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Imaginário, percepção e interpretação: as intenções presentes na imagem. Imaginário, percepção e interpretação: as intenções presentes na imagem. Disciplina: FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL (FUNDAMENTOS DA LINGUAGEM VISUAL - 2024) Exercícios Envio: 05/11/2025 - 08:55 Tentativa: 1 de 3 Acertos: 5/5 Detalhes da atividade Tentativas: 3 Tentativa válida: Maior nota Vale: 2 Questão 1 0,4/0,4 O conceito de “imaginário” é um tema central em diversos campos do conhecimento, incluindo filosofia, psicologia, sociologia e estudos culturais. Ele se refere ao repositório de imagens, símbolos, mitos e representações que uma cultura ou um indivíduo tem e que contribui para a construção da realidade percebida e vivenciada. Alguns teóricos, como Maffesoli (2001), enfatizam o papel do imaginário na estruturação do pensamento e da identidade, e outros destacam sua função na comunicação, na manutenção da coesão social ou na promoção de mudanças sociais. MAFFESOLI, M. O imaginário é uma realidade (entrevista). Revista Famecos: mídia, cultura e tecnologia, v. 1, n. 15, p. 74-82, ago. 2001. Analise as alternativas a seguir a respeito dos pontos de vista sobre o imaginário e assinale a correta. Selecione a resposta: · A O imaginário é um constructo individual, resultante unicamente da psique e das experiências pessoais, sem influência do contexto social ou cultural. Comentários da resposta Para Michel Maffesoli (2001), o imaginário é entendido como um conjunto complexo de símbolos, imagens e narrativas que transcendem o individual e influenciam coletivamente a maneira como a realidade é percebida, interpretada e vivida. Longe de ser um mero conjunto de signos sem significado ou limitado à expressão artística, o imaginário é dinâmico, evolui com a cultura e desempenha um papel crucial na comunicação, na construção da identidade e na orientação do comportamento social. Portanto, é incorreto simplificar demais seu papel, ou ignorar e negar a natureza intrincada e o impacto profundo do imaginário na sociedade e na cultura. · B O imaginário é considerado uma dimensão fundamental da realidade social, composto por símbolos e mitos que estruturam o comportamento e a comunicação dentro de uma cultura. Você acertou! Comentários da resposta Para Michel Maffesoli (2001), o imaginário é entendido como um conjunto complexo de símbolos, imagens e narrativas que transcendem o individual e influenciam coletivamente a maneira como a realidade é percebida, interpretada e vivida. Longe de ser um mero conjunto de signos sem significado ou limitado à expressão artística, o imaginário é dinâmico, evolui com a cultura e desempenha um papel crucial na comunicação, na construção da identidade e na orientação do comportamento social. Portanto, é incorreto simplificar demais seu papel, ou ignorar e negar a natureza intrincada e o impacto profundo do imaginário na sociedade e na cultura. · C Dentro do campo da semiótica, o imaginário é visto como um conjunto de signos sem significado, servindo apenas como decoração para a comunicação verbal. Comentários da resposta Para Michel Maffesoli (2001), o imaginário é entendido como um conjunto complexo de símbolos, imagens e narrativas que transcendem o individual e influenciam coletivamente a maneira como a realidade é percebida, interpretada e vivida. Longe de ser um mero conjunto de signos sem significado ou limitado à expressão artística, o imaginário é dinâmico, evolui com a cultura e desempenha um papel crucial na comunicação, na construção da identidade e na orientação do comportamento social. Portanto, é incorreto simplificar demais seu papel, ou ignorar e negar a natureza intrincada e o impacto profundo do imaginário na sociedade e na cultura. · D O imaginário é um fenômeno puramente estático, que não evolui ou se altera ao longo do tempo, permanecendo o mesmo através das gerações. Comentários da resposta Para Michel Maffesoli (2001), o imaginário é entendido como um conjunto complexo de símbolos, imagens e narrativas que transcendem o individual e influenciam coletivamente a maneira como a realidade é percebida, interpretada e vivida. Longe de ser um mero conjunto de signos sem significado ou limitado à expressão artística, o imaginário é dinâmico, evolui com a cultura e desempenha um papel crucial na comunicação, na construção da identidade e na orientação do comportamento social. Portanto, é incorreto simplificar demais seu papel, ou ignorar e negar a natureza intrincada e o impacto profundo do imaginário na sociedade e na cultura. · E Apenas as artes visuais e a literatura contribuem para a formação do imaginário; outros campos culturais e formas de expressão são irrelevantes para seu desenvolvimento. Comentários da resposta Para Michel Maffesoli (2001), o imaginário é entendido como um conjunto complexo de símbolos, imagens e narrativas que transcendem o individual e influenciam coletivamente a maneira como a realidade é percebida, interpretada e vivida. Longe de ser um mero conjunto de signos sem significado ou limitado à expressão artística, o imaginário é dinâmico, evolui com a cultura e desempenha um papel crucial na comunicação, na construção da identidade e na orientação do comportamento social. Portanto, é incorreto simplificar demais seu papel, ou ignorar e negar a natureza intrincada e o impacto profundo do imaginário na sociedade e na cultura. Questão 2 0,4/0,4 Jean-Paul Sartre, uma das figuras centrais do existencialismo, desenvolveu uma teoria complexa sobre a consciência e ressaltou a capacidade do indivíduo de transcender as circunstâncias imediatas através da reflexão e imaginação. Dentro dessa visão, Sartre (2020) distingue três modalidades principais de consciência: perceptiva, reflexiva e imaginante. Essas modalidades refletem a complexidade e a profundidade da experiência humana. SARTRE, Jean-Paul. O imaginário: psicologia fenomenológica da imaginação. Editora vozes, 2020. Sobre as três modalidades de consciência propostas por Sartre – a perceptiva, a reflexiva e a imaginante –, é correto afirmar que: Selecione a resposta: · A a consciência perceptiva é considerada a única forma verdadeira de consciência, e as modalidades reflexiva e imaginante são vistas como ilusórias ou secundárias. Comentários da resposta Para Sartre (2020), as consciências perceptiva, reflexiva e imaginante não são hierarquizadas em termos de valor ou realidade; pelo contrário, cada uma é importante para compreender como as pessoas interagem com o mundo, entendem a si mesmas e exercem sua liberdade. A consciência perceptiva conecta as pessoas com o mundo externo; a reflexiva permite uma introspecção crítica; e a imaginante dá a liberdade às pessoas de ir além do imediato, explorando possibilidades não presentes na realidade. Portanto, é incorreto indicar que uma categoria de consciência é maior ou com mais destaque que outra, pois distorce ou simplifica inadequadamente a complexidade da teoria da consciência de Sartre, não capturando a importância que ele atribui a cada modalidade de consciência na constituição da experiência e da existência humanas. · B a consciência reflexiva é uma modalidade inferior, pois se limita a reações automáticas ao ambiente, sem envolver qualquer forma de julgamento ou interpretação. Comentários da resposta Para Sartre (2020), as consciências perceptiva, reflexiva e imaginante não são hierarquizadas em termos de valor ou realidade; pelo contrário, cada uma é importante para compreender como as pessoas interagem com o mundo, entendem a si mesmas e exercem sua liberdade. A consciência perceptiva conecta as pessoas com o mundo externo; a reflexiva permite uma introspecção crítica; e a imaginante dá a liberdade às pessoas de ir além do imediato, explorando possibilidades não presentes na realidade. Portanto, é incorreto indicar que uma categoria de consciência é maior ou com mais destaque que outra, pois distorce ou simplifica inadequadamente a complexidade da teoria da consciência de Sartre, não capturando a importância que ele atribui a cada modalidade de consciênciana constituição da experiência e da existência humanas. · C a consciência imaginante é vista como um escape da realidade, sem ter qualquer impacto significativo sobre a ação ou a decisão no mundo real. Comentários da resposta Para Sartre (2020), as consciências perceptiva, reflexiva e imaginante não são hierarquizadas em termos de valor ou realidade; pelo contrário, cada uma é importante para compreender como as pessoas interagem com o mundo, entendem a si mesmas e exercem sua liberdade. A consciência perceptiva conecta as pessoas com o mundo externo; a reflexiva permite uma introspecção crítica; e a imaginante dá a liberdade às pessoas de ir além do imediato, explorando possibilidades não presentes na realidade. Portanto, é incorreto indicar que uma categoria de consciência é maior ou com mais destaque que outra, pois distorce ou simplifica inadequadamente a complexidade da teoria da consciência de Sartre, não capturando a importância que ele atribui a cada modalidade de consciência na constituição da experiência e da existência humanas. · D as três modalidades de consciência são essenciais para a experiência humana, pois auxilia a compreensão do mundo, de si mesmo e a capacidade de transcendência. Você acertou! Comentários da resposta Para Sartre (2020), as consciências perceptiva, reflexiva e imaginante não são hierarquizadas em termos de valor ou realidade; pelo contrário, cada uma é importante para compreender como as pessoas interagem com o mundo, entendem a si mesmas e exercem sua liberdade. A consciência perceptiva conecta as pessoas com o mundo externo; a reflexiva permite uma introspecção crítica; e a imaginante dá a liberdade às pessoas de ir além do imediato, explorando possibilidades não presentes na realidade. Portanto, é incorreto indicar que uma categoria de consciência é maior ou com mais destaque que outra, pois distorce ou simplifica inadequadamente a complexidade da teoria da consciência de Sartre, não capturando a importância que ele atribui a cada modalidade de consciência na constituição da experiência e da existência humanas. · E a consciência reflexiva e a imaginante são basicamente a mesma coisa, pois ambas se ocupam com objetos internos ao sujeito, sem relação com o mundo externo. Comentários da resposta Para Sartre (2020), as consciências perceptiva, reflexiva e imaginante não são hierarquizadas em termos de valor ou realidade; pelo contrário, cada uma é importante para compreender como as pessoas interagem com o mundo, entendem a si mesmas e exercem sua liberdade. A consciência perceptiva conecta as pessoas com o mundo externo; a reflexiva permite uma introspecção crítica; e a imaginante dá a liberdade às pessoas de ir além do imediato, explorando possibilidades não presentes na realidade. Portanto, é incorreto indicar que uma categoria de consciência é maior ou com mais destaque que outra, pois distorce ou simplifica inadequadamente a complexidade da teoria da consciência de Sartre, não capturando a importância que ele atribui a cada modalidade de consciência na constituição da experiência e da existência humanas. Questão 3 0,4/0,4 Araújo e Teixeira (2009) apontam que Gilbert Durand foi um teórico proeminente nos estudos do imaginário, oferece uma perspectiva abrangente sobre o papel fundamental das imagens na formação da consciência humana. Durand critica a abordagem de Sartre ao tratar a imagem, argumentando que ele negligenciou as ricas dimensões poéticas e religiosas que compõem o imaginário coletivo. Com base na análise de Gilbert Durand sobre o imaginário e sua crítica a Jean-Paul Sartre, qual das seguintes alternativas expressa corretamente essa relação e a perspectiva de Durand? Selecione a resposta: · A Durand concorda em partes com Sartre sobre a natureza superficial do imaginário e enfatiza a necessidade de uma abordagem puramente racional para entender o mundo. Comentários da resposta Conforme destacam Araújo e Teixeira (2009), Durand valoriza o imaginário como uma dimensão complexa que incorpora a riqueza simbólica da poesia, da religião e de outras formas de expressão cultural, aspectos que Sartre, segundo Durand, negligenciou em sua obra. Durand argumenta que a visão de Sartre sobre a imagem como uma “sombra” ou “objeto fantasma” limita a compreensão do papel multifacetado do imaginário na construção de significados e na experiência humana. Nesse sentido, indicar que Durand concorda com Sartre distorce e não captura adequadamente a essência da crítica de Durand a Sartre, seja ao sugerir concordância onde existe discordância ou ao interpretar erroneamente o foco da crítica. · B Para Durand, Sartre superestimou a importância da poesia e da morfologia das religiões no desenvolvimento do imaginário humano, desviando-se da análise fenomenológica. Comentários da resposta Conforme destacam Araújo e Teixeira (2009), Durand valoriza o imaginário como uma dimensão complexa que incorpora a riqueza simbólica da poesia, da religião e de outras formas de expressão cultural, aspectos que Sartre, segundo Durand, negligenciou em sua obra. Durand argumenta que a visão de Sartre sobre a imagem como uma “sombra” ou “objeto fantasma” limita a compreensão do papel multifacetado do imaginário na construção de significados e na experiência humana. Nesse sentido, indicar que Durand concorda com Sartre distorce e não captura adequadamente a essência da crítica de Durand a Sartre, seja ao sugerir concordância onde existe discordância ou ao interpretar erroneamente o foco da crítica. · C Segundo Durand, Sartre acertadamente identificou a imagem como a sombra de um objeto, mas errou ao consolidar a ideia do imaginário como um campo fundamentalmente ligado às sensações físicas. Comentários da resposta Conforme destacam Araújo e Teixeira (2009), Durand valoriza o imaginário como uma dimensão complexa que incorpora a riqueza simbólica da poesia, da religião e de outras formas de expressão cultural, aspectos que Sartre, segundo Durand, negligenciou em sua obra. Durand argumenta que a visão de Sartre sobre a imagem como uma “sombra” ou “objeto fantasma” limita a compreensão do papel multifacetado do imaginário na construção de significados e na experiência humana. Nesse sentido, indicar que Durand concorda com Sartre distorce e não captura adequadamente a essência da crítica de Durand a Sartre, seja ao sugerir concordância onde existe discordância ou ao interpretar erroneamente o foco da crítica. · D Durand critica Sartre por sua abordagem demasiadamente poética do imaginário, alegando que isso compromete a objetividade necessária para o estudo da consciência. Comentários da resposta Conforme destacam Araújo e Teixeira (2009), Durand valoriza o imaginário como uma dimensão complexa que incorpora a riqueza simbólica da poesia, da religião e de outras formas de expressão cultural, aspectos que Sartre, segundo Durand, negligenciou em sua obra. Durand argumenta que a visão de Sartre sobre a imagem como uma “sombra” ou “objeto fantasma” limita a compreensão do papel multifacetado do imaginário na construção de significados e na experiência humana. Nesse sentido, indicar que Durand concorda com Sartre distorce e não captura adequadamente a essência da crítica de Durand a Sartre, seja ao sugerir concordância onde existe discordância ou ao interpretar erroneamente o foco da crítica. · E Durand aponta que, embora Sartre tenha utilizado o método fenomenológico, ele falhou ao não explorar adequadamente o papel da poesia e das religiões como elementos essenciais do patrimônio imaginário da humanidade. Você acertou! Comentários da resposta Conforme destacam Araújo e Teixeira (2009), Durand valoriza o imaginário como uma dimensão complexa que incorpora a riqueza simbólica da poesia, da religião e de outras formas de expressão cultural, aspectos que Sartre, segundo Durand, negligenciou em sua obra. Durand argumenta que a visão de Sartre sobre a imagem como uma “sombra” ou “objeto fantasma” limita a compreensão do papel multifacetado do imaginário na construção de significados e na experiência humana.Nesse sentido, indicar que Durand concorda com Sartre distorce e não captura adequadamente a essência da crítica de Durand a Sartre, seja ao sugerir concordância onde existe discordância ou ao interpretar erroneamente o foco da crítica. Questão 4 0,4/0,4 Para Melo e Melo (2014), Charles Sanders Peirce foi uma figura central na fundação da semiótica, desenvolveu uma abordagem inovadora para a compreensão dos processos pelos quais percebemos e interpretamos signos. Em sua teoria, Peirce introduziu as noções de “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” como categorias fundamentais que descrevem as diferentes fases operativas do processo de percepção e significação dos signos. Considerando a classificação dos fenômenos em três categorias propostas por Peirce — primeiridade, secundidade e terceiridade —, qual das seguintes alternativas descreve corretamente estas fases operativas do processo de percepção dos signos? Selecione a resposta: · A “Primeiridade” refere-se à interação direta e física entre signos e objetos, onde o significado é imediatamente percebido sem mediação; "secundidade" é a fase em que signos e seus objetos são completamente desconectados, operando em um nível de abstração pura sem referência ao mundo real; e "terceiridade" relaciona-se à mediação, lei ou regra que organiza a relação entre signo e objeto. Comentários da resposta As definições de Peirce, segundo Melo e Melo (2014 ), para “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” capturam a essência das diferentes dimensões de percepção e significação dos signos e oferecem uma estrutura para entender a complexidade do processo semiótico. “Primeiridade” trata-se da fase preliminar de pura possibilidade ou qualidade; “secundidade” envolve a interação direta e os encontros factuais que geram ação ou reação; e a “terceiridade” diz respeito à mediação simbólica que organiza e estrutura o entendimento dos signos dentro de um sistema de leis ou hábitos. · B “Primeiridade” está relacionada à qualidade pura ou possibilidade, sem referência a qualquer ação ou fato; “secundidade” ao encontro real e à ação ou reação; e “terceiridade” à mediação, lei ou regra que organiza a relação entre signo e objeto. Você acertou! Comentários da resposta As definições de Peirce, segundo Melo e Melo (2014 ), para “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” capturam a essência das diferentes dimensões de percepção e significação dos signos e oferecem uma estrutura para entender a complexidade do processo semiótico. “Primeiridade” trata-se da fase preliminar de pura possibilidade ou qualidade; “secundidade” envolve a interação direta e os encontros factuais que geram ação ou reação; e a “terceiridade” diz respeito à mediação simbólica que organiza e estrutura o entendimento dos signos dentro de um sistema de leis ou hábitos. · C “Primeiridade” tem relação com qualidade pura ou possibilidade, sem referência a qualquer ação ou fato; “secundidade” é a fase em que signos e seus objetos são completamente desconectados, operando em um nível de abstração pura sem referência ao mundo real; “terceiridade” é um estado de confusão e ambiguidade em que o significado dos signos não pode ser claramente determinado ou aplicado. Comentários da resposta As definições de Peirce, segundo Melo e Melo (2014 ), para “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” capturam a essência das diferentes dimensões de percepção e significação dos signos e oferecem uma estrutura para entender a complexidade do processo semiótico. “Primeiridade” trata-se da fase preliminar de pura possibilidade ou qualidade; “secundidade” envolve a interação direta e os encontros factuais que geram ação ou reação; e a “terceiridade” diz respeito à mediação simbólica que organiza e estrutura o entendimento dos signos dentro de um sistema de leis ou hábitos. · D “Primeiridade” é à qualidade pura ou possibilidade, sem referência a qualquer ação ou fato; “secundidade” é uma fase sequencial temporal no processo de percepção, significando reação; “terceiridade” significa um estado de confusão e ambiguidade em que o significado dos signos não pode ser claramente determinado ou aplicado. Comentários da resposta As definições de Peirce, segundo Melo e Melo (2014 ), para “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” capturam a essência das diferentes dimensões de percepção e significação dos signos e oferecem uma estrutura para entender a complexidade do processo semiótico. “Primeiridade” trata-se da fase preliminar de pura possibilidade ou qualidade; “secundidade” envolve a interação direta e os encontros factuais que geram ação ou reação; e a “terceiridade” diz respeito à mediação simbólica que organiza e estrutura o entendimento dos signos dentro de um sistema de leis ou hábitos. · E “Primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” são fases sequenciais temporais no processo de percepção, começando com a compreensão, seguida pela reação e, finalmente, pela interpretação dos signos. Comentários da resposta As definições de Peirce, segundo Melo e Melo (2014 ), para “primeiridade”, “secundidade” e “terceiridade” capturam a essência das diferentes dimensões de percepção e significação dos signos e oferecem uma estrutura para entender a complexidade do processo semiótico. “Primeiridade” trata-se da fase preliminar de pura possibilidade ou qualidade; “secundidade” envolve a interação direta e os encontros factuais que geram ação ou reação; e a “terceiridade” diz respeito à mediação simbólica que organiza e estrutura o entendimento dos signos dentro de um sistema de leis ou hábitos. Questão 5 0,4/0,4 Joly (2007), em seu trabalho sobre a interpretação de imagens, fornece um framework detalhado para entender como são abordadas e compreendidas as imagens que são encontradas na vida diária e na mídia. Com base nesse contexto, de acordo com Joly, interpretar uma imagem significa: Selecione a resposta: · A reconhecer os objetos e elementos visuais presentes na imagem, baseando-se exclusivamente em sua aparência física. Comentários da resposta Martine Joly (2007) argumenta que interpretar uma imagem é um processo complexo e multifacetado que vai além da mera identificação de elementos visuais. Requer a consideração dos contextos cultural e histórico, a compreensão das técnicas e estilos utilizados, e uma reflexão sobre as intenções do criador. Essa abordagem permite uma leitura mais profunda e significativa da imagem, revelando as diversas camadas de significado que podem não ser imediatamente aparentes. Portanto, é incorreto indicar que apenas o reconhecimento das imagens é suficiente, pois oferece uma visão limitada ou parcial do processo de interpretação. Assim como é falho indicar que é possível realizar a análise a partir da identificação do autor e da imagem, sem considerar o contexto, uma vez que não captura a abrangência e a profundidade da análise necessária para uma verdadeira compreensão das imagens. · B identificar o autor da imagem e a técnica utilizada, sem considerar o contexto ou o significado subjacente à obra. Comentários da resposta Martine Joly (2007) argumenta que interpretar uma imagem é um processo complexo e multifacetado que vai além da mera identificação de elementos visuais. Requer a consideração dos contextos cultural e histórico, a compreensão das técnicas e estilos utilizados, e uma reflexão sobre as intenções do criador. Essa abordagem permite uma leitura mais profunda e significativa da imagem, revelando as diversas camadas de significado que podem não ser imediatamente aparentes. Portanto, é incorreto indicar que apenas o reconhecimento das imagens é suficiente, pois oferece uma visão limitada ou parcial do processo de interpretação. Assim como é falho indicar que é possível realizar a análise a partir da identificação do autor e da imagem, sem considerar o contexto, uma vez que não captura a abrangência e a profundidade da análise necessária para uma verdadeira compreensão das imagens. · C analisar as cores e formas na imagem como os únicos indicadores de seu significado, ignorando outroselementos composicionais. Comentários da resposta Martine Joly (2007) argumenta que interpretar uma imagem é um processo complexo e multifacetado que vai além da mera identificação de elementos visuais. Requer a consideração dos contextos cultural e histórico, a compreensão das técnicas e estilos utilizados, e uma reflexão sobre as intenções do criador. Essa abordagem permite uma leitura mais profunda e significativa da imagem, revelando as diversas camadas de significado que podem não ser imediatamente aparentes. Portanto, é incorreto indicar que apenas o reconhecimento das imagens é suficiente, pois oferece uma visão limitada ou parcial do processo de interpretação. Assim como é falho indicar que é possível realizar a análise a partir da identificação do autor e da imagem, sem considerar o contexto, uma vez que não captura a abrangência e a profundidade da análise necessária para uma verdadeira compreensão das imagens. · D limitar a interpretação da imagem ao entendimento pessoal do observador, sem levar em conta interpretações alternativas ou a intenção do criador. Comentários da resposta Martine Joly (2007) argumenta que interpretar uma imagem é um processo complexo e multifacetado que vai além da mera identificação de elementos visuais. Requer a consideração dos contextos cultural e histórico, a compreensão das técnicas e estilos utilizados, e uma reflexão sobre as intenções do criador. Essa abordagem permite uma leitura mais profunda e significativa da imagem, revelando as diversas camadas de significado que podem não ser imediatamente aparentes. Portanto, é incorreto indicar que apenas o reconhecimento das imagens é suficiente, pois oferece uma visão limitada ou parcial do processo de interpretação. Assim como é falho indicar que é possível realizar a análise a partir da identificação do autor e da imagem, sem considerar o contexto, uma vez que não captura a abrangência e a profundidade da análise necessária para uma verdadeira compreensão das imagens. · E engajar-se em um processo ativo de leitura que inclui a análise dos elementos visuais, contexto cultural e histórico, bem como as intenções do criador, para desvendar as camadas de significado embutidas na imagem. Você acertou! Comentários da resposta Martine Joly (2007) argumenta que interpretar uma imagem é um processo complexo e multifacetado que vai além da mera identificação de elementos visuais. Requer a consideração dos contextos cultural e histórico, a compreensão das técnicas e estilos utilizados, e uma reflexão sobre as intenções do criador. Essa abordagem permite uma leitura mais profunda e significativa da imagem, revelando as diversas camadas de significado que podem não ser imediatamente aparentes. Portanto, é incorreto indicar que apenas o reconhecimento das imagens é suficiente, pois oferece uma visão limitada ou parcial do processo de interpretação. Assim como é falho indicar que é possível realizar a análise a partir da identificação do autor e da imagem, sem considerar o contexto, uma vez que não captura a abrangência e a profundidade da análise necessária para uma verdadeira compreensão das imagens.