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27 Arritmias, síncope e PCR Bloqueios de ramo Esquerdo Direito Diagnóstico das taquiarritmias • rS em V1 → S de Squerda • Formato M na onda R em V6 → “torre” • rsR’ em V1 → R de Right (direita) → orelha de coelho Taquicardia sinusal Taquicardia atrial Taquicardia supraventricular Fibrilação atrial Taquicardia ventricular Não Não Não Sinusal Não sinusal RR regular RR irregular Tem onda P Tem onda F QRS estreito QRS largo Flutter atrial 28 Taquiarritmias Taquicardia Sinusal Onda P sinusal Taquicardia Atrial Onda P NÃO sinusal Taquicardia Atrial Multifocal Onda P NÃO sinusal (≥ 3 morfologias dife- rentes) Flutter Atrial Onda F (serrote) Taquicardia Supraventricular Sem onda P e onda F, QRS estreito, RR re- gular Fibrilação Atrial Sem onda P e onda F, QRS estreito, RR ir- regular Taquicardia Ventricular Monomórfica Ausência de onda p ou F, QRS alargado, morfologias idênticas Taquicardia Ventricular Polimórfica Ausência de onda p ou F, QRS alargado, morfologias distintas Tipo especial: Torsades de Pointes 29 Tratamento das taquiarritmias Taquicardia Tratamento na estabilidade Taquicardia Sinusal e atrial Tratar causa base Flutter Atrial = fibrilação atrial Fibrilação Atrial Fluxograma próprio detalhado Taquicardia Supraventricular PRIMEIRO: manobras vagais (Valsalva Modificada, Massagem Carotídea, gelo…) DEPOIS: adenosina EV: 6mg > 12mg > 12mg Taquicardia Ventricular PAS: Procainamida, Amiodarona ou Sotalol Torsades de pointes Estável: Sulfato de Mg / Opção: Lidocaína (não altera QT) Instável: Desfibrilação (não sincroniza QRS) Tratamento das taquiarritmias na estabilidade Manejo conforme taquicardia 120-200J Fibrilação Atrial 100J TV com pulso 50-100J Flutter / TSV Não Sim Cardioversão elétrica Critérios de instabilidade? • 4 Ds súbitos • Desmaio • Dispneia • Dor torácica • Diminuição da PA 30 Classificação da FA (ACC+AHA 2023) Decisão entre controle de ritmo e frequência em FAs antigas ACC + AHA (2023) Classificação Definição Estágio 1 Em risco de FA Apenas fatores de risco Estágio 2 Evidência estrutural ou elétrica que leva a FA Ex: aumento de átrio Estágio 3a Paroxística Duração ≤ 7 dias Estágio 3b Persistente (forma + comum) Duração > 7 dias Estágio 3c Persistente de longa duração Duração ≥ 1 ano Estágio 3d FA após ablação FA que persiste/surge mesmo após ablação Estágio 4 Permanente Optado por manter em FA FA valvar: EM mod/grave; prótese valvar (biológica ou mecânica) Necessita ACO pré e pós *BCC NDIP IC, IAM, fibrose ventricular, cardiopatia estrutural Controle Ritmo Amiodarona Op: Sotalol Refratário a tudo: Ablação Amiodarona, Propafenona ou Sotalol ßB Op: Digoxina ßB, Verapamil*, Diltiazem* Op: Digoxina FC (alvo sentado/em pé > Sín- cope > decúbito (1-2’) > melhora total Dx duvidoso ou imprescindível: Tilt Test Primeiro: Retirar medicamentos Depois: Medida não farmacológica • Educação postural • Aumentar ingesta de sal e água, • Meias compressivas Refratários: • Fludrocortisona • Midodrina Hipotensão ortostática ↓ de vol. intravascular (hidrocloro, furo…), Medicamentos (ßB,BCC, tricíclicos), Disf. barorreflexo Pé/deitado > Ortostase > síncope ↓ PAS ≥ 20mmHg ou PAD ≥ 10 mmHg em até 3min após ortostase Cardíaca Arritmias, dça cardíaca estrutural, dça pulmonar (ex: TEP) Sem prodromos, durante exercício, posição supina, palpitações prévias… Jovens - CMH, WPW, QT longo Idosos - IAM, estenose aórtica, BAVT ECG para todos! TTO da causa PS: Todos: anemnese + EF + ECG ± (EcoTT se dça estrutural conhecida) Internar se (principais para prova): Suspeita de SCA, dissecção, IC descompensada, Alterações de ECG → diversas (Bom senso irá lhe ajudar) Escape atrial onda P não sinusal Escape ventricular sem onda P, QRS alargado Escape juncional sem onda P, QRS estreito 34 Parada Cardiorrespiratória Ritmos não chocáveis Ritmos chocáveis Massagem cardíaca externa de alta qualidade AESP → “Qualquer” SEM pulso Assistolia TV Sem Pulso Fibrilação ventricular • Posicionamento correto • 100- 120 repetições por minutos • Profundidade de 5-6 cm • Não interromper! (Se necessário: máx 10”) Movimento descendente Movimento ascendente 5 cm 35 Suporte básico de vida (BLS) Pulso normal Respiração alterada (parada respiratória) Pulso e respiração normais Pulso e respiração ausentes Ritmo chocável Monitorizar PCR: iniciar ciclos de RCP Ventilação de resgate (1V : 6”) Checar pulso a cada 2’ Suspeita de intoxicação por opióde: naloxone Segurança da cena Avaliar responsividade Chegada do DEA 30 compressões Arresponsivo: Chamar ajuda/SAMU Providenciar DEA Checar pulso/respiração (simultaneamente) máx. 10 segundos 2 ventilações Ritmo não chocável Retorne a RCP "Siga o DEA" Choque Mono: 360J Bifásico: Máx DEA: automático Não importa momento do ciclo 36 Suporte avançado de vida Iniciar RCP +fornecer oxigênio +colocar monitor/desfibrilador Ritmo chocável? Sim Sim Não Algoritmo ritmo chocável • Se não houver sinais de RCE, manter RCP e algoritmo de AESP/Assistolia • Se RCE → cuidados pós-parada Epinefrina Não Ritmo chocável? Ritmo chocável? RCP 2min + Amiodarona ou lidocaína + Trate causas reversíveis Não Não Não FV/TVSP Sim Ritmo chocável? Sim Sim Assistolia/AESP RCP 2min + Adrenalina a cada 3 a 5min + Considere via aérea avançada com capnografia RCP 2min + Acesso EV ou IO RCP 2min + Trate causas reversíveis RCP 2min + Adrenalina a cada 3 a 5min + Considere via aérea avançada com capnografia Ritmo chocável? 37 Nível Adequado PETCO2 > 10-15: RCP adequada > 25: retorno da circulação espontânea PAD > 20mmHg 5 Ts Tratamento proposto Tamponamento cardíaco Drenagem pericárdica (Marfan) Tensão torácica (pneumotórax) Toracocentese de alívio Toxinas Antídoto (naloxone - opioide / flumazenil - BDZ / glucagon - betabloq) Trombose pulmonar (TEP) Considerar trombólise (evidência ruim) Trombose coronária (IAM) Manter PAD > 20 mmHg; ir para CATE após RCE (se supra) 5 HsTratamento proposto Hipovolemia Reposição volêmica Hipóxia Priorizar ventilação e via aérea avançada Hipo/hipercalemia Hipocalemia - reposição (não bôlus) Hipercalemia - Gluconato de cálcio 10% e HCO3 Hipotermia Reaquecer Hidrogênio (acidose) HCO3 1mEq/kg Parâmetros de uma boa RCP