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15 JESSICA FERNANDA LEITE DA SILVA INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO: OS DESAFIOS ENFRENTADOS PELO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA Sorocaba 2025 JESSICA FERNANDA LEITE DA SILVA INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO: OS DESAFIOS ENFRENTADOS PELO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA Trabalho apresentado ao curso graduação em enfermagem da Universidade Anhanguera, para a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I. Orientador: Prof.ª Carla Renata Corrêa Porto Sorocaba 2025 Sumário 1 INTRODUÇÃO 5 1.1 PROBLEMA 6 2. OBJETIVO 7 2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO 7 2.2 OBJETIVO ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS 7 3. JUSTIFICATIVA 8 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 9 4.1 O PAPEL DA EQUIPE DE ENFERMAGEM 10 5. METODOLOGIA 15 6. CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO 16 REFERÊNCIAS 17 1 INTRODUÇÃO Sendo consideradas uma das principais causas de incapacidade e mortes prematura no mundo todo. As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) constituem a principal causa de incapacidade e mortalidade prematura no mundo, o seu avanço ainda acontece devido o gradativo envelhecimento populacional associado ao processo de transição epidemiológica, caracterizado pelo aumento de doenças crônico-degenerativas e pela redução de doenças infecciosas agudas. (MACEDO, 2016). De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (2022) as doenças cardiovasculares representam a principal causa de mortes no Brasil, sendo que ocorrem em média, 1100 mortes por dia. Sendo isso 46 por horas, e uma morte a cada noventa segundos. Sendo que o AVC (Acidente vascular cerebral, é a segunda causa de mortes no Brasil). Os principais representantes das doenças cardiovasculares são o Infarto Agudo do Miocárdio e o Acidente Vascular Cerebral. De acordo com o National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), dados provenientes entre 2011 a 2014 estimaram que 16,5 milhões de americanos com idade maior ou igual a 20 anos possuem Doença Coronariana (DC), sendo maior a prevalência entre homens que em mulheres em todas as faixas etárias. No que diz respeito ao Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), nessa mesma análise, a prevalência gira em torno de 3% (BENJAMIN et al., 2018). O presente estudo, de cunho qualitativo, apresenta aspectos de uma pesquisa bibliográfica teórica, visando organizar a publicação de dados eminentes em consonância com o tema central abordado. A pesquisa foi elaborada através da coleta de estudos científicos acerca da temática, envolvendo os descritores “enfermagem + miocárdio agudo”. O universo da pesquisa, se consolidou em substanciar dados publicados nas plataformas utilizadas para coleta de dados, sendo elas: BDENF – Base de dados em Enfermagem; BVS, Lilacs, Scielo - Scientific Electronic Library Online, MEDLINE - Sistema Online de Busca e Análise de Literatura Médica. 1.1 PROBLEMA Em casos de emergências, como quando um paciente com IAM é admitido, é o profissional de enfermagem que realizará a triagem em serviços emergenciais, cabendo a ele avaliar o paciente, determinar as necessidades de prioridade e encaminhá-lo para a área de tratamento. Sendo assim, o enfermeiro é o primeiro profissional da equipe de emergência a ter contato com o paciente e por esta razão, seu atendimento pode ser determinante no tratamento. Assim, s equipes de enfermagem estão habilitadas e capacitadas para atender as vítimas de IAM quando surgem na emergência hospitalar? 2. OBJETIVO O objetivo deste estudo é identificar e refletir sobre o papel da equipe de enfermagem no atendimento aos pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio. 2.1 OBJETIVO GERAL OU PRIMÁRIO Analisar qual o papel de cada um da equipe de enfermagem no atendimento de emergência com foco em pacientes com IAM. 2.2 OBJETIVO ESPECÍFICOS OU SECUNDÁRIOS 1. Contextualizar as atribuições da equipe de enfermagem durante o atendimento aos pacientes com IAM. 2. Conhecer a importância da avaliação rápida e adequada aos pacientes com IAM. 3. Identificar os principais desafios enfrentados pela equipe de enfermagem e quais aspectos podem ser melhorados 4. Analisar as consequências de erros ou procedimentos inadequados nestes atendimentos. 3. JUSTIFICATIVA Este estudo se justifica de acordo com o ponto de vista histórico, e segundo a American Heart Association (AHA), a cada 40 segundos um americano apresenta um Infarto Agudo do Miocárdio. A estimativa anual de incidência de IAM nos Estados Unidos é de 805.000 eventos anuais (entre primeiro e/ou evento recorrente). A literatura atual sugere que tal incidência se encontra em declínio, porém a interpretação desse dado gera discussão devido às diferentes metodologias empregadas nos estudos. Nota-se que a taxa de óbitos nos países desenvolvidos encontra-se em queda, porém, em países de baixo e médio desenvolvimento, os números encontram-se estáveis ou em aumento, sendo que atualmente tais países são responsáveis por 80% dos óbitos por doença isquêmica do coração. A relevância deste estudo se deve ao fato que em casos de emergências, quando um paciente com IAM é admitido, é o profissional de enfermagem que realizará a triagem em serviços emergenciais, cabendo a ele avaliar o paciente, determinar as necessidades de prioridade e encaminhá-lo para a área de tratamento. Sendo assim, o enfermeiro é o primeiro profissional da equipe de emergência a ter contato com o paciente e por esta razão, seu atendimento pode ser determinante no tratamento. Portanto, o presente estudo objetiva descrever os desafios profissional de enfermagem em unidade de emergência junto ao paciente com IAM. 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O IAM, conhecido coloquialmente como “ataque cardíaco”, é causado pela interrupção diminuída ou completa do fluxo sanguíneo para uma porção do miocárdio. O IAM, pode ser “silencioso” e não ser detectado, ou pode ser um evento catastrófico que leva à deterioração hemodinâmica e morte súbita (OJH; DHAMOON, 2019). As mulheres portadoras de estresse emocional, geralmente são mais acometidas pela miocardiopatia de Takotsubo[footnoteRef:1]. (NASCIMENTO et al., 2019). [1: Também chamada de miocardiopatia induzida por estresse, ou síndrome do baloneamento apical. Miocardiopatia de Takotsubo foi reportada em torno de 0,7 a 2,5% dos casos suspeitos de SCA] Estudos recentes demonstram que pacientes idosos apresentam dispneia mais do que dor no peito do tipo isquêmico (PATRONO et al., 2017). Nos episódios isquêmicos graves, o paciente geralmente apresenta dores significativas e se sente inquieto e apreensivo. Náuseas e vômitos podem ocorrer, especialmente com infarto do miocárdio inferior. Dispnéia e fraqueza devido a insuficiência ventricular esquerda, edema pulmonar, choque ou arritmia significativa podem dominar (NASCIMENTO et al., 2019). A pele pode ser pálida, fria e diaforética. Cianose periférica ou central pode estar presente. O pulso pode estar fraco e a PA é variável, embora muitos pacientes tenham inicialmente algum grau de hipertensão durante a dor. Os sons do coração são geralmente um pouco distantes; um quarto som do coração está quase universalmente presente. Pode ocorrer um sopro apical suave e sistólico (refletindo a disfunção do músculo papilar). Durante o exame inicial, uma fricção por atrito ou sopros mais marcantes sugerem um distúrbio cardíaco preexistente ou outro diagnóstico. A detecção de uma fricção por fricção poucas horas após o início dos sintomas do IM sugere pericardite aguda em vez de IM. No entanto, fricções por fricção, geralmente evanescentes, são comuns nos dias 2 e 3 após o IAMCSST. A parede torácica é sensível quando palpada em cerca de 15% dos pacientes (PATRONO et al., 2017). No infarto do ventrículo direito (VD), os sinais incluem pressão de enchimento do VD elevada, veias jugulares distendidas (geralmente com sinal de Kussmaul), campos pulmonares claros e hipotensão (NASCIMENTO et al., 2019). 4.1 O PAPEL DA EQUIPE DE ENFERMAGEM A avaliação começa com ECG inicial e serial e medições seriais de marcadores cardíacos paraajudar a distinguir entre angina instável, infarto do miocárdio com elevação do segmento ST (STEMI) e infarto do miocárdio sem supra desnivelamento do segmento ST (NSTEMI). Essa distinção é o centro do caminho da decisão, porque os fibrinolíticos beneficiam os pacientes com IAMEST, mas podem aumentar o risco para aqueles com IAMEST. Além disso, o cateterismo cardíaco de urgência é indicado para pacientes com IAMCSST agudo, mas geralmente não para aqueles com IAMSSST (PERERA et al., 2018). A abordagem contemporânea de pacientes com desconforto torácico isquêmico e síndrome coronariana aguda (SCA) engloba os diagnósticos de angina instável, IAM sem elevação do segmento ST (IAMSSST) e IAM com elevação do segmento ST (IAMCSST). A principal ferramenta diagnóstica para os pacientes com suspeita de SCA é o eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações que discrimina os que têm elevação do segmento ST e aqueles sem elevação do segmento ST (BONOW et al., 2017). O diagnóstico de IM pelo ECG é mais difícil quando uma configuração de bloqueio de ramo esquerdo está presente porque se assemelha a alterações de STEMI. A elevação do segmento ST concordante com o complexo QRS sugere fortemente o IM, assim como a elevação do segmento ST > 5 mm em pelo menos 2 derivações precordiais. Porém, geralmente, qualquer paciente com sintomas sugestivos e bloqueio de ramo esquerdo de início recente (ou não conhecido como antigo) é tratado como se fosse STEMI (PERERA et al., 2018). A maioria das mortes por IAM ocorre nas primeiras horas de manifestação da doença, sendo 40 a 65% na primeira hora e, aproximadamente, 80% nas primeiras 24 horas, por isso a importância do reconhecimento precoce e tratamento efetuado com brevidade (RILEY et al., 2018). O atendimento de emergência nas Unidades Hospitalares tem importante papel na recuperação e manutenção da saúde do indivíduo. Recuperar a saúde e mantê-la se estabelece com uma assistência à saúde de qualidade e equipe multidisciplinar voltada para o indivíduo como um todo na sua integralidade, atentando para aspectos que envolvem a atuação eficaz, eficiente, rápida e com bom conhecimento clínico e científico. A atuação do enfermeiro encaixa-se naquela equipe supracitada e é primordial para os serviços de saúde no tocante à promoção à saúde dos clientes/pacientes que são assistidos em serviços de Urgência e Emergência (YU et al., 2016). Os enfermeiros especializados e de prática avançada (APNs) têm desempenhado papéis variados no atendimento de pacientes com IAM incluindo trombólise iniciada por enfermeiro para STEMI antes da adoção generalizada da intervenção coronária percutânea primária (ICPP) (DEATON et al., 2017). O gerenciamento de enfermagem envolvido no IAM é crítico e sistemático, e é necessária eficiência para implementar os cuidados para um paciente com IAM. Um dos aspectos mais importantes do atendimento ao paciente com IAM é a avaliação. As ações de enfermagem para a avaliação do IAM incluem: avaliar se há dor no peito não aliviada por repouso ou medicamentos; monitorar os sinais vitais, especialmente a pressão sanguínea e a pulsação; avaliar a presença de falta de ar, dispneia, taquipneia e crepitações; avaliar náusea e vômito; avaliar se houve diminuição do débito urinário; avaliar o histórico de doenças; e realizar uma avaliação física precisa e completa para detectar complicações e alterações no status do paciente (MARTINS et al., 2017). As prioridades do atendimento feito pelo profissional de enfermagem devem ser: aliviar a dor e a ansiedade; reduzir a carga de trabalho do miocárdio; prevenir/detectar e ajudar no tratamento de disritmias ou complicações com risco de vida; e promover a saúde cardíaca e o autocuidado (MARTINS et al., 2017). As intervenções de enfermagem devem estar ancoradas nos objetivos do plano de cuidados de enfermagem com ênfase nas seguintes ações: administrar oxigênio junto com a terapia medicamentosa para ajudar no alívio dos sintomas; incentivar o repouso na cama com o encosto elevado para ajudar a diminuir o desconforto e a dispnéia no peito; incentivar a mudança de posição frequentemente para ajudar a impedir que o líquido se acumule nas bases dos pulmões; verificar a temperatura da pele e pulsos periféricos com freqüência para monitorar a perfusão tecidual; fornecer informações de maneira honesta e solidária; e monitorar o paciente de perto para alterações na freqüência e ritmo cardíacos, sons cardíacos, pressão arterial, dor no peito, estado respiratório, débito urinário, alterações na cor da pele e valores laboratoriais (AEYELS et al., 2018). Após a implementação das intervenções dentro do prazo especificado, o enfermeiro deve verificar se: há ausência de dor ou sinais e sintomas isquêmicos; se o dano miocárdico é passível de prevenção; ausência de disfunção respiratória; se encontra-se mantida perfusão tecidual adequada; e se ansiedade é reduzida (MARTINS et al., 2017).A maneira mais eficaz de aumentar a probabilidade de o paciente implementar um regime de autocuidado após a alta é identificar as prioridades do paciente. A educação é uma das prioridades do enfermeiro que deve ensinar ao paciente sobre os hábitos saudáveis necessários aos cuidados com o coração. O profissional de enfermagem do atendimento domiciliar auxilia o paciente no agendamento e acompanhamento das consultas de acompanhamento e na adesão ao tratamento prescrito para a reabilitação cardíaca. O paciente pode precisar de lembretes sobre o monitoramento de acompanhamento, incluindo testes laboratoriais periódicos e ECGs, bem como exames gerais de saúde. Por fim, o enfermeiro também deve monitorar a adesão do paciente às restrições alimentares e medicamentos prescritos (MARTINS et al., 2017). O enfermeiro como profissional responsável por várias funções, as quais vão desde a prevenção através da realização de orientações, até o atendimento pré e intra hospitalar, deve ter conhecimento técnico e científico para atuar, de maneira que possua a competência necessária, para diminuir o número de casos de IAM, ou evitar que complicações possam vir a ocorrer, mediante pacientes internados, devido a patologia (MACEDO; TREVISAN, 2016). A principal “ferramenta” usada pelo profissional de enfermagem durante o seu processo assistencial, diz respeito a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), a qual inclui todo um processo, que vai desde a colheita de informações sobre o histórico do paciente, até o levantamento de diagnósticos e a prescrições de cuidados estabelecidas com base nas fragilidades apresentadas pelo paciente (MARTINS et al., 2017). O enfermeiro além de promover a assistência de enfermagem através da utilização da SAE, deve estar também atento em relação a importância do comando da equipe de enfermagem, tendo em vista que é de grande relevância que o profissional de enfermagem saiba direcionar a equipe como um todo, de maneira que sempre exista comunicação (MARTINS et al., 2017). Sendo o enfermeiro o profissional responsável por cuidar do paciente, existe uma tendência para que este profissional mantenha uma interação maior com o mesmo (MAIER; MARTINS, 2016). Considerando-se que o paciente internado deve receber uma assistência direcionada não apenas aos aspectos biológicos, mas também para os aspectos emocionais, é importante que o enfermeiro preste um cuidado humanizado, que considere o paciente como um todo (MARTINS et al., 2017). Os enfermeiros da área cardiovascular têm implementado muitos programas para melhorar a qualidade da assistência, com resultados satisfatórios. Programas de gestão de insuficiência cardíaca com melhores resultados e preocupações reduzidas para os pacientes estão incluídos em alguns exemplos; estes foram alcançados de uma forma custo-efetiva. Os problemas e necessidades dos pacientes com IAM devem ser estudados, e os enfermeiros devem tentar gerenciar sua doença de forma mais eficaz e planejar sua alta. Avaliar as percepções dos pacientes após o primeiro episódio de IAM e considerar suas necessidades por meio de um programa educacionalsão essenciais (MAIER; MARTINS, 2016). A primeira hospitalização por IAM pode ter um grande efeito na vida do paciente; portanto, envolver os pacientes no planejamento do cuidado é o primeiro passo para alcançar melhores resultados, satisfação do paciente e resultados do tratamento. Essa meta implica em maior carga de trabalho para os enfermeiros; no entanto, resultados adicionais eficientes na educação podem ser alcançados. O ambiente hospitalar completo neste tipo de unidade gera um desamparo para a família, uma vez que os cuidados recebidos pelo paciente são prestados exclusivamente pelos profissionais de saúde e estes recebem apenas informações sobre a condição de seu familiar, sendo esta informação, por vezes, incompreensível, pois em algumas ocasiões os profissionais de saúde usam linguagem clínica ou as informações são muito generalizadas, o que faz com que o familiar não peça esclarecimentos por medo de ser classificado como ignorante, deixando-o com diversas dúvidas ou incompreensões sobre o estado do paciente (PASSINHO, 2018). É por isso que, através deste modelo de cuidados de enfermagem à família de doentes com enfarte agudo do miocárdio, responde às necessidades de informação, educação e apoio emocional que os familiares têm, para melhorar não só a sua permanência hospitalar, mas também a sua qualidade do convívio familiar, pois é de grande importância que não só o paciente receba um tratamento digno pela equipe de enfermagem, mas também a família que atualmente enfrenta angústia e medo devido ao IAM e a internação de seu familiar com esta patologia a UTI (MARTINS, 2016). Um enfermeiro junto a família com característica de pensamento crítico avaliará e validará as necessidades da família ou estabelecerá as estratégias pertinentes, pois a educação não terá suas ações de cuidado, funcionará como a geração de conhecimento sobre como prevenir ou reduzir o risco de sofrer IAM na família que condiciona ou internação na UTI naqueles que ainda não sofrem e por outro lado é o fato de ajudar e apoiar psicologicamente a família a fornecer as informações solicitadas sobre saúde, ensinando e aplicando estratégias de enfrentamento , como encaminhar a família ou qualquer membro dela para outro especialista ou centro de apoio social que alcance estabilidade emocional quando a situação de saúde da família o justifique. Os profissionais de enfermagem têm a responsabilidade de gerar novos conhecimentos na pesquisa ou gestão de novas estratégias de cuidado à família, além de ter a função de ser uma gestora para projetar e planejar uma melhor forma de responder à situação de saúde da família, coordenar recursos materiais e humanos, canalizar famílias para outros profissionais quando a situação o exigir e manter em funcionamento este modelo inovador (PASSINHO, 2018). 5. METODOLOGIA A metodologia empregada constitui-se na abordagem qualitativa, sendo considerada pesquisa bibliográfica. Para a organização de dados, foi realizada um levantamento em artigos científicos publicados nas plataformas Scielo, MEDLINE e Pubmed com margem referente aos últimos 10 anos, tendo como foco, aportes que discutem o tema em análise. Os resultados encontrados foram em casos de emergências, quando um paciente grave é admitido, é o profissional que realizará a triagem em serviço de emergência, cabendo a ele avaliar o paciente, determinar as necessidades de prioridade e encaminhá-lo para a área de tratamento. Concluiu-se que o enfermeiro assume a função de liderança da equipe de enfermagem, desenvolve uma assistência de qualidade, além de liderar ações de maiores complexidades. Na emergência o profissional de enfermagem é imprescindível podendo atuar em vários níveis, sendo responsável por organizar o atendimento primando pela ética e humanização do tratamento dispensado. 6. CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO ETAPAS CALENDÁRIO ANO – 2025 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Escolha do tema. Definição do problema de pesquisa X X X X Definição dos objetivos e justificativas X X X X Pesquisa bibliográfica e elaboração da fundamentação teórica X X Definição da metodologia X X Revisão das referências para elaboração do TCC X X X X X X Elaboração da Introdução X X Revisão e reestruturação da introdução e elaboração do Desenvolvimento X X Elaboração da Conclusão X X Reestruturação e revisão de todo o texto. Verificação das referências utilizadas. X Elaboração de todos os elementos pré e pós textuais. X Entrega do TCC-Artigo X Defesa do TCC-Artigo X Fonte: Silva (2025). REFERÊNCIAS AEYELS, D et al. Managing in-hospital quality improvement: An importance-performance analysis to set priorities for ST-elevation myocardial infarction care. Eur J Cardiovasc Nurs. v.17, n.6, p.535-542, 2018 BENJAMIN, EJ et al. American Heart Association Council on Epidemiology and Prevention statistics Committee and Stroke Statistics Subcommittee. Heart Disease and Stroke Statistics-2018 Update: A Report From the American Heart Association. Circulation. V.137, n.12, p.e67-e492, 2018 BONOW, F et al. Braunwald Tratado de Doenças Cardiovascular. 10. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2017. DEATON, C et al. Aligning the planets: The role of nurses in the care of patients with non-ST elevation myocardial infarction. Nurs Open. V.4, n.1, p.49‐56, 2016. MACEDO, GA; TREVISAN, J. A importância do profissional enfermeiro na conduta de assistir o paciente no infarto agudo do miocárdio. Brasília: Anais do ICESP. 2016. MAIER, G. S. O.; MARTINS, E. A. P. Assistência ao paciente com síndrome coronariana aguda segundo indicadores de qualidade. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 4, n. 69, p. 757-764, 2016. MARTINS, IO et al. A conduta de Enfermagem no atendimento de emergência ao paciente com infarto agudo do miocárdio. Goiânia: Rev Científica FacMais.; v.11, n.4, p.13-27, 2017. NASCIMENTO, BR et al. Implementing myocardial infarction systems of care in low/middle-income countries. Heart; v.105, n.1, p.20-26, 2019. OJH, A N; DHAMOON, AS. Myocardial Infarction. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2020 Jan-. Disponível: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK537076/ PASSINHO, R.S. et al. Sinais, sintomas e complicações do infarto agudo do miocárdio. Revista de Enfermagem UFPE on line, v. 12, n. 1, supl. 1, p. 247-264, 2018. PATRONO, C et al. Antiplatelet Agents for the Treatment and Prevention of Coronary Atherothrombosis. J. Am. Coll. Cardiol. V.70, n.14, p.1760-1776, 2017. PERERA, M et al. Received care compared to ADP-guided care of patients admitted to hospital with chest pain of possible cardiac origin. Int J Gen Med; v.11, p.345-351, 2018. RILEY, RF et al. Usefulness of Serial 12-Lead Electrocardiograms in Predicting 30-Day Outcomes in Patients With Undifferentiated Chest Pain (the ASAP CATH Study). Am. J. 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