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TRAUMA: INTRODUÇÃO AO 
TRAUMA E ATENDIMENTO INICIAL
EXTENSIVO MEDCOF 
 Trauma (CIR) 
Conceito 1
Trauma é uma doença
Conceito 2
Principal causa de morte em 
jovens
Conceito 3
Doença que mais causa 
incapacidade e anos de vidas 
perdidos
Conceito 4
Melhor medida ainda é a 
prevenção primária
Figura 1: Conceitos gerais politrauma.
TRAUMA:
 z Doença hiperaguda → tratamento imediato
 z Tratar primeiro o que mata primeiro
 z Padronizar atendimento e equipes melhora o 
prognóstico do doente:
Figura 2: XABCDE do trauma.
CONCEITOS INICIAIS:
 z Principal causa de morte em jovens;
 z Doença que mais causa incapacidade e anos de 
vida perdidos;
 z Melhor medida → prevenção primária;
 z Definição:
 | Lesão de causa externa que causa desequilíbrio na 
homeostase do paciente.
MORTALIDADE TRIMODAL
PRIMEIRO PICO: MORTE IMEDIATA
 z Lesões:
 | Trauma cranioencefálico e raquimedular extenso;
 | Lesões de grandes vasos exsanguinantes.
 z Mecanismo:
 | Atropelamentos em alta velocidade;
 | FAF e FAB de alta energia;
 | Esmagamentos;
 | Quedas de grandes alturas.
 z Tratamento: PREVENÇÃO PRIMÁRIA.
SEGUNDO PICO: MORTE PRECOCE
 z Lesões:
 | Obstrução de vias aéreas;
 | Hematoma epidural ou subdural;
 | Hemopneumotórax hipertensivo.
 z Mecanismo:
 | Acidentes automobilísticos;
 | FAB ou FAF;
 | Quedas.
 z Tratamento: ATENDIMENTO INICIAL (preparo 
profissional e estrutural; atendimento inicial ao trauma 
Golden Hour).
OBS: EVITAR MORTES EVITÁVEIS
TERCEIRO PICO: MORTE TARDIA
 z Lesões:
 | Complicações;
 | Sepse;
 | DMOs.
 z Mecanismo:
 | Lesões graves que recebem tratamento inicial bom;
 | Complicações esperadas do tratamento.
 z Tratamento: CUIDADOS HOSPITALARES (UTI; 
reabilitação; fisioterapia; antibiótico).
Fernanda Amador Rodrigues - fernandaamadorrodrigues@gmail.com - 52483640869
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EXTENSIVO MEDCOF | TrauMa: INTrODuçãO aO TrauMa E aTENDIMENTO INICIal
PADRONIZAÇÃO DO ATENDIMENTO E DAS EQUIPES.
TRATAMENTO DOS ACHADOS → PRIORIZANDO O QUE 
MATA MAIS RÁPIDO.
ATENDIMENTO INICIAL AO 
POLITRAUMATIZADO
PRÉ-HOSPITALAR:
 z Preparação e planejamento;
 z Segurança da cena.
 z Foco → parar sangramento + garantir via 
aérea segura;
 z Transporte rápido e com segurança;
 z Comunicação entre equipes (ajuda a preparar a 
equipe hospitalar para receber o paciente vítima 
de trauma);
 z Chegada ao hospital: passar informações objetivas → 
mnemônico MIST.
MIST
• M - Mecanismo
• I - Injúrias
• S - Sinais vitais
• T-Tratamento
M - Atropelado
I - Trauma de tórax
S - PA, FC, SpO2
T - IOT, AVP, 11 RL
Figura 3: Mnemônico MIST - atendimento ao politraumatizado.
HOSPITALAR:
 z Sala e equipe preparadas;
 z Avaliação e tratamento simultâneos;
 z Monitorização;
 z ABCDE;
 z Reavaliação constante;
 z Programar a transferência se necessário.
Controle do sangramento exsanguinante:
 z Avaliar por inspeção - sangramentos externos 
exsanguinantes ativos:
 | 10 = Compressão extrinseca e curativo oclusivo;
 | 20 = Torniquete.
Via aérea e coluna cervical:
 z Via aérea pérvia + colar:
 | Conversar com o doente;
 | Oferecer O² 15L/min com máscara não 
reinalante (Todo paciente vítima de trauma deve 
receber oxigênio);
 | Aplicar colar cervical e headblock.
 z Prancha rígida para o transporte;
 z Via aérea não pérvia:
 | TCE, Trauma de face, trauma cervical, hipóxia 
por choque etc;
 | Garantir via aérea segura.
Respiração e ventilação:
 z Avaliar pulmões, caixa torácica e diafragma;
 z Garantir boa oxigenação para os tecidos;
 z Exame físico direcionado;
 z Avaliar sinais vitais;
 z Identificar problemas que podem causar insuficiência 
respiratória: pneumotórax hipertensivo? Hemotórax? 
Obstrução de via aérea não identificada no A? 
Rebaixamento do nível de consciência?;
 z Tratar imediatamente: suporte clínico e ventilatório, 
drenagem de tórax se necessário.
Circulação e controle de sangramento:
 z Identificação de choque → Parar sangramento e 
repor perdas;
 z Realizar exame físico direcionado e checar sinais vitais;
 z 02 acessos venosos periféricos calibrosos – de 
preferência na fossa antecubital;
 z Coleta de sangue + tipagem sanguínea;
 z 1L de ringer lactato aquecido (39º) para todos. → 
avaliar transfusão sanguínea e transamin.
Fernanda Amador Rodrigues - fernandaamadorrodrigues@gmail.com - 52483640869
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Neurológico:
 z Avaliação neurológica direcionada:
 | Escala de coma de Glasgow;
 | Déficits neurológicos;
 | Reatividade pupilar;
 z Diagnóstico diferencial: uso de drogas e etilismo, 
hipoglicemia, doenças de base;
 z Se suspeita de lesão neurológica:
 | TC crânio + transferência para avaliação 
do neurocirurgião;
 | Prevenir lesão secundária – hipóxia e hipovolemia.
 z Verificar Figura 4 
Exposição e controle do ambiente:
 z Despir o doente: retirar os acessórios;
 z Movimentação em bloco;
 z Controle da temperatura do ambiente: hipotermia 
pode agravar o quadro.
RESUMÃO:
1º - Encontrei um problema = tratei de imediato:
 z Ex: garantir via aérea, drenar o tórax, realizar cirurgia, 
transferir para o neurocirurgião;
 z Reavaliar a cada medida tomada: esse protocolo é 
dinâmico, pode existir a necessidade de voltar para 
uma das etapas se o paciente apresentar piora 
naquele aspecto.
2º – Completou a avaliação primária – paciente estável:
 z Transferência para tratamento definitivo;
 z Avaliação secundária: exame físico completo, pedir 
exames, tratamento definitivo.
CUIDADO DEFINITIVO:
 z Avaliação primária acabou e paciente está estável;
 z Avaliação secundária e transferência;
 | Diagnosticar lesões despercebidas;
 | Evitar erros e esquecimentos;
 | Fazer uma revisão do caso.
AMPLA
 z Alergias
 z Medicamentos
 z Passado e prenhez
 z Líquidos e alimentos
 z Ambiente
Figura 4: Escala de coma de Glasgow.
CIrurGIa | EXTENSIVO MEDCOF
Fernanda Amador Rodrigues - fernandaamadorrodrigues@gmail.com - 52483640869

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