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Brazilian Journal of Development 
ISSN: 2525-8761 
104763 
 
 
Brazilian Journal of Development, Curitiba, v.7, n.11, p. 104763-104770 nov. 2021 
 
A utilização da polifarmácia entre idosos e seus riscos 
 
The use of polypharmacy among the elderly and their risks 
 
DOI:10.34117/bjdv7n11-209 
 
Recebimento dos originais: 12/10/2021 
Aceitação para publicação: 13/11/2021 
 
Lillian Maria Zuza de Oliveira 
Graduanda em Farmácia 
Faculdade de Palmas – FAPAL 
402 Sul- Conjunto 2 - Lote 7 e 8, Palmas - TO, 77016-524 
E-mail: lillianzzuza@gmail.com 
 
Rafaela Rocha Pinto 
Engenheira de alimentos e orientadora 
Faculdade de Palmas – FAPAL 
402 Sul- Conjunto 2 - Lote 7 e 8, Palmas - TO, 77016-524 
E-mail: rafaela.pinto5@docente.suafaculdade.com.br 
 
 
RESUMO 
A polifarmácia é bastante praticada entre a população idosa, consiste na utilização de três 
a cinco medicamentos diferentes simultaneamente, o que pode ser prejudicial à saúde 
podendo causar reações adversas e interações medicamentosas. O uso de fármacos, de 
uma maneira ampla, pode prejudicar o paciente clinicamente, ainda mais se tratando de 
idosos, que já podem ter diversas funções comprometidas, como a função renal, que 
interfere diretamente no metabolismo dos fármacos. Este estudo objetiva descrever sobre 
a prática da polifarmácia entre os idosos, destacando os riscos causados pela mesma, bem 
como alertar sobre o uso indiscriminado de medicamentos, ressaltando os riscos dessa 
prática e descrever os principais motivos que levam à realização da mesma, orientando 
sobre as consequências acarretadas pelo uso indiscriminado de medicamentos. Para a 
realização do mesmo, utilizou-se de pesquisas de artigos científicos em bancos de dados 
confiáveis, como Scielo, Lilacs e Google Acadêmico, utilizando os descritores 
polifarmácia, saúde do idoso, doenças crônicas, idosos e polimorbidades. Com a 
realização desta revisão de literatura, pode-se concluir que a prática da polifarmácia traz 
riscos à saúde dos idosos, e a orientação sobre esses riscos causados muitas vezes pela 
automedicação se faz necessária, para que a saúde do paciente seja conservada. 
 
Palavras-chave: Idosos, Polifarmácia e Doenças crônicas. 
 
ABSTRACT 
Polypharmacy is widely practiced among the elderly population, consisting in the use of 
three to five different medications simultaneously, which can be harmful to health and 
can cause adverse reactions and drug interactions. The use of drugs, in a broad way, can 
harm the patient clinically, even more in the case of the elderly, who may already have 
several compromised functions, such as the renal function, which directly interferes with 
the metabolism of drugs. This study aims to describe the practice of polypharmacy among 
the elderly, highlighting the risks caused by it, as well as warning about the indiscriminate 
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use of drugs, highlighting the risks of this practice and describing the main reasons that 
lead to it, advising on the consequences caused by the indiscriminate use of medicines. 
To carry out the same, we used research of scientific articles in reliable databases, such 
as Scielo, Lilacs and Academic Google, using the descriptors polypharmacy, elderly 
health, chronic diseases, elderly and polymorbidities. With the completion of this 
literature review, it can be concluded that the practice of polypharmacy poses risks to the 
health of the elderly, and guidance on these risks often caused by self-medication is 
necessary, so that the patient's health is preserved. 
 
Keywords: Seniors, Polypharmacy, Chronic diseases. 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
Com o envelhecimento do corpo humano alterações no organismo ocorrem, 
favorecendo o surgimento de doenças crônicas e resultando na utilização de mais de um 
medicamento ao mesmo tempo pelos idosos. Estima-se que os números de medicamentos 
utilizados concomitantemente, para esse público, variam de dois a cinco para diferentes 
patologias (MEDEIROS, et al., 2011). 
O uso de fármacos, de uma maneira ampla, pode prejudicar o paciente 
clinicamente, ainda mais se tratando de idosos, que já podem ter diversas funções 
comprometidas, como por exemplo, a função renal. O fato de idosos poderem fazer a 
utilização de medicamentos sem prescrição e ainda os que são utilizados por indicação 
médica, prejudicam ainda mais o organismo (SECOLI, 2010). 
A função renal é de extrema importância quando se trata de fármacos, uma vez 
que a maioria destes passam pelo metabolismo hepático, e justamente as doenças crônicas 
podem comprometer a função dos rins assim como a utilização de alguns fármacos pode 
prejudicar ainda mais esse órgão. Sabe-se que as funções farmacocinéticas e 
farmacodinâmicas são alteradas em idosos, e com a função renal comprometida, as 
alterações podem ser ainda mais perceptíveis (DE MELLO et al, 2021; DE CARVALHO 
LEITOLES et al, 2021). 
A polifarmácia é caracterizada pelo uso de cinco ou mais medicamentos de forma 
conjunta, e são múltiplos os fatores que contribuem para essa prática. Como consequência 
dessa prática o idoso está sujeito a ter problemas como intoxicação, erros de medicação 
e um possível aumento na taxa de mortalidade (SECOLI, 2010). 
Um fator que contribui diretamente para a prática da polifarmácia, é o atendimento 
de um mesmo paciente por profissionais diferentes, principalmente se tratando de idosos, 
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que muitas vezes tem dificuldade de destacar quais medicamentos está utilizando no 
momento (CORREIA et al, 2020). 
Uma das consequências da polifarmácia é a interação medicamentosa, que 
consiste na alteração de uma resposta biológica proporcionado por outro medicamento 
utilizado de forma concomitante, ou por alguma substância, como por exemplo um 
determinado alimento. Essa alteração pode beneficiar ou prejudicar o paciente (PRADO 
et al, 2016). 
A população geriátrica costuma utilizar medicamentos indicados por mais de um 
prescritor e costuma não relatar os medicamentos já utilizados. Parte da população idosa 
consome mais de dez substâncias diferentes, o que aumenta os riscos de intoxicação e 
traz a possibilidade de ineficácia de tratamentos (CARVALHO et al, 2012). 
Este estudo objetiva descrever sobre a prática da polifarmácia entre os idosos, 
destacando os riscos causados pela mesma, bem como alertar sobre o uso indiscriminado 
de medicamentos, ressaltando os riscos dessa prática e descrever os principais motivos 
que levam à realização da mesma, orientando sobre as consequências acarretadas pelo 
uso indiscriminado de medicamentos. 
 
2 MÉTODOS 
O presente trabalho trata-se de uma revisão de literatura simples, com os 
resultados sendo relatados de maneira descritiva, sobre a prática da polifarmácia entre a 
população idosa, destacando suas causas e principais riscos, como interações 
medicamentosas e reações adversas à medicamentos. 
Para a realização deste, foram realizadas pesquisas em artigos científicos em 
bancos de dados confiáveis, como Scielo, Lilacs e Google Acadêmico. 
Foram incluídos artigos que tiveram sua publicação ao longo dos últimos 20 anos, 
mas prevaleceu na revisão bibliográfica artigos entre os anos de 2016 à 2021. Para a 
realização das buscas foram utilizados descritores como “polifarmácia”, “doenças 
crônicas”, “polimorbidades”, “saúde do idoso” e “idoso”. 
 
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
O uso inadequado de medicamentos e interações medicamentosas são 
consequências da polimorbidade comum aos idosos. O uso racional de medicamentos 
pode ser auxiliado por profissional especializado e pode diminuir as consequências 
indesejadas da polifarmácia (RAMOS et al, 2016). 
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A população idosa vem aumentando em todos os países ao longo dos anos, em 
virtude da evolução dos tratamentos disponíveis atualmente. No Brasil a população idosa 
tem aumentado e estima-se que, com o passar dos anos, o número de idosos ultrapassará 
o número de crianças e adolescentes, fazendo com que a prática da polifarmácia se torne 
cada vez mais comum, devido as morbidades que chegam junto com o envelhecimento. 
Para que isso ocorra de forma segura e eficaz, os profissionais de saúde devem estar 
preparados para que essa prática não cause ainda mais prejuízos à saúde do idoso 
(MARQUES et al, 2019; PIO et al, 2021). 
As principais doenças crônicas que ocorrem na população idosa envolvem os 
problemas cardiovasculares, diabetes tipo 1 e 2, depressão e problemas renais. Práticas 
não saudáveis ao longo da vida como a má alimentação e sedentarismo contribuem para 
o surgimento das doenças, que geralmente ocorrem ao mesmo tempo, fazendo com que 
ocorra a prática da polifarmácia, pois para cada patologia é utilizado um medicamento de 
classe diferente (PEREIRA et al, 2017; RIBEIRO et al, 2019). 
Dentre os fármacos mais utilizados para o tratamento dessas doenças crônicas, 
estão os anti-hipertesivos como hidroclorotiazida, furosemida e clortalidona, são 
exemplos para o tratamento da diabetes a metformina, glibenclamida, glicazida e miglitol, 
além de estatina e insulina. No tratamento da depressão, destacam-se os antidepressivos 
e estabilizadores de humor como o lítio. É bastante comum na automedicação a utilização 
de antiinflamatórios não esteroidais e omeprazol por exemplo, e vale destacar que esses 
medicamentos assim como os anti-hipertensivos já citados, e os antidepressivos 
favorecem a nefrotoxicidade (MELLO et al, 2021). 
Estima-se que 80% da população idosa, são acometidos com doenças crônicas, 
sendo que 37% chegam a sofrer com pelo menos três doenças diferentes (MUNIZ et al, 
2017). Esse é sem dúvidas o maior motivo que leva a utilização de múltiplos 
medicamentos por idosos, seguido pelo uso irracional e sem orientação de um 
profissional, através da automedicação com medicamentos isentos de prescrição (MIPs), 
para o tratamento de sintomas já conhecidos e considerados comuns pela população 
(OLIVEIRA et al, 2018). 
A automedicação ocorre quando o paciente toma as próprias conclusões e decisões 
quanto ao medicamento que irá utilizar, o que é um risco, pois todos os medicamentos 
podem ser prejudiciais ao organismo se utilizados de forma inadequada, além de poder 
causar dependência, se tornarem resistentes à microrganismos e causar hemorragias por 
exemplo (GUSMÃO et al, 2018). 
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A facilidade do acesso aos medicamentos, a estocagem dos mesmos e a pouca 
adesão a tratamentos não farmacológicos contribuem para o alto índice de consumos à 
medicamentos. A prescrição errônea e desnecessária é um outro fator que contribui para 
o problema, uma vez que muitas vezes são prescritos apenas baseados em sintomas, sem 
exames que comprovem a patologia a ser tratada. Essa prática em pacientes idosos, ou 
seja, acima de 60 anos, se torna um risco elevado (SILVEIRA et al, 2014). 
Os idosos consumem mais medicamentos do que o restante da população, uma 
média de cinco fármacos diferentes diariamente, o que pode afetar a função renal desses 
pacientes, uma vez que a maior parte dos medicamentos tem sua metabolização no fígado 
e com o envelhecimento a farmacocinética e a farmacodinâmica dos fármacos sofrem 
alterações (PEREIRA et al, 2017). Nota-se que idosos que sofrem com obesidade são 
ainda mais susceptíveis ao uso da polifarmácia (SILVEIRA, et al, 2014). 
Ao mesmo tempo que um medicamento pode trazer benefícios à um paciente, 
pode também prejudicar sua saúde através das reações adversas, muitas vezes 
ocasionadas por interações medicamentosas (DA SILVA, et al 2021). A 
farmacovigilância e o estudo sistemático sobre as Reações Adversas a Medicamentos 
(RAM) tem por objetivo a detecção e prevenção dos riscos de efeitos adversos que podem 
ser causados por determinado fármaco (PFAFFENBACH et al, 2002; CHAVES et al, 
2020). 
As interações medicamentosas ocorrem quando se faz a utilização de mais de um 
medicamento ao mesmo tempo, sendo que um princípio ativo pode interagir com outro, 
causando assim efeitos não desejáveis ao paciente. Sabendo que a polifarmácia contribui 
diretamente para esse tipo de ocorrência, os profissionais de saúde devem fazer o 
acompanhamento do paciente de forma rígida para que essas interferências não causem 
problemas ao mesmo (DE SÁ GODOI et al, 2021). 
Com a assistência farmacêutica, essa prática pode ser reduzida, através de 
orientações quanto aos riscos que a utilização de múltiplos medicamentos pode causar, 
orientações sobre interações medicamentosas e reações adversas, reduzindo assim os 
danos à saúde dos idosos. 
 
4 CONCLUSÃO 
A polifarmácia é uma prática frequente entre a população idosa, que tem 
aumentado ao longo dos anos. Tal prática é prejudicial à saúde, uma vez que pode causar 
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interações medicamentosas e muitos fármacos prejudicam funções no organismo, 
principalmente a função hepática. 
Uma das principais razões para a utilização da polifarmácia entre os idosos, é o 
surgimento das doenças crônicas, tendo como destaque as doenças cardiovasculares, 
diabetes tipo 1 e 2 e depressão, sendo que em muitos pacientes elas ocorrem de forma 
simultânea. A automedicação intensifica os riscos da polifarmácia. 
A orientação dos profissionais da saúde, destacando-se a assistência farmacêutica, 
pode contribuir para uma redução dessa prática e consequentemente a redução dos danos 
causados pela mesma. 
 
 
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