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Nome: Debora Cristina Pazian RA:V3212770 Curso: Licenciatura em Letras – língua Portuguesa/Inglês PRÁTICAS PEDAGÓGICAS II Unidade l: A Construção da Identidade Docente – entre a Teoria e a Prática (p. 4), questão reflexiva (p. 28) A atuação do professor é construída a partir da articulação entre fundamentos teóricos e práticas pedagógicas, gerando impactos na formação humana e exigindo reflexão constante sobre o fazer docente, além de aprofundamento e participação em processos contínuos de formação. Karnal (2003) provoca essa reflexão ao afirmar que o ensino de História é um campo em constante movimento, influenciado tanto pelas transformações do próprio conhecimento histórico quanto pelas mudanças na prática educativa. Esse cenário exige que o professor esteja sempre se adaptando às novas descobertas, aos diferentes contextos sociais e ao desenvolvimento dos estudantes, estabelecendo relações entre passado e presente para promover uma aprendizagem significativa. Nesse sentido, o trabalho do professor não pode se restringir ao uso exclusivo do livro didático, uma vez que a educação acompanha as transformações da sociedade. Para que isso ocorra, o professor precisa participar de formações continuadas, assumindo também o papel de aprendiz. Como o conhecimento é dinâmico, o docente está em constante transformação. Unidade II: A Formação de Professores como um projeto político (p. 35), questão reflexiva (p. 57); A licenciatura oferece muito mais do que conteúdos teóricos: ela desenvolve habilidades como a didática, o planejamento e a mediação, que podem ser utilizadas em diferentes contextos de trabalho, tornando o professor um profissional no qual pode exercer sua prática, que vai além da sala de aula tradicional. É sabido que a formação de professores precisa unir teoria e prática, pois é nessa relação que o docente constrói sua identidade profissional de forma crítica e reflexiva. Esses dois aspectos caminham juntos e são fundamentais para o sucesso do processo educativo e para a formação integral dos estudantes. Desta forma, entender a formação docente como um projeto político é reconhecer que educar vai além da técnica, sendo um ato transformador que envolve consciência crítica, cidadania e compromisso com a mudança social. Unidade III - A Contribuição Da Pedagogia De Paulo Freire Para A Formação Do Docente: A gente Que Ensina E Aprende A educação freireana busca formar sujeitos críticos, capazes de compreender, questionar e transformar o mundo em que vivem. Esse movimento acontece por meio da práxis, entendida como a união entre ação, reflexão e nova ação, orientada para a construção de uma sociedade mais justa. Assim, professores e alunos são reconhecidos como participantes ativos e transformadores do processo educativo, e o respeito aos contextos sociais e às trajetórias de vida de cada um se converte em práticas educativas emancipadoras. Para Paulo Freire, a educação é um reflexo das estruturas sociais existentes e pode tanto reforçar desigualdades quanto contribuir para sua superação. Em sua concepção, a educação deve ter um caráter libertador, no qual o professor aprende junto com os estudantes, valorizando seus saberes e experiências de vida. Nesse processo, o educador assume o papel de mediador crítico, que questiona a realidade e estimula a reflexão, em vez de apenas transmitir conteúdos prontos. Unidade IV: Os desafios da docência para o uso das tecnologias digitais (p.94), questão reflexiva (p. 110-112). A prior, é possível compreender que a tecnologia não se limita ao papel de ferramenta, mas pode atuar como um elemento de mudança no processo educativo, fortalecendo a relação entre professores e alunos, incentivando práticas pedagógicas mais participativas, a personalização do ensino e o engajamento discente. Para que essa transformação aconteça de maneira efetiva, é indispensável investir na formação dos educadores e em uma infraestrutura adequada, diminuindo desigualdades e ampliando o acesso às inovações. Em uma segunda perspectiva, fica evidente que a escola precisa superar barreiras estruturais e pedagógicas para que a inclusão digital se concretize para todos os estudantes. Por fim, é essencial que a tecnologia faça parte do dia a dia do aluno como um recurso significativo e humanizado que, quando planejado e utilizado com intenção pedagógica pelo professor, contribui de forma expressiva para a qualificação do processo de ensino-aprendizagem.