura textual. Meta Adaptada: Patafuncia será capaz de planejar suas produções textuais, começando a organizar suas ideias com a ajuda de esquemas gráficos ou listas, e adaptando seu texto para diferentes propósitos, como narrar uma história ou escrever uma carta, com 75% de autonomia. AGORA, IMAGINEMOS QUE A ALUNA CONSIGA ACOM- PANHAR A TURMA, MAS COM ALGUMAS. ADAPTAÇÕES, COMO JOGOS, REFORÇOS, ENTRE OUTROS. NOTA: PODE HAVER ADAPTAÇÕES EM APENAS UMA DISCIPLINA OU EM MAIS, DEPENDENDO DAS HABILIDADES DE CADA ALUNO. 58 5. Exemplo de sondagem conforme BNCC: 59 60 6.DÚVIDAS: 1) Como Identificar as Necessidades Específicas do Aluno? Dúvida: Como determinar com precisão as necessidades individuais do aluno? Solução: Utilize avaliações diagnósticas, observações contínuas e en- trevistas com especialistas, pais e o próprio aluno para identificar as necessidades específicas. 2) Quais São as Metas Adequadas para o PEI? Dúvida: Como definir metas realistas e alcançáveis para o aluno? Solução: As metas devem ser específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais (SMART). Considere o nível atual do aluno e suas possibilidades de progresso. 3) Como Escolher as Estratégias e Adaptações Adequadas? Dúvida: Quais estratégias e adaptações são mais eficazes para aten- der às necessidades do aluno? Solução: Baseie-se em evidências de práticas eficazes para neces- sidades semelhantes e personalize as estratégias de acordo com as características individuais do aluno. 4) Como Integrar o PEI com o Currículo Geral? Dúvida: Como garantir que o PEI esteja alinhado com o currículo da turma e com as exigências da BNCC? Solução: Assegure que as atividades e objetivos do PEI estejam inte- grados ao currículo regular, realizando adaptações necessárias para atender aos objetivos educacionais. 5) Qual É a Melhor Forma de Monitorar e Avaliar o Progresso do Aluno? Dúvida: Como acompanhare avaliar o progresso do aluno de forma eficaz? Solução: Estabeleça métodos claros de avaliação e monitoramento, como registros de progresso, feedback contínuo e reuniões regulares com a equipe pedagógica e a família. 6) Como Envolver e Comunicar-se com a Família? Dúvida: Qual é a melhor maneira de envolver a família e manter uma comunicação eficaz? 61 Solução: Mantenha uma comunicação aberta e regular com a família, fornecendo atualizações sobre o progresso do aluno e solicitando fe- edback para ajustar o PEI conforme necessário. 7) Como Garantir a Implementação Consistente do PEI? Dúvida: Como assegurar que todos os professores e profissionais en- volvidos sigam o PEI de maneira consistente? Solução: Realize reuniões de planejamento com todos os envolvidos para discutir a implementação do PEI e forneça formação e orienta- ções necessárias para garantir a adesão. 8) Como Adaptar o PEI ao Longo do Tempo? Dúvida: Como ajustar o PEI conforme as necessidades do aluno evo- luem? Solução: Revise e atualize o PEI regularmente com base no progresso do aluno e em novas avaliações, ajustando metas e estratégias con- forme necessário. 9) Como Garantir que o PEI Respeite as Diretrizes Legais e Institu- cionais? Dúvida: Como garantir que o PEI esteja em conformidade com as leis e políticas educacionais vigentes? Solução: Familiarize-se com as leis e regulamentos relacionados à educação inclusiva e consulte especialistas ou documentos institucio- nais para garantir a conformidade. 10) Como Manter a Motivação e o Engajamento do Aluno? Dúvida: Como manter o aluno motivado e engajado no processo edu- cacional? Solução: Use estratégias motivacionais personalizadas, ofereça re- compensas e reconhecimentos pelo progresso e envolva o aluno na definição de suas próprias metas. Essas dúvidas são comuns e podem ser resolvidas com uma abor- dagem colaborativa e reflexiva, envolvendo a equipe pedagógica, a família e outros profissionais de apoio. O PEI deve ser um documento vivo, que evolui com o aluno e suas necessidades. 62 7. BIBLIOGRAFIA 1. Base Nacional Comum Curricular (BNCC) BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. [S.l.: s.n.], 2017. Disponível em: https://www.bncc.gov.br/. Acesso em: 22 jul. 2024. 2. Lei Brasileira de Inclusão BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. [S.l.: s.n.], 2015. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivi1_03/_ ato2015-20 l 8/2015/lei/l l 3146.htm. Acesso em: 22 jul. 2024. 3. Resolução nº 2/2001 BRASIL. Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 2001. Disponível em: http://www.mec.gov.br/dmdocuments/resolucao_cne_ceb_02_200 l .pdf. Acesso em: 22 jul. 2024. 3. ALCANFÔR BACCILE, Priscila. Adaptação Curricular do Ensino Regular com Atividades da BNCC. Curso online. [Hotmart], 2024. Disponível em: https://hotmart.com/pt-br?utm_me- dium =paid&utm_source= goo gle&utm_campaign = bra_br_a war_tra_insti tucional_se- arch_hotmart&gclid=Cj0KCQiApKagBhCIARisAFc7Mc5m7CSStWUTUWiclbD89oo4m3XM- V3BltyRtgBSNOF-VfY5xEvWQIMaAtDbEALw_wcB]. Acesso em: 22 jul. 2024. teSte de deSemPenho eScolar 64 Teste de Desempenho Escolar O Teste de Desempenho Escolar (TDE) é uma ferramenta funda- mental para avaliar o progresso dos alunos em diferentes fases de sua trajetória escolar. Alinhado com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o TDE visa medir as habilidades e competências desenvolvidas pelos estu- dantes em Língua Portuguesa e Matemática, conforme os objetivos educacionais estabelecidos pela BNCC. TDE 1 – 1 º ao 4º Ano O TDE 1 avalia as habilidades fundamentais para os anos iniciais de escolaridade. • 1 º Ano: Foca no reconhecimento de letras e sons, leitura de palavras simples, escrita básica, identificação de sílabas e rimas, e uso de pontuação básica em Língua Portuguesa. Em Matemática, avalia o reconhecimento e sequência de núme- ros, contagem, formas geométricas simples, noções de adição e subtração, e medidas simples. • 2º Ano: Avança para habilidades mais complexas em Língua Portuguesa, como compreensão de textos simples, ortografia básica, produção de frases e identificação de tipos textuais. Em Matemática, são exploradas operações básicas mais avan- çadas, conceitos de espaço e forma, e resolução de problemas práticos. • 3° Ano: Avalia a leitura e interpretação de textos mais elaborados, escrita de textos narrativos e informativos, e gramática básica, como uso de concordância verbal e nominal. Em Matemática, são abordadas operações com números maiores, introdução às tabelas e gráficos, e problemas matemáticos contextualizados. 65 • 4° Ano: Envolve a capacidade de compreender e produzir tex- tos de diferentes gêneros e o domínio de regras gramaticais mais complexas, como os tempos verbais. Em Matemática, o foco é na resolução de problemas envolvendo múltiplas etapas, compreensão de frações e introdução à geometria básica. TDE 2 – 5° ao 9° Ano O TDE 2 abrange as habilidades desenvolvidas nas etapas seguin- tes do ensino fundamental. • 5° Ano: Avalia a leitura crítica de textos, produção de tex- tos dissertativos e narrativos, e uso avançado de gramática e ortografia. Em Matemática, foca em operações com números decimais, porcentagem, e resolução de problemas complexos. • 6° Ano: Aprofunda a análise textual e produção escrita, incluindo textos argumentativos e persuasivos. Em Matemática, a ênfase é na resolução de equações e no estudo de figuras geométricas e suas propriedades. • 7º Ano: Avalia a habilidade de interpretar e produzir textos mais sofisticados, e o domínio de regras gramaticais avança- das. Em Matemática, abrange funções e gráficos, e conceitos mais aprofundados de geometria e álgebra. • 8º Ano: Envolve a análise crítica de textos, argumentação e coesão textual. Em Matemática, foca em equações algébri- cas, estatística e probabilidade, e resolução de problemas complexos. • 9º Ano: Avalia a capacidade de produzir textos argumentati- vos e analíticos, e o uso correto da gramática em contextos variados. Em Matemática, o foco está em álgebra avançada, geometria espacial e funções. 66 Importância das Observações e Sugestões de Estratégias Durante a aplicação dos TDEs, é crucial registrar observações detalhadas sobre o desempenho dos alunos e considerar suges- tões de estratégias pedagógicas. Essas anotações fornecem insights valiosos sobre áreas de dificuldade e sucesso, permitindo ajustes nas práticas de ensino para melhor atender às necessidades indivi- duais dos alunos. A análise cuidadosa das respostas dos alunos ajuda na persona- lização do ensino e no desenvolvimento de estratégias eficazes para promover o aprendizado contínuo e inclusivo. Ao realizar o TDE, é essencial que todos os professores estejam atentos a essas observações e utilizem os resultados para informar e adaptar suas abordagens pedagógicas, garantindo que todos os alunos progridam de acordo com suas necessidades e capacidades. acomPanhamento daS habilidadeS 68 Nome completo do(a) aluno(a) Professor(a) Período Apoio Educacional Local e data Turma Ano Letivo Habilidades básicas 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Atenção Senta-se quando necessita ser atento Espera a sua vez apresenta contato visual Se expressa e interage Imitação 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Imita movimentos motores grossos Imitações com objetos Imita movimentos motores finos Imita movimentos fonoarti- culatórios Imita movimentos em pé Imita a sequência de movi- mentos Linguagem 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Identifica pessoas da família Identifica pelo menos figuras Aponta em direção à itens desejados Produz sons com função comunicativa Imita sonsImita expressões faciais Nomeia as pessoas familia- res Nomeia objetos Nomeia figuras Expressa desejos/sentimen- tos/dor AcompAnhAmento dAs hAbilidAdes HABILIDADES BÁSICAS 69 Consciência 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Se reconhece em um espelho Se reconhece fotos Se reconhece e responde ao ser chamado pelo nome Identifica as partes do seu corpo Responde qual é o seu nome de forma oral com sons Responde qual é o seu nome ao perguntar Consegue dizer seu nome completo ou parcialmente Autonomia 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Utiliza fralda, mas avisa quando urinou ou defecou Avisa quando sente necessi- dade de fazer xixi ou cocô Utiliza o penico ou vaso para fazer xixi Utilizo o penico ou vaso para fazer cocô Se limpa sozinho(a) Lava as mãos sem auxílio Alimenta-se sozinho(a) usando as mãos Alimenta se sozinho(a) usando a colher Abre a mochila sem auxílio Carrega sua mochila Guarda seus pertences sozinho(a) Bebe água sozinho (bebe- douro ou garrafa) Auxilia na hora de vestir as roupas Retira parte de sua roupa sem ajuda Veste-se sozinho(a) pelo menos a parte inferior Consegue se trocar com autonomia HABILIDADES FUNCIONAIS ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA CONSCIÊNCIA 70 Do outro 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Reconhece componentes familiares Reconhece pessoas em fotos Reconhece colegas da escola Reconhece os profissionais da escola Linguagem expressiva 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Utiliza a comunicação visual – Imagens Utiliza gestos para se comu- nicar Emite as expressões faciais adequadas à ocasião Utiliza o sorriso de maneira intencional e adequada Utiliza multigestos e sons para se comunicar Conduz uma pessoa ao que deseja Para pedir utiliza-se somente o apontar Para solicitar algo a ponta e emite sons direcionados Pede por seus objetos e atividades favoritas Emite pelo menos 10 sons diferentes Utiliza se de linguagem oral para se manifestar COMUNICAÇÃO LINGUAGEM EXPRESSIVA Linguagem compreensiva 2024 1º Bimestre 2º Bimestre 3º Bimestre 4º Bimestre Final do ano Responde ao chamado do seu nome Responde a gestos e/ou sinais Entendi as instruções simples LINGUAGEM COMPREENSIVA referência de documento Para o Seu aluno 72 NOME: ALUNA 1 DATA DE NASCIMENTO: IDADE: DIAGNÓSTICO: TEA FILIAÇÃO: ZEUS E MADONNA DE ANANINDEUA TELEFONE: ENDEREÇO: GOIÂNIA – GO FOTO DO ALUNO(A) INSTITUIÇÃO: nome da instituição ANTERIOR: 2º BIMESTRE DE 2024 Disciplinas Infantil Participantes do PEI Coordenação de Inclusão: Dinamarca de Athenas Coordenação Pedagógica: Silvério Silva Riso Direção: Florentina de Jesus Professora Regente: Felizberta Alegre Apoio Educacional: Parmenides Soares Turma: G2 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 73 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO IDENTIFICAÇÃO: ALUNA 1 • Data de Nascimento: • Diagnóstico: TEA • Filiação: CARACTERÍSTICAS: 1) Interatividade Adequada: Aluna 1 demonstra capacidade de interagir de for- ma apropriada com adultos, estabelecendo contato visual e respondendo ao próprio nome. Isso sugere uma habilidade inicial de engajamento social. 2) Resistência e Adaptação: Embora Aluna 1 tenha mostrado resistência em al- gumas situações terapêuticas, ela não exibe comportamentos inadequados ou disruptivos. Isso indica que ela está em processo de aprender a lidar com desafios e limitações. 3) Habilidades Linguísticas em Desenvolvimento: Aluna 1 está progredindo em suas habilidades linguísticas, incluindo mandos e tatos. No entanto, ela ain- da apresenta lacunas em áreas como identificação de preposições, prono- mes e estruturação de frases mais complexas. 4) Desafios Comunicativos: Aluna 1 enfrenta desafios na estruturação da lin- guagem para uma comunicação mais eficaz, como o uso correto de plurais, pronomes possessivos, marcadores de tempo e modificadores. Isso sugere uma necessidade de apoio contínuo no desenvolvimento da linguagem. 5) Engajamento em Terapia: Aluna 1 está envolvida em um programa terapêu- tico baseado na Análise Aplicada do Comportamento (ABA), indicando um compromisso com o progresso e desenvolvimento de suas habilidades. 6) Potencial de Progresso: Após 12 meses de intervenção multidisciplinar, Aluna 1 demonstrou progressos significativos, embora ainda haja atraso em alguns marcos do desenvolvimento. Isso destaca seu potencial de crescimento e a importância de suporte terapêutico contínuo. 74 PLANO DE EDUCAÇÃO INDIVIDUAL (PEI) PARA ALUNA 1 – 2º BIMESTRE – BNCC Linguagem e Leitura: • Objetivo: Aprimorar habilidades de comunicação verbal e não verbal. • Estratégias: • Utilização de comunicação alternativa e aumentativa, como quadros de comunicação, para facilitar a expressão de Aluna 1. • Implementação de jogos e atividades que estimulem a linguagem, como associação de imagens com palavras. • Incorporação de histórias e narrativas visuais para auxiliar no desenvolvi- mento da compreensão textual. Matemática: • Objetivo: Desenvolver conceitos matemáticos básicos. • Estratégias: • Utilização de materiais concretos e manipulativos, como blocos de montar e contadores, para explorar conceitos numéricos. • Incorporação de atividades lúdicas e práticas envolvendo contagem, corres- pondência numérica e reconhecimento de padrões. • Criação de situações do cotidiano que demandem habilidades matemáticas, como contar objetos durante as refeições. Socialização e Interação: • Objetivo: Aprimorar habilidades sociais e de interação. • Estratégias: • Implementação de atividades estruturadas em grupo, como jogos coopera- tivos, para promover a interação entre Aluna 1 e seus colegas. • Ensino de habilidades de comunicação social, como fazer contato visual e esperar sua vez para falar. • Realização de sessões de treinamento em habilidades sociais, incluindo role- -playing e modelagem de comportamento. Autonomia e Independência: • Objetivo: Desenvolver habilidades de autonomia e independência. 75 • Estratégias: • Estabelecimento de rotinas claras e previsíveis para auxiliar Aluna 1 a desen- volver um senso de organização e responsabilidade. • Incentivo à participação em atividades de autocuidado, como vestir-se e alimentar-se de forma independente. • Implementação de reforço positivo e incentivos para encorajar Aluna 1 a assumir mais responsabilidades em suas atividades diárias. Tempo Previsto para Alcançar os Objetivos: Os objetivos serão revisados e ajustados conforme o progresso de Aluna 1, esperan- do-se observar melhorias significativas dentro de seis meses a um ano, dependendo da resposta individual da criança às intervenções. Recursos/Estratégias Adicionais: • Envolvimento da família de Aluna 1 no processo de aprendizagem e oferta de suporte e orientação para a implementação de estratégias em casa. • Colaboração com profissionais de saúde, como terapeutas da fala e terapeu- tas ocupacionais, para desenvolver um plano abrangente de intervenção. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO HABILIDADES E COMPETÊNCIAS PARA AGRUPAMENTO 2 ANOS O eu, o outro e o nós: • Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. • Compartilhar objetos e espaços com outras crianças e adultos. • Comunicar-se com colegas e adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. • Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. • Respeitar regras básicas de convívio social durante as interações e brincadeiras. • Resolver conflitos nas interações e brincadeiras, com apoio e orientação de um adulto. • Demonstrar uma imagem positiva de si mesma e confiança em sua capaci- dade para enfrentar dificuldades e desafios. 76 Corpo, gestos e movimentos: • Desenvolver habilidades manuais, adquirindo controle para atividades como desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outros. • Utilizar gestos e movimentos de sua cultura em atividades cotidianas e de brincadeira.• Deslocar-se no espaço de acordo com noções básicas, como em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora etc., durante brincadeiras e atividades. • Explorar diferentes formas de deslocamento no espaço, combinando movi- mentos e seguindo orientações. • Demonstrar independência progressiva no cuidado do próprio corpo. Traços, sons, cores e formas: • Criar sons utilizando materiais, objetos e instrumentos musicais para acompa- nhar diferentes ritmos de música. • Explorar cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar obje- tos tridimensionais com materiais variados. • Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. Escuta, fala, pensamento e imaginação: • Dialogar com crianças e adultos, expressando desejos, necessidades, senti- mentos e opiniões. • Identificar e criar diferentes sons, reconhecendo rimas e aliterações em can- tigas de roda e textos poéticos. • Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros tex- tos, diferenciando escrita de ilustrações, e acompanhando, com orientação do adulto-leitor, a direção da leitura. • Relatar experiências, histórias ouvidas e fatos acontecidos. • Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos. • Criar e contar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos. • Manusear diferentes portadores textuais, reconhecendo seus usos sociais. Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: • Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre características e proprie- dades de objetos. 77 • Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais. • Compartilhar situações de cuidado de plantas e animais. • Identificar relações espaciais e temporais. • Classificar objetos considerando determinados atributos. • Utilizar conceitos básicos de tempo e contar oralmente objetos, pessoas, livros etc. Objetivos e Metas para Luiza - PEI (Plano de Educação Individual) – 2º Bimestre Campo de Experiências: O eu, o outro e o nós: • Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. • Compartilhar objetos e espaços com crianças da mesma faixa etária e adultos. • Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazen- do-se compreender. • Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes, respeitando essas diferenças. • Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras. • Resolver conflitos nas interações e brincadeiras, com a orientação de um adulto. • Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfren- tar dificuldades e desafios. Campo de Experiências: Corpo, gestos e movimentos: • Desenvolver habilidades manuais para atividades como desenhar, pintar, ras- gar, folhear, entre outras. • Explorar gestos e movimentos culturais no cuidado de si e nas brincadeiras. • Deslocar-se no espaço, orientando-se por noções como em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora, etc. • Experimentar diferentes formas de movimento no espaço, como pular, saltar e dançar. • Promover independência no cuidado pessoal, auxiliando em atividades como alimentação, higiene pessoal e vestuário. 78 Campo de Experiências: Traços, sons, cores e formas: • Criar sons com materiais e instrumentos musicais, acompanhando diferentes ritmos. • Utilizar materiais variados, como argila e massa de modelar, explorando cores, texturas e formas. • Explorar diferentes fontes sonoras no ambiente, participando de brincadeiras cantadas, canções e músicas. Campo de Experiências: Escuta, fala, pensamento e imaginação: • Dialogar com crianças e adultos, expressando desejos, necessidades, senti- mentos e opiniões. • Identificar e criar diferentes sons, reconhecendo rimas e aliterações. • Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos. • Relatar experiências e criar histórias simples, utilizando recursos visuais e verbais. Campo de Experiências: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: • Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre objetos. • Observar, relatar e descrever fenômenos naturais. • Compartilhar experiências de cuidado com plantas e animais. • Identificar relações espaciais e temporais, além de quantidades e transfor- mações. ATUALIZAÇÃO 2º BIMESTRE - PLANO DE EDUCAÇÃO INDIVIDUAL (PEI) PARA LUIZA Linguagem e Leitura: • Capacidades e Interesses: Luiza está em fase inicial de desenvolvimento da linguagem. Ela demonstra interesse em sons e imagens. • O que sabe? Do que gosta: Luiza está começando a explorar associações entre sons e imagens. • Necessidades: Desenvolver habilidades de comunicação verbal e não verbal. • O que aprender e ensinar? • Aprimorar habilidades de comunicação verbal e não verbal. • Estimular o reconhecimento de palavras e associação de sons. 79 • Objetivos a Alcançar: • Desenvolver habilidades de comunicação verbal e não verbal. • Estimular o reconhecimento de palavras e associação de sons. • Recursos/Estratégias: • Uso de comunicação alternativa e aumentativa. • Utilização de histórias visuais. • Jogos de associação de sons e imagens. Matemática: • Capacidades e Interesses: Luiza está começando a explorar conceitos numéricos básicos, como contar e reconhecer números. • O que sabe? Do que gosta: Luiza está interessada em contar e reconhecer números. • Necessidades: Desenvolver conceitos matemáticos básicos. • O que aprender e ensinar? • Desenvolver conceitos numéricos básicos. • Estimular a contagem e correspondência numérica. • Objetivos a Alcançar: • Desenvolver conceitos numéricos básicos. • Estimular a contagem e correspondência numérica. • Recursos/Estratégias: • Utilização de materiais manipulativos. • Jogos de contagem. • Atividades de correspondência numérica. Socialização e Interação: • Capacidades e Interesses: Luiza demonstra interesse em brincar com outras crianças. • O que sabe? Do que gosta: Luiza gosta de interagir, mas precisa de apoio para desenvolver habilidades sociais. • Necessidades: Desenvolver habilidades sociais e de interação. • O que aprender e ensinar? • Aprimorar habilidades sociais e de interação. • Desenvolver habilidades de comunicação social. 80 • Objetivos a Alcançar: • Aprimorar habilidades sociais e de interação. • Desenvolver habilidades de comunicação social. • Recursos/Estratégias: • Realização de atividades estruturadas em grupo. • Treinamento em habilidades sociais. • Modelagem de comportamento social adequado. Autonomia e Independência: • Capacidades e Interesses: Luiza está explorando atividades de autocuidado com suporte. • O que sabe? Do que gosta: Luiza está começando a se envolver em tarefas simples do dia a dia. • Necessidades: Desenvolver habilidades de autonomia e independência. • O que aprender e ensinar? • Desenvolver habilidades de autonomia e independência. • Estabelecer rotinas claras e previsíveis. • Objetivos a Alcançar: • Desenvolver habilidades de autonomia e independência. • Estabelecer rotinas claras e previsíveis. • Recursos/Estratégias: • Incentivo gradual à independência em atividades diárias. • Reforço positivo ao completar tarefas sozinha. • Modelagem de comportamento independente. 81 Direção Coordenação de Inclusão Regente de Sala Apoio Educacional Responsável (mãe / pai) 82 NOME: ALUNO 2 DATA DE NASCIMENTO: IDADE: DIAGNÓSTICO: TEA 1 FILIAÇÃO: TELEFONE: ENDEREÇO: JOÃO PESSOA – PE FOTO DO ALUNO(A) INSTITUIÇÃO: Nome da Instituição ANTERIOR: 3º BIMESTRE DE 2024 Disciplinas Infantil Participantes do PEI Coordenação de Inclusão: Dinamarca de Athenas Coordenação Pedagógica: Silvério Silva Riso Direção: Florentina de Jesus Professora Regente: Felizberta Alegre Apoio Educacional: Parmenides Soares Turma: G5 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 83 PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 3º BIMETRE IDENTIFICAÇÃO:ALUNO 2 Diagnóstico Principal: TEA 1 CARACTERÍSTICAS: Desempenho Acadêmico e Comportamental: Aluno 2, aluno da turma G5 – TEA 1, demonstrou ser sociável nesse primeiro bimestre. Ele é capaz de completar suas tarefas escolares, refletindo seu interesse e engajamento no aprendizado. No entanto, Aluno 2 apresenta desregulação emocional fácil, manifestando-se através de choro e gritos em momentos de intensidade emocional. Sua sensibilidade emo- cional requer atenção e apoio adicionais. Coordenação Motora e Autonomia: Aluno 2 exibe uma boa coordenação motora e é capaz de realizar atividades independentemente, incluindo ir ao banheiro de for- ma autônoma. Essa independência é um aspecto positivo do seu desenvolvimento e demonstra sua habilidade em lidar com tarefas diárias. Necessidades de Apoio: É importante fornecer a Aluno 2 estratégias para lidar com suas emoções de forma mais eficaz. Sua tendência a desregular-se emocional- mente pode afetar seu bem-estar geral e sua interação com os outros. Além disso, ele pode se beneficiar de técnicas para expressar suas emoções de maneira mais controlada e construtiva. Colaboração e Intervenção: A colaboração entre a professora regente, Ana Cris- tina, e a equipe de apoio educacional com Thauanne tem sido fundamental para desenvolver estratégias eficazes para apoiar Aluno 2. Identificar gatilhos e imple- mentar métodos para promover a regulação emocional será crucial para seu pro- gresso acadêmico e social. 84 Observações Adicionais: Aluno 2 possui potencial acadêmico e social, mas sua sen- sibilidade emocional requer uma abordagem cuidadosa e sensível. Com o apoio adequado e intervenções personalizadas, ele poderá desenvolver habilidades para lidar com suas emoções e prosperar em seu ambiente escolar. PLANO DE EDUCAÇÃO INDIVIDUAL (PEI) PARA ALUNO 2 – 3º BIMESTRE – BNCC 1) Linguagem e Comunicação: • Objetivo: Ampliar o vocabulário receptivo e expressivo de Aluno 2, promo- vendo maior fluência verbal. • Estratégias: • Realizar atividades de contação de histórias interativas, incentivando Aluno 2 a participar ativamente. • Utilizar jogos educativos focados em ampliar o repertório de palavras e fra- ses simples. • Estimular a comunicação espontânea através de situações do cotidiano e interações com os colegas. • Recursos Adicionais: • Histórias visuais e livros interativos. • Jogos de linguagem e atividades de associação de palavras. 2) Matemática: • Objetivo: Desenvolver habilidades numéricas básicas, incluindo contagem e noções de quantidades. • Estratégias: • Utilizar materiais manipulativos (como blocos e contadores) para explorar conceitos numéricos. • Realizar jogos de contagem e correspondência numérica adaptados ao nível de Aluno 2. • Aplicar atividades práticas que envolvam resolver problemas simples de adi- ção e subtração. • Recursos Adicionais: • Jogos matemáticos interativos. • Materiais manipulativos para atividades práticas. 85 3) Socialização e Interação: • Objetivo: Aprimorar as habilidades sociais e promover interações positivas com os colegas. • Estratégias: • Organizar atividades em grupo com regras claras de interação, incentivando o compartilhamento e a cooperação. • Realizar sessões de treinamento em habilidades sociais, como esperar sua vez de falar e resolver conflitos de forma pacífica. • Promover discussões sobre a importância da empatia e do respeito mútuo entre os colegas. • Recursos Adicionais: • Jogos cooperativos e dinâmicas de grupo. • Atividades de modelagem e prática de habilidades sociais. 4) Autonomia e Independência: • Objetivo: Estimular a autonomia e independência de Aluno 2 em atividades diárias. • Estratégias: • Estabelecer rotinas claras e previsíveis para auxiliar Aluno 2 a desenvolver um senso de organização e responsabilidade. • Oferecer incentivos e reforços positivos para encorajar Aluno 2 a realizar tarefas simples do dia a dia de forma independente. • Implementar atividades específicas para desenvolver habilidades de auto- cuidado, como vestir-se e alimentar-se de forma autônoma. • Recursos Adicionais: • Sistemas de reforço positivo e rotinas visuais. • Materiais e atividades de autocuidado adaptados. 5) Tempo Previsto para Alcançar os Objetivos: • Os objetivos serão revisados e ajustados conforme o progresso de Aluno 2, esperando-se observar melhorias significativas dentro do segundo bimestre letivo. 6) Recursos/Estratégias Adicionais: • Envolvimento da família de Aluno 2 no processo de aprendizagem, oferecendo suporte e orientação para a implementação de estratégias em casa. 86 • Colaboração contínua com profissionais de saúde, como terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais, para desenvolver um plano abrangente de interven- ção adaptado às necessidades específicas de Aluno 2. PLANO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO 3º BIMESTRE HABILIDADES E COMPETÊNCIAS PARA AGRUPAMENTO 5 ANOS 1) O eu, o outro e o nós: • Atitudes Sociais: • Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. • Compartilhar objetos e espaços com colegas da mesma idade e adultos. • Respeitar regras básicas de convívio social e resolver conflitos com orien- tação. • Autoimagem e Confiança: • Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. 2) Corpo, Gestos e Movimentos: • Desenvolvimento Motor: • Desenvolver habilidades manuais para desenhar, pintar, recortar, entre outras atividades. • Explorar diferentes gestos e movimentos em jogos e brincadeiras. • Deslocar-se no espaço de forma orientada (em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora). • Autonomia Física: • Demonstrar progressiva independência no cuidado do próprio corpo. 87 3) Traços, Sons, Cores e Formas: • Expressão Artística e Musical: • Criar sons com materiais e instrumentos musicais. • Utilizar materiais variados para explorar cores, texturas e formas ao criar objetos tridimensionais. 4) Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação: • Comunicação e Expressão: • Dialogar com crianças e adultos expressando desejos, necessidades e sen- timentos. • Identificar e criar diferentes sons, reconhecer rimas e aliterações. • Relatar experiências e fatos, participar de situações de escuta para ampliar contato com diferentes gêneros textuais. • Desenvolvimento da Linguagem Escrita: • Manusear diferentes suportes de escrita para desenhar, traçar letras e outros sinais gráficos. 5) Espaços, Tempos, Quantidades, Relações e Transformações: • Exploração do Ambiente e Observação: • Observar e descrever características e propriedades dos objetos. • Compartilhar experiências de cuidado de plantas e animais. • Identificar relações espaciais e temporais, contar oralmente objetos e pes- soas em contextos diversos. • Noções Matemáticas: • Classificar objetos por atributos (tamanho, peso, cor, forma). • Utilizar conceitos básicos de tempo (antes, durante, depois, hoje, amanhã, ontem). • Contar e registrar quantidades usando números. METAS PARA ALUNO 2 – 3º BIMESTRE Campo de Experiências: O eu, o outro e o nós 1) Demonstrar Atitudes de Cuidado e Solidariedade: • Meta: Aluno 2 será capaz de demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade, como ajudar um colega, compartilhar materiais e demonstrar empatia em situações do dia a dia. 88 • Objetivos a Alcançar: • Identificar situações em que pode ajudar seus colegas ou professores. • Compartilhar brinquedos, materiais e espaços de forma colaborativa. • Expressar empatia ao reconhecer e responder às emoções dos outros. 2) Perceber e Respeitar as Diferenças Físicas: • Meta: Aluno 2 irá perceber e respeitar as diferenças físicas entre si e os outros, valorizando a diversidade e promovendo um ambiente inclusivo. • Objetivos a Alcançar: • Reconhecer e respeitar as características físicas e habilidades individuais dos colegas. • Participar de atividades que promovam o respeito à diversidade e à inclusão. • Contribuir para a criação de um ambiente escolar acolhedor e respeitoso.