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2025 2 ª E T A P A SUMÁRIO 2ª E T A P A NECESSIDADES E CUIDADOS EM SAÚDE (NCS) .......................................................07 Complexo temático I – Funções biológicas ............................................................08 Árvore temática 1 .........................................................................................................10 Agenda para TBL ...........................................................................................................35 Complexo temático II – Mecanismos de agressão e defesa ...................................36 Árvore temática 2 .........................................................................................................38 Agenda para TBL ...........................................................................................................63 Complexo temático III – Mecanismo de resposta imune e infecção........................64 Árvore temática 3 .........................................................................................................66 Agenda para TBL ...........................................................................................................85 HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS ........................................................86 Termo de referência HM/EC ..................................................................................87 Cronograma HM/EC ..............................................................................................92 Estações HM/EC............................... .....................................................................94 Saúde Baseada em Evidência ..............................................................................109 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS ................................................................................112 Termo de referência PMSUS ................................................................................113 Cronograma PMSUS ............................................................................................120 Estações PMSUS...................................................................................................121 ÍCONES ÍCONE SIGNIFICADO Vídeo disparador disponível na plataforma. Videoaula disponível na plataforma. Vídeo interativo disponível na plataforma. Vídeo de animação disponível na plataforma. Aula interativa disponível na plataforma. Material de apoio disponível na plataforma. Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 7 NECESSIDADES E CUIDADOS EM SAÚDE (NCS) 2ª E T A P A 8 FUNÇÕES BIOLÓGICAS COMPLEXO TEMÁTICO I 9 “Observando-se os fenômenos que ocorrem na Natureza, pode-se por analogia estendê-los à fisiologia do corpo humano, pois nele se reproduzem os mesmos fenômenos naturais. Nessa visão global de integração Natureza-Ser Humano, todas as ciências são coerentes e concordantes entre si, os ramos do conhecimento humano partem ou confluem para o saber básico.” (Ysao Yamamura, 2004) 10 Árvore temática 1 https://www.ulife.com.br/inspirali 11 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a integração dos sistemas fisiológicos que compõem o corpo humano para a manutenção da homeostase. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar a homeostase como um estado de equilíbrio dinâmico, identificando a participação dos diversos sistemas orgânicos em sua manutenção. Relacionar a homeostase com a manutenção da qualidade de vida do homem. Reconhecer a valorização do ambiente tanto como fonte de perturbações da homeostase quanto de expressão de comportamentos e reações que definem as interações sociais do indivíduo. Desenvolver a visão da complexidade da atuação médica no reconhecimento do estado funcional global do indivíduo, particularizando os diversos sistemas orgânicos, em múltiplas interações para a manutenção de homeostase, em situações de equilíbrio e de desequilíbrio real ou potencial. Correlacionar parâmetros morfológicos e funcionais com a avaliação clínica (sinais e sintomas), fornecendo subsídios para a compreensão e a aplicação de procedimentos semiológicos diagnósticos. Reconhecer a importância da incorporação de novos hábitos e práticas que visem à manutenção da saúde, no âmbito do atendimento das necessidades de saúde. 12 Avaliar situações desconhecidas, identificando lacunas no próprio conhecimento, formulando questões e hipóteses explicativas adequadas, consolidando a autonomia intelectual na busca de informações científicas que possibilitem a compreensão da realidade observada e a tomada de decisões. Valorizar a integração de diversas áreas do conhecimento na prática médica da capacidade de autoavaliação, na dinâmica do processo de formação médica. 13 SP 1.1 E agora? Morfologia do sistema nervoso e transporte através de membranas 1 2 3 4 14 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Aprendiz, você se recorda dos principais eventos envolvidos nas primeiras semanas de desenvolvimento embriológico? Recordá-los será fundamental para a compreensão da organização do sistema nervoso. Desta forma, antes de iniciar a trilha de aprendizagem, relembre os aspectos inerentes ao desenvolvimento embriológico, compreendidos desde a primeira semana até a 3ª semana de gestação. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Durante os vídeos, responda as questões “A” a “E”: • Sistema nervoso. • Embriologia do sistema nervoso. • Tecido nervoso parte I. • Tecido nervoso parte II. A. Quais células compõem o sistema nervoso? B. Quais são as funções dos dendritos, do corpo celular e do axônio? C. Como os neurônios podem ser classificados? D. Conceitue substância branca e substância cinzenta. E. Explique os critérios embriológicos, anatômicos e funcionais para divisão do sistema nervoso. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1 1 2 3 4 15 5 Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.1 ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Para execução desta atividade, você deve acessar a Minha Biblioteca na plataforma Ulife e fazer a leitura das páginas 89 a 93 do livro “Biologia Celular e Molecular” de JUNQUEIRA . Após a leitura, faça um fichamento do conteúdo, destacando os pontos mais importantes estudados. Dica: para acessar o material diretamente pelo link, é necessário estar com a página “Minha biblioteca” aberta. ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade, estudaremos o transporte transmembrana de substâncias; para isso, faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Depois, siga o passo a passo para execução das atividades A7 1 e A7 2: “Entenda sua fisiologia > A7: Como as substâncias atravessam as membranas > A7 1 e A7 2”. Fonte: Junqueira LC, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª edição: Grupo GEN, 2012. E-book. ISBN 978-85-277-2129-5. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/978-85-277-2129-5/. Acesso em: 02 jul. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview https://saeast1.kuracloud.com/i/ f8fe0302/staff/courses/94/module/1381/studentview https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2129-5/ 16 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO PROBLEMA 1. Leia a situação problema a seguir e responda às questões “A” a “C”. Ao descobrir que estava grávida, Maria, 30 anos de idade, agendou em uma Unidade Básica de Atendimento (UBS) de sua região a primeira consulta de pré- natal. A médica solicitou alguns exames laboratoriais,de me- dicamentos: guia para preparo, administração e monitoramento. São Pau- lo: COREN-SP, 2017. Disponível em: uso-seguro-medicamentos.pdf. Aces- so em: 26 abr. 2025. MAIS Saúde Bahia - Como utilizar e retirar luvas e a lavagem correta de mãos. 1 vídeo, 3 min. Publicado pelo canal Secretaria da Saúde do Estado https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/ https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart 101 da Bahia, 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Bnr- GcNFdr_U. Acesso em: 12 jul. 2025. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n. 222, de 28 de março de 2018. Brasília: MS, 2018. OS 5 MOMENTOS para higienização das mãos - A3. Gov.br, 2020. Disponí- vel em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicaco- es/servicosdesaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_5momentos_a3.pdf/ view. Acesso em: 12 jul. 2025. PERRY, A. G.; POTTER, P. A. Guia Completo de Procedimentos e Competên- cias de Enfermagem. 9. edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. Disponível em: Minha Biblioteca: Perry & Potter Guia Completo de Proce- dimentos e Competências de Enfermagem. Acesso em: 01 jun. 2025. PREVENÇÃO de acidentes com material perfuro cortante. 1 vídeo, 5 min. Publicado pelo canal Hospital Evandro Ribeiro, 2023. Disponível em: ht- tps://www.youtube.com/watch?v=fL-J6MkEnpc. Acesso em: 12 jul. 2025. STAPENHORST, F. F. et al. Bioética e biossegurança aplicada. Porto Alegre: Sagah, 2017. Disponível em: Minha Biblioteca: Bioética e biossegurança aplicada. Acesso em: junho 2025. TÉCNICA de Higienização das Mãos. 1 vídeo, 1 min. Publicado pelo canal Centro de Telessaúde HC-UFMG, 2024. Disponível em: https://www.youtu- be.com/watch?v=3JFtkE-W9H0. Acesso em: 12 jul. 2025. VÍDEO educativo: Paramentação e desparamentação para profissionais de saúde. 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo canal TV GEP HC-UFTM, 2020. Dispo- nível em: https://www.youtube.com/watch?v=HPBXI-6E550. Acesso em: 12 jul. 2025. VOCÊ UTILIZA OS PERFUROCORTANTES DE FORMA SEGURA?. 1 vídeo, 2 min. Publicado pelo canal Seconci-SP OSS, 2023. Disponível em: https://www. https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cart 102 youtube.com/watch?v=R1YXb4qm1O0. Acesso em: 12 jul. 2025. Autor: Magda Aparecida dos Santos Silva 103 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Identificar os principais sinais semiológicos do exame físico do apare- lho cardiovascular. Identificar as principais alterações patológicas correlacionando as grandes síndromes cardíacas. Refletir sobre raciocínio clínico nas grandes síndromes cardíacas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA LEITURA PRÉVIA BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Mé- dica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: ht- tps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ . Acesso em: 22 jul. 2025. PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed.São Paulo: Grupo GEN, 2019. p. 407-413. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527734998/. Acesso em: 22 jul. 2025. Observações finais para a elaboração da estação - Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes. - As estações devem promover prática em suas diferentes modalida- des, raciocínio clínico e aprendizagem colaborativa. AUTOR DA ESTAÇÃO Regina Venturini da Fonseca Semiologia cardiovascular patológica Estação 5 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 104 Semiologia respiratória patológica Estação 6 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Identificar os principais sinais semiológicos do exame físico do apare- lho respiratório. Identificar os principais sons pulmonares patológicos correlacionando às grandes síndromes respiratórias. Refletir sobre raciocínio clínico nas grandes síndromes pulmonares. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PARA LEITURA PRÉVIA BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Mé- dica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 jul. 2025. PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo- gan, 2019. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527734998/. Acesso em: 2 jul. 2025. Observações finais para a elaboração da estação • Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes. • As estações devem promover prática em suas diferentes modalida- des, raciocínio clínico e aprendizagem colaborativa. AUTORA DA ESTAÇÃO Regina Venturini da Fonseca https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ 105 Radiologia de tórax OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Compreender os princípios básicos da Radiologia torácica. Aprender a sistematizar a leitura de uma radiografia de tórax. Identificar achados radiológicos normais e principais alterações pato- lógicas. REFERÊNCIAS CERRI, G. G.; LEITE, C. da C.; ROCHA, M. de S. Tratado de Radiologia, Volume 2: Pulmões, Coração e Vasos, Gastrointestinal, Uroginecologia. Barueri: Manole, 2017. E-book. ISBN 9788520453940. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520453940/ HANSEN, J. T. Netter Anatomia Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: GEN Gua- nabara Koogan, 2019. E-book. ISBN 9788535292084. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084. Capítulo 3: Tórax. MACHADO, D. C. et al. Diagnóstico Radiológico da DPOC. Pulmão, Rio de Janeiro, v. 22, n. 2, p. 45-49, 2013. Disponível em: https://www. sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revis- Estação 7 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520453940/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084 https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdf https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdf 106 ta/2013/n_02/10.pdf. Acesso em: 27 ago. 2025. MELLO JR., C. F. de. Radiologia Básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Thieme Re- vinter, 2021. E-book. ISBN 9786555720594. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/. Capítulo 4: Tórax. WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e roteiro de análise da radiografia de tórax. Medicina – Revistas USP, Ri- beirão Preto, v. 52, supl. 1, 2019. Disponível em: https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763. Acesso em: 25 ago. 2025. ZATTAR, L.; VIANA, P. C. C.; CERRI, G. G. Radiologia diagnóstica prática. 2. ed. Barueri: Manole, 2022. E-book. ISBN 9786555767841. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9786555767841/ Observações finais para a elaboração da estação Este roteiro é para uso exclusivo dos docentes. As estações devem promover prática clínica, aprendizagem ativa e ra- ciocínio diagnóstico. Autora da estação: Ana Paula dos Santos Oliveira https://www.sopterj.com.br/wp-content/themes/_sopterj_redesign_2017/_revista/2013/n_02/10.pdfhttps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/ https://revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555767841/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555767841/ 107 Interpretação Básica de ECG OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Correlacionar os princípios da fisiologia cardíaca à leitura do eletrocar- diograma (ECG). Compreender a monitorização e os procedimentos para realização de um ECG. Identificar corretamente as ondas P, QRS, T e os intervalos PR e RR em um traçado eletrocardiográfico. Distinguir padrões normais e anormais das ondas e intervalos do ECG. Interpretar e explicar a presença de um ECG normal ou alterado com base nas ondas e intervalos analisados. REFERÊNCIAS AEHLERT, B. J. Manual de ECG. 6. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanaba- ra Koogan, 2019. E-book. Capítulo 9, p. 82. ISBN 9788595150409. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788595150409/. Acesso em: 12 jul. 2025. ECG LEARNING CENTER. AHA ECG. Disponível em: https://ecg.utah.edu. Acesso em: 20 ago. 2025. FEITOSA FILHO, G. S. ECG simples, fácil e prático. Barueri: Manole, 2019. E-book. p. 23. ISBN 9786555765281. Disponível em: https:// app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555765281/. Acesso em: 12 jul. 2025. MARINUCCI, L. F. B. Novo método para entender o ECG. Barueri: Mano- le, 2023. E-book. p. 1. Seção 1. ISBN 9788520466018. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520466018/. Acesso em: 12 jul. 2025. OPENAI. 12 Lead ECG: New onset atrial fibrillation | Download Scienti- fic Diagram. [2025]. Estação 8 108 Autora do Roteiro: Ana Paula Quilici Revisão e Contribuição: Flávio Magalhães Biló 109 SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIA HABILIDADES MÉDICAS/ESTAÇÕES CLÍNICAS 110 AULA OBJETIVOS 01 Estudos de intervenção - Compreender a importância da randomização como forma de equilibrar os grupos e garantir uma base semelhante para comparação; - Observar que sem um grupo de comparação não é possível estimar um efeito de intervenção; - Refletir sobre a influência da comparação no efeito estimado, seja na escolha do tratamento controle ou no uso de placebo; - Refletir sobre o mascaramento e a sua importância na identificação de um efeito real de uma intervenção; - Refletir sobre a razão do ensaio randomizado ser melhor do que estudos de observação para cenários de intervenção (destacar as diferenças); - Diferenciar os conceitos de eficácia, efetividade e eficiência. 02 Busca de ensaios randomizados - Revisar os conceitos de busca em bases de dados; - Apresentar o Clinical Queries (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/clinical/) como fonte de otimização da busca de acordo com a categoria clínica de interesse. 03 Avaliação Crítica de Ensaios Randomizados (Parte 1) - Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto de ensaios randomizados. 04 Avaliação Crítica de Ensaios Randomizados (Parte 2) - Refletir sobre a importância da avaliação crítica da literatura também no contexto de ensaios randomizados; - Praticar avaliação crítica nos aspectos relacionados com a randomização, sigilo de alocação, mascaramento (participantes, equipe e avaliadores de desfechos), perdas e relato seletivo. 05 NNT - Demonstrar aplicações do cálculo do NNT para interpretações mais claras. 06 Construção de pergunta PICO - Discutir formas de aprimorar perguntas para busca (PICO); - Discutir sobre o uso de várias fontes de informação para uma mesma pergunta; - Apresentar a publicação de estudos de revisão como fontes abrangentes de conteúdo. 07 Revisão Sistemática - Apresentar o desenho de revisão sistemática da literatura; - Destacar as características básicas de uma revisão sistemática; - Apresentar o conceito de metanálise; - Diferenciar os conceitos de revisão sistemática, revisão da literatura e metanálise. 08 Busca de RS na Cochrane Library - Apresentar a Biblioteca Cochrane como fonte de revisões sistemáticas em saúde; - Praticar a busca de revisões nesta fonte de informação destacando a utilização do resumo em linguagem acessível e o texto completo. 09 Interpretação de Metanálises - Apresentar as partes de um gráfico de floresta; - Discutir as vantagens e limitações das metanálises; - Exercitar a interpretação geral de metanálises em gráficos de floresta. Objetivos de SBE Quadro 3 - Relação de aulas e seus objetivos. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 111 AULA OBJETIVOS 10 Diretrizes Clínicas - Apresentar a publicação de diretrizes clínicas; - Diferenciar diretriz clínica de protocolo clínico; - Conhecer os componentes relevantes de uma diretriz clínica. 11 Certeza da evidência (GRADE) - Discutir sobre a importância da avaliação da certeza da evidência em detrimento de uma análise puramente estatística. - Apresentar a abordagem GRADE de forma superficial sob o ponto de vista do leitor que precisa entender do que se trata. - Interpretar resultados de certeza de evidência por meio de exercícios práticos. 12 Prática de busca em cenários de intervenção - Revisar os pontos principais apresentados até o momento buscando uma revisão sistemática (estruturação de uma pergunta no PICO, identificação dos descritores, busca nas bases de dados, avaliação crítica, interpretação dos resultados). 13 Análise estatística em artigos I - Apresentação de conceitos básicos de estatística descritiva; - Revisão de conceitos de medidas de tendência central (Média, moda e mediana); - Apresentação do Teorema do Limite Central; - Apresentação de conceitos de medidas de dispersão (desvio-padrão, variância, amplitude); - Apresentação de medidas de posição (Quartis, Decis, Percentis). 14 Análise estatística em artigos II - Revisão de medidas de associação; - Apresentar com mais detalhes a medida de Hazard Ratio com base em cenários de sobrevida; - Revisão sobre Intervalo de confiança. https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 112 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS (PMSUS) 2ªE T A P A PMSUS - ESTUDANTES TERMO DE REFERÊNCIA 114 PMSUS teórico Elaboração Camila Vieira Sousa Aprovadores Rodrigo Dias Nunes João Carlos da Silva Bizário 115 INTRODUÇÃO Este Termo de Referência tem como propósito orientar, de maneira ampla, a organização e a oferta da Unidade Curricular PMSUS teórica dos cursos de Medicina da Inspirali. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para o Curso de Graduação em Medicina definem que o egresso deve ser capaz de atuar com competência técnica, ética, científica e humanística, atuando de forma integrada à rea- lidade social, cultural e econômica do país. Nesse sentido, é fundamental que a formação médica compreenda, desde sua formação inicial, os princí- pios, diretrizes, da organização e do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), assim como das principais necessidades, demandas e desa- fios de saúde enfrentados pela população brasileira. A Unidade Curricular Prática Médica no SUS (PMSUS) tem como objeti- vo promover o desenvolvimento de competências que articulem o co- nhecimento técnico-científico às necessidades sociais, promovendo uma formação crítica, ética e reflexiva, comprometida e alinhada com os princípios do SUS e com os desafios da saúde coletiva. Buscando formar comprometidos com a defesa universal à saúde, com promoção da equi- dade e com a construção de práticas que assegurem a integralidade. Para isso, a unidade está estruturada de modo a permitir que os estudantes possam: • compreender o SUS em seus fundamentos históricos, legais, políti- cos,organizacionais e assistenciais; • reconhecer a complexidade da realidade social e sanitária brasi- leira, articulando saberes interdisciplinares para responder às ne- cessidades de saúde da população; • analisar criticamente o sistema de seguridade social, as políticas públicas de saúde e os determinantes sociais da saúde; • desenvolver habilidades clínicas e relacionais pautadas na escuta qualificada, no vínculo e no cuidado centrado na pessoa e no terri- tório; • elaborar análises críticas das políticas públicas de saúde e dos mo- delos de atenção, compreendendo seus limites, potencialidades e implicações ético-políticas; 116 • analisar a distribuição das principais doenças e agravos no terri- tório, relacionando-os às iniquidades sociais e às vulnerabilida- des epidemiológicas; • analisar a organização da Rede de Atenção à Saúde (RAS), identifi- cando seus componentes, linhas de cuidado, fluxos de referência e contrarreferência, bem como os processos de gestão envolvidos; • desenvolver competências relacionais e colaborativas, com foco no trabalho em equipe, interprofissional, na escuta ativa, na comuni- cação efetiva e na construção compartilhada de projetos de inter- venção territorial; • fomentar a participação ativa dos estudantes nos processos de aprendizagem e na consolidação de competências para o exercício crítico e ético da medicina no SUS; • analisar os protocolos de cuidado do SUS, compreendendo sua construção, aplicação e desafios na prática cotidiana; • vivenciar práticas de cuidado que favoreçam o protagonismo po- pular, a intersetorialidade e o fortalecimento das redes de atenção e participação social. ORGANIZAÇÃO DA SESSÃO DE APRENDIZAGEM - OFICINA DE APRENDIZAGEM Utilização de metodologias como oficinas, sala de aula invertida, cons- trução de mapa mental, metodologia KWL, painel integrador, laborató- rios de epidemiologia, entre outras selecionadas pelo docente. Os encontros da Unidade Curricular PMSUS Teórico estão estruturados em cinco momentos pedagógicos complementares, que visam promover o protagonismo discente, a articulação teoria-prática e o desenvolvimento de competências críticas para a atuação no SUS. ATIVIDADE PREPARATÓRIA Momento destinado à preparação prévia dos estudantes, por meio da dis- ponibilização de materiais de referência (textos, vídeos, protocolos, entre 117 outros) na plataforma virtual. Essa etapa visa proporcionar subsídios con- ceituais e normativos que serão aprofundados durante a oficina. Contextualização O docente introduz a temática do encontro de forma breve e instigante, destacando sua relevância no contexto do SUS. Neste momento, também são apresentados: a metodologia ativa que será empregada; a organização dos grupos de trabalho; as tarefas e produtos esperados da atividade. Esse momento busca criar intencionalidade pedagógica e mobilizar os co- nhecimentos prévios dos estudantes. Construção Etapa central da oficina, em que os estudantes, organizados em cinco grupos de seis integrantes, desenvolvem a atividade proposta com base na metodologia ativa selecionada (como mapas conceituais, debates, es- tudos de caso, entre outros). O docente atua como facilitador do proces- so, apoiando os grupos, esclarecendo dúvidas e mediando as interações para garantir o aprofundamento teórico-prático. Socialização Cada grupo apresenta os resultados de sua construção, evidenciando os principais pontos discutidos sobre a temática. A socialização promove o diálogo entre pares e a ampliação das perspectivas sobre o objeto de es- tudo, sendo conduzida com mediação ativa do docente para potencializar a aprendizagem coletiva. Fechamento e feedback O docente realiza a sistematização dos principais conceitos e reflexões produzidas durante o encontro, à luz dos objetivos de aprendizagem pre- viamente estabelecidos. Também são pactuados os encaminhamentos para o próximo encontro e acolhidas dúvidas remanescentes. Esse mo- mento pode incluir feedback individual ou coletivo sobre a participação dos estudantes. 118 Organização dos grupos Cada grupo será composto por seis estudantes, definidos no início do se- mestre. É imprescindível que a composição dos grupos permaneça fixa ao longo de toda a unidade curricular, garantindo continuidade nas experiências, coesão do trabalho em equipe e acompanhamento longitudinal das ativi- dades. A constância dos grupos visa: • fortalecer o vínculo entre os integrantes; • promover o trabalho colaborativo e multiprofissional; • estimular a corresponsabilidade pelas tarefas e reflexões desen- volvidas. Atividades preparatórias A participação ativa nas aulas teóricas requer preparação, conforme orien- tação disponível na Bússola, que deverá ser acessada semanalmente pelos estudantes. As atividades preparatórias são obrigatórias e deverão ser realizadas an- tes de cada encontro. Elas incluem: • leitura dos textos referenciados; • visualização de vídeos formativos; • resolução de casos clínicos ou reflexivos; • produção de registros ou reflexões. Essas atividades subsidiam o desenvolvimento do produto que será cons- truído pelo grupo e serão frequentemente utilizadas como base para dis- cussões clínicas, rodas de conversa e síntese do conhecimento. Avaliação da participação A avaliação da UC é contínua e formativa, considerando os seguintes cri- térios: • participação efetiva em todos os momentos presenciais; • realização das atividades preparatórias; • engajamento nas ações coletivas e individuais; • postura ética, proatividade e compromisso com a formação e com o SUS. 119 O estudante será avaliado não apenas pela presença, mas pela qualidade da sua participação nos momentos da aula teórica e na produção das ati- vidades. REFERENCIAL TEÓRICO BRASIL. Resolução n. 3, de 20 de junho de 2014. Institui as Diretrizes Cur- riculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Brasília: Conse- lho Nacional de Educação, 2014. Disponível em: https://portal.mec.gov. br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces- 003-14&category_slug=junho-2014-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 8 jul. 2025. CECCIM, R. B; FEUERWERKER, L. C. M. O quadrilátero da formação para a área da saúde: ensino, gestão, atenção e controle social. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 1, p. 41-65, jun. 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?for- mat=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025. MITRE, S. M. et al. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem na for- mação profissional em saúde: debates atuais. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, sup. 2, p. 2133-2144, 2008. Disponível em: ht- tps://www.scielo.br/j/csc/a/9M86Ktp3vpHgMxWTZXScRKS/?format=p- df&lang=pt. Acesso em: 3 jun. 2025. MORAN, J. M.; MASETTO, M. T.; BEHRENS, M. A. Novas tecnologias e media- ção pedagógica. 21. ed. Campinas: Papirus, 2013. https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_ https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_ https://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15874-rces003-14&category_ https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?format=pdf&lang=pt https://www.scielo.br/j/physis/a/GtNSGFwY4hzh9G9cGgDjqMp/?format=pdf&lang=pt UC Semana Temática Oficinas PMSUS 2 Semana 1 Modelos de atenção à saúde Modelos de atenção à saúde no Brasil: da hegemonia biomédica à integralidade do cuidado Semana 2 Funções da atenção básica nas Redes de Atenção à Saúde (RAS) - Infraestrutura e funcionamento da Atenção Básica à Saúde (ABS) Rede de Atenção à Saúde (RAS) Semana 3 Processo de trabalho das equipes de Atenção Básica à Saúde (ABS) O trabalho da equipe de atenção básica na Rede de Atenção à Saúde (RAS) Semana 4 Funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) – Pré- consulta. Procedimentos técnicos realizados na atenção básica. Farmácia na atenção básica. Acolhimento, demanda programada xespontânea na Atenção Primária à Saúde (APS) Semana 5 Conferência de atenção à saúde e o funcionamento da atenção básica e financiamento Conferência construída e ministrada pelo docente da turma Semana 6 Vigilância epidemiológica, transição epidemiológica, demográfica, nutricional e carga global de doenças Vigilância em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) Semana 7 A epidemiologia como ferramenta essencial para o planejamento de ações em saúde e a formulação de políticas públicas A epidemiologia como instrumento estratégico na formulação de políticas públicas e no planejamento de ações de saúde Semana 8 Vigilância epidemiológica, doenças prevalentes na AB (dengue, hanseníase, tuberculose e esquistossomose) Vigilância epidemiológica e doenças prevalentes na Atenção Primária à Saúde (APS) Semana 9 Política Nacional de Imunização - Calendário vacinal Política Nacional de Imunização Semana 10 Conferência de vigilância em saúde e imunização Conferência construída e ministrada pelo docente da turma Semana 11 Promoção de saúde Saberes e práticas no Sistema Único de Saúde (SUS) – Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS) Semana 12 Abordagem familiar, genograma e ecomapa Abordagem familiar, genograma e ecomapa Semana 13 Cadastro na atenção básica. e-SUS-APS e outros sistemas de informação em saúde Cadastro na atenção básica. e-SUS-APS e outros sistemas de informação em saúde Semana 14 Conferência acolhimento e abordagem familiar Conferência construída e ministrada pelo docente da turma Cronograma PMSUS Etapa 2 OFICINAS PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS 122 Modelos de atenção à saúde no Brasil: da hegemonia biomédica à integralidade do cuidado INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Este encontro tem como objetivo aprofundar a compreensão dos modelos de atenção à saúde no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), ana- lisando suas origens históricas, fundamentos teóricos e implicações prá- ticas na organização dos serviços. A partir da reflexão crítica sobre a he- gemonia do modelo biomédico, pretende-se estimular o debate sobre os avanços e desafios na construção de um modelo de atenção que promova o cuidado integral, equitativo e centrado nas necessidades das pessoas. Com isso, busca-se fortalecer o entendimento da Atenção Primária à Saúde como eixo estruturante do SUS e como estratégia fundamental para a con- solidação de um sistema público universal e resolutivo. ATIVIDADE PREPARATÓRIA Os estudantes deverão realizar a leitura dos seguintes materiais: BRASIL. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condi- ções para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 1990. Disponível em: http://www.pla- nalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm. Acesso em: 10 jul. 2025. FERTONANI, H. P. et al. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira. Ciência saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n. 6, p. 1869-1878, jun. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ csc/a/ZtnLRysBYTmdC9jw9wy7hKQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 jul. 2025. PAIM, J. S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2015. Disponível em: ht- tps://fiocruz.br/livro/que-e-o-sus-o. Acesso em: 11 jul. 2025. 123 REFERÊNCIAS BRASIL. Lei n. 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condi- ções para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 1990. Disponível em: http://www.pla- nalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm. Acesso em: 10 jul. 2025. FERTONANI, H. P. et al. Modelo assistencial em saúde: conceitos e desafios para a atenção básica brasileira. Ciência saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n. 6, p. 1869-1878, jun. 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ csc/a/ZtnLRysBYTmdC9jw9wy7hKQ/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 11 jul. 2025. GIOVANELLA, L. et al. Cobertura da Estratégia Saúde da Família no Brasil: o que nos mostram as Pesquisas Nacionais de Saúde 2013 e 2019. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, n. 26, sup. 1, p. 2543-2556, 2021. Dispo- nível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/SMZVrPZRgHrCTx57H35Ttsz/?for- mat=pdf&lang=pt. Acesso em: 10 jul. 2025. PAIM, J. S. O que é o SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2015. Disponível em: ht- tps://fiocruz.br/livro/que-e-o-sus-o. Acesso em: 11 jul. 2025. TEIXEIRA, C. F.; SOLLA, J. P. Modelos de atenção à saúde: promoção, vigilân- cia e saúde da família. Salvador: EduFBA, 2006. 124 Funções da atenção básica na Rede de Atenção em Saúde (RAS): infraestrutura e funcionamento da Atenção Básica em Saúde (ABS) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Promover uma reflexão sobre a infraestrutura e organização da atenção básica e a fundamentação dos atributos da atenção básica no Brasil e o cotidiano desses no contexto da Atenção Primária em Saúde (APS). OBJETIVOS DO ENCONTRO • Conhecer os princípios da Conferência Internacional sobre Cuida- dos Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Alma-Ata e sua relação com o Sistema Único de Saúde (SUS) no contexto atual. • Conhecer a principal proposta da Conferência de Astana, com ênfa- se na discussão sobre cobertura universal x sistema universal. • Conhecer o conceito, funcionamento e aplicabilidade dos atributos da atenção básica na RAS. • Compreender o modelo de atenção à saúde sob a ótica do cuidado integral e da organização dos serviços de saúde proposto pela RAS no SUS. • Discutir os atributos da atenção básica na Estratégia Saúde da Fa- mília (ESF) na perspectiva do discente. ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Assistir ao vídeo até 13 minutos: 12º CONGRESSO da Abrasco 40 anos de Alma-Ata - Bate-Papo na Saúde. 1 vídeo, 26 min. Publicado no canal Saúde Oficial, 2019. Disponível em: ht- tps://www.youtube.com/watch?v=x5rJY57mWdw. Acesso em: 4 jul. 2025. 125 Ler os materiais a seguir. BRASIL. Ministério da Saúde. Declaração de Alma-Ata sobre cuidados pri- mários. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: https://bvsms. saude.gov.br/bvs/publicacoes/declaracao_alma_ata.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. GIOVANELLA, L. et al. De Alma-Ata a Astana. Atenção Primária à Saúde e sis- temas universais de saúde: compromisso indissociável e direito humano fundamental. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35, n. 3, p. 1-6, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/9rWTS9ZvcYxqdY8Z- TJMmPMH/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Declaração de Alma-Ata sobre cuidados pri- mários. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: https://bvsms. saude.gov.br/bvs/publicacoes/declaracao_alma_ata.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. FACCHINI, L. A. “A Declaração de Alma-Ata se revestiu de uma grande re- levância em vários contextos”. Escola Politécnica de Saúde Joaquim Ve- nâncio, Rio de Janeiro, 2022. Disponível em: http://www.epsjv.fiocruz.br/ noticias/entrevista/a-declaracao-de-alma-ata-se-revestiu-de-uma-gran- de-relevancia-em-varios. Acesso em: 9 jun. 2025. GIOVANELLA, L. et al. De Alma-Ata a Astana. Atenção Primária à Saúde e sis- temas universais de saúde: compromisso indissociável e direito humano fundamental. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 35, n. 3, p. 1-6, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/9rWTS9ZvcYxqdY8Z- TJMmPMH/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025. LIMA, J. G. et al. Atributos essenciais da Atenção Primária à Saúde: resultados nacionais do PMAQ-AB. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 42, n. esp. 1, p. 52-66, set. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/dTT4C8Bx- FNTFMftQcdcZjqc/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025. 126 O trabalho da equipe de atenção básica na Rede de Atenção à Saúde (RAS) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Discutir o trabalho da equipe de atençãoprimária e sua relação com as demais equipes existentes na RAS. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Compreender a organização do processo de trabalho da equipe de saúde na atenção básica. • Identificar as atribuições das equipes de saúde da família de acor- do com a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS). • Compreender o papel da Estratégia Saúde da Família (ESF) como coordenador e ordenador do cuidado dentro da RAS. • Compreender a participação dos trabalhadores de saúde na produ- ção dos modelos de atenção à saúde (hegemônico e da RAS). • Conhecer, a partir da vivência no campo de prática, os resultados da integração das equipes dentro dos pontos de atenção à saúde intersetorial, como, por exemplo, CRAS, CREAS, CAPS, conselho tu- telar, entre outros. ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Leitura do artigo a seguir. CHAVES, F. S. et al. Trabalho em equipe na estratégia de saúde da família e seus desafios. Facit Business and Technology Journal, Araguaina, v. 1, n. 31, p. 64-77, out./nov. 2021. Disponível em: https://revistas.faculdadefa- cit.edu.br/index.php/JNT/article/view/1264/831. Acesso em: 7 jul. 2025. Assistir ao episódio indicado a seguir e fazer uma análise escrita (narrati- va) sobre o episódio relacionando à oficina de trabalho. UNIDADE Básica. 1 vídeo, 27 min. Publicado pelo canal Vimeo-Gabriela, 127 2016. Disponível em: https://vimeo.com/326830491. Acesso em: 7 jul. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BIANCONI, A. L. M. et al. Relações interpessoais de equipes multiprofis- sionais na Atenção Domiciliar: revisão integrativa. Revista Eletrônica de Enfermagem, [s. l.], v. 22, n. 59594, p.-1-7, 2020. Disponível em: https:// revistas.ufg.br/fen/article/view/59594/35714. Acesso em: 10 jun. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Núcleo de Apoio à Saúde da Família. Brasília: Ministé- rio da Saúde, 2014. (Cadernos de Atenção Básica, n. 39). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/nucleo_apoio_saude_fami- lia_cab39.pdf. Acesso em: 10 jun. 2025. CHAVES, F. S. et al. Trabalho em equipe na estratégia de saúde da família e seus desafios. Facit Business and Technology Journal, Araguaina, v. 1, n. 31, p. 64-77, out./nov. 2021. Disponível em: https://revistas.faculdadefa- cit.edu.br/index.php/JNT/article/view/1264/831. Acesso em: 7 jul. 2025. GUIMARAES, B. E. de B.; BRANCO, A. B. de A. C. Trabalho em equipe na aten- ção básica à saúde: pesquisa bibliográfica. Revista de Psicologia e Saúde, [s. l.], v. 12, n. 1, p. 143-155, jan./abr. 2020. Disponível em: https://pssaucdb. emnuvens.com.br/pssa/article/view/669/pdf. Acesso em: 7 jul. 2025. UNIDADE Básica. 1 vídeo, 27 min. Publicado pelo canal Vimeo-Gabriela, 2016. Disponível em: https://vimeo.com/326830491. Acesso em: 7 jul. 2025. 128 Acolhimento, demanda programada X espontânea na atenção primária à saúde (aps) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Este encontro tem o objetivo de promover a compreensão do acolhimento como diretriz ética, clínica e organizacional na Atenção Primária à Saúde (APS), a partir da problematização de situações reais de conflito entre o agendamen- to programado e as demandas espontâneas que chegam ao serviço. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Compreender os princípios e modelos de acolhimento à demanda espontânea na APS. • Distinguir as características da demanda programada e da espontâ- nea, e como integrá-las no processo de cuidado. • Analisar criticamente as práticas de triagem, classificação de risco e estratégias de vínculo e responsabilização das equipes. • Elaborar propostas de reorganização do trabalho nas Unidades Bá- sicas de Saúde (UBS) considerando acesso, equidade, vínculo e re- solutividade. ATIVIDADE PREPARATÓRIA BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. Brasília: Ministé- rio da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, v. 1). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_ espontanea_cab28v1.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. 129 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. 2. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2010. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: https://bvsms. saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_praticas_producao_saude. pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, v. 1). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_ espontanea_cab28v1.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. 130 Vigilância em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Compreender a vigilância em saúde, seus componentes e as ações desen- volvidas para avaliação e monitoramento das condições de saúde da po- pulação. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Compreender vigilância em saúde, seus objetivos, competências e com- ponentes. • Identificar doenças transmissíveis de notificação compulsória. • Reconhecer as competências da União, estados, municípios e Distrito Federal na área da vigilância em saúde. • Analisar a articulação das ações de vigilância em saúde e sua relação com a atenção básica. • Descrever os objetivos e ações de cada componente da vigilância em saúde. ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Ler os materiais a seguir. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Depar- tamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vi- gilância em saúde. 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_sau- de_5ed_rev_atual.pdf. Acesso em: 7 jul. 2025. NASCIMENTO, M. R. A. et al. O papel da vigilância em saúde no sistema único de saúde. Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida, [s. l.], v. 16, n. 1, p. 1-8, 2024. Disponível em: https://revista.cpaqv. org/index.php/CPAQV/article/view/1940/1391. Acesso em: 7 jul. 2025. 131 TEIXEIRA, M. G. et al. Vigilância em Saúde no SUS - construção, efeitos e perspectivas. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 6, p. 1811– 1818, jun. 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/FxcSJBQq- 8G7CNSxhTyT7Qbn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS ALMEIDA FILHO, N.; BARRETO, M. L. Epidemiologia e saúde: fundamentos, métodos e aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. BOCCATTO, M. Vigilância em Saúde. São Paulo: Unifesp, 2015. Disponí- vel em: https://repositorio.unifesp.br/items/ffad914c-1d02-4149-a4a- 3-a53b34af23d6/full. Acesso em: 8 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria de Apoio à Gestão em Vigilância em Saúde. Manual de gestão da vigilância em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A - Normas e Manuais Técnicos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ manual_gestao_vigilancia_saude.pdf. Acesso em: 8 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa- mento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vigilân- cia em saúde. 5. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_5ed_ rev_atual.pdf. Acesso em: 7 jul. 2025. NASCIMENTO, M. R. A. et al. O papel da vigilância em saúde no sistema único de saúde. Revista CPAQV - Centro de Pesquisas Avançadas em Qualidade de Vida, [s. l.], v. 16, n. 1, p. 1-8, 2024. Disponível em: https://revista.cpaqv. org/index.php/CPAQV/article/view/1940/1391. Acesso em: 7 jul. 2025. TEIXEIRA, M. G. et al. Vigilância em Saúde no SUS - construção, efeitos e pers- pectivas. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 23, n. 6, p. 1811–1818, jun. 2018. Disponívelem: https://www.scielo.br/j/csc/a/FxcSJBQq8G7C- NSxhTyT7Qbn/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 7 jul. 2025. 132 A epidemiologia como instrumento estratégico na formulação de políticas públicas e no planejamento de ações de saúde INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Estimular uma compreensão crítica sobre a importância da epidemiolo- gia, por meio do uso do DATASUS, para o reconhecimento de desigual- dades em saúde, a identificação de necessidades locais, o planejamento de intervenções e a formulação de políticas públicas fundamentadas na realidade sanitária da população. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Compreender o papel da epidemiologia e dos sistemas de infor- mação como ferramentas de apoio à gestão em saúde. • Desenvolver habilidades para acessar, extrair e interpretar indica- dores no DATASUS. • Comparar os dados de saúde do município com a realidade ob- servada na microárea ou Unidade Básica de Saúde (UBS) onde os estudantes atuam. • Refletir sobre como essas evidências podem subsidiar ações lo- cais mais resolutivas, equitativas e integradas à rede de atenção. • Reconhecer a importância da articulação entre os dados do DATA- SUS e as ações de vigilância em saúde na atenção primária, forta- lecendo a capacidade de resposta territorial aos agravos prioritá- rios. ATIVIDADE PREPARATÓRIA BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa- 133 mento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A. Normas e Manuais Técni- cos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vi- gilancia_epidemiologica_7ed.pdf. Acesso em: 30 jun. 2025. DATASUS – Departamento de Informática do SUS. Gov.br, Brasília, [2025]. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/. Acesso em: 16 jun. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa- mento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. (Série A. Normas e Manuais Técni- cos). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vi- gilancia_epidemiologica_7ed.pdf. Acesso em: 30 jun. 2025. DATASUS – Departamento de Informática do SUS. Gov.br, Brasília, [2025]. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/. Acesso em: 16 jun. 2025. 134 Vigilância epidemiológica e doenças prevalentes na Atenção Primária à Saúde (APS) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Este encontro tem o objetivo de favorecer a compreensão crítica sobre o papel da vigilância epidemiológica na APS, articulando conhecimentos sobre as doenças transmissíveis de maior prevalência no território brasileiro (dengue, hanseníase, tuberculose e esquistossomose) com os fluxos de notificação, análise de dados locais e estratégias de controle. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Compreender o papel estratégico da vigilância epidemiológica na APS. • Identificar as doenças prevalentes e os critérios de notificação obrigatória. • Analisar dados epidemiológicos em diferentes níveis (municipal, estadual e nacional). • Refletir sobre medidas de controle e prevenção em contextos ter- ritoriais reais. • Estimular o raciocínio crítico sobre a organização do processo de trabalho na vigilância em saúde. ATIVIDADE PREPARATÓRIA BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em saúde. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_ SED_rev_atual.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025. 135 REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de vigilância em saúde. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2019. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_ vigilancia_saude_3ed.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Articulação Estratégica de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância em saúde. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_ SED_rev_atual.pdf. Acesso em: 16 jun. 2025. 136 Programa Nacional de Imunização INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Compreender o Programa Nacional de Imunização (PNI), seu funciona- mento e as ferramentas para o monitoramento das condições de saúde da população. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Definir o PNI e discutir o funcionamento de acordo com o calen- dário vacinal vigente. • Debater sobre o cumprimento da meta nacional do PNI (estado e município onde atua). • Debater sobre a Rede de Frios e a logística de funcionamento (União, estado e município). • Discutir sobre o Sistema de Informação do PNI. • Definir o que são reações adversas das vacinas e como devemos manejá-las na vigilância epidemiológica (União, estado e municí- pio). ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Ler os materiais a seguir. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Progra- ma Nacional de Imunizações: 30 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2003. (Série C. Projetos e Programas e Relatórios). Disponível em: https://bvsms. saude.gov.br/bvs/publicacoes/livro_30_anos_pni.pdf. Acesso em 26 jun. 2025. PÉRCIO, J. et al. 50 anos do Programa Nacional de Imunizações e a Agenda de Imunização 2030. Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 32, n. 3, p. 1-4, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ress/a/gYPFRh- J6CZNQKqYzJ4KCvwk/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 26 jun. 2025. 137 TOSCANO, C. Cartilha de vacinas: para quem quer mesmo saber das coisas. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2003. E-book. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cart_vac.pdf. Acesso em 26 jun. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa- mento de Vigilância Epidemiológica. Manual de rede de frio do Progra- ma Nacional de Imunizações. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. E-book. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manu- al_rede_frio4ed.pdf. Acesso em: 4 ago. 2022. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departa- mento de Imunizações e Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância epi- demiológica de eventos adversos pós-vacinação. 4. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2020. E-book. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/ publicacoes/manual_vigilancia_epidemiologica_eventos_vacinacao_4ed. pdf. Acesso em: 4 ago. 2022. SANTOS FILHO, M. de V. C. Desenvolvimento e importância das vacinas: por que ainda é preciso afirmar o óbvio? Revista Brasileira de Saúde, Curiti- ba, v. 6, n. 4, p. 16395–16412, jul./ago. 2023. Disponível em: https://ojs. brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/61880/44564. Acesso em 26 jun. 2025. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_rede_frio4ed.pdf http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_rede_frio4ed.pdf 138 Saberes e práticas no Sistema Único de Saúde (SUS) – Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS) INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Este encontro tem o objetivo de promover a reflexão crítica sobre a Po- lítica Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) e a Política Nacional de Educação Popular em Saúde (PNEPS), valorizando o diálogo de saberes, a participação social e o protagonismo no cuidado em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS). OBJETIVOS DO ENCONTRO • Analisar o contexto histórico e político que levou à criação da PNPS, reconhecendo seus marcos fundantes e sua conexão com a busca por equidade, intersetorialidade e participação social no SUS. • Interpretar as diretrizes e princípios da PNPS e da PNEPS, avalian- do suas contribuições para o fortalecimento do SUS. • Articular teoria e prática com base nas experiências vividas nosterritórios, promovendo reflexões críticas e contextualizadas. • Reconhecer e integrar os saberes populares e as estratégias de educação libertadora como parte do cuidado em saúde. • Elaborar propostas criativas e adaptadas à realidade local para in- tervenções em saúde coletiva. ATIVIDADE PREPARATÓRIA BRASIL. Portaria n. 1.996, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as dire- 139 trizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: https://bvs- ms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2007/prt1996_20_08_2007.html. Acesso em: 4 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: PNPS: Anexo I da Portaria de Consolidação n. 2, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicaco- es/politica_nacional_promocao_saude.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Portaria n. 1.996, de 20 de agosto de 2007. Dispõe sobre as dire- trizes para a implementação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: https://bvs- ms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2007/prt1996_20_08_2007.html. Acesso em: 4 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Secreta- ria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Promoção da Saúde: PNPS: Anexo I da Portaria de Consolidação n. 2, de 28 de setembro de 2017, que consolida as normas sobre as políticas nacionais de saúde do SUS. Brasí- lia: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_promocao_saude.pdf 140 Abordagem familiar, genograma e ecomapa INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Debater a abordagem familiar, ciclo vital, família, estrutura familiar, tipos de família no contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF); conhecer os instrumentos de abordagem e análise familiar utilizados na ESF (genogra- ma e ecomapa) e sua aplicabilidade no contexto da atenção básica. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Conhecer os conceitos de abordagem familiar, ciclo vital, família, estrutura familiar, tipos de família dentro da ESF. • Compreender o conceito de modelo de atenção à saúde no con- texto familiar. • Descrever a família na ESF. • Compreender a importância dos instrumentos de análise da famí- lia para planejamento de ações em saúde (genograma e ecomapa). • Relacionar genograma e ecomapa com desenvolvimento de estra- tégias de cuidado em saúde no território. ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Ler os materiais a seguir. BRASIL. Ministério da Saúde. Abordagem familiar no território da APS. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. (Programa Saúde com Agente; E-book 14). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aborda- gem_familiar_territorio_aps.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. SANTOS, J. A. dos et al. Abordagem familiar na estratégia de Saúde da famí- lia: utilização de ferramentas para promoção do cuidado multiprofissional. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 5, p. 1-19, 2025. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/ index.php/clcs/article/view/17685/10215. Acesso em: 4 jul. 2025. 141 SÁ, J. de S. et al. Uso do genograma e do ecomapa na avaliação das relações familiares de crianças em situação de vulnerabilidade e violência. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 46, n. esp. 5, p. 80–90, dez. 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/Hxv9TnNdBf4bQrz6vpKVh7g/?forma- t=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025. REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BORGES, C. D.; COSTA, M. M. da; FARIA, J. G. de. Genograma e atenção básica à saúde: em busca da integralidade. Revista de Psicolologia e Saúde, [s. l.], v. 7, n. 2, p. 133-141, jul./dez. 2015. Disponível em: https://pepsic.bvsalud. org/pdf/rpsaude/v7n2/v7n2a07.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Caderno de atenção domiciliar. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ caderno_atencao_domiciliar_melhor_casa.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Abordagem familiar no território da APS. Brasília: Ministério da Saúde, 2023. (Programa Saúde com Agente; E-book 14). Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aborda- gem_familiar_territorio_aps.pdf. Acesso em: 4 jul. 2025. SANTOS, J. A. dos et al. Abordagem familiar na estratégia de Saúde da famí- lia: utilização de ferramentas para promoção do cuidado multiprofissional. Contribuciones a Las Ciencias Sociales, São José dos Pinhais, v. 18, n. 5, p. 1-19, 2025. Disponível em: https://ojs.revistacontribuciones.com/ojs/index. php/clcs/article/view/17685/10215. Acesso em: 4 jul. 2025. SÁ, J. de S. et al. Uso do genograma e do ecomapa na avaliação das relações familiares de crianças em situação de vulnerabilidade e violência. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 46, n. esp. 5, p. 80–90, dez. 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sdeb/a/Hxv9TnNdBf4bQrz6vpKVh7g/?forma- t=pdf&lang=pt. Acesso em: 4 jul. 2025. 142 Cadastro na Atenção Básica, e-SUS aplicativo e outros sistemas de informação em saúde INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO Conhecer o cadastro na Atenção Básica, utilizando as plataformas tecno- lógicas existentes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). OBJETIVOS DO ENCONTRO • Conhecer os principais sistemas de informação nas UBS (cadas- tro do cidadão, prontuário eletrônico do cidadão, coleta de dados simplificados). • Conhecer outros sistemas de informação (SIAB, TABNET, SIM, SI- NASC e SINAM). • Identificar as características sociais e econômicas das populações adstritas. • Discutir dados e informação em saúde para construção de mapa falante. • Construir o levantamento de dados e informações demográficos, geográficos, epidemiológicos e de condições de vida para a orga- nização social no território da UBS. • Compreender o mapeamento das informações, a identificação dos principais problemas do território e o planejamento das ações a partir dos problemas identificados. ATIVIDADES PREPARATÓRIAS Leia o texto a seguir. PEKELMAN, R.; SANTOS, A. A. dos. Território e lugar-espaços da comple- xidade. [S. l.]: [s. e.], [s. d.]. Disponível em: https://www.researchgate.net/ publication/268360744. Acesso em: 27 jun. 2025. 143 Construa um mapa falante a partir dos dados: • demográficos: (número de habitantes, distribuição por idade e gê- nero; populacional (área de atuação e área de abrangência). A nata- lidade, a mortalidade e as migrações; • econômicos: as atividades da comunidade e os recursos locais. As categorias profissionais e as ocupações. Os salários. A organização familiar. A existência de associações, grupos culturais, políticos, re- ligiosos. O nível de escolaridade e alfabetização; • epidemiológicos locais de saúde: indicadores de saúde. Mortalida- de por causas. Trabalho com territórios de risco e sua epidemiolo- gia na unidade de saúde; • socioculturais: relato do universo cultural (por exemplo: pode ser a descrição de uma casa com sua família e o seu entorno; ou de uma dificuldade que represente as diferenças culturais.). Podem ser usadas fotografias, relatos prévios, entre outros. Relações de gêne- ro. A relação com a violência (as delimitações de território, tráfico de drogas, violência doméstica). As mudanças culturais (migração, drogas etc.). Educação, participação e saúde; • recursos desaúde: equipe de saúde. Unidade de saúde. Recursos comunitários (agentes de saúde, benzedeiras, chás, recursos reli- giosos (benzedeiras, umbanda, igrejas evangélicas, entre outras). REFERÊNCIAS OBRIGATÓRIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educa- ção na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. A educação que produz saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. (Série F. Comuni- cação e Educação em Saúde). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/ bvs/publicacoes/a_educacao_que_produz_saude.pdf. Acesso em: 27 jun. 2025. FARIA, R. M. A territorialização da atenção básica à saúde do sistema úni- co de saúde do Brasil. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n. 11, p. 4521-4530, 2020 Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/jSZ- 7b65YpPSTwLfYWpRhg5z/. Acesso em: 27 jun. 2025. 144 FONSECA, A. F. (org.). O território e o processo saúde-doença. Rio de Janei- ro: EPSJV/Fiocruz, 2007. PEKELMAN, R.; SANTOS, A. A. dos. Território e lugar-espaços da comple- xidade. [S. l.]: [s. e.], [s. d.]. Disponível em: https://www.researchgate.net/ publication/268360744. Acesso em: 27 jun. 2025.uma ultrassonografia obstétrica e explicou da importância da suplementação com ácido fólico, uma vez que a anencefalia está associada a baixos níveis dessa vitamina nas primeiras semanas de desenvolvimento embrionário. A. Conceitue anencefalia. B. Explique a relação da anencefalia com o desenvolvimento embrionário do sistema nervoso central. C. Qual outro defeito congênito está associado ao desenvolvimento do tubo neural? ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud, clique em “Entenda sua fisiologia”, depois em Volume celular e faça todas as lições. Correlacione o que você aprendeu em medicina laboratorial com esta atividade. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.1 https://accounts.kuracloud.com/user/login?product=adinstruments 17 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 18 SP 1.2 Voltando das férias... Sistema nervoso autônomo e fatores que influenciam a atividade enzimática https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 19 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Aprendizes, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos anatômicos e histológicos de intestino delgado e intestino grosso. Você já ouviu falar sobre a “constipação do viajante”, ou já sentiu um “frio na barriga” antes de fazer alguma coisa importante? Investigue sobre o tema e depois siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife e assista as videoaulas indicadas a seguir. Durante os vídeos responda as questões “A” a “D”. • Caracterização morfológica do intestino delgado. • Caracterização morfológica do intestino grosso. • Plexo submucoso e mioentérico. A. Segmentos do intestino delgado e intestino grosso. B. Organização da parede do trato gastrointestinal. C. Conceito de sistema nervoso entérico. D. Localização do plexo submucoso e plexo mioentérico. ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife e faça a leitura do Capítulo 10 do livro “Bioquímica Clínica” de Pinto et al. Após a leitura, realize um fichamento dos principais pontos apreendidos e registre em seu portfólio. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527731478/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter10]!/4/2/4%4050:15 1 2 3 4 20 5 ATIVIDADE 3: TRILHA DO CONHECIMENTO NO LT KURACLOUD 1. Acesse a Plataforma LT KuraCloud. Selecione e execute a atividade “Entenda sua fisiologia->A6.2”. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.2 https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1 https://saeast1.kuracloud.com/i/f8fe0302/staff/courses/94/published/1380/module/lessons/3830/studentview/page/1 21 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: MAPA CONCEITUAL 1. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, faça a leitura na página 320 da seção “Plexos intrínsecos/sistema nervoso entérico” do livro “Fundamentos de Anatomia Clínica”, de Moore . Após a leitura, desenvolva um mapa conceitual mostrando os reflexos longos (extrínsecos) e curtos (intrínsecos) envolvendo o sistema nervoso entérico. 2. Acesse a Minha Biblioteca no Ulife, realize a leitura do capítulo 6, seção 6.2 “Como as enzimas funcionam”, do livro “Princípios de bioquímica de Lehninger”, de Nelson e Cox. Após a leitura, construa um mapa mental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, Keith L.; DAILEY II, Arthur F.; AGUR, Anne M. R. Fundamentos de Anatomia Clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 9788527737265. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527737265/. Acesso em: 29 mai. 2023. NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de bioquímica de Lehninger. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Grupo A, 2019. E-book. ISBN 9788582715345. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582715345/. Acesso em: 30 jun. 2023. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715345/pageid/223 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737265/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715345/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582715345/ 22 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 23 SP 1.3 Quietinha demais Morfologia do Coração e fatores que influenciam a resistência vascular periférica 1 2 3 4 24 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Você sabia que o coração pode se contrair sem uma conexão com o sistema nervoso Central, ou outra parte do corpo? Pesquise sobre o tema e depois siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife, assista aos vídeos “Sistema de condução do coração” e “Organização histológica do coração” e, depois, responda às questões propostas. A. Qual é a localização anatômica do nó sinoatrial, do nó atrioventricular, do fascículo atrioventricular (feixe de His), dos ramos direito e esquerdo e dos ramos subendocárdicos? B. Quais são as composição e função do esqueleto fibroso? C. Qual é a organização da parede do coração? D. Quais são as características das células musculares cardíacas? E. Qual é a composição e função dos discos intercalares? 2. Acesse o Ulife, assista ao vídeo “Fatores que influenciam na resistência vascular periférica – Parte 1” e, em seguida, responda às questões propostas. A. Quais fatores interferem na resistência vascular periférica? B. Qual é a importância da Lei de Poiseuille sobre o comportamento do fluxo sanguíneo do sistema circulatório? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.3 25 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade, estudaremos o coração e o sistema circulatório, para isto realize o login na Plataforma LT KuraCloud. Após, siga o passo a passo para execução das atividades abaixo descritas. A. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > O coração”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.3 B. “Fisiologia Humana > Coração e circulação periférica > Sistema circulatório”. https://accounts.kuracloud.com/user/login https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/816/studentview https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/816/studentview 26 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Moocahttps://lattes.cnpq. br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 27 SP 1.4 Como lidar? Morfologia do sistema respiratório e determinação dos volumes e das capacidades pulmonares pela espirometria 1 2 3 4 28 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos anatômicos e histológicos do sistema respiratório. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto assiste aos vídeos, responda às questões de “A” a “I”. • Aspectos anatômicos do sistema respiratório. • Organização histológica do sistema respiratório parte 1. • Organização histológica do sistema respiratório parte 2 • Determinação dos volumes e capacidades pulmonares pela espirometria partes 1 e 2. A. Constituição e localização do epitélio respiratório. B. Importância das células caliciformes. C. Função dos pneumócitos dos tipos 1 e 2. D. Importância do surfactante. E. Volume-corrente. F. Volume de reserva inspiratória. G. Volume de reserva expiratória. H. Volume residual. I. Princípio da espirometria. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.4 29 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na Plataforma LT KuraCloud. Execute as atividades “Fisiologia Humana > Respiração > Anatomia do pulmão e fluxo de ar”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.4 https://saeast1.kuracloud.com/i/40411e7d/staff/courses/60/module/833/studentview 30 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 31 SP 1.5 Várias pedras no caminho Morfologia do sistema urinário e urinálise 1 2 3 4 32 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Prezado aluno, antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar os aspectos morfológicos e histológicos do sistema urinário. 1. Acesse a plataforma Ulife e assista às videoaulas indicadas a seguir. Enquanto assiste aos vídeos, responda às questões “A” a “G”. • Aspectos morfológicos do sistema urinário. • Organização histológica do rim partes I e II. • Urinálise partes I e II. A. Quais estruturas revestem os rins externamente? B. Quais estruturas formam o trígono da bexiga urinária? C. Cite as diferenças anatômicas entre a uretra feminina e a uretra masculina. D. Quais são as unidades funcionais dos rins e como elas são organizadas? E. Quais as composição e função do aparelho justaglomerular? F. Quais são as etapas do exame de urina 1? G. Quais parâmetros são avaliados no exame de urina 1? ATIVIDADE 2: MAPA MENTAL 1. Elabore um mapa mental sobre o processo de formação da urina. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 1.5 33 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Acesse a plataforma LT KuraCloud e realize as atividades “A” e “B”. A. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Anatomia do rim”. B. Realize a atividade “Fisiologia Humana > Rim e urina > Função tubular”. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 1.5 https://accounts.kuracloud.com/user/login 34 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 35 Agenda para TBL TBL TEMA 1 Homeostase 2 Vias autonômicas 3 Sistema respiratório 4 Eletrofisiologia cardíaca 5 Hipertensão arterial https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 36 MECANISMOS DE AGRESSÃO E DEFESA COMPLEXO TEMÁTICO II 37 “O sistema imune humano evoluiu durante milhões de anos, a partir dos organismos invertebrados, para desenvolver mecanismo de defesa sofisticados com o objetivo de proteger o hospedeiro contra microrganismos e seus fatores de virulência. O sistema imune normal tem três propriedades fundamentais: um repertório altamente diverso de receptores de antígenos que proporciona o reconhecimento de uma variedade quase infinita de patógenos, memória imune para reativar respostas imunes rápidas e tolerância imune para evitar danos aos próprios tecidos normais.” (Haynes, Soderberg, Fauci, 2013) Árvore temática 2 https://www.ulife.com.br/inspirali 39 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Identificar as agressões provocadas por agentes físicos, químicos, biológicos e psicossociais e os mecanismos de defesa do organismo a estas agressões. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reconhecer os diversos tipos de agentes agressores (físicos, químicos, biológicos e psicossociais). Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes biológicos: fungos, vírus, bactérias, protozoárias e helmintos. Descrever os mecanismos de agressão pelos agentes químicos. Explicar os mecanismos de agressão pelos agentes físicos: temperatura, radiações e trauma mecânico. Descrever os mecanismos de agressão psicossociais com ênfase em estresse, doenças ocupacionais e psicossomáticas. Identificar a influência dos aspectos genéticos, nutricionais e psicológicos nos sistemas de defesa do organismo. Identificar e caracterizar o papel da imunidade inata e adquirida no mecanismo de defesa. Caracterizar os mecanismos de defesa específicos e inespecíficos; Descrever os mecanismos da inflamação aguda e crônica. Caracterizar o mecanismo da resposta imune celular, humoral e o desenvolvimento da memória imunológica. 40 Caracterizar os mecanismos envolvidos na imunização ativa e passiva. Caracterizar as imunodeficiências congênitas e adquiridas. Descrever os tipos de resposta de hipersensibilidade (Tipo I, II, III, IV) e suas principais diferenças. Identificar os mecanismos de lesão celular reversível e irreversível e descrever os mecanismos de reparação tecidual. Relacionar a lesão celular aos processos de adaptação e/ou morte celular. 41 SP 2.1 Ficou bom, mas queimou Morfologia do sistema linfático 1 2 3 4 42 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E MAPA MENTAL Antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, tente relembrar como os lipídeos provenientes da dieta são transportados. 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, faça a busca pelo livro Anatomia Humana - Texto e Atlas e leia o Capítulo 13, Sistema imunológico e linfático, páginas 197 a 200. Na sequência, construa um mapa mental sobre a formação e o trajeto da linfa, desde os capilares linfáticos até o retorno ao sangue venoso. ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Sistema linfático: organização histológica dos linfonodos. Durante a videoaula, anote: A. Organização estrutural dos linfonodos. B. Composição do estroma e do parênquima dos linfonodos. C. Áreas dos linfonodos e composição dessas áreas. ATIVIDADE 4: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Assista à videoaula Avaliação do processo inflamatório pela determinação de proteína C-reativa. Durante a videoaula,anote: A. Principais biomarcadores associados ao processo inflamatório. B. O papel da proteína C-reativa no processo inflamatório. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527730082/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:1 43 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Acesse a plataforma LT KuraCloud e acesse as atividades de Histologia Linfática - Laboratório, seguindo os seguintes passos: Anatomia > Linfático e imune > Histologia Linfática - Laboratório. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.1 https://accounts.kuracloud.com/user/login 44 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 45 SP 2.2 Mãos de costureira Articulações sinoviais 1 2 3 4 46 5 Antes de iniciar a Trilha de Aprendizagem, é importante retomar os aspectos macroscópicos do sistema esquelético, focando nos ossos do carpo e da mão. ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse o Ulife e assista às videoaulas abaixo indicadas. Durante o vídeo, anote o que se pede nas questões “A” a “C”. • Anatomia dos ossos do carpo e da mão. • Confecção e coloração de extensão sanguínea/confecção e coloração de lâminas de extensão sanguínea. A. Os ossos do carpo e da mão. B. As articulações do carpo e da mão. C. Os principais erros ao realizar um esfregaço sanguíneos e explique de que forma eles podem impactar a análise. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.2 47 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro ROITT – Fundamentos de Imunologia e leia o capítulo 17, Artrite reumatoide, páginas 491 a 493. Em seguida, responda à questão “A”. A. Sintetize os mecanismos que causam lesão às articulações sinoviais. ATIVIDADE 2: CELL QUIZ 1. Acesso o aplicativo Cell Atlas e realize o game Cell Quiz. • iOS - https://apps.apple.com/app/cellatlas/id413226907 • Android - https://play.google.com/store/apps/details?id=se.cellavision. cellatlas Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527733885/epubcfi/6/64%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter17%5d!/4/306/5:97%5bsse%2Cs%20c https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527733885/epubcfi/6/64%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter17%5d!/4/306/5:97%5bsse%2Cs%20c https://apps.apple.com/app/cellatlas/id413226907 https://play.google.com/store/apps/details?id=se.cellavision.cellatlas https://play.google.com/store/apps/details?id=se.cellavision.cellatlas 48 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 49 SP 2.3 A dengue veio para ficar? Aspectos morfológicos do baço e do timo 1 2 3 4 50 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - texto e atlas e leia o Capítulo 14, Baço, páginas 281 a 287. Em seguida, sintetize os seguintes temas: A. Componentes do baço. B. Circulação sanguínea do baço. C. Atividades funcionais do baço. ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse o Ulife e assista às videoaulas abaixo sobre o sistema linfático - timo: • Subdivisões do mediastino. • Localização do timo. • Suprimento sanguíneo e linfático do timo. 2. Acesse o Ulife e assista à videoaula Extensão sanguínea e diferenciação celular parte 1 e, na sequência, responda às questões de “A” a “E”: A. O que significa hipocromia? B. O que significa microcitose? C. Como são classificadas as plaquetas? Qual sua função? D. Qual o significado de anisocitose? E. Qual o significado de poiquilocitose? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.3 51 1 2 3 4 5 Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.3 ATIVIDADE 2: SITUAÇÃO-PROBLEMA 1. Leia a situação-problema abaixo e, na sequência, responda ao que se pede com base no conteúdo lido: “Um jovem de 26 anos de idade sofreu um trauma na região abdominal superior quando o veículo que estava dirigindo bateu em alta velocidade. Essa lesão causou fratura das costelas esquerdas inferiores que resultou em uma ruptura do baço, provocando uma hemorragia grave e choque. A esplenectomia foi necessária para prevenir a morte por hemorragia”. A. Como o organismo se adapta para suprir a ausência do baço? B. Sem o baço, o paciente corre maior risco de sepse, por quê? C. Para reduzir o risco de sepse, o que pode ser feito antes de um procedimento invasivo? ATIVIDADE 2: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - texto e atlas, capítulo 14, timo, páginas 274 a 277. Em seguida, responda às questões que seguem: A. Qual a importância da barreira hematotímica? B. Pode-se dizer que, com a idade avançada, o timo desaparece totalmente? REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Tortora GJ. DERRICKSON B. Princípios de anatomia e fisiologia. São Paulo: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527728867. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/. Acesso em: 29 mai. 2023. http://Histologia Básica - Texto e Atlas http://Histologia Básica - Texto e Atlas https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527728867/ 52 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 53 SP 2.4 Sufoco! O sistema respiratório como barreira física a infecções 1 2 3 4 54 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Antes de iniciar, você se lembra dos aspectos anatômicos do sistema respiratório e dos aspectos histológicos do epitélio respiratório? Tente relembrar; depois, siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Organização histológica do BALT. Durante a videoaula, anote: A. A definição de MALT. B. Os tipos de MALT. C. A importância do MALT. D. A definição de BALT. E. A importância do epitélio respiratório para proteção contra agentes invasores. F. A localização e a função dos pneumócitos dos tiposI e II. G. Quando o BALT fica mais perceptível. 2. Assista às videoaulas abaixo. Após assistir aos vídeos, responda às questões de “A” a “C”: • Técnicas de coloração de Gram parte 1. • Técnicas de coloração de Gram parte 2. A. Qual a importância da coloração de Gram na prática clínica? B. Qual o princípio da técnica de Gram? C. Como podemos classificar as bactérias morfologicamente e conforme a afinidade com a coloração de Gram? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.4 55 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Histologia básica - texto e atlas da porção condutora e leia o capítulo 17, Atividade de defesa da porção condutora, página 349. Em seguida, explique, com suas palavras, o que acontece com o epitélio respiratório em situações que levem a modificações na corrente de ar e no direcionamento de substâncias abrasivas do ambiente REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Junqueira LCU, Carneiro J. Histologia básica - texto e atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178. Acesso em: 29 mai. 2023. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/56%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-17%5d!/4/4/36/5:120%5bnto%2C.%5E) https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178/epubcfi/6/56%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dcap-17%5d!/4/4/36/5:120%5bnto%2C.%5E) https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527732178 56 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 57 SP 2.5 Sinal de alerta! Tecido linfático associado às mucosas (MALT) 1 2 3 4 58 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Antes de iniciar, você se recorda dos aspectos anatômicos da faringe? E dos aspectos histológicos do tubo digestório? Retome esses conceitos e siga para a Trilha de Aprendizagem. 1. Acesse o Ulife, assista aos vídeos abaixo e, enquanto isso, anote o que se pede nas questões “A” a “E”. • Anel linfático de Waldeyer; • Caracterização das principais enteroparasitoses mediadas por helmintos parte 1; • Caracterização das principais enteroparasitoses mediadas por helmintos parte 2. A. Localização das tonsilas. B. Definição de Anel linfático de Waldeyer. C. Tipos de enteroparasitoses. D. Principais sintomas causados pelas enteroparasitoses. E. Classificação e características dos helmitos. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.5 1 2 3 4 59 5 Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 2.5 ATIVIDADE 2: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Nesta atividade, revisaremos a histologia do intestino, estudada anteriormente. Para isso, acesse a plataforma LT KuraCloud e percorra o seguinte caminho: clique em Anatomia > Sistema Digestório > realize as lições 7 e 8. https://accounts.kuracloud.com/user/login 60 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA 1. Acesse o Ulife, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Imunologia celular e molecular, leia o Capítulo 2, Anatomia e funções dos tecidos linfoides. Em seguida, faça um resumo sobre os aspectos que julgar mais importantes do timo, do sistema linfático, do baço e do sistema imune da mucosa. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Abbas AK, Lichtman AH, Pillai S. Imunologia celular e molecular. São Paulo: Grupo GEN, 2023. E-book. ISBN 9788595158924. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/. Acesso em: 12 jun. 2023. ATIVIDADE 2: ATLAS PARASITOLÓGICO 1. Explore os parasitas trabalhados no roteiro por meio do site DPDx e crie um atlas apresentando imagens das diversas formas do seu ciclo evolutivo e as principais informações relacionadas à transmissão, profilaxia e tratamento. ATIVIDADE 3: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Neste experimento, você fará um exame macroscópico de fezes, no qual amostras de fezes frescas são analisadas para a avaliação da consistência e de mudanças de cor e para a identificação da presença de parasitas, estruturas parasitárias e/ou gordura. Em grupos de cinco a seis alunos, utilize o acesso ao laboratório virtual da Algetec e acesse o tópico Velocidade de Hemossedimentação. Siga as etapas na sequência indicada até a realização do experimento virtual. Em seguida, responda às questões de “A” a “C”. • 1ª Etapa: apresentação; • 2ª Etapa: acesse o sumário teórico – leitura prévia; Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.5 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158924/epubcfi/6/22%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter02%5d!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595158924/epubcfi/6/22%5b%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter02%5d!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158924/ https://www.cdc.gov/dpdx/az.html 61 1 2 3 4 5 Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 2.5 • 3ª Etapa: acesse o roteiro de experimento (baixe o roteiro no computador); • 4ª Etapa: realize o pré-teste (questões de aprendizagem pré-experimento); • 5ª Etapa: realize o experimento; • 6ª Etapa: realize o pós-teste (questões de aprendizagem pós-experimento). A. A consistência das fezes pode alterar o tipo de protozoário presente? Se sim, por quê? B. Quais as principais características observadas durante a análise macroscópica das fezes? Como elas podem indicar o estado de saúde do paciente? C. Quais os fatores que podem interferir na análise das fezes? Como eles devem ser considerados na interpretação dos resultados? 62 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola AGES - Jacobina http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 63 Agenda para TBL TBL TEMA 1 Imunidade inata 2 Imunidade adaptativa 3 Sinalização celular 4 Imunização 5 Helmintos e protozoários https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 64 MECANISMO DE RESPOSTA IMUNE E INFECÇÃO COMPLEXO TEMÁTICO III 65 “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem me diminui, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.” (Donne, 1572 - 1631) 66 Árvore temática 3 https://www.ulife.com.br/inspirali 67 Objetivos OBJETIVOS GERAIS Compreender a complexidade doscuidados básicos aos indivíduos idosos, no contexto social em que vivem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Identificar o processo saúde-doença em uma perspectiva não apenas individual, mas coletiva, em um determinado território. Caracterizar os fatores críticos no adoecimento humano, destacando- se a vulnerabilidade e o risco de grupos sociais. Reconhecer a história da implantação do SUS, com seus princípios e diretrizes, abrangendo o universo dos cuidados à saúde da população no país. Reconhecer a epidemiologia como estratégia conceitual e operacional para o estudo dos agravos de saúde que acometem grupos populacionais. Realizar os cálculos de indicadores de saúde populacionais, como subsídio para o planejamento das ações de cuidado à saúde. Desenvolver uma visão da complexidade das ações de planejamento em saúde. Descrever a Estratégia da Saúde da Família e de seus impactos na saúde populacional. 68 Identificar os sistemas de informação, bem como a importância de sua alimentação, nos diversos níveis da inserção do médico no SUS. Acessar criticamente as fontes públicas de dados, primárias e secundárias, disponibilizadas pelo Ministério da Saúde e outros órgãos. Identificar documentos (legislação, diretrizes, parâmetros e outros) relativos ao processo de cuidado da saúde dos indivíduos e da população assistida. 69 SP 3.1 Por onde começar? Suprimento sanguíneo para o fígado 1 2 3 4 70 5 ATIVIDADE 1: VÍDEO AULA ULIFE Você se lembra da constituição tecidual do fígado e dos aspectos anatômicos desse órgão? Reflita e siga para a trilha de aprendizagem. 1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse o Ulife com login e senha próprios e assista aos vídeos listados abaixo. Durante os vídeos, anote o que se pede nas questões “A” a “F”. • Aspectos macroscópicos do fígado. • Histologia do fígado parte 1. • Histologia do fígado parte 2. A. Vias biliares extra-hepáticas. B. Características dos lóbulos hepáticos. C. Definição e função da trama reticular. D. Definição de espaço de disse. E. Função das células de Kupfer. F. Composição microscópica da tríade portal. 2. Acesse o Ulife, assista ao vídeo Análise epidemiológica: DATASUS e sistemas de informação em saúde e realize as seguintes anotações: A. Os principais sistemas de saúde do Brasil. B. Funções do SUS. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.1 71 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Faça a leitura do artigo “Imaging and Pathological Features of Idiopathic Portal Hypertension and Differential Diagnosis from Liver Cirrhosis”. 2. Analise os dados e indicadores de Saúde com base no sistema governamental DATASUS, conforme o procedimento abaixo: A. Acesse o DATASUS. B. Acesse: Informações de Saúde (TABNET). C. Acesse: Indicadores de Saúde e Pactuações (Indicadores e Dados Básicos – IDB - 2012). D. Acesse: Indicadores demográficos (2000 a 2011) – Ano 2010. A. Incidência de doenças transmissíveis - D.1 (Brasil/São Paulo e verifique quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas): I. Sífilis congênita; II. Meningite; III. Febre hemorrágica da dengue. B. Taxa de incidência de doenças transmissíveis - D.2 (Brasil/São Paulo e verifique quais regiões/estados apresentam as maiores e menores taxas): I. AIDS (a partir de 2000); II. Tuberculose; III. Dengue. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.1 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7016174/ https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7016174/ http://www2.datasus.gov.br/ 72 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 73 SP 3.2 Mico da semana! Tegumento comum 1 2 3 4 74 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Prezado aluno, para dar início à sua trilha de aprendizagem, acesse a plataforma LT KuraCloud e siga o caminho: Anatomia > Sistema Tegumentar > Histologia Tegumentar- Laboratório. ATIVIDADE 2: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Acesse o Ulife com login e senha próprios e assista ao vídeo Diagnóstico laboratorial da tuberculose: baciloscopia/diagnóstico laboratorial de turberculose. Durante o vídeo, anote: A. Como ocorre a transmissão da tuberculose? B. Quais fatores contribuem para o aumento dos casos de tuberculose? C. Quais são os principais métodos utilizados para o diagnóstico da tuberculose? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.2 75 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA E EXERCÍCIO 1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, faça a busca pelo livro Patologia, de Boglioli Filho. Em seguida, realize a leitura da seção Cicatrização, páginas 181 a 185, do capítulo 8. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BOGLIOLO FILHO, Geraldo B. Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2021. E-book. ISBN 9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788527738378/. Acesso em: 14 jun. 2023. Trilha de aprendizagem Pós-aulaSP 3.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml19]!/4/152/5:328[%C3%A7%C3%A3o%2C%20de] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/38[%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml19]!/4/152/5:328[%C3%A7%C3%A3o%2C%20de] https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ 76 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 77 SP 3.3 “Super liga” Articulações do joelho e do tornozelo e exoparasitas 1 2 3 4 78 5 ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE Antes de iniciar a trilha de aprendizagem, tente relembrar os componentes e os tipos de articulação sinovial. 1. Acesse o Ulife e assista à videoaula Anatomia das articulações do joelho e do tornozelo. Durante a observação da videoaula, anote: • Estruturas que formam a articulação do joelho. • Tipos de movimentos da articulação do joelho. • Estruturas que formam a articulação do tornozelo. • Tipos de movimentos da articulação do tornozelo. ATIVIDADE 2: BUSCA ATIVA 1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Parasitologia (4ª edição), e utilize-o como base para responder às questões abaixo: A. O que é escabiose? B. Qual é o agente causador da escabiose? C. Costumamos ouvir dizer “determinada pessoa está com berne”. O que é berne? Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2027-4 79 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA 1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Casos Clínicos em Anatomia e faça a leitura do Caso 7, página 49. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA TOY, Eugene C. et al. Casos Clínicos em Anatomia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. Disponível em: Minha Biblioteca. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.3 80 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM- Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 81 SP 3.4 Comigo... tudo ótimo! Alterações teciduais dos intestinos na diarreia e enteroparasitoses 1 2 3 4 82 5 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT KURACLOUD Você sabia que entre os 250 milhões de pessoas que fazem viagens internacionais a cada ano, foi estimado que mais de 100 milhões sofrem de diarreia autolimitada leve a grave, e que essa doença é denominada “diarreia do viajante”? Pesquise sobre o tema e depois siga para a trilha de aprendizagem. Para a trilha de aprendizagem, você deverá retomar os aspectos morfológicos de intestino delgado. 1. Acesse o LT KuraCloud, siga o passo a passo a seguir e realize as atividades de Histologia Digestória e Modelo do Sistema Digestório: Anatomia > Sistema Digestório > Histologia digestória - Laboratório e Modelo do Sistema Digestório - Laboratório. Trilha de Aprendizagem Pré-aulaSP 3.4 https://accounts.kuracloud.com/user/login 83 1 2 3 4 5 ATIVIDADE 1: LEITURA 1. Acesse o Ulife e, em Minha Biblioteca, procure pelo livro Fisiologia (Porth). Leia a seção Enterocolite infecciosa, nas páginas 1093 a 1095. Não deixe de anotar o que julgar importante. ATIVIDADE 2: INFOGRÁFICO 1. Elabore, com seu grupo, um infográfico estabelecendo medidas profiláticas relacionadas ao caso da estação 2. Trilha de Aprendizagem Pós-aulaSP 3.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737876/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:2 84 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Cibele Carla Guimarães de Souza USJT http://lattes.cnpq. br/2190108876134525 Leandro Spinelli UAM - Mooca https://lattes.cnpq. br/2532683423345248 CONHEÇA OS AUTORES DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Daniel Spindola Inspirali http://lattes.cnpq. br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 http://lattes.cnpq.br/2190108876134525 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 https://lattes.cnpq.br/2532683423345248 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 http://lattes.cnpq.br/1337560649617147 85 Agenda para TBL TBL TEMA 1 Fungos 2 Artrópodes 3 Microbiota 4 Imunodeficiência https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 86 HABILIDADES MÉDICAS/ ESTAÇÕES CLÍNICAS 2ª E T A P A HMEC - ESTUDANTES TERMO DE REFERÊNCIA 88 INTENCIONALIDADE DO ENCONTRO A Unidade Curricular (UC) Habilidades Médicas (HM) constitui-se como um dos eixos fundamentais da formação no curso de Medicina, com atividades distribuídas da 1ª à 8ª etapa. Essa unidade contempla também os compo- nentes de Saúde Baseada em Evidências (SBE) (1ª e 2ª etapas) e Habili- dades Cirúrgicas (HC) (7ª e 8ª etapas), compondo um percurso formativo integrado e progressivo. O seu principal propósito é promover o desenvol- vimento de competências essenciais à prática médica.. OBJETIVOS DO ENCONTRO • Comunicação eficaz com o paciente. • Condução de anamneses. • Realização de exame físico. • Execução de procedimentos técnicos. • Interpretação de exames. • Tomada de decisão clínica e terapêutica. • Raciocínio clínico. • Postura ética, empática e profissional. As Estações Clínicas (EC) são organizadas de forma estruturada para de- senvolver as dimensões cognitiva, psicomotora e atitudinal, por meio de metodologias ativas, simulações e integração constante entre teoria e prática. COMO SERÁ SUA JORNADA EM CADA ETAPA? Cada etapa do semestre é organizada em dois módulos de oito semanas. Em cada módulo, você vivenciará a seguinte estrutura: 1ª semana – Conferência de abertura Iniciaremos com uma conferência temática, que trará os principais conte- údos teóricos das próximas semanas. Também será o momento de alinhar- mos as orientações para as atividades práticas, apresentarmos os mate- riais de apoio e combinarmos os acordos pedagógicos. 89 2ª à 5ª semana – Estações práticas Você participará de estações clínicas temáticas, com seu grupo de apro- ximadamente 15 estudantes. Cada grupo será acompanhado por um pro- fessor, que conduzirá as atividades com exposições dialogadas e práticas variadas, como: • role-play; • prática entre alunos; • uso de simuladores (baixa e alta fidelidade); • simulação clínica com atores; • simulações virtuais; • discussão de casos clínicos, entre outras. Ao final de cada estação, será realizado um feedback coletivo, baseado no instrumento Global Rating, conforme as diretrizes da Bússola Zero. Figura 1: Rotações das estações Fonte: Elaborada pelo autor, 2025. 6ª e 7ª semanas – Simulações clínicas Essas semanas são dedicadas a simulações de casos clínicos, que acon- tecerão com simuladores de alta fidelidade e/ou atores. Aqui, você terá a oportunidade de integrar tudo o que aprendeu nas semanas anteriores, focando em: • raciocínio clínico; • tomada de decisão; • comunicação e postura profissional; • trabalho em equipe e liderança. 90 Após cada simulação, haverá um momento de debriefing – reflexão condu- zida pelo professor para que todos possam refletir, compartilhar e apren- der com a experiência vivida, sem julgamentos ou avaliações de certo e errado. Esse é um espaço seguro, onde o erro é reconhecido como uma valiosa ferramenta de aprendizado. 8ª semana – Conferência de encerramento Fechamos o módulo com uma nova conferência, consolidando os aprendi- zados e conectando os conteúdos com a prática clínica. 9ª à 16ª semana – Repetição da estrutura A partir da 9ª semana, inicia-se um novo ciclo com nova conferência, novas estações e novas simulações, mantendo a organização e dinâmica. Ao final das 16 semanas, você realizará as avaliações teórica (D2) e prática, conforme previsto na Bússola Zero. Figura 2: Habilidades médicas por rotações das estações Fonte: Elaborada pelo autor, 2025. Recomendações importantes para o seu bom desempenho • Preparação prévia é essencial: estude o material disponibilizado e orientado pelos seus professores. Isso permitirá maior aproveita- 91 mento das estações práticas e nas simulações. • Participe ativamente: nas estações e simulações, envolva-se com atenção e dedicação. • Respeite o grupo nas estações e nas simulações: este é um es- paço colaborativo, onde todos aprendem juntos. A escuta ativa, a empatia e o respeito são atitudes fundamentais. • Simulação não é prova: é prática guiada. Seu desempenho será ob- servado com foco na evolução e no engajamento, e não na perfei- ção das condutas. Por fim, é importante destacar que os temas abordados nas estações e as dinâmicas adotadas durante as atividades poderão ser ajustados ou modificados pelos docentes responsáveis, sempre que estes considera- rem que tal adaptação contribuirá de forma mais eficaz para o processo de ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento das competências propostas. Esperamos que esta experiência seja rica, desafiadora e profundamente transformadora. Vocês estão construindo, passo a passo, as bases do cui- dado ético, seguro e humanizado com os futuros pacientes. Semana Atividade Tema macro Indicação de referencial 1 Conferência de abertura Estrutura da anamnese e semiologia dos sistemas cardiovascular e respiratório BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN,R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025. GUSSO, G.; LOPES, J. M. C.; DIAS, L. C. Tratado de medicina de família e comunidade: princípios, formação e prática. Porto Alegre: Bookman, 2019. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/. Acesso em: 2 maio 2025. PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/. Acesso em: 2 maio 2025. 2 Estação 1 - 1º docente Semiologia do sistema cardiovascular normal BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025. MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023. 3 Estação 2 - 2º docente Semiologia do sistema respiratório normal BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527738484/. Acesso em: 2 maio 2025. MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023. 4 Estação 3 - 3º docente Cadeia sobrevida Suporte Básico de Vida com DEA AHA – AMERICAN HEART ASSOCIATION. Destaques 2024 das American Heart Association and American Red Cross Guidelines for First Aid. [S. l.]: AHA, 2024. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/ JN_1457_PTBR_Highlights_2024FA_Accessible.pdf?sc_lang=en. Acesso em: 16 jul. 2025. SBC – SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Treinamento de emergências cardiovasculares da Sociedade Brasileira de Cardiologia básico: TECA B. Barueri: Manole, 2013. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788520436929/. Acesso em: 26 jul. 2023. SBC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergência da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, [s. l.], v. 113, n. 3, p. 449-663, 2019. Disponível em: http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/ pdf/11303025.pdf. Acessado em: 26 jul. 2023. QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. Suporte Básico de Vida: primeiro atendimento na emergência para profissionais da saúde. Barueri: Manole, 2011. E-book. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/. Acesso em: 3 ago. 2023. 5 Estação 4 - 4º docente Punção venosa/IM/SC Administração de medicamentos: diluição, aspiração, montagem de soro AMATO, A. C. M. Procedimentos médicos – Técnica e tática. 2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2016. E-book. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527729949. Acesso em: 26 abr. 2025. 6 Simulação – 7 Simulação – 8 Conferência de fechamento A critério do docente Material a ser indicado pelo docente. Avaliação teórica Cronograma HM/EC Etapa 2 - Bússola do Aluno https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786555765250/ https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_ https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines-Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436929/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520436929/ http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.pdf http://publicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025.pdf https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520444924/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949 Semana Atividade Tema macro Indicação de referencial 9 Conferência de Abertura Semiologia das Síndromes pulmonares e Síndromes cardíacas ALMEIDA, E. A. de; WANDERLEY, J. da S. Semiologia médica e as síndromes clínicas. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2023. p. 273. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9786555722079/. Acesso em: 26 ago. 2025. PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. Parte 9 e Parte 10. 10 Estação 5: 1º docente Semiologia cardíaca patológica BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/ reader/books/9788527738484/. Acesso em: 26 ago. 2025. PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Grupo GEN, 2019. p. 407–413. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 26 ago. 2025. E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente. 11 Estação 6: 2º docente Semiologia respiratória patológica BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates – Propedêutica Médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/ reader/books/9788527738484/. Acesso em: 26 ago. 2025. PORTO, C. C. Semiologia Médica. 8. ed. Grupo GEN, 2019. p. 407–413. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 26 ago. 2025. E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente. 12 Estação 7: 3º docente Semiologia radiológica do tórax HANSEN, J. T. Netter Anatomia Clínica. 4. ed. Rio de Janeiro: GEN Guanabara Koogan, 2019. Cap. 3: Tórax, p. 93. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788535292084. Acesso em: 26 ago. 2025. MELLO JUNIOR, C. F. Radiologia Básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Thieme Revinter, 2021. Cap. 4: Tórax, p. 86. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9786555720594/. Acesso em: 26 ago. 2025. WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e roteiro de análise da radiografia de tórax. Medicina (Ribeirão Preto), v. 52, supl. 1, p. 5–15. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1p5-15. Acesso em: 26 ago. 2025. E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente. 13 Estação 8: 4º docente ECG GUSSO, G.; LOPES, J. M. C.; DIAS, L. C. Tratado de medicina de família e comunidade – 2 volumes: princípios, formação e prática. 2. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2019. p. 1366. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/. Acesso em: 26 ago. 2025. E/ou material que será indicado ou disponibilizado pelo docente. 14 Simulação 15 Simulação 16 Conferência de Fechamento e Avaliação Teórica (D2) A critério do docente 17 Avaliação Prática 18 Avaliação Prática 19 Recuperação 20 Conselho de Classe Cronograma HM/EC Etapa 2 - Bússola do Aluno https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722079/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555722079/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788535292084 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786555720594/ https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1p5-15 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582715369/ HABILIDADES MÉDICAS 2 ESTAÇÕES 95 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Praticar o exame físico cardíaco do adulto normal em pares (aluno com aluno). Praticar o exame físico cardíaco normal no manequim adulto de simu- lação. Aplicar o estudo de caso da paciente Zuleica para treino da anamnese e uso do método clínico centrado na pessoa com enfoque em sintomas cardíacos (atividade opcional). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates - Propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. Acesso em: 13 ago. 2023. MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023. PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo- gan, 2019. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 12 ago. 2023. VITORIANO, P. T.; VASCONCELOS, V. Cardiologia para internato: uma abor- dagem prática. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2019. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554652005/. Acesso em: 12 ago. 2023. Ciclo cardíaco e semiologia do sistema cardiovascular normal Estação 1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 96 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Praticar o exame físico pulmonar em um paciente adulto em pares (aluno com aluno). Praticar o exame físico pulmonar no manequim de simulação adulto. Praticar as atividades de interação na plataforma virtual LT KuraCloud para estudo da anatomia e da fisiologia pulmonares (opcional). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BICKLEY, L. S.; SZILAGYI, P. G.; HOFFMAN, R. M. Bates - Propedêutica médica. 13. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/. Acesso em: 16 ago. 2023. MARTINS, M. de A. et al. Semiologia clínica. Barueri: Manole, 2021. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9786555765250/. Acesso em: 12 ago. 2023. PORTO, C. C. Semiologia médica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koo- gan, 2019. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788527734998/. Acesso em: 12 ago. 2023. Semiologia do sistema respiratório normal Estação 2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738484/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734998/ 97 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Apresentar os conceitos da cadeia de sobrevida. Praticar o atendimento básico de ressuscitação cardiopulmonar no adulto e o manuseio do DEA nas diferentes situações (vítima molhada, vítima com muito pelo no tórax e vítima com marcapasso interno) no manequim de simulação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEE Gees - Stayin' Alive (Official Video). 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo canal beegees, 2010. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?- v=I_izvAbhExY. Acesso em: 11 jul. 2025. CANESIN, M. F.; TIMERMAN, S. Treinamento de emergências cardiovascula- res da Sociedade Brasileira de Cardiologia Básico: TECA B. Barueri: Mano- le, 2013. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788520436929/. Acesso em: 26 jul. 2023. DESTAQUES de 2024 das American Heart Association and American Red Cross Guidelines for First Aid. American Heart Association, [s. l.], 2024. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/CPR-Files/CPR-Guidelines- -Files/Highlights/2024-First-Aid/JN_1457_PTBR_Highlights_2024FA_Ac- cessible.pdf?sc_lang=en. Acesso em: 9 jul. 2025. QUILICI, A. P.; TIMERMAN, S. Suporte Básico de Vida: primeiro atendimen- to na emergência para profissionais da saúde. Barueri: Manole, 2011. E-book. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788520444924/. Acesso em: 3 ago. 2023. RCP para adultos. 1 vídeo, 4 min. Publicado pelo canal ProCPR, 2022. Dis- ponível em: https://www.procpr.org/training/video/adult-cpr. Acesso em: 11 jul. 2025. Cadeia de sobrevida e suporte básico de vida com DEA Estação 3 https://www.procpr.org/training/video/adult-cpr 98 SBC - SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. Atualização da Diretriz de Ressuscitação Cardiopulmonar e Cuidados Cardiovasculares de Emergên- cia da Sociedade Brasileira de Cardiologia - 2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, [s. l.], v. 113, n. 3, p. 449-663, 2019. Disponível em: http://pu- blicacoes.cardiol.br/portal/abc/portugues/2019/v11303/pdf/11303025. pdf. Acesso em: 26 jul. 2023. 99 OBJETIVOS DA ESTAÇÃO Revisar os cuidados de biossegurança em punções e preparo de medi- camentos. Revisar a anatomia dos locais de punção, prevenindo complicações. Conhecer os cuidados antes da punção e os melhores locais anatômi- cos. Praticar punção venosa periférica, intramuscular, subcutânea, intrader- mica com segurança e técnica correta. Conhecer e praticar diluição de medicamentos com assepsia e montar o sistema de infusão venosa com técnica correta. Conhecer e praticar administração de medicamentos com segurança, seguindo os 9 (ou 13) certos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ACIDENTE de Trabalho com Material Biológico. 1 vídeo, 12 min. Publicado pelo canal Coordenadoria de Vigilância em Saúde - COVISA, 2024. Dispo- nível em: https://www.youtube.com/watch?v=vl-j7DtAgdE. Acesso em: 12 jul. 2025. AMATO, A. C. M. Procedimentos Médicos: Técnica e Tática. 2. ed. Rio de Ja- neiro: Roca, 2016. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/re- Punção Venosa (IV), Intramuscular (IM), Subcutânea (SC), Intradérmica (ID) + Administração de Medicamento (diluição, aspiração e montagem de soro) Estação 4 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/ 100 ader/books/9788527729949/. Acesso em: 26 abr. 2025. AMATO, A. C. M. Técnica de assepsia e antissepsia. Procedimentos Médicos - Técnica e Tática. 2. ed. Rio de Janeiro: Roca, 2016. Disponível em: https:// app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527729949/. Acesso em: 26 abr. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Capacitação de pessoal em sala de vacinação: manual do treinando. 2. ed. rev. e ampl. Brasília: Ministério da Saúde, 2001. CAMPANHA impactante de conscientização - higiene de mãos. 1 vídeo, 2 min. Publicado pelo canal NEP HRC, 2020. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=Bk0qLPV7sps. Acesso em: 12 jul. 2025. CARTAZ com todas as precauções. Gov.br, 2020. Disponível em: https:// www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosde- saude/cartazes/cartaz_precaues.pdf/view. Acesso em: 12 jul. 2025. CARTAZ higienização das mãos com preparações alcoólicas. Gov.br, 2020. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/ publicacoes/servicosdesaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_higieniza- cao_prep_alcool.pdf/view. Acesso em: 12 jul. 2025. CARTAZ higienização simples das mãos. Gov.br, 2020. Disponível em: ht- tps://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicos- desaude/higiene-das-maos/cartazes/hm_higienizacao_simples.pdf/view. Acesso em: 12 jul. 2025. CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Uso seguro