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EQUIPE MULTIDISCIPLINAR PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS (EMERER) - 2025 PLANO DE AÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO Instituição de ensino: Colégio Cívico Militar Ivan Ferreira do Amaral Filho Município: Campina Grande do Sul NRE: Área Metropolitana Norte Componentes da EMERER: Michele Pereira Lima, Caroline Baptista de Lara, Ivone Moura dos Santos Camilo, Maria Roseli Correa, Suley Benedita Weller, Rosangela Bastos Miranda, Emili Camili Castilho de Oliveira, Eric Dion Grzeszczyszyn da Silva, Andreia Vasconcelos Farias, Erica Jaine Oliveira Skrepec, Ozeni Cano Sa e Flademir Evangelista de Mattos. Estudantes: Rafaely Vitoria Calixto de Oliveira e Gabrielle Alice Panzarini. Coordenador/a da EMERER: Andreia Vasconcelos Farias 2. JUSTIFICATIVA A educação para as relações étnico-raciais é um direito garantido pela Lei nº 10.639/03, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), e pela Lei nº 11.645/08, que torna obrigatória a inclusão da temática nos currículos escolares. A ausência de abordagens que contemplem a história, cultura e contribuição das populações negras e indígenas no Brasil reforça a invisibilidade dessas culturas e perpetua estereótipos raciais prejudiciais. O ambiente escolar deve ser um espaço seguro e inclusivo, onde todas as formas de diversidade sejam respeitadas e valorizadas. No entanto, muitos alunos ainda se deparam com comentários racistas, muitas vezes disfarçados de "piadas" ou "brincadeiras", que, embora não tenham a intenção explícita de prejudicar, perpetuam estereótipos raciais prejudiciais e contribuem para a marginalização de grupos étnico-raciais. Esses comentários, embora esparsos e, muitas vezes, considerados "inofensivos", reforçam uma cultura de desrespeito que pode afetar negativamente o ambiente escolar, especialmente para alunos negros, indígenas e de outras etnias. Tais atitudes, se não tratadas adequadamente, podem gerar um clima de desconforto, insegurança e exclusão, prejudicando o bem-estar emocional e o desenvolvimento acadêmico dos estudantes. Este plano de ação é uma resposta direta à necessidade urgente de transformar esse ambiente. A proposta é estabelecer uma postura educativa e preventiva, de forma que todos os membros da comunidade escolar (alunos, professores e funcionários) compreendam que a educação antirracista não se limita à luta contra o racismo explícito, mas também deve combater as formas sutis de discriminação, como as "piadas racistas", que são frequentemente naturalizadas no cotidiano escolar. 3. OBJETIVO GERAL Desenvolver práticas de positivação e conscientização que efetivem a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e Indígena, assim como da Lei Federal nº 10.639/03 e da Lei Federal nº 11.645/08. 3.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ● Incentivar a pesquisa e o protagonismo estudantil no desenvolvimento de projetos e ações educativas que abordem a história e as culturas afro-brasileiras e indígenas, com ênfase na promoção de uma educação que desconstrua estereótipos e contribua para a formação de cidadãos críticos e conscientes de sua identidade. ● Fortalecer a integração entre teoria e prática por meio da realização de atividades que envolvam as produções dos estudantes sobre temas étnico-raciais, como o combate ao racismo religioso e a valorização da culinária tradicional, utilizando plataformas digitais para disseminar conhecimento e engajamento da comunidade escolar, ampliando o impacto das iniciativas. ● Desenvolver e implementar práticas pedagógicas inclusivas que incorporem a temática das culturas afro-brasileira e indígena em diversas áreas do conhecimento, buscando sensibilizar estudantes, professores e funcionários para a importância de respeitar e celebrar as diferentes identidades culturais presentes na sociedade brasileira. 4. PLANEJAMENTO DAS AÇÕES EIXO 01 – Currículo e Projeto Político-Pedagógico ● Coordenação de uma campanha contra o racismo religioso elaborada pelos (as) estudantes dos 7º anos e divulgação das produções nas redes sociais da instituição escolar; ● Mostra de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, com a intencionalidade de promover a valorização dos saberes culinários afro-brasileiros, indígenas e populares por meio do resgate de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, e refletir sobre as contribuições invisibilizadas dos povos escravizados e indígenas na formação da identidade alimentar brasileira; ● Participação dos (as) estudantes na OBAPO- Olimpíada Brasileira de Africanidades e Povos Originários (OBAPO) e premiação interna dos (as) discentes que obtiverem os melhores resultados em um evento na quadra poliesportiva; ● Planejamento e seleção interna de práticas para submissão ao selo Enedina Alves Marques; EIXO 02 – Recursos de mídias e materiais didático-pedagógicos ● Elaboração de podcasts estudantis sobre personalidades negras que foram invisibilizadas na história nacional; ● Acesso dos estudantes e comunidade escolar a livros que tratem positivamente a questão racial, que destaque personagens negros/as ou indígenas numa perspectiva afirmativa e representativa, que contribua na educação para as relações étnico-raciais no cotidiano escolar e leitura das obras literárias nas aulas de Arte e Ensino Religioso; ● Oficina de escrita criativa destinadas às turmas de sexto ano relacionada a valorização dos cabelos crespos e cacheados; ● Leitura orientada nas aulas de Projeto de Vida de trechos da obra literária Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus e preenchimento de uma ficha de análise. EIXO 03 – Gestão e espaço físico ● Composição da EMERER dentro do prazo estipulado em orientações encaminhadas pela SEED, bem como a realização de ações pedagógicas durante o ano letivo, de forma recorrente. ● Participação no IV SIMPÓSIO VIRTUAL DE ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES EM RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIVERSIDADE: "SABERES, CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS PARA A PROMOÇÃO DA INCLUSÃO E JUSTIÇA SOCIAL, organizado pelo Instituto Federal do Paraná- Campus Campo Largo. ● Inscrição e participação na II e III Jornada de História e Cultura Indígena, Africana e Afrobrasileira; ● Submissão de prática exitosa para o selo Enedina. 5. ESTRUTURAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DAS AÇÕES Ações a serem desenvolvidas durante o ano letivo Encaminhamentos das ações Responsáveis Atores envolvidos Estratégias utilizadas Material de apoio Duração Resultados esperados Coordenação de uma campanha contra o racismo religioso elaborada pelos (as) estudantes dos 7º anos e divulgação das produções nas redes sociais da instituição escolar; Os(as) estudantes participarão de rodas de conversa, análise de vídeos e leitura de textos informativos sobre diversidade religiosa, liberdade de culto e manifestações de racismo religioso no Brasil. Em grupos, os(as) alunos(as) elaborarão materiais diversos (cartazes digitais, vídeos curtos, frases de impacto, ilustrações e textos reflexivos) com mensagens de respeito e valorização da diversidade religiosa. Os trabalhos produzidos serão revisados por professores(as) e equipe pedagógica para garantir adequação à proposta, qualidade da informação e linguagem respeitosa. Professores(as) de História, Ensino Religioso e Língua Portuguesa: Condução das atividades em sala, mediação dos debates e orientação das produções dos(as) alunos(as). Grêmio Estudantil:Curadoria e publicação dos materiais nas redes sociais institucionais, assegurando linguagem inclusiva e respeito à diversidade. Estudantes dos 7º anos: Protagonistas da campanha, responsáveis pelas pesquisas, debates e criação dos materiais de sensibilização. Demais membros da comunidade escolar: Envolvimento nas ações de sensibilização e valorização da diversidade,com possível participação em atividades de culminância (ex: exposições, debates, rodas de conversa). Criação de materiais visuais (cartazes, banners, ilustrações) e audiovisuais (vídeos curtos, podcasts, animações) que abordem o tema de maneira acessível e envolvente. Cartilha: RACISMO religioso: novas lentes às violações relacionada s à crescente tensão entre liberdade religiosa e liberdade de expressão e crença. A campanh a contra o racismo religioso terá duração de quatro semanas, distribuíd as ao longo de um mês letivo A campanha contra o racismo religioso pretende gerar conscientizaç ão entre os(as) estudantes sobre a importância da liberdade de crença e o combate à intolerância. Espera-se o fortalecimento de uma cultura escolar mais inclusiva e respeitosa, com protagonismo juvenil na promoção dos direitos humanos. A produção de materiais educativos e sua divulgação nas redes sociais deve ampliar o diálogo com a comunidade escolar, incentivando práticas pedagógicas contínuas voltadas à valorização da diversidade religiosa. Mostra de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, com a intencionalidade de promover a valorização dos saberes culinários afro-brasileiros, indígenas e populares por meio do resgate de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, e refletir sobre as contribuições invisibilizadas dos povos escravizados e indígenas na formação da identidade alimentar brasileira; Será realizada uma Mostra de Receitas e Pratos Típicos do Brasil Imperial, com a participação dos(as) estudantes na pesquisa, preparação e apresentação de alimentos que resgatem saberes culinários afro-brasileiros, indígenas e populares. A atividade tem como objetivo valorizar as contribuições históricas e culturais desses grupos, frequentemente invisibilizadas, na formação da identidade alimentar brasileira. A mostra será organizada em formato expositivo e degustativo, com cartazes, falas explicativas e produções textuais que contextualizem os pratos apresentados. Os estudantes serão os protagonistas do projeto: realizarão pesquisas sobre receitas e sua história, elaborarão cartazes e textos explicativos, prepararão ou apresentarão os pratos escolhidos e participarão de rodas de conversa para refletir criticamente sobre escravidão, colonialismo e o apagamento cultural das contribuições africanas e indígenas na formação da culinária brasileira. Os professores de História irão contextualizar o Brasil Imperial e as influências africanas e indígenas na alimentação; os de Geografia abordará rotas comerciais e ingredientes; o de Língua Portuguesa orientará a produção textual e a comunicação oral; os de Arte apoiará a criação de cartazes e Na realização da Mostra de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, serão utilizadas estratégias como pesquisa orientada sobre receitas tradicionais e suas origens, oficinas interdisciplinares com diferentes áreas do conhecimento para contextualização histórica e cultural, e produção de materiais educativos como cartazes e textos explicativos. CÂMARA CASCUDO , Luís. História da alimentaçã o no Brasil. Global Editora e Distribuidor a Ltda, 2017. A Mostra terá duração total de três semanas, com a realização das atividades dividida em etapas. Na primeira semana, os estudantes iniciarão as pesquisas sobre as receitas e o contexto histórico do Brasil Imperial. Espera-se que, ao final da Mostra de receitas e pratos típicos do Brasil Imperial, os estudantes tenham ampliado seu conhecimento histórico e cultural sobre as contribuições afro-brasileiras, indígenas e populares na formação da culinária nacional. Eles desenvolverão habilidades de pesquisa, comunicação e trabalho cenografia; o de Ciências ou Biologia trabalhará com plantas e ingredientes nativos; Também serão promovidas rodas de conversa e debates para reflexão crítica sobre racismo estrutural e apagamento cultural. Será incentivada a participação comunitária, com familiares e convidados especiais compartilhando saberes, além da organização de uma Mostra aberta para socialização dos resultados com toda a comunidade escolar e local. Na segunda semana, serão desenvolvi dos os materiais educativos , como cartazes, textos explicativo s e ensaios para apresentaç ão oral. Já na terceira semana, ocorrerá a organizaçã o da Mostra, incluindo a exposição dos pratos, apresentaç ões dos alunos e atividades abertas à comunidad e escolar. Esse coletivo, além de fortalecerem o respeito e a valorização da diversidade cultural presente no Brasil. cronogram a poderá ser ajustado conforme as necessida des da escola e o envolvime nto das turmas participant es. Elaboração de podcasts estudantis sobre personalidades negras que foram invisibilizadas na história nacional; Será realizada a elaboração de podcasts estudantis sobre personalidades negras invisibilizadas na história nacional. Os estudantes pesquisarão suas vidas e contribuições, produzirão roteiros e aprenderão técnicas de gravação e edição. Os podcasts serão divulgados para a comunidade escolar, ampliando o reconhecimento das narrativas afro-brasileiras Os principais responsáveis pela elaboração dos podcasts serão os estudantes, que irão conduzir as pesquisas, roteirização, gravação e edição dos conteúdos. Os professores, especialmente de História, Português e Artes, terão o papel de orientar e apoiar os alunos durante todas as etapas do processo, oferecendo subsídios teóricos e técnicos. A equipe pedagógica e a coordenação escolar serão responsáveis pela organização logística, disponibilização de recursos tecnológicos e articulação com a comunidade escolar para divulgação dos podcasts. Os estudantes realizarão pesquisas sobre personalidades negras invisibilizadas, utilizando fontes confiáveis. Participarão de oficinas para aprender a roteirizar, gravar e editar podcasts, desenvolvendo habilidades técnicas. Também ocorrerão debates e rodas Enciclopédi a Negra A elaboração dos podcasts durará cerca de quatro semanas, incluindo pesquisa, oficinas de produção, gravação, edição e divulgação para a comunidad e escolar, com Espera-se que os estudantes ampliem o conhecimento sobre personalidades negras invisibilizadas, desenvolvam habilidades de pesquisa e produção audiovisual, e que a comunidade escolar aumente a valorização da cultura de conversa para refletir sobre representatividad e negra e o apagamento histórico. momentos de reflexão e debate sobre os temas abordados. afro-brasileira e a reflexão sobre representativida de. Oficina de escrita criativa destinadas às turmas de sexto ano relacionada a valorização dos cabelos crespos e cacheados; Será realizada uma oficina de escrita criativa com as turmas do sexto ano, focada na valorização dos cabelos crespos e cacheados. Os estudantes expressarão suas experiências por meio de poesias, contos ou crônicas, enquanto participam de dinâmicas sobre autoestima e representatividade. Os principais responsáveis serão os professores de Língua Portuguesa, que orientarão a produção textual e conduzirão as atividades da oficina. A equipe pedagógica apoiará na organização e logística, enquanto a coordenação escolar facilitará recursos e espaços para a realização. Os estudantes das turmas do sexto ano serão os protagonistas na criação dos textos, e a comunidade escolar participará como público e incentivadora da valorização da diversidade capilar. Serão adotadas estratégias que incluem dinâmicas de grupo para promover a reflexão sobre autoestima e diversidade capilar, leituras de textos e poesiasque valorizem cabelos crespos e cacheados, além de discussões guiadas sobre representatividad e e padrões estéticos. Os estudantes serão estimulados a produzir textos literários, como poesias, contos e crônicas, Curta-metr agem: Hair Love (2018) A oficina de escrita criativa terá duas semanas de duração. Espera-se que os estudantes fortaleçam a autoestima e a valorização da identidade pessoal, reconhecendo a beleza e a diversidade dos cabelos crespos e cacheados. Além disso, desenvolverão habilidades de escrita criativa e expressão literária, aprimorando a capacidade de comunicar suas experiências e opiniões. expressando suas vivências e opiniões. Leitura orientada nas aulas de Projeto de Vida de trechos da obra literária Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus e preenchimento de uma ficha de análise. Será realizada uma leitura orientada, nas aulas de Projeto de Vida, de trechos da obra Quarto de Despejo, de Carolina Maria de Jesus. Após a leitura, os estudantes preencherão uma ficha de análise para refletir sobre os temas abordados e aprofundar a compreensão do contexto histórico e social da obra. Os responsáveis pela leitura orientada e pela aplicação da ficha de análise serão os professores responsáveis pelas aulas de Projeto de Vida, que conduzirão as discussões e apoiarão a reflexão dos estudantes sobre os temas da obra. Os alunos serão os protagonistas, realizando a leitura e o preenchimento da ficha. A equipe pedagógica e a coordenação escolar apoiarão na organização e no fornecimento dos materiais necessários. Serão adotadas estratégias como a leitura coletiva e orientada de trechos selecionados da obra Quarto de Despejo, seguida de discussões guiadas para estimular a compreensão e reflexão crítica dos estudantes sobre as questões sociais apresentadas. Após a leitura, os alunos preencherão uma ficha de análise para organizar suas impressões e aprofundar o entendimento do contexto histórico, das condições de vida da autora e das temáticas relacionadas à Trechos da obra “Quarto de Desejo” e videobiogra fia de Carolina Maria de Jesus. A atividade de leitura orientada da obra Quarto de Despejo terá duração de aproximad amente duas semanas. Espera-se que os estudantes desenvolvam uma compreensão crítica sobre as condições sociais retratadas na obra Quarto de Despejo, ampliando seu entendimento sobre desigualdade, resistência e a voz das mulheres negras na história brasileira. Também espera-se que aprimorem suas habilidades de leitura e análise textual, além de fortalecerem a capacidade de refletir e dialogar sobre desigualdade e resistência. temas sociais relevantes. 6. AVALIAÇÃO A avaliação será formativa e contínua, levando em consideração o progresso dos alunos ao longo das atividades, sua participação ativa nas discussões e projetos, e sua capacidade de refletir sobre as questões culturais e étnico-raciais. As práticas serão instrumentalizadas com base em rubricas avaliativas, que serão elaboradas posteriormente. 7. REFERÊNCIAS BRASIL. Lei Federal n.° 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.htm. Acesso em: 16 jun. 2025 BRASIL. Lei Federal n.º 11.645 de 10 de março de 2008. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e indígena. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11645.htm. Acesso em: 16 jun. 2025. DA CÂMARA CASCUDO, Luís. História da alimentação no Brasil. Global Editora e Distribuidora Ltda, 2017. GOMES, Nilma Lino et al. Experiências étnico-culturais para a formação de professores. Autêntica, 2018. GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Editora Vozes Limitada, 2019. LAURIANO, J., SCHWARCZ, L. Enciclopédia negra. São Paulo: Companhia das Letras, 2021.1 de jul. de 2021. OLIVEIRA, Adriano Sérgio Bezerra de; MOURA, Andrezza Karla Neves de. Educação (Anti) racista: reflexos e reflexões. Desafios da educação na contemporaneidade, p. 89, 2023. PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Resolução Estadual n.° 2.084 de 16 de Abril de 2025, que dispõe sobre a composição e o funcionamento das Equipes Multidisciplinares para a Educação das Relações Étnico-Raciais (EMERER) no âmbito da rede pública estadual de educação. Disponível em: https://www.legislacao.pr.gov.br/legislacao/pesquisarAto.do?action=exibir&codAto=357762&indice=1&totalRegistros=17&dt=16.5.2 %20025.11.10.49.452.%20Acesso%20em:%2016%20jun.%202025.. Acesso em 31. jul. 2025. RIBEIRO, Djamila. Pequeno Manual Antirracista. São Paulo: 1ª Companhia das Letras, 2019, 135 p. RIBEIRO, Djamila; ALMEIDA , Lizandra Magon de; ROCHA, Maurício (Ed.). Uma nova História, feita de histórias: Personalidades negras invisibilizadas da História do Brasil. 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