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Craque NetoCraque Neto

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PIM IV - ADS - Análise e Desenvolvimento de Sistema de Vendas Geek UNIVERSIDADE PALI STA – UNIP EaD Projeto Integrado Multid isciplinar Curso Superior de Tecnol ogia em Análise e Desenvolvimento de Sist emas Levantamento e Análise de Req uisitos Controle de Vendas de um a Loja de Jogos, Acessórios e Prod utos Geek. Brasília – DF 2022 Levantamento e Análise de Req uisitos Controle de Vendas de um a Loja de Jogos, Acessórios e Prod utos Geek. Projeto Integrado Multid isciplinar IV Projeto Integrado Multidisciplinar para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, apresentado à Universidade Paulista – UNIP E aD. Orientador(a): Ellen Cristina Di as Brasília – DF 2022 RESUMO Através deste projeto serão realizados levantamento e análise de requisitos para o desenvolvimento de um software de controle e gestão de vendas para games e artigo s da cultura geek. Esta análise será utilizada para criar documentos utilizados na implementaçã o do software que será utiliza do na loja. Os documentos produzidos neste projeto consideram o modelo de caso s de uso, requisitos funcionais e não funcionais, diagramas de classes e modelos de dados (MER), colocando em prática todo o conhecimento adquirido ao longo deste semestre com as matérias de Análise de Sistemas Orientados ao Objeto, Banco de Dados e Gestão Estratégica de Recursos Humanos. Ao finalizar o trabalho foi concluído que, a compreensão dos processos de uma empresa é fundamental, para constituir requisitos que leve à implementação de so ftware que realmente atenda as n ecessidades do cliente. PALAVRAS-CHAVE: Análise Requisitos; Jogos; Loja Virtual; MER; Software de Gerenciamento. ABSTRACT Through this project, a survey and analysis of requirements will be carried out for the development of a control and sales management software for games and geek culture. This analysis will be used to create documents that will be used in the store implementation. The documents produced in this project consider the use case model, functional and n on-functional requirements, class diagrams and data models (MER), putting into practice all the knowledge acquired during this semest er. KEYWORDS: Requirements Analysis; Games; Virtual Store; MER; Management Soft ware. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. FUNÇÕES DO NEGÓCIO 3. SOLUÇÕES DISPONÍVE IS 4. AUTOMATIZA ÇÕES 5. MODELOS DE CASOS DE USO 6. REQUISITOS NÃO-FUNCIONAIS 7. CONTEXTO DE USO 8 . REGRAS DE NEGÓCIO 9 . CONCLUSÃO 10 . REFERÊNCIAS 1. INTRODUÇÃO Entender o que o cliente quer ou acredita que precisa, bem como as regras ou processos de negócios, é o cerne que impulsiona essa função vital que faz parte da engenharia de requisitos. Esta é uma das partes mais significativas do processo que resultará no desenvolvimento de um sistema. Além disso, há o ma peamento de processos, fundamental para a melhoria dos resultados. Muitos sistemas falham ao longo de sua jornada porque a fase de coleta de requisitos é ignorad a ou executada de forma ineficient e. Uma investigação b aseada em 5.400 sistemas desenvolvidos em 1999 revelou que os custos incorridos como consequência da primeira implementação da fase de levantamento de requisitos podem fazer com que os sistemas custem até dez vezes o necessário. E quão bons são esses sistemas? Preços altos não implicam alta qualidade. P ara desenvolver sistemas profissionais e de alta qualidade, é necessário atender aos requisitos de forma eficiente e metódica. É necessário contar com profissionais qualificados de acordo com as necess idades específicas de cada projeto. Acredito firmemente na importância da avaliação de processos, mapeamento e melhoria dos processos de negócios. Neste estudo, concluiremos a importância desses processos bem como sua eficiência na gestão do desenvolvimento de sof tware. 2. FUNÇÕES DO NEGÓCIO Funções de Negócios são estruturas co nceituais que ajudam a descrever a missão de uma organização, permanecendo estáveis ao longo do tempo, mesmo diante de reor ganizações da empresa. Podemos dizer que uma função é uma série de atividades relacionadas que en volvem uma ou mais entidades de dados e são realizadas com o objetivo de atingir um ou mais objetivos da empresa, como gerar um resultado financeiro específico, ou atender as necessidades dos clientes da empresa, ou dando origem a produtos e serviços a serem comercializados, ou gerando receita. 3. SOLUÇÕES DISPONÍVEIS Os si stemas atuais são muito mais generalistas, ou seja, um único sistema de g estão de loja pode se r adaptado a uma ga ma quase infinita de negócios, permitindo ao desenvolvedor centralizar seus esforços tecnológicos em um único aplicativo, possibilitando retornos de solução mais rápidos e o desenvolvimento de novas funções. Existem várias empresas que comercializam uma solu ção chave na mão para as necessidades da UNIGEEP; essas so luções diferem desde a linguagem de programação utilizada até a disponibilidade do aplicativo, seja local ou na nuvem; e o número ou potencial de interfaces co m outras aplicações. As mensalidades, todas (o s pesquisados) funcionam com planos que vão do básico ao avançado, e a mensalidade oscila em função da quantidade de funcionalidades. Esses números variam de acordo com a duração do tempo contratado. Segue a comparação: TagPlus - De R$ 41,58 a R$ 165,83. Eleve – De R$ 74,92 a R$ 37 4,92. GestaoClick - De R$ 49,90 a R$ 199,90. NEX - De R$ 39,00 a R $ 99,00 *Todos os valores mensais em qu estão são referentes a opção de pl ano anual. Para lidar com uma situação como a apresentada pela UNIGEEP, é necessário não apenas atender aos requisitos funcionais ou não funcionais do software, mas também realizar uma análise competitiva. Essa a nálise não só permite que o gestor entenda melhor a situação do mercado e saiba como se comportar para competir de forma saudável e ética no mundo dos negócios, como também permite que você aprenda com seus concorrentes. Esta pesquisa nos aj udará a determinar se é economicamente viável construir um novo software para um aplicativo que atualmente é popular e possui um grande número de fornecedores. (Imagem 1 – TagPlus - Fonte: tagplus.com.br) (Imagem 2 – Eleve - Fonte: elevesuasvendas.com.br) (Imagem 3 – GestãoClick - Fonte: gestaoclick.com.br) (Imagem 4 – Nex - Fonte: programanex.com.br) 4. AUTOMATIZAÇÕES Como você descobre quais procedimentos podem ser automatizados? Gestores que antecipam o dia em qu e os procedimentos serão automatizados e todas as dificuldades serão tratadas. A automação de processos é realmente a chave para o sucesso? A automação de processos emprega tecnologia específica e a integração de dados e sistemas para executar os pro cessos conforme foram projetados, reduzindo o risco de erro s, agilizando a execução dos processos, permitindo o monitoramento do desempenho em tempo real para tomar decisões mais eficazes, garantindo o cumprimento das regras e o cumprimento dos prazos, e proporcionando uma var iedade de outros benefí cios. Ele vai além do mundo virtual e permite a integração de diversos participantes, como colaboradores, clientes e parceiros de negócios, que podem interagir via Internet ou Extranet via e-mails, sistemas ou portais utilizando diversos tipos de ferramentas como computadores tradicionais e até smartphones e tablets , que permitem interação remota e à d istância. Serão automatizadas as se guintes pri meiras operações: e-mail com mercadorias em falta em estoque, e-mail avisando ao cliente que o produto reservado chegou e e-mail marketing com produtos ligados à compra anterior do cliente. 5. MODELOS DE CASOS DE USO A partir da identificação dos casos de uso, foram elaborados os modelos para cada caso, conforme a se guir: 6. REQUISITOS NÃO-FUNCIONAIS Normalmente, o cliente não precisa declarar esse s critérios porque eles constituem o mínimo de um programa ou serviço. Requisitos não funcionais são aqueles relativos ao uso do aplicativo em termos de confiabilidade, desempenho, disponibilidade, manutenção, tecnologias envolvidas e usabilidade. Dentro do cenário proposto os requisitos em questão são: (Tabela 1 – Requisitos Não-Funcionais) (Tabela 2 – Requisitos Não-Funcionais) 7. CONTEXTO DE USO O papel d o contexto na experiência do usuário está se tornando cada vez mais importante. Com os avanços tecnológicos e a popularidade dos dispositivos móveis, o contexto de uso (o ambiente em que ocorre a interação usuário/produto) tornou-se uma noção essencial no desenvolvimento de sistemas.  Que experiência você que of erecer em cada situação?  Em que cenários o seu produto ou serviço pode ser utilizado?  Que expectativas o usuár io terá em cada um desses contextos? Essa compreensão permite qu e você prepare seus produtos e serv iços para oferecer experiências ad equadas a cada contexto de acesso. Quem? A utilização do sistema será rea lizada a todos que tenham acesso ao sistema através de login e senh a. (funcionários e proprietário). O que? Sistema utilizado para realização de vendas de produtos existentes na loja física. Onde? Através de aplicação desktop (p odendo utilizar dispositivos móveis) acessada exclusivamente na loc alidade da loja física. 8. REGRAS DE NEGÓCIO As regras de negócio são um componente essencial da modelagem de processos. Eles limitam e especificam como um determinado processo deve ser executado, além de m ostrar o entendimento do processo. Dentre os cenários apresent ados, seguem as regras a serem aplicad as: (Tabela 3 – Regras de Negócios) 9. CONCLUSÃO Os requisitos são o conjunto de necessidades estabelecidas pelo cliente/usuário que definem a estrutura e o comportamento do software que está sendo desenvolvido, os processos, os dados que se espera que sejam gerados, as restrições operacionais, as pessoas que usarão o software e todas essas questões relacionadas e ntre si. Compreender os desafios que uma organização deve enfrentar com o uso de software é desafiador; como resul tado, determinar exatamente o que um sistema deve realizar é comp lexo. O PIM VI demonstra que, com as técnicas aprendidas neste semestre, podemos interpretar com mais precisão os desejos do cliente e transformá-los em realidade de forma ordenada, mais eficiente e econômica, levando em consideração não apenas as expectativas, mas também os prazos definidos pelos envolvidos no processo. Desta forma podemos afirmar q ue os benefícios da análise de req uisitos são:  Entendimento comum entre desenvolvedores, clientes e u suários sobre o trabalho a ser feito.  Uma fonte confiável para estimativa d e custos, pessoal, prazos e etc.  Melhoria na qualidade do soft ware a ser desenvolvido.  Objetivo traçado gerando assim uma menor manutenção e customização do soft ware futuramente. No entanto, para que as estratégias tenham o impacto desejado, uma boa definição de requisitos deve ser: clara e inequívoca, abrangente, precisa, consistente, breve e confiável para cada uma das pro postas a serem implementadas. Em conclusão, as abordagens de análise e coleta de requisitos foram fundamentais para o sucesso d este projeto e muitos outros que estão por vir. 10. REFERÊNCIAS Manual do PIM IV Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Universidade Paulista – Unip .CST Análise e Desenvolvimento de Sistemas. [DENNIS, 2005] DENNIS, Alan. Análise e Projeto de Sistemas. Rio de Janeiro, LTC, 2005. [Lima,2005] LIMA, Adilson da Silva. UML 2.0: do requisito à s olução. 1 ed. São Paulo: Érica, 2005. [Ahern, 2001] DENNIS M. AHE RN, AARON CLOUSE, e RICHARD TUR NER, CMMI Distiled: A Practical Introduction to Integrated Process Improvement, SEI Series in Soft ware Engineering, Addison-Wesley, 306 pa ges, 2001. [Pressman, 2002] PRESSMAN, R. Engenharia de Software. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2002. [Campos, 1992] CAMPOS, VICENTE TQC — Controle da Qualidade Total. Belo Horizonte: Bloch Ed, 1 992. [ISO. 2000] ISO 9001:200 0. Quality Management Systems. Requirements, 2000. [Maldonado, 2001] — Qualidade de Software, Teoria e prátic a. São Paulo: Pearson, 2001. [MCT,1996] MCT. Qualidade no setor de software br asileiro: 1995. Brasília, DF. http:/Awww.mct. gov.br [Weber, 2001] WEBER, K.C,; RO CHA, A.R.C e NASCIMENTO , C.J. Qualidade e produtividade em software, 4ª edição renovada. São Paulo, Makron Books, 2001. Fim do documento Avalie para ter melhores recomendações Texto de pré-visualização UNIVERSIDADE PALISTA – UNIP EaD
Projeto Integrado Multidisciplinar
Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Levantamento e Análise de Requisitos
Controle de Vendas de uma Loja de Jogos, Acessórios e Produtos Geek. Brasília – DF
2022 Levantamento e Análise de Requisitos
Controle de Vendas de uma Loja de Jogos, Acessórios e Produtos Geek.
Projeto Integrado Multidisciplinar IV Projeto Integrado Multidisciplinar para obtenção
do título de tecnólogo em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas, apresentado à
Universidade Paulista – UNIP EaD.
Orientador(a): Ellen Cristina Dias Brasília – DF
2022 ABSTRACT Through this project, a survey and analysis of requirements will be carried out
for the development of a control and sales management software for games
and geek culture. This analysis will be used to create documents that will be
used in the store implementation. The documents produced in this project
consider the use case model, functional and non-functional requirements, class
diagrams and data models (MER), putting into practice all the knowledge
acquired during this semester.
KEYWORDS: Requirements Analysis; Games; Virtual Store; MER;
Management Software. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. FUNÇÕES DO NEGÓCIO 3. SOLUÇÕES DISPONÍVEIS 4. AUTOMATIZAÇÕES 5. MODELOS DE CASOS DE USO 6. REQUISITOS NÃO-FUNCIONAIS 7. CONTEXTO DE USO 8. REGRAS DE NEGÓCIO 9. CONCLUSÃO 10. REFERÊNCIAS 2. FUNÇÕES DO NEGÓCIO Funções de Negócios são estruturas conceituais que ajudam a
descrever a missão de uma organização, permanecendo estáveis ao longo do
tempo, mesmo diante de reorganizações da empresa.
Podemos dizer que uma função é uma série de atividades relacionadas
que envolvem uma ou mais entidades de dados e são realizadas com o
objetivo de atingir um ou mais objetivos da empresa, como gerar um resultado
financeiro específico, ou atender as necessidades dos clientes da empresa, ou
dando origem a produtos e serviços a serem comercializados, ou gerando
receita. SOLUÇÕES DISPONÍVEIS Os sistemas atuais são muito mais generalistas, ou seja, um único
sistema de gestão de loja pode ser adaptado a uma gama quase infinita de
negócios, permitindo ao desenvolvedor centralizar seus esforços tecnológicos
em um único aplicativo, possibilitando retornos de solução mais rápidos e o
desenvolvimento de novas funções.
Existem várias empresas que comercializam uma solução chave na mão
para as necessidades da UNIGEEP; essas soluções diferem desde a
linguagem de programação utilizada até a disponibilidade do aplicativo, seja
local ou na nuvem; e o número ou potencial de interfaces com outras
aplicações. As mensalidades, todas (os pesquisados) funcionam com planos
que vão do básico ao avançado, e a mensalidade oscila em função da
quantidade de funcionalidades. Esses números variam de acordo com a
duração do tempo contratado. Segue a comparação: TagPlus - De R$ 41,58 a R$ 165,83.
Eleve – De R$ 74,92 a R$ 374,92.
GestaoClick - De R$ 49,90 a R$ 199,90.
NEX - De R$ 39,00 a R$ 99,
*Todos os valores mensais em questão são referentes a opção de plano anual. Para lidar com uma situação como a apresentada pela UNIGEEP, é
necessário não apenas atender aos requisitos funcionais ou não funcionais do
software, mas também realizar uma análise competitiva. Essa análise não só
permite que o gestor entenda melhor a situação do mercado e saiba como se
comportar para competir de forma saudável e ética no mundo dos negócios,
como também permite que você aprenda com seus concorrentes. Esta
pesquisa nos ajudará a determinar se é economicamente viável construir um
novo software para um aplicativo que atualmente é popular e possui um grande
número de fornecedores. (Imagem 1 – TagPlus - Fonte: tagplus.com) (Imagem 2 – Eleve - Fonte: elevesuasvendas.com)projetados, reduzindo o risco de erros, agilizando a execução dos processos,
permitindo o monitoramento do desempenho em tempo real para tomar
decisões mais eficazes, garantindo o cumprimento das regras e o cumprimento
dos prazos, e proporcionando uma variedade de outros benefícios. Ele vai além
do mundo virtual e permite a integração de diversos participantes, como
colaboradores, clientes e parceiros de negócios, que podem interagir via
Internet ou Extranet via e-mails, sistemas ou portais utilizando diversos tipos de
ferramentas como computadores tradicionais e até smartphones e tablets, que
permitem interação remota e à distância.
Serão automatizadas as seguintes primeiras operações: e-mail com
mercadorias em falta em estoque, e-mail avisando ao cliente que o produto
reservado chegou e e-mail marketing com produtos ligados à compra anterior
do cliente. MODELOS DE CASOS DE USO A partir da identificação dos casos de uso, foram elaborados os modelos
para cada caso, conforme a seguir: 6. REQUISITOS NÃO-FUNCIONAIS Normalmente, o cliente não precisa declarar esses critérios porque eles
constituem o mínimo de um programa ou serviço. Requisitos não funcionais
são aqueles relativos ao uso do aplicativo em termos de confiabilidade,
desempenho, disponibilidade, manutenção, tecnologias envolvidas e
usabilidade.
Dentro do cenário proposto os requisitos em questão são: (Tabela 1 – Requisitos Não-Funcionais) (Tabela 2 – Requisitos Não-Funcionais) 7. CONTEXTO DE USO O papel do contexto na experiência do usuário está se tornando cada
vez mais importante. Com os avanços tecnológicos e a popularidade dos
dispositivos móveis, o contexto de uso (o ambiente em que ocorre a interação
usuário/produto) tornou-se uma noção essencial no desenvolvimento de
sistemas.
 Que experiência você que oferecer em cada situação?
 Em que cenários o seu produto ou serviço pode ser utilizado?
 Que expectativas o usuário terá em cada um desses contextos? Essa compreensão permite que você prepare seus produtos e serviços
para oferecer experiências adequadas a cada contexto de acesso. Quem?
A utilização do sistema será realizada a todos que tenham acesso ao
sistema através de login e senha. (funcionários e proprietário). O que? (Tabela 3 – Regras de Negócios) CONCLUSÃO Os requisitos são o conjunto de necessidades estabelecidas pelo
cliente/usuário que definem a estrutura e o comportamento do software que
está sendo desenvolvido, os processos, os dados que se espera que sejam
gerados, as restrições operacionais, as pessoas que usarão o software e todas
essas questões relacionadas entre si.
Compreender os desafios que uma organização deve enfrentar com o
uso de software é desafiador; como resultado, determinar exatamente o que
um sistema deve realizar é complexo.
O PIM VI demonstra que, com as técnicas aprendidas neste semestre,
podemos interpretar com mais precisão os desejos do cliente e transformá-los
em realidade de forma ordenada, mais eficiente e econômica, levando em
consideração não apenas as expectativas, mas também os prazos definidos
pelos envolvidos no processo.
Desta forma podemos afirmar que os benefícios da análise de requisitos são:  Entendimento comum entre desenvolvedores, clientes e usuários sobre
o trabalho a ser feito.
 Uma fonte confiável para estimativa de custos, pessoal, prazos e etc.
 Melhoria na qualidade do software a ser desenvolvido.
 Objetivo traçado gerando assim uma menor manutenção e
customização do software futuramente.
No entanto, para que as estratégias tenham o impacto desejado, uma boa
definição de requisitos deve ser: clara e inequívoca, abrangente, precisa,
consistente, breve e confiável para cada uma das propostas a serem
implementadas.
Em conclusão, as abordagens de análise e coleta de requisitos foram
fundamentais para o sucesso deste projeto e muitos outros que estão por vir. 10. REFERÊNCIAS Manual do PIM IV Curso Superior de Tecnologia em Análise e
Desenvolvimento de Sistemas – Universidade Paulista – Unip .CST Análise e
Desenvolvimento de Sistemas. [DENNIS, 2005] DENNIS, Alan. Análise e Projeto de Sistemas. Rio de
Janeiro,
LTC, 2005. [Lima,2005] LIMA, Adilson da Silva. UML 2: do requisito à solução. 1 ed.
São
Paulo: Érica, 2005. [Ahern, 2001] DENNIS M. AHERN, AARON CLOUSE, e RICHARD TURNER,
CMMI Distiled: A Practical Introduction to Integrated Process
Improvement,
SEI Series in Software Engineering, Addison-Wesley, 306 pages, 2001. [Pressman, 2002] PRESSMAN, R. Engenharia de Software. Rio de Janeiro:
McGraw-Hill, 2002. [Campos, 1992] CAMPOS, VICENTE TQC — Controle da Qualidade Total.
Belo Horizonte: Bloch Ed, 1992. [ISO. 2000] ISO 9001:2000. Quality Management Systems. Requirements,
2000. [Maldonado, 2001] — Qualidade de Software, Teoria e prática. São Paulo:
Pearson, 2001. [MCT,1996] MCT. Qualidade no setor de software brasileiro: 1995. Brasília,
DF. http:mct.gov

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