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Desempenho e controle de qualidade
em equipamentos radiológicos
Regulamentos, recomendações, testes, equipamentos, qualidade.
Prof. Geovane Silva Araújo
1. Itens iniciais
Propósito
Entender, conceituar e executar os testes de controle da qualidade.
Preparação
Para facilitar os estudos deste conteúdo, tenha em mãos uma calculadora científica ou use a calculadora de
seu smartphone, Excel ou software similar.
Objetivos
Identificar os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X
relacionados à qualidade do feixe.
 
Identificar os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X
relacionados à qualidade da imagem.
Introdução
A proteção radiológica e a dosimetria são pautadas no princípio da otimização, que tem como base o conceito
de que as doses sejam “tão baixas quanto razoavelmente exequíveis” (ALARA). Dentro deste contexto, existe
o desafio de produzir imagens clínicas envolvendo doses reduzidas. No entanto, a preocupação com o risco
de repetição do exame limita a utilização de protocolos de baixa dose para avaliação de estruturas de alto
contraste.
ALARA
As Low as Reasonably Achievable. 
No Brasil, a Portaria 453, de 01 de junho de 1998, foi revogada e substituída pela RDC Nº 330, de 20 de
dezembro de 2019, que determina a necessidade de implantação de um Programa de Garantia de Qualidade
(PGQ), no qual são realizados testes de controle de qualidade em todos os equipamentos envolvidos na
produção da imagem. Além da melhoria na qualidade das imagens, o PGQ possibilita uma diminuição das
doses médicas e ocupacionais e uma redução nos custos do serviço. A RDC 330 no artigo terceiro estabelece
as seguintes definições:
RDC
As Low as Reasonably Achievable.
Nível de restrição
Condição do serviço de saúde ou de seus produtos para saúde que impõe restrições ao
funcionamento do serviço ou à utilização dos seus produtos para saúde.
• 
• 
Teste de aceitação
Conjunto de medidas e verificações, realizadas após a montagem do equipamento na sala, para
atestar a conformidade com as características de projeto e de desempenho declaradas pelo
fabricante, bem como com os requisitos desta resolução e das demais normativas aplicáveis. Deve
confirmar que o equipamento, quando operado como desejado, fornece imagem com a qualidade
requerida, mediante menor dose possível para o paciente.
Teste de constância
Avaliação rotineira dos parâmetros técnicos e de desempenho de instrumentos e equipamentos de
determinada instalação.
A portaria 453/98, atualmente revogada, definia a garantia da qualidade como o conjunto de ações
sistemáticas e planejadas visando a garantir a confiabilidade adequada quanto ao funcionamento de uma
estrutura, sistema, componentes ou procedimentos, de acordo com um padrão aprovado.
 
Em radiodiagnóstico, estas ações devem resultar na produção continuada de imagens de alta qualidade com o
mínimo de exposição para os pacientes e operadores. A parte do programa de garantia de qualidade que
consiste do conjunto das operações destinadas a manter ou melhorar a qualidade é chamada de controle da
qualidade.
1. Os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X relacionados à
qualidade do feixe
Qualidade da radiação
Os testes de qualidade nos equipamentos de radiodiagnóstico são regulados pela Anvisa e recomendados
pelas organizações internacionais ligadas à radioproteção.
O artigo primeiro da Instrução Normativa 52, publicada em 20 de dezembro de 2019, estabelece os
requisitos sanitários para a garantia da qualidade e da segurança em sistemas de radiografia médica
convencional, bem como a relação mínima de testes de aceitação e de controle de qualidade que
devem ser realizados pelos serviços de saúde, determinando as respectivas periodicidades,
tolerâncias e níveis de restrição, conforme descrito no Anexo I da Instrução Normativa 52.
Linearidade da taxa de kerma no ar
A linearidade é uma característica relacionada ao rendimento do tubo de raios X. Para um mesmo valor de 
, a razão do kerma no ar pelo mAs, , deve permanecer constante, ou seja, a variação da taxa de
kerma no ar por mAs, é acompanhada por uma variação exatamente proporcional do mAs. Observe que, na
figura abaixo, mesmo variando o valor de mAs, a permanece constante. E que para o mesmo valor de kVp
a razão deve permanecer linear.
Figura 1: Linearidade da taxa de kerma no ar.
Segundo a Anvisa (2005), linearidade é calculada a partir do valor médio das leituras obtidas (Lmédio), para
cada valor de mAs, o qual é obtido dividindo o valor médio calculado pelo mAs correspondente .
Por último, deve-se selecionar o valor máximo o valor mínimo e calcular a linearidade 
dada pela relação abaixo.
O limite definido pela IN 52 para a linearidade é de ± 20% e o equipamento entra em nível de restrição se a
reprodutibilidade for superior 40%.
Reprodutibilidade da taxa de kerma no ar
Este teste procura assegurar que o feixe de raios X de mesma tensão e mAs mantenha a mesma intensidade
de kerma no ar em exposições sucessivas. A reprodutibilidade do kerma no ar deve ser avaliado anualmente,
no teste de aceitação do equipamento e após reparos. Nas situações em que o equipamento não tenha
reprodutibilidade, não haverá o controle esperado na técnica selecionada para a obtenção da imagem
radiográfica.
Atenção
Em poucas palavras, não há como garantir que o equipamento responda adequadamente. O limite
definido pela IN 52 para a reprodutibilidade é de ± 10% e o equipamento entra em nível de restrição se a
reprodutibilidade for superior a 20%. 
Conforme a Anvisa (2005), a reprodutibilidade é calculada pela relação:
Onde o valor máximo é (LMax), o valor mínimo é (LMin) e a reprodutibilidade é R.
Atenção
Segundo a Anvisa (2005), o procedimento descrito a seguir é o mesmo para determinar a
reprodutibilidade e a linearidade da taxa de kerma no ar. 
Metodologia
 
1) Escolher três valores distintos de corrente e um valor fixo de tempo (ou três valores de mAs). Selecionar um
valor de tensão dentro da faixa utilizada clinicamente.
Por exemplo:
Figura 2: Diagrama ilustrativo para indicar a técnica para a realização dos testes de
reprodutibilidade e linearidade da taxa de kerma no ar.
2) Posicionar o detector de radiação sobre a mesa ou outro suporte adequado, alinhado com o tubo.
 
3) Ajustar a distância foco-detector para 1 metro do ponto focal em relação ao detector de radiação.
 
4) Ajustar o tamanho e o centro do campo de luz, de forma a cobrir a região sensível do detector de radiação.
 
5) Fazer quatro exposições para o primeiro valor de mA ou mAs selecionado.
Figura 3: Diagrama ilustrativo para indicar a técnica para a realização dos testes de
reprodutibilidade e linearidade da taxa de kerma no ar.
6) Repetir o item (5) para os demais valores de mA ou mAs selecionados.
Cálculo:
 
(1) Reprodutibilidade
 
Para cada valor de mAs selecionado, escolher o valor máximo (LMax), o valor mínimo (LMin) e calcular a
reprodutibilidade R(%):
• 
(2) Linearidade
 
Calcular o valor médio das leituras obtidas (Lmédio), para cada valor de mAs. 
 
Dividir o valor médio calculado pelo mAs correspondente .
 
Selecionar o valor máximo e o valor mínimo e calcular a linearidade .
Exatidão do indicador de tensão do tubo e
reprodutibilidade da tensão do tubo
De acordo com a Anvisa (2005), a avaliação do kVp deve ser realizada anualmente, os testes de aceitação são
feitos após os reparos. É necessário para a realização do teste um medidor de kVp de leitura direta e
calibrado, com incerteza máxima de 2%.
A exatidão do indicador de tensão do tubo deve ser calculada para cada série de medidas. Então, para cada
valor de tensão, o desvio (d) entre os valores nominais e os valores médios, utilizando a relação abaixo:
Onde:
 
kVpnom: Valor nominal selecionado no equipamento.
 
kVpmédio: Média das medidas realizadas, para cada valor de tensão.
 
Segundo a IN 52, a exatidão do indicador de tensão do tubo deve apresentaruma tolerância de ± 10% do valor
nominal de kV selecionado e se for maior que 20% estará em nível de restrição.
 
A reprodutibilidade é calculada, para cada série de medidas, selecionando o valor máximo do kVp (kVpmáx) e o
valor mínimo (kVpmín) do kVp entre as leituras de tensão obtidas.
 
• 
• 
• 
Pela relação:
A reprodutibilidade da tensão do tubo atenderá aos requisitos da IN 52 se o resultado encontrado for de ± 5 %
e entrará em nível de restrição se o resultado for maior que 10%.
 
Metodologia
 
1. Posicionar o medidor de kVp sobre a mesa ou sobre o suporte, alinhado com o tubo de raios X.
 
2. Ajustar a distância foco-medidor recomendada pelo fabricante.
 
3. Abrir o campo de luz, de forma que cubra toda a área sensível do medidor.
 
4. Escolher quatro valores de kVp e três valores de mA mais utilizados clinicamente, e realizar uma série de
quatro exposições para cada combinação de kVp com mA.
 
5. Anotar as medidas de kVp obtidas em cada série de medições.
Reprodutibilidade e exatidão do tempo de exposição
A reprodutibilidade do tempo de exposição deve ser avaliada anualmente, teste de aceitação só quando
houver reparos. Devemos lembrar que este parâmetro influencia diretamente a densidade óptica e a dose no
paciente, pois esta limita a duração da produção dos raios X. De acordo com a IN 52, deve haver uma variação
máxima de até ±10% na exatidão, com nível de restrição maior que 30% , e de ± 10% na reprodutibilidade, com
nível de restrição maior que 20%.
Atenção
Segundo a Anvisa (2005), para um conjunto de dados, deve-se selecionar o maior tempo de exposição e
o menor tempo de exposição. 
A reprodutibilidade pode ser calculada empregando-se a seguinte relação:
Onde:
 
tmáximo: É o maior tempo obtido durante a realização da exposição.
 
tmínimo: É o menor tempo obtido durante a realização da exposição.
 
Para calcular a exatidão do tempo de exposição a partir de um conjunto de dados, é necessário calcular o
tempo médio e recalcular o desvio entre o tempo nominal e o tempo médio. A relação abaixo fornece o valor
da exatidão para o tempo de exposição:
Onde:
 
tnominal: É o tempo de exposição selecionado.
 
tMédio: É a média do tempo de exposição.
Valores representativos de dose
A dose de entrada na pele (DEP) é a dose absorvida no centro do feixe incidente na superfície do paciente
submetido a um procedimento radiológico. Ela deve ser realizada anualmente, no teste de aceitação e após
reparos.
 
Metodologia
 
(1) Solicitar ao técnico que forneça os parâmetros radiográficos (kVp, mA, tempo, mAs, filtro adicional,
tamanho de campo, ponto focal, distância foco-filme) usados para os exames listados na Tabela 1.
 
(2) Posicionar a câmara de ionização acima da mesa ou do suporte e alinhá-la com a cúpula.
 
(3) Selecionar um tamanho de campo de referência, de forma a cobrir a área sensível da câmara de ionização.
 
(4) Realizar quatro exposições, para cada uma das projeções descritas na Tabela 1, utilizando as técnicas
radiográficas fornecidas.
 
(5) Determinar o valor da camada semirredutora para cada tensão utilizada nos exames.
 
Considera-se paciente adulto típico (para fins de avaliação de exposição médica em adultos), os indivíduos
com característica biométrica típica de adulto, com peso entre 60kg e 75kg e altura entre 1,60m e 1,75m.
Exame Incidência DEP (mGy) Referência máxima
Coluna lombar
AP 10
LAT 30
JLS 40
Abdome, urografia e colecistectomia AP 10
Pelve AP 10
Bacia AP 10
Tórax
PA 0,4
LAT 1,4
Coluna torácica
AP 7
LAT 20
Crânio
AP 5
LAT 3
Tabela 1. Valores representativos de dose em radiodiagnóstico para paciente adulto típico.
ANVISA/MS/SVS, 2019.
 
A dose de entrada na pele é calculada empregando-se a seguinte relação:
Para leituras em unidades de exposição, converter para unidades de kerma no ar:
Onde:
 
 Leitura do kerma no ar.
 
 Fator de retroespalhamento na água para a geometria e qualidade da radiação.
 
• 
• 
 Fator de correção para a temperatura e pressão.
 
 Fator de calibração da câmara de ionização para a qualidade do feixe.
Após a realização dos cálculos, deve-se comparar os resultados obtidos para a DEP para os exames listados
na Tabela 1.
Rendimento do tubo
Esse teste analisa a eficiência de conversão da energia cinética dos elétrons em relação à produção de raios 
. Ele deve ser executado nas seguintes situações: anualmente, em teste de aceitação ou após reparos. O
valor de rendimento deve ser maior ou igual e menor ou igual a , quando medido a 1 m para 80
kV e com filtração total de . O nível de restrição ocorrerá se o valor de rendimento for inferior a 
 e superior a .
 
A relação para determinar o rendimento segundo a IN 52 é:
: Leitura média em gray (Gy)
 
: Corrente elétrica em miliàmpere (mA)
 
: tempo de exposição em segundo (s)
A medida da quantidade de raios X produzidos proporciona informações sobre a calibração do
equipamento, condição do tubo de raios X e qualquer mudança na filtração do feixe. Baixos valores do
rendimento indicam um desgaste do tubo de raios X ou do sistema como um todo. Altos valores no
rendimento do equipamento sugerem erros na calibração do gerador de raios X.
(DE PAULA, 2017, P. 36)
Camada semirredutora
A camada semirredutora é a espessura de um material específico que, introduzido no feixe de raios X, reduz a
taxa de kerma no ar à metade. Nesta definição, considera-se excluída a contribuição de qualquer radiação
espalhada que não estava presente inicialmente no feixe considerado. Esse teste deve ser realizado
anualmente, nos testes de aceitação ou após reparos. O nível de restrição ocorre quando os valores obtidos
forem inferiores a 20% do declarado na tabela 2, o qual também apresenta os limites autorizados.
• 
• 
• 
• 
• 
kVp Monofásico Trifásico Alta frequência (recomendação)
50 1,5 1,6 1,8
60 1,8 2,0 2,2
70 2,1 2,3 2,5
80 2,3 2,6 2,9
90 2,5 3,0 3,2
100 2,7 3,2 3,6
110 3,0 3,5 3,9
120 3,2 3,9 4,3
130 3,5 4,1 4,7
Tabela 2:Valores de CSR (mm AL) em função do kVp.
ANVISA/MS/SVS, 2019.
 
Material e método
Para a realização do teste, é necessário detector de radiação, suporte e folhas de alumínio com pureza de
99,0% e espessuras variáveis de 0,1mm a 2,0mm. Para a realização do teste, de acordo com a Anvisa (2005), é
indicada a metodologia abaixo.
 
1. Selecionar um valor de tensão igual a 80kVp (medido).
 
2. Selecionar um valor de 20 a 40mAs.
 
3. Posicionar a câmara de ionização dentro do campo de radiação, centralizada em relação ao feixe de raios X,
tal que a distância foco-detector seja de 60cm.
 
4. Realizar três exposições.
 
5. Anotar os valores das leituras.
 
6. Realizar novas exposições adicionando atenuadores de 0,5mm ou de 1,0mm a meia distância entre a
câmara de ionização e o detector, até obter uma leitura de exposição inferior à metade do valor inicial.
 
7. Anotar todos os valores das leituras.
 
8. Retirar as lâminas de alumínio, realizar uma exposição e anotar o valor da leitura.
 
Para realizar os cálculos, adota-se o procedimento abaixo:
 
Calcular Lo como sendo a média dos valores medidos sem filtros.
 
Calcular o valor da CSR utilizando a equação abaixo:
Onde:
 
: Leitura de exposição imediatamente superior a Lo/2.
 
: Leitura de exposição imediatamente inferior a Lo/2.
 
: Espessura de Al correspondente à leitura .
 
: Espessura de Al correspondente à leitura .
Controle da qualidade do feixe
Veja, a seguir, um vídeo sobre como os parâmetros do feixe de raios X influenciam na saúde do paciente.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Verificando o aprendizado
Questão 1
A característica mais importante de proteção do paciente é a filtração do feixe de raios X. As legislações
exigem, para a radiografia geral, que os equipamentos possuam filtração total mínima de 2,3mm de Al para um
sistema monofásico, quando selecionada a tensão de 80kV. Assinale a alternativa correta em relação à
camada semirredutora.
A A função da camada semirredutoraé reduzir a radiação secundária a metade.
B Tem por objetivo reduzir a dose no paciente.
C Reduz o tempo de exposição à metade.
D Ajuda na qualidade da imagem, pois reduz à metade a radiação espalhada.
A alternativa B está correta.
A camada semirredutora é a espessura de um material, que reduz a intensidade do feixe de radiação à
metade, sendo assim, a filtração do feixe reduz a quantidade de fótons de baixa energia que não
contribuiriam para a formação da imagem, mas aumentariam a dose na pele do paciente.
Questão 2
O teste de rendimento do tubo de raios X avalia a eficiência de conversão da energia cinética dos elétrons em
relação à produção de raios X. Analise as proposições abaixo em verdadeiro ou falso.
 
I. A linearidade é uma característica relacionada ao rendimento do tubo de raios X, para um mesmo valor de
kV. A razão do kerma no ar pelo mAs deve permanecer constante.
II. O rendimento independe dos valores selecionados de tensão, carga e tempo de exposição.
III. A linearidade é um parâmetro que depende apenas da filtração.
 
Assinale a alternativa correta.
A Apenas I é correto.
B Apenas II é falso.
C Apenas III é verdadeira.
D A afirmação I é falsa e III é a correta.
A alternativa A está correta.
Os tubos de raios X produzem uma quantidade específica de radiação, proporcionalmente ao mAs
selecionado para um dado kV. Em geral, quando a corrente selecionada é muito alta, pode acontecer do
rendimento do tubo de raios X ser inferior ao esperado e produzir valores diferentes para o kerma no ar,
afetando a sua linearidade. No entanto, quando os raios X produzidos são proporcionalmente adequados à
combinação kV e mAs, a razão kerma no ar por mAs deverá se manter constante.
2. Os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X relacionados à
qualidade da imagem
Parâmetros de imagem
Alinhamento do eixo central do feixe de raios X e exatidão do sistema de
colimação
Atenção
Os testes de alinhamento do eixo central do feixe de raios X e exatidão do sistema de colimação devem
ser realizados semestralmente, no teste de aceitação ou após reparos. 
A exatidão do sistema de colimação e a tolerância indicada na IN 52 devem ser de ±2% da distância
foco-receptor, ou seja, caso a distância do foco receptor seja de 100cm, a variação máxima
permitida para mais ou para menos será de 2cm. E o nível de restrição para este teste se for superior
a 4cm. Em relação ao teste do alinhamento do eixo central do feixe de raios X, a tolerância será de
até 3° em relação ao eixo perpendicular ao plano do receptor e o limite para o nível de restrição é de
5°.
Para a realização do teste do alinhamento do eixo central do feixe de raios X, emprega-se um cilindro de 15cm
de altura em acrílico. No centro da base deste cilindro, é inserida uma esfera metálica radiopaca. Na figura
abaixo, também é possível visualizar placa da base do cilindro, que apresenta marcadores radiopacos para
medir a coincidência do campo luminoso com o campo de raios X, que, por sua vez, é utilizada para avaliar o
sistema de colimação do equipamento emissor de raios X.
Figura 4: Conjunto empregado para avaliar o alinhamento do eixo central do feixe de
raios X e exatidão do sistema de colimação.
A avaliação é baseada na visualização da projeção das esferas, tomando como referência a circunferência. Na
imagem 5(a), é observado que as duas esferas praticamente se sobrepõem, então, a centralização é melhor
que 1% e a perpendicularidade do feixe está dentro de 0,5°. Se a imagem da esfera superior interceptar o
primeiro círculo, como visto na figura 5(b), o feixe está centrado dentro de 1,5°. Se a imagem da esfera
superior interceptar o segundo círculo, o desalinhamento é de 3°.
Figura 5: Avaliação do alinhamento do eixo central.
Para a realização dos testes alinhamento do eixo central do feixe de raios X e exatidão do sistema de
colimação, veja a figura 6. Nela, podemos observar os seguintes procedimentos:
 
Metodologia
1. Verificar se a cúpula do equipamento de raios X encontra-se nivelada em relação à mesa
ou outro suporte adequado.
2. Posicionar o ponto focal a 100cm da mesa ou suporte.
3. Posicionar o chassi carregado sobre a mesa ou suporte.
4. Posicionar o dispositivo para teste de tamanho de campo sobre o chassi.
5. Abrir o colimador de forma a ajustar o campo luminoso ao campo do dispositivo de teste
de tamanho de campo.
6. Posicionar o cilindro para teste de alinhamento sobre o centro do dispositivo para teste de
tamanho de campo.
7. Fazer uma exposição usando aproximadamente 40kVp e 3mAs.
8. Abrir novamente o colimador de forma que o campo luminoso seja maior que o anterior.
9. Repetir a exposição com os mesmos parâmetros.
10. Revelar o filme.
Figura 6:Disposição dos dispositivos para a realização dos testes alinhamento do
eixo central do feixe de raios X e exatidão do sistema de colimação.
Controle automático de exposição
O controle automático de exposição é um dispositivo que seleciona a técnica mais adequada (kVp,
mA e tempo de exposição) em função da densidade da região anatômica de interesse. Quando
houver sistema de controle automático de exposição, o painel de controle deve possuir uma
indicação clara de quando se utiliza este modo de operação. Geralmente, este sistema é próprio em
equipamentos DR.
Atenção
Segundo Furquim (2009), é possível verificar se o sistema está funcionando adequadamente, com os
objetivos de se averiguar o desempenho do sistema CAE, manter a densidade óptica no filme
consistente em função da espessura da parte anatômica em estudo e modos de obtenção de imagem, e
verificar se as escolhas dos parâmetros técnicos são reprodutíveis. 
Esse teste tem periodicidade anual e deve ser executado durante os testes de aceitação ou após reparos. O
nível de restrição se dá quando o valor da reprodutibilidade for superior a 20% e o valor de tolerância como
indicado na RDC 330 IN52 for ±10%.
 
A reprodutibilidade é calculada através da relação:
Onde: Lmáx é a leitura máxima da exposição e Lmín é a menor leitura de exposição.
Material e métodos
Será necessário detector de radiação e placas de acrílico, de cobre ou alumínio, empregando a metodologia e
instrumentação descrita abaixo.
 
Instrumental
 
(1) Câmara de ionização e eletrômetro.
 
(2) Fantoma de cobre com espessura de 1,5mm ou de outro material, com atenuação equivalente (por
exemplo, 15cm de PMMA ou 3cm de alumínio).
 
(3) Trena.
 
Metodologia
1. Selecionar um valor de tensão normalmente utilizado na rotina.
2. Posicionar o fantoma sobre a mesa, de modo a cobrir o sensor do sistema automático de
exposição.
3. Posicionar o tubo de raios X a uma distância fixa.
4. Fazer quatro exposições.
5. Anotar os valores de leituras obtidos.
Contato tela-filme
O contato tela-filme pode ser avaliado empregando grade radiopaca e, se houver áreas mais escuras ou
borradas, o contato da tela-filme não é satisfatório e deve ser corrigido.
Saiba mais
Às vezes, a presença de um corpo estranho pode gerar este efeito, ou o chassi deve ser substituído.
Segundo Bushong (2010), algumas causas podem provocar estas falhas, por exemplo: tela
desempenada, dobradiças frouxas, estrutura do cacete trincado ou rachada ou corpo estranho sobre a
tela. 
Na figura 7, é possível visualizar a grade radiopaca para análise do contato tela-filme. A imagem 7(a) exibe um
ótimo contato tela-filme e, na figura 7(b), na região destacada, é possível visualizar uma mancha escura.
Neste caso, a indicação do contato tela-filme não está adequada. A periodicidade deste é anual, e deve ser
executado durante o teste de aceitação. Para atender à exigência, não deve perder uniformidade, como visto
na figura 7(a).
Figura 7: Análise visual do contato tela-filme. (a) indicação de ótimo contato tela-
filme; (b) região destacada indicando contato inadequado da tela-filme.
Resolução espacial
Resolução espacial é a capacidade de um sistema de imagem em determinar e mostrar na imagem um
pequeno objeto de alto contraste de outrode baixo contraste. A resolução no plano é normalmente
especificada em termos de pares de linhas por centímetro (lp/cm) ou pares de linhas por milímetro (lp/mm).
Assim, um padrão de barra de 10lp/cm representa um conjunto de barras uniformemente espaçadas de
0,5mm.
Figura 8: Dispositivo para avaliar a resolução espacial.
Atenção
Este teste deve ser realizado anualmente, durante o teste de aceitação e após reparos. O equipamento
deve ser capaz de identificar pelo menos 2,5pl/mm e, se a resolução espacial for inferior a 1,5pl/mm,
entra em nível de restrição. 
Alinhamento de grade
Segundo Furquim (2009), as grades têm como função retirar do feixe de raios X que passam pelo paciente a
radiação espalhada, que pode prejudicar a qualidade da imagem, piorando o contraste e a resolução espacial.
Para que funcionem adequadamente, devem estar alinhadas, a fim de retirar fótons de maneira equivalente
em toda a imagem. A figura abaixo exibe objeto teste para alinhamento de grade.
Figura 9: Objeto teste para alinhamento de grade.
Conforme Silva et al. (2004), as imagens abaixo exibem o objeto teste para alinhamento de grade. Na Figura
9(a), não existe simetria entre as densidades ópticas das imagens circulares, todas em relação à
circunferência central, enquanto na Figura (b) esta simetria é verificada.
Figura 10: Imagem do teste de alinhamento de grade. (a) alinhamento de grade em
desacordo; (b) alinhamento atende a IN 52.
O instrumental, a metodologia e o procedimento de análise são descritos de acordo com o apresentado em 
Radiodiagnóstico Médico: Desempenho de Equipamentos e Segurança (ANVISA, 2005):
 
Instrumental
 
(1) Dispositivo para verificação de alinhamento de grade.
 
(2) Trena.
 
(3) Nível de bolha.
 
(4) Filme.
 
(5) Densitômetro.
 
Metodologia
1. Centralizar o tubo de raios X em relação ao receptor de imagem, já com o filme.
2. Colocar o tubo na distância de focalização da grade a ser testada.
3. Posicionar o dispositivo de teste em cima da mesa, conforme recomendação do
fabricante.
4. Centralizar o furo central do dispositivo com o campo luminoso (os furos que formam uma
seta devem apontar para a frente da mesa).
5. Colimar o feixe para obter um campo quadrado, pouco menor que o comprimento do
dispositivo.
6. Colocar os blocos de chumbo em cima dos demais furos, de forma que apenas o furo
central fique descoberto.
7. Selecionar uma técnica de acordo com as sugestões dos protocolos de medição.
8. Sem mexer o dispositivo, mudar os blocos de chumbo de forma que apenas o último furo
de cada lado, em relação ao centro, fique coberto.
9. Irradiar com as mesmas técnicas já selecionadas.
10. Retirar os blocos de chumbo e irradiar mais uma vez.
11. Revelar o filme e fazer as leituras com o densitômetro.
12. Verificar se a imagem do furo central possui densidade óptica entre 1 e 2. Caso esteja
fora deste intervalo, repetir o teste.
Após a revelação do filme exposto, efetuar as leituras das densidades ópticas, fazer as anotações no filme de
acordo com a figura abaixo:
Figura 11: Padrão obtido após a revelação do filme exposto.
Calcular as diferenças abaixo e anotar os resultados.
Interpretação dos resultados.
 
A grade é considerada alinhada quando:
• 
(C - 1e) (C - 2e) (C - 1d) (C - 2d)
• 
• 
As diferenças devem ser menores que 10%.
Uniformidade da luminância dos monitores e
negatoscópios para diagnóstico ou laudo
A homogeneidade do negatoscópio é medida por várias leituras de luminância sobre a superfície do
iluminador, em comparação com a luminância no meio do painel de visualização.
Atenção
Leituras muito próximas às bordas (por exemplo, dentro de 5cm) da caixa de visualização devem ser
evitadas. Se existir uma incompatibilidade de cores, verifique se todas as lâmpadas são da mesma
marca, tipo e tempo de uso. 
O pessoal local deve garantir que todos os tubos sejam trocados ao mesmo tempo. Para evitar falta de
homogeneidades como resultado de poeira, as caixas das lâmpadas devem ser regularmente limpas por
dentro e por fora. A luminância entre a periferia do negatoscópio deve estar dentro de 30% da luminância no
centro do painel. E deve ser realizado anualmente, após reparo e no teste de aceitação.
Figura 12: Pontos para efetuar a leitura da luminância. A diferença de luminância
entre o centro A e as periferias B, C, D, E não deve ser superior a 30%.
(C - 2e) = (C - 1d) (C - 2e) = (C - 2d)
• 
Metodologia
1. Colocar o luxímetro em contato com a superfície do negatoscópio em cada ponto
selecionado, medir a luminância em cada ponto.
2. Registre os valores na folha de recolha de dados.
3. Repita o procedimento para cada negatoscópio em uso.
Luminância do negatoscópio para diagnóstico ou laudo
Meça a luminância no centro do painel de visualização usando um medidor de luminância calibrado em cd/m2.
Este procedimento deve ser realizado durante o teste de aceitação, anual ou após reparos. O valor de
luminância dever ser de 1500cd/m2.
 
Iluminância da sala de laudo.
Ao medir o nível da luz ambiente (iluminância), o negatoscópio deve ser desligado. Coloque o
detector contra a área de visualização e gire para longe da superfície para obter uma leitura máxima.
Este valor é indicado como o nível de luz ambiente. Este procedimento deve ser realizado durante o
teste de aceitação, anual ou após reparos. O valor de luminância deve ser de 50 lux.
Qualidade da imagem
Veja no vídeo como os parâmetros do feixe influenciam na qualidade da imagem e, consequentemente, no
diagnóstico.
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Verificando o aprendizado
Questão 1
O contato tela-filme deve ser avaliado uma ou duas vezes por ano. Isso é feito através da radiografia de um
padrão de malha de arame e análise da imagem para as áreas com manchas escuras. Assinale a alternativa
incorreta.
A O contato tela-filme é avaliado para garantir que o contato total seja mantido entre a tela (écran) e o
filme em cada chassi.
B Um contato tela-filme ruim resulta em imagens borradas, além de causar a perda de informação
diagnóstica.
C Para chassis novos não há a necessidade de realizar o teste de contato tela-filme.
D
A periodicidade para a análise do teste contato tela-filme é de uma vez por ano, e se houver áreas mais
escuras ou borradas, é indicativo de falta de contato entre a tela e o filme.
A alternativa C está correta.
O teste contato tela-filme deve ser executado anualmente, inclusive para cassetes novos.
Questão 2
A capacidade ou a habilidade de diferenciar objetos ou estruturas de alto contraste está relacionado a:
A Luminância.
B Resolução espacial.
C Uniformidade espacial.
D Alinhamento da grade.
A alternativa B está correta.
A resolução espacial é a capacidade de um sistema diferenciar pontos adjacentes, ou seja, na prática, é a
capacidade de distinção entre pares de linhas brancas e pretas de diferentes espessuras.
3. Conclusão
Considerações finais
O princípio de otimização estabelece que ninguém deva ser exposto à radiação intencionalmente, mas caso
seja necessário, as doses às quais o paciente é submetido devem ser as menores possíveis traduzindo em
uma melhor qualidade de imagem, conforme indicado pelo princípio ALARA (As Low As Reasonably
Achievable).
 
A avaliação constante e rotineira do equipamento garante o funcionamento adequado do equipamento
emissor de raios X. Os testes de constância propostos na IN 52 estabelecem os limites aceitáveis e, como
novidade, definem o nível de restrição para o equipamento. Na ausência de informação ou um protocolo
adequado para avaliar um determinado parâmetro, a RDC 330 sugere que se utilize alguma recomendação
internacional ou o manual como referência.
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Explore +
Para saber mais sobre os assuntos tratados neste tema, assista aos vídeos de profissionais de radiologia
sobre algumas técnicas radiológicas:Qual a diferença entre Controle da Qualidade e Garantia da Qualidade? - Decifrando o PMBOK #012, de
Andriele Ribeiro.
 
Controle de qualidade em equipamentos de raios x, de BrasilRad.
 
A-236 – Como medir a iluminância em ambientes interiores conforme nbr 15215-4 2005, da
Universidade da Elétrica – IPT Engenharia.
 
Radiologia Digital e Controle de Dose - Dr. Antonio Biasoli Jr., de APROTERJ Radiologia.
 
Funções do kV e mAs, de Academia de Radiologia.
Referências
• 
• 
• 
• 
• 
BRASIL. Instrução Normativa N° 52, de 20 de dezembro de 2019. Diário Oficial da União ‒ Imprensa Nacional.
Brasília, DF, 2019.
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Radiodiagnóstico Médico: Desempenho
de Equipamentos e Segurança. Brasília, DF, 2005.
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Federal N° 453, de 1 de junho de 1998. (Revogada). Brasília, DF, 1998.
 
BRASIL. Resolução - RDC Nº 330, de 20 de dezembro de 2019. Diário Oficial da União – Imprensa Nacional.
Brasília, DF, 2019.
 
BUSHONG, S. C. Ciências Radiológicas para Tecnólogos: física, biologia e proteção. Rio de Janeiro: Elsevier,
2010.
 
DE PAULA, L. F. F. Testes de Controle de Qualidade em Equipamentos de Raios X. (Trabalho de Conclusão de
Curso de Engenharia Biomédica) ‒ Faculdade de Engenharia Elétrica, Universidade Federal de Uberlândia,
2017.
 
ESTADO DE SANTA CATARINA. Secretaria de Estado da Saúde. Superintendência de Vigilância em Saúde. 
Resolução Normativa N° 002/Divs/Ses. Santa Catarina, 2017.
 
FURQUIM, T. A. C.; COSTA, P. R. Programas de Garantia de Qualidade em Radiologia Geral. In: Revista
Brasileira de Física Médica, São Paulo, ABFM, v. 3, n. 1, p. 91-99, 2009.
 
SILVA, M. O., CARVALHO A. C. P., AZEVEDO, A. C. P. Levantamento das Condições de Funcionamento dos
Serviços de Radiologia de Hospitais Públicos e Universitários do Rio de Janeiro. Radiol Bras, 2004; 37 (4):
271-278.
	Desempenho e controle de qualidade em equipamentos radiológicos
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Preparação
	Objetivos
	Introdução
	Nível de restrição
	Teste de aceitação
	Teste de constância
	1. Os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X relacionados à qualidade do feixe
	Qualidade da radiação
	Linearidade da taxa de kerma no ar
	Reprodutibilidade da taxa de kerma no ar
	Atenção
	Atenção
	Exatidão do indicador de tensão do tubo e reprodutibilidade da tensão do tubo
	Reprodutibilidade e exatidão do tempo de exposição
	Atenção
	Valores representativos de dose
	Rendimento do tubo
	Camada semirredutora
	Material e método
	Controle da qualidade do feixe
	Conteúdo interativo
	Verificando o aprendizado
	2. Os testes e parâmetros de qualidade avaliados nos equipamentos emissores de raios X relacionados à qualidade da imagem
	Parâmetros de imagem
	Alinhamento do eixo central do feixe de raios X e exatidão do sistema de colimação
	Atenção
	Controle automático de exposição
	Atenção
	Material e métodos
	Contato tela-filme
	Saiba mais
	Resolução espacial
	Atenção
	Alinhamento de grade
	Uniformidade da luminância dos monitores e negatoscópios para diagnóstico ou laudo
	Atenção
	Luminância do negatoscópio para diagnóstico ou laudo
	Qualidade da imagem
	Conteúdo interativo
	Verificando o aprendizado
	3. Conclusão
	Considerações finais
	Podcast
	Conteúdo interativo
	Explore +
	Referências

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