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ULTRASSOM Profa Dra Graziela Bachiega Salviano ULTRASSOM • O ultrassom é um gerador de corrente elétrica de alta frequência que é conectado a um transdutor eletroacústico, gerando vibrações sonoras e mecânicas. Quando em contato com o paciente transmite uma onda sonora que causa efeitos mecânicos no tecido e se propaga (AGNE, 2013). ULTRASSOM • O som é uma onda mecânica que se propaga longitudinalmente em meios materiais. • A velocidade do som varia de acordo com a densidade do meio em que se propaga, assim, quanto mais denso é o meio, maior é a velocidade do som. • Tecidos mais compactados possuem uma melhor propagação • O ultrassom sempre precisa de um meio de propagação; ele não se propaga no ar, pois as moléculas do ar possuem uma espaço entre elas maiores que o comprimento de onda da onda mecânica do ultrassom e, dessa forma, a propagação não ocorre. ULTRASSOM • As compressões e dilatações seguem um ritmo determinado que representa a frequência. Frequência: Tipo de som: Compriment o de onda Alta Agudos Menor Baixa Graves Maior ULTRASSOM • Chama-se Ultrassom porque sua frequência é maior do que os nossos ouvidos podem ouvir • Ele vibra numa frequência maior do que 16.000 Hz. • Para fins estéticos, se utiliza frequências entre 3.000.000 a 5.000.000 de Hz. A frequência gera um comprimento de onda, que impacta na profundidade que o ultrassom irá agir. Na estética o objetivo é tratar pele, epiderme e derme e tela 75 subcutânea, portanto, o ultrassom de 3 MHz é o mais utilizado, pois atinge a profundidade geralmente necessária para os procedimentos estéticos Como as ondas são produzidas? • oscilação de um cristal de quartzo ou Titanato de Bário aditivado por Alta frequência. • Quando se liga o aparelho, a corrente de Alta frequência provoca a oscilação no cristal, sendo a frequência da corrente a mesma do cristal. • A emissão se mede em Watts por centímetro quadrado (Watts/cm²). PARÂMETROS DA EMISSÃO ULTRASSÔNICA • frequências altas = tratamentos mais superficiais • frequências baixas = tratamentos mais profundos Frequência Penetração Maior Menor Menor Maior 1 MHz (reabilitação) Acima de 5,0 2 MHz (reabilitação) 3 MHz (estética ) TEMPO DE APLICAÇÃO Para aplicar o ultrassom, é fundamental ter conhecimento sobre a ERA do equipamento. A ERA é a área efetiva do ultrassom, sendo menor que o transdutor. O cálculo de tempo deve ser feito pela ERA do equipamento. Tempo = Área de tratamento/ERA Quanto maior a ERA menor o tempo de aplicação Caso ultrapasse 15 min recomenda-se dividir a área em quadrantes menores- dispersão de energia MODO DE EMISSÃO DAS ONDAS ULTRASSÔNICAS • As ondas ultrassônicas podem ser emitidas de MODO CONTÍNUO ou no MODO PULSADO (periódico) • PULSADO: • Apresenta intervalos pré-definidos cujo objetivo é não produzir calor, mas sim, ter apenas efeito mecânico (micromassagem). Ex.: condição inflamatória, trabalha-se com o modo pulsado, pois o objetivo não é produzir calor • A radiação ultrassônica faz com que a temperatura do tecido aumente lentamente, até que se estabeleça um equilíbrio entre o calor gerado pelo ultrassom e o calor contido no sangue. • O efeito térmico pode ser reduzido através da interrupção do fornecimento de energia. • Essas curtíssimas interrupções, provocadas pelo sistema pulsátil, são, efetivamente, uma redução na dosagem. MODO DE EMISSÃO DAS ONDAS ULTRASSÔNICAS CONTÍNUO efeito térmico Contínuo => produz efeito térmico. Pulsado => ação analgésica, anti-inflamatória e antiedematosa, efeito mecânico. INTENSIDADE OU DENSIDADE DE POTÊNCIA • A unidade de medida da dose do ultrassom é W/cm², e geralmente varia de 0,5-1,5 W/cm². COM QUAIS SUBSTÂNCIAS UTILIZAR? • Gel: função, excluir o ar existente entre o transdutor e o tecido cutâneo no local de aplicação, possibilitando que a onda ultrassônica chegue na região a ser irradiada. • O gel não pode conter bolhas, pois, senão, iremos perder a capacidade de ter a resposta fisiológica. FONOFORESE Juntamente com o ultrassom pode-se aplicar a técnica de fonoforese. A fonoforese é a capacidade que o ultrassom tem de incrementar a penetração de agentes farmacologicamente ativos através da pele. Nos tratamentos corporais podem ser utilizados ativos circulatórios, lipolíticos, potencializadores dos efeitos. EFEITOS PRODUZIDOS PELO ULTRASSOM Mecânico Térmico Cavitação CAVITAÇÃO É um fenômeno que ocorre em toda aplicação de ultrassom, pois as ondas individuais liberadas fazem as moléculas situadas no caminho do feixe ultrassônico oscilarem de maneira cíclica e diretamente proporcional à intensidade de saída da unidade geradora de ultrassom. Estas oscilações estimulam a formação de bolhas cheias de ar nos líquidos do meio onde as ondas sonoras se propagam CAVITAÇÃO Portanto a cavitação acústica advém de uma combinação de tensões mecânicas, em que as ondas ultrassônicas fazem os tecidos vibrarem, causando uma alternância de compressão e rarefação nas suas estruturas moleculares Durante a rarefação, ocorre a formação de bolhas de ar, as quais oscilam em tamanho ou sofrem colapso rapidamente causando tensões mecânicas e aumento de temperatura CAVITAÇÃO CAVITAÇÃO Existem 2 tipos de cavitação: Estável: as bolhas geradas oscilam de um lado para outro, aumentam e diminuem de tamanho, mas permanecem intactas. Este efeito é considerado desejável, pois provê a maioria dos efeitos terapêuticos do aparelho de ultrassom convencional CAVITAÇÃO Instável: o volume da bolha se altera rápida e violentamente, podendo ocorrer a implosão das bolhas, o que causa aumento da temperatura e pressão interna. É responsável pelos efeitos terapêuticos no tratamento da gordura localizada, pois promove a ruptura da membrana do adipócito. CAVITAÇÃO Como benefício direto da técnica de ultrassom, tem-se o esvaziamento dos adipócitos. Portanto, todo tratamento lipolítico deve ser seguido de oxidação para ser eficaz, pois os ácidos graxos e glicerol liberados devem ser utilizados pelo organismo para não ocorrer o seu depósito em outro local EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRASSOM MECÂNICO Micromassagem, por causa da oscilação provocada pelo feixe ultrassônico, promovendo a circulação de líquidos; Neoformação angiogênica; Aumento da síntese proteica e da secreção de mastócitos (reparo tecidual); Aumento da permeabilidade celular (fonoforese), porém modo contínuo não impede a permeação de substâncias. EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRASSOM TÉRMICO Ao ser absorvido pelos tecidos, a energia mecânica pode transformar-se em térmica(calor) Esta mudança contribui para a estimulação do metabolismo celular e da circulação sanguínea, favorecendo a instalação de uma hiperemia na região (manter o cabeçote em movimento contínuo=evitar uma produção excessiva de calor num só local) Aumento da elasticidade de estruturas com colágeno; EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRASSOM Tixotropia, capacidade de modificar a consistência de algumas substâncias como fibroses (Liquefazer um gel). Utilizado em fibroses e na celulite (hiperpolimerização do tecido conjuntivo) Melhora nas propriedades mecânicas do tecido; Analgesia Retirada de catabólitos graças ao amento do fluxo sanguíneo EFEITOS DO TRATAMENTO COM ULTRASSOM Aumento da circulação de fluidos intra e extracelulares: ao atravessar os tecidos, o feixe ultrassônico promove movimentos unidirecionais e circulares no fluido biológico. Esses movimentos podem danificar macromoléculas e células, bem como alterar o ritmo de difusão de partículas e a permeabilidade de membrana, promovendo um aumento da permeabilidade e aceleração de processos osmóticos; Efeito térmico: aumento do fluxo sanguíneo,permeabilidade da membrana, extensibilidade dos tecidos ricos em colágeno e vasodilatação; EFEITOS DO TRATAMENTO COM ULTRASSOM Permeação de princípios ativos; Aumento do metabolismo: fator de Van’t Hoff, que aponta que cada grau de temperatura aumentado no tecido aumenta em até 13% o metabolismo local; Efeitos sobre nervos periféricos; Estimulação da angiogênese; Síntese de proteínas, elevação dos níveis intracelulares de cálcio. INDICAÇÕES NA ESTÉTICA Celulite (inflamatória ou fibrótica) Gordura localizada Fibrose Pós operatório imediato- edema Pós operatório tardio – fibroses CONTRAINDICAÇÕES patologias inflamatórias agudas. tuberculose. sangramentos ou úlceras. tromboses, varicose e tromboflebites. insuficiência circulatória. distúrbios de coagulação. Gestação. CONTRAINDICAÇÕES tumores (neoplasias). pessoas que utilizam marca-passo. próteses metálicas (neste caso, só deve ser usado no modo pulsado com dosagem baixa – por fisioterapeutas ou profissionais da saúde) Pacientes submetidos a rádio ou quimioterapia Não aplicar sobre área cardíaca ULTRACAVITAÇÃO Profa Dra Graziela Bachiega Salviano ULTRACAVITAÇÃO O som é caracterizado por vibrações mecânicas ou ondas mecânicas. A terapia com ultracavitação conta com os mesmos princípios do ultrassom terapêutico convencional, porém as ondas sonoras são emitidas de forma diferenciada, de maneira que produzam um altíssimo nível de intensidade ultrassônica. frequência entre 27kHz até 3MHz DEFINIÇÃO “Forma diferenciada de ultrassom terapêutico, que produz energia ultrassônica de alta potência (igual ou maior que 3W/cm2), gerando um altíssimo nível de cavitação instável ou efeito térmico lesivo num determinado ponto ou região, a uma profundidade, muitas vezes, definida.” OBJETIVO Lesionar células de gordura, sem danificar estruturas adjacentes (pele, vasos, músculos e nervos) ULTRACAVITAÇÃO Tipos: Ultrassom focalizado de alta intensidade (HIFU), ultracavitação focalizada e lipocavitação focalizada: Padrão convergente de emissão de ondas sonoras focalizadas, em que a energia ultrassônica se concentra de forma pontual a determinada profundidade ULTRACAVITAÇÃO Vantagens: Proporciona um tratamento localizado, o que diminui os efeitos deletérios para os tecidos circundantes possibilita aumento da intensidade do feixe ultrassônico no foco desejado, por concentrar a energia numa área pequena Possibilita trabalhar com um distância focal definida ULTRACAVITAÇÃO Ultrassom de baixa frequência e baixa intensidade, ultrassom cavitacional plano, ultrassom cavitacional não focalizado, ultracavitação plana, ultracavitação de baixa frequência (kHz), ultracavitação de alta frequência (MHz): A emissão de ondas sonoras não obedece ao padrão focalizado, caracterizando-se como um equipamento de ultrassom convencional, mas com nível de intensidade maior ULTRACAVITAÇÃO Ultrassom de baixa frequência e baixa intensidade, ultrassom cavitacional plano, ultrassom cavitacional não focalizado, ultracavitação plana, ultracavitação de baixa frequência (kHz), ultracavitação de alta frequência (MHz): A emissão de ondas sonoras não obedece ao padrão focalizado, caracterizando-se como um equipamento de ultrassom convencional, mas com nível de intensidade maior CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO É um fenômeno que ocorre em toda aplicação de ultrassom, pois as ondas individuais liberadas fazem as moléculas situadas no caminho do feixe ultrassônico oscilarem de maneira cíclica e diretamente proporcional à intensidade de saída da unidade geradora de ultrassom. Estas oscilações estimulam a formação de bolhas cheias de ar nos líquidos do meio onde as ondas sonoras se propagam CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Portanto a cavitação acústica advém de uma combinação de tensões mecânicas, em que as ondas ultrassônicas fazem os tecidos vibrarem, causando uma alternância de compressão e rarefação nas suas estruturas moleculares Durante a rarefação, ocorre a formação de bolhas de ar, as quais oscilam em tamanho ou sofrem colapso rapidamente causando tensões mecânicas e aumento de temperatura CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Existem 2 tipos de cavitação: Estável: as bolhas geradas oscilam de um lado para outro, aumentam e diminuem de tamanho, mas permanecem intactas. Este efeito é considerado desejável, pois provê a maioria dos efeitos terapêuticos do aparelho de ultrassom convencional CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Instável: o volume da bolha se altera rápida e violentamente, podendo ocorrer a implosão das bolhas, o que causa aumento da temperatura e pressão interna. É responsável pelos efeitos terapêuticos no tratamento da gordura localizada, pois promove a ruptura da membrana do adipócito. TIPOS DE EQUIPAMENTOS É preciso cautela ao prometer efeitos imediatos, pois estudos mostram que os efeitos deletérios das ondas sonoras de baixa frequência só aparecem cerca de 18h após aplicação PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Mecanismo de ação: Efeito mecânico gerado pela cavitação (ruptura da membrana celular adipocitária)- comum em equipamentos de baixa frequência Efeito térmico: há conversão de energia mecânica em calor- comum em equipamentos de alta frequência focalizados ou não PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Efeitos químicos: divisão de macromoléculas e, consequentemente, liberação de radicais livres e destruição de adipócitos Estimulação da apoptose adipócitária (fragmentação do DNA e aumento das caspases) ULTRASSOM CONVENCIONAL PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Efeitos fisiológicos após UC : Inflamação local e fagocitose: TEMPO APÓS A ULTRACAVITAÇÃO RESPOSTA INFLAMATÓRIA 2 horas Adipócitos rompidos, edema intersticial e hemorragia de pequenos capilares e aumento do colágeno intercelular 7 dias Resposta inflamatória mínima com recrutamento de macrófagos e pouca expressão de neutrófilos, células plasmáticas e linfócitos Quarta semana Macrófagos abundantes na zona de tratamento carregados de lipídios Oitava semana 75% de reabsorção de lipídios extracelulares De 8 a 12 semanas Reabsorção de grande parte da área de tratamento 18 semanas 95% de reabsorção TÉCNICA DE APLICAÇÃO Profundidade do tecido adiposo apropriada para ultracavitação: Focalizada: 1cm além do ponto focal na área de tratamento pretendida (preservar estrutura muscular/óssea) TÉCNICA DE APLICAÇÃO Não focalizado: atenção nas regiões de pouca gordura (preservar estrutura muscular/óssea), comum o cliente referir dor ou câimbras TÉCNICA DE APLICAÇÃO Periodicidade e número de sessões: Os resultados podem ser vistos após uma sessão , porém recomendam-se 3 sessões em média Prazo para resposta clínica: início em 2 semanas e completo 3 meses Na prática clínica a quantidade de sessões necessária para um bom resultado estético está intimamente ligada ao tipo de equipamento (focaliza ou plana, alta ou baixa frequência, alta ou baixa potência) TÉCNICA DE APLICAÇÃO Intervalo entre as sessões depende do equipamento, e é despadronizado Geralmente utiliza um intervalo de 7 a 14 dias para equipamentos focalizados e 3 dias para equipamentos não focalizados Em virtude da diversidade de equipamento o ideal é se informar junto ao fabricante quanto ao intervalo entre as sessões sem efeitos adversos Não existem restrições quanto ao número de regiões a serem tratadas numa única sessão TÉCNICA DE APLICAÇÃO Dinâmico perpendicular à pele: Equipamentos baixa frequência Polêmica quanto ao uso em baixa frequência: penetração além do desejado, lesionando músculos, ossos e até órgãos TÉCNICA DE APLICAÇÃO Pregueamento manual da pele: Equipamentos de baixa frequência (27 a 50 kHz) Utilizadoquando não se tem o conhecimento sobre a espessura da gordura Prega manual é para evitar possível penetração visceral Prega: aprisiona-se a pele e gordura, afastando-as da camada muscular, criando uma superfície apropriada para deslizamento do transdutor (evitar deixa-lo estacionado) TÉCNICA DE APLICAÇÃO ALERTAS: Mau uso da ultracavitação de baixa frequência pode lesar músculos e ossos superficiais, principalmente em flancos Uso excessivo do pregueamento pode ocasionar ao profissional a incidência de lesões por esforço repetitivo em punho e dedos TEMPO DE APLICAÇÃO Em virtude da variedade de equipamentos disponíveis no mercado, não há critério ou padronização do tempo de aplicação apropriado para se obter bons resultados; Podendo variar de 15 a 45 min. TEMPO DE APLICAÇÃO Quando o fabricante fornece o tamanho da área efetiva de radiação (ERA), pode-se calcular o tempo de aplicação: T=área/ ERA Tempo em minutos Área alvo em cm2 ERA em cm2 INDICAÇÕES Remodelagem corporal, diminuindo a adiposidade localizada Como complemento à lipoaspiração Fribroedemagelóide Seroma encapsulado Evitar: sobrepeso, gordura generalizada, IMC acima de 28 CONTRAINDICAÇÕES Doenças hepáticas: o metabolismo da gordura liberada dos adipócitos poderia ocasionar sobrecara na estrutura Dislipidemia (cautela) Gestantes Neoplasias e metástases Lesões na pele (inflamações e dermatites) Insuficiência renal (sobrecarga de trabalho renal) Doenças metabólicas que possam dificultar o metabolismo da gordura Patologias cocleares/auditivas : equipamento de baixa frequência causam desconforto pelo barulho EFEITOS ADVERSOS Sensação de formigamento ou dormência Coceira Calor Ardência Desconforto ou dor durante e após o procedimento Eritema temporário Edema Equimoses leves até manchas escuras Nódulos endurecidos Disestesia Parestesia Micropápulas Dor ao redor das áreas ósseas Dor no abdome REFERÊNCIA Borges, Fabio dos Santos; Scorza, Flavia Acedo. Terapêutica em estética conceitos e técnicas.editora Phorte, São Paulo, 2016. Slide 1: ULTRASSOM Slide 2: ULTRASSOM Slide 3: ULTRASSOM Slide 4: ULTRASSOM Slide 5: ULTRASSOM Slide 6 Slide 7: Como as ondas são produzidas? Slide 8: PARâMETROS DA EMISSÃO ULTRASSÔNICA Slide 9: TEMPO DE APLICAÇÃO Slide 10: MODO DE EMISSÃO DAS ONDAS ULTRASSÔNICAS Slide 11: MODO DE EMISSÃO DAS ONDAS ULTRASSÔNICAS Slide 12: INTENSIDADE OU DENSIDADE DE POTÊNCIA Slide 13: COM QUAIS SUBSTÂNCIAS UTILIZAR? Slide 14: FONOFORESE Slide 15: EFEITOS PRODUZIDOS PELO ULTRAsSOM Slide 16: CAVITAÇÃO Slide 17: CAVITAÇÃO Slide 18: CAVITAÇÃO Slide 19: CAVITAÇÃO Slide 20: CAVITAÇÃO Slide 21: CAVITAÇÃO Slide 22: EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRAsSOM Slide 23: EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRAsSOM Slide 24: EFEITOS BÁSICOS PRODUZIDOS PELO ULTRAsSOM Slide 25: EFEITOS DO TRATAMENTO COM ULTRAsSOM Slide 26: EFEITOS DO TRATAMENTO COM ULTRAsSOM Slide 27: INDICAÇÕES na estética Slide 28: CONTRAINDICAÇÕES Slide 29: CONTRAINDICAÇÕES Slide 30: ULTRACAVITAÇÃO Slide 31: ULTRACAVITAÇÃO Slide 32: DEFINIÇÃO Slide 33: OBJETIVO Slide 34: ULTRACAVITAÇÃO Slide 35: ULTRACAVITAÇÃO Slide 36: ULTRACAVITAÇÃO Slide 37: ULTRACAVITAÇÃO Slide 38: CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Slide 39: CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Slide 40: CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Slide 41: CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Slide 42: CAVITAÇÃO E TECIDO ADIPOSO Slide 43 Slide 44: TIPOS DE EQUIPAMENTOS Slide 45: PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Slide 46: PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Slide 47 Slide 48 Slide 49: PROPRIEDADE DA ULTRACAVITAÇÃO Slide 50: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 51 Slide 52: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 53: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 54: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 55: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 56 Slide 57: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 58 Slide 59: TÉCNICA DE APLICAÇÃO Slide 60: TEMPO DE APLICAÇÃO Slide 61: TEMPO DE APLICAÇÃO Slide 62: INDICAÇÕES Slide 63: CONTRAINDICAÇÕES Slide 64: EFEITOS ADVERSOS Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72: REFERÊNCIA