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1. As brincadeiras são muito importantes para as crianças, pois constituem a sua cultura. No entanto, atualmente, todo mundo diz que elas não sabem brincar, só correm durante o recreio e, além de tudo, brigam na escola. De acordo com Craidy & Kaercher (2001), essa situação se dá porque: A. As brincadeiras são menos motivadoras do que os games. B. As crianças preferem a TV. C. Os pais preferem que as crianças vivenciem atividades formais. D. As famílias e escolas não ensinam mais as brincadeiras nem brincam com as crianças. E. O eixo dos currículos atuais é pautado em conteúdo. 2. Conforme Craidy & Kaercher (2001), às crianças precisam ser ensinadas canções, danças e confecção de brinquedos, o que está sendo raro na escola e em casa. Como os responsáveis pelas crianças não estão executando esse papel, a quem ele está sendo atribuído? A. Aos games. B. Aos programas infantis. C. Aos celulares. D. Aos avós. E. Aos desenhos animados. 3. Incluir brincadeiras folclóricas nas salas de aula é uma forma de entender a concepção de sujeito/criança, pois são originárias de diversos lugares, são ricas na diversidade cultural e representam as culturas de diferentes partes do país, bem como as de outros países. O que essas concepções podem possibilitar à criança? A. Incutir valores diferenciados. B. Atender aos desejos dos outros. C. Conhecer a cultura ideal. D. Desenvolver a psicomotricidade. E. Compreender a realidade. 4. A criança vê o seu mundo através do brinquedo. A história da infância mostra que a forma de lidar e valorizar as brincadeiras demonstra o entendimento que se tem da criança. Sabemos que sempre existiu forma, jeito e instrumentos de brincar. Como existe a renovação da cultura infantil, a partir da brincadeira? A. Pelo desenvolvimento e modificação das formas de convivência. B. Pelos imigrantes, que trazem brincadeiras novas. C. Pelos currículos, que estabelecem quais brincadeiras devem ser desenvolvidas. D. Pelas famílias, que inovam brincadeiras folclóricas. E. Pelas professoras, que reinventam as brincadeiras. 5. Nas brincadeiras de faz-de-conta, as crianças podem compreender melhor situações difíceis pelas quais passam, revivendo-as. Um exemplo dessa situação de faz-de-conta é quando a criança brinca de: A. Advogado, sem saber do que se trata, porque sabe que é uma boa profissão. B. Casinha, e a mãe briga com os irmãos, sem que os tenha, porque ela não gosta dos irmãos. C. Médico, dizendo que agora o colega vai tomar uma injeção, porque tem trauma de seringas. D. Ligar em um celular sem nunca ter visto um, nem mesmo imagens. E. Professora sem alunos, porque quer ser o único aluno dela.