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MFC – Aula 1 – Áudio: Dor Aguda 
A dor não é só um "ai!" que a gente sente. Ela é uma experiência complexa e fundamental na vida 
das pessoas, e é por isso que vamos explorá-la em detalhes. 
1. A Dor como Queixa Principal: Por Que É Tão Importante? 
Imagine que você está em um pronto-socorro ou em uma unidade de saúde. Qual você acha que é o 
principal motivo pelo qual as pessoas procuram um médico? Acertou quem pensou em dor! O 
professor destacou que a dor é a principal queixa na Atenção Primária à Saúde (APS), 
responsável por cerca de 70% das procuras. Isso significa que, na maior parte do tempo, você vai 
lidar com alguém que está sentindo dor. 
Mas a dor não é igual para todo mundo. Ela é muito subjetiva. Pensa assim: você e seu amigo 
podem ter a mesma dor de cabeça, mas para ele, pode ser insuportável, e para você, apenas um 
incômodo. Isso acontece porque a dor é influenciada pela vivência de cada um, pelo contexto, e até 
por situações familiares ou emocionais. Por exemplo, se a pessoa está passando por problemas em 
casa, a dor dela pode parecer muito pior. Entender essa subjetividade é o primeiro passo para ser 
um bom profissional. 
2. A Abordagem Integral da Dor: Ninguém Sofre Sozinho 
A dor de um paciente não afeta só ele. Ela é um "sofrimento compartilhado". 
• A equipe de saúde também sente a dor do paciente, porque quer resolver o problema dele. 
• A família sofre junto ao ver um ente querido com dor. 
Por isso, o tratamento da dor não é tarefa de um só profissional. É uma abordagem 
multiprofissional. Pense em uma equipe de super-heróis, cada um com uma habilidade diferente, 
trabalhando junto para ajudar o paciente: 
• Médicos fazem o diagnóstico e prescrevem tratamentos. 
• Enfermeiros auxiliam nos cuidados e na administração de medicamentos. 
• Psicólogos ajudam a lidar com o sofrimento emocional e os impactos psicológicos da dor. 
• Nutricionistas podem orientar a alimentação, que às vezes é afetada pela dor. 
• Agentes de saúde visitam a casa do paciente para ver como ele está e se o tratamento está 
funcionando. 
Essa equipe trabalha junto para oferecer uma assistência integral. 
Consequências da Dor (E por que tratá-la é tão importante!): A dor não tratada pode causar 
vários problemas sérios: 
• Distúrbios de humor: A pessoa fica mal-humorada, irritada, ansiosa e pode até desenvolver 
depressão. Sabe quando a gente fala "fulano está com dor de cólica e está insuportável"? É 
exatamente isso. 
• Comprometimento da imunidade: O corpo fica mais fraco e suscetível a outras doenças. 
• Afastamento do trabalho: É a principal causa de afastamento do trabalho. Imagina a 
pessoa sofrendo, sem conseguir trabalhar, o impacto na vida dela! Por isso, intervir e ajudar a 
melhorar a qualidade de vida é crucial. 
Um exemplo impressionante da complexidade da dor é a Síndrome do Membro Fantasma. A 
pessoa não tem mais um membro (um braço ou uma perna, por exemplo), mas ainda sente uma dor 
intensa nele. É um sofrimento terrível e difícil de entender para quem não sente, mas para o paciente, 
é real e incapacitante. 
3. Os Componentes Psicológicos da Dor: Uma Visão Completa 
A dor não é só uma sensação física. Ela tem várias camadas, como uma cebola. O professor explicou 
quatro componentes importantes: 
1. Componente Discriminativo: É a "ficha técnica" da dor. Quando o paciente chega, você 
precisa perguntar TUDO: 
o Onde dói? (Localização) 
o Como é a dor? (Qualidade: é pontada, queimação, aperto, latejante?) 
o Quando começou? (Duração: há quanto tempo?) 
o Qual a intensidade? (De 0 a 10) 
o O que piora ou melhora? (Fatores associados) 
O professor ressaltou que perguntar a duração da dor é um dos mais difíceis! A pessoa pode 
falar "há muito tempo", e você precisa ter paciência para ajudar a quantificar. 
2. Componente Afetivo-Motivacional: É a sensação desagradável que a dor causa. Não é só 
o incômodo físico, mas o desprazer, a angústia. Esse componente pode levar a problemas 
sérios como a depressão. O professor deu o exemplo de uma senhora que caiu e não 
consegue mais andar ou fazer suas atividades, o que a deixou extremamente deprimida. A dor 
tirou a autonomia dela. 
3. Componente Cognitivo: É o que a dor representa para o paciente. Para a senhora do 
exemplo, a dor no pé significava não poder mais ir ao posto de saúde, não conseguir mais 
fazer as coisas sozinha. Ou seja, a dor representa perda de autonomia e qualidade de vida. 
4. Componente Comportamental: É como a pessoa se comporta por causa da dor. Alguns 
podem se isolar, outros podem expressar mais a dor, mudar a postura, etc. 
É fundamental lembrar que todos esses componentes estão interligados e não podem ser 
separados. Eles formam a experiência completa da dor do paciente. 
4. Neurofisiopatologia da Dor (De um Jeito Simples): Como o 
Corpo Entende que Dói? 
Não se preocupe com termos complicados aqui! O professor só queria que vocês entendessem o 
caminho que a dor faz no corpo, do estímulo até a percepção. Pense nisso como um "sistema de 
alarme" do corpo: 
1. Estímulo: Algo acontece (você bate o dedo, por exemplo). 
2. Transdução: Esse estímulo vira um sinal elétrico nos nervos sensoriais. 
3. Transmissão: O sinal elétrico viaja pelos nervos até o cérebro. 
4. Modulação: Nesse caminho, o sinal pode ser "modificado" por outras influências (como o 
estado emocional ou outras sensações). 
5. Percepção: O cérebro recebe o sinal e a gente finalmente sente a dor, com toda a sua carga 
sensorial e emocional. 
É um processo que transforma um simples toque ou lesão em uma experiência subjetiva de dor. 
5. Principais Causas da Dor: Desvendando a Origem 
Para tratar a dor, precisamos saber de onde ela vem! O professor listou várias categorias de causas: 
• Traumáticas: Ferimentos, fraturas ósseas, dores pós-cirúrgicas (pós-operatórias). 
• Infecciosas: Dores causadas por infecções, como na pneumonia, artrites infecciosas ou 
gastroenterites. 
• Químicas: Dores relacionadas a problemas circulatórios, como infartos, Acidente Vascular 
Cerebral (AVC) e tromboses. 
• Autoimunes: Doenças em que o próprio sistema de defesa do corpo ataca tecidos saudáveis, 
como pericardites e certas neuropatias. 
Além disso, a localização da dor pode nos dar pistas importantes. Por exemplo: 
• Muscular: Dor por pegar peso. 
• Gastrointestinal: Cólica biliar, cólica intestinal, pancreatite. 
• Renal: Cólica renal (pedra no rim). 
• Neuropática: Dor do membro fantasma, ou nervos afetados. 
• Pulmonar: Pleurite. 
Um Alerta Importante: O professor deu um exemplo de um paciente com dor lombar. Inicialmente, 
ele pensou que era muscular, mas ao fazer as perguntas certas, descobriu que o paciente tinha 
histórico de pedras nos rins e não bebia água. A dor lombar, na verdade, era renal! Isso mostra 
que fazer um bom interrogatório, uma boa "anamnese", é crucial para o diagnóstico correto. 
Não trate uma apendicite como uma simples dor de barriga por 6 meses, porque isso não existe! Uma 
apendicite não tratada em 6 meses teria levado a pessoa para o hospital muito antes. 
6. Classificação da Dor: O Que VAI CAIR na Prova! 
PRESTA ATENÇÃO AQUI! O professor foi BEM CLARO: "Esse aqui sempre vai, tá? 
Porque é a classificação da dor. Esse caído até hoje sempre caí." Então, você precisa saber isso 
na ponta da língua! 
A dor pode ser classificada em quatro tipos principais: 
1. Dor Nociceptiva: 
o É a dor diretamente ligada a um estímulo agudo que causa dano aos tecidos. É o 
tipo de dor mais comum, o alarme do corpo. 
o Somática: É a dor em tecidos como pele, ossos, músculos ou tecidos conjuntivos. 
Geralmente é bem localizada. Exemplos: dor de uma torção, fratura ou lombalgia (dor 
nas costas). 
o Visceral: É a dor que vem diretamente dos órgãos. Geralmente é mais difusa, difícil 
de localizar e pode ser sentida em outras partes do corpo. Exemplo: cólica renal, dor 
de uma apendicite. 
2. Dor Neuropática: 
o É a dor que surge por uma lesão ou disfunção do próprio sistema nervoso, seja o 
periférico (nervos forado cérebro e medula) ou o central (cérebro e medula). Pense 
nela como um "curto-circuito" no sistema de comunicação do corpo. 
o Pode ser causada por trauma, inflamação, doenças metabólicas (como diabetes) ou 
neurológicas (como AVC, esclerose múltipla). 
o Exemplos: Neuropatia diabética (dor nos pés de diabéticos) e a neuralgia pós-
herpética (uma dor terrível que persiste mesmo depois que as lesões do herpes zoster 
sumiram). O professor destacou essa última como um sofrimento absurdo. 
3. Dor Psicogênica: 
o É a dor em que os fatores emocionais influenciam diretamente. Não significa que a 
dor não seja real, mas que o estado emocional do paciente tem um papel fundamental. 
o Exemplo: A fibromialgia. Pacientes com fibromialgia têm um limiar de dor muito 
baixo, ou seja, sentem muito mais dor por estímulos que para outras pessoas seriam 
apenas um incômodo. É difícil de tratar porque a parte emocional é muito presente. 
4. Dor Mista: 
o É quando a dor tem uma combinação de fatores, por exemplo, um fator emocional 
junto com uma lesão física. O professor deu o exemplo de alguém com muita 
ansiedade que sofre uma lesão: a dor será muito pior. 
7. Escalas de Avaliação da Dor: Como Medir o 
"Incomensurável" 
OUTRO PONTO CHAVE PARA A PROVA E PARA A PRÁTICA! É essencial quantificar a 
dor do paciente. Não é você, médico, que vai dizer o quanto dói, mas sim o paciente. Isso ajuda a 
acompanhar a evolução, saber se o tratamento está funcionando e escolher a melhor medicação. O 
professor enfatizou a dificuldade que as pessoas têm de descrever e quantificar a dor, por isso as 
escalas são tão úteis. 
Existem várias escalas, e você deve escolher a mais adequada para cada paciente, dependendo da 
idade, escolaridade e capacidade de comunicação. 
1. Escala Analógica Visual (EVA): 
o Você mostra uma linha onde um extremo é "sem dor" e o outro é "a pior dor do 
mundo". 
o O paciente aponta na linha onde ele sente que está a dor dele. É ótima para quem não 
sabe ler ou escrever. 
2. Escala Visual Numérica (EVN): 
o É a que o professor mais usa. 
o Você pede ao paciente para dar uma nota de 0 (nenhuma dor) a 10 (a dor máxima, a 
maior dor do mundo). O professor usa o exemplo da "dor do parto" para as mulheres 
entenderem o que é um 10. 
o É muito útil para ter uma medida objetiva da dor subjetiva. 
3. Escala de Descrição Verbal: 
o Você apresenta opções escritas, como "nenhuma dor", "dor leve", "dor moderada", 
"dor forte" ou "a pior dor possível". 
o O paciente escolhe a descrição que melhor se encaixa. 
4. Escala de Faces (Wong-Baker): 
o São desenhos de rostinhos que vão de um sorriso feliz (sem dor) a uma cara de choro 
(dor máxima). 
o É excelente para crianças ou idosos que têm dificuldade em usar números. O paciente 
aponta para a carinha que representa sua dor. O professor brinca que o sorriso é a dor 
de cabeça de sexta-feira, mas quem escolhe é o paciente, não você! 
8. Dor Aguda vs. Dor Crônica: Tempo é Tudo! 
A duração da dor é um critério fundamental para classificá-la, e isso tem um impacto enorme no 
tratamento. 
• Dor Aguda: 
o Dura até 3 meses. 
o É como um sinal de alerta do organismo, avisando que algo está errado. Pensa no 
alarme de incêndio: ele toca quando tem fogo. 
o Geralmente, desaparece depois que a causa é eliminada. Por exemplo, se você tem 
uma infecção de garganta, a dor passa quando a infecção é tratada. 
o É crucial tratá-la bem para que não se transforme em dor crônica. 
• Dor Crônica: 
o Dura mais de 3 (ou 6) meses. 
o Não é mais só um alerta; ela se torna uma doença em si. 
o Gera muito sofrimento e limitações para o paciente. 
o Muitas vezes, envolve um processo de "sensibilização neuronal". Isso significa que 
os nervos ficam tão "sensíveis" que mesmo estímulos pequenos causam muita dor, ou 
a dor persiste mesmo sem o estímulo inicial. 
o É muito mais difícil de controlar e tratar, sendo um dos maiores desafios na 
medicina. Os pacientes já usaram muitas medicações e continuam sentindo dor. 
9. Como Abordar o Paciente com Dor: O Roteiro do Bom 
Médico 
Quando um paciente chega com dor, qual é o seu plano de ação? O professor deu dicas valiosas: 
1. Exame Físico Completo: 
o É fundamental para identificar a verdadeira causa da dor. 
o Observação desde longe: O professor ensina a observar o paciente desde que ele 
entra na unidade. Preste atenção na marcha (como ele anda), na fácies (expressão do 
rosto – se está com dor, apreensivo, etc.). Isso já te dá muitas pistas. 
o Palpação e Movimentação: Se houver inflamação, o paciente sentirá dor ao toque e 
ao mover a parte afetada. 
o Não "economize" exame: Mesmo que o paciente esteja em uma cadeira de rodas, 
você tem que examinar! Peça ajuda, de um jeito ou de outro, mas examine. 
2. Exames Complementares: 
o O professor enfatiza: "Normalmente, a história clínica é tudo da vida do ser 
humano." 
o Os exames (raio-x, sangue, tomografia) são complementares. Eles servem 
para confirmar o que você já suspeitou pela conversa com o paciente (história 
clínica) e pelo exame físico. 
o Muitas vezes, sem exames disponíveis (o que acontece em alguns serviços), você terá 
que tratar a dor apenas com base na sua avaliação clínica. 
As Duas Metas Essenciais no Tratamento da Dor: Quando você atende um paciente com dor, 
você tem dois grandes objetivos: 
1. Aliviar a dor (Analgesia): Essa é a prioridade número um, especialmente em casos de dor 
intensa. Se o paciente chegou com uma cólica renal forte, a primeira coisa é dar um remédio 
para a dor. 
2. Tratar a causa básica: Depois de aliviar a dor, é preciso investigar e resolver o problema 
que está causando a dor (a pedra no rim, a fratura, a infecção, etc.). 
10. Terapias Não Medicamentosas: Aliados no Combate à Dor 
Nem tudo é remédio! Existem outras abordagens que ajudam muito: 
• Medidas Locais: 
o Crioterapia: Gelo ou compressas frias (para inflamações agudas, torções). 
o Termoterapia: Compressas quentes (para dores musculares, contraturas). 
• Analgesia Regional: Bloqueios nervosos para dores específicas, como no joelho. 
• Fisioterapia: Ajuda demais! É superimportante para a reabilitação e o alívio da dor crônica. 
• Estimulação Elétrica ou Magnética Cerebral: Terapias mais específicas para certos tipos 
de dor. 
• Acupuntura: O professor disse ter tido a "melhor experiência do mundo" com acupuntura, 
com pacientes que tiveram alívio significativo da dor. 
11. Abordagem Farmacológica da Dor: A Escala da OMS (CAI 
NA PROVA MESMO!) 
MUITO, MUITO IMPORTANTE! O professor reforçou: "Essa escala vai cair com você 
mesmo." É a Escala Analgésica da Organização Mundial da Saúde (OMS), que mostra como 
devemos progredir no tratamento da dor, como se estivéssemos subindo uma escada. 
O princípio é começar com o degrau mais baixo e só subir se a dor não melhorar. Nunca comece 
com o remédio mais forte logo de cara. 
A Escada Analgésica da OMS: 
• Degrau 1: Dor Leve a Moderada 
o Medicamentos: Não opioides (como dipirona, paracetamol, AINEs - anti-
inflamatórios não esteroidais). 
o Adjuvantes: Podem ser usados ou não, com moderação (são medicamentos que não 
são analgésicos em si, mas potencializam o efeito ou tratam sintomas associados, 
como antidepressivos para dor crônica). 
• Degrau 2: Dor Moderada 
o Medicamentos: Não opioides (os mesmos do degrau 1) + Opioides 
fracos (como tramadol e codeína). 
o Adjuvantes: Podem ser usados. 
• Degrau 3: Dor Intensa 
o Medicamentos: Não opioides (os mesmos do degrau 1) + Opioides 
fortes (como morfina). 
o Adjuvantes: Podem ser usados. 
Observações Importantes do Professor: 
• Escalar é crucial: Você vai subindo os degraus aos poucos, não comece com morfina para 
uma dor de cabeça leve. 
• Cuidado com Opioides: Medicamentos como Tramadol e Morfina podem causar vício e 
dependência. O professor contou uma história de um paciente que ia ao posto de saúde só 
para pedir Tramadol e acabou sendo "tratado" com água destilada, acreditando ser um 
remédio super moderno, e melhorou! Isso mostrao quanto a percepção e o vício podem 
influenciar a dor. 
• Adjuvantes: Podem incluir corticosteroides, cetamina, clonidina, neurolépticos, ansiolíticos, 
antidepressivos e anticonvulsivantes. Eles são ferramentas importantes, mas devem ser 
usados com cuidado. 
Analgésicos Não Opioides Comuns (Degrau 1): 
• Dipirona: Um dos principais analgésicos e antitérmicos. 
• Paracetamol: Outro analgésico e antitérmico comum. 
• AINEs (Anti-inflamatórios não esteroidais): Como ibuprofeno, diclofenaco. Muito 
cuidado com eles! Têm muitos efeitos colaterais, especialmente no estômago e rins, e não 
devem ser usados por muito tempo sem orientação. 
Conclusão: A Arte de Cuidar da Dor 
Entender a dor é um dos maiores desafios e, ao mesmo tempo, uma das maiores recompensas da 
medicina. Como vimos, não é só sobre um "ai!", mas sobre uma experiência complexa que envolve o 
corpo, a mente, as emoções e o ambiente social. Abordar o paciente com dor de forma humana, com 
um bom exame, sabendo classificá-la, avaliá-la e seguir a escada analgésica da OMS, fará de você 
um médico capaz de realmente aliviar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida das pessoas. É 
como ser um detetive e um herói ao mesmo tempo, desvendando o mistério da dor e oferecendo o 
alívio.

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