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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO
 CURSO ENFERMAGEM
GIOVANA ROSA DA SILVA
RA: F2236C4
PRÁTIA CLÍNICA DO PROCESSO DE CUIDAR DA SAÚDE
CAMPINAS - SP
2022
SÚMARIO
CASO CLÍNICO I 	
DEFINIÇÃO 	
ETIOLOGIA	
FISIOPATOLOGIA 	
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA	
TRATAMENTO	
COMPLICACÃO	
SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM	
INVESTIGAÇÃO	
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM	
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM	
PERGUNTAS REFERENTE AO CASO 1	
CASO CLÍNICO II	
DEFINIÇÃO	
ETIOLOGIA	
FISIOPATOLOGIA	
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA	
TRATAMENTO	
COMPLICACÃO	
SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTENCIA EM ENFERMAGEM	
INVESTIGAÇÃO	
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM	
INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM	
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS	
1.1 DEFINIÇÃO
 A candidíase vulvovaginal (CVV) trata-se de um processo inflamatório da vulva e da
vagina. Esse processo é decorrente de uma infecção secundária, que tem como agente
do gênero Candida. 
A espécie Candida albicans é o principal agente responsável pela maior parte dos casos,
seguido do Candida globarata. 
Apesar de não ser uma doença considerada de notificação compulsória às autoridades
de saúde, a candidíase é considerada um problema de saúde pública global. Isso se
deve ao grande impacto não apenas físico, mas psicológico, que a candidíase tem na
vida das mulheres, interferindo diretamente nas suas relações afetivas e desempenho
no trabalho.
1.2 ETIOLOGIA
 A candidíase é uma infecção causada pelo fungo Candida albicans, que se aloja
comumente na área genital, provocando coceira, secreção e inflamação na região.
 O micro-organismo vive normalmente no organismo sem causar danos, mas, em
Situações de desequilíbrio, aumenta a população e passa a ser danoso para o corpo.
1.3 FISIOPATOLOGIA 
De forma geral, as vulvovaginites costumam ocorrer a partir de um desequilíbrio da flora
vaginal. 
Tal desregulação pode ocorrer por diversos motivos e, dentre eles, encontram-se o
estresse, a, baixa imunidade ou uso de medicamentos, por exemplo.
 No caso da candidíase, acontece um aumento na quantidade de Lactobacilos,
responsáveis pela produção de ácido lático e manutenção do pH ácido da vagina. Sendo
assim, a secreção exacerbada do ácido diminui ainda mais o pH, tornando a mucosa
vaginal propícia à proliferação da Candida
1.4 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
O diagnóstico clínico da CVV não complicada tem como base a presença de sintomas
característicos e no achado de secreção vaginal espessa, em grumos, que pode variar
do branco ao amarelo-esverdeado, acompanhada ou não por vulvite, eczema e 
fissuras.
O prurido, é o sintoma mais notório da CVV, porém nem todas as mulheres que
apresentam esse sintoma são confirmadas como portadoras dessa condição.
Ademais, não é possível saber se o prurido é causado pela infecção em si, ou pelo
contato da vulva com a secreção, uma vez que as paredes vaginais são desprovidas
de receptores para prurido.
Fissuras e escoriações podem causar dor vulvar e disúria terminal, o edema quando
presente, é mais exuberante nos pequenos lábios, e a hiperemia vulvar é vista em até
40% dos casos. 
A vagina e o colo uterino podem estar cobertos por uma secreção
espessa e de coloração frequentemente branca, mas geralmente não há aspecto de
cervicite, podendo, porém, ocorrer sangramento ao tentar-se remover os grumos
aderidos à parede vaginal
1.5 TRATAMENTO 
As características, quadro clínico e critério médico nortearão a escolha terapêutica. 
Dentre os antifúngicos que são mais utilizados, a classe dos azóis se destaca,
incluindo os imidazóis (butoconazol, clotrimazol, miconazol e cetoconazol), e triazóis
(fluconazol e terconazol). Esses fármacos atuam inibindo a síntese do esgosterol,
presente na célula do fungo. 
Os azóis possuem a maior taxa de cura clínica próxima a 90%. Estão disponíveis em
formulações tópicas (pomadas) e orais. 
O uso de cetoconazol e itraconazol é uma boa opção nos episódios eventuais ou
para supressão, não sendo escolha para manutenção por apresentarem mais
efeitos colaterais. 
De acordo o Ministério da Saúde, tem-se que o tratamento para
candidíase deve ser seguido da seguinte forma:
	
Candidíase Vulvoginal
	
Tratamento
	
Primeira opção
	Miconazol creme a 2% ou outros derivados imidazólicos, via vaginal, um aplicador cheio, à noite ao deitar-se, por 7 dias
OU
Nistatina 100.000 Ul, uma aplicação, via vaginal, à noite ao deitar-se, por 14 dias
	
Segunda opção
	Fluconazol 150mg, VO, dose única 
OU
Itraconazol 100mg, 2 comprimidos, VO, 2x/dia, por 1 dia
Em casos de uma candidíase complicada ou recorrente, indica-se o seguinte:
	
CVV COMPLICADA
 E
 CVV RECORRENTES
	Indução: fluconazol 150mg, VO, 1x/da, das 14 e 7 
OU
Traconazol100mg, 2 comprimidos, VO, 2x/dia, por 1 dia 
OU
Miconazol creme vaginal tópico diário por 10 - 14 dias 
OU
Miconazol creme vaginal tópico, 2x/semana 
OU
Ovulo vaginal, 1x/semana, durante 6 meses
	· As parcerias sexuais não precisam ser tratadas, exceto as sintomáticas.
· É comum durante a gestação, podendo haver recidivas pelas condições propicias do pH vaginal que se estabelecem nesse período. 
· Tratamento em gestantes e lactantes: somente por via vaginal o tratamento oral está contraindicado.
1.6 COMPLICAÇÃO
 É importante ressaltar que muitos ataques esporádicos de candidíase vulvovaginal
ocorrem sem a presença de um fator precipitante que possa ser identificado. Com
relação aos que são identificáveis, tem-se então: Diabetes mellitus: Mulheres com
diabetes mellitus são mais propensas a episódios de candíase vulvovaginal que
mulheres euglicêmicas. 
A partir disso, o tratamento com inibidores do transportador de sódio e glicose 2 pode
aumentar o risco de candidíase vulvovaginal. 
Uso dos antibióticos: o uso dos antibióticos de amplo espectro aumenta o risco de
desenvolver candidíase, devido a inibição da flora bacteriana normal, favorecendo o
aumento de patógenos fúngicos, como Cândida. 
Níveis de estrogênio aumentados: especialmente, em cenários de gravidez e terapia
de estrogênio na pós-menopausa. Imunossupressão: as infecções por Cândida são
mais comuns em pacientes que tomam glicocorticoides ou outros medicamentos
imunossupressores, ou ainda aqueles infectados pelo vírus da imunodeficiência
humana (HIV). Comportamento sexual: apesar de a candidíase não ser considerada
uma infecção sexualmente transmissível, está associada à atividade sexual, visto
que o quadro é relatado com frequência no momento em que as mulheres iniciam
atividade sexual. 
Outros fatores de risco que podem favorecer a candidíase vulvovaginal são:
 Hábito de higiene e vestuário que aumente a umidade local
 Contraceptivo oral combinado 
 Radioterapia 
 Obesidade
 Gravidez
II. INVESTIGAÇÃO
2.1 INVESTIGAÇAO DO CASO CLINICO 1 
Cliente FVB compareceu no dia 02/09/21 a UBS para coleta de CO. Tem 33 anos,
casada, G1Pn1A0, DUP 2016, DUM25/08/2021, relata que não procura o serviço
regularmente para realização de CO, sexualmente ativa, parceiro fixo, faz uso de
MAC: anticoncepcional injetável. Faz 4 refeições diárias, ingerindo com frequência
massas e salgados fritos. Não tem o hábito de comer diariamente frutas verduras.
Nega tabagismo, nega HAS, nega DM e cirurgias anteriores. Refere coceira e acha
que o corrimento está normal. Realizou último CO em 23/08/18. Ao exame físico:
mamas: simétricas, flácidas, sem nódulos palpáveis. Abdome: plano, flácido, indolor
a palpação, rh +. Ao exame especular: vulva: distribuição adequada dos pelos, com
cicatriz de episiotomia, cor rósea. Canal cervical:mucosa rugosa, rósea, presença de
hiperemia e edema do lado direito dos grandes lábios, presença de secreção
esbranquiçada, de média a grande quantidade, tipo “coalhada”. Colo uterino: róseo,
invertido, em posição transversa. Coletado secreção de ectocérvice e endocérvice,
realizado teste com ácido acético negativo e shiller negativo. 
Dados antropométricos: Peso= 88 kg, altura= 1,59 m
SSVV: Pulso radial: 72 bat/min FR: 18 rpm PA: 138x89mmHg
2.2 DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM 
· 3.6 Ingestão Alimentar alterada
· 4.7 CorrimentoVaginal
· 13.9 Prurido Vaginal
· 15.9 Exame preventivo ausente
2.3 INTERVENÇÃO EM ENFERMAGEM
3.6 Ingestão Alimentar 
· Estimular a ingestão de frutas, verduras e fibras (Enfermeiro). 
· Orientar a importância da diminuição de ingestão de alimentos com grande teor de gorduras (Enfermeiro).
4.7 Corrimento Vaginal 
· Encorajar a paciente a participar ativamente do seu cuidado 
· Indicar banho de assento 
· Investigar o tempo de aparecimento do corrimento 
13.9 Prurido Vaginal 
· Investigar o tempo de aparecimento da queixa 
· Orientar sobre higiene das genitálias 
· Orientar o uso correto de preservativos 
15.9 Exame preventivo ausente 
· Encorajar a paciente a participar ativamente de seu cuidado 
· Esclarecer a paciente sobre o exame preventivo do câncer de colo de útero 
· Esclarecer sobre a importância do exame preventivo do câncer de colo de útero 
· Estimular a confiança no atendimento prestado 
· Orientar para coleta de preventivo periodicamente o Tranquilizar a paciente sobre o atendimento prestado
3. REALIZAR O ESTUDO DO CASO CONFORME AS ORIENTAÇÕES DA APS E RESPONDA NO FINAL AS SEGUINTES PERGUNTAS:
1. Explique a finalidade da coleta de citologia oncótica
É um teste realizado para detectar alterações nas células do colo do útero. Este exame
também pode ser chamado de esfregaço cervicovaginal e colpocitologia oncótica
cervical. O nome “Papanicolaou” é uma homenagem ao patologista grego Georges
Papanicolaou, que criou o método no início do século. Esse exame é a principal
estratégia para detectar lesões precocemente e fazer o diagnóstico da doença bem no
início, antes que a mulher tenha sintomas. Pode ser feito em postos ou unidades de
saúde da rede pública que tenham profissionais capacitados. É fundamental que os
serviços de saúde orientem sobre o que é e qual a importância do exame preventivo,
pois sua realização periódica permite que o diagnóstico seja feito cedo e reduza a
mortalidade por câncer do colo do útero. 
O exame preventivo é indolor, simples e rápido. pode, no máximo, causar um pequeno
desconforto que diminui se a mulher conseguir relaxar e se o exame for realizado com 
boa técnica e de forma delicada.
Para garantir um resultado correto, a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com
camisinha) nos dois dias anteriores ao exame, evitar também o uso de duchas,
medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais nas 48 horas anteriores à realização
do exame. É importante também que não esteja menstruada, porque a presença de
sangue pode alterar o resultado. Mulheres grávidas também podem se submeter ao
exame, sem prejuízo para sua saúde ou a do bebê.
2. Explique como deve ser realizado este procedimento, pelo enfermeiro.
Materiais necessários:
Para a coleta do material, é introduzido um instrumento chamado espéculo na vagina
(conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato);
o médico faz a inspeção visual do interior da vagina e do colo do útero;
a seguir, o profissional provoca uma pequena escamação da superfície externa e
interna do colo do útero com uma espátula de madeira e uma escovinha;
as células colhidas são colocadas numa lâmina para análise em laboratório
especializado em Citopatologia.
· Acolher a paciente e orienta-la sobre o exame, prepara-la para a coleta;
· Posicione a paciente deitada em posição ginecológica.
· Introduza o espéculo fechado e na vertical através do óstio vaginal e só
· após inserir, gira-lo deixando na horizontal abrindo a vagina e expondo o colo para inspeção e coleta de amostras.
· Com a espátula de Ayres, retira-se material do fundo do saco de Douglas e coloca em um esfregaço na parte central da lâmina.
· Material deve ser fixado com spray para que não seja alterado as
· características da célula:
· Identificar e enviar ao laboratório junto com o questionário totalmente
· preenchido pra a analise.
3. Devido aos dados identificados no histórico e no exame físico, você pode suspeitar de uma infecção. Qual é esta infecção e como o enfermeiro deve intervir nesta situação?
O enfermeiro deve tomar as seguintes medidas:
Medidas não farmacológicas: Auxiliar no uso de roupas intimas de algodão ou dormir sem as mesmas a fim de promover melhor ventilação, banho de assento com bicarbonato de sódio (1-2 colheres de sopa em 1 litro de água) a fim de melhorar sintomas, evitar o uso de absorventes diários, se houver repetições devem ser investigados. Tratamento medicamentoso: Miconazol creme vaginal 2% por 7 noites;
Fluconazol 150 mg dose única; Se severa, prescrever obrigatoriamente Fluconazol
150mg dose única e repetir a dose após 3 dias.
4.1. DEFINIÇÃO
A pneumonia é uma infecção que se instala nos pulmões, órgãos duplos localizados um de cada lado da caixa torácica. Pode acometer a região dos alvéolos pulmonares onde saem as ramificações terminais dos brônquios e. as vezes, os interstícios (espaço entre um álveo e outro).
Basicamente, pneumonia são provocadas pela penetração de um agente infeccioso ou irritante (bactérias, vírus, fungos e por reações alérgicas) no espaço alveolar. onde ocorre a troca gasosa. Este local deve estar sempre muito limpo. livre de substancias que possam impedir o contato do ar com o sangue.
Diferentes do vírus da gripe, que é altamente infectante, os agentes infeciosos da pneumonia não costumam ser transmitida facilmente.
4.2. ETIOLOGIA
A doença é provocada pela penetração de um agente infeccioso como bactérias, vírus etc. 
Apesar das diferentes metodologias usadas, os agentes encontrados com maior frequência são vírus Streptococcus pneumonia, Haemophilus Influenzae, Staphylococus aureus e Mycoplasma pneumonia. Entre os vírus, os mais comuns são: vírus respiratório sincicial (RS), Influenza A e B, Parainfluenza 1,2 e 3 e Adenovírus. 
Estudos recentes têm mostrado que a Chlamydia pneumonia está associada a 15 a 18% das pneumonias adquiridas na comunidade entre crianças de 3 a 12 anos de idade. A maioria das infecções é leve ou assintomática: somente 10% dos casos resultam em pneumonia clinicamente aparente. Os pacientes tipicamente apresentam febre, mal estar, dores no corpo. fosse e frequentemente dor de cabeça e faringite. Na faixa etária de 3 semanas a 3 meses a Chiamydie trachomatis é responsável pela maioria dos casos de pneumonia afebril do lactante e a Bordetella pertussis, pela coqueluche. Crianças com tuberculose pulmonar pode não diferir clinicamente daquelas.com pneumonia viral ou bacteriana. Por isso, na abordagem da criança com pneumonia e imprescindível a Indagação sobre a história epidemiológica da família e o acompanhamento de imagens suspeitas. 
4.3. FISIOPATOLOGIA
A pneumonia é um grave problema de saúde pública associado a alta morbidade e mortalidade, resultando em um processo infeccioso das vias aéreas inferiores através da aspiração ou inalação de microrganismos patogênicos.
Chegando ao pulmão, os microrganismos envolvidos colonizam e invadem a região. Em indivíduos imunocomprometidos, até mesmo bactérias de média e baixa virulência podem estar relacionadas.
Assim, levam a um quadro de infecção do parênquima pulmonar, região importante para as trocas gasosas de competência do sistema respiratório. Logo, os bronquíolos e alvéolos são preenchidos por exsudato inflamatório, dificultado a hematose e levando ao quadro clássico de insuficiência respiratória. Isso ocorre após o agente infeccioso ter vencido as barreiras de defesa do hospedeiro, sendo elas: a filtração aerodinâmica, mucosa e epitélio da naso e orofaringe, depuração mucociliar, tosse, componentes celulares e funcionais do ambiente alveolar.
4.4. AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
Feito com base em critérios clínicos e radiológicos a pneumonia pode ser definida como a presença de sinais e sintomas de disfunção do trato respiratório associados a opacidades a radiografia de tórax.
A taquipneia tem sido considerada o sinal isolado com maior sensibilidade para o diagnóstico de pneumonia. isto é, e muito pouco provável a existência de pneumonia em uma criança com frequência respiratória normal. Baseada nessa observação.a Organização Mundial de Saúde (OMS) propôs um a algoritmo para avaliação de criança com tosse e dificuldade respiratória (=60 incursões/minuto em crianças de 0 a 2 meses. >50 incursões/minuto em crianças de 3 a 12 meses. e > 40 incursões/minuto em crianças com 13 meses até 5 anos, como indicativo de pneumonia. Idealmente a frequência respiratória deve ser contada por 60 segundos com a criança acordada e sem chorar. 
A presença de retrações supraesternais. subcostais ou intercostais indica gravidade da doença. A proposta da OMS considera as dificuldades relativas à assistência médica e recursos diagnósticos existentes em diversas regiões do mundo.
4.5. TRATAMENTO
Por ser uma doença causada por bactéria, o tratamento é realizado por meio de medicamentos, que duram cerca de duas semanas. Nos primeiros dias a febre tende a abaixar, pois os níveis de toxinas no sangue diminuem. Já os demais sintomas desaparecem ao longo do tempo. Importante destacar que as recomendações de tratamento são baseadas na gravidade (e por consequência o local de tratamento), na presença de comorbidades e na presença de fatores de risco para patógenos específicos.
Nas pneumonias bacterianas, devem-se usar antibióticos. Na maior parte das vezes, quando a pneumonia é causada por vírus, o tratamento inclui apenas medicamentos para aliviar os sintomas, como febre e dor, podendo ser necessários medicamentos antivirais nas formas graves da doença. Nas pneumonias causadas por fungos, utilizam-se medicamentos específicos. É muito importante saber que, se não tratada, a pneumonia pode evoluir para um quadro mais grave, causando até a morte.
O tratamento depende do micro-organismo causador da enfermidade. Quando não é tratada, a pneumonia pode evoluir para um quadro mais grave, podendo levar a morte do paciente. Nos casos de pneumonias causadas por bactérias, os antibióticos são os medicamentos mais indicados. 
A penicilina já foi a droga mais difundida no tratamento das chamadas pneumonias comunitárias, mas a resistência das bactérias ao medicamento tem demandado a adição de novos antibióticos para complementar as terapias já utilizadas. Atualmente, para o combate no tratamento dessas pneumonias, que comprometem pessoas previamente saudáveis, recomenda-se o uso de macrolídeos (amoxicilina, azitromicina ou claritromicina). A resistência dos pneumococos a antimicrobianos é um grave e crescente problema em todo o mundo por comprometer a eficácia terapêutica, o que aumenta a importância da prevenção da doença via vacinação.
4.6. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM
LTF, 9 anos, sexo masculino, natural de Brasília. Procurou a UBS com a mãe que refere início de quadro gripal com tosse seca, febre não termometrada e dispneia há 3 dias. Há 2 dias evoluiu com dor torácica, irradiando para ombro esquerdo. Associado refere náuseas. Foi encaminhado ao acolhimento para passar em consulta de enfermagem.
ANTECEDENTES:
Nascido de parto cesárea, a termo, sem intercorrências. Crescimento e desenvolvimento adequados. Refere herniorrafia inguinal no primeiro mês de vida. Apresenta Dislipidemia e Sobrepeso. Nega outras doenças. Nega alergias. Nega outras internações.
ANTECEDENTES FAMILIARES:
​Mãe, 31anos, hígida. G4P1A2.
​Pai, 34anos, tem hipertrigliceridemia.
HÁBITOS DE VIDA:
​Reside em casa de alvenaria, saneamento básico completo.
​Contato com gatos periodicamente e contato com tabagistas (tios).
AO EXAME FÍSICO:
REG, acianótico, anictérico, taquidispneico, facies de dor, SaO2 ar amb: 91%.
Oroscopia: sem alterações
AR: tórax com expansibilidade diminuída, MV + e muito diminuído a esquerda, creptos em base direita, retração de fúrcula leve, tiragem intercostal leve. FR: 29 ipm
AC: Bulhas hipofonéticas, ausência de sopros. FC: 108bpm
Abd: globoso, flácido, indolor a palpação, ausência de vômito.
MMII: bem perfundidos, sem edema.
4.7. DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
· Respiração alterada
· Permeabilidade de vias aéreas comprometidas
· 3.7 Ingestão alimentar comprometida
· 3.11 Sobrepeso
4.8. INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM
1.2 Respiração alterada
· Estimular o aumento da ingestão hídrica
· Orientar quanto a importância de ambiente arejado e ventilado
· Orientar repouso com a cabeceira elevada
1.5 Permeabilidade de vias aéreas comprometidas
· Orientar mãe/cuidador sobre posicionar a criança em decúbito
· dorsal, levemente elevado.
· Observar frequência respiratória, irritabilidade, palidez, cianose, obstrução nasal, entre outros.
· Orientar mãe/cuidador quanto a manutenção das vias aéreas
· superiores limpas.
· Orientar exercícios físicos/respiratórios conforme a idade.
· Orientar ingestão hídrica.
· Orientar quanto a importância de ambiente arejado ventilado.
3.7 Ingestão Alimentar excessiva
· Agendar retorno da criança
· Estimular a criança a fazer uma atividade física, identificando o
· esporte de sua preferencia
· Estimular o consumo de frutas e verduras
· Investigar histórico alimentar familiar
· Investigar hábitos alimentares individuais e familiares. tipo de
· alimentos, quantidade e frequência
· Monitorar mensalmente o peso da criança no gráfico
· Parabenizar a criança e a mãe a cada etapa atingia: diminuição
· ao peso, mudança de hábitos entre outros
· Programar monitoramento Domícia
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