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19/02/2025
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Profa. Marion Vecina A. Vecina
SINAIS VITAIS
 Os sinais vitais (SSVV) são indicadores do estado de 
saúde e da garantia das funções circulatórias, 
respiratória, neural e endócrina do corpo.
 Podem servir como mecanismos de comunicação 
universal sobre o estado do paciente e da gravidade da 
doença. 
INTRODUÇÃO
 A atividade de primeiros socorros pressupõe o 
conhecimento dos sinais que o corpo emite e servem 
como informação para a determinação do seu estado 
físico. 
 Alguns detalhes importantes sobre as funções vitais, os 
sinais vitais e sinais de apoio do corpo humano 
precisam ser compreendidos.
INTRODUÇÃO
 Algumas funções são vitais para que o ser humano 
permaneça vivo. São vitais as funções exercidas 
pelo encéfalo e pelo coração. 
 Mas para exercerem suas funções, estes órgãos 
executam trabalhos físicos e químicos, transformando 
a própria vida em uma macro-representação das 
atividades da menor unidade funcional do corpo: a 
célula.
FUNÇÕES VITAIS
 As funções vitais do corpo humano são controladas 
pelo Sistema Nervoso Central, que é estruturado por 
células muito especializadas, organizadas em alto grau 
de complexidade estrutural e funcional. 
 Estas células são muito sensíveis à falta de 
oxigênio, cuja ausência provoca alterações 
funcionais. 
SINAIS VITAIS
 Sinais vitais são aqueles que indicam a existência de 
vida. São reflexos ou indícios que permitem concluir sobre 
o estado geral de uma pessoa. 
 Os sinais sobre o funcionamento do corpo humano que 
devem ser compreendidos e conhecidos são:
 Temperatura,
 Pulso(FC)
 Respiração,
 Pressão arterial.
 Os sinais vitais são sinais que podem ser facilmente 
percebidos, deduzindo-se assim, que na ausência deles, 
existem alterações nas funções vitais do corpo.
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TEMPERATURA CORPORAL
 A temperatura resulta do equilíbrio térmico 
mantido entre o ganho e a perda de calor pelo 
organismo. A temperatura é um importante 
indicador da atividade metabólica, já que o calor 
obtido nas reações metabólicas se propaga pelos 
tecidos e pelo sangue circulante. 
 A temperatura do corpo humano está sujeita a 
variações individuais e a flutuações devido a fatores 
fisiológicos como: exercícios, digestão, temperatura 
ambiente e estado emocional (Quadro I).
TEMPERATURAS DO CORPO
TEMPERATURA CORPORAL
 Nosso corpo tem uma temperatura média normal que 
varia de 36,0 a 37,0ºC. A avaliação da temperatura é 
uma das maneiras de identificar o estado de uma 
pessoa, pois em algumas emergências a 
temperatura muda muito.
FEBRE
 O acidentado com febre, muito alta e prolongada, 
pode ter lesão cerebral irreversível. 
 A temperatura corporal abaixo do normal pode 
acontecer após depressão de função circulatória ou 
choque.
FEBRE
 A vítima de febre apresenta a seguinte sintomatologia:
 · Inapetência (perda de apetite)
 · Mal estar
 · Pulso rápido
 · Sudorese
 · Temperatura acima de 40 graus Celsius
 · Respiração rápida
 Hiperemia da pele
 · Calafrios
 · Cefaleia (dor de cabeça)
FEBRE
 Primeiros Socorros para Febre
 Aplicar compressas úmidas na testa, cabeça, pescoço, axilas e virilhas 
(que são as áreas por onde passam os grandes vasos sanguíneos).
 O tratamento básico da febre deve ser dirigido para as suas 
causas, mas em primeiros socorros isto não é possível, pois o 
leigo deverá preocupar-se em atender os sintomas de febre e suas 
complicações. 
 Devemos salientar que os primeiros socorros em casos febris só devem 
ser feitos em temperaturas muito altas (acima de 40ºC), por dois 
motivos já vistos: a febre é defesa orgânica (é o organismo se 
defendendo de alguma causa) e o tratamento da febre deve ser de 
suas causas.
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PULSO
 Pulso (FC)
 O pulso é a onda de distensão de uma artéria 
transmitida pela pressão que o coração exerce 
sobre o sangue. 
 Esta onda é perceptível pela palpação de uma artéria e 
se repete com regularidade, segundo as batidas do 
coração.
PULSO
 A alteração na freqüência do pulso denuncia alteração na quantidade de fluxo 
sanguíneo.
 As causas fisiológicas que aumentam os batimentos do pulso são:
Digestão, exercícios físicos, banho frio, estado de excitação emocional e qualquer estado 
de reatividade do organismo.
 No desmaio / síncope as pulsações diminuem.
 Através do pulso ou das pulsações do sangue dentro do corpo, é possível avaliar se a 
circulação e o funcionamento do coração estão normais ou não. Pode-se sentir o pulso 
com facilidade:
 · Procurar acomodar o braço do acidentado em posição relaxada.
 · Usar o dedo indicador, médio e anular sobre a artéria escolhida para sentir o pulso, 
fazendo uma leve pressão sobre qualquer um dos pontos onde se pode verificar mais 
facilmente o pulso de uma pessoa.
 · Não usar o polegar para não correr o risco de sentir suas próprias pulsações.
 · Contar no relógio as pulsações num período de 60 segundos. Neste período deve-se 
procurar observar a regularidade, a tensão, o volume e a freqüência do pulso. Existem no 
corpo vários locais onde se podem sentir os pulsos da corrente sanguínea.
PULSO
PULSO ARTERIAL: é uma onda de pressão 
que nos permite obter excelentes dados para 
análise da ejeção ventricular esquerda. 
PULSO
 Pulso radial e carotídeo
PULSO QUADRO II
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RESPIRAÇÃO
 A respiração é uma das funções essenciais à vida. 
É através dela que o corpo promove 
permanentemente o suprimento de oxigênio 
necessário ao organismo, vital para a manutenção 
da vida.
 A respiração é comandada pelo Sistema Nervoso 
Central. Seu funcionamento processa-se de maneira 
involuntária e automática. 
 É a respiração que permite a ventilação e a oxigenação 
do organismo e isto só ocorre através das vias aéreas 
desimpedidas.
RESPIRAÇÃO
 O processo respiratório manifesta-se fisicamente através 
dos movimentos ritmados de inspiração e expiração. 
 Na inspiração existe a contração dos músculos que 
participam do processo respiratório, e na expiração estes 
músculos relaxam-se espontaneamente. Quimicamente 
existe uma troca de gazes entre os meios externos e 
internos do corpo. 
 O organismo recebe oxigênio atmosférico e elimina dióxido 
de carbono. Esta troca é a hematose, que é a transformação, 
no pulmão, do sangue venoso em sangue arterial.
RESPIRAÇÃO
 A freqüência da respiração é contada pela quantidade 
de vezes que uma pessoa realiza os movimentos 
combinados de inspiração e expiração em um minuto. 
Para se verificar a freqüência da respiração, conta-se o 
número de vezes que uma pessoa realiza os movimentos 
respiratórios: 01 inspiração + 01 expiração = 01 movimento 
respiratório.
 A contagem pode ser feita observando-se a elevação do 
tórax se o acidentado for mulher ou do abdome se for 
homem ou criança. Pode ser feita ainda contando-se as 
saídas de ar quente pelas narinas.
TIPOS DE RESPIRAÇÃO
Freqüência Respiratória
 A freqüência respiratória em indivíduos adultos 
normais em repouso varia de 12 a 22 movimentos por 
minuto. ( eupneico ).
 Taquipnéia: FR≥24 rpm
 Bradipnéia: FR≤12 rpm
 Apnéia: é a suspensão da respiração
Ritmos Respiratórios
 No ritmo respiratório normal, os movimentos são 
regulares, e não existe pausa entre eles.
 Ritmo de Cheynes-Stokes
 Ritmo de Kussmaul
 Ritmo de Biot
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Ritmos anormais:
Respiração de Cheyne-
Stokes:
Caracteriza-se por uma fase de apnéia 
seguida de incursões inspiratórias 
cada vez mais profundas até atingir 
um máximo para depois virem 
descendo até uma nova pausa
 Ocorrem em: insuficiência 
cardíaca; hipertensão 
intracraniana; AVE; 
traumatismo craniano
Ritmos anormais:
 Respiração de Kussmaul: 
 Compõe- se de 4 fases:
 1ª inspiração ruidosa, 
gradativamente mais amplas, 
alternadas com expirações rápidas e 
de pequena amplitude; 2ª apnéias 
em inspiração; 3ª expirações 
ruidosas gradativamente mais 
profundas alternadas com a 
inspirações rápidas e de pequena 
amplitude; 4ª apnéias em expiração
 Ocorrem em: acidose,principalmente 
diabética
Ritmos Anormais
 Respiração de Biot: 
 Apresenta-se em 2 fases: 
 a 1ª de apnéia e a 2ª de 
inspirações e expirações , 
com ritmo desordenado 
quanto ao ritmo e a 
amplitude
 Ocorrem nas mesmas causas 
da respiração de Cheyne-
Stokes
Ritmos anormais:
 Respiração Suspirosa: o paciente executa uma série de 
movimentos inspiratórios de amplitude crescente seguidos de 
expiração breve e rápida; Em outras vezes os movimentos normais 
são interrompidos por suspiros isolados e agrupados
 Ocorrem em: tensão emocional e ansiedade
 Tiragem: é o afundamento excessivo da musculatura intercostal 
durante a inspiração; mais visível em longilíneos; é resultante do 
aumento da pressão negativa dentro do tórax. Ela pode ser: difusa 
ou localizada, isto é, supraclavicular, infraclavicular, intercostal ou 
epigástrica
 Ocorrem quando há colapso da via aérea, atelectasia subjacente
Ritmos anormais:
 Respiração paradoxal, movimentos não 
sincronizados do gradeado costal e do abdome; 
frequentemente indicam fadiga dos músculos 
respiratórios.
Pressão arterial sanguínea: 
 Pressão arterial sanguínea é a medida da tensão 
exercida pelo sangue nos vasos durante a sístole e 
a diástole ventricular. 
 Esta medida pode ser obtida indiretamente através do 
esfigmomanômetro ou, através de um cateter intra-
arterial.
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PRESSÃO ARTERIAL
 PRESSÃO ARTERIAL: ( PAS

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