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DADOS DO ALUNO:
	Aluno: [Nome completo]
	EVANDRO TOLEDO
	RA: [Número do RA do aluno]
	2024082321
	POLO / UNIDADE:
	GUARULHOS - SP
	CURSO:
	CST EM SEGURANÇA PÚBLICA
	COMPONENTE CURRICULAR:
	PROJETO DE EXTENSÃO I - SEGURANÇA PÚBLICA
	PROGRAMA DE EXTENSÃO:
	PROGRAMA DE AÇÃO E DIFUSÃO CULTURAL.
	
	FINALIDADE E MOTIVAÇÃO:
	A finalidade do projeto de extensão no Programa de Ação e Difusão Cultural do curso, está relacionado ao fomento à cultura locorregional, fomentando a difusão, a transparência e a democratização das ações culturais, por meio de projetos que possibilitem a transferência para a sociedade de conhecimentos multidisciplinares desenvolvidos no curso e a possibilidade de potencializar a geração de conhecimentos aplicados, permitindo ao egresso um maior envolvimento junto às ações culturais e sociais no âmbito das diversas ciências como também da tecnologia, articulados com os anseios da comunidade. Os conteúdos programáticos sugeridos para correlacionar as ações são: 
Empreendedorismo; Direito e Legislação; Direitos Humanos.
Os locais que poderão contemplar esse projeto são: Entidades pertencentes à Administração Pública municipal, estadual ou federal; escolas; colégios; Organizações não governamentais (ONG); Instituições privadas com ações sociais; fundações; entidades do Judiciário como Procons e Tribunais; Entidades religiosas como igrejas, ordens, templos, congregações, missões e casas de acolhimento ou assistência; entidades de saúde e assistência social; Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs); Organizações de moradores e Cooperativas, entre outras.
	COMPETÊNCIAS:
	I - Conhecer métodos de gerenciamento de pessoas e a importância da comunicação, trabalho em equipe, liderança e proatividade para ser capaz de relacionar-se com as pessoas, atuando com visão ampla e sistêmica na gestão da segurança pública;
II - Conhecer os direitos e garantias fundamentais e a importância da reinserção social dos condenados, para ser capaz de traçar projetos tendentes a recuperação dos mesmos para galgar a progressiva redução da criminalidade;
III - Conhecer a realidade da sociedade a qual está inserido e a diversidade de valores presentes para ser capaz de atuar com maior eficácia e eficiência, através da prevenção e mitigação de danos.
	PERFIL DO EGRESSO:
	O perfil do egresso do curso de CST em Segurança Pública, idealizado pela IES, proporciona a formação do profissional com senso crítico, apto a agir eticamente; habilidade de planejar, formular, implantar, gerenciar e supervisionar ações preventivas no âmbito da segurança pública; interesse na ordem pública, segurança da comunidade e defesa de direitos humanos.
	SOFT SKILLS (COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS):
	Análise e resolução de problemas
Comunicação Interpessoal
Gestão do Tempo
	OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
	O objetivo do programa de extensão em Difusão Cultural, está relacionado a disseminação e articulação de conhecimentos adquiridos no curso para promover as ações de difusão cultural no âmbito das ciências, relacionados diretamente à Segurança Pública e com a articulação da tecnologia junto à comunidade.
	CONTEÚDOS:
	I - Empreendedorismo; 
II - Direito e Legislação; 
III - Direitos Humanos.
	INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:
	BURMESTER, Haino. Manual de gestão: organização, processos e práticas de liderança coletiva. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2018.
ESTEFAM, André ; GONÇALVES, Victor Eduardo Rios. Direito penal esquematizado: parte geral. 9. ed. São Paulo : Saraiva Educação, 2020.
SIQUEIRA JÚNIOR, Paulo Hamilton. Direitos Humanos: liberdades públicas e cidadania. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
	RELATÓRIO FINAL:
	Aluno e Aluna, após realizar suas atividades de extensão, é necessário que você o formalize, enviando esse Relatório Final para ser avaliado junto ao seu Ambiente Virtual (AVA) e também para você poder comprovar sua atuação.
Para o preenchimento, busque as anotações junto ao TEMPLATE PCDA para auxiliar na apresentação das atividades desenvolvidas.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
	DESCRIÇÃO DA AÇÃO COM RESULTADOS ALCANÇADOS
	Metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aderentes a este projeto:
CAMPO OBRIGATÓRIO – busque no seu Template PDCA quais Metas você selecionou como aderentes ao seu projeto, conforme cada Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) que você explorou no seu planejamento. 
Liste as Metas selecionadas (pelo menos uma opção):
	16.1 Reduzir significativamente todas as formas de violência e também as taxas de mortalidade relacionada em todos os lugares e espaços.
16.3 Promover o Estado de Direito, em nível nacional e internacional, e garantir a igualdade de acesso à justiça para todos de maneira integra.
	Local de realização da atividade extensionista:
	A ação foi realizada no Centro de Atendimento Socio-educacional ao adolescente em Guarulhos - SP.
	Durante a ação:
	O drama da violência contra a mulher é recorrente e aprisionante, abala a autonomia, destrói a autoestima e diminui a toda a qualidade de vida, trazendo consequências à estruturação pessoal, familiar e social. No geral, as agressões são ameaçadoras e estão, geralmente, associadas a problemas sociais preocupantes, como desemprego, marginalização, desigualdades sociais, uso de álcool e drogas, trazendo impacto à morbimortalidade dessa população. Contribui para a perda da Qualidade de Vida, aumentando os custos com cuidados à saúde, e o absenteísmo na escola e no trabalho, além de consistir numa das mais significativas formas de desestruturação pessoal, familiar e social.
A ação realizada foi uma oficina de conhecimentos e tira dúvidas sobre a Lei Maria da Penha, a realização de um Boletim de Ocorrência (B.O.) e o funcionamento da Casa da Mulher. Essa ação foi necessária, pois é sabido que muitas mulheres não realizam a denúncia por medo e por acreditar não ter opções financeiras, o que é resultado da falta de conhecimento de todo o processo relacionado a denúncia. Dessa forma, mostrou-se essencial no âmbito da Segurança Pública fornecer um curso sobre possibilidades e formas de enfrentar essa realidade de forma segura e auto instrutiva. 
No Brasil, uma das primeiras, e principais, pesquisas que denunciaram a gravidade das violências sofridas pelas mulheres revelou que 43% delas já haviam sofrido algum tipo de violência sexista, sendo em 70% dos casos perpetradas por parceiros ou ex-parceiros conjugais (Fundação Perseu Abramo, 2001). Conclusão alarmante da referida pesquisa é a estimativa de que a cada 15 segundos uma mulher é espancada no Brasil.
Como forma de promover maiores conhecimentos a respeito desta questão, a ação ocorreu em um Centro de Atendimento Socio-educacional ao adolescente, no município de Guarulhos, pois seria mais fácil de passar informações para mulheres que precisam, não possuem fácil acesso. Para garantir que as mulheres conseguissem participar, foi informado que o curso seria direcionado para vagas de cursos gratuitos na Casa da Mulheres, pois caso soubessem que seria abordada questões de violência contra a mulher, os parceiros abusivos poderiam proibir a participação. Além disso, cabe ressaltar que, mesmo que todas as participantes não fossem vítimas de violência doméstica, estas aprenderiam informações imprescindíveis para auxiliar outras mulheres. 
Assim sendo, a ação abordou temáticas voltadas para a inserção dessas mulheres no mercado de trabalho através de cursos e programas da Casa da Mulher brasileira, além de possibilitar a discussão da questão da violência, levando a temática para diversos espaços. Ao longo da oficina, abordei como é possível realizar o B.O de forma online, sem precisar ir para a delegacia; apresentei ONG’s e projetos que auxiliam nesse processo, como por exemplo, o projeto Justiceiras; informei sobre os cursos e vagas de emprego fornecidos na Casa da Mulher; apresentei parceiras de casas de acolhimento; e passei informações acerca dos filhos e de medidas preventivas.
Ao longo da oficina,diversas mulheres apresentaram muitas dúvidas, especialmente sobre a prisão do agressor e oportunidades de continuar com o filho, mesmo se não tiver um emprego, sendo uma das principais questões presentes. Dessa forma, notei que havia uma preocupação relacionada a guarda das crianças e aspectos financeiros, sendo um dos pontos abordados ao final da oficina. Ao final, informei que ficaria mais 1 hora na instituição e caso alguém quisesse falar sobre qualquer coisa, estaria disponível. Uma das participantes aguardou e contou que uma amiga era vítima de violência doméstica, mas que não sabia como ajudar. Nesse momento, aconselhei-a sobre todos os passos que podem ser realizados, acolhendo suas dúvidas e lhe abrindo caminhos.
	Caso necessário, houve mudança de estratégia para alcançar o resultado:
	Não, mantive a estratégia inicial do começo ao fim e alcancei ótimos resultados com a ação.
	Resultado da ação:
	Aplicando a ação, percebe-se que é muito importante o conhecimento a respeito dessas tipificações para subsidiar a compreensão sobre o fenômeno da violência de gênero contra mulheres e orientar a atuação técnica que se proponha ao enfrentamento e à superação de tal violência. Entendemos, porém, que essas definições legais apresentam suas limitações, principalmente no que concerne a abranger toda a complexidade e subjetividade envolvidas na vivência da conjugalidade, da violência e das relações de gênero.
Os resultados da ação podem ser considerados benéficos para a população daquela região, na medida em que possibilitou a disposição de serviços de tirar dúvidas jurídicas para mulheres em um bairro de baixo nível socioeconômico, as quais não possuem acesso fácil a esse tipo de atendimento. Além disso, a ação promoveu cidadãos com mais conhecimentos acerca da atuação da Casa da Mulher, incluindo informações referentes a realização de B.O, acolhimento em ONGs, cursos voltados para empreendedorismo e solicitação de medidas preventivas. Portanto, resultou em mulheres preparadas para auxiliar outras pessoas em casos de violência doméstica, bem como uma forma de incentivar a realização de mais denúncias e auxiliar a mulher a pensar no que ocorrerá durante o processo.
	Conclusão:
	A violência contra a mulher é um fenômeno multifacetado sendo necessário uma atuação conjunta com a rede de saúde, justiça, educação, trabalho, assistência social, entre outras; para que a mulher tenha um atendimento integral. Uma grande problemática dessa situação diz respeito a subnotificações, o que é resultado da falta de conhecimento acerca das etapas após a denúncia: a mulher fica com medo da reação do agressor, bem como com questões financeiras e familiares. Portanto, percebeu-se que é fundamental espalhar informações acerca das casas de abrigos e programas de auxílio a inserção no mercado.
Assim, é muito importante o conhecimento a respeito dessas tipificações para subsidiar a compreensão sobre o fenômeno da violência de gênero contra mulheres e orientar a atuação técnica que se proponha ao enfrentamento e à superação de tal violência. Entendemos, porém, que essas definições legais apresentam suas limitações, principalmente no que concerne a abranger toda a complexidade e subjetividade envolvidas na vivência da conjugalidade, da violência e das relações de gênero. 
Através da ação e das dúvidas e comentários das participantes, notei que muitas não conheciam os programas da Casa da Mulher, havendo diversas reações de surpresa. Assim, percebe-se que há de fato pouca informação divulgada, sendo necessário que o Governo atue de modo mais assertivo, divulgando em comerciais, panfletos e projetos que consigam chegar nas mulheres que sofrem com essa situação.
Concluiu-se que é imprescindível e urgente a realização de ações que busquem auxiliar mulheres que sofrem violência doméstica, principalmente através de educação jurídica a respeito de medidas que podem ser realizadas e formas de protegê-la, tendo em vista que muitas vezes a denúncia não ocorre por medo das consequências. Dessa forma, é preciso explicar como funciona o sistema e fortalecer a confiança no processo. 
	Depoimentos (se houver):
	As participantes, um total de 24 mulheres, agradeceram pela oficina e pela oportunidade de tirar suas dúvidas. Algumas relataram que já tinham tentado realizar B.O, mas não conseguiram, enquanto algumas contaram sobre casos de conhecidas que já passaram por situações de violência, mas que não sabiam como proceder. De modo geral, grande parte ressaltou que aprendeu muitas informações importantes. Esses depoimentos foram essenciais para confirmar os resultados da ação, demonstrando que realmente teve um impacto benéfico para a população. 
	RELATE SUA PERCEPÇÃO DAS AÇÕES EXTENSIONISTAS REALIZADAS NO PROGRAMA DESENVOLVIDO:
CAMPO OBRIGATÓRIO – relate em no mínimo 15 (quinze) linhas sua experiência com as ações extensionistas. O texto deve ser de sua autoria e inédito, evite plágio. 
Questões norteadoras:
(1) Você notou que suas habilidades profissionais foram aprimoradas, com a atuação nas ações extensionistas?
(2) Você identificou melhoria/resolução do problema identificado?
(3) Você conseguiu articular os conhecimentos adquiridos no curso com as ações extensionistas?
Ao escrever seu texto evite deixá-lo em forma de respostas as questões norteadoras, relate sua experiência em forma de texto dissertativo com justificativas.
	As vivências durante a realização da ação possibilitaram vivenciar em prática, em diálogo com o meio social, o que aprendi em sala de aula, enquanto estudante em formação. Dessa forma, a contextualização entre teoria e prática passou a fazer sentido e a ser relevante para o processo de produção de conhecimentos referentes aos Direitos da Mulher. 
Assim, as vivências formativas em questão me proporcionaram pensar e vivenciar possíveis formas de atuar e como influenciar positivamente a sociedade. Portanto, acredito que a atuação nesse projeto me direcionou a ser um profissional mais comprometido com a sociedade, a partir de uma capacitação a promover saberes populares e aperfeiçoar minhas habilidades de comunicação e explicação de procedimentos legais em delegacias. 
Além disso, pude aplicar meus conhecimentos para proporcionar mais conhecimentos jurídicos para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Acerca disso, cabe ressaltar que identifiquei avançados nessa problemática de falta de informações, pois grande parte das participantes relataram que tinham compreendido e agradeceram a ajuda. Apesar disso, notei que é necessário realizar mais ações, especialmente aulas gratuitas capazes de promover conteúdos educativos sobre essa temática. 
Por fim, é importante salientar que a realização desta ação foi uma forma de articular conhecimentos teóricos aprendidos em sala com a prática, na medida em que tive que conhecer os mais diversos setores, tais como processos civis e penais.
	DEPOIMENTO DA INSTITUIÇÃO PARTICIPANTE
CAMPO OBRIGATÓRIO - insira depoimento(s) do(s) gestor(es) da instituição/órgão/associação participante que contribuam como um feedback da ação realizada por você. 
	As presidentes do Centro de Atendimento Socio-educacional relataram que uma das razões para o apoio ao projeto foi a necessidade de uma maior união dos moradores para conseguirem melhorias no bairro. Assim, o apoio a problemas e questões dos outros sempre foi importante. Após contar essa informação, destacou que a oficina foi uma excelente forma de fornecer ajudar as mulheres do, pois de fato conhece algumas que são vítimas de violência doméstica e espera que as informações tenham sido úteis para ajudá-las e promover mais justiça na sociedade. Agradeceu e disse que o Centro de Atendimento Socio-educacional sempre estará disponível para a realização de ações como esta. 
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CAMPO OBRIGATÓRIO – Siga a normas ABNT, para isso consulte sua Biblioteca Virtual;
Utilize como referências bibliográficas as indicações do Campo: Indicações Bibliográficas e as demais referências utilizadas no desenvolvimentodo seu projeto.
	AYRES, Cleison Ribeiro. Casa da mulher brasileira: uma política pública para mulheres em situação de violência. 2017. Dissertação de Mestrado. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Santa Catarina, 2017. Disponível em: http://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/3111. Acesso em: 18 de Abril de 2025. 
BRASIL. Secretaria-Geral. Lei N° 11.340, de 7 de agosto de 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8º do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm. Acesso em: 28 de Abril de 2025.
CAMPOS, C. H. DE .. Desafios na implementação da Lei Maria da Penha. Revista Direito GV, v. 11, n. 2, p. 391–406, jul. 2015. 
GUIMARÃES, M. C.; PEDROZA, R. L. S.. VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: PROBLEMATIZANDO DEFINIÇÕES TEÓRICAS, FILOSÓFICAS E JURÍDICAS. Psicologia & Sociedade, v. 27, n. 2, p. 256–266, maio 2015. 
LEITE, F. M. C. et al.. Violência contra a mulher e sua associação com o perfil do parceiro íntimo: estudo com usuárias da atenção primária. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 22, p. e190056, 2019. 
Organização das Nações Unidas - ONU. (1979). Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. Acesso em 20 de Setembro, 2023. Disponível em: http://www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/bibliotecavirtual/instrumentos/discrimulher.htm»http://www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/bibliotecavirtual/instrumentos/discrimulher.htm
Pasinato, W. (2010). Lei Maria da Penha: novas abordagens sobre velhas propostas. Onde avançamos?. Civitas, 10(2), 216-232.
PORTO, M.; COSTA, F. P.. Lei Maria da Penha: as representações do judiciário sobre a violência contra as mulheres. Estudos de Psicologia (Campinas), v. 27, n. 4, p. 479–489, out. 2010.
SIQUEIRA JÚNIOR, Paulo Hamilton. Direitos Humanos: liberdades públicas e cidadania. 4.ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
	AUTOAVALIAÇÃO DA ATIVIDADE: 
	Realize a sua avaliação em relação à atividade desenvolvida considerando uma escala de 0 a 10 para cada pergunta, assinalando com um X:
	1. A atividade permitiu o desenvolvimento do projeto de extensão articulando as competências e conteúdos propostos junto ao Curso?
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	2. A atividade possui carga horária suficiente para a sua realização?
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	3. A atividade é relevante para a sua formação e articulação de competências e conteúdos?
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	4. A atividade contribui para o cumprimento dos objetivos definidos pela Instituição de Ensino (IES) e Curso, observando o Plano de Desenvolvimento Institucional e Projeto Pedagógico de Curso vigentes?
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	5. A atividade contribui para a melhoria da sociedade por meio dos resultados demonstrados no relatório ou pelos relatos apresentados pelos envolvidos?
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	6. A atividade permite o desenvolvimento de ações junto à Iniciação Científica e ao Ensino?
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	7. Caso queira contribuir com maior detalhamento, traga seu depoimento/ sugestão.
	A ação possibilitou refletir sobre o papel do profissional em Segurança Pública, bem como sobre quem está tendo acesso a esses serviços. Assim, a atividade permite que sejam realizadas pesquisas que visem verificar o nível de acesso a informações sobre a Casa da Mulher brasileira por parte de mulheres em situação de vulnerabilidade social. No âmbito da extensão, mostrou-se que oferecer serviços de educação e informações para mulheres, além de auxiliar a população de forma direta, também promove um aperfeiçoamento das habilidades e capacidades do profissional em formação. 
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