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Templo Iniciático de Lúcifer 
Libertando Consciências 
Espiritualidade, Ciência e Arte 
 
Toda esta Obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons 
 
Loja BAPHOMET 
 
Monografia 03 
 
Este material faz parte do Curso de Introdução ao 
Luciferianismo do Templo Iniciático de Lúcifer 
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O Mandato de Lúcifer 
Existe uma antiga parábola que conta que uma vez, a muito e muito tempo, as pessoas 
amavam a Verdade por sua beleza e sinceridade e desprezavam a Mentira pela sua feiura e 
falsidade. Nessa época, um dia, a Verdade resolveu banhar-se num riacho, deixando suas lindas 
roupas sobre as pedras próximas. Ela precisava dessas roupas, pois mesmo nessa época longínqua, 
os homens não conseguiam contemplar, como se diz ainda hoje, “a verdade nua e crua”. Nessa 
mesma ocasião, a Mentira caminhava por uma pequena trilha que passava perto do riacho onde a 
Verdade se banhava. Após banhar-se no riacho a Verdade adormeceu as suas margens. Então 
vendo as vestes da Verdade sobre as pedras, a Mentira, aproveitando-se de sua distração, roubou 
suas roupas e trocou os farrapos com que se vestia, pelas belíssimas roupas da Verdade. Dirigiu-se 
então a Mentira à cidade, onde lindamente transvestida como verdade foi imediatamente recebida 
e aceita por todos. 
Quando acordou, a Verdade viu que havia perdido suas belas roupas, procurou por elas por 
todos os lados, encontrando apenas, aqui e ali, os farrapos negros e sujos que eram vestidos pela 
Mentira. Não tendo outra opção, vestiu-se com aqueles trapos. 
Ao dirigir-se à cidade, viu de longe a Mentira com as lindas vestes que lhe pertenciam e 
tentou dizer para todos que ela era a Verdade e que a Mentira se apossara de suas roupas, mas a 
maioria das pessoas, vendo-a rasgada, vestida apenas com trapos, não lhe deram ouvidos, pois 
estavam encantados com a beleza da Mentira. Enxotaram então a Verdade, banindo-a para o ermo, 
para os lugares distantes onde ela passou a ocultar-se das agressões imerecidas. 
Entretanto, alguns poucos buscadores começaram a observar as incoerências dos 
ensinamentos e do comportamento da Mentira, agora aceita pela maioria como verdade. Quando 
estes buscadores começaram a falar com os outros o que haviam notado, assim como a Verdade, 
também foram marginalizados, perseguidos e torturados pelos adoradores da Mentira. Mas, 
independentemente disso, alguns deles não abriram mão de suas convicções. 
Esses poucos duvidaram, questionaram, procuraram, pesquisaram e abandonaram aquela 
falsa verdade aceita pela maioria. Então eles partiram procurando a Verdade. Em sua busca 
dirigiram-se ao ermo, às montanhas e às grutas, foram a lugares inacessíveis e finalmente 
encontraram a Verdade sozinha e isolada e depois de tantos maus tratos e agressões, fugidia e 
amedrontada. Por isso tiveram que correr atrás dela, em meio ao cardo e ao cascalho, seguiram 
seus rastros no calor dos desertos ou nos campos gelados, nas grutas e nos eremitérios, mas cada 
vez tornava-se mais difícil encontrar a pista da Verdade. 
Porém aqueles que não desistiram e souberam distinguir a Verdade da Mentira, encontram a 
Verdade e tornaram-se seus companheiros e amigos, mesmo tendo que viver ao longe, no deserto, 
ou solitários em meio às multidões dos amantes da Mentira. 
Eles aprenderam a calar e dissimular suas convicções. Aprenderam a conviver com a 
Mentira e a ocultar a Verdade que conheciam e amavam daqueles que a perseguiam. 
 
 
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Nossa parábola chegou ao fim, mas cabe colocar que a Mentira transvestida de verdade 
chama-se atualmente senso comum, opinião pública, opinião da maioria, etc. enquanto a Verdade 
com os véus da mentira passou a ser chamada de mito, lenda, alegoria e metáfora. 
Assim como as metáforas e alegorias, os mitos não são mentiras, mas uma forma de ensinar 
através do véu das lendas e do folclore, que faz parte da Linguagem Crepuscular, utilizada pelos 
Adeptos Iniciados. Para entender tal linguagem os buscadores da Verdade devem ser capazes de 
separá-la dos véus andrajosos da mentira que a encobrem. 
Bem, dito isto, peço aos alunos, que meditem sobre a parábola acima, em relação ao texto a 
seguir e a tudo o que aprenderem nessa Escola de Sabedoria. Assim sendo, sigamos adiante, e 
fiquemos atentos ao mito que exporei a seguir: 
Segundo a Doutrina Secreta de Lúcifer, que estamos estudando, no início dos tempos, do 
centro da circunferência ilimitada do multiverso, o universo múltiplo em que habitamos, partiu 
daquele Olho Sereno, o poderoso pulsar de onde emanam as “Ondas de Vida”, síntese energética 
daquilo que chamamos simplesmente de O ETERNO, emergiu a primeira manifestação de vida 
na forma de LUZ. 
Mesmo no “Livro das Mentiras” (a Bíblia), cujas únicas coisas corretas nele contidas foram 
roubadas das cosmogonias dos outros povos, principalmente dos babilônios e egípcios, a Luz, foi 
a primeira coisa a surgir nas Trevas do Abismo. Mas ao que, ou a quem se referia esse termo, essa 
palavra, Luz? 
Segundo a Tradição Draconiana; o deus chamado pelos gregos de Phosphorus e pelos 
romanos de Lúcifer, é essa Luz primordial. Ele é o primeiro dos Mais Antigos, o Irmão Mais 
Velho de todos os Antigos Deuses Ancestrais. Ele foi o primeiro a emergir radiante, glorioso e 
resplandecente das Trevas do Abismo no início da criação. Ele é o ADAMA dos antigos 
Babilônios, o Adam Kadmon ou Ad Am Kad Mon, “O Primeiro Filho do Único” dos antigos 
Cabalistas. Pois foi por intermédio dele que foram criadas todas as hierarquias divinas, angélicas, 
demoníacas, humanas e elementais. Por isso ele é considerado o Regente dos Coros Celestiais, 
chefe de todas as hierarquias, inclusive do Elohin (deus menor), líder de um grupo de elementais, 
conhecido pela humanidade como Jeová. 
Ele, Lúcifer, O Radiante Filho da Alva, habitava a Cadeia das Sombras, a dimensão mais 
elevada, mais próxima do Eterno, liderando diretamente os demais habitantes dessa dimensão, os 
Suryas, os Deuses da Luz. 
Como veremos mais adiante, em futuras explorações, o Elohin Jeová, foi criado pelas 
hierarquias superiores com a missão de auxiliar na construção do Mundo da Forma e do Corpo 
Físico utilizado pelo ser humano e assim como seus irmãos Marduk, Zeus, Júpiter Alah, e outros 
Líderes dos Elementais, era um Baphomet, ou seja, um “Batizado Pela Sabedoria” (Baphometis = 
Batismo da Sabedoria em grego). Entretanto Jeová se desconectou das hierarquias superiores e 
“perdeu” a Estrela de Cinco Pontas que, como todos os Baphomets, ostentava em sua testa. 
 
 
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Em função disso, ele passou a trabalhar contra o processo de evolução, tornando-se a partir 
daí um Satã. 
Jeová o deus do antigo testamento, não é Deus. Se lermos o próprio Livro das Mentiras (A 
Bíblia) veremos que as ações deste monstro chamado Jeová são algo próximo à imagem que 
fazemos hoje do Diabo. Jeová-Satã é um ser imoral, tirânico, sanguinário, intolerante, sádico, 
vingativo, hipócrita, contraditório e injusto, que fez uma aliança com os antigos Hebreus ha cerca 
de seis mil anos atrás. Ele sim, Jeová é o verdadeiro diabo. Ele é o Demônio mais maligno que o 
mundo já conheceu. 
Sim Jeová é o Diabo, essa é uma verdade que tanto judeus como cristãos desconhecem. Ele 
é o ser que controla esse Cosmos Infernal em que fomos aprisionados e por isso que o próprio 
Joãoafirmou; “... o Mundo jaz no Maligno” (1 João 5:19), nas mãos do maligno Jeová-Satã, é por 
isso que o mundo está no estado em que está. O próprio Livro das Mentiras (a Bíblia) afirma sobre 
natureza maligna e diabólica de Jeová: 
1) No relato bíblico do êxodo de Israel, lemos que Jeová-Satã, a princípio, parecia querer 
unicamente a libertação do povo judeu do jugo egípcio, algo justo e nobre, o que revela-se 
depois, em verdade, falso quando ele diz que “endureceria o coração de faraó” para que não 
os libertasse, a fim de destruir o Egito: “Eu, porém, endurecerei o coração de Faraó e 
multiplicarei na terra do Egito os meus sinais e as minhas maravilhas.” (Êxodo 7:3); 
2) No livro de Juízes (9:23), “Deus suscitou um espírito mau entre Abimeleque e os 
cidadãos de Siquém; e estes procederam aleivosamente para com Abimeleque”; 
3) Em 1 Samuel 16:14, lemos: “Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o 
atormentava um espírito maligno da parte do Senhor”; 
4) Em Isaías 45:7, Jeová-Satã afirma: “Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio 
o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas”; 
5) Em Jeremias 18:11 está escrito: “Ora pois, fala agora aos homens de Judá, e aos 
moradores de Jerusalém, dizendo: Assim diz o senhor: Eis que estou forjando mal contra 
vós, e projeto um plano contra vós; convertei-vos pois agora cada um do seu mau caminho, 
e emendai os vossos caminhos e as vossas ações”; 
6) Em Josué 7:24-26, está registrada a morte de todos os inocentes filhos de Acã, além de 
todos os seus animais, que foram apedrejados e queimados, por causa de sua desobediência 
(“pecado”), numa descarada contradição com a palavra do mesmo deus “imutável” de que 
“cada um morrerá pela sua própria iniquidade” (Jeremias 31:29) e “A alma que pecar, essa 
morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A 
justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele” (Ezequiel 18:20), 
noutra claríssima demonstração de injustiça divina. Além do que, os dois textos citados, de 
Jeremias e Ezequiel, revelam a incoerência existente na doutrina do “pecado original”, onde 
o erro de um, Adão, teria feito com que todos “pecassem” e fossem, por isso, punidos e 
destinados ao sofrimento no inferno. 
 
 
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7) Em Levítico 20:10, o mesmo deus que não faz acepção de pessoas, diz: “O homem que 
adulterar com a mulher de outro, sim, aquele que adulterar com a mulher do seu próximo, 
certamente será morto, tanto o adúltero, como a adúltera”. No entanto, Davi adulterou com 
Bate-Seba, e, como agravante, premeditadamente ainda mandou que seu marido fosse 
colocado na frente de batalha para que fosse morto, de maneira a se livrar dele para poder 
ficar com ela. Porém, apesar do mandamento, nenhuma punição ele ou ela sofreram por isso, 
tendo a “justiça divina” recaído sobre a inocente criança nascida da relação pecaminosa. 
8) 2 Reis 2:23,24: “Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos 
saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se 
ele para trás, os viu, e os amaldiçoou no nome do SENHOR; então duas ursas saíram do 
bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.” Nesse episódio, Eliseu se sente 
grandemente ofendido por ter sido chamado de careca por algumas crianças e amaldiçoa-as 
“em nome do Senhor” e, “justificadamente”, dada à gravidade do ocorrido pois foi 
“terrivelmente humilhado”, duas ursas saem do bosque e despedaçam 42 daquelas crianças. 
9) Em 2 Samuel 24:1: “A ira do Senhor tornou a acender-se contra Israel, e o Senhor 
incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel e a Judá.”. Apesar de, como visto 
acima, ter sido ele mesmo, Jeová, quem mandou Davi levantar o senso, este resolve castigar 
todo o povo por isso, como se Davi tivesse feito algo errado: “Mandou, pois, o Senhor a 
peste a Israel; e caíram de Israel setenta mil homens.” (1 Crônicas 21:14). Percebe-se 
claramente que ele mesmo, deus, provoca uma determinada situação para depois poder usar 
como desculpa para punir. 
No entanto, apesar de em 2 Samuel 24:1 diz que o Senhor (Jeová) levou Davi a fazer o 
recenseamento do povo de Israel, mas 1 Crônicas 21:1 diz que foi Satanás, que incitou o homem a 
fazer tal recenseamento. 
O próprio Jesus, se referindo aos judeus, seguidores de Jeová-Satã, declara; "Vós sois filhos 
do Diabo, e tendes vontade de cumprir os desejos de vosso pai. Ele era homicida desde o 
princípio e não permaneceu na verdade, porque não há nele verdade. Quando ele diz uma 
mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e o pai da mentira." (João 8:44). Estas e 
outras passagens do próprio Livro das Mentiras, demonstram isso. 
No entanto o “Pai”, o Deus do próprio Jesus, o “Senhor Deus” dos cristãos, não passa de 
uma versão atualizada de Jeová-Satã. Sim ele é o “Pai” das Mentiras, que veio para roubar, matar 
e destruir. 
Foi Jeová-Satã, que junto com outros Elohins que desencaminhou, passou a dominar, 
escravizar e vampirizar a humanidade. Isso obrigou alguns seres da mais alta hierarquia, Os 
Deuses da Luz, Os Mais Antigos, os Suryas, a realizarem o sacrifício supremo. Liderados por 
Lúcifer eles se precipitaram e desceram das “Alturas”, das dimensões superiores, para virem em 
socorro da humanidade, nos dotando de consciência e inteligência, e assim permitindo que nos 
libertemos do domínio dos deuses escravagistas, os Elohins. 
 
 
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Evidentemente esse é um mito Luciferiano e não deve ser entendido literalmente, mas deve 
ser objeto de profunda meditação. Bem, independente da lenda e do mito, é um fato que a história 
da humanidade pode ser resumida em uma luta constante entre a inteligência e a superstição, a 
liberdade e a escravidão, a prosperidade e a miséria, a luz da inteligência e as sombras do 
obscurantismo. A história da humanidade é uma história pejada de lutas entre esses dois 
princípios, o princípio Quente, Luminoso e o princípio Frio, Sombrio. Um conflito que segundo 
nossa tradição, caracteriza o embate entre Lúcifer e seu irmão menor, o irado, ciumento e 
vingativo Jeová (o Diabo). 
Aqueles que servem a Jeová-Satã e aos demais deuses escravagistas vivem como um 
rebanho submetendo-se as suas Leis (pecados) e castigos. E ao contrário do que alguns pensam, 
aqueles que se aliam a Lúcifer e aos Deuses Libertadores, também têm suas regras 
comportamentais e devem seguir e obedecer principalmente ao MANDATO DE LÚCIFER. 
Mas então, qual a diferença, entre servir a um ou a outro Deus? Primeiro, que diferente dos 
deuses escravagistas que exigem que você se prostre de joelhos aos seus pés e os sirvam, os 
Deuses que seguem o arquétipo luciferiano não desejam sua subserviência, pelo contrário, os 
Deuses Luminosos querem que você seja altivo e livre. 
Eles não se colocam como donos de seus devotos, mas sim como aliados, orientadores e pais 
verdadeiramente amorosos. Dentre eles destaca-se Lúcifer, O Libertador da Lei (do pecado). 
Diferente de outras divindades distantes e inacessíveis concebidas pelo homem, para nós 
Lúcifer é um ente próximo, quase um membro da família, um amigo poderoso, porém íntimo, um 
grande aliado, sócio nos nossos negócios e empreendimentos pessoais. A Ele podemos recorrer e 
solicitar apoio em nossas necessidades,porém temos que fazer a nossa parte. 
E a nossa parte é trabalhar, levantar mais cedo que nossos concorrentes e trabalhar, persistir, 
insistir e nunca desistir! Isso somado ao apoio da Egrégora Luciferiana nos ajuda a alcançar o 
objetivo a que nos propomos. O Luciferianismo ensina que enriquecer, realizar-se, alcançar o 
sucesso e a glória é a meta de todos os Seres Humanos, e para alcançá-la, Lúcifer, O Mais 
Antigo dos Mais Antigos Deuses Ancestrais, nos deu Consciência e Inteligência. 
No entanto, nem todos aqueles que se dizem Luciferianos o são verdadeiramente, ou seja, 
nem todos que se dizem Luciferianos seguem O MANDATO DE LÚCIFER. 
Uns cumprem à risca O MANDATO DE LÚCIFER, ganham dinheiro e enriquecem, outros 
não, devido a preguiça se acomodam, não botam suas mentes nem seus braços para trabalhar. 
Acham que a vida só é difícil para eles. 
“Ah!”, lamentam-se alguns, “Eu sofri um golpe”, “Fui alvo de armações”, “Fui injustiçado 
pelos meus semelhantes”. Você não é o primeiro nem será o último, afinal a vida é difícil para 
todos. O que está esperando, vai ficar aí sentado, chorando? Ou vai tomar sua vida nas suas 
próprias mãos, se empenhar, redobrar os esforços, lutar e vencer? 
 
 
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De acordo com a Doutrina Luciferiana, aquele que caiu deve levantar-se e lutar com vigor 
dobrado, pois a natureza só ama os fortes, os fracos são naturalmente eliminados. Será que você 
já chegou ao seu limite? Já se empenhou ao máximo? Teus adversários conseguiram afinal te 
superar e derrotar? Se for assim, deite-se e morra, pois já vai tarde. Mas saiba que essa não é a 
postura de um Luciferiano, pois nenhum Luciferiano é um derrotado. Luciferianismo é 
sinônimo de rebeldia, luta e vitória! 
Essa é a DOUTRINA DO FERRO E DO FOGO, mas essa é uma doutrina que se destina a 
poucos, pois a maioria das pessoas vive triste, infeliz, na privação e na miséria, submetida aos 
caprichos alheios. Se aceitas viveres assim, aqui não é o teu lugar, retira-te, vá para o meio do 
rebanho chorar suas lágrimas e implorar ajuda daquele que os pastoreia. 
Caso contrário, se você é um verdadeiro Luciferiano, entenda de uma vez por todas que a 
partir de hoje chegou o momento de você cumprir o trato feito com nosso Deus quando Ele lhe 
deu consciência e inteligência. A partir desse momento, você deve cumprir o seu mandato, O 
Mandato de Lúcifer, que é o de realizar seu destino de tornar-se um Rei, ou uma Rainha na 
Terra, um Deus entre os Homens, a imagem e semelhança de Lúcifer, conquistando tudo aquilo 
que é seu por direito, ou seja, Sabedoria, Riqueza, Poder, Fama, Sucesso e Glória. 
Mas para isso você não pode vacilar, pois Lúcifer, nosso Deus, lhe cobrará o trato feito, ele 
cobrará que você como Luciferiano cumpra o seu destino de enriquecer, prosperar, alcançar 
sabedoria, poder, fama, sucesso e glória. Evoluindo espiritualmente e se Desenvolvendo 
Materialmente. Não esqueça, o homem rico é respeitado por seus semelhantes e amado por 
Lúcifer. 
Portanto, agora vá, cumpra a vontade de Lúcifer, adquira conhecimento, desenvolva sua 
sabedoria, lute, esforce-se, vá ganhar dinheiro, vá enriquecer, torne-se prospero, feliz e realizado 
como um verdadeiro Luciferiano deve ser. Vá e cumpra o Mandato de Lúcifer! 
 
 
Para Meditar 
“É preferível reinar no inferno do que servir no céu!” 
Lúcifer – O Paraíso Perdido de Milton

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