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Cefaleia Síndrome) 1 Cefaleia (Síndrome) https://www.youtube.com/live/2WB1k-ziWKo?si=SxJq3nzcrXGD3251 primárias migrânea tensional trigemino-autonômicas secundárias AVCh TVC HSA neoplasia infecção Cefaleia em trovoada/thunderclap 0 a 10 em segundos “como se fosse uma pancadaˮ HSA por rotura de aneurisma Principal causa de neoplasia intracraniana na criança é primária de SNC desperta pela dor da cefaleia obstrui o líquor gerando edema cerebral noite = diminui retorno venoso hipercapnia = vasodilatação Á https://www.youtube.com/live/2WB1k-ziWKo?si=SxJq3nzcrXGD3251 Cefaleia Síndrome) 2 CEFALEIAS PRIMÁRIAS > MIGRÂNEA mais comum da criança diagnóstico clínico fase prodrômica perversão alimentar: compulsão por doce, salgado irritado sonolento auras: visuais: escotomas cintilantes, perda de campo visual sensitivos formigamento linguagem: afásico força: hemiparético 472h TTO agudo = abortivo circunstancial: quando reconhece desencadeante AINE ou dipirona antes da exposição profilático frequência: 3 crises/mês SEM resposta ao TTO abortivo Cefaleia Síndrome) 3 6 crises/mês COM resposta impacto aura de tronco ou migrânea hemiplégica crise de alta morbidade uso abusivo de analgésico > STATUS MIGRANOSO 72h de dor difícil reversão - precisa ser mais agressivo no TTO NÃO USA OPIÓIDE amplifica o mecanismo da dor antagonistas CGRP vasodilatação de artérias > TENSIONAL cefaleia do “nãoˮ pode ter foto OU fonofobia NÃO PODE TER NÁUSEA! AINE e analgésico simples não precisa de profilaxia CRITÉRIOS DE TENSIONAL Cefaleia Síndrome) 4 > TRIGÊMINO-AUTONÔMICA dor intensa supraorbitária OU temporal fenômenos autonômicos IPSILATERAIS rubor facial edema palpebral rinorreia lacrimejamento Sd. Horner: ptose e miose � CEFALEIA EM SALVAS inquietação ou agitação pode dar o diagnóstico se não houver sinais autonômicos mais comum em HOMEM SEMPRE DO MESMO LADO (side-locked) período de recorrência da dor (diária) e ausência Cefaleia Síndrome) 5 💊 TRATAMENTO AGUDO O2 MNR FiO2 100% 1215L/min 2030 min ou triptano corticoide e anestésico/bloqueio sumatriptano PROFILÁTICO verapamil ou lítio CEFALEIAS SECUNDÁRIAS À HIPERTENSÃO INTRACRANIANA controle da pressão: doutrina de Monro Kellie PIC 515 mmHg HIC 20 mmHg 27 cm H20 QC cefaleia NV paralisia VI NC abducente RNC papiledema: baixa acuidade visual LCR pressão de abertura 27 cm H20 causas por compartimento sg. arterial: HSA, hipertensão arterial sg. venoso: TVC parênquima: neoplasia Cefaleia Síndrome) 6 LCR meningite e pseudotumor (sem causa definida - idiopática) acetazolamida Diamox): inibe a anidrase carbônica - enzima que produz o líquor NEOPLASIA déficit neurológico focal criança: ataxia crises epilépticas - irritação do córtex despertar pela dor edema vasogênico: permeabilidade de BHE aqui pode usar corticoide > ANOTAÇÃO DA AULA > PRINCIPAIS SÍNDROMES DOLOROSAS distribuição craniana primária, secundária, neuropatias cranianas 1º: tosse e exercício físico precisa excluir secundária hípnica ocorre durante o sono gera despertar melhora em até 15min-4h 10 dias/mês por 3 meses NÃO tem disautonomia diferencia com SAHOS acorda com cefaleia facada, estímulo ao frio NÃO EXCLUI POSSIBILIDADE DE ABRIR UMA CEFALEIA SECUNDÁRIA componente autonômico: lacrimejamento, rinorreia, ptose Cefaleia Síndrome) 7 trigeminalgia herpética nervos cranianos com componente sensitivo: trigêmeo, vago, glossofaríngeo > TENSIONAL temporal, pericraniana, têmporo-frontal, cervical bilateral em aperto > MIGRÂNEA piora com exercício físico; foto E fonofobia predomina em mulheres desencadeantes: privação de sono, jejum, período menstrual, alimentos estresse/conflito/ruminação “seráˮ É O ÚNICO QUE CRONIFICA! predisposição início jovem procura pelo PS quando dor ocorre 23/semana (intermitente) medicação NÃO é absorvida VO devido redução da peristalse 2º causa de incapacidade predisposição genética 40 genes associados sistema trigêmino-vascular - via nociceptiva AURA positiva (visual e sensitiva) início da parestesia em extremidades, progride para proximal e rosto depressão alastrante de Leão Cefaleia Síndrome) 8 escotomas negativa hemianopsia crises com duração de 472h TTO 72h repouso sob penumbra dimenidrato 30 mg EV SF 100 ml dimenidrato 50mg IM dipirona 1 g/2ml IV água destilada 8 ml cetoprofeno 100 mg IV SF 100 ml cetoprofeno 100 mg EV sem melhora: sumatriptano 6mg SC 72h dexametasona 10 mg IV LENTO ampola 10 mg/2,5 mL anti-inflamatório clorpromazina 0,10,25mg/kg IM infusão SF causa hipotensão e sinais piramidais usado para cefaleia crônica: interna em enfermaria para cessar abuso de medicação > CLUSTER E OUTRAS TRIGÊMINO-AUTONÔMICA SEMPRE FAZER IMAGEM! cluster/em salvas lancinante órbito-temporal Cefaleia Síndrome) 9 NÃO costuma cursar com náusea ou vômito pode durar até 3 meses e período de remissão oxigênio 100% 1012L/min por 20 min sumatriptano 6 mg SC SUNCT > SECUNDÁRIA início 40 anos IMAGEM > CEFALEIA AGUDA RECORRENTE analgésicos paracetamol 7501000mg até 6/6h dipirona 5001000mg 6/6h AINES ibuprofeno 40800 mg 6/6h diclofenaco 50 mg 8/8h cetoprofeno 50 mg 6/6h naproxeno 500 mg inicial e 250 6/6h > CEFALEIA CRÔNICA 15/mês por 3 meses NÃO progressiva: dor de mesma intensidade migrânea prévia abuso de analgésico, progressiva hipertensão liquórica Cefaleia Síndrome) 10 neoplasia apneia durante o sono: acúmulo de CO2 hipertensão intracraniana idiopática profilaxia: aumenta o limiar da dor amitriptilina, propanolol > CEFALEIA AGUDA EMERGENTE: DOR NOVA OU DIFERENTE DAS ANTERIORES FEBRE infecção sistêmica síndrome gripal, meningite , encefalite (sintoma focal = comprometimento de parênquima), sinusite SINAIS DE ALERTA súbita, pior da vida cluster, HSA, HIP, AVCi, hidrocefalia aguda, TVC tumor SE sangramento