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FACULDADE DE EDUCAÇÃO MEMORIAL ADELAIDE FRANCO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LUANA VANESSA CAMPELO DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESUMO CRÍTICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Itapecuru-Mirim 
2025 
FACULDADE DE EDUCAÇÃO MEMORIAL ADELAIDE FRANCO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LUANA VANESSA CAMPELO DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
Sinopse apresentada ao Curso de Serviço Social da 
Faculdade de Educação Memorial Adelaide Franco – 
FEMAF, como pré-requisito para nota da disciplina de 
Instituição e Prática Profissional. . 
Prof°. Esp. Giuliana Gomes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Itapecuru-Mirim 
2025 
 
 
O PAPEL DO ASSISTENTE SOCIAL NAS INSTITUIÇÕES 
Capítulo três sobre Instituição e Prática Profissional em Serviço Social desmistifica os espaços 
sócio-ocupacionais habituais do assistente social. Principalmente na assistência social e saúde. O 
documento demonstra como a prática profissional está relacionada as dinâmicas de poder 
institucionais, pedindo do assistente social uma postura crítica, ética e politicamente voltada a 
transformação social. Na assistência social, o capítulo salienta a importância da LOAS de 1993, e 
criação do SUAS. Representando uma virada no caráter filantrópico e caritativo do que foi antes. O 
autor apoia que o assistente social precisa trabalhar de forma ciente, indo além de práticas 
conservadoras e impulsionando a função do CRAS. Tudo isso, como um local de defesa de direitos, 
acolhimento e desenvolvimento da cidadania. Esta atuação necessita de uma visão técnica e sensível, a 
entender as variadas dimensões da fragilidade social. 
Na área da saúde, o texto ilustra como a Reforma Sanitária e o SUS expandiram o escopo de 
trabalho e o reconhecimento do assistente social nas equipes multiprofissionais, certo? O profissional 
transcende a função de mero executor, adotando um papel estratégico na gestão, planejamento e no 
controle social das políticas públicas; isso fortalece a saúde como um direito, e dever, do Estado. 
Existe uma critica a atuação do Serviço Social contemporâneo, que precisa equilibrar as exigências 
institucionais com os princípios do projeto ético-político da profissão. Em meio a tensões e 
contradições, o assistente social tem papel fundamental: ele media os interesses, defende direitos e 
promove práticas emancipatórias. Enfim, o texto reitera o compromisso do Serviço Social com a 
justiça social, equidade e a cidadania, esses pilares da atuação profissional. O texto ressalta que o 
assistente social trabalha em instituições públicas e privadas, locais onde relações de poder, interesses 
e conflitos são constantes. Nestes ambientes, o profissional deve navegar a tensão constante, entre o 
projeto ético-político da profissão - focada na emancipação humana e as demandas das instituições, 
que em muitos casos visam manter a ordem e o controle social. Essa contradição obriga o assistente 
social a ter uma perspectiva crítica, alicerçada em bases teórico-metodológicas firmes e uma prática 
fundamentada na ética, autonomia e defesa dos direitos humanos. 
O assistente social é um agente crucial pra garantir direitos sociais. A sua atuação, 
alicerçada pela crítica e ética, precisa constantemente encontrar aquele ponto de equilíbrio, 
entre as demandas institucionais e o compromisso profundo com a emancipação humana. Este 
capítulo instiga a uma reflexão profunda sobre o papel do profissional, um sujeito ativo na 
construção de uma sociedade mais justa, solidária e democrática. Reforçando a noção que o 
Serviço Social, afinal, é uma prática intrinsecamente política e social, visando transformar as 
condições de vida da população. Entretanto, a prática profissional continua marcada por 
contradições institucionais, como a burocratização, a precarização do trabalho e a limitação de 
recursos. Diante disso, o compromisso ético-político da profissão deve orientar o assistente 
social a manter uma postura crítica, autônoma e propositiva, buscando alternativas que 
contribuam para a emancipação dos sujeitos e a consolidação dos direitos sociais. 
 
REFERÊNCIAS 
GOMES, G. Instituição e Prática Profissional em Serviço Social. Itapecuru-Mirim: 
FEMAF, 2025. Capítulo 3 – Orientação e Supervisão da Prática Profissional II.

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