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RELATÓRIO (resenha) Livro Teoria da Contabilidade (Niyama e Silva) Cap. 4 - Arcabouço teórico e a estrutura conceitual no Brasil O presente resumo aborda o capítulo 4: Arcabouço teórico e a estrutura conceitual no Brasil do livro Teoria da Contabilidade Niyama e Silva, e busca evidenciar a evolução da Contabilidade. Examinando como as mudanças na legislação, na regulamentação e nas práticas contábeis impactaram a profissão contábil, o ensino acadêmico e o ambiente empresarial. A história recente da Contabilidade no Brasil teve início na década de 1970, um marco determinado pela implementação de leis específicas com foco na reforma bancária e no fortalecimento do mercado de capitais. Nesse contexto, a Contabilidade brasileira, tradicionalmente associada à legislação tributária, expandiu seu escopo para abranger também a legislação societária e a regulamentação governamental, incluindo regulamentações emanadas por instituições como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco Central do Brasil (BC), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e várias agências reguladoras (Aneel, Anatel, etc.). Este cenário legal e institucional desempenhou um papel crucial na definição das normas e padrões contábeis. Inclusão da expressão princípios contábeis na normatização contábil brasileira – uma abordagem histórica Introdução dos Princípios Contábeis (Década de 1970): Em 1972, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e o Banco Central do Brasil (BC) introduziram a expressão "princípios contábeis" por meio da Resolução nº 321/72 e Circular nº 179/72, respectivamente. Ausência de Definição de Princípios Aceitos (Década de 1970-1980): O CFC e o BC não definiram explicitamente quais eram os princípios contábeis geralmente aceitos. Práticas contábeis ministradas em cursos, influenciadas pela Escola Norte-americana de Contabilidade, acabaram prevalecendo como padrões embasados nas normas mencionadas. Ibracon e dos Auditores Independentes: O Ibracon, também não detalhou os Princípios de Contabilidade Geralmente Aceitos que deveriam ser seguidos por empresas na elaboração de suas demonstrações financeiras, apesar de ser responsável por definir modelos e padrões de pareceres de auditoria. Definição dos Princípios Fundamentais de Contabilidade (Década de 1980): O CFC estabeleceu os Princípios Fundamentais de Contabilidade por meio da Resolução nº 530. Essa definição teve pouco impacto prático devido ao foco predominante das empresas e contadores em estar em conformidade com a legislação vigente. Progresso com a Resolução nº 750 (Década de 1990): A Resolução nº 750 de 1993 do CFC representou um avanço, definindo sete princípios contábeis, incluindo a Atualização Monetária em resposta à alta inflação no país. O Conselho também criou um Grupo de Trabalho para desenvolver Normas Brasileiras de Contabilidade, alinhando-se com as Normas Internacionais de Contabilidade. Força Legal das Normas e Princípios (Atualidade) As Normas Brasileiras de Contabilidade do CFC e os pronunciamentos técnicos do Ibracon carecem de força legal, embora os profissionais contábeis possam sofrer punições por não cumpri-los. Conflitos e Revogação de Deliberação pela CVM: A Deliberação nº 29 de 1986 da CVM respaldou princípios contábeis, porém entrou em conflito com suas próprias normas, como no caso da contabilização dos efeitos da maxidesvalorização cambial. Essa deliberação foi revogada em 2008 pela Resolução nº 539, que aprovou o Pronunciamento Conceitual Básico do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Estruturas conceituais – uma abordagem histórica O texto aborda os fatores que influenciaram e limitaram o fortalecimento do arcabouço teórico da Contabilidade no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, além de apresentar as duas principais estruturas conceituais que sustentaram a Contabilidade no país. Fatores Limitantes: Influência Norte-Americana: O ensino da graduação em Ciências Contábeis nos anos 60 e 70 foi influenciado pela abordagem norte-americana, mas com foco nas práticas contábeis, em detrimento dos princípios. Foco na Prática: O ensino priorizava o "como fazer Contabilidade" em vez de incentivar a compreensão teórica. Introdução Tardia da Teoria da Contabilidade: A disciplina de teoria da Contabilidade só se tornou obrigatória em 1993 nos cursos de graduação em Ciências Contábeis. Desvalorização dos Princípios pela Profissão: A profissão contábil priorizava a conformidade com a legislação societário-fiscal, relegando a importância dos princípios contábeis. Estruturas Conceituais: Estrutura Conceitual Básica da Contabilidade (Fipecafi): Desenvolvida pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), essa estrutura foi referendada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e estabeleceu princípios contábeis gerais aceitos, que posteriormente foram reconhecidos como Princípios Fundamentais de Contabilidade. Estrutura Conceitual do Sistema CFC/CRCs: Iniciada em 1981 pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), redefiniu e enumerou os princípios contábeis. Definiu Princípios Fundamentais de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade. Princípios de Contabilidade (atual denominação de princípios fundamentais de contabilidade segundo a Resolução nº 1.282 do CFC) O texto destaca a importância dos "Princípios de Contabilidade" como a base das doutrinas e teorias relacionadas à Ciência Contábil, abrangendo o estudo do Patrimônio das Entidades. O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) reconhece que esses princípios refletem um consenso e não são verdades absolutas. Definições Importantes: Ciência Social do Patrimônio: Os Princípios de Contabilidade são fundamentais para a Ciência Contábil, estudando o Patrimônio das Entidades como sua finalidade principal, sem se concentrar explicitamente em usuários ou informação. Consensual e Geográfico: Os princípios são resultado de um consenso e, portanto, não são absolutos. Além disso, a influência geográfica é reconhecida, enfatizando a necessidade de considerar as características específicas do país. Obrigatoriedade e Legitimação das Normas: O CFC define que a aderência aos Princípios de Contabilidade é obrigatória no exercício profissional, validando as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). Aplicação Profissional e Penalidades: Profissionais contábeis são compelidos a seguir os Princípios Fundamentais de Contabilidade em sua prática, com penalidades que variam desde multas até suspensão da profissão em caso de não cumprimento. Isso se aplica às infrações das alíneas c, d e e do Decreto-lei no 9.295/1946 e ao Código de Ética Profissional do Contabilista. Contraste com Normas da CVM: Pode ocorrer um dilema, já que companhias abertas seguem as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que em alguns casos têm interpretações divergentes das preconizadas pelo CFC. Princípios de contabilidade, segundo a Resolução CFC no 1.282, de 28/5/2010 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) emitiu a Resolução no 1.282 em 28 de maio de 2010, com o propósito de atualizar e consolidar os dispositivos da Resolução no 750/93. Essa atualização foi necessária devido a diversos motivos: Harmonização Internacional: A edição do documento NBCT1 - Estrutura Conceitual para Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis, referendando o Pronunciamento CPC 00 pelo CFC, exigiu a harmonização com a Resolução no 750 e a necessidade de convergência com padrões internacionais. Mudanças no Vocabulário: O Pronunciamento CPC 00 não utiliza a expressão "princípios contábeis" e enfatiza a continuidade como premissa subjacente. Persistência do Termo: Muitos regulamentos governamentais e entidades ainda mantêm a expressão "Princípios Fundamentais de Contabilidade" como base doutrináriae referência na contabilidade no Brasil. Convergência Internacional: A Resolução nº 1.282 busca alinhar a antiga Resolução nº 750 à convergência internacional, revisando conceitos defasados. Novos Princípios de Contabilidade: Entidade: A contabilidade trata as entidades como unidades distintas dos seus proprietários. Continuidade: As operações da entidade são presumidas como contínuas, a menos que evidência contrária exista. Oportunidade: As informações contábeis devem ser relevantes e fornecidas em tempo hábil para auxiliar nas decisões. Registro pelo Valor Original: Transações e eventos devem ser registrados pelo valor original, refletindo sua substância econômica. Competência: As transações e eventos devem ser contabilizados nos períodos apropriados e de acordo com a realização das obrigações e geração de benefícios. Prudência: A incerteza deve ser considerada, sendo preferível a adoção de estimativas que resultem em menores ativos e maiores passivos, quando há incerteza sobre valores. A nova estrutura conceitual da contabilidade, baseada no Pronunciamento do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC 00) e na Resolução no 1.282 do CFC, exige um período de transição para a consolidação efetiva, uma vez que nem todas as suas partes estão completamente alinhadas. Comitê de pronunciamentos contábeis O Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) foi criado em outubro de 2005 através da Resolução 1.055/05 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Sua formação resultou de mudanças econômicas no Brasil e tem como membros representantes da Abrasca, Apimec, Bovespa, CFC, Ibracon e Fipecafi, além de outros convidados como Banco Central, CVM, SRF e Susep. Motivações para a Criação do CPC: Convergência Internacional: Buscar a convergência das normas contábeis com padrões internacionais para reduzir custos contábeis e riscos. Centralização Normativa: Centralizar a emissão de normas contábeis para garantir a uniformidade das informações. Representatividade Democrática: Garantir representação e processos democráticos na emissão das informações. Funções e Estrutura do CPC: O CPC emite pronunciamentos técnicos, interpretações e orientações. A Lei no 11.638 permite órgãos reguladores como a CVM e o Banco Central a adotarem pronunciamentos técnicos do CPC. Estrutura do CPC: Coordenadorias: Operações, Relações Institucionais, Relações Internacionais e Técnica. Processo de Emissão de Pronunciamentos Técnicos: 1ª Fase: Elaboração da Minuta Inicial (M1) pelo relator com participação da coordenadoria técnica. 2ª Fase: Análise da M1 pelo Grupo de Trabalho, gerando uma segunda minuta (M2). 3ª Fase: Análise da M2 pelo CPC, gerando uma terceira minuta (M3). 4ª Fase: Análise da M3 por órgão regulador convidado, resultando na quarta minuta (M4). 5ª Fase: Audiência Pública para receber sugestões da comunidade. 6ª Fase: Revisão Final da M4 com base nas sugestões da audiência pública, gerando a minuta M5. 7ª Fase: Apreciação Final do CPC para aprovação, alteração ou rejeição. A Lei 11.638 indica a possibilidade de uma futura unificação da normatização contábil no Brasil, embora não mencione o CPC diretamente. Pesquisa contábil As pesquisas relacionadas a normas contábeis abrangem várias áreas e tópicos, sendo predominantes os estudos sobre a aderência de normas aos princípios contábeis e as comparações entre normas nacionais e internacionais. Comparação de Normas: Grande parte das pesquisas compara normas brasileiras com normas internacionais ou de outros países, destacando diferenças e divergências. Impacto nas Demonstrações Contábeis: Muitos estudos analisam como as diferenças entre normas afetam os resultados financeiros das entidades, especialmente em áreas como tributos, apropriação de lucros acumulados e provisões. Estudos de Caso: Alguns pesquisadores analisam empresas específicas para avaliar como elas aplicam diferentes normas contábeis e como isso afeta suas demonstrações financeiras. Aderência de Normas a Princípios Contábeis: Outro enfoque é verificar se determinada norma ou conjunto de normas está em conformidade com um princípio contábil específico. Convergência Internacional: Muitas pesquisas abordam os efeitos da convergência das normas contábeis internacionais no Brasil, examinando mudanças nos lucros, patrimônio líquido e práticas contábeis das empresas. Exemplos de Pesquisas: Paulo (2004) comparou a estrutura conceitual da CVM com as normas do FASB e IASB, indicando divergências entre o Brasil e essas estruturas internacionais. Freire Filho (2002) analisou a provisão para crédito de liquidação duvidosa em instituições bancárias, comparando práticas contábeis brasileiras e norte- americanas. Kirchner (2004) examinou o caso da Ambev, comparando normas contábeis norte-americanas e brasileiras na conciliação do lucro líquido e patrimônio líquido. Macedo, Machado e Machado (2013) estudaram a importância da contabilidade após a convergência, observando mudanças no lucro e no patrimônio líquido. Santos (2012) analisou o impacto inicial das normas internacionais nas empresas, identificando fatores que afetaram os lucros. Costa, Theophilo e Yamamoto (2012) compararam as normas do IASB com os pronunciamentos do CPC, destacando divergências resultantes de diferentes origens. As pesquisas em normas contábeis abrangem várias perspectivas e áreas, explorando os impactos das normas nas demonstrações financeiras e analisando a aderência das normas aos princípios contábeis. A convergência internacional também é um tema relevante nas pesquisas, destacando as diferenças e divergências entre normas nacionais e internacionais. Pontos de Alteração do CPC 00 (R2) em relação ao Capítulo 04 do livro: Convergência Internacional e Harmonização: O CPC 00 (R2) reflete o processo de convergência das normas contábeis brasileiras com as normas internacionais de contabilidade (IFRS). Isso implica uma maior ênfase na harmonização contábil para facilitar a comparabilidade das demonstrações financeiras em escala global. Estrutura Conceitual do CPC: O CPC 00 (R2) introduz os conceitos e fundamentos presentes na Estrutura Conceitual adotada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Essa estrutura fornece os princípios básicos que norteiam a contabilidade no Brasil, incluindo definições de elementos das demonstrações financeiras. Entidade: O princípio da entidade, abordado no Capítulo 04 do livro, é reforçado no CPC 00 (R2), enfatizando a separação dos interesses pessoais dos proprietários dos interesses econômicos da entidade. Continuidade: O CPC 00 (R2) também reforça o princípio da continuidade, que é a premissa de que a entidade continuará suas operações no futuro previsível. Isso influencia a forma como são apresentados os valores dos ativos e passivos nas demonstrações financeiras. Oportunidade e Registro pelo Valor Original: O CPC 00 (R2) aborda a relevância e a representação fidedigna das informações contábeis, enfatizando o registro dos eventos e transações pelo valor original. Isso afeta a escolha de métodos de mensuração e a divulgação de eventos subsequentes. Competência e Prudência: O princípio da competência é reforçado no CPC 00 (R2), enfocando a alocação dos resultados de acordo com os períodos nos quais os eventos ocorrem. A prudência, relacionada à adoção de estimativas cautelosas, também é abordada no contexto da relevância e da representação fidedigna. Comparação entre o Livro e o CPC 00 (R2): O livro "Teoria Contábil" de Niyama e Silva, assim como o CPC 00 (R2), explora os princípios contábeis fundamentais, enfocando a relevância, a fidedignidade, a representação fiel e outros conceitos centrais. Ambos destacam a importância de um arcabouço conceitual sólido para orientar a prática contábil.Pontos de Alteração do CPC 00 (R2) em relação ao CPC 00 (R1) Capítulo 1: Objetivo dos relatórios financeiros: O capítulo aborda o objetivo dos relatórios financeiros de uso geral bem como quais informações são necessárias para alcançar esse objetivo e quem são os principais usuários das informações das demonstrações financeiras. Capítulo 2: Características qualitativas das informações contábeis: O conselho do IASB esclarece os conceitos de Prudência, onde é “o exercício de cautela ao fazer julgamentos sob condições de incerteza. O exercício de prudência significa que ativos e receitas não estão superavaliados e passivos e despesas não estão subavaliados. Da mesma forma, o exercício de prudência não permite a subavaliação de ativos ou receitas ou a superavaliação de passivos ou despesas.” E também, esclarece o conceito sobre a primazia da Essência sobre a Forma, os quais não eram abordados na redação anterior. Capítulo 3: Demonstrações Contábeis e a entidade que reporta: É descrito o objetivo e o escopo das demonstrações financeiras e fornece uma descrição da entidade que relata. Capítulo 4: Elementos das Demonstrações Contábeis: As definições de ativo e passivo foram atualizadas e as definições de receitas e despesas foram revisadas em concordância com a atualização. CPC 00 (R1) CPC 00 (R2) Ativo: Um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que benefícios econômicos futuros fluam para a entidade. Ativo: Um recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados. Onde um recurso econômico é um direito que tem potencial para produzir benefícios econômicos. Passivo: É uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos passados, cuja liquidação se espera que resulte na saída de recursos da entidade capazes de gerar benefícios econômicos. Passivo: Uma obrigação presente da entidade de transferir recurso econômico como resultado de eventos passados. Receitas: São aumentos nos benefícios econômicos durante o período contábil, sob a forma da entrada de recursos ou do aumento de ativos ou diminuição de passivos, que resultam em aumentos do patrimônio líquido, e que não estejam relacionados com a contribuição dos detentores dos instrumentos patrimoniais. Receitas: Aumentos nos ativos, ou reduções nos passivos, que resultam em aumentos no patrimônio líquido, exceto aqueles referentes a contribuições de detentores de direitos sobre o patrimônio. Despesas: São decréscimos nos benefícios econômicos durante o período contábil, sob a forma da saída de recursos ou da redução de ativos ou assunção de passivos, que resultam em decréscimo do patrimônio líquido, e que não estejam relacionados com distribuições aos detentores dos instrumentos patrimoniais. Despesas: Reduções nos ativos, ou aumentos nos passivos, que resultam em reduções no patrimônio líquido, exceto aqueles referentes a distribuições aos detentores de direitos sobre o patrimônio. Capítulo 5: Reconhecimento de desreconhecimento: Os critérios de reconhecimento de ativos e passivos nas demonstrações financeiras, onde Desreconhecimento é “a retirada de parte ou da totalidade de ativo ou passivo reconhecido do balanço patrimonial da entidade.” Capítulo 6: Mensuração: Descreve as várias bases de mensuração, como característica identificada – por exemplo, custo histórico, valor justo ou valor de cumprimento – de item sendo mensurado; e explica os fatores a serem considerados ao selecionar uma determinada base de mensuração. Capítulo 7: Apresentação e divulgação: Esse novo capítulo trata sobre os conceitos de apresentação e divulgação e orienta sobre a inclusão das receitas e despesas na demonstração de resultados e na demonstração do resultado abrangente, sendo a demonstração de resultados principal fonte de informação sobre o desempenho financeiro da entidade. Capítulo 8: Conceitos de capital e manutenção de capital: Tratando-se dos conceitos de capital e manutenção de capital, conceitos de manutenção de capital e determinação de lucro e ajustes para manutenção de capital, o conteúdo desse capítulo não sofreu alteração. Conclusão: O CPC 00 (R2) traz mudanças significativas em relação ao Capítulo 04 do livro "Teoria Contábil", alinhando-se ao processo de convergência internacional e reforçando os princípios fundamentais de contabilidade. O foco na relevância, na representação fidedigna e na harmonização das normas contábeis com padrões internacionais é um marco importante no desenvolvimento da teoria contábil no Brasil, influenciando a forma como a contabilidade é praticada e ensinada.