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Impresso por divinojesu1, E-mail divinojesu1@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos
autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 17/09/2023 16:55:45
Anestesia local em 
Odontopediatria 
 
• Conquistar a confiança da criança (não mentir); 
• Explicar sobre ação e sensação; 
• Estar atento aos sinais de medo e tensão; 
• Explicar à criança os sintomas que ela vai apresentar (sensação de 
formigamento, sensação de crescimento, adormecimento, efeito 
passageiro); 
• Comunicação da criança: levantar a mão; 
• Medir o grau de dor em crianças pequenas é uma tarefa difícil; 
• Técnica bem feita para assegurar aos pais que a criança não está 
sentindo dor; 
• Instruir para que a criança não morda o lábio, bochechas e língua. 
 
• Recursos para minimizar o aspecto desagradável da seringa e da 
agulha ocultar agulha; posição da mão do operador sempre por trás – a 
da visão da criança; manuseio de uma seringa sem agulha pela criança; 
• Recursos para diminuir a dor – licação do anestésico tópico; calibre ap
adequado bisel da agulha voltado para o osso; temperatura do e 
agente anestésico eal: temperatura ambiente; injeção lenta do – id
anestésico; 
• Domínio da técnica – sição paciente e operador adequados po do 
(inferior sentado; superior deitado); estruturas anatômicas da – mais –
criança diferentes relações anatômicas, porosidade óssea e –
calcificação; instrumental adequado. 
 
 
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• O ramo ascendente da mandíbula na 
criança é mais curto em relação ao 
ramo horizontal; 
• O diâmetro ântero-posterior do ramo é 
menor; 
• Quanto mais jovem for a criança mais 
aberto é o ângulo goníaco; 
• A linha oblíqua interna raramente está presente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Indicações: dente decíduos e permanentes superiores; dentes inferiores 
anteriores decíduos e permanentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Adaptação da técnica infiltrativa: complementação da anestesia (lingual ou 
palatina); introdução da agulha através da papila gengival vestibular 
(anestesia papilar extração de dente com mobilidade). –
 
 
 
 
 
 
 
OBS: crianças com menos de 3 anos infiltrativa. –
 
• Anestesia tópica: gel, spray ou cremes; 
 
 
 
• Secar bem a mucosa; 
 
 
 
 
• Aplicação do anestésico tópico; 
• Aguardar 2 minutos; 
• Tracionamento do lábio; 
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• Punção no fundo do vestíbulo para anestesia infiltrativa; 
 
 
 
 
 
• Injeção lenta do anestésico. 
 
• Palpação da linha oblíqua externa; 
• Inserção da agulha (nervo bucal e nervo lingual) / 45° em relação ao
plano oclusal (rente ao plano oclusal) / carpule entre o canino e o 1° 
molar do lado oposto; 
OBS: quanto menor a criança maior o ângulo. –
• Recuar ligeiramente a agulha Reposicionamento da agulha na / 
comissura labial do lado a ser anestesiado (nervo alveolar inferior). 
 
• Reações tóxicas (superdosagem relativa ou 
absoluta): injeção intravascular; administração 
de grande quantidade de fármaco; depressões 
respiratórias; colapso cardiovascular. 
 
 
 
• Úlcera traumática (ferimento com contorno irregular e rápida 
cicatrização); 
 
 
 
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• Hematoma (ruptura de vasos sanguíneos); 
 
 
 
 
 
• Dor e edema pós-operatórios (por infecção, traumatismo ou 
velocidade de administração do anest ico local); és
• Trismo (dificuldade de abertura bucal); 
• Paralisia facial (poucas horas ou 1 ou 2 dias); 
• Parestesia (perda prolongada de sensibilidade); 
• Fratura da agulha. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Lipotimia (palidez, suor frio, hipotermia, respiração ansiosa, pulso 
rápido e fraco, náusea e vertigem); 
• Xerostomia; 
• Náuseas, vômitos e tontura; 
• Alergias; 
• Convulsões, parada cardíaca e parada respiratória; 
• Idiossincrasias (suscetibilidade demonstrada por cada indivíduo 
relativamente a determinados fatores físicos ou químicos que o fazem 
reagir de forma específica ou pessoal).

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