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ROTEIRO DO PODCAST 
 
Citação de abertura 
Kailane: “A loucura sempre esteve presente na história da humanidade e o sujeito tido como louco foi 
percebido de diferentes formas em cada época mesmo antes de ser diagnosticado e tratado pela 
medicina” 
 
Vinheta de abertura 
 
 
 
Introdução 
 
Kailane: Boa Noite estudantes sapiens/acadêmicos FVS. Me chamo Kailane Lima, sou graduanda em 
psicologia e é um prazer receber vocês! Estamos aqui para falarmos de um movimento que perdura 
até os dias atuais. A luta antimanicomial! 
Lis: Eai pessoal, Me chamo Lís e sou graduanda de direito, será abordado nesse podcast hoje a relação 
entre direitos humanos e a luta antimanicomial. 
 
Desenvolvimento - debate 
 
Carla: Lis, você já conhecia o movimento da luta antimanicomial ? 
Lis: Ainda não conhecia o movimento e o termo usado por não ser muito debatido e explicado, mas 
comecei estudar depois de uma conversa com a Kailane sobre o tema e notei a importância da luta 
antimanicomial na atualidade e como os direitos humanos têm relação com essa causa que ainda é 
constante, infelizmente. 
 
Carla: Kailane, como se iniciou a luta antimanicomial? 
Kailane: Quando falamos de luta antimanicomial precisamos fazer um resgate sócio-histórico, porque 
alguns anos atrás pessoas que eram consideradas fora do padrão daquela época eram colocadas em 
manicômios. (Introdução) 
 
(professora pode complementar ou fazer comentários) 
 
Carla: Qual objetivo de vocês, alunas do curso de psicologia e direito com essa pauta, luta 
antimanicomial no podcast de hoje? 
 
Lis: temos o objetivo hoje com a nossa fala resgatar a memória dos movimentos da reforma 
psiquiátrica, luta antimanicomial e dos movimentos sociais ligados aos direitos humanos em geral, 
destacando a necessidade da educação e uma cultura de direito humanos para que não se repitam 
episódios de barbárie manicomial e sejam respeitados os direitos de todos, incluindo as pessoas com 
transtornos mentais. 
 
Carla: Kailane, qual objetivo da luta antimanicomial? 
 
Kailane: O princípio que norteia a luta antimanicomial é o conhecimento de que o indivíduo com 
transtorno mental deve ser cuidado em seu território, visto que no âmbito territorial e na vida 
cotidiana que se estabelecem as relações sociais, o psiquiatra Franco Besaglia falava que negar o 
transtorno mental ou toma ló como único componente a ter intervenções propõe um cuidado com o 
sujeito que acaba por ter sua história de vida ignorada. 
É uma luta pelos direitos das pessoas com transtorno mental e uma luta contra a ideia de que pessoas 
com transtorno mental devem ficar isoladas da sociedade. 
 
Carla: lis, qual relação dos direitos humanos e a luta antimanicomial? 
Lis: A lei N 10.216 de 06 de abril de 2001 dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com 
transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. 
A saúde consta na declaração Universal dos direitos humanos de 1948, no artigo XXV que define que 
todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar lhe a sua família, saúde e bem 
estar, inclusive cuidados médicos, vestuário, alimentação, e os serviços sociais, algo que não 
acontecia nos manicômios. 
 
(outros participantes podem complementar) 
 
 
Carla; Kailane, por que se torna necessário falar sobre a luta antimanicomial na atualidade? 
 
Kailane : explicação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Conclusão 
 
Apresentar o resumo do que foi dialogado no programa e agradecimentos. 
 
Kailane: 
 
 
 
 
Vinheta de encerramento 
 
Obs. Vinhetas são as mesmas

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