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Ao analisar as condições do bairro "Vila Esperança Verde" em uma área urbana em rápido crescimento na periferia, verifica-se a falta de infraestrutura básica. Problemas como falta de saneamento básico, abastecimento de água e gestão de resíduos sólidos fazem parte do cotidiano da população e correspondem a desafios ambientais contemporâneos.  A proposta de palestras para sensibilizar a população é uma ferramenta importante dentro da Educação Ambiental, para comoção e engajamento transformando informações em mudança de comportamento. 
A população do bairro Vila Esperança Verde é composta por trabalhadores de baixa renda. O crescimento acelerado do bairro, não acompanha a infraestrutura necessária. Problemas relacionados a qualidade da água, do solo, verminoses, lançamento de dejetos a céu aberto, fazem parte do cotidiano da comunidade. A situação é crítica, pois além de ações públicas a comunidade também precisa ser consciente e fazer a sua parte para melhoria do ambiente e qualidade de vida.  
A Educação Ambiental (EA) e a Sustentabilidade são conceitos importantes atrelados a essa comunidade. A EA é um processo que vai além da sensibilização, buscando a compreensão das causas socioeconômicas e políticas dos problemas ambientais. A solução no bairro não é só "limpar", mas entender e lutar pela superação da desigualdade social que levou à falta de infraestrutura básica (saneamento, água). Já a Sustentabilidade pode ser compreendida como a busca pelo equilíbrio entre o ambientalmente correto, o socialmente justo e o economicamente viável, atendendo às necessidades do presente sem comprometer as futuras. O caso é uma falha na sustentabilidade urbana, e a EA deve capacitar os moradores a construir um futuro mais equitativo e seguro. 
Além de palestras com a comunidade visando introduzir temas relacionados a temática ambiental e sensibilização é necessário implementar ações práticas. Sugerimos essas ações com a comunidade:
· Programa Comunitário de Compostagem e Reciclagem: implementar um projeto-piloto de separação de resíduos (orgânicos e secos) com oficinas de compostagem para gerar adubo e de artesanato/reuso. 
·  Mutirão de Drenagem e Limpeza: organizar a comunidade para limpeza de córregos e canais de escoamento (se houver), evitando alagamentos e focos de doenças. 
·  Comissão de Acompanhamento do Saneamento: criar um grupo na Associação de Moradores para monitorar a situação, protocolar pedidos nas prefeituras e buscar parcerias com ONGs/universidades para soluções técnicas. 
A Educação Ambiental (EA) não é só técnica, mas crucial para mudar atitudes e hábitos (como a gestão de resíduos e o uso consciente da água), capacitando a população para participar da busca por soluções e cobrar melhorias na infraestrutura. 
Referências 
OLIVEIRA, Gustavo. Educação Ambiental. Florianópolis: Arqué, 2024.
No parágrafo referente à autoavaliação, o estudante deverá escrever a sua percepção sobre o processo de aprendizagem. Aqui, tudo o que o estudante escrever deverá ser considerado correto.

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