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Impresso por divinojesu1, E-mail divinojesu1@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos
autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 17/09/2023 16:57:29
Lesões aos tecidos dentários Lesões aos tecidos dentários Lesões aos tecidos dentários Lesões aos tecidos dentários Lesões aos tecidos dentários 
Trinca de esmalte Trinca de esmalte Trinca de esmalte Trinca de esmalte Trinca de esmalte 
 
São rachaduras em 
esmalte, algumas vezes 
visíveis com 
Transiluminação. Não 
são observadas no 
exame radiográfico. 
• Não exigem tratamento 
específico - fluorterapia + 
acompanhamento clínico e 
radiográfico. 
• Prognóstico favorável. 
 
Fratura de esmalte Fratura de esmalte Fratura de esmalte Fratura de esmalte Fratura de esmalte Clinicamente, observa-
se a perda de tecido 
restrita ao esmalte. 
Radiograficamente, 
observa-se a rda de pe
esmalte sem 
envolvimento de 
dentina. 
• PEQUENA: alisamento de 
bordas cortantes + fluorterapia. 
• PERDA MAIORES: restauração. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico. 
• Prognóstico favorável. 
Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e 
dentina sem exposição dentina sem exposição dentina sem exposição dentina sem exposição dentina sem exposição 
pulppulppulppulppulpararararar 
Clinicamente, observa-
se a perda de tecido do 
esmalte e dentina, com 
aumento da 
sensibilidade (dentina). 
O risco de complicação 
pulpar é pequeno. 
Deve-se avaliar a 
extensão da dentina 
exposta. 
Radiograficamente, 
observa-se a perda de 
tecido com 
proximidade da polpa. 
• Proteção da dentina exposta 
(proteção pulpar indireta –
pasta de hidróxido de cálcio + 
ionômero de vidro) + 
restauração com resina 
composta ou por colagem do 
fragmento dental. 
• + controle clínico e radiográfico 
periódico com consultas de 
manutenção. 
• Prognóstico favorável. 
Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e Fratura de esmalte e 
dentina com edentina com edentina com edentina com edentina com e sição sição sição sição sição xpoxpoxpoxpoxpo
pulpar pulpar pulpar pulpar pulpar 
Clinicamente, observa-
se uma pequena 
hemorragia no local da 
exposição. Com 
sintomas de 
sensibilidade térmica e 
dor à mastigação. 
Importante observar o 
tamanho da exposição. 
• Manter a vitalidade 
pulpar/integridade dos tecidos 
envolvidos que depende: do 
tamanho da expo , tempo sição
decorrido entre o trauma e o 
tratamento, severidade das 
lesões associadas, idade do 
paciente (dente semil = dente 
velho anos antes da troca – 3 
para o permanente) 
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Radiograficamente, 
observa-se o estágio de 
formação radicular e se 
há algum grau de 
reabsorção radicular. 
• Capeamento pulpar direto 
(hidróxido de cálcio PA + pasta 
de hidróxido de cálcio + 
ionômero de vidro) nas 
primeiras horas (para exposição 
pequena e dente jovem). 
• Curetagem pulpar nas 
primeiras horas (exposição 
pequena e dente jovem) não –
realizado em dentes decíduos. 
• Pulpotomia. 
• Pulpectomia. 
• Restauração/colagem. 
• Exodontia dentes que já estão –
para esfoliar. 
• + controle clínico e radiográfico 
com consultas de manutenção. 
• Prognóstico incerto. 
Fratura Fratura Fratura Fratura Fratura 
coronorradicular sem coronorradicular sem coronorradicular sem coronorradicular sem coronorradicular sem 
exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar 
Envolve esmalte, 
dentina e cemento. 
Clinicamente, observa-
se extensão além do 
limite gengival, com 
dor e mobilidade 
principalmente à 
mastigação. 
• Depende da extensão 
subgengival. 
• Remoção do fragmento: 
1. Perda estrutural pouco 
extensa: até 2 mm além do 
limite gengival proteção –
dentino-pulpar, 
restauração/colagem; 
2. Além de 2 mm do limite 
gengival: exodontia + 
mantenedor de espaço 
acima dos 3 anos de idade. 
• + controle clínico e 
radiográfico: 3, 6 e 12 meses e 
depois nas consultas de 
manutenção. 
Fratura Fratura Fratura Fratura Fratura 
coronorradicular com coronorradicular com coronorradicular com coronorradicular com coronorradicular com 
exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar exposição pulpar 
Envolve esmalte, 
dentina e cemento com 
presença de 
sangramento pulpar 
(hemorragia). 
• Sentido da fratura – quanto 
mais longitudinal mais difícil 
será a manutenção do dente. 
• Menor que 2 mm manter – o 
dente endodontia – + 
restauração ou colagem do 
fragmento. 
• Exodontia – se for fratura 
vertical. 
• + controle clínico e 
radiográfico: 3, 6 e 12 meses e 
depois nas consultas de 
manutenção. 
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Fratura radicular Fratura radicular Fratura radicular Fratura radicular Fratura radicular 
 
 
É pouco comum na 
dentição decídua, 
envolvendo dentina, 
polpa e cemento. 
Manutenção da 
vitalidade pulpar: 
adequada coaptação 
dos fragmentos 
radiculares; ausência 
de movimento dos 
fragmentos; ausência 
de contaminação 
bacteriana na linha de 
fratura. 
Classificadas quanto a 
sua localização, 
podendo ser: terço 
apical, médio ou 
cervical. Orientação: 
longitudinal, oblíqua 
ou transversal. 
• Tratamento deve ser o mais 
breve possível para a formação 
de coágulo. 
• Transversal (médio e apical) – 
com deslocamento –
abordagem inicial: anestesia, 
aproximação dos agmentos fr
quando estão deslocados 
(facilitar a cicatrização da polpa 
e ligamento e voltar o dente à 
posição normal) + contenção 
rígida (fio de aço 0,7 mm e 
resina composta) por 90 a 120 
dias. 
• Cervical > 2 mm – – exodontia; 
 
oblíqua > longitudinal. Uma vez 
que for decidido manter o 
dente, a fratura de 1/3 médio é 
a menos favorável. 
Lesões aos tecidos de sustentaçãoLesões aos tecidos de sustentaçãoLesões aos tecidos de sustentaçãoLesões aos tecidos de sustentaçãoLesões aos tecidos de sustentação 
ConcussãoConcussãoConcussãoConcussãoConcussão Traumatismo de 
pequena intensidade 
sobre os tecidos de 
sustentação. 
Clinicamente: sem 
mobilidade e 
deslocamento, sem 
• Não requer intervenção 
imediata. 
• Dieta líquida ou pastosa. 
• Evitar o uso de chupetas e 
mamadeiras. 
• Higienização por escovação 
normal ou se não conseguir 
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sangramento do sulco 
gengival, sensibilidade 
ao toque (à mastigação 
e percussão), baixo 
risco de necrose e 
reabsorção radicular. 
Não há evidências 
radiográficas. 
realizar - gaze com Clorexidina 
0,12%. 
• Orientar s pais/responsáveis ao
que se escurecer o dente ou 
formar alguma lesão ou 
“bolinha” é importante voltar 
para consulta. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico e 120 dias – 30 
após traumatismo e 
manutenções. 
• Pode ter alteração de cor e 
obliteração do canal radicular. 
SuSuSuSuSubluxação bluxação bluxação bluxação bluxação 
 
Traumatismo de 
intensidade baixa a 
moderada nos tecidos 
de sustentação, com 
ruptura de fibras do 
ligamento periodontal. 
Clinicamente, observa-
se: mobilidade, sem 
deslocamento do 
dente afetado, 
sensibilidade ao toque 
(mastigação e 
percurssão),sangramento ao nível 
da gengiva marginal. 
Não há evidências 
radiográficas. 
• Geralmente não requer 
tratamento. 
• Dieta líquida ou pastosa. 
• Evitar o uso de chupetas e 
mamadeiras. 
• Higienização por escovação 
normal ou se não conseguir 
realizar - gaze com Clorexidina 
0,12%. 
• Orientar s pais/responsáveis ao
que se escurecer o dente ou 
formar alguma lesão ou 
“bolinha” é importante voltar 
para consulta. 
• Mobilidade acentuada – 
contenção semi-rígida por 7 a 
14 dias. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico e 120 dias e – 30 
nas manutenções. 
• Possibilidade de mudança de 
cor e obliteração do canal 
radicular. 
• Pequeno risco de necrose 
pulpar e reabsorção radicular 
externa. 
Luxação lateralLuxação lateralLuxação lateralLuxação lateralLuxação lateral Deslocamento do 
dente para vestibular e 
lingual, mesial ou distal 
com luxação intrusiva 
ou extrusiva Com . 
ruptura e compressão 
das fibras do ligamento 
periodontal. 
• Tratamento depende: grau de 
rizólise, tempo decorrido 
(coágulo), magnitude do 
deslocamento (mínima 
possibilidade de recuperação 
de fibras periodontais), 
ocorrência de fratura da parede 
alveolar, relação com o germe 
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Clinicamente, observa-
se: mobilidade, 
sangramento e 
laceração dos tecidos 
periodontais; 
interferência oclusal; 
pode apresentar ou 
não mobilidade –
fratura da parede 
alveolar. 
Radiograficamente, 
observa-se: 
deslocamento e 
aumento do espaço do 
ligamento periodontal; 
relação com o dente 
permanente. 
do dente permanente, 
interferência oclusal: 
reposicionamento ou 
exodontia. 
OBS: cuidado com 
reposicionamento e dente 
permanente! 
• Anestesia, reposicionamento e 
contenção (flexível ou semi-
rígida de 10 a 14 dias). 
• Desgaste incisal para tirar 
interferência oclusal/incisal. 
• Ainda não formou coágulo – 
trauma recente (menos de 1 
hora e meia) - voltar o dente a 
posição original –
reposicionamento + contenção. 
• Exodontia. 
• Dieta líquida ou pastosa. 
• Evitar o uso de chupetas e 
mamadeiras. 
• Higienização por escovação 
normal ou se não conseguir 
realizar - gaze com Clorexidina 
0,12%. 
• Orientar s pais/responsáveis ao
que se escurecer o dente ou 
formar alguma lesão ou 
“bolinha” é importante voltar 
para consulta. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico 15, 30, 60 e 120 
dias e na manutenção risco – de 
necrose pulpar. 
• Prognóstico costuma ser 
favorável. 
Luxação intrusiLuxação intrusiLuxação intrusiLuxação intrusiLuxação intrusi vavavavava
((((( intrusãointrusãointrusãointrusãointrusão“““““ ”””””) ) ) ) ) 
 
Deslocamento do 
dente para dentro do 
seu alvéolo, com 
esmagamento e 
ruptura das fibras do 
ligamento periodontal. 
Clinicamente, observa-
se: infra-oclusão ou 
total desaparecimento, 
abaulamento da tábua 
óssea, mobilidade ou 
• Direção do deslocamento: 
• Direção do germe – alongou a 
raiz na radiografia = lesou o 
germe do sucessor exodontia. –
• Sentido oposto do germe – 
aguardar erupção (2 a re
semanas a 4 meses). 
• Ocorrência de fratura da 
parede alveolar exodontia – + 
antibioticoterapia. 
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não – fratura da parede 
alveolar. 
Radiograficamente, 
observa-se: presença 
do dente (raiz do 
decíduo encurtada –
desviou do germe), 
posicionamento –
direção da intrusão. 
• Ambientes contaminados – 
verificar é vacinado contra se
tétano + prescrever 
antibioticoterapia. 
• Dieta líquida ou pastosa. 
• Evitar o uso de chupetas e 
mamadeiras. 
• Higienização por escovação 
normal ou se não conseguir 
realizar - gaze com Clorexidina 
0,12%. 
• Orientar s pais/responsáveis ao
que se escurecer o dente ou 
formar alguma lesão ou 
“bolinha” é importante voltar 
para consulta. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico: 7, 30, 60 e 120 
dias e nas manutenções. 
Luxação extrusiLuxação extrusiLuxação extrusiLuxação extrusiLuxação extrusi vavavavava
((((( extrusãoextrusãoextrusãoextrusãoextrusão“““““ ”””””) ) ) ) ) 
 
Deslocamento parcial 
do dente para fora do 
seu alvéolo, com 
ruptura de grande 
quantidade de fibras 
do ligamento 
periodontal. 
Clinicamente, observa-
se: desnível oclusal, 
grande mobilidade, 
abundante hemorragia 
local, coroa para 
lingual/palatina. 
Radiograficamente, 
desnível incisal e 
aumento do espaço do 
ligamento periodontal. 
• Tratamento depende dos 
mesmos fatores da luxação 
lateral. 
• Reposicionamento (?) e 
contenção semi-rígida. 
• Desgaste até 3 mm. 
• Exodontia (sempre que for 
maior que 3 mm). 
• Dieta líquida ou pastosa. 
• Evitar o uso de chupetas e 
mamadeiras. 
• Higienização por escovação 
normal ou se não conseguir 
realizar - gaze com Clorexidina 
0,12%. 
• Orientar s pais/responsáveis ao
que se escurecer o dente ou 
formar alguma lesão ou 
“bolinha” é importante voltar 
para consulta. 
• + acompanhamento clínico e 
radiográfico 15, 30, 60 e 120 
dias e manutenção necrose –
pulpar ou perda do dente. 
Avulsão Avulsão Avulsão Avulsão Avulsão 
 
 
 
Deslocamento total do 
elemento para o 
exterior do alvéolo. 
• Não reimplantar. 
• Mantenedor de espaço acima 
dos 3 anos de idade melhor –
adaptação da criança. 
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Lesões aos tecidos molesLesões aos tecidos molesLesões aos tecidos molesLesões aos tecidos molesLesões aos tecidos moles 
Contusão Contusão Contusão Contusão Contusão 
 
Impacto que resulta em 
hemorragia e edema 
sob a pele ou mucosa 
não lacerada. 
• Lavar os ferimentos. 
• Higiene bucal adequada 
durante o período de 
cicatrização. 
Abrasão Abrasão Abrasão Abrasão Abrasão Escoriação ou remoção 
circunscrita de uma 
camada superficial da 
pele ou mucosa 
(ulceração) provocada 
pela grande atrição 
tecidual. 
• Lavar os ferimentos. 
• Remoção de possíveis corpos 
estranhos. 
Laceração Laceração Laceração Laceração Laceração 
 
Corte no tecido. • Lavar os ferimentos. 
• Anestesia local, limpeza com 
soro fisiológico, remoção de 
corpos estranhos e sutura. 
• Higiene bucal normal/gaze com 
clorexidina 0,12% por 7 dias. 
Lesões ao tecido ósseoLesões ao tecido ósseoLesões ao tecido ósseoLesões ao tecido ósseoLesões ao tecido ósseo 
Fratura comunicativa da Fratura comunicativa da Fratura comunicativa da Fratura comunicativa da Fratura comunicativa da 
cavidade alveolar cavidade alveolar cavidade alveolar cavidade alveolar cavidade alveolar 
 • Compressão e esmagamento 
do osso alveolar. 
• Luxações intrusivas e laterais. 
Fratura da parede Fratura da parede Fratura da parede Fratura da parede Fratura da parede 
alveolar alveolar alveolar alveolar alveolar 
Fratura da parede 
alveolar vestibular ou 
palatina/lingual. 
Mobilidade dental e o 
local do osso fraturado. 
• Contenção semi-rígida ou 
rígida por 30 a 45 dias. 
Fratura do processo Fratura do processo Fratura do processo Fratura do processo Fratura do processo 
alveolar alveolar alveolar alveolar alveolar 
Fratura do processo 
alveolar, com ou sem 
envolvimento da 
cavidade alveolar. 
• Contenção semi-rígida ou 
rígida por 30 a 45 dias. 
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Ao testar a mobilidade 
de um dos dentes 
afetados, o adjacente 
também se move. 
Fratura maxilar Fratura maxilar Fratura maxilarFratura maxilar Fratura maxilar • Encaminhar para um 
bucomaxilofacial. 
 SEQUELAS NOS DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSSEQUELAS NOS DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSSEQUELAS NOS DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSSEQUELAS NOS DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOSSEQUELAS NOS DENTES DECÍDUOS TRAUMATIZADOS: hiperemia pulpar, hemorragia 
pulpar, obliteração pulpar, reabsorção interna/externa, necrose pulpar. 
 SEQUELAS NOS DENTES EM DESENVOLVIMENTOSEQUELAS NOS DENTES EM DESENVOLVIMENTOSEQUELAS NOS DENTES EM DESENVOLVIMENTOSEQUELAS NOS DENTES EM DESENVOLVIMENTOSEQUELAS NOS DENTES EM DESENVOLVIMENTO: descoloração branca, amarela ou 
marrom; hipoplasia de esmalte, dilaceração da coroa e raiz, malformação em forma de 
odontoma, duplicação radicular, parada parcial/completa da formação radicular, alteração 
da erupção. 
 
CONSIDERAR O USO DE ANTIBIÓTICOS: doenças sistêmicas, fraturas radiculares no 1/3 
médio, intrusões, reimplante dentário, lesões aos tecidos moles com risco de infecção, 
lesões ao tecido ósseo. 
 
 
Tecidos de sustentação Tecidos de sustentação Tecidos de sustentação Tecidos de sustentação Tecidos de sustentação 
(Subluxação, (Subluxação, (Subluxação, (Subluxação, (Subluxação, xação e xação e xação e xação e xação e lululululu
avulsão) avulsão) avulsão) avulsão) avulsão) 
Flexível ou semi-rígida 10 a 14 dias 
Tecido ósseo (fratura da Tecido ósseo (fratura da Tecido ósseo (fratura da Tecido ósseo (fratura da Tecido ósseo (fratura da 
parede ou processo alveolar) parede ou processo alveolar) parede ou processo alveolar) parede ou processo alveolar) parede ou processo alveolar) 
Semi-rígida ou rígida 30 a 45 dias 
TeTeTeTeTecidos dentários (fratura cidos dentários (fratura cidos dentários (fratura cidos dentários (fratura cidos dentários (fratura 
radicular) radicular) radicular) radicular) radicular) 
Rígida 
 
90 a 120 dias 
Rígida (fio de aço de 0,7 mm) 
 
Semi-flexível (fio de aço de 0,2 a 0,5 mm) 
 
Flexível (fio de nylon) 
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