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TECENDO O URBANO - JOÃO FALCÃO - ÓPERA PRIMA

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TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector 01.08
Essa subutilização como corredor de transporte deu vazão para que, durante
a crise econômica no país entre as décadas de 80 e 90, ambulantes se
apropriassem da área, tornando a via um corredor mais voltado para difusão do
comércio informal do que para o transporte de massa. Em uma tentativa de
setorização do comércio informal, foi construído o "Calçadão dos Mascates"
(conhecido também como “Camelódromo”), porém, com o aumento expressivo do
número de ambulantes e a decadência do comércio formal nas áreas centrais, o
Camelódromo desestruturou-se, tendo sua parte norte mais obstruída e sua
extremidade sul mais abandonada.
1940 1970 1980 1990 1992 1994 1995 2014 2015
Proposta de Reconexão do
Território
Desarticulação:
Falta de fiscalização e
aumento no número
de ambulantes.
Desordem: Crise
econômica no país.
Desconexão: Demolição da malha
histórica e da Igreja dos Martírios e
construção da Avenida Dantas Barreto
Setorização:
Calçadão dos Mascates
A Avenida Dantas Barreto é um dos principais exemplos de desconexão
urbana e modificação incoerente do tecido urbano, tornando-se polêmica e mal
vista, sobretudo por ter demolido boa parte do tecido histórico, que continha traços
da cidade Maurícia(Colonização Holandesa), incluindo a Igreja Barroca dos Martírios,
erguida no século XVIII, que também não sobreviveu às demolições.
Uma cidade, enquanto organismo vivo, cresce de forma heterogênea e muitas vezes desordenada. Seu tecido urbano passa
a absorver as características de implantação de diversas épocas, passando a ser suporte de muitas paisagens e dinâmicas. Nas
cidades, há uma necessidade permanente de readequação às novas características da sociedade e, ao mesmo tempo, de
valorização de suas premências.
A Avenida Dantas Barreto, no coração da Cidade do Recife, foi uma dessas readequações: uma parte da malha
histórica do bairro de São José(Centro Histórico) foi demolida para dar lugar à via que serviria como um
dos principais corredores de transporte deste Centro. Com a interrupção das obras viárias para a sua
conclusão, sua função conectora não foi atendida, resultando em uma grande “cicatriz”, subutilizada, no
tecido histórico da cidade.
BRASIL
PERNAMBUCO
ILHA ANTÔNIO
DE VAZ
RECIFE
AVENIDA DANTAS BARRETO
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O que é? Onde é? Por quê?
Através da compreensão do território e uma atenção em especial
para o comércio e dinâmica da área, buscou-se encontrar maneiras
de requalificar a Avenida Dantas Barreto visando afirmá-la enquanto
“espinha dorsal” dos bairros de Santo Antônio e São José. Ao
reconectá-la com seu entorno, possibilitou-se também uma
reconexão com o território preexistente , já que,atualmente,
sua largura desproporcional à do tecido histórico faz do
vazio da avenida uma grande barreira urbana.
“... a transformação da imagem do lugar é perfeitamente possível se forem ressaltados seus aspectos positivos em
detrimento dos negativos. Neste sentido, a avenida Dantas Barreto possui características estratégicas capazes de
reverter a imagem negativa existente e impulsionar o processo de reabilitação urbana de todo o Centro Histórico.”
 Clarissa Duarte
02.08
Ilha Antônio de Vaz - Bairros de Santo Antônio
e São José (Território da intervenção)
IGREJAS
EDIFÍCIOS NOTÁVEIS
PRAÇAS
MUSEUS
METRÔLU
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EIXO ESTRATÉGICO
PORTAS
PONTES
Segundo MONTANER(2008), "um sistema é composto de diversos objetos conectados entre si através da materialidade ou do valor imaterial".
A Avenida Dantas Barreto, como vazio urbano, seria então um possível conector do sistema, o principal eixo de conexão
para lugares do entorno. Em um estudo feito em 2002 por Clarissa Duarte, denominado "Dos Martírios ao Paraíso: Estratégias de reabilitação
para o Centro Histórico do Recife", a autora elabora diversas estratégias de reorganização funcional para a via objeto de estudo, levando em
conta todos os meios de deslocamento e, sobretudo, a consideração da importância da dinâmica urbana e comercial existentes (formal
e informal) como potencialidade inerente ao lugar. Para compreender e melhor integrar o sistema existente, levando em conta a
referência ora citada, o presente trabalho incorpora a interpretação realizada por DUARTE (2002), considerando como
elementos (materiais e imateriais), componentes do sistema local, os conceitos de “Lugares do Lugar”
(edificações e espaços significativos), de “Eixo estratégico” (Avenida Dantas Barreto), de “Pontes” (vias
conectoras a partir do eixo estratégico) e de “Portas” (cruzamentos viários de acesso aos “lugares”).
A partir desse estudo elaborou-se um mapa 
 demonstrando um grande organismo que
 contém a Avenida Dantas Barreto
 como espinha dorsal dos Bairros
 de Santo Antônio e São José.
 A estratégia principal encontrada pela autora
 para materializar tal interpretação foi a
 definição de diferentes materiais de
 revestimento de piso, somadas a outras
 estratégias de implantação de mobiliário
 urbano, vegetação e de aprimoramento
 da qualidade da mobilidade para os
 meios não motorizados e para
 o transporte coletivo.
 O resultado
 das estratégias resulta
 em um Lugar onde todos
 os usuários ou persona-
 gens identificados na
 Avenida Dantas Barreto
 podem desempenhar 
 equilibradamente suas 
 diferentes atividades.
 O cidadão, passante, mo-
 rador ou comerciante
 passaria a se apropriar
 ainda mais do Lugar pe-
 las qualidades espaciais
 também oferecidas pelas 
 estratégias de desenho
 urbano estudadas e 
 projetadas.
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Esquema criado por Clarissa Duarte e
redesenhado pelo Autor.
TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector
 Para
materializar o conceito de “Sistema
 Conector” ou de “um sistema conectado
 através da materialidade ou do valor
 imaterial” MONTANER (2002)
 utiliza a representação física dos Objetos
 Cinéticos de Abraham Palatnik. Ao relacionarmos
 o Objeto artístico de Palatinik com a interpretação
 urbana identificada por DUARTE (2002) para o
 território de análise pode-se perceber com
 clareza a identificação de um sistema
 físico e simbólico do Centro Histórico do
 Recife, através dos elementos a conectar (“Os
Lugares do Lugar”) e dos elementos conectores
(“O Eixo Estratégico”, as “Pontes” e as “Portas”). Objetos Cinéticos de Abraham Palatnik
LEGENDA MAPA:
 “É urgente interpretar e 
comunicar com criatividade
 para trazer a preservação ao
 coração e mente das pessoas
 comuns…” 
Stela Murta
TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector 03.08
A vida no lugar:
O conjunto de atmosferas e características.
O Lugar é uma mescla de vida e
languidez. Todo o movimento do
comércio na área se concentra apenas
nos locais de maior fluxo, onde os
comerciantes julgam ser de maior
valor e maior concentração de
pessoas. Os sete pavilhões do
“Calçadão dos Mascates”, que
dividem a Avenida Dantas
Barreto ao meio, são divisores
também do movimento e
apropriação social. Enquanto um
dos lados pulsa a vida (nos 3 primeirospavilhões mais a norte), o outro é um
grande vazio de pessoas e atividades
urbanas (sobretudo nos 2 últimos
pavilhões).
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A vida de outros lugares:
As referências para um lugar melhor.
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O Projeto do escritório Fermín Vazques /
B720 é o novo mercado de pulgas de barcelona,
onde, sob uma grande coberta, que reflete
e difunde para a rua a dinâmica local,
diversos comerciantes realizam suas atividades de
maneira ao mesmo tempo “livre” e ordenada.
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Durante a segunda guerra, algumas
quadras do área histórica da cidade de
Swidnicka na Polônia foram destruídas em
ataques e deram espaço para a uma nova
avenida. O projeto do Major Architekci consiste
em reinterpretar as preexistências em
forma de estação de VLTs.
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As estratégias de Reabilitação
utilizadas neste estudo são de grande
qualidade, para a presente proposta já que
se trata da requalificação do trecho Norte
da Avenida Dantas barreto enquanto o estudo
atual é feito no trecho sul da mesma avenida
“Os vários lugares dessa
paisagem relacionam
elementos físicos com
diferentes usos, criando
espaços carregados de
símbolos e significado na
escrita urbana.”
 Clarissa Duarte
04.08
Os estudos das eras aliados aos estudos do "sistema
conector" e do conceito de "Eixo, Portas, Pontes e Lugares"
(DUARTE,2002) foram estudos feitos em relação à cada fase da
Avenida Dantas Barreto, compreendendo desde a época em que as
quadras históricas foram demolidas até sua distribuição atual.
Esse estudo permitiu agregar questões positivas de
cada uma dessas eras e transpô-las para a proposta,
de forma a respeitar as particularidades de cada era e
preservar características importantes de outras.
Na proposta, um conjunto de diretrizes foi traçado a partir
das referências projetuais e referências das eras:
Primeira Era: A importância de
reavivar a memória do recifense a
partir da reinterpretação das
preexistências é uma das formas
de recompor a primeira era na
proposta atual.
Segunda Era: A abertura da
Avenida Dantas Barreto. É inegável o
valor do vazio em suas diversas
conotações voltadas à arquitetura.
Por esse motivo foi importante
manter um equilibrio entre as
duas primeiras eras: O cheio e
o vazio.
Terceira Era: A ultima era
divide-se entre implantação do
"Calçadão dos Mascates" e sua
desarticulação. A importância dessa
era vem como forma de zoneamento,
pois a referência territorial do
comércio é importante já que alguns
comerciantes possuem seus pontos há
várias gerações. Com a expansão do
zoneamento transversalmente
ao eixo da Avenida, respeita-se a
localização de cada comerciante,
fazendo-se necessária, a adaptação do
comércio e não sua mudança de local.
TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector
1000
500
Primeira Era:
Segunda Era:
Terceira Era:
· Densidade na ocupação
espacial
· Parcelamento
característico do
entorno
· Presença da Igreja dos
Martírios
· Vazio espacial característico das
grandes avenidas "modernistas
· Maior espaço para a circulação de
pessoas e de transportes de
massa.
· Característica de "espinha dorsal"
para a Ilha Antônio de Vaz.
500
500
500
· Espaço para difusão do comécio
informal.
· Desordenamento do Comércio
· Insalubridade das instalações
· Desvalorização do Patrimônio do
Entorno
As vidas que o lugar já teve:
As eras da Avenida Dantas Barreto
Diretriz 01:Repartilhar o espaço público, visando um melhor
funcionamento das vias de transporte, além do equilibrio entre os
espaços para os pedestres e para os comerciantes.
Diretriz 02:Estudar estratégias de desenho que procurem
valorizar as preexistências.
Diretriz 03: Propor uma nova forma de abrigar o comércio
local com maior permeabilidade física.
OCUPAÇÃO NA ÁREA DA
AVENIDA DANTAS BARRETO
ENTORNO DA AVENIDA
DANTAS BARRETO
1970 . 1992
1992 . 2015
S.XVIII . 1970
1992 . 2015
“Recife, Ao clamor desta
hora noturna e mágica
Vejo-te morto, mutilado,
grande, Pregado à cruz
das grandes avenidas..."
 Joaquim Cardozo
LOCAL DA IGREJA DOS
MARTÍRIOS
05.08
 A área livre em frente
 aos lotes, conta características
 da Segunda era da Avenida. O Vazio
é explorado como espaço livre e generoso
para a circulação de pessoas, fomentando
tanto o comercio formal quanto o informal.
 Uma hierarquia de pisos ordena o uso
do passeio público, permitindo
uma maior permeabili-
 dade física e visual.
Um
 espaço lúdico
 no local onde
 existia a igreja dos
 Martírios torna-se uma
 referência clara à Primeira Era
 e reaviva a memória dos cidadãos
 a partir da reinterpretação das
preexistências simbólicas.
A composição de cada área responde
às necessidades funcionais e 
 características simbólicas 
 identificadas.
 A demarcação
 das “Portas” para
 o patrimônio (cruzamentos de
acesso aos edifícios e lugares
que são significativos) são feitas
através de platôs no nível das calçadas,
com diferenciação do material e cores de
revestimento.
TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector
O Pátio do Carmo possui características
de todos os momentos históricos
estudados, uma vez que em todas
as eras o vazio do Pátio marcou
a paisagem da área. As
demarcações no piso mostram
s limites do casario demolido
nos anos 60 e 70. A localização
dos quiosques de alimentação
faz-se em acordo com a implan-
tação deste casario preexistente.
 A área de alimentação
localizada em frente ao pátio
da Basílica de Nossa Senhora do
Carmo.
 Pátio
. do Carmo
Os Lugares da Avenida Dantas Barreto
"A rua é a vida imediata
de uma cidade. Ela pode ser o
 contexto para o nosso entendimento de
 muitas cidades - o contexto das conexões, das
estruturas e, o mais importante de tudo, o
contexto da experiência urbana cotidiana."
Ed Wall e Tim Waterman
06.08
A intenção de agrupar centenas de comerciantes informais em um grande equipamento demonstrou sua ineficiência com o tempo. A lógica natural
do comerciante informal logo se reapropriou dos diversos espaços do entorno do equipamento em busca da liberdade e de seus clientes
potenciais, os passantes. Para atender e respeitar a lógica deste comércio e, ao mesmo tempo, objetivou-se um
“ordenamento flexível” do espaço. Buscou-se dar continuidade aos locais preferenciais dos comerciantes fomentando, contudo, uma
flexibilidade na forma e implantação dos boxes e das áreas para acolhimento de comerciantes estacionados e ambulantes.
Os quiosques das áreas de
alimentação se assemelham aos quiosques
atuais, não só como forma de manter uma
referência projetual, masmanter a leitura atual
do comércio.
Já os boxes do comércio
informal, foram concebidos de forma modular,
sendo possível a instalação em todas as áreas
da intervenção, seja em áreas mais estreitas
com 2 módulos ou em áreas mais amplas com
até 5 módulos.
Zoneamento Inicial:
"Oaprisionamento do
comércio."
Áreas voltadas
para o comércio
estacionado.
Passeio principal
Ciclovia
Portas do Patrimônio
Ponto de ônibus
WCs
Comércio fixo e
estacionado
Comércio
alimentício
TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector
0 10010 50
Zoneamento Expandido:
"A liberdade do comércio."
Zoneamento Proposto:
"O ordenamento da
liberdade."
Comércio Informal
Comércio Alimentício
Comércio Alimentício
Inicial
Comércio Informal
Inicial
Via de transportes
"Entende-se,[...], que apenas compreendendo o comércio
na sua integridade, é que se faz possível planejar e gerir tal
atividade, propondo estratégias de intervenção que busquem
- ao contrário do que muitos governantes almejam - sua
permanência e sustentabilidade no espaço público."
 Maria de Lourdes e Clarissa Duarte
O zoneamento longitudinal foi mantido, expandindo-se para as extremidades
subutilizadas da avenida, implantando-se em acordo com o alinhamento dos lotes
dos casarios demolidos quando da abertura da Dantas Barreto. Em um estudo
realizado por Maria de Lourdes Nóbrega (2011), foram analisados vários tipos de comércio deste
território. Os predominantes na área de intervenção, são o comércio fixo e o comércio
estacionado, este último funciona com tabuleiros ou barracas móveis. Considerando esta
realidade, a proposta final consistiu na correlação entre as atividades de comercio fixo e
 estacionado, de forma a permitir um espaço capaz de acolhê-los juntamente aos
outros tipos de comércio presentes na área. Buscou-se desta maneira uma melhor
relação entre os comerciantes e, consequentemente, entre estes e
os pedestres. O comércio alimentício recebeu atenção especial em
função de sua natureza aglutinadora de pessoas e, ainda, áreas de
apoio, como baterias de banheiros, foram implantadas para melhor
atender aos usuários. As paradas de ônibus foram também
concebidas e dispostas de maneira integrada
e complementar ao desenho e zoneamento
planejado.
 A proposta final permitiu o aumento
 da capacidade de 328 boxes para 445,
 apenas na área de intervenção, além de
uma área de aproximadamente 2000m²
para o comércio estacionado.
07.08TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conector
QUIOSQUE ALIMENTAÇÃO
MÓDULO COMERCIAL
PARADA DE ÔNIBUS
WC SUBTERRÂNEO
ÁREA DE COMÉRCIO
MARCAÇÃO QUADRAS
CICLOVIA
ACESSO PARADAS
SOLO NATURAL
PASSEIO PRINCIPAL
PORTAS
0 5010
0 2510
CORTE AA'
CORTE BB'
CORTE CC'
AMPLIAÇÃO 01
AMPLIAÇÃO 01
“Tanto o Desenho Urbano como a própria cidade
são processos que ocorrem ao longo do tempo e em
várias etapas. Embora um projeto aconteça dentro de
um período e com uma escala determinados, ele é ao
mesmo tempo influenciado por várias outras escalas
da paisagem e também as afeta com o passar dos
anos."
 Ed Wall e Tim Waterman
08.08TECENDO O URBANO|Redesenhando a Avenida Dantas Barreto como sistema conectorTECENDO O URBANO|
NÓBREGA, Maria de Lourdes; DUARTE, Clarissa, . Pela Coexistência
Urbana: Estratégias de Planejamento para os espaços públicos viários.
Cadernos de Pós Graduação em Arquitetura e Urbanismo, 2011.
DUARTE, Clarissa, Dos Martírios ao Paraíso -
Estratégias de reabilitação para o centro histórico do
Recife. Recife; Trabalho de Graduação, UFPE, 2002.
MONTANER, Josep Maria. Sistemas
Arquitetônicos Contemporâneos.
GG, Brasil, 2010.
WALL, Ed; WATERMAN,
Tim. Desenho Urbano.
Bookman, 2012.
NÓBREGA, Maria de Lourdes Carneiro da Cunha. Um estudo sobre as formas de
apropriação do espaço público urbano pelos comerciantes da Cidade do Recife.
155f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Urbano) UFPE, Recife, 2002
Principais Referências:
Antes da Intervenção
"Nós não precisamos apenas de planos globais para setores inteiramente novos, (...);
precisamos também de soluções parciais, aplicáveis sobre um pequena escala,
 e que, com o passar dos anos e das ocasiões, se integrem em uma 
 transformação radical de nosso meio.”
 Lewis Munford, 1938
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