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BIOLOGIA INTERATIVABIOLOGIA INTERATIVA Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIMRONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados ©2017 tioronnicabral.blogspot.com.br Sistema ExcretorSistema Excretor 3 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR Designa-se como sistema excretor qualquer conjunto de órgãos que, num organismo, é responsável pela manutenção do meio interno, regulação do teor de água e sais minerais e eliminação de resíduos nitrogenados formados durante o metabolismo celular. Função: eliminar as substâncias que estão em excesso, para manter o equilíbrio, chamado de equilíbrio dinâmico (hídrico e iônico), que é fundamental para o bom funcionamento da célula com o meio denominado, homeostase. 4 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR ANATOMIA COMPARADA Poríferos e Cnidários – Difusão. Platelmintos – Células flama. Nematelminto – Células H. Anelídeos e moluscos – Nefrídios. Artrópodes – Túbulos de Malpighi e Glândulas verdes. Equinodermos – Difusão (Sistema Ambulacrário). Cordados – Rins. 5 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR TIPOS DE EXCRETAS EXCRETA TOXICIDADE SOLUBILIDA DE EM ÁGUA ANIMAIS HABITAT Amônia Alta Alta Peixes e anfíbios (larvas) Aquáticos Uréia Média Média Anfíbios e Mamíferos Terrestre Ácido Úrico Baixa Baixa Insetos, aves e répteis Terrestre 6 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR FORMAÇÃO DA URINA HUMANA Concentrações: pouca amônia, média ureia e muito ácido úrico. Desaminação Ciclo da Ornitina 7 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR SISTEMA EXCRETOR HUMANO - Dois rins - Dois ureteres - Uma bexiga urinária - Uma uretra Nefrologia: estudo da anatomia, fisiologia e distúrbios dos rins. Urologia: estudo dos sistemas urinários masculino e feminino e do sistema genital masculino. 8 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR RINS - Dois órgãos grandes. - Avermelhados. - Forma de feijão. - Vascularizados. - Parede abdominal posterior. - Gordura perirrenal. - No polo superior situa-se glândula suprarrenal (adrenal). 9 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR ESTRUTURAS RENAL - Córtex - Medula - Pirâmide de Malpighi - Túbulos Uriníferos - Colunas de Bertin - Área Crivosa - Cálice Menor - Cálice Maior - Pelve - Ureter 10 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR NÉFRON Cápsula de Bowman Glomérulo Alça descendente Alça ascendente Alça de Henle Ducto coletor capilares para o ureter Túbulo contorcido proximal Túbulo contorcido distal Ramo da artéria renal 11 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR NÉFRON Unidade morfofuncional do rim Regiões: - Glomérulo Renal - Cápsula de Bowman - Túbulo cont. proximal - Alça de Henle - Túbulo cont. distal - Ducto coletor 12 Glomérulo Alça descendente GLICOSE Aminoácidos Ca++ Tubo Coletor Reabsorção ativa (gasto de energia): glicose, aminoácidos e sais. Reabsorção passiva (difusão): água. TCD Alça de Henle TCP SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR NÉFRON 13 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR URETERES - 25-30cm. - Função: conduzir a urina do rim à bexiga urinária. 14 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR BEXIGA - 250ml - Localização: - Cavidade pélvica - No homem: à frente do reto - Na mulher: entre o útero e o reto Função: - Armazenar a urina que flui continuamente dos ureteres. 15 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR URETRA - ♂ 18-20cm - 4cm - Função: conduzir a urina da bexiga ao meio externo 16 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR 17 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR HORMÔNIOS ENVOLVIDOS - Aldosterona (suprarrenais): controla os níveis de sódio. - ADH (hipófise): controla a quantidade de água no sangue. 18 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR PRINCIPAIS DOENÇAS GOTA Gota é uma doença caracterizada pela elevação de ácido úrico no sangue e surtos de artrite aguda secundários ao depósito de cristais do sal deste ácido (uratos). - O ácido úrico é um resíduo nitrogenado do metabolismo de purinas (lembrar das bases nitrogenadas). - Mariscos, sardinha, salmão, bacon, fígado devem ser evitados por aqueles que sofrem de gota. 19 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR PRINCIPAIS DOENÇAS HEMODIÁLISE O tratamento mais utilizado por aqueles pacientes que, por qualquer motivo, perderam a função renal e irreparavelmente atingiram a fase terminal da doença renal. No dialisador, o sangue é exposto à solução de diálise (também conhecida como dialisato) através de uma membrana semipermeável, permitindo assim, as trocas de substâncias entre o sangue e o dialisato. Após ser retirado do paciente e passado através do dialisador, o sangue “filtrado” é então devolvido ao paciente pelo acesso vascular. É importante ressaltar que a água usada durante a diálise deve ser tratada e sua qualidade monitorada regularmente. 20 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR PRINCIPAIS DOENÇAS DIABETES INSIPIDUS A diabetes insipidus (DI) é uma doença caracterizada pela sede pronunciada e pela excreção de grandes quantidades de urina muito diluída Esta diluição não diminui quando a ingestão de líquidos é reduzida. Isto denota a incapacidade renal de concentrar a urina. ADH é ocasionada pela deficiência do hormônio antidiurético (vasopressina) ou pela insensibilidade dos rins a este hormônio. O hormônio antidiurético é produzido normalmente no hipotálamo do cérebro e liberado pela neuro-hipófise. 21 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR PRINCIPAIS DOENÇAS DIABETES INSIPIDUS Glomerulonefrites ou glomerulopatias são afecções que acometem o glomérulo, estrutura microscópica do rim formada por um emaranhado de capilares e que é a principal estrutura renal responsável pela filtração do sangue. As doenças glomerulares são consequência de uma ampla variedade de fatores: distúrbios imunológicos, doenças vasculares, doenças metabólicas e algumas entidades hereditárias. As glomerulopatias que aparecem isoladamente são classificadas como primárias, e quando estão associadas a doenças sistêmicas (lupus, diabetes ou outras) são classificadas como secundárias. Fotomicrografia de uma biópsia de rim de um paciente com glomerulonefrite crescêntica mostrando uma formação crescêntica fibrocelular proeminente e uma proliferação mesangial moderada em um glomérulo. Coloração de hematoxilina e eosina. 22 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR PRINCIPAIS DOENÇAS DIABETES INSIPIDUS Lítíase ou cálculo são termos utilizados para designar formações pétreas de composições diversas (cálcio, colesterol, urato, etc.) no organismo humano em especial nas vias urinárias e biliares e também nos animais, podendo levar a doenças . São condensações (depósitos ) de íons e sais formados no interior do rim, pode ter 3 caminhos: Aumento de tamanho, Eliminação e a Estabilização. O tratamento convencional do cálculo renal consiste na ingestão de analgésicos e muito líquido. Também podem ser receitados remédios que ajudam na dissolução de certas substâncias da urina, como o cálcio. 23 SISTEMA EXCRETORSISTEMA EXCRETOR NOVIDADES TECNOLÓGICAS O rim fabricado é perfeitamente parecido com o natural. Ele tem filtros de silício, células vivas e é bio-híbrido. O aparelho funciona com uma série de microchips e é movido pelo coração humano para filtrar os resíduos da corrente sanguínea. O rim biônico é conhecido pelos americanos como “The Kidney Project” e foi lançado por William Fissell de Vanderbilt e Shuvo Roy, da UCSF. Esta notícia é muito especial para pacientes com doenças renais que dependem da hemodiálise. Talvez você se pergunte sobre a possibilidade de algum corpo rejeitá-lo, mas esta é a segundo melhor notícia: chances zero. Isso porque o rim biônico é feito a partir de células renais. Para que isso fosse possível, a equipe recebeu, em novembro de 2015, uma doação de 6 milhões de dólares do Institute of Biomedical Imaging and Bioengineering (Nibib) para pesquisas e desenvolvimento. Os pesquisadores acreditam que as opções podem ser ainda mais amplas e o principal deles, dr. Victor Gura, afirma que dentro de dois anos o rim biônicoestará disponível para venda. Fonte: curapelanatureza.com.br Exercício 1 (Enem 2015) Durante uma expedição, um grupo de estudantes perdeu-se de seu guia. Ao longo do dia em que esse grupo estava perdido, sem água e debaixo de sol, os estudantes passaram a sentir cada vez mais sede. Consequentemente, o sistema excretor desses indivíduos teve um acréscimo em um dos seus processos funcionais. Nessa situação o sistema excretor dos estudantes a) aumentou a filtração glomerular. b) produziu maior volume de urina. c) produziu urina com menos ureia. d) produziu urina com maior concentração de sais. e) reduziu a reabsorção de glicose e aminoácidos. Em situação de desidratação ocorre maior produção de ADH, o que aumenta a reabsorção de água nos rins (néfrons) e, consequentemente, a produção de urina mais concentrada. OBRIGADOOBRIGADO https://tioronni.tumblr.com/ http://tioronnicabral.blogspot.com.br/2017/02/inicio_11.html https://twitter.com/tio_ronni https://plus.google.com/u/0/+RonnielleCabral http://tioronnicabral.blogspot.com.br/ https://www.youtube.com/channel/UCd-OFFRxXn3S04VuS2hoH3w https://www.instagram.com/tio_ronni/ https://www.linkedin.com/in/ronnielle-cabral-rolim-ba1141146/ mailto:ronnitic@gmail.com?subject=Contato%20-%20Via%20Slide https://www.facebook.com/TioRonni Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25