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PORTFÓLIO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA I. IDENTIFICAÇÃO DO GRUPO Curso: PEDAGOGIA Disciplina: Prática Pedagógica: Infância e suas Linguagens Nome do acadêmico: Rebecca Victhória Almeida Silva de Freitas Matrícula: 6829818 II. ATIVIDADES DA PRÁTICA PEDAGÓGICA DO 4° MÓDULO (DESCRIÇÃO) Este portfólio deve conter: · Introdução (do grupo) · Roteiro de Observação · Sequências Didáticas com Produtos educacionais · Texto Reflexivo da Prática Pedagógica · Texto Síntese das observações ou Síntese da Experiência Docente (de cada integrante do grupo) III. INTRODUÇÃO (elaborado pelo grupo) . Essa pesquisa foi fundamentada em estudos, utilizando conteúdos apresentados por alguns autores. Através de leituras se constituiu a proposta do trabalho que permite afirmar que os trabalhos artísticos, se bem aplicados, certamente ajudarão no desenvolvimento e no processo ensino- aprendizagem. Esse projeto tem por objetivo proporcionar aos educandos a melhor forma de aprender a coordenação motora fina para as crianças da educação básica, a, para auxiliar no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças, de forma simples, divertida e prazerosa. Na atividade proposta podemos constatar que os educandos conseguem instigar seu lado artístico . 2-2 A IMPORTÂNCIA DA ARTES NO ENSINO FUNDAMENTAL Em relação à arte na educação, é importante ressaltar a possibilidade de aprendizagem e a importância da arte na educação. Antes de estarem preparados para explicar a importância da arte na educação, os professores devem estar preparados para compreender e explicar o papel da arte nos indivíduos e nas sociedades O papel da arte na educação é amplamente influenciado pela forma como professores e alunos veem o papel da arte fora da escola. Ao enfatizar que o professor de arte deve assumir um forte conceito central em sua aula, vinculado a referências artísticas, e que seu objetivo primordial deve ser o desenvolvimento do campo dos procedimentos estéticos. Para repensarmos e realizarem cursos de Arte na escola, Vincent Lanier (1984) nos lembra que:: Evidentemente, cada aluno em particular – criança ou adulto – terá seus próprios interesses estéticos, ponto a partir do qual pode ser levado para um envolvimento mais amplo.Para um, poderá ser a colcha da vovó, paraoutro, posters de artistas.Devemos explorar esses interesses pessoais.Entretanto, os currículos são normalmente planejados para grupos e não para indivíduos e, portanto, é importante identificar ou prever aquelas artes populares que podem servir como o denominador comum mais abrangente do interesse da juventude.[...] Contudo, mesmo o mais contemporâneo conteúdo de curso não irá garantir o tipo de crescimento que nossa idéia de conceito central forte sugere, se não estiver implementado por procedimentos adequados em sala de aula.Se reduzirmos o currículo de Arte ao bordados, produção de filmes ou vídeo – teipes, desenho ou recriação de espaços urbanos, produção de histórias em quadrinhos, m suma, desenvolvendo todas essas atividades de ateliê, de que os professores gostam muito, mesmo incluindo o folclore, a arte popular e a média, o mais provável é que nossos alunos estarão essencialmente limitados no crescimento que poderíamos provocar neles (1984, p. 6-7) A abrangência do trabalho artístico nas escolas é limitada, mas ainda é possível que essa ação educativa seja bem feita tanto quantitativa quanto qualitativamente. Para tal, o seu professor precisa de encontrar as condições para uma melhoria contínua no conhecimento da arte e da sua história, bem como no conhecimento sobre a organização e desenvolvimento do trabalho de arte-educação nas escolas. Acredita-se que ao trazer esta proposta para a arte em um estágio inicial, contribuiremos para o seu aprimoramento, pois esse tema vem sendo tratado das mais diversas formas, às vezes sem esclarecer adequadamente os objetivos do estudo. Mesmo na nomenclatura pode ser demonstrado As disciplinas, que ainda se mostram imprecisas na maioria das escolas (Educação Artística para Magistério, Didática de Artes Plásticas, Práticas de Educação Artística, Desenho Pedagógico). O alcance do trabalho artístico escolar é limitado, mas ainda é possível que esse tipo de ação educativa seja bem feita tanto quantitativa quanto qualitativamente. Para tal, o seu professor precisa de encontrar as condições para uma melhoria contínua no conhecimento da arte e da sua história, bem como no conhecimento sobre a organização e desenvolvimento do trabalho de educação artística nas escolas. Acredita-se que ao introduzir precocemente essa proposta na arte, contribuiremos para o seu aprimoramento, pois esse tema vem sendo tratado das mais diversas formas, às vezes sem articular adequadamente os objetivos do estudo. Mesmo na nomenclatura pode-se provar Segundo Cáceres (2009), "Todos esses tipos de questionamento são bastante comuns por parte das pessoas que ainda não entenderam o verdadeiro papel da educação inclusiva. Com ideais sucedidos de uma cultura excludente por tanto tempo, grande parte das pessoas ainda têm preconceitos e uma certa resistência a esse modo de educar na diversão’’ Cáceres (2009) É importante ressaltar que todas as pessoas são diferentes umas das outras, que cada pessoa vivencia experiências únicas, interage com seu meio social de maneiras específicas e que cada pessoa possui uma inteligência diferente dependendo do meio em que vive e de um tipo de educação e cultura. É por causa dessa rica diversidade que as pessoas são seres históricos e sociais capazes de usar sua melhor sabedoria, dentro e fora da sala de aula, para mudar o mundo e mudar a sociedade. Atividades como brincar, brincar, pintar, etc. são naturais e comuns ao ser humano, e envolvem atividades que trazem alegria, diversão e prazer a todos que participam da ação, além de contribuir significativamente para o desenvolvimento físico e intelectual , emoções e assuntos sociais. Essas atividades divertidas existem em todas as classes sociais e crianças de todas as idades brincam e se divertem por meio da ludicidade.. MALUF, Ângela Cristina Munhoz. Atividades lúdicas para a educação infantil: conceitos, orientações e práticas. 2 Ed. Petrópolis, RJ: vozes, 2009 KISHIMOTO, Tizuko Morchida (org.). O jogo, o brinquedo, a brincadeira e a educação. 4 Ed. São Paulo: Cortez, 2011. LANIER, Vincent. “Devolvendo a Arte à Arte-Educação” Arte. São Paulo, 3 – 1984. CÁCERES, Marcela. Educação inclusiva: concepções dos professores da rede regular de ensino. 2009. Monografia. Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium. Lins, 2009. IV. ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO . ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO O ambiente da sala de aula é acolhedor, organizado e bem estruturado, com boa iluminação e ventilação. As paredes são decoradas com trabalhos das crianças e materiais pedagógicos coloridos, que estimulam a aprendizagem e a criatividade. Os movimentos são adequados à idade e o espaço permite a livre circulação das crianças. A sala é limpa e agradavelmente aquecida, contribuindo para um ambiente agradável. A atividade principal consistiu na construção da letra inicial do nome com peças de LEGO , estimulando a coordenação motora fina, a reconfirmação das letras e a identidade pessoal. Cada criança teve a oportunidade de manipular os materiais, expressando-se de forma criativa. A professora utilizou uma abordagem lúdica e bem planejada, garantindo que todos compreendessem o objetivo. As crianças participaram ativamente e demonstraram entusiasmo e concentração durante toda a atividade. Durante a observação, percebe-se a valorização de diferentes linguagens da infância — principalmente as linguagens corporal, oral e visual — por meio da manipulação de dois blocos e do diálogo constante. A proposta baseou-se em metodologias ativas, incentivando a aprendizagem através do salto e da experimentação. A escola oferece espaços adequados para atividades recreativas e criativas. A prática da professora está alinhadacom o BNCC (Número de Base Comum em Educação Infantil), de modo que ela desenvolve a linguagem escrita. As crianças demonstram interesse e participação, respondendo positivamente à orientação da professora. Observa-se a atenção e o entusiasmo durante a construção das letras. Não há situações de conflito ou desatenção. Todas conseguirão concluir a atividade com sucesso, demonstrando compreensão do objetivo e praticando a aprendizagem. A professora mantém e controla a turma com tranquilidade, sempre utilizando o diálogo e incentivos. A escola municipal observada apresenta boa estrutura, com salas amplas, pátio, refeitório, banheiros adequados e ambientes limpos e organizados. Possui biblioteca e sala de informática disponível para diversos projetos e atividades. As práticas pedagógicas valorizam o desenvolvimento integral das crianças. Observa-se um ambiente escolar colaborativo e de apoio entre professores e equipe gestora. V. SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 ). SEQUÊNCIA DIDÁTICA 1 ESCOLA EBM PEDRO I Tema Geral: CONSTRUÇÃO DE ALFABETO COM LEGOS Componente Curricular: português Unidade temática: Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação Objeto de conhecimento: Reconhecer as letras Turma: 1 ano A Duração: 5 horas/aula Período: De: 03/11/2025 até: 04/11/2025 OBJETIVOS · Reconhecimento das letras do alfabeto, especialmente do próprio nome. · Desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção visual. · Valorização da identidade pessoal e reafirmação do próprio nome. · O salto estimula a criatividade, a concentração e a socialização. · Linguagem oral e escrita – relação entre letra, som e significado. COMPETÊNCIAS EI03EF01) Utilizar diferentes linguagens (corporal, verbal, visual, plástica, musical e matemática) para expressar-se e interagir com os colegas e adultos. (EI03EO02) Demonstrar curiosidade e interesse em aprender novas palavras, letras e sons. (EI03EF03) Reconhecer seu nome e o dos colegas, associando letras e sons. (EI03ET02) Experimentar e utilizar materiais, ferramentas e tecnologias em suas criações. (EI03CG01) Desenvolver a autonomia e o senso de identidade através de experiência HABILIDADES . Identifique a letra inicial do seu próprio nome e do nome de dois colegas; Construa letras usando blocos de LEGO, promovendo a coordenação motora fina; Nomeie as letras e associe-as a sons e palavras; Descreva oralmente o processo de construção e as descobertas feitas; Trabalhem em colaboração, respeitando o espaço e o tempo de cada um. AVALIAÇÃO GERAL A avaliação será formativa e contínua REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC) . Educação Infantil e Educação Fundamental. Brasília: MEC, 2018. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinque, pule, pule e eduque. 14ª edição. São Paulo: Cortez, 2019. VYGOTSKY, Lev S. Uma formação social da mente. 7ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007. PIAGET, Jean. A psicologia da infância. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Conhecimentos necessários à prática educativa. 58ª edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2019. . PLANO DE AULA 1 Tempo Estimado (nº de aulas):1 aulas de 2h 30 cada . RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS Blocos LEGO ou blocos de construção similares; Crachás, como nomes de crianças; Cartazes com as letras; Papel pardo, cartão e cola; Recipientes e marcadores coloridos; Dispositivo de som para música do alfabeto (opcional). PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Apresentação do tema. Conversa sobre o alfabeto. Exibição de letras com as letras do alfabeto e os nomes de crianças. Como crianças, exploramos livremente os blocos LEGO, descobrindo os núcleos, os tamanhos e as possibilidades de encaixe. AVALIAÇÃO DA AULA O envolvimento e a participação nas atividades; A reconfirmação das letras do nome e do alfabeto; A coordenação motora e a manipulação dos blocos; Interação e cooperação entre colegas; Curiosidade, criatividade e expressão oral durante o processo. REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC) . Educação Infantil e Educação Fundamental. Brasília: MEC, 2018. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinque, pule, pule e eduque. 14ª edição. São Paulo: Cortez, 2019. VYGOTSKY, Lev S. Uma formação social da mente. 7ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007. PIAGET, Jean. A psicologia da infância. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ANEXOS PLANO DE AULA 1 PLANO DE AULA 2 1 aula de 2h30 RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS Bloco LEGO ou blocos de construção similares; Crachás, como nomes de crianças; Cartazes com as letras; Papel pardo, cartão e cola; Recipientes e marcadores coloridos; Dispositivo de som para música do alfabeto (opcional). PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Cada aluno construiu a letra inicial do seu nome usando peças de LEGO. O professor orientou e incentivou a experimentação. Em grupos, as crianças constroem outras letras, formando o alfabeto completo da turma As letras são exibidas em um mural colorido na sala de estar. À medida que as crianças apresentam suas letras, identificam nomes e palavras familiares e registram suas atividades com seus desenhos ou colagens. AVALIAÇÃO DA AULA . O envolvimento e a participação nas atividades; A reconfirmação das letras do nome e do alfabeto; A coordenação motora e a manipulação dos blocos; Interação e cooperação entre colegas; Curiosidade, criatividade e expressão oral durante o processo. REFERÊNCIAS . BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC) . Educação Infantil e Educação Fundamental. Brasília: MEC, 2018. KISHIMOTO, Tizuko Morchida. Brinque, pule, pule e eduque. 14ª edição. São Paulo: Cortez, 2019. VYGOTSKY, Lev S. Uma formação social da mente. 7ª edição. São Paulo: Martins Fontes, 2007. PIAGET, Jean. A psicologia da infância. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. ANEXOS PLANO DE AULA 2 ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL Título: CONSTRUINDO ALFABETO COM LEGOS OBJETO DO CONHECIMENTO · Sistema de Escrita Alfabética: Conhecimento das letras do alfabeto, suas diferentes grafias (maiúscula e minúscula, bastão e cursiva) e a ordem alfabética. · Relação Grafema-Fonema: Associação entre o som (fonema) e sua representação gráfica (letra/grafema), permitindo a formação de palavras. · Análise Linguística/Semiótica: Segmentação de palavras em sílabas e reconhecimento de semelhanças e diferenças entre sons e partes de palavras. · Coordenação Motora Fina: Manipulação de pequenos objetos, essencial para a preparação para a escrita. · Pensamento Criativo e Resolução de Problemas: Criação de soluções e construções por meio da manipulação de blocos, estimulando o raciocínio lógico. · OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL · Reconhecer e nomear todas as letras do alfabeto de forma lúdica e concreta, utilizando os blocos de LEGO®. · Construir as letras do alfabeto (maiúsculas e minúsculas) com os blocos, fortalecendo a memória visual e a percepção espacial da forma de cada letra. · Formar palavras simples e conhecidas, como o próprio nome ou nomes de colegas, a partir da junção das letras de LEGO®. · Desenvolver a consciência fonológica, estimulando a percepção da relação entre o som da fala e a letra correspondente. · Estimular a colaboração e a interação entre os alunos em atividades de construção de palavras e letras em grupo. · DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR · Conjunto de blocos LEGO®: Uma caixa com uma grande quantidade de blocos de LEGO® de diferentes cores, tamanhos e encaixes. · Cartelas de Letras: Conjunto de cartelas plastificadas (tamanho A4) com as letras do alfabeto (maiúscula e minúscula) em formato de contorno, para que as crianças possam preencher com os blocos. · Cartelas de Palavras Simples: Cartelas plastificadas com o contorno de palavras simples e o desenho correspondente (ex: PATO, BOLA, CASA), para guiar a construção das palavras. · Fichas de Atividade: Pequenas fichas com desafiospara trabalhar letras e palavras de forma individual ou em grupo 1. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 5 nov. 2025. Autoria própria. ANOTAÇÕES, OBSERVAÇÕES E/OU ANEXOS PLANO DE AULA 3 Tempo Estimado 1 aula de 2h30min RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS Computador, caixinha de som, papelão, giz de cera, gravuras em folhas de papel ofício e livro didático. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1° momento: Saudações, chamadinha, músicas e dinâmica envolvendo todos. 2° momento: Vídeo sobre a história: “nariz de palhaço” formas geométricas reproduzidas no computador. Diálogo sobre o vídeo assistido em sala de aula. Apresentação de gravura 3° momento: Jogo de quebra-cabeça, confeccionado com material reciclado afim das crianças aprenderem as formas geométricas, raciocínio lógico, coordenação motora, reconhecer o círculo e trabalhar em grupo (atividade realizada em 3 grupos compostos de 5 alunos) AVALIAÇÃO DA AULA . A avaliação será baseada na observação contínua do desenvolvimento das crianças, focando na participação, reconhecimento e classificação do círculo, além da interação nas atividades. Os instrumentos avaliativos incluem: Observação direta da participação e compreensão. Registros anedóticos sobre interações e progresso. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Evoluir (Sistema de Ensino) - Educação Infantil/4 anos, Módulo 2. MVC Editora. ANEXOS PLANO DE AULA 4 PLANO DE AULA 4 Tempo Estimado :.1 aula de 2h30min RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS · Figuras geométricas planas recortadas em EVA ou papel cartão. · Giz de cera, lápis de cor e folhas de papel. · Música temática (ex: "Aquarela" de Toquinho ou cantigas sobre formas). · Sucatas e materiais para colagem (palitos de fósforo, botões, etc.). PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Atividade de Pareamento de Formas e Cores (15 min) · Dispor em uma mesa figuras geométricas de diferentes cores e tamanhos. No chão, colocar folhas grandes com os contornos das mesmas formas. · As crianças, em duplas, devem parear as figuras com seus contornos correspondentes, nomeando a forma e a cor em voz alta. 2. Mão na Massa: Criando com Formas (20 min) · Oferecer diversos materiais (figuras geométricas de papel, palitos, botões, cola) para que as crianças criem desenhos ou figuras (ex: uma casa usando um quadrado e um triângulo para o telhado, um boneco de neve com círculos). · Incentivar a criatividade e a interação social durante a construção. 3. Socialização e Avaliação (5 min) · Pedir para algumas crianças mostrarem suas criações e explicarem quais formas usaram. · Observar o engajamento, a interação e a capacidade das crianças em identificar e nomear as formas durante as atividades. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação será contínua, por meio da observação direta do professor durante as atividades, verificando se as crianças conseguem REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Evoluir (Sistema de Ensino) - Educação Infantil/4 anos, Módulo 2. MVC Editora ANEXOS PLANO DE AULA 4 Materiais utilizados na aula. VI. SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 SEQUÊNCIA DIDÁTICA 2 Tema Geral: FORMAS GEOMETRICAS Escola: Pedro I Componente Curricular: GEOMETRIA Unidade temática: TRAÇOS E FORMAS Objeto de conhecimento: RECONHER E NOMEAR AS 4 FORMAS GEOMETRICAS Turma: 1 ANO C Duração: 2H 30MIN Período: De:05 /11/2025 ATÉ: 06/11/2025 OBJETIVOS Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). · Associar formas geométricas a objetos do cotidiano. · Desenvolver a coordenação motora e habilidades espaciais através de atividades práticas. · Classificar objetos de acordo com suas características (forma, cor, tamanho). COMPETÊNCIAS . Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações (ET); Traços, sons, cores e formas HABILIDADES · · (EF01MA14) Identificar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados em diferentes disposições ou em contornos de faces de sólidos geométricos. · . · (EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e paralelepípedos) a objetos do mundo físico e identificar figuras geométricas planas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo) como faces de sólidos geométricos. AVALIAÇÃO GERAL A avaliação será contínua, por meio da observação direta do professor durante as atividades, verificando se as crianças conseguem REFERÊNCIAS BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. LORENZATO, Sergio. O ensino de matemática: reflexões e propostas. Campinas: Autores Associados, 2010. SMOLE, Katia Stocco. Matemática para ensinar e aprender. Porto Alegre: Artmed, 2003. ROTEIRO DESCRITIVO DO PRODUTO EDUCACIONAL Título: "Explorando Formas Geométricas: Do Cotidiano à Criação" OBJETO DO CONHECIMENTO · Geometria Plana: Conceito e identificação de figuras planas básicas (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). · Espaço e Forma: Relação entre objetos tridimensionais do cotidiano e suas representações planas. · Matemática e Linguagem: Nomenclatura correta das formas geométricas e uso em descrições orais. · Classificação e Seriação: Organização de elementos por atributos (forma, cor, tamanho). OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL · . Reconhecer e nomear as quatro formas geométricas básicas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo). · Associar as formas aprendidas a elementos presentes no ambiente escolar e no cotidiano das crianças. · Desenvolver a percepção visual e espacial através de atividades de pareamento e construção. · Estimular a criatividade e a coordenação motora fina por meio da manipulação de peças e materiais diversos. · Promover a interação social e a aprendizagem colaborativa através de atividades em grupo. DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR 2. Cartelas de Pareamento (Tapete de Formas): Quatro folhas tamanho A3 plastificadas, cada uma com o contorno de uma forma geométrica grande (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). 3. Peças de EVA Coloridas: Cerca de 40 peças de EVA em cores sortidas (amarelo, azul, vermelho, verde), representando as quatro formas em diferentes tamanhos. 4. Baralho de Objetos Cotidianos: Um conjunto de 16 cartas ilustradas (4 para cada forma), mostrando objetos do dia a dia que se assemelham às formas (ex: pizza/círculo, janela/quadrado, telhado/triângulo, porta/retângulo). REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 5 nov. 2025. Autoria própria. OBJETO DO CONHECIMENTO · . Geometria Plana: Conceito e identificação de figuras planas básicas (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). · Espaço e Forma: Relação entre objetos tridimensionais do cotidiano e suas representações planas. · Matemática e Linguagem: Nomenclatura correta das formas geométricas e uso em descrições orais. Classificação e Seriação: Organização de elementos por atributos (forma, cor, tamanho OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL Título: "Explorando Formas Geométricas: Do Cotidiano à Criação" OBJETO DO CONHECIMENTO · Geometria Plana: Conceito e identificação de figuras planas básicas (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). · Espaço e Forma: Relação entre objetos tridimensionais do cotidiano e suas representações planas. · Matemática e Linguagem: Nomenclatura correta das formas geométricas e uso em descrições orais. · Classificação e Seriação: Organização de elementos por atributos (forma, cor, tamanho). OBJETIVO DIDÁTICO DO PRODUTO EDUCACIONAL · . Reconhecer e nomear as quatro formas geométricas básicas (círculo, quadrado, triângulo e retângulo). · Associar as formas aprendidas a elementos presentes no ambiente escolare no cotidiano das crianças. · Desenvolver a percepção visual e espacial através de atividades de pareamento e construção. · Estimular a criatividade e a coordenação motora fina por meio da manipulação de peças e materiais diversos. · Promover a interação social e a aprendizagem colaborativa através de atividades em grupo. DESCRIÇÃO DO PRODUTO EDUCACIONAL E FORMAS DE UTILIZAR 5. Cartelas de Pareamento (Tapete de Formas): Quatro folhas tamanho A3 plastificadas, cada uma com o contorno de uma forma geométrica grande (círculo, quadrado, triângulo, retângulo). 6. Peças de EVA Coloridas: Cerca de 40 peças de EVA em cores sortidas (amarelo, azul, vermelho, verde), representando as quatro formas em diferentes tamanhos. 7. Baralho de Objetos Cotidianos: Um conjunto de 16 cartas ilustradas (4 para cada forma), mostrando objetos do dia a dia que se assemelham às formas (ex: pizza/círculo, janela/quadrado, telhado/triângulo, porta/retângulo). REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Brasília, DF: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 5 nov. 2025. Autoria própria. PLANO DE AULA 3 Tempo Estimado 1 aula de 2h30min RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS Computador, caixinha de som, papelão, giz de cera, gravuras em folhas de papel ofício e livro didático. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1° momento: Saudações, chamadinha, músicas e dinâmica envolvendo todos. 2° momento: Vídeo sobre a história: “nariz de palhaço” formas geométricas reproduzidas no computador. Diálogo sobre o vídeo assistido em sala de aula. Apresentação de gravura 3° momento: Jogo de quebra-cabeça, confeccionado com material reciclado afim das crianças aprenderem as formas geométricas, raciocínio lógico, coordenação motora, reconhecer o círculo e trabalhar em grupo (atividade realizada em 3 grupos compostos de 5 alunos) AVALIAÇÃO DA AULA . A avaliação será baseada na observação contínua do desenvolvimento das crianças, focando na participação, reconhecimento e classificação do círculo, além da interação nas atividades. Os instrumentos avaliativos incluem: Observação direta da participação e compreensão. Registros anedóticos sobre interações e progresso. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Evoluir (Sistema de Ensino) - Educação Infantil/4 anos, Módulo 2. MVC Editora. ANEXOS PLANO DE AULA 4 PLANO DE AULA 4 Tempo Estimado :.1 aula de 2h30min RECURSOS/MATERIAIS DIDÁTICOS · Figuras geométricas planas recortadas em EVA ou papel cartão. · Giz de cera, lápis de cor e folhas de papel. · Música temática (ex: "Aquarela" de Toquinho ou cantigas sobre formas). · Sucatas e materiais para colagem (palitos de fósforo, botões, etc.). PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS 1. Atividade de Pareamento de Formas e Cores (15 min) · Dispor em uma mesa figuras geométricas de diferentes cores e tamanhos. No chão, colocar folhas grandes com os contornos das mesmas formas. · As crianças, em duplas, devem parear as figuras com seus contornos correspondentes, nomeando a forma e a cor em voz alta. 2. Mão na Massa: Criando com Formas (20 min) · Oferecer diversos materiais (figuras geométricas de papel, palitos, botões, cola) para que as crianças criem desenhos ou figuras (ex: uma casa usando um quadrado e um triângulo para o telhado, um boneco de neve com círculos). · Incentivar a criatividade e a interação social durante a construção. 3. Socialização e Avaliação (5 min) · Pedir para algumas crianças mostrarem suas criações e explicarem quais formas usaram. · Observar o engajamento, a interação e a capacidade das crianças em identificar e nomear as formas durante as atividades. AVALIAÇÃO DA AULA A avaliação será contínua, por meio da observação direta do professor durante as atividades, verificando se as crianças conseguem REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Evoluir (Sistema de Ensino) - Educação Infantil/4 anos, Módulo 2. MVC Editora ANEXOS PLANO DE AULA 4 Materiais utilizados na aula. TEXTO REFLEXIVO SOBRE A PRATICA PEDAGÓGICA A partir das observações realizadas pelos integrantes do grupo durante a Prática Pedagógica, o tópico que mais chamou atenção está relacionado à multiplicidade das linguagens expressivas infantis para além da escrita formal, e como o lúdico é a ferramenta central para sua apropriação. Em relação à temática da Prática Pedagógica: Infância e suas Linguagens, observou-se que as crianças manifestam compreensões complexas sobre o mundo por meio do desenho, do movimento, do faz de conta e da oralidade, muito antes de dominarem o código escrito. O desafio encontrado nas observações foi, justamente, a dificuldade, por parte de alguns momentos da prática docente observada, de "traduzir" ou validar essas linguagens não verbais como aprendizado legítimo dentro do currículo formal. A situação que mais nos marcou foi a riqueza das interações dos estudantes em momentos de brincadeira livre, onde conceitos de linguagens artísticas, corporais e até matemáticas emergiam naturalmente, revelando um potencial pedagógico que, por vezes, é subaproveitado em prol de atividades mais estruturadas e tradicionais. A experiência de observar e experimentar o papel de docente, dialogando com os professores da escola e organizando sequências didáticas, foi profundamente desafiadora. Sentimo-nos instigados a propor práticas que fugissem da abordagem tradicional que, por vezes, utiliza o livro didático de forma engessada, focando em exercícios de fixação que não dialogam com a realidade da criança. A pesquisa de materiais para a elaboração das nossas sequências didáticas, como o uso de kits pedagógicos e propostas "mão-na-massa", ajudou a solidificar a reflexão de que o aprendizado é mais significativo quando é ativo e envolve o corpo e a experimentação. Percebemos que, enquanto a abordagem utilizada pelo professor observado pendia para metodologias mais expositivas, nossa proposta foi fundamentada na perspectiva de abordagens ativas, onde o aluno é protagonista da construção do seu conhecimento, manipulando objetos e interagindo com os colegas para resolver desafios. As interações dos estudantes durante as observações trouxeram conceitos e curiosidades que envolvem as diversas linguagens no seu cotidiano, como o uso de tecnologias, referências a jogos e brincadeiras que extrapolam o ambiente escolar. A realização de atividades relacionadas a linguagens previstas pela BNCC, como as artes visuais e a linguagem corporal, mostrou-se fundamental para engajar os alunos. A postura crítica e reflexiva que adotamos permitiu concluir que a prática docente eficaz na infância exige flexibilidade e uma escuta ativa. O professor precisa estar atento a essas múltiplas linguagens e integrá-las ao planejamento, reconhecendo que o livro didático é apenas um suporte e que a verdadeira aprendizagem acontece na interação, na brincadeira e na exploração do mundo. Em síntese, a Prática Pedagógica reforçou a ideia de que a infância e suas linguagens são indissociáveis da ludicidade. Os desafios encontrados nos fizeram refletir sobre a importância de uma formação docente que empodere o educador a inovar, a valorizar as expressões autênticas das crianças e a criar um ambiente onde todas as formas de comunicação sejam validadas. A experiência desafiadora nos preparou melhor para uma atuação profissional consciente, crítica e, acima de tudo, sensível às necessidades reais dos nossos futuros alunos, garantindo que o processo de alfabetização e letramento seja plural, inclusivo e, principalmente, prazeroso. VII. DOCUMENTOS, PRODUÇÃO E EVIDÊNCIAS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA (anexar o que está sendo solicitado) ANEXO 1 – Registros do Acadêmico 1 1.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 1 [Inserir texto síntese do Acadêmico 1]. 1.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 1 [Inserir imagem da Declaração de Comparecimentodo Acadêmico 1]. ANEXO 2 – Registros do Acadêmico 2 2.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 2 [Inserir texto síntese do Acadêmico 2]. 2.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 2 [Inserir imagem da Declaração de Comparecimento do Acadêmico 2]. ANEXO 3 – Registros do Acadêmico 3 3.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 3 [Inserir texto síntese do Acadêmico 3]. 3.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 3 [Inserir imagem da Declaração de Comparecimento do Acadêmico 3]. ANEXO 4 – Registros do Acadêmico 4 4.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 4 [Inserir texto síntese do Acadêmico 4]. 4.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 4 [Inserir imagem da Declaração de Comparecimento do Acadêmico 4]. ANEXO 5 – Registros do Acadêmico 5 5.1 Registro do texto Síntese das observações realizadas pelo Acadêmico 5 [Inserir texto síntese do Acadêmico 5]. 5.2 Declaração de Comparecimento do Acadêmico 5 [Inserir imagem da Declaração de Comparecimento do Acadêmico 5]. image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image9.jpeg image10.jpeg image11.jpeg image12.jpeg image1.jpeg image2.jpeg image3.jpeg image13.png image14.png image15.png