Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

PRODUZIDO POR: ACKEL SOUZA 
[@AULASCRIA_MED] 
BRADIARRITMIAS: 
BRADICARDIA  R—R maior que 5 
quadradões 
 
BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR [BAV] 
 
SUPRA-HISSIANO 
 bloqueio 
com 
melhor 
prognóstico 
Acima do feixe de HIS 
 inervação 
PARASSIMPÁTICA 
OBS: tem uma boa 
resposta a ATROPINA 
BAV 1º GRAU 
BAV 2º GRAU 
[Mobitz I] 
TRATAMENTO: 
 tratamento 
para 
bradicardia 
sinusal 
INFRA-HISSIANO 
 geralmente 
mais grave 
 menor FC 
 mais 
sintomático 
 ventrículo 
assume 
função de 
marcapasso 
Abaixo do feixe de HIS 
 NÃO tem 
inervação 
PARASSIMPÁTICA 
OBS: não responde a 
atropina 
BAV 2º GRAU 
[Mobitz II] 
BAV 3º GRAU 
[BAVT] 
TRATAMENTO: 
 utilizar o 
marcapasso 
 
[marcapassos] 
 provisório 
[transcutâneo/ 
transverso] 
 definitivo 
 
GRAUS DE BAV 
Tem onda P positiva em D2 seguida de um QRS? 
BAV 1º grau → responde a ATROPINA 
[avaliar intervalo PR] 
 RETARDO NA 
CONDUÇÃO 
 nunca ocorre bloqueio literalmente de condução 
 
[onda P positiva em D2 → seguida de QRS] 
+de 5 quadradinhos separando onda P de complexo QRS 
 
 
 
OBS: intervalo PR maior que 0,20 segundos 
 
 
[condução AV 
lenta] 
 não ocorre 
bloqueio efetivo 
 intervalo PR >200 
ms 
[PROLONGADO] 
BAV 2º grau → RESPONDE A ATROPINA 
[Mobitz I] – onda P bloqueada “as vezes” 
 
[onda P → NÃO seguida de um QRS] – ocorreu um disparo 
elétrico, mas não chegou ao ventrículo 
 sequência de atrasos que se aumentam gradativamente – 
até um bloqueio [ALARGAMENTO PROGRESSIVO] 
 
 
 
OBS: intervalo PR aumenta em comprimento até o complexo 
QRS ser eliminado 
 
 
 
 
 intervalo PR progressivamente maior ➔ até desaparecer 
FENÔMENO DE 
WENCKEBACH 
 bloqueio de P as 
vezes [aumento 
progressivo do 
intervalo PR] 
 avaliação clínica 
desse fenômeno 
[Mobitz I] 
 
 
BAV 2º grau → NÃO RESPONDE A ATROPINA 
[Mobitz II] – onda P bloqueada “as vezes” 
 
 
 
OBS: intervalos PR constantes [podem ser prolongados] 
 
 
 
 
 intervalo PR permanece com mesmo comprimento 
 COMPLEXO QRS DESAPARECERÁ SUBITAMENTE 
 
 
BAV 3º grau → BAVT ➔ bloqueio atrioventricular total 
[completa dissociação AV] 
 as ondas P entram e saem do QRS [podem deformar o 
QRS em dados momentos] 
 ondas P “sobem” na onda T [gerando maiores ápices] 
 
OBS: se o estímulo elétrico não chega ao ventrículo 
 o ventrículo assume a função de marcapasso [redução 
dos batimentos cardíacos] – ritmo idioventricular 
 
 
OBS: PR e QRS não são coordenados entre si 
 
 
 
 pode ocorrer 
batimento 
cardíaco 
arrítmico 
 onda P e 
complexo QRS ao 
mesmo tempo 
[sístole atrial e 
sístole 
ventricular] 
 pode evoluir para 
uma assistolia 
 ondas P e complexos QRS são disparados 
independentemente 
 ocorrência de + ondas P, do que complexos QRS 
 
 
 
CLASSIFICAÇÃO DAS BRADICARDIAS: 
PRIMÁRIA: 
 
[principalmente] 
 anormalidade 
congênitas do 
marca-passo 
 modificações de 
sistema de condução 
 lesão cirúrgica no 
marca-passo 
 cardiomiopatia 
 miocardite 
 
Situações cardíacas: 
 condições cardíacas 
congênitas ou 
adquiridas 
 retardam a 
velocidade de 
despolarização das 
células marcapassos 
do coração 
SECUNDÁRIA: Situações não cardíacas: 
 hipóxia 
 acidose 
 hipotensão 
 hipotermia 
 efeitos 
farmacológicos 
 aumento do tônus 
vagal [aspiração, 
engasgo, vômito] 
 
CLASSIFICAÇÕES DOS BLOQUEIO AV: 
TIPO: CAUSAS: CARACTERÍSTICAS: 
1º GRAU 
 assintomático 
OBS: pode estar presente em 
crianças saudáveis 
➔ tônus vagal aumentado 
➔ miocardite 
➔ distúrbios eletrolíticos 
➔ hipoxemia 
➔ IAM 
➔ fármacos [BCC, BB, 
digoxina] 
➔ febre reumática aguda 
➔ doença intrínseca ao 
nódulo AV 
Intervalo PR prolongado 
2º GRAU [tipo MOBITZ 1] 
[sintomas mais frequentes] 
 pode causar pré-síncope 
OBS: pode estar presente em 
crianças saudáveis 
➔ fármacos [BCC, BB, 
digoxina] 
➔ qualquer condição que 
estimule o tônus vagal 
[parassimpático] 
➔ IAM 
➔ doença de Lyme 
 
Prolongamento sucessivo do 
intervalo PR 
 precedente de ondas P 
não conduzidas 
2º GRAU [tipo MOBITZ 2] 
[sintomas mais frequentes] 
 irregularidade sentidas 
no batimentos cardíaco 
[palpitações] 
 pré-síncope 
➔ normalmente [decorre 
de anormalidades 
intrínsecas no sistema 
de condução 
➔ raramente causada por 
tônus parassimpático 
aumentado ou fármacos 
➔ cirurgia cardíaca 
➔ IAM 
➔ doença de Lyme 
 
Ondas P não conduzidas de 
forma intermitente 
 intervalo PR constante 
ou batimentos 
conduzidos 
3º GRAU 
[sintomas mais frequentes] 
 fadiga 
 sensações de 
falecimento 
 síncope 
➔ ampla doença ou lesão 
no sistema de condução 
[MIOCARDITE na maioria 
das vezes] 
➔ cirurgia cirúrgica 
➔ bloqueio cardíaco 
congênito total 
➔ IAM 
➔ pode ser resultado de 
tônus parassimpático 
[efeitos farmacológicos 
tóxicos ou 
hipóxia/acidose grave] 
➔ doença de Lyme 
Não há relação: 
 entre ondas P e 
complexos QRS 
 nenhuma passagem de 
impulso atrial para os 
ventrículos 
 ritmo ventricular 
mantido por um 
marcapasso mais lento 
 
 
 
 
 
DEFINICÕES E CONDUTAS: 
principal causa de BRADICARDIA SINTOMÁTICA ➔ HIPÓXIA TECIDUAL 
BRADICARDIA: 
 associada a 
hipotensão ou 
redução de perfusão 
sanguínea tecidual 
➔ indicativo de PCR 
 normalmente frequência 
inferior a 60/min 
+ 
 comprometimento 
cardiopulmonar 
DEFINIÇÃO DE 
COMPROMETIMENTO 
CARDIOPULMONAR: 
➔ hipotensão 
➔ estado mental agudamente 
alterado [redução do nível de 
consciência] 
➔ sinais de choque 
 
OBS: quais são os sinais de choque? 
 taquipneia [respiração curta e 
acelerada] 
 perfusão deficiente nos órgãos-
alvo [com ou sem hipotensão] 
outras manifestações: 
 colapso súbito 
 cianose 
 fraqueza 
 sudorese 
 palidez 
QUANDO INICIAR RCP? [FC inferior a 60 BPM] – associado a: 
 bebê ou criança com sinais de 
comprometimento 
cardiopulmonar 
 MESMO COM A REALIZAÇÃO 
DA VENTILAÇÃO COM 
OXIGENAÇÃO 
CARACTERÍSTICAS DA 
BRADICARDIA [ECG]: 
➔ FC: baixa 
➔ ondas P: podem ou não ser 
visíveis 
➔ complexo QRS: estreito ou 
largo 
➔ onda P e complexo QRS: 
podem não estar 
correlacionados [dissociação 
AV] 
 
ALGORITMO: 
Identificar a situação:  bradiarritmia 
Existe comprometimento 
cardiopulmonar? 
 modificação aguda de estado mental 
 sinais de choque 
 hipotensão 
EXISTE 
COMPROMETIMENTO 
CARDIOPULMONAR: 
Avaliação e suporte: 
➔ manter via aérea pérvia 
➔ ajuda na respiração com ventilação com 
pressão positiva e OXIGÊNIO [se necessário] 
monitorizar: 
 ritmo cardíaco 
 pulso 
 PA 
 oximetria 
 
OBS: iniciar RCP [cardíaco 
Avaliar a possível 
administração de: 
 atropina 
 estimulação 
elétrica 
percutânea 
Toxinas [drogas 
ou venenos] 
Utilizar antídotos 
 
 
NÃO EXISTE 
COMPROMETIMENTO 
CARDIOPULMONAR: 
 
 
Iniciar a conduta com MOVE: 
 
Manter sequência de ABC 
 
M Monitorizar 
O Oxigenação suplementar em 
caso de hipóxia [saturação 

Mais conteúdos dessa disciplina