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uninassau Fisiologia da contração muscular Thais Melo SalesThais Melo Sales SISTEMA MUSCULAR A fisiologia muscular estuda os mecanismos pelos quais os músculos produzem movimento, geram força e desempenham funções específicas no corpo. Músculo: estrutura formada por um grupo de células musculares e estruturas anexas. Estriado esquelético Estriado cardíaco Músculo liso TIPOS DE MÚSCULOS É inervado pelo SNC e, como este se encontra em parte sob controle consciente, chama-se músculo voluntário. Este tipo de tecido muscular forma a maior parte do coração dos vertebrados. O músculo cardíaco carece de controle voluntário. localiza-se na pele, órgãos internos, aparelho reprodutor, grandes vasos sanguíneos e aparelho excretor. CARACTERISTICAS DOS MÚSCULOS Sistema nervoso somático (SNS) - motor Esse sistema controla exclusivamente os músculos esqueléticos, cuja grande maioria é inserida em ossos, e, assim, atua na sustentação e no movimento de corpo. Só há um tipo de neurônio eferente: os motores, que inervam esses músculos. A maioria desses músculos tem controle voluntário - por isso. ele também é denominado sistema nervoso voluntário. Sistema nervoso somático (SNS) - motor Os corpos celulares dos neurônios motores somáticos estão localizados no corno ventral da medula espinal ou no encéfalo. Esses neurônios possuem um axônio único e longo que se projeta até o músculo esquelético alvo. Sistema nervoso somático (SNS) - motor Córtex motor primário Início dos movimentos voluntários Estimulação de certas áreas excita grupo de músculos Área pré-motora Padrões muito mais complexos de movimento do que os discretos padrões gerados no córtex motor Posição dos ombros e braços para que a mão consiga desempenhar um movimento. Sistema nervoso somático (SNS) - motor A forma pela qual o cérebro processa conscientemente o nosso corpo é totalmente diferente da forma como reconhecemos visualmente a forma humana. Homúnculo motor Como se pode constatar através deste homúnculo, existe muito mais receptores sensoriais na nossa face e em nossas mãos em relação a outras partes do corpo. Dessa forma, somos muito mais sensíveis a estas áreas. Tecido Muscular esqueletico Movimento corporalMovimento corporal Postura e sustentaçãoPostura e sustentação Rigidez estruturalRigidez estrutural Aquecimento corporalAquecimento corporal 0101 0202 0303 0404 FUNÇÕES Musculo Estriado esqueléticoMusculo Estriado esquelético Tipos de movimentos Fibras Tipo I (contração lenta) Fibras Tipo II (contração rápida) Musculo Estriado esqueléticoMusculo Estriado esquelético Alta capacidade oxidativa. Resistência à fadiga. Metabolismo aeróbio mitocôndrias mioglobina Alta força e velocidade Rápida de fadiga Metabolismo anaerobico mitocôndrias mioglobina Tipos de Fibras Musculares Fibras Tipo I (contração lenta) Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Músculo Feixe de FIBRAS Fibra muscular (miócitos) (Sarcômero)Miofibrila Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Músculo Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Músculo sarcômero miofibrila Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Cada sarcômero é constituído pelos seguintes elementos: Linha Z: Um sarcômero é formado por dois discos Z e pelos filamentos encontrados entre eles. Os discos Z são estruturas proteicas em ziguezague que servem como pontos de ancoragem para os filamentos finos. A abreviação Z provém de zwischen, a palavra do alemão para “entre”. Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético Organização das fibras musculares Musculo Estriado esquelético MIOSINA ACTINA A proteína miosina é uma ATPase que se movimenta ao longo da actina e em presença de ATP e formar um filamento grosso. A actina é a proteína que forma os filamentos finos da fibra muscular, Em conjunto com a miosina e moléculas de ATP gera movimentos celulares e musculares PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 1. FASE NEURONAL 2.FASE MOTORA O que é a contração muscular? A contração muscular é um processo extraordinário que permite a geração de força para mover ou resistir a uma carga. Em fisiologia muscular, a força produzida pela contração muscular é chamada de tensão muscular. A contração, é um processo ativo que necessita de energia fornecida pelo ATP PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR FASE NEURONAL FASE MOTORA PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR Cada ramificação do neurônio motor faz sinapse com uma fibra muscular em uma única região dela: a junção neuromuscular. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR FASE NEURONAL FASE MOTORA PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR FASE NEURONAL 1) Transmissão e liberação de acetilcolina na junção neuromuscular, entre o neurônio e a fibra muscular. 2) Ocorre despolarização, gerando um potencial de ação muscular. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR FASE MOTORA (CONTRAÇÃO) 3) O potencial de ação se propaga, e penetra na célula muscular através de estruturas chamadas túbulos T. 4) A propagação do potencial de ação pelos túbulos T estimula o retículo sarcoplasmático a liberar íons cálcio (Ca²⁺) no sarcoplasma da célula 5) Os íons Ca²⁺ liberados no sarcoplasma se ligam à proteína troponina, que está associada ao filamento fino de actina. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR 6) A ligação do cálcio à troponina causa uma mudança na sua conformação, o que faz a tropomiosina, sair do caminho, expondo os sítios de ligação da actina para a miosina. Com os sítios de ligação expostos, as cabeças de miosina, se ligam aos filamentos de actina. 7) Uma vez ligadas, as cabeças de miosina puxando os filamentos de actina em direção ao centro do sarcômero. Isso provoca o encurtamento do músculo, ou seja, a contração. FASE MOTORA (CONTRAÇÃO) PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR FASE MOTORA (Relaxamento) 8)Quando o estímulo nervoso cessa, O cálcio é rapidamente bombeado de volta para o retículo sarcoplasmático (processo que também requer ATP). 9)Sem o cálcio, os sítios de ligação na actina são cobertos novamente pela tropomiosina, impedindo a formação de novas pontes cruzadas. 10)Como resultado, o músculo retorna ao seu estado relaxado. PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR PROCESSO DE CONTRAÇÃO MUSCULAR sarcômero Teoria dos filamentos deslizantes da contração muscular A contração do músculo esquelético requer um suprimento contínuo de ATP Para regenerar ATP rapidamente, o músculo utiliza uma molécula chamada Creatina Fosfato (CP). 📌 A creatina fosfato é uma reserva de energia rápida, que pode doar seu fosfato para regenerar ATP. O QUE É ATP? O ATP (adenosina trifosfato) é uma molécula orgânica responsável pelo armazenamento de energia. RIGOR MORTIS O Rigor mortis ou rigidez cadavérica é um sinal reconhecível de morte que é causado por uma mudança bioquímica nos músculos, causando um endurecimento dos músculos do cadáver e impossibilidade de mexê-los ou manipulá-los. Actina e Miosina culminando na rigidez dos músculos, este fenômeno decorre indisponibilidade de ATP (energia) FIM