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FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL Profª Luciana Dominique de Almeida AULA 1 – REVISÃO NEUROANATOMIA REGRAS 1. Horário • Início da aula: 19h10 • Término da aula: 20h50 • Tolerância para atrasos: 10 minutos (alunos entrar silenciosamente sem atrapalhar andamento da aula – casos específicos me informar). 2. Presença • Será feita por lista de presença e/ou chamada nominal, podendo ocorrer no início, meio ou final da aula. • Se necessário, a chamada poderá ser feita mais de uma vez. • É responsabilidade do aluno garantir que seu nome esteja registrado e conferir no sistema, no qual será postado semanalmente, caso haja divergência procurar o professor o quanto antes. REGRAS 3. Faltas e ausências • Faltas só serão justificadas mediante apresentação de atestado médico válido. (Vide manual do aluno). • Atestado médico válido: com CID da doença nos casos de doenças infectocontagiosas, gestação e serviço militar. Entregue a professora com cópia para coordenação em até 48h. • Atividades e avaliações perdidas só poderão ser repostas se o atestado for entregue dentro do prazo combinado. • Lembrando que a regra institucional exige 75% frequência e apenas 25% faltas, atestados não abonam falta, mas justificam ausência. • A matéria em questão possui 2h, ou seja, são 2 aulas, somando duas faltas. REGRAS 4. Prazos de atividades e trabalhos • As datas estabelecidas no cronograma devem ser seguidas rigorosamente. • Não será aceita entrega fora do prazo. Caso o(a) aluno(a) esteja ausente no dia de entrega, apenas com atestado médico será possível nova data. 5. Alterações de aulas • O conteúdo ou formato das aulas poderá ser modificado caso ocorram atrasos no cronograma ou indisponibilidade de laboratório para aulas práticas. • As aulas poderão ser revisadas sem aviso prévio e quando possível serão repostadas. REGRAS SE ATENTEM A PONTUAÇÃO! Não dou nota, vocês que somam pontos ao longo do semestre! Não darei atividades para complementar notas de PROVAS!!! PROVAS • B1 – 06 a 11 abr→ lançamento notas: 14/04; • B2 – 01 a 06 jun → lançamento notas: 09/06; • 2ª chamada - 15 jun → lançamento notas: 17/06; • Exame final – 23 jun→ lançamento notas: 26/06; • Lembrem atividades do AVAAAAAA! CRONOGRAMA Aula Data Conteúdo 1 10/fev Apresentação Disciplina e Plano Ensino 2 17/fev Revisão neuroanatomia (T) 3 24/fev Revisão neurofisiologia (T) 4 03/mar Anamnese neurológica (T) 5 10/mar Avaliação fisioterapêutica neurofuncional B1 50% 6 17/mar Avaliação fisioterapêutica neurofuncional (P) B1 100% 7 24/mar AVC e paralisia facial (T) 8 31/mar TCE E TRM (T) 9 07/abr 1ª AVALIAÇÃO OFICIAL 10 14/abr Doença e Alzheimer e Parkinson (T) B2 -50% 11 21/abr FERIADO TIRADENTES Fisioterapia Neurofuncional (6° e 7°) 3ª feira (19h10 as 20h50) CRONOGRAMA 12 28/abr ELA e EM (T) B2-100% 13 05/mai Guillain Barrè e Miastenia Gravis (T) 14 12/mai Recursos terapêuticos em fisioterapia neurofuncional (T) 15 19/mai Atuação fisioterapia doenças neurológicas (P) 16 26/mai Recursos terapêuticos em fisioterapia neurofuncional 17 02/jun 2ª AVALIAÇÃO OFICIAL B1 18 09/jun REVISÃO PARA EXAMES FINAIS 19 15/jun 2ª CHAMADA 20 23/jun EXAME FINAL TRABALHO B1 • Os primeiros 50% de pontuação será composto por 300 pontos competências para vida + 200 pontos trabalho = 500 pontos → até 06/03/26 • O restante dos 50% de pontuação será através de atividade ou trabalho=500 pontos → até 20/03/26 TRABALHO B2 • Os primeiros 50% de pontuação = → até 30/04/26; • O restante dos 50% de pontuação será através de atividade ou trabalho → até 08/05/26 AULAS PRÁTICAS • Aulas práticas contam com relatório realizado pelo docente, necessitando do uso de imagem alunos para fins acadêmicos e comprovação das aulas. • Usar roupas adequadas laboratório. ✓ Motivação não é algo que aparece todo dia. O que sustenta um profissional é a atitude que ele escolhe repetir, inclusive quando está cansado.” ✓ O profissional que você quer ser começa na atitude que você escolhe repetir. 1. Qual atitude positiva eu já tenho, mas preciso repetir mesmo quando estiver cansado(a)? (ex.: atenção, responsabilidade, esforço mínimo diário) 2. Qual comportamento preciso interromper quando o cansaço bater? (ex.: dispersão, conversa excessiva, procrastinação) 3. O que vai me lembrar de continuar, mesmo sem vontade? (pode ser um objetivo, alguém, uma consequência, uma frase) Não compartilhar. Não comentar. • Cansaço faz parte do processo. O que diferencia quem chega até o fim é não abandonar a atitude certa nos dias difíceis. Isso não é para hoje. É para os dias em que a vontade faltar. REVISÃO NEUROANATOMIA CLASSIFICAÇÃO ANATÔMICA SISTEMA NERVOSO Funções Sistema Nervoso: Controlare coordenar todos os sistemas do corpo ; Integrar o organismo ao ambiente; Receber e interpretar estímulos e desencadear respostas adequadas à eles; Toda função motora, sensitiva e autonômica depende do SN. INTRODUÇÃO MEDULA ESPINHAL É a estrutura mais simples do SNC; Na fase embrionária, o tubo neural foi menos modificado durante seu desenvolvimento; Trata-se de uma massa cilindróide de tecido nervoso, localizado dentro do canal medular; Mede aproximadamente 45cm; 22º ao 23º dia de gestação. Medula Espinhal • Limita-se com o bulbo, ao nível do forame magno; • O limite caudal é na 2ª vértebra lombar • A medula afunila-se formando o cone medular • Continua-se com o filamento terminal Estrutura Medula Espinhal • O calibre medular não é uniforme, havendo duas dilatações; • • As intumescências correspondem as áreas em que as raízes nervosas dos MMSS e MMII fazem conexão: • Intumescência cervical Plexo braquial • Intumescência lombo-sacra Plexo lombo-sacro Substancia cinzenta: Tecido nervoso constituído de neuroglia, corpos de neurônio e fibras amielínicas • Substancia branca: Tecido nervoso formado de neuroglia e fibras mielínicas; ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL As fibras nervosas variam no calibre e possuem bainha de mielina ou não Nervos: cordões esbranquiçados constituídos de fibras nervosas reforçados por tecido conjuntivo. MORFOLOGIA NERVOS Nervos espinhais: União de uma raiz ventral (motora) e dorsal (sensorial). O tronco do nervo espinhal é funcionalmente misto e deixa o canal vertebral pelo forame intervertebral. Ramo dorsal : inerva a pele e músculos da tronco, da região dorsal do nuca e região occipital da cabeça. Ramo ventral: inerva a pele, musculatura, ossos e vasos dos membros e região antero-lateral do pescoço e tronco. NERVOS ESPINHAIS ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Nos sulcos lateral anterior e lateral posterior fazem conexões as raízes eferentes e aferentes dos nervos espinhais, respectivamente. • No centro da medula, há o canal central da medula • A substância cinzenta se localiza dentro da substância branca, em forma de H; Há a formação de 3 colunas: anterior, posterior e lateral; A lateral só aparece na medula torácica e parte da lombar ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL A substância branca apresenta fibras mielínicas que sobem e descem a medula Funículo Anterior Funículo Lateral Funículo Posterior Na cervical, é dividido em fascículo grácil e cuneiforme ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL TOPOGRAFIA VERTEBRO- MEDULAR A medula não ocupa todo o canal medular, pois termina em S2; Abaixo desse nível estão a cauda equina; • Regra prática: Entre os níveis de C2 e T10, adiciona-se 2 ao numero do processo espinhoso da vertebra e tem- se o numero do segmento medular subjacente; ENVOLTÓRIOS MEDULA Dura-máter: E a mais externa; E resistente e espessa devido a abundancia de fibras colágenas; Envolve toda a medula formando o saco dural; Continua-se formando o epineuro dos nervos ENVOLTÓRIOS MEDULA Cavidade meníngeas e seu conteúdo • Espaço epidural: tecido adiposo e plexo venosointerno • Subdural: Pequena quantidade de liquido • Subaracnoideo: LCR Aracnoide Esta entre a dura-máter e a pia-máter Apresenta as trabéculas aracnoides Pia-máter E a meninge mais delicada e interna; Adere intimamente a medula; Forma o filamento terminal Medula Espinhal • Funções da medula • Recebe as informações de diversas partes do corpo e as enviam para o encéfalo e vice- versa. • Responsável pelos atos reflexos (reflexo medular). MEDULA ESPINHAL TRONCO ENCEFÁLICO • Localiza-se entre a medula e o diencéfalo, anteriormente ao cerebelo; • possui três componentes: o bulbo, a ponte e o mesencéfalo. BULBO Também chamado de medula oblonga; • Limites: Superior: Com a medula no nível do forame magno; Inferior: Com o mesencéfalo, pelo sulco bulbopontino • Recebe informações de vários órgãos do corpo, controlando as funções autônomas, como: Batimentos cardíacos, respiração, pressão do sangue, reflexos de salivação, tosse, espirro e a deglutição; ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO Pirâmide: Formada por um feixe de fibras nervosas descendentes; Ligam as áreas motoras do cérebro aos neurônios motores da medula (trato piramidal ou corticoespinhal) • Decussarão das pirâmides Local em que as fibras cruzam obliquamente o plano mediano ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO • fibras piramidais se cruzam e cada hemisfério cerebral controla os movimentos voluntários do lado oposto do corpo. ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO Oliva Formada por uma grande massa de substancia cinzenta, o nucleo olivar inferior; • Origem dos nervos cranianos Hipoglosso (XII): Emerge do sulco lateral anterior; Glossofaríngeo (XI), vago (X) e acessório (IX): Emergem do suco lateral posterior ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO • Fascículo grácil e cuneiforme São constituídos por fibras nervosas ascendentes, provenientes da medula; Terminam em duas massas de substancia cinzenta, os núcleos grácil e cuneiforme. ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO IV ventrículo Abertura do canal central; Formação Reticular E onde se localiza o centro respiratório, responsável por dar ritmo a respiração; Também se localizam o centro vasomotor e centro do vomito. Esta envolvida na regulação de outras funções básicas como digestão, transpiração, micção. ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO PONTE Interpõem-se entre bulbo e mesencéfalo • Esta situado anteriormente ao cerebelo; • Participa de algumas atividades com o bulbo. Funções: Controle da respiração; É um centro de transmissão de impulsos para o cerebelo; Permite a passagem para as fibras nervosas que ligam o cérebro a medula. PONTE ANATÔMO-FISIOLOGIA PONTE Penduculo cerebelar inferior Penetra no hemisfério cerebelar correspondente; • Sulco basilar Aloja a artéria basilar • Origem dos nervos trigêmeo (V), abducente (VI), vestíbulo-coclear (VIII) PONTE A ponte possui núcleos de origem do nervo trigêmeo (V par craniano), nervo abducente (VI par craniano) e o nervo facial (VII par craniano). Além disso, observamos os núcleos pontinos e os núcleos de formação reticular. IV VENTRÍCULO Situado entre o bulbo e a ponte ventralmente e o cerebelo, dorsalmente. • Se comunica caudalmente com o canal central da medula e cranialmente com o aqueduto cerebral ANATÔMO-FISIOLOGIA IV VENTRÍCULO Coliculo facial Formado por fibras dos nervos faciais; • Lócus ceruleus Regula os mecanismos do sono; • Plexos coronoides Produz o liquido cérebro-espinhal MESENCÉFALO Localiza-se entre a ponte e o diencéfalo • E responsável por algumas funções como a visão, audição, movimento dos olhos e do corpo. ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO Aqueduto cerebral: Une o III e IV ventriculos • Penduculo cerebral E a parte ventral do mesencefalo. Envia fibras que penetram no cerebro • Coliculos superior e inferior Eminencias do tecto do mesencefalo Superiores: Recebem informacoes visuais; Inferiores: Recebem informacoes auditivas; 20. Colículos MESENCÉFALO https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO Origem dos nervos oculomotor (III) e troclear (IV) • Substancia negra Formada por neurônios que contem melanina Na doença de Parkinson, apresenta degenerações que comprometem a produção de dopamina CEREBELO Cerebelo é encontrado entre o cérebro e o tronco encefálico, conectado ao tálamo e à medula espinhal através de muitas fibras nervosas. O nome cerebelo deriva do latim e significa pequeno cérebro. CEREBELO Suas funções relacionam-se com o controle dos movimentos voluntários, aprendizagem motora, controle do tônus muscular, equilíbrio e coordenação dos movimentos; Lesão cerebelar = ataxia A ataxia se classifica como uma desordem neurológica caracterizada pela perda da coordenação motora, com prejuízo na marcha, nos movimentos das extremidades superiores e inferiores, na fala e, em alguns casos, no equilíbrio postural. CEREBELO CEREBELO https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html CEREBELO DIVISÃO FUNCIONAL CEREBELO O cerebelo pode ser dividido funcionalmente em 3 sistemas: 1. Vestibulocerebelo → lobo floculonodular. •Função: equilíbrio, postura, movimentos oculares. 2. Espinocerebelo → vérmis e parte medial dos hemisférios. •Função: ajustes posturais automáticos e coordenação dos movimentos axiais e proximais. 3. Cerebrocerebelo → hemisférios laterais. •Função: coordenação motora fina, planejamento e aprendizagem motora. Formado por vários núcleos. compreende tálamo, o hipotálamo. Acima do tálamo fica a glândula pineal, ou epitálamo. Todas estruturas tem relação com o III ventrículo DIENCÉFALO DIENCÉFALO ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO •Tálamo: estação de retransmissão dos estímulos sensoriais e motores para o córtex cerebral. •Hipotálamo: regula funções vitais como temperatura corporal, fome, sede, sono, emoções e controle do sistema endócrino. •Epitálamo: relacionado aos ritmos biológicos, incluindo o ciclo sono–vigília (glândula pineal). •Subtálamo: participa do controle motor. ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO Tálamo: São duas massas volumosas de substancia cinzenta; • Localiza se na porção laterodorsal do diencéfalo, uma de cada lado; Corpo geniculado medial Faz parte da via sensitiva • Corpo geniculado lateral Faz parte da via optica III VENTRÍCULO E uma estreita fenda, na regiao mediana; • Se comunica com IV ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os ventrículos laterais VENTRÍCULOS LATERAIS • São dois, direito e esquerdo; • • Se comunicam com o III ventrículo pelo forame interventricular. • Apresenta plexos coriodes CENTRO BRANCO MEDULAR Formado por fibras mielínicas de projeção ou associação Projeção: Ligam o córtex aos centros subcorticais; Associação: Unem as áreas corticais de partes diferentes do cérebro; • As fibras de projeção se dispõem em dois feixes: o fórnix e a cápsula interna • As fibras de associação são constituídas pelo corpo caloso, comissura do fórnix e comissura anterior. CORPO CALOSO É a maior as comissuras inter-hemisféricas; • O corpo caloso conecta os hemisférios cerebrais, permitindo a interconexão entre eles; • Formado por um grande número de fibras mielínicas que cruzam o plano mediano • Penetram em cada lado no centro branco medular do cérebro, unindo áreas simétricas do córtex cerebral. NÚCLEOS BASE Os núcleos da base são conjuntos de massas de substância cinzenta localizadas profundamente nos hemisférios cerebrais, envolvidos principalmente no controle motor, no aprendizado de hábitos, no comportamento e em funções cognitivas. Recebem todos os sinais de entrada do córtex e desenvolvem quase todos os sinais de saída; NÚCLEOS BASE https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html NÚCLEOS BASE Estrutura Localização / Composição Função Principal Alterações Clínicas Núcleo Caudado Medial ao putâmen, acompanha o ventrículo lateral Planejamento e controle domovimento; funções cognitivas Degeneração → coreia (Doença de Huntington) Putâmen Lateral ao globo pálido Execução e modulação dos movimentos voluntários Hipercinesias ou hipocinesias Globo Pálido (GPi/GPe) Medial ao putâmen Regulação do tônus muscular e inibição motora Rigidez, bradicinesia Corpo Estriado Núcleo caudado + putâmen Porta de entrada das informações corticais Distúrbios do movimento Núcleo Lentiforme Putâmen + globo pálido Integração motora Alterações do controle motor Substância Negra (pars compacta) Mesencéfalo Produção de dopamina (facilita movimento) Parkinson (rigidez, tremor, bradicinesia) Substância Negra (pars reticulata) Mesencéfalo Controle motor via conexões com tálamo Distúrbios motores Núcleo Subtalâmico Diencéfalo Inibição do movimento excessivo Lesão → hemibalismo ENCÉFALO • O cérebro possui cerca de 1,4 kg nos adultos • é dividido em telencéfalo e diencéfalo, e o tronco encefálico é dividido em bulbo, ponte e mesencéfalo. • Composto substância branca e cinzenta Maior espaço no cérebro humano. Recebe todos os sinais que vem do corpo. O córtex cerebral divide-se em: occipital, parietal, frontal, temporal e lobo da ínsula. TELENCÉFALO LOBOS CEREBRAIS LOBOS E FUNÇÕES Lobo frontal: Intelecto e controle motor geral; Lobo temporal: Estimulo auditivo e sua interpretação; Lobo parietal: Estimulo sensorial geral e sua interpretação; Lobo occipital: Estimulo visual e sua interpretação LOBOS CEREBRAIS GIROS E SULCOS Giros: Cristas do tecido dobrado que se observa ao visualizar a superfície Sulcos: Regiões das fendas Aumentam a área de superfície, permitindo que o crânio acondicione mais tecido Organização igual em todos os cérebros GIROS E SULCOS GIROS E SULCOS VASCULARIZAÇÃO • Irrigação carótidas interna e vertebral; • Percorrem pela base do crânio formando o polígono, para vascularização cerebral; • Polígono de Willis VASCULARIZAÇÃO VASCULARIZAÇÃO Anterior: face interna lobos frontais e parietais; parte corpo caloso, alguns núcleos base. Média: face externa lobos frontais, parietais e temporal em parte, lobo insula. Posterior: lobo occipital, parte do temporal, tálamo, mesencéfalo. CÓRTEX CEREBRAL CÓRTEX CEREBRAL É uma fina camada de substância cinzenta que reveste o centro branco medular do cérebro; É o local onde chegam todas as vias de sensibilidade que se tornam conscientes e são interpretadas; Também é o local onde saem impulsos que vão realizar movimentos voluntários É o cérebro consciente, região da mente e do intelecto; CÓRTEX MOTOR → dividido em: Córtex Motor Primário → localizado giro pré-central/lobo frontal •Função: Comanda a execução direta dos movimentos voluntários (células piramidais), controle movimentos musculares finos, mãos e fala. Área Pré-motora → localizada anteriormente ao giro pré-central;. •Função: Planejamento e preparação dos movimentos. Banco de memória das atividades motoras. Área Motora Suplementar → Superfície medial do lobo frontal. •Função: Atua junto com a área pré- motora. Coordenação de movimentos complexos e bilaterais. CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR CÓRTEX MOTOR O homúnculo motor é a representação do corpo humano no córtex motor primário, mostrando quanto de área cerebral é dedicada ao controle de cada parte do corpo. É uma representação desproporcional das diferentes partes do corpo de acordo com a complexidade motora exigida por cada região. CÓRTEX MOTOR Transmissão de Sinais: Tratos piramidais; Tratos extrapiramidais; • Trato Piramidal (Trato Corticoespinhal) Fibras grandes mielinizadas; Transmite sinais a medula a uma velocidade de 70m/s; CÓRTEX MOTOR Trato Extrapiramidal: Contribui para o controle motor, mas está fora do sistema corticoespinhal; Vias através dos gânglios da base, formação reticular do tronco cerebral, núcleos vestibulares e rubros; SISTEMA SOMATOSSENSORIAL Todas as sensações possuem receptores sensoriais específicos e caminhos específicos para serem conduzidos para uma área específica. No caso da sensibilidade somática, é a área somestésica do córtex. Sensibilidade especial: visão, audição, olfação, gustação e equilíbrio. Sensibilidade somática: tato protopático (grosseiro), tato epicrítico (discriminativo), vibração, pressão, dor, temperatura, propriocepção. VIAS ASCENDENTES Via / Trato Origem Trajeto Destino Modalidade Fascículo Grácil Receptores periféricos de MMII e tronco inferior Sobe ipsilateral na medula → núcleo grácil (bulbo) → decussação → lemnisco medial Tálamo (VPL) → córtex somatossensorial Tato fino, propriocepção consciente, vibração Fascículo Cuneiforme Receptores de MMSS e tronco superior Sobe ipsilateral → núcleo cuneiforme (bulbo) → decussação → lemnisco medial Tálamo (VPL) → córtex somatossensorial Tato fino, propriocepção consciente, vibração Trato Espinotalâmico Lateral Receptores de dor e temperatura Entra na medula → cruza no mesmo nível (comissura branca) → sobe contralateral Tálamo (VPL) → córtex somatossensorial Dor e temperatura Trato Espinotalâmico Anterior Receptores de tato grosseiro e pressão Cruza no nível medular → sobe contralateral Tálamo → córtex somatossensorial Tato grosseiro Trato Espinocerebelar Posterior Fusos musculares e órgãos tendinosos Sobe ipsilateral pela medula Cerebelo (pedúnculo cerebelar inferior) Propriocepção inconsciente Trato Espinocerebelar Anterior Receptores proprioceptivos Cruza na medula → sobe → cruza novamente no tronco Cerebelo (pedúnculo cerebelar superior) Propriocepção inconsciente VIAS DESCENDENTES Via / Trato Origem Trajeto Destino Função Trato Corticoespinal Lateral (Piramidal) Córtex motor primário Cápsula interna → tronco encefálico → decussação bulbar Motoneurônios da medula Movimento voluntário fino Trato Corticoespinal Anterior Córtex motor Desce ipsilateral, cruza no nível medular Motoneurônios medulares Movimento axial e postural Trato Rubroespinal Núcleo rubro (mesencéfalo) Cruza no mesencéfalo → desce pela medula Motoneurônios Facilita flexores Trato Vestibuloespinal Núcleos vestibulares Desce ipsilateral pela medula Motoneurônios extensores Equilíbrio e postura Trato Reticuloespinal Formação reticular Desce bilateralmente Motoneurônios Tônus muscular e postura Trato Tectoespinal Colículo superior Cruza no mesencéfalo → desce Motoneurônios cervicais Movimentos reflexos da cabeça e olhos DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX Córtex Somatossensorial Primário •Localização: Lobo parietal, giro pós-central. •Função: Recebe e processa tato, dor, pressão, temperatura e propriocepção. •Obs: Possui o homúnculo sensitivo. ÁREAS SENSITIVAS DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX O homúnculo sensitivo é uma representação desproporcional das partes do corpo. Mãos, lábios, língua e face são representadas de forma maior devido → alta densidade de receptores sensoriais Partes do corpo com menor sensibilidade → têm representações menores. ÁREAS SENSITIVAS ÁREAS SENSITIVAS Formadas pelas seguintes áreas: Área somestésica Lobo parietal Área visual: Lobo occipital Área auditiva: Lobo temporal Área vestibular: Lobo parietal Área olfatória: Lobo frontal Área gustativa: Lobo parietal ÁREAS SENSITIVAS Primárias → as áreas que recebem diretamente a informação ou enviam comandos motores. → recebe e excecuta. Lesão → perda direta da função. Secundárias → Responsáveis por interpretar a informação que chegou às áreas primárias. → Interpreta. Lesão → dificuldade de reconhecimento (agnosias, apraxias) Terciárias → São as áreas mais complexas, de integração global. → integra e planeja. ÁREAS LINGUAGEM Área de Broca: Está relacionada com a expressão da linguagem. Lobo frontal, geralmente hemisfério esquerdo.→ Em caso de lesão, o paciente compreende, mas não consegue se expressar. • Área de Wernike: Está relacionada a percepção da linguagem. Lobo temporal, hemisfério esquerdo. → Em caso de lesão, há dificuldade na compreensão e interpretação da palavra • Lesões nessas áreas geram afasia Slide 1: FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL Slide 2: REGRAS Slide 3: REGRAS Slide 4: REGRAS Slide 5: REGRAS Slide 6: PROVAS Slide 7: CRONOGRAMA Slide 8: CRONOGRAMA Slide 9: TRABALHO B1 Slide 10: TRABALHO B2 Slide 11: AULAS PRÁTICAS Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18: MEDULA ESPINHAL Slide 19 Slide 20 Slide 21: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Slide 22 Slide 23 Slide 24: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Slide 25: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Slide 26: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Slide 27: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32: TRONCO ENCEFÁLICO Slide 33: BULBO Slide 34: ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40: PONTE Slide 41: PONTE Slide 42: ANATÔMO-FISIOLOGIA PONTE Slide 43: PONTE Slide 44: IV VENTRÍCULO Slide 45: ANATÔMO-FISIOLOGIA IV VENTRÍCULO Slide 46: MESENCÉFALO Slide 47: ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO Slide 48: MESENCÉFALO Slide 49: ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO Slide 50: CEREBELO Slide 51: CEREBELO Slide 52: CEREBELO Slide 53: CEREBELO Slide 54: CEREBELO Slide 55: DIVISÃO FUNCIONAL CEREBELO Slide 56 Slide 57: DIENCÉFALO Slide 58: ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO Slide 59: ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO Slide 60: III VENTRÍCULO Slide 61 Slide 62: CENTRO BRANCO MEDULAR Slide 63: CORPO CALOSO Slide 64: NÚCLEOS BASE Slide 65: NÚCLEOS BASE Slide 66: NÚCLEOS BASE Slide 67: ENCÉFALO Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72: GIROS E SULCOS Slide 73: GIROS E SULCOS Slide 74: GIROS E SULCOS Slide 75 Slide 76 Slide 77 Slide 78 Slide 79: CÓRTEX CEREBRAL Slide 80: CÓRTEX MOTOR Slide 81: CÓRTEX MOTOR Slide 82: CÓRTEX MOTOR Slide 83: CÓRTEX MOTOR Slide 84: CÓRTEX MOTOR Slide 85: CÓRTEX MOTOR Slide 86: SISTEMA SOMATOSSENSORIAL Slide 87: VIAS ASCENDENTES Slide 88: VIAS DESCENDENTES Slide 89: DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX Slide 90: DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX Slide 91: ÁREAS SENSITIVAS Slide 92: ÁREAS SENSITIVAS Slide 93: ÁREAS LINGUAGEM