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Dentes Impactados, Cirurgia Pré-Protética, Cirurgia Parendodôntica e Infecções Odontogênicas _ Passei Direto

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Impresso por divinojesu1, E-mail divinojesu1@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos
autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 17/09/2023 16:46:46
Anestesia
Altura da prega mucovestibular 
acima do ápice do dente a ser 
anestesiado
OBS: não anestesia a raiz 
mésiovestibular do 1° molar
Altura da prega mucovestibular 
acima do segundo molar 
superior (avançar a agulha para 
cima, para dentro e para trás –
ângulos de 45 )°
OBS: é um nervo “raro”, 
portanto, não são todos os 
pacientes que tem sendo –
necessário dar direto a 
anestesia do nervo alveolar 
superior anterior
Altura da prega mucovestibular 
acima do segundo pré-molar 
superior
Altura da prega mucovestibular 
acima do primeiro pré-molar 
superior, até chegar ao dedo 
que está apalpando o forame 
infraorbitário
Infiltrativa agulha curta (30G)–
Bloqueios agulha longa (27G–
Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000
Anestesia
Dedo indicador deve localizar a 
região anterior do ramo. 1 cm 
acima do plano oclusal. Dividir a 
linha imaginária da rafe 
pterigomandibular em 4 partes. 
No último quarto é onde deve 
ser inserido a agulha. Carpule 
inclinada contra lateral entre 1° e 
2° pré-molar, tocar superfície 
óssea. Recuar ½ da agulha. Virar 
a agulha.
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Anestesia
Introduzir a agulha (em 
qualquer angulação) na prega 
mucobucal em região de pré-
molares
Introduzir a agulha na distal do 
terceiro molar (região do 
trígono retromolar)
Introduzir a agulha na mucosa 
distal e bucal em relação ao 
dente molar mais distal no arco
OBS: além do nervo incisivo 
vai anestesiar o nervo mentual 
também
Prega mucobucal em região de 
pré-molares
O estesiando bilateralmente, ou apenas um lado (direito ou esquerdo)!
E. (L)D. (R)
1 2
34
5
8
6
7
Instrumentais utilizados
• Antissepsia intraoral: copo com Clorexidina 0,12% para bochecho (30 segundos) + Antissepsia 
extraoral: Clorexidina a 2% - gaze estéril embebida + pinça hemostática;
• Pinça Halstead ou mosquito ou hemostática;
• Sugador cirúrgico descartável estéril;
• Afastador de Minnesota;
• Kit clínico (cabo de espelho + espelho n 5, sonda exploradora n 5);° °
• Anestésico tópico Benzotop 20% em cotonete estéril + algodão ou gaze estéreis para secar a mucosa 
antes;
• Seringa carpule com refluxo;
• Agulha longa ou curta;
• Tubete anestésico (limpo com gaze embebida em álcool) Lidocaína 2% + Epinefrina 1:100.000 –
(Alphacaine 100);
• Cabo do bisturi n° 3;
• Lâmina n° 15;
• Descolador ou elevador periosteal de Molt n 9 (SINDESMOTOMIA);°
• Alta rotação e peça reta;
• Brocas cirúrgicas n 702 (FG ou PM);°
• Fórceps (LUXAÇÃO OU EXTRAÇÃO PROPRIAMENTE DITA) (n : 150 incisivos, caninos e pré-molares ° –
superiores (maxilares); 151 incisivos, caninos e pré-molares inferiores (mandibulares); 18L molares – –
superiores esquerdo; 18R molares superiores direito; 17 molares inferiores);– –
ALAVANCAS (LUXAÇÃO)
• Alavanca goivo (reta);
• Alavancas Heidbrink;
• Alavancas Seldin (“bandeirinhas”);
• Alveolótomo curvo ou pinça goiva (REGULARIZAÇÃO DOS BORDOS CORTANTES);
• Lima para osso Seldin n 12 (REGULARIZAÇÃO DAS ESPÍCULAS ÓSSEAS);°
• Cureta de Lucas n° 86;
• Seringa descartável Luer Lock 5 ml + ponta para irrigação;
• Pinça Dietrich 16cm;
• Tesoura Mayo-Hegar 14cm;
• Tesoura Goldman-Fox 16cm;
• Fio de sutura de seda ou nylon 4-0 com agulha triangular;
• Cuba com soro fisiológico 0,9% 300 ml.
Montagem da mesa cirúrgica ordem –
dos instrumentais
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Tipos de incisão
Envelope Archer ou 
Neumann 
(triangular ou em 
L – 1 relaxante)
Neumann 
modificada 
(quadrangular – 2 
relaxantes)
Tipos de suturas
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Paramentação cirúrgica odontológica
1. Abertura do kit cirúrgico estéril pelo auxiliar (contém: 02 toalhas absorventes, 02 aventais cirúrgicos, 02 campos de mesa 0,70x0,90, 01 campo 
fenestrado 1,20x0,70, 02 protetores de sugador, 02 protetores de refletor), sendo deixado exposto ainda na embalagem.
2. Lavagem/antissepsia das mãos com a escova/esponja embebida com Clorexidina 2% estéril (pego no carrinho pelo auxiliar) (lavar dedos, os, mã
antebraços e cotovelos fricção - movimentos de cima para baixo (sentido dos dedos para cotovelos)). Nesse momento o operador (cirurgião-–
dentista) faz a lavagem rigorosa das mãos. Posteriormente, secagem das mãos com uma toalha absorvente estéril presente no kit cirúrgico 
(cada lado da toalha seca uma mão);
3. Colocação do avental cirúrgico estéril pelo operador, pegando pela parte interna, com o auxílio do auxiliar para pegar as pontinhas e fazer a 
amarração das pontas;
4. Cirurgião-dentista calça as luvas cirúrgicas estéreis (tocando somente na superfície que corresponde à área do punho);
5. O operador começa a colocar os campos cirúrgicos de mesa principal e mesa auxiliar, nos refletores e nas peças de mão do lado do operador 
(com o auxílio do auxiliar para pegar a pontinha e puxar, realizar também a amarração);
6. O cirurgião-dentista começa a fazer a montagem de mesa com os instrumentais, enquanto isso o auxiliar busca os materiais no carrinho 
(anestésico tópico em cotonete estéril, gazes, copo plástico com solução de Clorexidina para bochecho intra-oral + solução para antissepsia –
extra-oral (gaze embebida em Clorexidina), agulha longa para bloqueio ou agulha curta para infiltrativa, gaze com álcool para limpar a parte 
externa do tubete anestésico, sugador cirúrgico estéril, lâmina n 15, soro fisiológico para colocar na cuba, fio de sutura de seda 4.0 com °
agulha);
7. O auxiliar chama o paciente para a sala cirúrgica;
8. Nesse momento, o auxiliar faz a lavagem das mãos com escova embebida com Clorexidina 2%, em seguida, realizar a secagem das mãos com a 
toalha absorvente;
9. Colocação do avental cirúrgico estéril;
10. Calçar as luvas cirúrgicas;
11. Realizar a antissepsia intra-oral com Clorexidina a 0,12% (bochechos de no mínimo 30 segundos) e antissepsia extra-oral com Clorexidina a 2% 
(gaze embebida + pinça hemostática);
12. Colocação do campo fenestrado sobre o paciente;
13. Colocação do campo cirúrgico do sugador + sugador cirúrgico estéril no lado deixar esse sugador por cima do campo fenestrado do auxiliar –
do paciente.
Terapêutica medicamentosa
1 CAIXA
• Diazepam 5-10 mg / 0,2 0,5 mg/Kg (maiores de anos)–
• Lorazepam (idosos menor dose do adulto) 1-2 mg –
• Midazolam (crianças) 0,25-0,5 mg/Kg (menores de 5 anos)
OBS: em crianças o comprido deve ser triturado cuidadosamente e misturado a uma solução adocicada (como sucos (exceto sucos de frutas tricas) ou refrigerantes) e cí
administrado 30 minutos antes da intervenção.
OBS: paciente deve vir acompanhado; não poderá dirigir veículos automotores e/ou operar máquinas (antes e após o procedimento); não executar tarefas delicadas.
• Dexametasona 4 a 8 mg (comprimidos de 4 mg) 1 hora antes;–
• Betametasona 4 a 8 mg (comprimidos de 2 mg) 1 hora antes;–
• Paracetamol 500-750mg 6 em 6 horas, durante 24 a 48 horas (em casos de dor);–
• Dipirona sódica 500 mg a 1 g em 6 horas, durante 24 a 48 horas (em casos de dor);– 6 
• Ibuprofeno 400-600mg 8/12 horas, durante 24 a 48 horas;–
• Nimesulida 100mg 12 em 12 horas, durante 24 ou 48 horas;–
• Amoxicilina 500 mg 1 cápsula de 8 em 8 horas, durante 7 dias.–
(Infecções já instaladas 2 cápsulas, 1 hora antes + DM por 7 dias; Profilaxia à distância 4 cápsulas em dose única, 1 hora antes).– –
• Clindamicina300 mg 1 comprimido de 8 em 8 horas, durante 7 dias.–
Infecções já instaladas 2 comprimidos, 1 hora antes + DM por 7 dias; Profilaxia à distância 2 comprimidos em dose única, 1 hora antes).– –
• Cefalexina 500 mg 1 comprimido de 6 em 6 horas, durante 7 dias.–
(Infecções já instaladas 2 comprimidos, 1 hora antes + DM por 7 dias; Profilaxia à distância 4 comprimidos em dose única, 1 hora antes).– –
• (PRINCIPALMENTE ABSCESSOS) Amoxicilina 500 mg + Clavulanato de Potássio 125 mg 1 comprimido de 8 em 8 horas, durante 7 dias.–
(Infecção já instalada 2 comprimidos em dose única, 1 hora antes + DM por 7 dias).–
• Amoxicilina 500 mg + Metronidazol 250 mg INFECÇÃO JÁ INSTALADA - 2 comprimidos, 1 hora antes e manutenção de 1 comprimido de 8 em 8 horas, durante 7 dias.–
• Neosoro 30 ml 1 frasco Gotejar de 2 a 4 gotas em cada narina, 4 vezes ao dia, por 7 dias.– –
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Orientações pós-operatórias
• Os pacientes devem ser informados de que o local de uma extração pode apresentar extravasamento de uma pequena quantidade de sangue por até 24 horas após o procedimento 
de extração. Se o sangramento for maior que um leve extravasamento, o paciente deve ser instruído sobre como reaplicar um peq o pedaço de gaze diretamente sobre a área da uen
extração (por aproximadamente 1 hora);
• Instrução sobre não fumar nas primeiras 12 horas após o procedimento, não sugar canudo quando beber (porque isso cria uma pre o negativa), não cuspir nas primeiras 12 horas ssã
após a cirurgia. Nenhum exercício extenuante deve ser feito nas primeiras 12 a 24 horas após a extração;
• Os pacientes devem ser avisados que podem haver um pequeno extravasamento de sangue durante o sono e que provavelmente haverá nchas de sangue nas fronhas de seus ma
travesseiros pela manhã;
• Extravasamento de sangue prolongado, sangramento vermelho vivo ou coágulos grandes na boca do paciente são indicações para um torno ao consultório;re
• Dieta de alta caloria, líquida ou pastosa é o melhor nas primeiras 12 a 24 horas;
• O paciente deve ter uma ingestão adequada de fluidos nas primeiras 24 horas, usualmente 2 litros no mínimo. Os fluídos podem sucos, leite, água, ou qualquer outra bebida que o ser
paciente queira tomar;
• Nas primeiras 12 horas, a comida deve ser pastosa e fria. Comidas frias e geladas ajudam a manter o local da extração confortável;
• Se o paciente passou por extrações múltiplas em todas as áreas da boca, uma dieta pastosa é recomendada por vários dias após o procedimento cirúrgico. No entanto, o paciente 
deve ser aconselhado a retomar a uma dieta normal o mais cedo possível;
• Pacientes diabéticos devem ser encorajados a retomar sua ingestão calórica e esquema de insulina o mais cedo possível;
• Deve-se advertir aos pacientes que manter os dentes e boca razoavelmente limpos resulta numa cicatrização mais rápida das feridas cirúrgicas. No pós-operatório do dia da cirurgia, os 
pacientes podem escovar gentilmente os dentes afastados do local da extração. Eles devem evitar escovar os dentes adjacentes à área de extração para prevenir um novo episódio de 
sangramento, evitar mexer nas suturas e induzir mais dor;
• No dia seguinte à cirurgia, os pacientes podem começar a bochechar com água e sal diluído. A água deve estar morna, mas não q te a ponto de queimar o tecido. A maioria dos uen
pacientes pode retomar suas medidas de higiene oral pré-operatórias no terceiro ou quarto dia após a cirurgia. Fio dental deve ser usado de maneira usual nos dentes anterior e 
posterior ao local de extração tão logo o paciente se sinta confortável para tal;
• Se a higiene oral for difícil após extrações em múltiplas áreas da boca, lavagens da boca com agentes como peróxido de hidrog o diluído podem ser feitas. Bochechar três ou quatro êni
vezes por dia aproximadamente uma semana após a cirurgia pode resultar numa cicatrização mais rápida;
• O inchaço chega ao máximo 36 a 48 horas após o procedimento cirúrgico;
• Gelo não deve ser colocado diretamente sobre a pele, sendo preferencial colocar uma camada de pano seco entre o tecido e o gelo, para prevenir dano do tecido superficial;
• No segundo dia pós-operatório, nem frio nem calor deve ser aplicado na face. No terceiro e subsequentes dias pós-operatórios, a aplicação de calor local pode ajudar a regredir o 
edema mais rapidamente. Fontes de calor como garrafas de água quente ou bolsas térmicas são recomendadas. Os pacientes devem ser avisados a evitar altos níveis de calor por 
longos períodos de tempo, para prevenir lesões na pele;
• Dormir em uma posição mais ereta, com o uso de travesseiros extras, irá ajudar a reduzir o edema facial. Pacientes devem ser informados que um inchaço moderado é normal e é uma 
reação saudável do tecido em resposta ao trauma cirúrgico. Os pacientes não devem ficar preocupados ou assustados com o edema, pois ele se resolverá em poucos dias;
• Avisar ao paciente que trismo (limitação da abertura da boca) pode ocorrer e que deve se resolver em uma semana;
• Avisar que equimose (sangue extravasa na submucosa e no subcutâneo lesões nos tecidos orais, na face ou em ambos) pode acontecer e normalmente, o surgimento dela acontece 2 –
a 4 dias após a cirurgia e usualmente se resolve em 7 a 10 dias.
Orientações pós-operatórias
• Tome os remédios prescritos nas quantidades e horários estabelecidos.
NAS PRIMEIRAS 12 HORAS
• Mantenha uma gaze comprimida na boca, até chegar em casa, depois substitua-a por uma nova a cada 10 minutos durante as primeiras horas 
ou até parar de sangrar.
• Fazer compressas frias na face, durante 10 minutos com intervalos de 15 minutos.
• Pode tomar sorvete ou chupar uma “pedrinha de gelo”, isto ajuda a conter o sangramento.
• Beba bastante líquidos (não alcoólicos).
• Não faça bochechos, apenas banhe a boca e deixe o líquido sair suavemente.
• Evite alimentar-se enquanto estiver anestesiado.
• Evite alimentos quentes, apenas ao natural ou frio. Ex: leite, vitaminas, ovos, etc.
• Evite escovar os dentes enquanto anestesiado, para não ferir a região operada.
• Não faça esforço físico, nem se exponha ao sol.
APÓS AS PRIMEIRAS 12 HORAS
• Suspenda as compressas frias, poderá fazê-las mornas.
• Alimentação pastosa, em temperatura normal.

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