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Necessidades e Cuidados em Saúde

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2025
2 ª E T A P A
SUMÁRIO 
2ª E T A P A
NECESSIDADES E CUIDADOS EM SAÚDE (NCS) .......................................................07
 
 Complexo temático I – Funções biológicas ............................................................08
Árvore temática 1 .........................................................................................................10 
 Agenda para TBL ...........................................................................................................35
 Complexo temático II – Mecanismos de agressão e defesa ...................................36
 Árvore temática 2 .........................................................................................................38
Agenda para TBL ...........................................................................................................63
 Complexo temático III – Mecanismo de resposta imune e infecção........................64 
Árvore temática 3 .........................................................................................................66
 Agenda para TBL ...........................................................................................................85
HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS ........................................................86
 
Termo de referência HM/EC ..................................................................................87
Cronograma HM/EC ..............................................................................................92
Estações HM/EC............................... .....................................................................94
Saúde Baseada em Evidência ..............................................................................109
 
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS ................................................................................112
Termo de referência PMSUS ................................................................................113
Cronograma PMSUS ............................................................................................120
Estações PMSUS...................................................................................................121
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Videoaula disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
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7
NECESSIDADES 
E CUIDADOS 
EM SAÚDE (NCS)
2ª E T A P A
8
FUNÇÕES 
BIOLÓGICAS
COMPLEXO TEMÁTICO I
9
“Observando-se os fenômenos que ocorrem na 
Natureza, pode-se por analogia estendê-los à 
fisiologia do corpo humano, pois nele se reproduzem 
os mesmos fenômenos naturais. Nessa visão 
global de integração Natureza-Ser Humano, todas 
as ciências são coerentes e concordantes entre 
si, os ramos do conhecimento humano partem ou 
confluem para o saber básico.”
(Ysao Yamamura, 2004) 
10
Árvore 
temática 1
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11
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Compreender a integração dos sistemas fisiológicos que compõem o 
corpo humano para a manutenção da homeostase.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Identificar a homeostase como um estado de equilíbrio dinâmico, 
identificando a participação dos diversos sistemas orgânicos em sua 
manutenção.
Relacionar a homeostase com a manutenção da qualidade de vida do 
homem.
Reconhecer a valorização do ambiente tanto como fonte de 
perturbações da homeostase quanto de expressão de comportamentos 
e reações que definem as interações sociais do indivíduo.
Desenvolver a visão da complexidade da atuação médica no 
reconhecimento do estado funcional global do indivíduo, 
particularizando os diversos sistemas orgânicos, em múltiplas 
interações para a manutenção de homeostase, em situações de 
equilíbrio e de desequilíbrio real ou potencial.
Correlacionar parâmetros morfológicos e funcionais com a avaliação 
clínica (sinais e sintomas), fornecendo subsídios para a compreensão e 
a aplicação de procedimentos semiológicos diagnósticos.
Reconhecer a importância da incorporação de novos hábitos e práticas 
que visem à manutenção da saúde, no âmbito do atendimento das 
necessidades de saúde.
12
Avaliar situações desconhecidas, identificando lacunas no próprio 
conhecimento, formulando questões e hipóteses explicativas 
adequadas, consolidando a autonomia intelectual na busca de 
informações científicas que possibilitem a compreensão da realidade 
observada e a tomada de decisões.
Valorizar a integração de diversas áreas do conhecimento na prática 
médica da capacidade de autoavaliação, na dinâmica do processo de 
formação médica.
13
SP 1.1
E agora?
Morfologia do sistema nervoso 
e transporte através 
de membranas
1 2 3 4
14
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Aprendiz, você se recorda dos principais eventos envolvidos nas primeiras 
semanas de desenvolvimento embriológico? Recordá-los será fundamental para 
a compreensão da organização do sistema nervoso. Desta forma, antes de iniciar 
a trilha de aprendizagem, relembre os aspectos inerentes ao desenvolvimento 
embriológico, compreendidos desde a primeira semana até a 3ª semana de 
gestação.
1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Durante 
os vídeos, responda as questões “A” a “E”:
• Sistema nervoso.
• Embriologia do sistema nervoso.
• Tecido nervoso parte I.
• Tecido nervoso parte II.
A. Quais células compõem o sistema nervoso?
B. Quais são as funções dos dendritos, do corpo celular e do axônio?
C. Como os neurônios podem ser classificados?
D. Conceitue substância branca e substância cinzenta.
E. Explique os critérios embriológicos, anatômicos e funcionais para divisão 
do sistema nervoso.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1
1 2 3 4
15
5
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1
ATIVIDADE 2: LEITURA
1. Para execução desta atividade, você deve acessar a Minha Biblioteca na 
plataforma Ulife e fazer a leitura das páginas 89 a 93 do livro “Biologia Celular 
e Molecular” de JUNQUEIRA . Após a leitura, faça um fichamento do conteúdo, 
destacando os pontos mais importantes estudados. 
Dica: para acessar o material diretamente pelo link, é necessário estar com a 
página “Minha biblioteca” aberta.
ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD  
1. Nesta atividade, estudaremos o transporte transmembrana de substâncias; 
para isso, faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Depois, siga o passo a passo 
para execução das atividades A7 1 e A7 2: “Entenda sua fisiologia > A7: Como 
as substâncias atravessam as membranas > A7 1 e A7 2”.
 
Fonte: Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª edição: Grupo GEN, 2012. 
E-book. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 02 jul. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/
https://accounts.kuracloud.com/user/login 
https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview
https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/
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1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO PROBLEMA 
1. Leia a situação problema a seguir e responda às questões “A” a “C”.
Ao descobrir que estava grávida, Maria, 30 anos de idade, agendou em uma 
Unidade Básica de Atendimento (UBS) de sua região a primeira consulta de pré-
natal. A médica solicitou alguns exames laboratoriais,de me-
dicamentos: guia para preparo, administração e monitoramento. São Pau-
lo: COREN-SP, 2017. Disponível em: uso-seguro-medicamentos.pdf. Aces-
so em: 26 abr. 2025.
MAIS Saúde Bahia - Como utilizar e retirar luvas e a lavagem correta de 
mãos. 1 vídeo, 3 min. Publicado pelo canal Secretaria da Saúde do Estado 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
101
da Bahia, 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Bnr-
GcNFdr_U. Acesso em: 12 jul. 2025. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n. 222, de 
28 de março de 2018. Brasília: MS, 2018.
OS 5 MOMENTOS para higienização das mãos - A3. Gov.br, 2020. Disponí-
vel em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicaco-
es/servicosdesaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_5momentos_a3.pdf/
view. Acesso em: 12 jul. 2025.
PERRY, A. G.; POTTER, P. A. Guia Completo de Procedimentos e Competên-
cias de Enfermagem. 9. edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
Disponível em: Minha Biblioteca: Perry & Potter Guia Completo de Proce-
dimentos e Competências de Enfermagem. Acesso em: 01 jun. 2025.
PREVENÇÃO de acidentes com material perfuro cortante. 1 vídeo, 5 min. 
Publicado pelo canal Hospital Evandro Ribeiro, 2023. Disponível em: ht-
tps://www.youtube.com/watch?v=fL-J6MkEnpc. Acesso em: 12 jul. 2025.
STAPENHORST, F. F. et al. Bioética e biossegurança aplicada. Porto Alegre: 
Sagah, 2017. Disponível em: Minha Biblioteca: Bioética e biossegurança 
aplicada. Acesso em: junho 2025.
TÉCNICA de Higienização das Mãos. 1 vídeo, 1 min. Publicado pelo canal 
Centro de Telessaúde HC-UFMG, 2024. Disponível em: https://www.youtu-
be.com/watch?v=3JFtkE-W9H0. Acesso em: 12 jul. 2025.
VÍDEO educativo: Paramentação e desparamentação para profissionais de 
saúde. 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo canal TV GEP HC-UFTM, 2020. Dispo-
nível em: https://www.youtube.com/watch?v=HPBXI-6E550. Acesso em: 
12 jul. 2025. 
VOCÊ UTILIZA OS PERFUROCORTANTES DE FORMA SEGURA?. 1 vídeo, 2 min. 
Publicado pelo canal Seconci-SP OSS, 2023. Disponível em: https://www.
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart
102
youtube.com/watch?v=R1YXb4qm1O0. Acesso em: 12 jul. 2025.
Autor: Magda Aparecida dos Santos Silva
103
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Identificar os principais sinais semiológicos do exame físico do apare-
lho cardiovascular.
Identificar as principais alterações patológicas correlacionando as 
grandes síndromes cardíacas.
Refletir sobre raciocínio clínico nas grandes síndromes cardíacas. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA LEITURA 
PRÉVIA
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Mé-
dica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: ht-
tps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/  . 
Acesso em: 22 jul. 2025.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed.São Paulo: Grupo GEN, 2019. p. 
407-413. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527734998/. Acesso em: 22 jul. 2025.
Observações finais para a elaboração da estação
- Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes.
- As estações devem promover prática em suas diferentes modalida-
des, raciocínio clínico e aprendizagem colaborativa.
AUTOR DA ESTAÇÃO
Regina Venturini da Fonseca
Semiologia 
cardiovascular 
patológica
Estação 5
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
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Semiologia 
respiratória 
patológica
Estação 6
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Identificar os principais sinais semiológicos do exame físico do apare-
lho respiratório.
Identificar os principais sons pulmonares patológicos correlacionando 
às grandes síndromes respiratórias.
Refletir sobre raciocínio clínico nas grandes síndromes pulmonares. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA LEITURA 
PRÉVIA
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Mé-
dica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/. 
Acesso em: 2 jul. 2025.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo-
gan, 2019. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788527734998/. Acesso em: 2 jul. 2025.
Observações finais para a elaboração da estação
• Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes.
• As estações devem promover prática em suas diferentes modalida-
des, raciocínio clínico e aprendizagem colaborativa.
AUTORA DA ESTAÇÃO
Regina Venturini da Fonseca
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
105
Radiologia 
de tórax 
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO 
Compreender os princípios básicos da Radiologia torácica.
Aprender a sistematizar a leitura de uma radiografia de tórax.
Identificar achados radiológicos normais e principais alterações pato-
lógicas. 
REFERÊNCIAS 
CERRI, G. G.; LEITE, C. da C.; ROCHA, M. de S.  Tratado de Radiologia, 
Volume 2: Pulmões, Coração e Vasos, Gastrointestinal, Uroginecologia. 
Barueri: Manole, 2017. E-book. ISBN 9788520453940. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520453940/ 
HANSEN, J. T. Netter Anatomia Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: GEN Gua-
nabara Koogan, 2019. E-book. ISBN 9788535292084. Disponível em:
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084. 
Capítulo 3: Tórax.
MACHADO, D. C. et al. Diagnóstico Radiológico da DPOC. Pulmão, Rio 
de Janeiro, v. 22, n. 2, p. 45-49, 2013. Disponível em: https://www.
sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revis-
Estação 7
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520453940/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084
https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdf
https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdf
106
ta/2013/n_02/10.pdf. Acesso em: 27 ago. 2025.
MELLO JR., C. F. de. Radiologia Básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Thieme Re-
vinter, 2021. E-book. ISBN 9786555720594. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/. 
Capítulo 4: Tórax. 
WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e 
roteiro de análise da radiografia de tórax. Medicina – Revistas USP, Ri-
beirão Preto, v. 52, supl. 1, 2019. Disponível em:
https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763. Acesso em: 25 ago. 
2025.
ZATTAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia diagnóstica prática. 
2. ed. Barueri: Manole, 2022. E-book. ISBN 9786555767841.
Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9786555767841/ 
Observações finais para a elaboração da estação
Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes.
As estações devem promover prática clínica, aprendizagem ativa e ra-
ciocínio diagnóstico.
Autora da estação: Ana Paula dos Santos Oliveira 
https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdfhttps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/
https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555767841/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555767841/
107
Interpretação 
Básica de ECG
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Correlacionar os princípios da fisiologia cardíaca à leitura do eletrocar-
diograma (ECG).
Compreender a monitorização e os procedimentos para realização de 
um ECG.
Identificar corretamente as ondas P, QRS, T e os intervalos PR e RR em 
um traçado eletrocardiográfico.
Distinguir padrões normais e anormais das ondas e intervalos do ECG.
Interpretar e explicar a presença de um ECG normal ou alterado com 
base nas ondas e intervalos analisados.
REFERÊNCIAS 
AEHLERT, B. J. Manual de ECG. 6. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanaba-
ra Koogan, 2019. E-book. Capítulo 9, p. 82. ISBN 9788595150409. 
Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788595150409/. Acesso em: 12 jul. 2025.
ECG LEARNING CENTER. AHA ECG. Disponível em: https://ecg.utah.edu. 
Acesso em: 20 ago. 2025.
FEITOSA FILHO, G. S. ECG simples, fácil e prático. Barueri: Manole, 
2019. E-book. p. 23. ISBN 9786555765281. Disponível em: https://
app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555765281/. Acesso 
em: 12 jul. 2025.
MARINUCCI, L. F. B. Novo método para entender o ECG. Barueri: Mano-
le, 2023. E-book. p. 1. Seção 1. ISBN 9788520466018. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520466018/. 
Acesso em: 12 jul. 2025.
OPENAI. 12 Lead ECG: New onset atrial fibrillation | Download Scienti-
fic Diagram. [2025]. 
Estação 8
108
Autora do Roteiro: Ana Paula Quilici
Revisão e Contribuição: Flávio Magalhães Biló
109
SAÚDE BASEADA 
EM EVIDÊNCIA
HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS
110
AULA OBJETIVOS
01 Estudos de 
intervenção
- Compreender a importância da randomização como forma de equilibrar os grupos e 
garantir uma base semelhante para comparação;
- Observar que sem um grupo de comparação não é possível estimar um efeito de 
intervenção;
- Refletir sobre a influência da comparação no efeito estimado, seja na escolha do 
tratamento controle ou no uso de placebo;
- Refletir sobre o mascaramento e a sua importância na identificação de um efeito 
real de uma intervenção;
- Refletir sobre a razão do ensaio randomizado ser melhor do que estudos de 
observação para cenários de intervenção (destacar as diferenças);
- Diferenciar os conceitos de eficácia, efetividade e eficiência.
02
Busca de 
ensaios 
randomizados
- Revisar os conceitos de busca em bases de dados;
- Apresentar o Clinical Queries (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/clinical/) 
como fonte de otimização da busca de acordo com a categoria clínica de interesse.
03
Avaliação 
Crítica de 
Ensaios 
Randomizados 
(Parte 1)
- Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto 
de ensaios randomizados.
04
Avaliação 
Crítica de 
Ensaios 
Randomizados 
(Parte 2)
- Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto 
de ensaios randomizados;
- Praticar avaliação crítica nos aspectos relacionados com a randomização, sigilo de 
alocação, mascaramento (participantes, equipe e avaliadores de desfechos), perdas e 
relato seletivo.
05 NNT - Demonstrar aplicações do cálculo do NNT para interpretações mais claras.
06 Construção de 
pergunta PICO
- Discutir formas de aprimorar perguntas para busca (PICO);
- Discutir sobre o uso de várias fontes de informação para uma mesma pergunta;
- Apresentar a publicação de estudos de revisão como fontes abrangentes de 
conteúdo.
07 Revisão 
Sistemática
- Apresentar o desenho de revisão sistemática da literatura;
- Destacar as características básicas de uma revisão sistemática;
- Apresentar o conceito de metanálise;
- Diferenciar os conceitos de revisão sistemática, revisão da literatura e metanálise.
08
Busca de RS 
na Cochrane 
Library
- Apresentar a Biblioteca Cochrane como fonte de revisões sistemáticas em saúde;
- Praticar a busca de revisões nesta fonte de informação destacando a utilização do 
resumo em linguagem acessível e o texto completo.
09 Interpretação 
de Metanálises
- Apresentar as partes de um gráfico de floresta;
- Discutir as vantagens e limitações das metanálises;
- Exercitar a interpretação geral de metanálises em gráficos de floresta.
Objetivos 
de SBE
Quadro 3 - Relação de aulas e seus objetivos.
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111
AULA OBJETIVOS
10 Diretrizes 
Clínicas
- Apresentar a publicação de diretrizes clínicas;
- Diferenciar diretriz clínica de protocolo clínico;
- Conhecer os componentes relevantes de uma diretriz clínica.
11
Certeza da 
evidência 
(GRADE)
- Discutir sobre a importância da avaliação da certeza da evidência em detrimento de 
uma análise puramente estatística.
- Apresentar a abordagem GRADE de forma superficial sob o ponto de vista do leitor 
que precisa entender do que se trata.
- Interpretar resultados de certeza de evidência por meio de exercícios práticos.
12
Prática de 
busca em 
cenários de 
intervenção
- Revisar os pontos principais apresentados até o momento buscando uma revisão 
sistemática (estruturação de uma pergunta no PICO, identificação dos descritores, 
busca nas bases de dados, avaliação crítica, interpretação dos resultados).
13
Análise 
estatística em 
artigos I
- Apresentação de conceitos básicos de estatística descritiva;
- Revisão de conceitos de medidas de tendência central (Média, moda e mediana);
- Apresentação do Teorema do Limite Central;
- Apresentação de conceitos de medidas de dispersão (desvio-padrão, variância, 
amplitude);
- Apresentação de medidas de posição (Quartis, Decis, Percentis).
14
Análise 
estatística em 
artigos II
- Revisão de medidas de associação;
- Apresentar com mais detalhes a medida de Hazard Ratio com base em cenários de 
sobrevida;
- Revisão sobre Intervalo de confiança.
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112
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS (PMSUS)
2ªE T A P A
PMSUS - ESTUDANTES
TERMO DE REFERÊNCIA
114
PMSUS teórico 
Elaboração
Camila Vieira Sousa
Aprovadores
Rodrigo Dias Nunes
João Carlos da Silva Bizário
115
INTRODUÇÃO
Este Termo de Referência tem como propósito orientar, de maneira ampla, 
a organização e a oferta da Unidade Curricular PMSUS teórica dos cursos 
de Medicina da Inspirali.
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o Curso de Graduação em 
Medicina definem que o egresso deve ser capaz de atuar com competência 
técnica, ética, científica e humanística, atuando de forma integrada à rea-
lidade social, cultural e econômica do país. Nesse sentido, é fundamental 
que a formação médica compreenda, desde sua formação inicial, os princí-
pios, diretrizes, da organização e do funcionamento do Sistema Único de 
Saúde (SUS), assim como das principais necessidades, demandas e desa-
fios de saúde enfrentados pela população brasileira.
A Unidade Curricular Prática Médica no SUS (PMSUS) tem como objeti-
vo promover o desenvolvimento de competências que articulem o co-
nhecimento técnico-científico às necessidades sociais, promovendo 
uma formação crítica, ética e reflexiva, comprometida e alinhada com os 
princípios do SUS e com os desafios da saúde coletiva. Buscando formar 
comprometidos com a defesa universal à saúde, com promoção da equi-
dade e com a construção de práticas que assegurem a integralidade.
Para isso, a unidade está estruturada de modo a permitir que os estudantes 
possam:
• compreender o SUS em seus fundamentos históricos, legais, políti-
cos,organizacionais e assistenciais;
• reconhecer a complexidade da realidade social e sanitária brasi-
leira, articulando saberes interdisciplinares para responder às ne-
cessidades de saúde da população;
• analisar criticamente o sistema de seguridade social, as políticas 
públicas de saúde e os determinantes sociais da saúde;
• desenvolver habilidades clínicas e relacionais pautadas na escuta 
qualificada, no vínculo e no cuidado centrado na pessoa e no terri-
tório;
• elaborar análises críticas das políticas públicas de saúde e dos mo-
delos de atenção, compreendendo seus limites, potencialidades e 
implicações ético-políticas;
116
• analisar a distribuição das principais doenças e agravos no terri-
tório, relacionando-os às iniquidades sociais e às vulnerabilida-
des epidemiológicas;
• analisar a organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS), identifi-
cando seus componentes, linhas de cuidado, fluxos de referência 
e contrarreferência, bem como os processos de gestão envolvidos;
• desenvolver competências relacionais e colaborativas, com foco no 
trabalho em equipe, interprofissional, na escuta ativa, na comuni-
cação efetiva e na construção compartilhada de projetos de inter-
venção territorial;
• fomentar a participação ativa dos estudantes nos processos de 
aprendizagem e na consolidação de competências para o exercício 
crítico e ético da medicina no SUS;
• analisar os protocolos de cuidado do SUS, compreendendo sua 
construção, aplicação e desafios na prática cotidiana;
• vivenciar práticas de cuidado que favoreçam o protagonismo po-
pular, a intersetorialidade e o fortalecimento das redes de atenção 
e participação social.
ORGANIZAÇÃO DA SESSÃO DE APRENDIZAGEM - 
OFICINA DE APRENDIZAGEM
Utilização de metodologias como oficinas, sala de aula invertida, cons-
trução de mapa mental, metodologia KWL, painel integrador, laborató-
rios de epidemiologia, entre outras selecionadas pelo docente. 
Os encontros da Unidade Curricular PMSUS Teórico estão estruturados em 
cinco momentos pedagógicos complementares, que visam promover o 
protagonismo discente, a articulação teoria-prática e o desenvolvimento 
de competências críticas para a atuação no SUS.
ATIVIDADE PREPARATÓRIA
Momento destinado à preparação prévia dos estudantes, por meio da dis-
ponibilização de materiais de referência (textos, vídeos, protocolos, entre 
117
outros) na plataforma virtual. Essa etapa visa proporcionar subsídios con-
ceituais e normativos que serão aprofundados durante a oficina.
Contextualização
O docente introduz a temática do encontro de forma breve e instigante, 
destacando sua relevância no contexto do SUS. Neste momento, também 
são apresentados: a metodologia ativa que será empregada; a organização 
dos grupos de trabalho; as tarefas e produtos esperados da atividade. 
Esse momento busca criar intencionalidade pedagógica e mobilizar os co-
nhecimentos prévios dos estudantes.
Construção
Etapa central da oficina, em que os estudantes, organizados em cinco 
grupos de seis integrantes, desenvolvem a atividade proposta com base 
na metodologia ativa selecionada (como mapas conceituais, debates, es-
tudos de caso, entre outros). O docente atua como facilitador do proces-
so, apoiando os grupos, esclarecendo dúvidas e mediando as interações 
para garantir o aprofundamento teórico-prático.
Socialização
Cada grupo apresenta os resultados de sua construção, evidenciando os 
principais pontos discutidos sobre a temática. A socialização promove o 
diálogo entre pares e a ampliação das perspectivas sobre o objeto de es-
tudo, sendo conduzida com mediação ativa do docente para potencializar 
a aprendizagem coletiva.
Fechamento e feedback
O docente realiza a sistematização dos principais conceitos e reflexões 
produzidas durante o encontro, à luz dos objetivos de aprendizagem pre-
viamente estabelecidos. Também são pactuados os encaminhamentos 
para o próximo encontro e acolhidas dúvidas remanescentes. Esse mo-
mento pode incluir feedback individual ou coletivo sobre a participação 
dos estudantes.
118
Organização dos grupos
Cada grupo será composto por seis estudantes, definidos no início do se-
mestre.
É imprescindível que a composição dos grupos permaneça fixa ao longo 
de toda a unidade curricular, garantindo continuidade nas experiências, 
coesão do trabalho em equipe e acompanhamento longitudinal das ativi-
dades.
A constância dos grupos visa:
• fortalecer o vínculo entre os integrantes;
• promover o trabalho colaborativo e multiprofissional;
• estimular a corresponsabilidade pelas tarefas e reflexões desen-
volvidas.
Atividades preparatórias
A participação ativa nas aulas teóricas requer preparação, conforme orien-
tação disponível na Bússola, que deverá ser acessada semanalmente pelos 
estudantes.
As atividades preparatórias são obrigatórias e deverão ser realizadas an-
tes de cada encontro. Elas incluem:
• leitura dos textos referenciados;
• visualização de vídeos formativos;
• resolução de casos clínicos ou reflexivos;
• produção de registros ou reflexões.
Essas atividades subsidiam o desenvolvimento do produto que será cons-
truído pelo grupo e serão frequentemente utilizadas como base para dis-
cussões clínicas, rodas de conversa e síntese do conhecimento.
Avaliação da participação
A avaliação da UC é contínua e formativa, considerando os seguintes cri-
térios:
• participação efetiva em todos os momentos presenciais;
• realização das atividades preparatórias;
• engajamento nas ações coletivas e individuais;
• postura ética, proatividade e compromisso com a formação e com 
o SUS.
119
O estudante será avaliado não apenas pela presença, mas pela qualidade 
da sua participação nos momentos da aula teórica e na produção das ati-
vidades.
REFERENCIAL TEÓRICO
BRASIL. Resolução n. 3, de 20 de junho de 2014. Institui as Diretrizes Cur-
riculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Brasília: Conse-
lho Nacional de Educação, 2014. Disponível em: https://portal.mec.gov.
br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces-
003-14&category_slug=junho-2014-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 8 
jul. 2025.
CECCIM, R. B; FEUERWERKER, L. C. M. O quadrilátero da formação para a 
área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis: Revista de 
Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 41-65, jun. 2004. Disponível 
em: https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?for-
mat=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025.
MITRE, S. M. et al. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na for-
mação profissional em saúde: debates atuais. Ciência & Saúde Coletiva, 
Rio de Janeiro, v. 13, sup. 2, p. 2133-2144, 2008. Disponível em: ht-
tps://www.scielo.br/j/csc/a/9M86Ktp3vpHgMxWTZXScRKS/?format=p-
df&lang=pt. Acesso em: 3 jun. 2025.
MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e media-
ção pedagógica. 21. ed. Campinas: Papirus, 2013.
https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_
https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_
https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_
https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?format=pdf&lang=pt
https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?format=pdf&lang=pt
UC Semana Temática Oficinas
PMSUS 2
Semana 1 Modelos de atenção à saúde Modelos de atenção à saúde no Brasil: da hegemonia biomédica 
à integralidade do cuidado
Semana 2
Funções da atenção básica nas Redes de Atenção à Saúde 
(RAS) - Infraestrutura e funcionamento da Atenção Básica à 
Saúde (ABS)
Rede de Atenção à Saúde (RAS)
Semana 3 Processo de trabalho das equipes de Atenção Básica à Saúde 
(ABS)
O trabalho da equipe de atenção básica na Rede de Atenção à 
Saúde (RAS)
Semana 4
Funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) – Pré-
consulta. Procedimentos técnicos realizados na atenção 
básica. Farmácia na atenção básica. 
Acolhimento, demanda programada xespontânea na Atenção 
Primária à Saúde (APS)
Semana 5 Conferência de atenção à saúde e o funcionamento da 
atenção básica e financiamento Conferência construída e ministrada pelo docente da turma
Semana 6 Vigilância epidemiológica, transição epidemiológica, 
demográfica, nutricional e carga global de doenças Vigilância em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS)
Semana 7
A epidemiologia como ferramenta essencial para o 
planejamento de ações em saúde e a formulação de políticas 
públicas
A epidemiologia como instrumento estratégico na formulação de 
políticas públicas e no planejamento de ações de saúde
Semana 8 Vigilância epidemiológica, doenças prevalentes na AB 
(dengue, hanseníase, tuberculose e esquistossomose)
Vigilância epidemiológica e doenças prevalentes na Atenção 
Primária à Saúde (APS)
Semana 9 Política Nacional de Imunização - Calendário vacinal Política Nacional de Imunização
Semana 10 Conferência de vigilância em saúde e imunização Conferência construída e ministrada pelo docente da turma
Semana 11 Promoção de saúde
Saberes e práticas no Sistema Único de Saúde (SUS) – Política 
Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e Política Nacional de 
Educação Popular em Saúde (PNEPS) 
Semana 12 Abordagem familiar, genograma e ecomapa Abordagem familiar, genograma e ecomapa
Semana 13 Cadastro na atenção básica. e-SUS-APS e outros sistemas de 
informação em saúde
Cadastro na atenção básica. e-SUS-APS e outros sistemas de 
informação em saúde
Semana 14 Conferência acolhimento e abordagem familiar Conferência construída e ministrada pelo docente da turma
Cronograma
PMSUS
Etapa 2
OFICINAS
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS
122
Modelos de atenção 
à saúde no Brasil: da 
hegemonia biomédica à 
integralidade do cuidado
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Este encontro tem como objetivo aprofundar a compreensão dos modelos 
de atenção à saúde no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), ana-
lisando suas origens históricas, fundamentos teóricos e implicações prá-
ticas na organização dos serviços. A partir da reflexão crítica sobre a he-
gemonia do modelo biomédico, pretende-se estimular o debate sobre os 
avanços e desafios na construção de um modelo de atenção que promova 
o cuidado integral, equitativo e centrado nas necessidades das pessoas. 
Com isso, busca-se fortalecer o entendimento da Atenção Primária à Saúde 
como eixo estruturante do SUS e como estratégia fundamental para a con-
solidação de um sistema público universal e resolutivo.
ATIVIDADE PREPARATÓRIA 
Os estudantes deverão realizar a leitura dos seguintes materiais:
BRASIL. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condi-
ções para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e 
o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. 
Brasília: Presidência da República, 1990. Disponível em: http://www.pla-
nalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm. Acesso em: 10 jul. 2025.
FERTONANI, H. P. et al. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios 
para a atenção básica brasileira. Ciência saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 
20, n. 6, p. 1869-1878, jun. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/
csc/a/ZtnLRysBYTmdC9jw9wy7hKQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 
jul. 2025.
PAIM, J. S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2015. Disponível em: ht-
tps://fiocruz.br/livro/que-e-o-sus-o. Acesso em: 11 jul. 2025.
123
REFERÊNCIAS
BRASIL. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condi-
ções para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e 
o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. 
Brasília: Presidência da República, 1990. Disponível em: http://www.pla-
nalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm. Acesso em: 10 jul. 2025.
FERTONANI, H. P. et al. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios 
para a atenção básica brasileira. Ciência saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 
20, n. 6, p. 1869-1878, jun. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/
csc/a/ZtnLRysBYTmdC9jw9wy7hKQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 
jul. 2025.
GIOVANELLA, L. et al. Cobertura da Estratégia Saúde da Família no Brasil: o 
que nos mostram as Pesquisas Nacionais de Saúde 2013 e 2019. Ciência 
& Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, n. 26, sup. 1, p. 2543-2556, 2021. Dispo-
nível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/SMZVrPZRgHrCTx57H35Ttsz/?for-
mat=pdf&lang=pt. Acesso em: 10 jul. 2025.
PAIM, J. S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2015. Disponível em: ht-
tps://fiocruz.br/livro/que-e-o-sus-o. Acesso em: 11 jul. 2025.
TEIXEIRA, C. F.; SOLLA, J. P. Modelos de atenção à saúde: promoção, vigilân-
cia e saúde da família. Salvador: EduFBA, 2006.
124
Funções da atenção básica 
na Rede de Atenção em 
Saúde (RAS): infraestrutura 
e funcionamento da Atenção 
Básica em Saúde (ABS)
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Promover uma reflexão sobre a infraestrutura e organização da atenção 
básica e a fundamentação dos atributos da atenção básica no Brasil e o 
cotidiano desses no contexto da Atenção Primária em Saúde (APS).
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Conhecer os princípios da Conferência Internacional sobre Cuida-
dos Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial da 
Saúde (OMS) em Alma-Ata e sua relação com o Sistema Único de 
Saúde (SUS) no contexto atual. 
• Conhecer a principal proposta da Conferência de Astana, com ênfa-
se na discussão sobre cobertura universal x sistema universal. 
• Conhecer o conceito, funcionamento e aplicabilidade dos atributos 
da atenção básica na RAS. 
• Compreender o modelo de atenção à saúde sob a ótica do cuidado 
integral e da organização dos serviços de saúde proposto pela RAS 
no SUS. 
• Discutir os atributos da atenção básica na Estratégia Saúde da Fa-
mília (ESF) na perspectiva do discente. 
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS
Assistir ao vídeo até 13 minutos:
12º CONGRESSO da Abrasco 40 anos de Alma-Ata - Bate-Papo na Saúde. 1 
vídeo, 26 min. Publicado no canal Saúde Oficial, 2019. Disponível em: ht-
tps://www.youtube.com/watch?v=x5rJY57mWdw. Acesso em: 4 jul. 2025.
125
Ler os materiais a seguir.
BRASIL. Ministério da Saúde. Declaração de Alma-Ata sobre cuidados pri-
mários. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: https://bvsms.
saude.gov.br/bvs/publicacoes/declaracao_alma_ata.pdf. Acesso em: 4 jul. 
2025.
GIOVANELLA, L. et al. De Alma-Ata a Astana. Atenção Primária à Saúde e sis-
temas universais de saúde: compromisso indissociável e direito humano 
fundamental. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35, n. 3, p. 1-6, 
2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/9rWTS9ZvcYxqdY8Z-
TJMmPMH/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Declaração de Alma-Ata sobre cuidados pri-
mários. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: https://bvsms.
saude.gov.br/bvs/publicacoes/declaracao_alma_ata.pdf. Acesso em: 4 jul. 
2025.
FACCHINI, L. A. “A Declaração de Alma-Ata se revestiu de uma grande re-
levância em vários contextos”. Escola Politécnica de Saúde Joaquim Ve-
nâncio, Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: http://www.epsjv.fiocruz.br/
noticias/entrevista/a-declaracao-de-alma-ata-se-revestiu-de-uma-gran-
de-relevancia-em-varios. Acesso em: 9 jun. 2025.
GIOVANELLA, L. et al. De Alma-Ata a Astana. Atenção Primária à Saúde e sis-
temas universais de saúde: compromisso indissociável e direito humano 
fundamental. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35, n. 3, p. 1-6, 
2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/9rWTS9ZvcYxqdY8Z-
TJMmPMH/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025.
LIMA, J. G. et al. Atributos essenciais da Atenção Primária à Saúde: resultados 
nacionais do PMAQ-AB. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 42, n. esp. 1, p. 
52-66, set. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/dTT4C8Bx-
FNTFMftQcdcZjqc/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025.
126
 O trabalho da equipe de 
atenção básica na Rede de 
Atenção à Saúde (RAS)
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Discutir o trabalho da equipe de atençãoprimária e sua relação com as 
demais equipes existentes na RAS.
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Compreender a organização do processo de trabalho da equipe de 
saúde na atenção básica. 
• Identificar as atribuições das equipes de saúde da família de acor-
do com a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS). 
• Compreender o papel da Estratégia Saúde da Família (ESF) como 
coordenador e ordenador do cuidado dentro da RAS. 
• Compreender a participação dos trabalhadores de saúde na produ-
ção dos modelos de atenção à saúde (hegemônico e da RAS).
• Conhecer, a partir da vivência no campo de prática, os resultados 
da integração das equipes dentro dos pontos de atenção à saúde 
intersetorial, como, por exemplo, CRAS, CREAS, CAPS, conselho tu-
telar, entre outros. 
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS
Leitura do artigo a seguir.
CHAVES, F. S. et al. Trabalho em equipe na estratégia de saúde da família 
e seus desafios. Facit Business and Technology Journal, Araguaina, v. 1, n. 
31, p. 64-77, out./nov. 2021. Disponível em: https://revistas.faculdadefa-
cit.edu.br/index.php/JNT/article/view/1264/831. Acesso em: 7 jul. 2025.
Assistir ao episódio indicado a seguir e fazer uma análise escrita (narrati-
va) sobre o episódio relacionando à oficina de trabalho.
UNIDADE Básica. 1 vídeo, 27 min. Publicado pelo canal Vimeo-Gabriela, 
127
2016. Disponível em: https://vimeo.com/326830491. Acesso em: 7 jul. 
2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BIANCONI, A. L. M. et al. Relações interpessoais de equipes multiprofis-
sionais na Atenção Domiciliar: revisão integrativa. Revista Eletrônica de 
Enfermagem, [s. l.], v. 22, n. 59594, p.-1-7, 2020. Disponível em: https://
revistas.ufg.br/fen/article/view/59594/35714. Acesso em: 10 jun. 2025. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento 
de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Brasília: Ministé-
rio da Saúde, 2014. (Cadernos de Atenção Básica, n. 39). Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/nucleo_apoio_saude_fami-
lia_cab39.pdf. Acesso em: 10 jun. 2025. 
CHAVES, F. S. et al. Trabalho em equipe na estratégia de saúde da família 
e seus desafios. Facit Business and Technology Journal, Araguaina, v. 1, n. 
31, p. 64-77, out./nov. 2021. Disponível em: https://revistas.faculdadefa-
cit.edu.br/index.php/JNT/article/view/1264/831. Acesso em: 7 jul. 2025.
GUIMARAES, B. E. de B.; BRANCO, A. B. de A. C. Trabalho em equipe na aten-
ção básica à saúde: pesquisa bibliográfica. Revista de Psicologia e Saúde, [s. 
l.], v. 12, n. 1, p. 143-155, jan./abr. 2020. Disponível em: https://pssaucdb.
emnuvens.com.br/pssa/article/view/669/pdf. Acesso em: 7 jul. 2025.
UNIDADE Básica. 1 vídeo, 27 min. Publicado pelo canal Vimeo-Gabriela, 2016. 
Disponível em: https://vimeo.com/326830491. Acesso em: 7 jul. 2025.
128
Acolhimento, demanda 
programada X espontânea 
na atenção primária à 
saúde (aps) 
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Este encontro tem o objetivo de promover a compreensão do acolhimento 
como diretriz ética, clínica e organizacional na Atenção Primária à Saúde (APS), 
a partir da problematização de situações reais de conflito entre o agendamen-
to programado e as demandas espontâneas que chegam ao serviço. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Compreender os princípios e modelos de acolhimento à demanda 
espontânea na APS.
• Distinguir as características da demanda programada e da espontâ-
nea, e como integrá-las no processo de cuidado.
• Analisar criticamente as práticas de triagem, classificação de risco 
e estratégias de vínculo e responsabilização das equipes.
• Elaborar propostas de reorganização do trabalho nas Unidades Bá-
sicas de Saúde (UBS) considerando acesso, equidade, vínculo e re-
solutividade. 
ATIVIDADE PREPARATÓRIA
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento 
de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. Brasília: Ministé-
rio da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, v. 1). Disponível 
em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_
espontanea_cab28v1.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. 
129
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo 
Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas 
de produção de saúde. 2. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 
2010. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: https://bvsms.
saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_praticas_producao_saude.
pdf. Acesso em: 27 jun. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento 
de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, v. 1). Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_
espontanea_cab28v1.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025.
130
Vigilância em saúde 
no Sistema Único de 
Saúde (SUS)
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Compreender a vigilância em saúde, seus componentes e as ações desen-
volvidas para avaliação e monitoramento das condições de saúde da po-
pulação. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Compreender vigilância em saúde, seus objetivos, competências e com-
ponentes.
• Identificar doenças transmissíveis de notificação compulsória. 
• Reconhecer as competências da União, estados, municípios e Distrito 
Federal na área da vigilância em saúde.
• Analisar a articulação das ações de vigilância em saúde e sua relação 
com a atenção básica.
• Descrever os objetivos e ações de cada componente da vigilância em 
saúde.
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS 
Ler os materiais a seguir.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Depar-
tamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vi-
gilância em saúde. 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível 
em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_sau-
de_5ed_rev_atual.pdf. Acesso em: 7 jul. 2025.
NASCIMENTO, M. R. A. et al. O papel da vigilância em saúde no sistema único 
de saúde. Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade 
de Vida, [s. l.], v. 16, n. 1, p. 1-8, 2024. Disponível em: https://revista.cpaqv.
org/index.php/CPAQV/article/view/1940/1391. Acesso em: 7 jul. 2025.
131
TEIXEIRA, M. G. et al. Vigilância em Saúde no SUS - construção, efeitos e 
perspectivas. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 6, p. 1811–
1818, jun. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/FxcSJBQq-
8G7CNSxhTyT7Qbn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS 
ALMEIDA FILHO, N.; BARRETO, M. L. Epidemiologia e saúde: fundamentos, 
métodos e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 
BOCCATTO, M. Vigilância em Saúde. São Paulo: Unifesp, 2015. Disponí-
vel em: https://repositorio.unifesp.br/items/ffad914c-1d02-4149-a4a-
3-a53b34af23d6/full. Acesso em: 8 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria 
de Apoio à Gestão em Vigilância em Saúde. Manual de gestão da vigilância 
em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A - Normas e Manuais 
Técnicos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/
manual_gestao_vigilancia_saude.pdf. Acesso em: 8 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa-
mento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vigilân-
cia em saúde. 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_5ed_
rev_atual.pdf. Acesso em: 7 jul. 2025.
NASCIMENTO, M. R. A. et al. O papel da vigilância em saúde no sistema único 
de saúde. Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade 
de Vida, [s. l.], v. 16, n. 1, p. 1-8, 2024. Disponível em: https://revista.cpaqv.
org/index.php/CPAQV/article/view/1940/1391. Acesso em: 7 jul. 2025.
TEIXEIRA, M. G. et al. Vigilância em Saúde no SUS - construção, efeitos e pers-
pectivas. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 6, p. 1811–1818, 
jun. 2018. Disponívelem: https://www.scielo.br/j/csc/a/FxcSJBQq8G7C-
NSxhTyT7Qbn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025.
132
A epidemiologia como 
instrumento estratégico 
na formulação de políticas 
públicas e no planejamento 
de ações de saúde 
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Estimular uma compreensão crítica sobre a importância da epidemiolo-
gia, por meio do uso do DATASUS, para o reconhecimento de desigual-
dades em saúde, a identificação de necessidades locais, o planejamento 
de intervenções e a formulação de políticas públicas fundamentadas na 
realidade sanitária da população. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Compreender o papel da epidemiologia e dos sistemas de infor-
mação como ferramentas de apoio à gestão em saúde.
• Desenvolver habilidades para acessar, extrair e interpretar indica-
dores no DATASUS.
• Comparar os dados de saúde do município com a realidade ob-
servada na microárea ou Unidade Básica de Saúde (UBS) onde os 
estudantes atuam.
• Refletir sobre como essas evidências podem subsidiar ações lo-
cais mais resolutivas, equitativas e integradas à rede de atenção.
• Reconhecer a importância da articulação entre os dados do DATA-
SUS e as ações de vigilância em saúde na atenção primária, forta-
lecendo a capacidade de resposta territorial aos agravos prioritá-
rios. 
ATIVIDADE PREPARATÓRIA
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa-
133
mento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. 
ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A. Normas e Manuais Técni-
cos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vi-
gilancia_epidemiologica_7ed.pdf. Acesso em: 30 jun. 2025.
DATASUS – Departamento de Informática do SUS. Gov.br, Brasília, [2025]. 
Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/. Acesso em: 16 jun. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa-
mento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. 
ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A. Normas e Manuais Técni-
cos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vi-
gilancia_epidemiologica_7ed.pdf. Acesso em: 30 jun. 2025.
DATASUS – Departamento de Informática do SUS. Gov.br, Brasília, [2025]. 
Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/. Acesso em: 16 jun. 2025.
134
Vigilância epidemiológica 
e doenças prevalentes na 
Atenção Primária à Saúde 
(APS)
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Este encontro tem o objetivo de favorecer a compreensão crítica sobre 
o papel da vigilância epidemiológica na APS, articulando conhecimentos 
sobre as doenças transmissíveis de maior prevalência no território 
brasileiro (dengue, hanseníase, tuberculose e esquistossomose) com os 
fluxos de notificação, análise de dados locais e estratégias de controle. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Compreender o papel estratégico da vigilância epidemiológica na APS.
• Identificar as doenças prevalentes e os critérios de notificação 
obrigatória.
• Analisar dados epidemiológicos em diferentes níveis (municipal, 
estadual e nacional).
• Refletir sobre medidas de controle e prevenção em contextos ter-
ritoriais reais.
• Estimular o raciocínio crítico sobre a organização do processo de 
trabalho na vigilância em saúde.
ATIVIDADE PREPARATÓRIA
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de 
vigilância em saúde. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível 
em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_
SED_rev_atual.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025.
135
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. 
Guia de vigilância em saúde. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. 
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_
vigilancia_saude_3ed.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de 
vigilância em saúde. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível 
em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_
SED_rev_atual.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025.
136
Programa Nacional de 
Imunização
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Compreender o Programa Nacional de Imunização (PNI), seu funciona-
mento e as ferramentas para o monitoramento das condições de saúde 
da população. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Definir o PNI e discutir o funcionamento de acordo com o calen-
dário vacinal vigente. 
• Debater sobre o cumprimento da meta nacional do PNI (estado e 
município onde atua). 
• Debater sobre a Rede de Frios e a logística de funcionamento 
(União, estado e município).
• Discutir sobre o Sistema de Informação do PNI. 
• Definir o que são reações adversas das vacinas e como devemos 
manejá-las na vigilância epidemiológica (União, estado e municí-
pio).
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS 
Ler os materiais a seguir. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Progra-
ma Nacional de Imunizações: 30 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. 
(Série C. Projetos e Programas e Relatórios). Disponível em: https://bvsms.
saude.gov.br/bvs/publicacoes/livro_30_anos_pni.pdf. Acesso em 26 jun. 
2025.
PÉRCIO, J. et al. 50 anos do Programa Nacional de Imunizações e a Agenda 
de Imunização 2030. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 32, 
n. 3, p. 1-4, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ress/a/gYPFRh-
J6CZNQKqYzJ4KCvwk/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 26 jun. 2025.
137
TOSCANO, C. Cartilha de vacinas: para quem quer mesmo saber das coisas. 
Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003. E-book. Disponível 
em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cart_vac.pdf. Acesso em 
26 jun. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa-
mento de Vigilância Epidemiológica. Manual de rede de frio do Progra-
ma Nacional de Imunizações. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 
E-book. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manu-
al_rede_frio4ed.pdf. Acesso em: 4 ago. 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa-
mento de Imunizações e Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância epi-
demiológica de eventos adversos pós-vacinação. 4. ed. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2020. E-book. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/
publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_eventos_vacinacao_4ed.
pdf. Acesso em: 4 ago. 2022. 
SANTOS FILHO, M. de V. C. Desenvolvimento e importância das vacinas: por 
que ainda é preciso afirmar o óbvio? Revista Brasileira de Saúde, Curiti-
ba, v. 6, n. 4, p. 16395–16412, jul./ago. 2023. Disponível em: https://ojs.
brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/61880/44564. 
Acesso em 26 jun. 2025.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_rede_frio4ed.pdf
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_rede_frio4ed.pdf
138
Saberes e práticas no 
Sistema Único de Saúde 
(SUS) – Política Nacional 
de Promoção da Saúde 
(PNPS) e Política Nacional 
de Educação Popular em 
Saúde (PNEPS)
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Este encontro tem o objetivo de promover a reflexão crítica sobre a Po-
lítica Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e a Política Nacional de 
Educação Popular em Saúde (PNEPS), valorizando o diálogo de saberes, 
a participação social e o protagonismo no cuidado em saúde no Sistema 
Único de Saúde (SUS). 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Analisar o contexto histórico e político que levou à criação da PNPS, 
reconhecendo seus marcos fundantes e sua conexão com a busca 
por equidade, intersetorialidade e participação social no SUS.
• Interpretar as diretrizes e princípios da PNPS e da PNEPS, avalian-
do suas contribuições para o fortalecimento do SUS.
• Articular teoria e prática com base nas experiências vividas nosterritórios, promovendo reflexões críticas e contextualizadas.
• Reconhecer e integrar os saberes populares e as estratégias de 
educação libertadora como parte do cuidado em saúde.
• Elaborar propostas criativas e adaptadas à realidade local para in-
tervenções em saúde coletiva.
ATIVIDADE PREPARATÓRIA
BRASIL. Portaria n. 1.996, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as dire-
139
trizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente 
em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: https://bvs-
ms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2007/prt1996_20_08_2007.html. 
Acesso em: 4 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria 
de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: PNPS: Anexo I 
da Portaria de Consolidação n. 2, de 28 de setembro de 2017, que consolida 
as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS. Brasília: Ministério 
da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicaco-
es/politica_nacional_promocao_saude.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS 
BRASIL. Portaria n. 1.996, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as dire-
trizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente 
em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: https://bvs-
ms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2007/prt1996_20_08_2007.html. 
Acesso em: 4 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secreta-
ria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: PNPS: 
Anexo I da Portaria de Consolidação n. 2, de 28 de setembro de 2017, que 
consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS. Brasí-
lia: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/
bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf. Acesso em: 4 jul. 
2025.
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf
140
Abordagem familiar, 
genograma e ecomapa
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Debater a abordagem familiar, ciclo vital, família, estrutura familiar, tipos 
de família no contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF); conhecer os 
instrumentos de abordagem e análise familiar utilizados na ESF (genogra-
ma e ecomapa) e sua aplicabilidade no contexto da atenção básica. 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Conhecer os conceitos de abordagem familiar, ciclo vital, família, 
estrutura familiar, tipos de família dentro da ESF. 
• Compreender o conceito de modelo de atenção à saúde no con-
texto familiar. 
• Descrever a família na ESF. 
• Compreender a importância dos instrumentos de análise da famí-
lia para planejamento de ações em saúde (genograma e ecomapa). 
• Relacionar genograma e ecomapa com desenvolvimento de estra-
tégias de cuidado em saúde no território.
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS
Ler os materiais a seguir.
BRASIL. Ministério da Saúde. Abordagem familiar no território da APS. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2023. (Programa Saúde com Agente; E-book 
14). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aborda-
gem_familiar_territorio_aps.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025.
SANTOS, J. A. dos et al. Abordagem familiar na estratégia de Saúde da famí-
lia: utilização de ferramentas para promoção do cuidado multiprofissional. 
Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 5, 
p. 1-19, 2025. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/
index.php/clcs/article/view/17685/10215. Acesso em: 4 jul. 2025.
141
SÁ, J. de S. et al. Uso do genograma e do ecomapa na avaliação das relações 
familiares de crianças em situação de vulnerabilidade e violência. Saúde 
em Debate, Rio de Janeiro, v. 46, n. esp. 5, p. 80–90, dez. 2022. Disponível 
em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/Hxv9TnNdBf4bQrz6vpKVh7g/?forma-
t=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025.
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BORGES, C. D.; COSTA, M. M. da; FARIA, J. G. de. Genograma e atenção básica 
à saúde: em busca da integralidade. Revista de Psicolologia e Saúde, [s. l.], 
v. 7, n. 2, p. 133-141, jul./dez. 2015. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.
org/pdf/rpsaude/v7n2/v7n2a07.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento 
de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar. Brasília: Ministério da 
Saúde, 2013. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/
caderno_atencao_domiciliar_melhor_casa.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Abordagem familiar no território da APS. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2023. (Programa Saúde com Agente; E-book 
14). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aborda-
gem_familiar_territorio_aps.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025.
SANTOS, J. A. dos et al. Abordagem familiar na estratégia de Saúde da famí-
lia: utilização de ferramentas para promoção do cuidado multiprofissional. 
Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 5, p. 
1-19, 2025. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index.
php/clcs/article/view/17685/10215. Acesso em: 4 jul. 2025.
SÁ, J. de S. et al. Uso do genograma e do ecomapa na avaliação das relações 
familiares de crianças em situação de vulnerabilidade e violência. Saúde 
em Debate, Rio de Janeiro, v. 46, n. esp. 5, p. 80–90, dez. 2022. Disponível 
em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/Hxv9TnNdBf4bQrz6vpKVh7g/?forma-
t=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025.
142
Cadastro na Atenção 
Básica, e-SUS aplicativo 
e outros sistemas de 
informação em saúde
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
Conhecer o cadastro na Atenção Básica, utilizando as plataformas tecno-
lógicas existentes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). 
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Conhecer os principais sistemas de informação nas UBS (cadas-
tro do cidadão, prontuário eletrônico do cidadão, coleta de dados 
simplificados).
• Conhecer outros sistemas de informação (SIAB, TABNET, SIM, SI-
NASC e SINAM). 
• Identificar as características sociais e econômicas das populações 
adstritas.
• Discutir dados e informação em saúde para construção de mapa 
falante.
• Construir o levantamento de dados e informações demográficos, 
geográficos, epidemiológicos e de condições de vida para a orga-
nização social no território da UBS.
• Compreender o mapeamento das informações, a identificação dos 
principais problemas do território e o planejamento das ações a 
partir dos problemas identificados.
ATIVIDADES PREPARATÓRIAS 
Leia o texto a seguir.
 
PEKELMAN, R.; SANTOS, A. A. dos. Território e lugar-espaços da comple-
xidade. [S. l.]: [s. e.], [s. d.]. Disponível em: https://www.researchgate.net/
publication/268360744. Acesso em: 27 jun. 2025.
143
Construa um mapa falante a partir dos dados: 
• demográficos: (número de habitantes, distribuição por idade e gê-
nero; populacional (área de atuação e área de abrangência). A nata-
lidade, a mortalidade e as migrações;
• econômicos: as atividades da comunidade e os recursos locais. As 
categorias profissionais e as ocupações. Os salários. A organização 
familiar. A existência de associações, grupos culturais, políticos, re-
ligiosos. O nível de escolaridade e alfabetização;
• epidemiológicos locais de saúde: indicadores de saúde. Mortalida-
de por causas. Trabalho com territórios de risco e sua epidemiolo-
gia na unidade de saúde;
• socioculturais: relato do universo cultural (por exemplo: pode ser a 
descrição de uma casa com sua família e o seu entorno; ou de uma 
dificuldade que represente as diferenças culturais.). Podem ser 
usadas fotografias, relatos prévios, entre outros. Relações de gêne-
ro. A relação com a violência (as delimitações de território, tráfico 
de drogas, violência doméstica). As mudanças culturais (migração, 
drogas etc.). Educação, participação e saúde;
• recursos desaúde: equipe de saúde. Unidade de saúde. Recursos 
comunitários (agentes de saúde, benzedeiras, chás, recursos reli-
giosos (benzedeiras, umbanda, igrejas evangélicas, entre outras).
REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educa-
ção na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. A educação 
que produz saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. (Série F. Comuni-
cação e Educação em Saúde). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/
bvs/publicacoes/a_educacao_que_produz_saude.pdf. Acesso em: 27 jun. 
2025.
FARIA, R. M. A territorialização da atenção básica à saúde do sistema úni-
co de saúde do Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n. 
11, p. 4521-4530, 2020 Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/jSZ-
7b65YpPSTwLfYWpRhg5z/. Acesso em: 27 jun. 2025.
144
FONSECA, A. F. (org.). O território e o processo saúde-doença. Rio de Janei-
ro: EPSJV/Fiocruz, 2007. 
PEKELMAN, R.; SANTOS, A. A. dos. Território e lugar-espaços da comple-
xidade. [S. l.]: [s. e.], [s. d.]. Disponível em: https://www.researchgate.net/
publication/268360744. Acesso em: 27 jun. 2025.uma ultrassonografia 
obstétrica e explicou da importância da suplementação com ácido fólico, 
uma vez que a anencefalia está associada a baixos níveis dessa vitamina nas 
primeiras semanas de desenvolvimento embrionário.
A. Conceitue anencefalia.
B. Explique a relação da anencefalia com o desenvolvimento embrionário do 
sistema nervoso central.
C. Qual outro defeito congênito está associado ao desenvolvimento do tubo 
neural?
ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD 
1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud, clique em “Entenda sua fisiologia”, depois 
em Volume celular e faça todas as lições. Correlacione o que você aprendeu 
em medicina laboratorial com esta atividade.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.1
https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments
17
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Cibele Carla Guimarães de 
Souza USJT http://lattes.cnpq.
br/2190108876134525
 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.
br/2532683423345248
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2190108876134525
http://lattes.cnpq.br/2190108876134525
https://lattes.cnpq.br/2532683423345248
https://lattes.cnpq.br/2532683423345248
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
18
SP 1.2
Voltando das férias...
Sistema nervoso autônomo e 
fatores que influenciam a 
atividade enzimática
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
1 2 3 4
19
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Aprendizes, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos 
anatômicos e histológicos de intestino delgado e intestino grosso. Você já ouviu 
falar sobre a “constipação do viajante”, ou já sentiu um “frio na barriga” antes 
de fazer alguma coisa importante? Investigue sobre o tema e depois siga para a 
Trilha de Aprendizagem.
1. Acesse o Ulife e assista as videoaulas indicadas a seguir. Durante os vídeos 
responda as questões “A” a “D”.
• Caracterização morfológica do intestino delgado.
• Caracterização morfológica do intestino grosso.
• Plexo submucoso e mioentérico.
A. Segmentos do intestino delgado e intestino grosso.
B. Organização da parede do trato gastrointestinal.
C. Conceito de sistema nervoso entérico.
D. Localização do plexo submucoso e plexo mioentérico.
ATIVIDADE 2: LEITURA
1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife e faça a leitura do Capítulo 10 do livro 
“Bioquímica Clínica” de Pinto et al. Após a leitura, realize um fichamento dos 
principais pontos apreendidos e registre em seu portfólio.
 
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731478/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter10]!/4/2/4%4050:15
1 2 3 4
20
5
ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NO LT 
KURACLOUD
1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud. Selecione e execute a atividade “Entenda 
sua fisiologia->A6.2”. 
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2
https://accounts.kuracloud.com/user/login
https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1
https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1
21
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL 
1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, faça a leitura na página 320 da seção 
“Plexos intrínsecos/sistema nervoso entérico” do livro “Fundamentos de 
Anatomia Clínica”, de Moore . Após a leitura, desenvolva um mapa conceitual 
mostrando os reflexos longos (extrínsecos) e curtos (intrínsecos) envolvendo 
o sistema nervoso entérico. 
2. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, realize a leitura do capítulo 6, seção 
6.2 “Como as enzimas funcionam”, do livro “Princípios de bioquímica de 
Lehninger”, de Nelson e Cox. Após a leitura, construa um mapa mental. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, Keith L.; DAILEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Fundamentos de 
Anatomia Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 
9788527737265. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527737265/. Acesso em: 29 mai. 2023.
NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Grupo A, 2019. E-book. ISBN 
9788582715345. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582715345/. Acesso em: 30 jun. 2023.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715345/pageid/223
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/
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23
SP 1.3
Quietinha demais
Morfologia do Coração e 
fatores que influenciam a 
resistência vascular periférica
1 2 3 4
24
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Você sabia que o coração pode se contrair sem uma conexão com o sistema 
nervoso Central, ou outra parte do corpo? Pesquise sobre o tema e depois siga 
para a Trilha de Aprendizagem.
1. Acesse o Ulife, assista aos vídeos “Sistema de condução do coração” e 
“Organização histológica do coração” e, depois, responda às questões 
propostas.
A. Qual é a localização anatômica do nó sinoatrial, do nó atrioventricular, do 
fascículo atrioventricular (feixe de His), dos ramos direito e esquerdo e 
dos ramos subendocárdicos?
B. Quais são as composição e função do esqueleto fibroso?
C. Qual é a organização da parede do coração?
D. Quais são as características das células musculares cardíacas?
E. Qual é a composição e função dos discos intercalares?
2. Acesse o Ulife, assista ao vídeo “Fatores que influenciam na resistência 
vascular periférica – Parte 1” e, em seguida, responda às questões propostas.
A. Quais fatores interferem na resistência vascular periférica?
B. Qual é a importância da Lei de Poiseuille sobre o comportamento do fluxo 
sanguíneo do sistema circulatório?
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.3
25
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Nesta atividade, estudaremos o coração e o sistema circulatório, para isto 
realize o login na Plataforma LT KuraCloud. Após, siga o passo a passo para 
execução das atividades abaixo descritas. 
A. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > O coração”.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.3
B. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > Sistema circulatório”.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/816/studentview
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27
SP 1.4
Como lidar?
Morfologia do sistema 
respiratório e determinação 
dos volumes e das capacidades 
pulmonares pela espirometria
1 2 3 4
28
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os 
aspectos anatômicos e histológicos do sistema respiratório.
1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto 
assiste aos vídeos, responda às questões de “A” a “I”.
• Aspectos anatômicos do sistema respiratório. 
• Organização histológica do sistema respiratório parte 1. 
• Organização histológica do sistema respiratório parte 2
• Determinação dos volumes e capacidades pulmonares pela espirometria 
partes 1 e 2.
A. Constituição e localização do epitélio respiratório.
B. Importância das células caliciformes.
C. Função dos pneumócitos dos tipos 1 e 2. 
 
D. Importância do surfactante. 
E. Volume-corrente.
F. Volume de reserva inspiratória.
G. Volume de reserva expiratória.
H. Volume residual.
I. Princípio da espirometria.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.4
29
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Execute as atividades “Fisiologia 
Humana > Respiração > Anatomia do pulmão e fluxo de ar”.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.4
https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/833/studentview 
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SP 1.5
Várias pedras no caminho
Morfologia do
sistema urinário e urinálise
1 2 3 4
32
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os 
aspectos morfológicos e histológicos do sistema urinário.
1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto 
assiste aos vídeos, responda às questões “A” a “G”.
• Aspectos morfológicos do sistema urinário. 
• Organização histológica do rim partes I e II.
• Urinálise partes I e II.
 
A. Quais estruturas revestem os rins externamente?
B. Quais estruturas formam o trígono da bexiga urinária?
C. Cite as diferenças anatômicas entre a uretra feminina e a uretra masculina.
 
D. Quais são as unidades funcionais dos rins e como elas são organizadas? 
E. Quais as composição e função do aparelho justaglomerular?
F. Quais são as etapas do exame de urina 1?
G. Quais parâmetros são avaliados no exame de urina 1?
ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL
1. Elabore um mapa mental sobre o processo de formação da urina. 
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.5
33
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Acesse a plataforma LT KuraCloud e realize as atividades “A” e “B”. 
A. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Anatomia do rim”.
B. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Função tubular”.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.5
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Agenda
para TBL
TBL TEMA
1 Homeostase
2 Vias autonômicas
3 Sistema respiratório
4 Eletrofisiologia cardíaca
5 Hipertensão arterial
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36
MECANISMOS 
DE AGRESSÃO 
E DEFESA 
COMPLEXO TEMÁTICO II
37
“O sistema imune humano evoluiu durante milhões 
de anos, a partir dos organismos invertebrados, para 
desenvolver mecanismo de defesa sofisticados com o 
objetivo de proteger o hospedeiro contra microrganismos 
e seus fatores de virulência. O sistema imune normal tem 
três propriedades fundamentais: um repertório altamente 
diverso de receptores de antígenos que proporciona 
o reconhecimento de uma variedade quase infinita de 
patógenos, memória imune para reativar respostas imunes 
rápidas e tolerância imune para evitar danos aos próprios 
tecidos normais.”
(Haynes, Soderberg, Fauci, 2013)
Árvore 
temática 2
https://www.ulife.com.br/inspirali
39
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Identificar as agressões provocadas por agentes físicos, químicos, 
biológicos e psicossociais e os mecanismos de defesa do organismo a 
estas agressões.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Reconhecer os diversos tipos de agentes agressores (físicos, 
químicos, biológicos e psicossociais).
Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes biológicos: 
fungos, vírus, bactérias, protozoárias e helmintos.
Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes químicos.
Explicar os mecanismos de agressão pelos agentes físicos: 
temperatura, radiações e trauma mecânico.
Descrever os mecanismos de agressão psicossociais com ênfase em 
estresse, doenças ocupacionais e psicossomáticas.
Identificar a influência dos aspectos genéticos, nutricionais e 
psicológicos nos sistemas de defesa do organismo.
Identificar e caracterizar o papel da imunidade inata e adquirida no 
mecanismo de defesa.
Caracterizar os mecanismos de defesa específicos e inespecíficos;
Descrever os mecanismos da inflamação aguda e crônica.
Caracterizar o mecanismo da resposta imune celular, humoral e o 
desenvolvimento da memória imunológica.
40
Caracterizar os mecanismos envolvidos na imunização ativa e passiva.
Caracterizar as imunodeficiências congênitas e adquiridas.
Descrever os tipos de resposta de hipersensibilidade (Tipo I, II, III, IV) 
e suas principais diferenças.
Identificar os mecanismos de lesão celular reversível e irreversível e 
descrever os mecanismos de reparação tecidual.
Relacionar a lesão celular aos processos de adaptação e/ou morte 
celular.
41
SP 2.1
Ficou bom, mas queimou
Morfologia do
sistema linfático
1 2 3 4
42
5
ATIVIDADE 1: LEITURA E MAPA MENTAL
Antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar como os lipídeos 
provenientes da dieta são transportados. 
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, faça a busca pelo livro Anatomia Humana 
- Texto e Atlas e leia o Capítulo 13, Sistema imunológico e linfático, páginas 
197 a 200. Na sequência, construa um mapa mental sobre a formação e o 
trajeto da linfa, desde os capilares linfáticos até o retorno ao sangue venoso. 
ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Sistema linfático: organização histológica 
dos linfonodos. Durante a videoaula, anote:
A. Organização estrutural dos linfonodos. 
B. Composição do estroma e do parênquima dos linfonodos.
C. Áreas dos linfonodos e composição dessas áreas.
ATIVIDADE 4: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Assista à videoaula Avaliação do processo inflamatório pela determinação de 
proteína C-reativa. Durante a videoaula,anote:
A. Principais biomarcadores associados ao processo inflamatório.
B. O papel da proteína C-reativa no processo inflamatório.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527730082/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:1
43
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Acesse a plataforma LT KuraCloud e acesse as atividades de Histologia 
Linfática - Laboratório, seguindo os seguintes passos: Anatomia > Linfático e 
imune > Histologia Linfática - Laboratório.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.1
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45
SP 2.2
Mãos de costureira
Articulações sinoviais
1 2 3 4
46
5
Antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, é importante retomar os aspectos 
macroscópicos do sistema esquelético, focando nos ossos do carpo e da mão.
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE 
1. Acesse o Ulife e assista às videoaulas abaixo indicadas. Durante o vídeo, anote 
o que se pede nas questões “A” a “C”.
• Anatomia dos ossos do carpo e da mão.
• Confecção e coloração de extensão sanguínea/confecção e coloração de 
lâminas de extensão sanguínea.
 
A. Os ossos do carpo e da mão.
B. As articulações do carpo e da mão.
C. Os principais erros ao realizar um esfregaço sanguíneos e explique de que 
forma eles podem impactar a análise.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.2
47
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro ROITT – Fundamentos 
de Imunologia e leia o capítulo 17, Artrite reumatoide, páginas 491 a 493. Em 
seguida, responda à questão “A”. 
A. Sintetize os mecanismos que causam lesão às articulações sinoviais. 
ATIVIDADE 2: CELL QUIZ
1. Acesso o aplicativo Cell Atlas e realize o game Cell Quiz. 
• iOS - https://apps.apple.com/app/cellatlas/id413226907
• Android - https://play.google.com/store/apps/details?id=se.cellavision.
cellatlas
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.2
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https://play.google.com/store/apps/details?id=se.cellavision.cellatlas
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49
SP 2.3
A dengue veio para ficar?
Aspectos morfológicos
do baço e do timo
1 2 3 4
50
5
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - 
texto e atlas e leia o Capítulo 14, Baço, páginas 281 a 287. Em seguida, 
sintetize os seguintes temas: 
A. Componentes do baço.
B. Circulação sanguínea do baço.
C. Atividades funcionais do baço.
ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Acesse o Ulife e assista às videoaulas abaixo sobre o sistema linfático - timo:
• Subdivisões do mediastino.
• Localização do timo.
• Suprimento sanguíneo e linfático do timo.
2. Acesse o Ulife e assista à videoaula Extensão sanguínea e diferenciação 
celular parte 1 e, na sequência, responda às questões de “A” a “E”: 
A. O que significa hipocromia?
B. O que significa microcitose?
C. Como são classificadas as plaquetas? Qual sua função?
D. Qual o significado de anisocitose?
E. Qual o significado de poiquilocitose?
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.3
51
1 2 3 4 5
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.3
ATIVIDADE 2: SITUAÇÃO-PROBLEMA
1. Leia a situação-problema abaixo e, na sequência, responda ao que se pede 
com base no conteúdo lido:
“Um jovem de 26 anos de idade sofreu um trauma na região abdominal superior 
quando o veículo que estava dirigindo bateu em alta velocidade. Essa lesão 
causou fratura das costelas esquerdas inferiores que resultou em uma ruptura 
do baço, provocando uma hemorragia grave e choque. A esplenectomia foi 
necessária para prevenir a morte por hemorragia”.
A. Como o organismo se adapta para suprir a ausência do baço?
B. Sem o baço, o paciente corre maior risco de sepse, por quê?
C. Para reduzir o risco de sepse, o que pode ser feito antes de um procedimento 
invasivo?
ATIVIDADE 2: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - 
texto e atlas, capítulo 14, timo, páginas 274 a 277. Em seguida, responda às 
questões que seguem: 
A. Qual a importância da barreira hematotímica?
B. Pode-se dizer que, com a idade avançada, o timo desaparece totalmente?
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Tortora GJ. DERRICKSON B. Princípios de anatomia e fisiologia. São Paulo: Grupo 
GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527728867. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 29 mai. 2023.
http://Histologia Básica - Texto e Atlas
http://Histologia Básica - Texto e Atlas
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53
SP 2.4
Sufoco!
O sistema respiratório
como barreira física a 
infecções
1 2 3 4
54
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Antes de iniciar, você se lembra dos aspectos anatômicos do sistema respiratório 
e dos aspectos histológicos do epitélio respiratório? Tente relembrar; depois, 
siga para a Trilha de Aprendizagem.
1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Organização histológica do BALT. Durante 
a videoaula, anote:
A. A definição de MALT.
B. Os tipos de MALT.
C. A importância do MALT.
D. A definição de BALT.
E. A importância do epitélio respiratório para proteção contra agentes 
invasores.
F. A localização e a função dos pneumócitos dos tiposI e II.
G. Quando o BALT fica mais perceptível.
2. Assista às videoaulas abaixo. Após assistir aos vídeos, responda às questões 
de “A” a “C”:
• Técnicas de coloração de Gram parte 1. 
• Técnicas de coloração de Gram parte 2. 
A. Qual a importância da coloração de Gram na prática clínica?
B. Qual o princípio da técnica de Gram?
C. Como podemos classificar as bactérias morfologicamente e conforme a 
afinidade com a coloração de Gram?
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.4
55
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - 
texto e atlas da porção condutora e leia o capítulo 17, Atividade de defesa da 
porção condutora, página 349. Em seguida, explique, com suas palavras, o que 
acontece com o epitélio respiratório em situações que levem a modificações 
na corrente de ar e no direcionamento de substâncias abrasivas do ambiente
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Junqueira LCU, Carneiro J. Histologia básica - texto e atlas. Rio de Janeiro: Grupo 
GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178. Acesso em: 29 mai. 
2023.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/56%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-17%5d!/4/4/36/5:120%5bnto%2C.%5E)
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/56%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-17%5d!/4/4/36/5:120%5bnto%2C.%5E)
 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178
 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178
56
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
 Cibele Carla 
Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq.
br/2190108876134525
Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq.
br/2532683423345248 
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DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq.
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 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq.
br/1337560649617147
http://lattes.cnpq.br/2190108876134525
http://lattes.cnpq.br/2190108876134525
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https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/1337560649617147
http://lattes.cnpq.br/1337560649617147
57
SP 2.5
Sinal de alerta!
Tecido linfático 
associado às mucosas (MALT)
1 2 3 4
58
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Antes de iniciar, você se recorda dos aspectos anatômicos da faringe? E dos 
aspectos histológicos do tubo digestório? Retome esses conceitos e siga para a 
Trilha de Aprendizagem.
1. Acesse o Ulife, assista aos vídeos abaixo e, enquanto isso, anote o que se pede 
nas questões “A” a “E”.
• Anel linfático de Waldeyer;
• Caracterização das principais enteroparasitoses mediadas por helmintos 
parte 1;
• Caracterização das principais enteroparasitoses mediadas por helmintos 
parte 2.
A. Localização das tonsilas.
B. Definição de Anel linfático de Waldeyer.
C. Tipos de enteroparasitoses.
D. Principais sintomas causados pelas enteroparasitoses.
E. Classificação e características dos helmitos.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.5
1 2 3 4
59
5
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.5
ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Nesta atividade, revisaremos a histologia do intestino, estudada 
anteriormente. Para isso, acesse a plataforma LT KuraCloud e percorra o 
seguinte caminho: clique em Anatomia > Sistema Digestório > realize as 
lições 7 e 8.
https://accounts.kuracloud.com/user/login
60
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA
1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Imunologia celular e 
molecular, leia o Capítulo 2, Anatomia e funções dos tecidos linfoides. Em 
seguida, faça um resumo sobre os aspectos que julgar mais importantes do 
timo, do sistema linfático, do baço e do sistema imune da mucosa. 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
Abbas AK, Lichtman AH, Pillai S. Imunologia celular e molecular. São Paulo: Grupo 
GEN, 2023. E-book. ISBN 9788595158924. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/. Acesso em: 12 jun. 2023.
ATIVIDADE 2: ATLAS PARASITOLÓGICO
1. Explore os parasitas trabalhados no roteiro por meio do site DPDx e crie um 
atlas apresentando imagens das diversas formas do seu ciclo evolutivo e as 
principais informações relacionadas à transmissão, profilaxia e tratamento.
ATIVIDADE 3: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC
1. Neste experimento, você fará um exame macroscópico de fezes, no qual 
amostras de fezes frescas são analisadas para a avaliação da consistência e de 
mudanças de cor e para a identificação da presença de parasitas, estruturas 
parasitárias e/ou gordura.
Em grupos de cinco a seis alunos, utilize o acesso ao laboratório virtual da 
Algetec e acesse o tópico Velocidade de Hemossedimentação. Siga as etapas 
na sequência indicada até a realização do experimento virtual. Em seguida, 
responda às questões de “A” a “C”.
• 1ª Etapa: apresentação; 
• 2ª Etapa: acesse o sumário teórico – leitura prévia; 
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.5
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158924/epubcfi/6/22%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter02%5d!/4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158924/epubcfi/6/22%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter02%5d!/4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/
https://www.cdc.gov/dpdx/az.html
61
1 2 3 4 5
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.5
• 3ª Etapa: acesse o roteiro de experimento (baixe o roteiro no computador); 
• 4ª Etapa: realize o pré-teste (questões de aprendizagem pré-experimento); 
• 5ª Etapa: realize o experimento; 
• 6ª Etapa: realize o pós-teste (questões de aprendizagem pós-experimento).
A. A consistência das fezes pode alterar o tipo de protozoário presente? Se 
sim, por quê?
B. Quais as principais características observadas durante a análise 
macroscópica das fezes? Como elas podem indicar o estado de saúde do 
paciente?
C. Quais os fatores que podem interferir na análise das fezes? Como eles 
devem ser considerados na interpretação dos resultados?
62
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
Cibele Carla 
Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq.
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https://lattes.cnpq.br/2532683423345248
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
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http://lattes.cnpq.br/1337560649617147
63
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1 Imunidade inata
2 Imunidade adaptativa
3 Sinalização celular
4 Imunização
5 Helmintos e protozoários
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
64
MECANISMO DE 
RESPOSTA IMUNE E 
INFECÇÃO 
COMPLEXO TEMÁTICO III
65
“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem 
é uma partícula do continente, uma parte da terra; 
se um torrão é arrastado para o mar, a Europa 
fica diminuída, como se fosse um promontório, 
como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua 
própria; a morte de qualquer homem me diminui, 
porque sou parte do gênero humano. E por isso 
não perguntes por quem os sinos dobram; eles 
dobram por ti.”
(Donne, 1572 - 1631)
66
Árvore 
temática 3
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67
Objetivos
OBJETIVOS GERAIS
Compreender a complexidade doscuidados básicos aos indivíduos 
idosos, no contexto social em que vivem.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
Identificar o processo saúde-doença em uma perspectiva não apenas 
individual, mas coletiva, em um determinado território. 
Caracterizar os fatores críticos no adoecimento humano, destacando-
se a vulnerabilidade e o risco de grupos sociais. 
Reconhecer a história da implantação do SUS, com seus princípios e 
diretrizes, abrangendo o universo dos cuidados à saúde da população 
no país. 
Reconhecer a epidemiologia como estratégia conceitual e 
operacional para o estudo dos agravos de saúde que acometem 
grupos populacionais.
 
Realizar os cálculos de indicadores de saúde populacionais, como 
subsídio para o planejamento das ações de cuidado à saúde. 
Desenvolver uma visão da complexidade das ações de planejamento 
em saúde. 
Descrever a Estratégia da Saúde da Família e de seus impactos na 
saúde populacional.
68
Identificar os sistemas de informação, bem como a importância de 
sua alimentação, nos diversos níveis da inserção do médico no SUS. 
Acessar criticamente as fontes públicas de dados, primárias e 
secundárias, disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e outros 
órgãos.
 
Identificar documentos (legislação, diretrizes, parâmetros e outros) 
relativos ao processo de cuidado da saúde dos indivíduos e da 
população assistida.
69
SP 3.1
Por onde começar?
Suprimento sanguíneo
para o fígado
1 2 3 4
70
5
ATIVIDADE 1: VÍDEO AULA ULIFE
Você se lembra da constituição tecidual do fígado e dos aspectos anatômicos 
desse órgão? Reflita e siga para a trilha de aprendizagem.
1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse o Ulife com 
login e senha próprios e assista aos vídeos listados abaixo. Durante os vídeos, 
anote o que se pede nas questões “A” a “F”. 
• Aspectos macroscópicos do fígado.
• Histologia do fígado parte 1. 
• Histologia do fígado parte 2.
A. Vias biliares extra-hepáticas.
B. Características dos lóbulos hepáticos.
C. Definição e função da trama reticular.
D. Definição de espaço de disse.
E. Função das células de Kupfer.
F. Composição microscópica da tríade portal.
2. Acesse o Ulife, assista ao vídeo Análise epidemiológica: DATASUS e sistemas 
de informação em saúde e realize as seguintes anotações:
A. Os principais sistemas de saúde do Brasil.
B. Funções do SUS.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.1
71
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Faça a leitura do artigo “Imaging and Pathological Features of Idiopathic Portal 
Hypertension and Differential Diagnosis from Liver Cirrhosis”. 
2. Analise os dados e indicadores de Saúde com base no sistema governamental 
DATASUS, conforme o procedimento abaixo:
A. Acesse o DATASUS.
B. Acesse: Informações de Saúde (TABNET). 
C. Acesse: Indicadores de Saúde e Pactuações (Indicadores e Dados Básicos – 
IDB - 2012). 
D. Acesse: Indicadores demográficos (2000 a 2011) – Ano 2010.
A. Incidência de doenças transmissíveis - D.1 (Brasil/São Paulo e verifique quais 
regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas):
I. Sífilis congênita; 
II. Meningite;
III. Febre hemorrágica da dengue. 
B. Taxa de incidência de doenças transmissíveis - D.2 (Brasil/São Paulo e verifique 
quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas): 
I. AIDS (a partir de 2000);
II. Tuberculose;
III. Dengue.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.1
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7016174/ 
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7016174/ 
http://www2.datasus.gov.br/
72
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
 Cibele Carla 
Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq.
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https://lattes.cnpq.br/2532683423345248
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73
SP 3.2
Mico da semana!
Tegumento
comum
1 2 3 4
74
5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD 
1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse a plataforma 
LT KuraCloud e siga o caminho: Anatomia > Sistema Tegumentar > Histologia 
Tegumentar- Laboratório.
ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Acesse o Ulife com login e senha próprios e assista ao vídeo Diagnóstico 
laboratorial da tuberculose: baciloscopia/diagnóstico laboratorial de 
turberculose. Durante o vídeo, anote:
A. Como ocorre a transmissão da tuberculose?
B. Quais fatores contribuem para o aumento dos casos de tuberculose?
C. Quais são os principais métodos utilizados para o diagnóstico da 
tuberculose?
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.2
75
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO
1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, faça a busca pelo livro Patologia, de 
Boglioli Filho. Em seguida, realize a leitura da seção Cicatrização, páginas 181 
a 185, do capítulo 8.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
BOGLIOLO FILHO, Geraldo B. Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. 
E-book. ISBN 9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788527738378/. Acesso em: 14 jun. 2023.
Trilha de aprendizagem Pós-aulaSP 3.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml19]!/4/152/5:328[%C3%A7%C3%A3o%2C%20de] 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml19]!/4/152/5:328[%C3%A7%C3%A3o%2C%20de] 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
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NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
 Cibele Carla 
Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq.
br/2190108876134525
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77
SP 3.3
“Super liga”
Articulações do joelho 
e do tornozelo e 
exoparasitas
1 2 3 4
78
5
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
Antes de iniciar a trilha de aprendizagem, tente relembrar os componentes e os 
tipos de articulação sinovial.
1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Anatomia das articulações do joelho e do 
tornozelo. Durante a observação da videoaula, anote: 
• Estruturas que formam a articulação do joelho.
• Tipos de movimentos da articulação do joelho.
• Estruturas que formam a articulação do tornozelo.
• Tipos de movimentos da articulação do tornozelo.
ATIVIDADE 2: BUSCA ATIVA
1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Parasitologia (4ª 
edição), e utilize-o como base para responder às questões abaixo: 
A. O que é escabiose? 
B. Qual é o agente causador da escabiose?
C. Costumamos ouvir dizer “determinada pessoa está com berne”. O que é 
berne? 
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2027-4
79
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA
1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Casos Clínicos em 
Anatomia e faça a leitura do Caso 7, página 49.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
TOY, Eugene C. et al. Casos Clínicos em Anatomia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 
2016. Disponível em: Minha Biblioteca.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.3
80
NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO CURRÍCULO LATTES
 Cibele Carla 
Guimarães de Souza
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https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 
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81
SP 3.4
Comigo... tudo ótimo!
Alterações teciduais
dos intestinos na diarreia
e enteroparasitoses
1 2 3 4
82
5
ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT KURACLOUD
Você sabia que entre os 250 milhões de pessoas que fazem viagens 
internacionais a cada ano, foi estimado que mais de 100 milhões sofrem de 
diarreia autolimitada leve a grave, e que essa doença é denominada “diarreia do 
viajante”? Pesquise sobre o tema e depois siga para a trilha de aprendizagem.
Para a trilha de aprendizagem, você deverá retomar os aspectos morfológicos de 
intestino delgado.
1. Acesse o LT KuraCloud, siga o passo a passo a seguir e realize as atividades de 
Histologia Digestória e Modelo do Sistema Digestório: Anatomia > Sistema 
Digestório > Histologia digestória - Laboratório e Modelo do Sistema 
Digestório - Laboratório.
Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.4
https://accounts.kuracloud.com/user/login
83
1 2 3 4 5
ATIVIDADE 1: LEITURA
1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Fisiologia (Porth). 
Leia a seção Enterocolite infecciosa, nas páginas 1093 a 1095. Não deixe de 
anotar o que julgar importante.
ATIVIDADE 2: INFOGRÁFICO
1. Elabore, com seu grupo, um infográfico estabelecendo medidas profiláticas 
relacionadas ao caso da estação 2.
Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737876/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:2
84
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85
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1 Fungos
2 Artrópodes
3 Microbiota
4 Imunodeficiência
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https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
86
HABILIDADES 
MÉDICAS/
ESTAÇÕES CLÍNICAS
2ª E T A P A
HMEC - ESTUDANTES
TERMO DE REFERÊNCIA
88
INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO
A Unidade Curricular (UC) Habilidades Médicas (HM) constitui-se como um 
dos eixos fundamentais da formação no curso de Medicina, com atividades 
distribuídas da 1ª à 8ª etapa. Essa unidade contempla também os compo-
nentes de Saúde Baseada em Evidências (SBE) (1ª e 2ª etapas) e Habili-
dades Cirúrgicas (HC) (7ª e 8ª etapas), compondo um percurso formativo 
integrado e progressivo. O seu principal propósito é promover o desenvol-
vimento de competências essenciais à prática médica..
OBJETIVOS DO ENCONTRO
• Comunicação eficaz com o paciente.
• Condução de anamneses.
• Realização de exame físico.
• Execução de procedimentos técnicos.
• Interpretação de exames.
• Tomada de decisão clínica e terapêutica.
• Raciocínio clínico.
• Postura ética, empática e profissional.
As Estações Clínicas (EC) são organizadas de forma estruturada para de-
senvolver as dimensões cognitiva, psicomotora e atitudinal, por meio 
de metodologias ativas, simulações e integração constante entre teoria 
e prática.
COMO SERÁ SUA JORNADA EM CADA ETAPA?
Cada etapa do semestre é organizada em dois módulos de oito semanas. 
Em cada módulo, você vivenciará a seguinte estrutura:
1ª semana – Conferência de abertura
Iniciaremos com uma conferência temática, que trará os principais conte-
údos teóricos das próximas semanas. Também será o momento de alinhar-
mos as orientações para as atividades práticas, apresentarmos os mate-
riais de apoio e combinarmos os acordos pedagógicos.
89
2ª à 5ª semana – Estações práticas
Você participará de estações clínicas temáticas, com seu grupo de apro-
ximadamente 15 estudantes. Cada grupo será acompanhado por um pro-
fessor, que conduzirá as atividades com exposições dialogadas e práticas 
variadas, como:
• role-play;
• prática entre alunos;
• uso de simuladores (baixa e alta fidelidade);
• simulação clínica com atores;
• simulações virtuais;
• discussão de casos clínicos, entre outras.
Ao final de cada estação, será realizado um feedback coletivo, baseado no 
instrumento Global Rating, conforme as diretrizes da Bússola Zero.
Figura 1: Rotações das estações
Fonte: Elaborada pelo autor, 2025.
6ª e 7ª semanas – Simulações clínicas
Essas semanas são dedicadas a simulações de casos clínicos, que acon-
tecerão com simuladores de alta fidelidade e/ou atores. Aqui, você terá a 
oportunidade de integrar tudo o que aprendeu nas semanas anteriores, 
focando em:
• raciocínio clínico;
• tomada de decisão;
• comunicação e postura profissional;
• trabalho em equipe e liderança.
90
Após cada simulação, haverá um momento de debriefing – reflexão condu-
zida pelo professor para que todos possam refletir, compartilhar e apren-
der com a experiência vivida, sem julgamentos ou avaliações de certo e 
errado. Esse é um espaço seguro, onde o erro é reconhecido como uma 
valiosa ferramenta de aprendizado.
8ª semana – Conferência de encerramento
Fechamos o módulo com uma nova conferência, consolidando os aprendi-
zados e conectando os conteúdos com a prática clínica.
9ª à 16ª semana – Repetição da estrutura
A partir da 9ª semana, inicia-se um novo ciclo com nova conferência, novas 
estações e novas simulações, mantendo a organização e dinâmica.
Ao final das 16 semanas, você realizará as avaliações teórica (D2) e prática, 
conforme previsto na Bússola Zero.
Figura 2: Habilidades médicas por rotações das estações
Fonte: Elaborada pelo autor, 2025.
Recomendações importantes para o seu bom desempenho
• Preparação prévia é essencial: estude o material disponibilizado e 
orientado pelos seus professores. Isso permitirá maior aproveita-
91
mento das estações práticas e nas simulações.
• Participe ativamente: nas estações e simulações, envolva-se com 
atenção e dedicação.
• Respeite o grupo nas estações e nas simulações: este é um es-
paço colaborativo, onde todos aprendem juntos. A escuta ativa, a 
empatia e o respeito são atitudes fundamentais.
• Simulação não é prova: é prática guiada. Seu desempenho será ob-
servado com foco na evolução e no engajamento, e não na perfei-
ção das condutas.
Por fim, é importante destacar que os temas abordados nas estações e 
as dinâmicas adotadas durante as atividades poderão ser ajustados ou 
modificados pelos docentes responsáveis, sempre que estes considera-
rem que tal adaptação contribuirá de forma mais eficaz para o processo 
de ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento das competências 
propostas.
Esperamos que esta experiência seja rica, desafiadora e profundamente 
transformadora. Vocês estão construindo, passo a passo, as bases do cui-
dado ético, seguro e humanizado com os futuros pacientes.
Semana Atividade Tema macro Indicação de referencial 
1 Conferência de 
abertura
Estrutura da anamnese e 
semiologia dos sistemas 
cardiovascular e respiratório
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN,R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025.
GUSSO, G.; LOPES, J. M. C.; DIAS, L. C. Tratado de medicina de família e comunidade: 
princípios, formação e prática. Porto Alegre: Bookman, 2019. E-book. Disponível em: 
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/. Acesso em: 2 maio 
2025.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. E-book. 
Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/. 
Acesso em: 2 maio 2025.
2 Estação 1 - 1º docente Semiologia do sistema 
cardiovascular normal
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025. 
MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/. Acesso em: 12 
ago. 2023. 
3 Estação 2 - 2º docente Semiologia do sistema 
respiratório normal 
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025. 
MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/. Acesso em: 12 
ago. 2023. 
4 Estação 3 - 3º docente Cadeia sobrevida
Suporte Básico de Vida com DEA
AHA – AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques 2024 das American Heart Association 
and American Red Cross Guidelines for First Aid. [S. l.]: AHA, 2024. Disponível em: 
https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/
JN_1457_PTBR_Highlights_2024FA_Accessible.pdf?sc_lang=en. Acesso em: 16 jul. 2025.
SBC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Treinamento de emergências 
cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia básico: TECA B. Barueri: 
Manole, 2013. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788520436929/. Acesso em: 26 jul. 2023. 
SBC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Atualização da Diretriz de Ressuscitação 
Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de 
Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, [s. l.], v. 113, n. 3, p. 449-663, 2019. 
Disponível em: http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/
pdf/11303025.pdf. Acessado em: 26 jul. 2023.
QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. Suporte Básico de Vida: primeiro atendimento na emergência 
para profissionais da saúde. Barueri: Manole, 2011. E-book. Disponível em: https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/. Acesso em: 3 ago. 2023. 
5 Estação 4 - 4º docente
Punção venosa/IM/SC Administração 
de medicamentos: diluição, 
aspiração, montagem de soro 
AMATO, A. C. M. Procedimentos médicos – Técnica e tática. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Roca, 2016. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788527729949. Acesso em: 26 abr. 2025.
6 Simulação –
7 Simulação –
8 Conferência de 
fechamento A critério do docente Material a ser indicado pelo docente.
Avaliação teórica
Cronograma
HM/EC 
Etapa 2 - Bússola do Aluno
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/
https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_
https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436929/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436929/
http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.pdf
http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.pdf
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949
Semana Atividade Tema macro Indicação de referencial 
9 Conferência de 
Abertura
Semiologia das Síndromes 
pulmonares e Síndromes cardíacas
ALMEIDA, E. A. de; WANDERLEY, J. da S. Semiologia médica e as síndromes clínicas. Rio de 
Janeiro: Thieme Revinter, 2023. p. 273. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9786555722079/. Acesso em: 26 ago. 2025.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. Parte 9 e 
Parte 10.
10 Estação 5: 1º docente Semiologia cardíaca patológica
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Médica. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/
reader/books/9788527738484/. Acesso em: 26 ago. 2025.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Grupo GEN, 2019. p. 407–413. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 26 
ago. 2025.
 
E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente.
11 Estação 6: 2º docente Semiologia respiratória patológica
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Médica. 13. ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/
reader/books/9788527738484/. Acesso em: 26 ago. 2025.
PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Grupo GEN, 2019. p. 407–413. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 26 
ago. 2025.
 
E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente.
12 Estação 7: 3º docente Semiologia radiológica do tórax
HANSEN, J. T. Netter Anatomia Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 
2019. Cap. 3: Tórax, p. 93. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788535292084. Acesso em: 26 ago. 2025.
MELLO JUNIOR, C. F. Radiologia Básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. 
Cap. 4: Tórax, p. 86. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9786555720594/. Acesso em: 26 ago. 2025.
WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e roteiro de análise 
da radiografia de tórax. Medicina (Ribeirão Preto), v. 52, supl. 1, p. 5–15. Disponível em: 
https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1p5-15. Acesso em: 26 ago. 2025. 
 
E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente.
13 Estação 8: 4º docente ECG
GUSSO, G.; LOPES, J. M. C.; DIAS, L. C. Tratado de medicina de família e comunidade – 2 
volumes: princípios, formação e prática. 2. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2019. p. 1366. 
Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/. 
Acesso em: 26 ago. 2025. 
 
E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente.
14 Simulação
15 Simulação
16
Conferência de 
Fechamento e 
Avaliação Teórica (D2)
A critério do docente
17 Avaliação Prática
18 Avaliação Prática
19 Recuperação
20 Conselho de Classe
Cronograma
HM/EC 
Etapa 2 - Bússola do Aluno
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722079/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722079/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/
https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1p5-15
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/
HABILIDADES 
MÉDICAS 2 
ESTAÇÕES
95
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Praticar o exame físico cardíaco do adulto normal em pares (aluno com 
aluno).
Praticar o exame físico cardíaco normal no manequim adulto de simu-
lação.
Aplicar o estudo de caso da paciente Zuleica para treino da anamnese 
e uso do método clínico centrado na pessoa com enfoque em sintomas 
cardíacos (atividade opcional).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates - Propedêutica médica. 
13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. 
Acesso em: 13 ago. 2023.
MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. 
E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo-
gan, 2019. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 12 ago. 2023.
VITORIANO, P. T.; VASCONCELOS, V. Cardiologia para internato: uma abor-
dagem prática. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2019. E-book. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554652005/. 
Acesso em: 12 ago. 2023.
Ciclo cardíaco e 
semiologia do sistema 
cardiovascular normal
Estação 1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
96
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Praticar o exame físico pulmonar em um paciente adulto em pares 
(aluno com aluno).
Praticar o exame físico pulmonar no manequim de simulação adulto.
Praticar as atividades de interação na plataforma virtual LT KuraCloud 
para estudo da anatomia e da fisiologia pulmonares (opcional).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates - Propedêutica médica. 
13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. 
Acesso em: 16 ago. 2023.
MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. 
E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023.
PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo-
gan, 2019. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 12 ago. 2023.
Semiologia do sistema 
respiratório normal
Estação 2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/
97
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Apresentar os conceitos da cadeia de sobrevida. 
Praticar o atendimento básico de ressuscitação cardiopulmonar no 
adulto e o manuseio do DEA nas diferentes situações (vítima molhada, 
vítima com muito pelo no tórax e vítima com marcapasso interno) no 
manequim de simulação.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BEE Gees - Stayin' Alive (Official Video). 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo 
canal beegees, 2010. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?-
v=I_izvAbhExY. Acesso em: 11 jul. 2025.
CANESIN, M. F.; TIMERMAN, S. Treinamento de emergências cardiovascula-
res da Sociedade Brasileira de Cardiologia Básico: TECA B. Barueri: Mano-
le, 2013. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788520436929/. Acesso em: 26 jul. 2023. 
DESTAQUES de 2024 das American Heart Association and American Red 
Cross Guidelines for First Aid. American Heart Association, [s. l.], 2024. 
Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-
-Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_Highlights_2024FA_Ac-
cessible.pdf?sc_lang=en. Acesso em: 9 jul. 2025.
QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. Suporte Básico de Vida: primeiro atendimen-
to na emergência para profissionais da saúde. Barueri: Manole, 2011. 
E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788520444924/. Acesso em: 3 ago. 2023.
RCP para adultos. 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo canal ProCPR, 2022. Dis-
ponível em: https://www.procpr.org/training/video/adult-cpr. Acesso em: 
11 jul. 2025.
Cadeia de sobrevida e 
suporte básico de vida 
com DEA
Estação 3
https://www.procpr.org/training/video/adult-cpr
98
SBC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Atualização da Diretriz de 
Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergên-
cia da Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2019. Arquivos Brasileiros de 
Cardiologia, [s. l.], v. 113, n. 3, p. 449-663, 2019. Disponível em: http://pu-
blicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.
pdf. Acesso em: 26 jul. 2023.
99
OBJETIVOS DA ESTAÇÃO
Revisar os cuidados de biossegurança em punções e preparo de medi-
camentos.
Revisar a anatomia dos locais de punção, prevenindo complicações.
Conhecer os cuidados antes da punção e os melhores locais anatômi-
cos.
Praticar punção venosa periférica, intramuscular, subcutânea, intrader-
mica com segurança e técnica correta.
Conhecer e praticar diluição de medicamentos com assepsia e montar 
o sistema de infusão venosa com técnica correta.
Conhecer e praticar administração de medicamentos com segurança, 
seguindo os 9 (ou 13) certos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ACIDENTE de Trabalho com Material Biológico. 1 vídeo, 12 min. Publicado 
pelo canal Coordenadoria de Vigilância em Saúde - COVISA, 2024. Dispo-
nível em: https://www.youtube.com/watch?v=vl-j7DtAgdE. Acesso em: 12 
jul. 2025.
AMATO, A. C. M. Procedimentos Médicos: Técnica e Tática. 2. ed. Rio de Ja-
neiro: Roca, 2016. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/re-
Punção Venosa (IV), 
Intramuscular (IM), 
Subcutânea (SC), 
Intradérmica (ID) + 
Administração de 
Medicamento (diluição, 
aspiração e montagem de 
soro)
Estação 4
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/
100
ader/books/9788527729949/. Acesso em: 26 abr. 2025. 
AMATO, A. C. M. Técnica de assepsia e antissepsia. Procedimentos Médicos 
- Técnica e Tática. 2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2016. Disponível em: https://
app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/. Acesso em: 
26 abr. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Capacitação de pessoal em sala de vacinação: 
manual do treinando. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. 
CAMPANHA impactante de conscientização - higiene de mãos. 1 vídeo, 2 
min. Publicado pelo canal NEP HRC, 2020. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=Bk0qLPV7sps. Acesso em: 12 jul. 2025.
CARTAZ com todas as precauções. Gov.br, 2020. Disponível em: https://
www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosde-
saude/cartazes/cartaz_precaues.pdf/view. Acesso em: 12 jul. 2025.
CARTAZ higienização das mãos com preparações alcoólicas. Gov.br, 2020. 
Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/
publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_higieniza-
cao_prep_alcool.pdf/view. Acesso em: 12 jul. 2025.
CARTAZ higienização simples das mãos. Gov.br, 2020. Disponível em: ht-
tps://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicos-
desaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_higienizacao_simples.pdf/view. 
Acesso em: 12 jul. 2025.
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Uso seguro

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