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FISIOTERAPIA 
NEUROFUNCIONAL
Profª Luciana Dominique de Almeida
AULA 1 – REVISÃO NEUROANATOMIA
REGRAS
1. Horário
• Início da aula: 19h10
• Término da aula: 20h50
• Tolerância para atrasos: 10 minutos (alunos entrar
silenciosamente sem atrapalhar andamento da aula – casos
específicos me informar).
2. Presença
• Será feita por lista de presença e/ou chamada nominal, podendo
ocorrer no início, meio ou final da aula.
• Se necessário, a chamada poderá ser feita mais de uma vez.
• É responsabilidade do aluno garantir que seu nome esteja
registrado e conferir no sistema, no qual será postado
semanalmente, caso haja divergência procurar o professor o quanto
antes.
REGRAS
3. Faltas e ausências
• Faltas só serão justificadas mediante apresentação de atestado
médico válido. (Vide manual do aluno).
• Atestado médico válido: com CID da doença nos casos de doenças
infectocontagiosas, gestação e serviço militar. Entregue a professora
com cópia para coordenação em até 48h.
• Atividades e avaliações perdidas só poderão ser repostas se o
atestado for entregue dentro do prazo combinado.
• Lembrando que a regra institucional exige 75% frequência e apenas
25% faltas, atestados não abonam falta, mas justificam ausência.
• A matéria em questão possui 2h, ou seja, são 2 aulas, somando duas
faltas.
REGRAS
4. Prazos de atividades e trabalhos
• As datas estabelecidas no cronograma devem ser seguidas
rigorosamente.
• Não será aceita entrega fora do prazo.
Caso o(a) aluno(a) esteja ausente no dia de entrega, apenas com 
atestado médico será possível nova data.
5. Alterações de aulas
• O conteúdo ou formato das aulas poderá ser modificado caso 
ocorram atrasos no cronograma ou indisponibilidade de laboratório 
para aulas práticas.
• As aulas poderão ser revisadas sem aviso prévio e quando 
possível serão repostadas.
REGRAS
SE ATENTEM A 
PONTUAÇÃO!
Não dou nota, vocês 
que somam pontos ao 
longo do semestre!
Não darei atividades para complementar notas de PROVAS!!!
PROVAS
• B1 – 06 a 11 abr→ lançamento notas: 14/04;
• B2 – 01 a 06 jun → lançamento notas: 09/06;
• 2ª chamada - 15 jun → lançamento notas: 17/06;
• Exame final – 23 jun→ lançamento notas: 26/06;
• Lembrem atividades do AVAAAAAA!
CRONOGRAMA
Aula Data Conteúdo 
1 10/fev Apresentação Disciplina e Plano Ensino 
2 17/fev Revisão neuroanatomia (T)
3 24/fev Revisão neurofisiologia (T)
4 03/mar Anamnese neurológica (T)
5 10/mar Avaliação fisioterapêutica neurofuncional B1 50% 
6 17/mar Avaliação fisioterapêutica neurofuncional (P) B1 100% 
7 24/mar AVC e paralisia facial (T)
8 31/mar TCE E TRM (T)
9 07/abr 1ª AVALIAÇÃO OFICIAL 
10 14/abr Doença e Alzheimer e Parkinson (T) B2 -50%
11 21/abr FERIADO TIRADENTES
Fisioterapia Neurofuncional (6° e 7°) 3ª feira (19h10 as 20h50)
CRONOGRAMA
12 28/abr ELA e EM (T) B2-100%
13 05/mai Guillain Barrè e Miastenia Gravis (T)
14 12/mai Recursos terapêuticos em fisioterapia neurofuncional (T) 
15 19/mai Atuação fisioterapia doenças neurológicas (P) 
16 26/mai Recursos terapêuticos em fisioterapia neurofuncional
17 02/jun 2ª AVALIAÇÃO OFICIAL B1 
18 09/jun REVISÃO PARA EXAMES FINAIS
19 15/jun 2ª CHAMADA
20 23/jun EXAME FINAL 
TRABALHO B1
• Os primeiros 50% de pontuação será composto
por 300 pontos competências para vida + 200
pontos trabalho = 500 pontos → até 06/03/26
• O restante dos 50% de pontuação será através
de atividade ou trabalho=500 pontos → até
20/03/26
TRABALHO B2
• Os primeiros 50% de pontuação = → até
30/04/26;
• O restante dos 50% de pontuação será através
de atividade ou trabalho → até 08/05/26
AULAS PRÁTICAS
• Aulas práticas contam com relatório
realizado pelo docente, necessitando do
uso de imagem alunos para fins
acadêmicos e comprovação das aulas.
• Usar roupas adequadas laboratório.
✓ Motivação não é algo que aparece todo
dia. O que sustenta um profissional é a
atitude que ele escolhe repetir, inclusive
quando está cansado.”
✓ O profissional que você quer ser começa
na atitude que você escolhe repetir.
1. Qual atitude positiva eu já tenho, mas preciso repetir 
mesmo quando estiver cansado(a)? (ex.: atenção, 
responsabilidade, esforço mínimo diário)
2. Qual comportamento preciso interromper quando o 
cansaço bater?
(ex.: dispersão, conversa excessiva, procrastinação)
3. O que vai me lembrar de continuar, mesmo sem vontade? 
(pode ser um objetivo, alguém, uma consequência, uma 
frase)
Não compartilhar. Não comentar.
• Cansaço faz parte do processo. O que
diferencia quem chega até o fim é não
abandonar a atitude certa nos dias
difíceis.
Isso não é para hoje. É para os dias em 
que a vontade faltar.
REVISÃO 
NEUROANATOMIA
CLASSIFICAÇÃO
ANATÔMICA SISTEMA NERVOSO
Funções Sistema Nervoso:
Controlare coordenar todos os sistemas
do corpo ;
Integrar o organismo ao ambiente;
Receber e interpretar estímulos e
desencadear respostas adequadas à eles;
Toda função motora, sensitiva 
e autonômica depende do SN.
INTRODUÇÃO
MEDULA ESPINHAL
É a estrutura mais simples do SNC;
Na fase embrionária, o tubo neural foi menos
modificado durante seu desenvolvimento;
Trata-se de uma massa cilindróide de tecido
nervoso, localizado dentro do canal medular;
Mede aproximadamente 45cm;
22º ao 23º dia de 
gestação.
Medula Espinhal
• Limita-se com o bulbo, ao nível 
do forame magno;
• O limite caudal é na 2ª vértebra 
lombar
• A medula afunila-se formando o 
cone medular
• Continua-se com o filamento 
terminal
Estrutura Medula Espinhal
• O calibre medular não é 
uniforme, havendo duas 
dilatações;
• • As intumescências 
correspondem as áreas em 
que as raízes nervosas dos 
MMSS e MMII fazem conexão:
• Intumescência cervical Plexo 
braquial
• Intumescência lombo-sacra 
Plexo lombo-sacro
Substancia cinzenta:
Tecido nervoso
constituído de neuroglia,
corpos de neurônio e fibras
amielínicas
• Substancia branca:
Tecido nervoso formado
de neuroglia e fibras
mielínicas;
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MEDULA ESPINHAL
As fibras nervosas variam no calibre
e possuem bainha de mielina ou não
Nervos: cordões esbranquiçados constituídos de fibras nervosas reforçados por 
tecido conjuntivo.
MORFOLOGIA NERVOS
Nervos espinhais: União de uma
raiz ventral (motora) e dorsal
(sensorial).
O tronco do nervo espinhal é
funcionalmente misto e deixa o
canal vertebral pelo forame
intervertebral.
Ramo dorsal : inerva a pele e
músculos da 
tronco, da
região dorsal do 
nuca e região
occipital da cabeça.
Ramo ventral: inerva a pele,
musculatura, ossos e vasos dos
membros e região antero-lateral
do pescoço e tronco.
NERVOS ESPINHAIS
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MEDULA ESPINHAL
Nos sulcos lateral anterior e lateral posterior fazem
conexões as raízes eferentes e aferentes dos
nervos
espinhais, respectivamente.
• No centro da medula, há o canal central da
medula
• A substância cinzenta se localiza dentro da
substância branca, em forma de H;
Há a formação de 3 colunas: anterior, posterior e
lateral;
A lateral só aparece na medula torácica e parte da
lombar
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MEDULA ESPINHAL
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MEDULA ESPINHAL
A substância branca apresenta fibras
mielínicas que
sobem e descem a medula
Funículo Anterior
Funículo Lateral
Funículo Posterior
Na cervical, é dividido
em fascículo grácil e
cuneiforme
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MEDULA ESPINHAL
TOPOGRAFIA VERTEBRO-
MEDULAR
A medula não ocupa todo o
canal medular, pois termina
em S2;
Abaixo desse nível estão a
cauda equina;
• Regra prática:
Entre os níveis de C2 e T10,
adiciona-se
2 ao numero do processo
espinhoso da vertebra e tem-
se o numero do segmento
medular subjacente;
ENVOLTÓRIOS MEDULA
Dura-máter:
E a mais externa;
E resistente e espessa devido a
abundancia de fibras colágenas;
Envolve toda a medula formando o saco
dural;
Continua-se formando o epineuro dos
nervos
ENVOLTÓRIOS MEDULA
Cavidade meníngeas e seu conteúdo
• Espaço epidural: tecido adiposo e plexo venosointerno
• Subdural: Pequena quantidade de liquido
• Subaracnoideo: LCR
Aracnoide
Esta entre a dura-máter e a pia-máter
Apresenta as trabéculas aracnoides
Pia-máter
E a meninge mais delicada e interna;
Adere intimamente a medula;
Forma o filamento terminal
Medula Espinhal
• Funções da medula
• Recebe as informações de
diversas partes do corpo e as
enviam para o encéfalo e vice-
versa.
• Responsável pelos atos reflexos
(reflexo medular).
MEDULA ESPINHAL
TRONCO ENCEFÁLICO
• Localiza-se entre a medula e o diencéfalo,
anteriormente ao cerebelo;
• possui três componentes: o bulbo, a ponte e o
mesencéfalo.
BULBO
Também chamado de medula oblonga;
• Limites:
Superior: Com a medula no nível do forame
magno;
Inferior: Com o mesencéfalo, pelo sulco
bulbopontino
• Recebe informações de vários órgãos do corpo,
controlando as funções autônomas, como:
Batimentos cardíacos, respiração, pressão do
sangue, reflexos de salivação, tosse, espirro e a
deglutição;
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
BULBO
Pirâmide:
Formada por um feixe de fibras 
nervosas descendentes;
Ligam as áreas motoras do 
cérebro aos neurônios
motores da medula (trato 
piramidal ou corticoespinhal)
• Decussarão das pirâmides
Local em que as fibras cruzam 
obliquamente o plano
mediano
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
BULBO
• fibras piramidais se cruzam
e cada hemisfério cerebral
controla os movimentos
voluntários do lado oposto do
corpo.
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
BULBO
Oliva
Formada por uma grande 
massa de substancia cinzenta,
o nucleo olivar inferior;
• Origem dos nervos cranianos
Hipoglosso (XII): Emerge do 
sulco
lateral anterior;
Glossofaríngeo (XI), vago (X) e
acessório (IX): Emergem do 
suco
lateral posterior
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
BULBO
• Fascículo grácil e 
cuneiforme
São constituídos por 
fibras nervosas 
ascendentes,
provenientes da medula;
Terminam em duas 
massas de substancia 
cinzenta, os núcleos 
grácil e cuneiforme.
ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO
IV ventrículo
Abertura do canal central;
Formação Reticular
E onde se localiza o centro respiratório, responsável por
dar ritmo a respiração;
Também se localizam o centro vasomotor e centro do vomito.
Esta envolvida na regulação de outras funções básicas como
digestão, transpiração, micção.
ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO
PONTE
Interpõem-se entre bulbo e mesencéfalo
• Esta situado anteriormente ao cerebelo;
• Participa de algumas atividades com o bulbo.
Funções:
Controle da respiração;
É um centro de transmissão de impulsos para o
cerebelo;
Permite a passagem para as fibras nervosas que
ligam o cérebro a medula.
PONTE
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
PONTE
Penduculo cerebelar inferior
Penetra no hemisfério cerebelar 
correspondente;
• Sulco basilar
Aloja a artéria basilar
• Origem dos nervos trigêmeo (V), abducente 
(VI), vestíbulo-coclear (VIII)
PONTE
A ponte possui núcleos
de origem do nervo
trigêmeo (V par
craniano), nervo
abducente (VI par
craniano) e o nervo
facial (VII par craniano).
Além disso,
observamos os núcleos
pontinos e os núcleos
de formação reticular.
IV VENTRÍCULO
Situado entre o bulbo e a 
ponte ventralmente e o
cerebelo, dorsalmente.
• Se comunica 
caudalmente
com o canal central da
medula e cranialmente
com o aqueduto cerebral
ANATÔMO-FISIOLOGIA IV 
VENTRÍCULO
Coliculo facial
Formado por fibras dos nervos faciais;
• Lócus ceruleus
Regula os mecanismos do sono;
• Plexos coronoides
Produz o liquido cérebro-espinhal
MESENCÉFALO
Localiza-se entre a ponte e o
diencéfalo
• E responsável por algumas
funções como a visão, audição, 
movimento dos olhos e do corpo.
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MESENCÉFALO
Aqueduto cerebral:
Une o III e IV ventriculos
• Penduculo cerebral
E a parte ventral do
mesencefalo. Envia fibras
que
penetram no cerebro
• Coliculos superior e inferior
Eminencias do tecto do
mesencefalo
Superiores: Recebem
informacoes visuais;
Inferiores: Recebem informacoes
auditivas;
20. Colículos
MESENCÉFALO
https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
MESENCÉFALO
Origem dos nervos oculomotor (III) e troclear (IV)
• Substancia negra
Formada por neurônios que contem melanina
Na doença de Parkinson, apresenta degenerações
que comprometem a produção de dopamina
CEREBELO
Cerebelo é encontrado entre o cérebro e o
tronco encefálico, conectado ao tálamo e à
medula espinhal através de muitas fibras
nervosas.
O nome cerebelo deriva do latim e significa
pequeno cérebro.
CEREBELO
Suas funções relacionam-se com o controle dos
movimentos voluntários, aprendizagem motora,
controle do tônus muscular, equilíbrio e
coordenação dos movimentos;
Lesão cerebelar = ataxia
A ataxia se classifica como uma desordem
neurológica caracterizada pela perda da
coordenação motora, com prejuízo na marcha, nos
movimentos das extremidades superiores e
inferiores, na fala e, em alguns casos, no equilíbrio
postural.
CEREBELO
CEREBELO
https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html
CEREBELO
DIVISÃO FUNCIONAL 
CEREBELO
O cerebelo pode ser dividido funcionalmente em 3 sistemas:
1. Vestibulocerebelo → lobo floculonodular.
•Função: equilíbrio, postura, movimentos oculares.
2. Espinocerebelo → vérmis e parte medial dos hemisférios.
•Função: ajustes posturais automáticos e coordenação dos
movimentos axiais e proximais.
3. Cerebrocerebelo → hemisférios laterais.
•Função: coordenação motora fina, planejamento e
aprendizagem motora.
Formado por vários núcleos.
compreende tálamo, o hipotálamo.
Acima do tálamo fica a glândula pineal,
ou epitálamo. Todas estruturas tem
relação com o III ventrículo
DIENCÉFALO
DIENCÉFALO
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
DIENCÉFALO
•Tálamo: estação de retransmissão dos estímulos sensoriais
e motores para o córtex cerebral.
•Hipotálamo: regula funções vitais como temperatura
corporal, fome, sede, sono, emoções e controle do sistema
endócrino.
•Epitálamo: relacionado aos ritmos biológicos, incluindo o
ciclo sono–vigília (glândula pineal).
•Subtálamo: participa do controle motor.
ANATÔMO-FISIOLOGIA 
DIENCÉFALO
Tálamo:
São duas massas
volumosas de substancia
cinzenta;
• Localiza se na porção
laterodorsal do diencéfalo,
uma de cada lado;
Corpo geniculado medial
Faz parte da via sensitiva
• Corpo geniculado lateral
Faz parte da via optica
III VENTRÍCULO
E uma estreita fenda, na regiao
mediana;
• Se comunica com IV ventrículo
pelo aqueduto cerebral e com os
ventrículos laterais
VENTRÍCULOS LATERAIS
• São dois, direito e esquerdo;
• • Se comunicam com o III ventrículo pelo
forame interventricular.
• Apresenta plexos coriodes
CENTRO BRANCO 
MEDULAR
Formado por fibras mielínicas de 
projeção ou associação
Projeção: Ligam o córtex aos 
centros subcorticais;
Associação: Unem as áreas 
corticais de partes diferentes do
cérebro;
• As fibras de projeção se dispõem 
em dois feixes: o fórnix e a cápsula 
interna
• As fibras de associação são 
constituídas pelo corpo caloso, 
comissura do fórnix e comissura 
anterior.
CORPO CALOSO
É a maior as comissuras inter-hemisféricas;
• O corpo caloso conecta os hemisférios cerebrais,
permitindo a interconexão entre eles;
• Formado por um grande número de fibras mielínicas que 
cruzam o plano mediano
• Penetram em cada lado no centro branco medular do 
cérebro, unindo áreas simétricas do córtex cerebral.
NÚCLEOS BASE
Os núcleos da base são conjuntos de massas de
substância cinzenta localizadas profundamente
nos hemisférios cerebrais, envolvidos
principalmente no controle motor, no aprendizado
de hábitos, no comportamento e em funções
cognitivas.
Recebem todos os sinais de entrada do córtex e
desenvolvem quase todos os sinais de saída;
NÚCLEOS BASE
https://anatpat.unicamp.br/bineucerebrocoronal3.html
NÚCLEOS BASE
Estrutura
Localização / 
Composição
Função Principal Alterações Clínicas
Núcleo Caudado
Medial ao putâmen, 
acompanha o 
ventrículo lateral
Planejamento e controle domovimento; funções cognitivas
Degeneração → coreia 
(Doença de Huntington)
Putâmen Lateral ao globo pálido
Execução e modulação dos 
movimentos voluntários
Hipercinesias ou 
hipocinesias
Globo Pálido 
(GPi/GPe)
Medial ao putâmen
Regulação do tônus muscular e 
inibição motora
Rigidez, bradicinesia
Corpo Estriado
Núcleo caudado + 
putâmen
Porta de entrada das 
informações corticais
Distúrbios do 
movimento
Núcleo 
Lentiforme
Putâmen + globo 
pálido
Integração motora
Alterações do controle 
motor
Substância Negra 
(pars compacta)
Mesencéfalo
Produção de dopamina (facilita 
movimento)
Parkinson (rigidez, 
tremor, bradicinesia)
Substância Negra 
(pars reticulata)
Mesencéfalo
Controle motor via conexões 
com tálamo
Distúrbios motores
Núcleo 
Subtalâmico
Diencéfalo
Inibição do movimento 
excessivo
Lesão → hemibalismo
ENCÉFALO
• O cérebro possui cerca de 1,4 kg nos adultos
• é dividido em telencéfalo e diencéfalo, e o tronco
encefálico é dividido em bulbo, ponte e
mesencéfalo.
• Composto substância branca e cinzenta
Maior espaço no cérebro humano. Recebe todos
os sinais que vem do corpo. O córtex cerebral
divide-se em: occipital, parietal, frontal, temporal
e lobo da ínsula.
TELENCÉFALO
LOBOS CEREBRAIS
LOBOS E FUNÇÕES
Lobo frontal:
Intelecto e controle motor
geral;
Lobo temporal:
Estimulo auditivo e sua
interpretação;
Lobo parietal:
Estimulo sensorial geral e sua
interpretação;
Lobo occipital:
Estimulo visual e sua
interpretação
LOBOS CEREBRAIS
GIROS E SULCOS
Giros: Cristas do tecido dobrado que se
observa ao visualizar a superfície
Sulcos: Regiões das fendas
Aumentam a área de superfície, permitindo
que o crânio acondicione mais tecido
Organização igual em todos os cérebros
GIROS E SULCOS
GIROS E SULCOS
VASCULARIZAÇÃO
• Irrigação carótidas interna 
e vertebral;
• Percorrem pela base do 
crânio formando o 
polígono, para 
vascularização cerebral;
• Polígono de Willis
VASCULARIZAÇÃO
VASCULARIZAÇÃO
Anterior: face interna lobos
frontais e parietais; parte
corpo caloso, alguns núcleos
base.
Média: face externa lobos
frontais, parietais e temporal
em parte, lobo insula.
Posterior: lobo occipital,
parte do temporal, tálamo,
mesencéfalo.
CÓRTEX CEREBRAL
CÓRTEX CEREBRAL
É uma fina camada de substância cinzenta que 
reveste o centro branco medular do cérebro;
É o local onde chegam todas as vias de 
sensibilidade que se tornam conscientes e são 
interpretadas;
Também é o local onde saem impulsos que vão 
realizar movimentos voluntários
É o cérebro consciente, região da mente e do 
intelecto;
CÓRTEX MOTOR
→ dividido em:
Córtex Motor Primário → localizado giro pré-central/lobo frontal
•Função: Comanda a execução direta dos movimentos voluntários
(células piramidais), controle movimentos musculares finos, mãos e
fala.
Área Pré-motora → localizada anteriormente ao giro pré-central;.
•Função: Planejamento e preparação dos movimentos. Banco de
memória das atividades motoras.
Área Motora Suplementar → Superfície medial do lobo frontal.
•Função: Atua junto com a área pré- motora. Coordenação de
movimentos complexos e bilaterais.
CÓRTEX MOTOR
CÓRTEX MOTOR
CÓRTEX MOTOR
O homúnculo motor é a
representação do corpo
humano no córtex motor
primário, mostrando
quanto de área cerebral é
dedicada ao controle de
cada parte do corpo.
É uma representação
desproporcional das
diferentes partes do corpo
de acordo com a
complexidade motora
exigida por cada região.
CÓRTEX MOTOR
Transmissão de Sinais:
Tratos piramidais;
Tratos extrapiramidais;
• Trato Piramidal
(Trato Corticoespinhal)
Fibras grandes mielinizadas;
Transmite sinais a medula a
uma velocidade de 70m/s;
CÓRTEX MOTOR
Trato Extrapiramidal:
Contribui para o controle 
motor, mas está fora do 
sistema corticoespinhal;
Vias através dos gânglios 
da base, formação reticular 
do tronco cerebral, núcleos 
vestibulares e rubros;
SISTEMA 
SOMATOSSENSORIAL
Todas as sensações possuem receptores sensoriais específicos e 
caminhos específicos para serem conduzidos para uma área 
específica. No caso da sensibilidade somática, é a área somestésica
do córtex. 
Sensibilidade especial: visão, audição, olfação, gustação e equilíbrio. 
Sensibilidade somática: tato protopático (grosseiro), tato epicrítico 
(discriminativo), vibração, pressão, dor, temperatura, propriocepção. 
VIAS ASCENDENTES
Via / Trato Origem Trajeto Destino Modalidade
Fascículo Grácil
Receptores 
periféricos de MMII 
e tronco inferior
Sobe ipsilateral na 
medula → núcleo 
grácil (bulbo) → 
decussação → 
lemnisco medial
Tálamo (VPL) → 
córtex 
somatossensorial
Tato fino, 
propriocepção 
consciente, vibração
Fascículo 
Cuneiforme
Receptores de 
MMSS e tronco 
superior
Sobe ipsilateral → 
núcleo cuneiforme 
(bulbo) → 
decussação → 
lemnisco medial
Tálamo (VPL) → 
córtex 
somatossensorial
Tato fino, 
propriocepção 
consciente, vibração
Trato 
Espinotalâmico 
Lateral
Receptores de dor e 
temperatura
Entra na medula → 
cruza no mesmo 
nível (comissura 
branca) → sobe 
contralateral
Tálamo (VPL) → 
córtex 
somatossensorial
Dor e temperatura
Trato 
Espinotalâmico 
Anterior
Receptores de tato 
grosseiro e pressão
Cruza no nível 
medular → sobe 
contralateral
Tálamo → córtex 
somatossensorial
Tato grosseiro
Trato 
Espinocerebelar 
Posterior
Fusos musculares e 
órgãos tendinosos
Sobe ipsilateral
pela medula
Cerebelo (pedúnculo 
cerebelar inferior)
Propriocepção 
inconsciente
Trato 
Espinocerebelar 
Anterior
Receptores 
proprioceptivos
Cruza na medula → 
sobe → cruza 
novamente no 
tronco
Cerebelo (pedúnculo 
cerebelar superior)
Propriocepção 
inconsciente
VIAS DESCENDENTES
Via / Trato Origem Trajeto Destino Função
Trato 
Corticoespinal 
Lateral 
(Piramidal)
Córtex motor 
primário
Cápsula interna → 
tronco encefálico 
→ decussação 
bulbar
Motoneurônios da 
medula
Movimento 
voluntário fino
Trato 
Corticoespinal 
Anterior
Córtex motor
Desce ipsilateral, 
cruza no nível 
medular
Motoneurônios 
medulares
Movimento axial e 
postural
Trato 
Rubroespinal
Núcleo rubro 
(mesencéfalo)
Cruza no 
mesencéfalo → 
desce pela medula
Motoneurônios Facilita flexores
Trato 
Vestibuloespinal
Núcleos 
vestibulares
Desce ipsilateral 
pela medula
Motoneurônios 
extensores
Equilíbrio e 
postura
Trato 
Reticuloespinal
Formação reticular
Desce 
bilateralmente
Motoneurônios
Tônus muscular e 
postura
Trato 
Tectoespinal
Colículo superior
Cruza no 
mesencéfalo → 
desce
Motoneurônios 
cervicais
Movimentos 
reflexos da cabeça 
e olhos
DIVISÃO FUNCIONAL 
CÓRTEX
Córtex Somatossensorial Primário
•Localização: Lobo parietal, giro pós-central.
•Função: Recebe e processa tato, dor, pressão,
temperatura e propriocepção.
•Obs: Possui o homúnculo sensitivo.
ÁREAS SENSITIVAS
DIVISÃO FUNCIONAL 
CÓRTEX
O homúnculo sensitivo é
uma representação
desproporcional das partes
do corpo.
Mãos, lábios, língua e face
são representadas de forma
maior devido → alta
densidade de receptores
sensoriais
Partes do corpo com menor
sensibilidade → têm
representações menores.
ÁREAS SENSITIVAS
ÁREAS SENSITIVAS
Formadas pelas seguintes áreas:
Área somestésica Lobo parietal
Área visual: Lobo occipital
Área auditiva: Lobo temporal
Área vestibular: Lobo parietal
Área olfatória: Lobo frontal
Área gustativa: Lobo parietal
ÁREAS SENSITIVAS
Primárias → as áreas que recebem diretamente a informação
ou enviam comandos motores. → recebe e excecuta.
Lesão → perda direta da função.
Secundárias → Responsáveis por interpretar a informação que 
chegou às áreas primárias. → Interpreta.
Lesão → dificuldade de reconhecimento (agnosias, apraxias)
Terciárias → São as áreas mais complexas, de integração 
global. → integra e planeja.
ÁREAS LINGUAGEM
Área de Broca: Está relacionada com a expressão da
linguagem. Lobo frontal, geralmente hemisfério esquerdo.→ Em caso de lesão, o paciente compreende, mas não
consegue se expressar.
• Área de Wernike: Está relacionada a percepção da
linguagem. Lobo temporal, hemisfério esquerdo.
→ Em caso de lesão, há dificuldade na compreensão e
interpretação da palavra
• Lesões nessas áreas geram afasia
	Slide 1: FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL
	Slide 2: REGRAS
	Slide 3: REGRAS
	Slide 4: REGRAS
	Slide 5: REGRAS
	Slide 6: PROVAS
	Slide 7: CRONOGRAMA
	Slide 8: CRONOGRAMA
	Slide 9: TRABALHO B1
	Slide 10: TRABALHO B2
	Slide 11: AULAS PRÁTICAS
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	Slide 18: MEDULA ESPINHAL
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	Slide 21: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL
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	Slide 24: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL
	Slide 25: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL
	Slide 26: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL
	Slide 27: ANATÔMO-FISIOLOGIA MEDULA ESPINHAL
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	Slide 32: TRONCO ENCEFÁLICO
	Slide 33: BULBO
	Slide 34: ANATÔMO-FISIOLOGIA BULBO
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	Slide 40: PONTE
	Slide 41: PONTE
	Slide 42: ANATÔMO-FISIOLOGIA PONTE
	Slide 43: PONTE
	Slide 44: IV VENTRÍCULO
	Slide 45: ANATÔMO-FISIOLOGIA IV VENTRÍCULO
	Slide 46: MESENCÉFALO
	Slide 47: ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO
	Slide 48: MESENCÉFALO
	Slide 49: ANATÔMO-FISIOLOGIA MESENCÉFALO
	Slide 50: CEREBELO
	Slide 51: CEREBELO
	Slide 52: CEREBELO
	Slide 53: CEREBELO
	Slide 54: CEREBELO
	Slide 55: DIVISÃO FUNCIONAL CEREBELO
	Slide 56
	Slide 57: DIENCÉFALO
	Slide 58: ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO
	Slide 59: ANATÔMO-FISIOLOGIA DIENCÉFALO
	Slide 60: III VENTRÍCULO
	Slide 61
	Slide 62: CENTRO BRANCO MEDULAR
	Slide 63: CORPO CALOSO
	Slide 64: NÚCLEOS BASE
	Slide 65: NÚCLEOS BASE
	Slide 66: NÚCLEOS BASE
	Slide 67: ENCÉFALO
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	Slide 71
	Slide 72: GIROS E SULCOS
	Slide 73: GIROS E SULCOS
	Slide 74: GIROS E SULCOS
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	Slide 79: CÓRTEX CEREBRAL
	Slide 80: CÓRTEX MOTOR
	Slide 81: CÓRTEX MOTOR
	Slide 82: CÓRTEX MOTOR
	Slide 83: CÓRTEX MOTOR
	Slide 84: CÓRTEX MOTOR
	Slide 85: CÓRTEX MOTOR
	Slide 86: SISTEMA SOMATOSSENSORIAL
	Slide 87: VIAS ASCENDENTES
	Slide 88: VIAS DESCENDENTES
	Slide 89: DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX
	Slide 90: DIVISÃO FUNCIONAL CÓRTEX
	Slide 91: ÁREAS SENSITIVAS
	Slide 92: ÁREAS SENSITIVAS
	Slide 93: ÁREAS LINGUAGEM

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