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DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
APROVADOCOMQUESTÕES
do aprovadoma pas
O material apresentado tem como objetivo facilitar a memo- rização dos assuntos para concursos usando
a técnica de estudos com mapas mentais , ideal para aqueles que se identificam com uma memória visual.
Os mapas mentais usam cores e imagens como chaves de memorização além da palavra em si.
Além das imagens , os mapas mentais também usam mnemônicos para facilitar a memorização. Alguns
comuns nos ebooks de Direito são PR quando a informação trata sobre o Presidente da República , MEDU
quando a informação estiver relacionada conjunta - mente a Municípios, Estados, DF e União. Quando
siglas mnemônicas ou quaisquer outras siglas forem usadas em algum mapa, uma legenda no rodapé da
página explicará seu significado.
Caso esse material lhe inspirar a fazer seus próprios mapas, no site também temos uma categoria Como
fazer com algumas dicas.
APRESENTAÇÃO
APRENDIZAGEM RELEVANTE
Os mapas mentais ajudam a criar essa aprendizagem relevante
porque forçam os alunos a encontrar conexões entre as novas
aprendizagens e o conhecimento existente.
ECONOMIA DE TEMPO
Materiais preparados para economizar o seu tempo e
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PRODUTIVIDADE
O mapa mental é um método de organizar ideias, imagens,
palavras e pensamentos a partir de uma temática central. Seu
objetivo principal é simplificar a compreensão de informações,
contribuindo para o aumento do foco e da produtividade.
BENEFÍCIOS DOS MAPAS MENTAIS
Conteúdo
1. Infrações Penais ........................................................................................................................................................................................................................... 6
2. Conceito de Crime ...................................................................................................................................................................................................................... 7
3. Diferenças entre Crime e Contravenção Penal ........................................................................................................................................................................ 8
4. Teorias sobre o Crime ................................................................................................................................................................................................................. 9
5. Teoria sobre o Crime - Teoria finalista ..................................................................................................................................................................................... 10
6. Sujeitos do Crime - Ativo [1] ..................................................................................................................................................................................................... 11
7. Sujeitos do Crime - Ativo [2] ..................................................................................................................................................................................................... 12
8. Sujeitos do Crime - Passivo ........................................................................................................................................................................................................ 13
9. Sujeitos do Crime - Exemplos .................................................................................................................................................................................................... 14
10. Objetos (Material e Jurídico) do Crime Material .................................................................................................................................................................. 15
11. Elementos do Crime .................................................................................................................................................................................................................. 16
12. Fato Típico [1] ............................................................................................................................................................................................................................ 17
13. Fato Típico [2] Conduta [1] ..................................................................................................................................................................................................... 18
14. Fato Típico [2] Conduta [2] ..................................................................................................................................................................................................... 19
15. Fato Típico [2] Conduta [3] - Ausência .................................................................................................................................................................................. 20
16. Fato Típico [2] Conduta [4] Dolo e Culpa ............................................................................................................................................................................. 21
17. Fato Típico [2] Conduta [5] Espécie de Dolo [1] Direito - Indireto.................................................................................................................................. 22
18. Fato Típico [2] Conduta [5] Espécie de Dolo [2] ................................................................................................................................................................ 23
19. Fato Típico [2] Conduta [6] Espécie de Culpa ...................................................................................................................................................................... 24
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
20. Fato Típico [3] Resultado ......................................................................................................................................................................................................... 25
21. Fato Típico [4] Nexo Causal ..................................................................................................................................................................................................... 26
22. Tentativa x Consumação [1] .................................................................................................................................................................................................... 27
23. Tentativa e Consumação [2] Intercriminis ............................................................................................................................................................................ 28
24. Tentativa e Consumação [3] Tentativa ................................................................................................................................................................................... 29
25. Tentativa não se aplica .............................................................................................................................................................................................................. 30
26. Arrependimento ........................................................................................................................................................................................................................ 31
27. Crime Impossível ....................................................................................................................................................................................................................... 32
28. Excludente de Ilicitude - Legítima Defesa .............................................................................................................................................................................. 33
29.Excludente de Ilicitude - Legítima Defesa- Espécies ............................................................................................................................................................ 34
30. Excludente de Ilicitude - Estado de Necessidade .................................................................................................................................................................. 35
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
1. Infrações Penais
Diferenças
Contravenção
Penal
Crime = Delito
Dec-Lei 3.688/1941
Lei 2.848/1940 (CP)
Critério Tripartido
INFRAÇÕES
PENAIS
Menor gravidade
“Crimes-anões”
Pena cominada
Gravidades
dos fatos
Espécies
conceito de
Nelson Hungria
Espécies
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
6
2. Conceito de Crime
{
critério
Tripartide
Início da pena no 
regime fechado
Crime
Conduta que ofende a
norma penal proibitiva
Ofende bem juridicamente
tutelado pela norma penal
RECLUSÃO
É PIOR que
detenção
Conduta que ofende
valores sociais
Exigindo 
intervenção
estatal
Fato típico
Antijurídico
Culpável
Norma proibitiva
Cunho penal
Teoria
Finalística
CONCEITO
Penas
Relação de
Causalidade
Material
FormalAnalítico
Estrutural
Reclusão
Detenção
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
7
3. Diferenças entre Crime e Contravenção Penal
Legenda:
LICP: Lei de Introdução do Código Penal (Decreto-Lei 3914/1041)
LCP: Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3668/1041) 
Diferenças 
Crime Contravenção 
Penal
QUANTO À EXTRATERRITORIALIDADE 
DA LEI PENAL BRASILEIRA
QUANTO À ADMISSIBILIDADE
DA TENTATIVA
QUANTO À COMPETÊNCIA 
PARA PROCESSAR E JULGAR
QUANTO AO LIMITE 
DAS PENAS
LCP art. 6º
LCP art. 17
LICP art. 1º
QUANTO À PENA PRIVATIVA 
DE LIBERDADE IMPOSTA
Crimes Contravenção Penal
Menos Severa
Regra Geral
MAIS Severa
Reclusão
Detenção
QUANTO À ESPÉCIE 
DE AÇÃO PENAL
Prisão Simples
Multa
Crimes Contravenção Penal
Ação Penal 
Pública Incondicionada
Ação Penal 
Pública Incondicionada
Ação Penal Lei dispuser 
em contrário
Pública Condicionada
Privada
LCP art. 4º CP art. 14 §ú
Crimes Contravenção Penal
Punida Punida
I I
M&Q
NãoNão
LCP art. 10 CP art. 75
Crimes Contravenção Penal
Máximo anos
LCP art. 2º CP art. 7º
Crimes Contravenção Penal
Aplicável somente
no Brasil
Aplicável fora 
do Território
5 Máximo anos40
Prisão simples
Crimes Contravenção Penal
Justiça 
Salvo: Foro por
prerrogativa de função
FederalJustiça Estadual
Justiça Estadual
nas hipóteses 
do art.109 do CP
Demais
Competência Residual
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
8
4. Teorias sobre o Crime
Teoria
TRIPARTIDA
Teorias 
sobre o Crime
Teoria
Clássica
Teoria
Social da ação
Requisitos
Conduta
Culpabilidade
Antijuricidade
Fato
Típico
=Teoria
FATO TÍPICO
ANTIJURÍDICO
CULPÁVEL
Não tem
Finalidade não interessa
Dolo
Culpa
Imputabilidade
Exigibilidade de conduta diversa
Fato
típico
Salvo: Existência
de Excludente
Conduta
Resultado
Nexo causal
Tipicidade
Causal
Naturalista
Híbrida
Ação
Se não afeta o
sentimento
de justiça
É a conduta humana
socialmente relevante
Dominada e dominável
pela vontade
Não é relevante
socialmente
Teoria Geral do Crime
1
2
3
Dolo
Culpa
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
9
5. Teoria sobre o Crime - Teoria finalista
Teoria
TRIPARTIDA
FATO TÍPICO
ANTIJURÍDICO
1
2
CULPÁVEL3
Teoria
Conduta
Comportamento humano
Conduta
Nexo causal
Resultado
Tipicidade
Fato
Típico
Requisitos
Pressuposto para aplicação da pena
Composição
Dolo
Culpa
Voluntário
Consciente
Com finalidade
Culpabilidade
Adotado BRA
Se ausentes,
não há
fato típico
Imputabilidade
Potencial consciência da ilicitude
Exigibilidade de conduta diversa
Natural
Normativo
Teoria Geral do Crime
Finalística
Dolo
Culpa
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
10
6. Sujeitos do Crime - Ativo [1]
Cr. Permanente
ou Continuado
Considera quando 
cessar a permanência
PF PJ
Legenda
PF: Pessoa Física
Cr.: Crime
Ser humano
+ 18 Anos 
de idade
Vivo
Não é sujeito ativo
Crimes 
ambientais
Independe responsabilidade
subjetiva individual
Regra Geral Não pode ser
Ativo
Passivo
Ao mesmo tempo}
Não pode ser
Ativo
Passivo
Animais 
irracionais
No momento 
da conduta
Sujeitos do Crime
Ativo
[1]
Doeças 
Mentais
Pessoa com
Semi-imputáveis
Responde
pelo crime
Pena
Medida de
Segurança
Isenta
Reduzida
inimputáveis
Quem pratica 
conduta Típica
Direto
Indireto
Total
Parcial
Mesmo que não
materialmente}
Regra Geral
STFREx 548.181/PR
Teoria da Atividade
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
11
7. Sujeitos do Crime - Ativo [2] DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
Crimes
Sujeitos do Crime
Ativo
Legenda
PF: Pessoa Física
Cr.: Crime
[2]
Monosubjetivos
Plusubjetivos
UM Agente
+1 
Tipificação permite seja praticado por
Caracterização exige Agente
Concurso de pessoas Necessária
Concurso de pessoas Eventual
Ex: Associação criminosa
Ex: Furto; Homicídio
12
8. Sujeitos do Crime - Passivo
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
Pode ser
 
Sujeitos do Crime
Passivo
PF
PJ
Legenda
PJ: Pessoa Jurídica
PF: Pessoa Física
Cr.: Crime
SP: Sujeito Passivo
Regra Geral Não pode ser
Ativo
Passivo
Ao mesmo tempo}
Não pode ser
Ativo
Passivo
Animais 
irracionais
Bem jurídico atingido
 Pessoa
 
Estado
Sofre os efeitos da
conduta delituosa
 Material
Vítima 
per si
Estado
Formal
Coletividade
Presente em 
TODOS os crimes
Constante
Crimes 
Vagos Destituído de personalidade jurídica
Ente indeterminado
Titular do
bem jurídico
podem ser 
vítimas de... 
Cr. Patrimoniais
Cr. Contra Honra
Não se aplica
Não 
Difamação
CP art. 139
Calúnia
CP art. 138
Injúria
CP art. 140
Honra Objetiva
(social)
Honra Subjetiva
(pessoal)
Imputação
Crimes ambientais
possuem SP material
Ex: Crimes Ambientais
Tráfico de Drogas
13
9. Sujeitos do Crime - Exemplos
Referência :
BITENCOURT, p.292 a 296
GRECO (2), p.328
Regra Geral:
Vilipêndio a
Cadáver
Crime
de Rixa
R: GRECO(2), p.609
CPB: Art. 212
Passivo
Ativo
Passivo
Ativo
Não pode ser os dois ao mesmo tempo 
Qualquer Pessoa 
Coletividade
EXEMPLOS
Crime
SUJEITOS
DA AÇÃO
Divergência Doutrinária
CPB: Art. 137
R: GRECO(2), p.328
Ao mesmo tempo
Exceção
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
14
10. Objetos (Material e Jurídico) do Crime Material
é
Protegem 
MAIS DE UM 
interesse jurídico
MAIS DE UM 
d1000 R02
§1º, art. 17, CP
Pode
Não
TODOS têm 
objeto material
Objetos
 (Material e Jurídico)
do Crime Material
Pessoa
Coisa
sobre a qual recai 
a conduta criminosa
ter objeto
material
Crimes SEM
objeto material
MERA CONDUTA
FORMAIS
Crimes
MATERIAIS
Crimes
Crimes
Bem jurídico tutelado
OMISSIVOS PUROS
ou
Ausência 
Impropriedade 
Absoluta 
ou ou 
Impossível 
Crime
Quase-crime
PLURIOFENSIVOS
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
15
11. Elementos do Crime
Estrito cumprimento
de dever legal
Elementos
do Crime
Fato
típico
Culpável
Antijurídico
 não é
é
Ilícito
Quando
NÃO
atua em
Formal
Conglobante
Resultado
Imputabilidade
Potencial consciência
da i l icitude
Exigil idade de
conduta diversa
Estado de Necessidade
Legítima Defesa
Exercício Regular
de Direito
Referência:
BITENCOURT, p.272
GRECO (1), p.148
Nexo causal
Omissiva
Comissiva
Divergência
doutrinária
BITENCOURT
GRECO (1)
Teoria Geral do Crime
Dolosa
Culposa
Conduta
Tipicidade
Excludentes de Ilicitude
APENAS: Pressuposto
para aplicação da pena
CP art. 23
2
3
1
co
m
po
siç
ão
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
16
12. Fato Típico [1]
e2000 R06
FATO 
TÍPICO
Resultado
Tipo
Penal:
Nexo
Causal
CausaConduta
Tipicidade
 Naturalístico
 Efeito
Jurídico
Causa X Efeito
Não precisa resultado real
Ex.: Mera
conduta
Modelo de conduta
na norma penal
Po�e de arma
Injúria
Modificação
do mundo
Enquadramento na lei
Adequação
Efeito real no
mundo real
Imediata
Mediata
Correspondência total
Exige extenção
Condição necessária para o crime
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
17
13.Fato Típico [2] Conduta [1]
Sujeito
Objeto
Jurídico
Dividida
em atos
Pode ser
Ativo: 
Pessoa humana
Passivo:
Titular do direito
Objeto
Material
Coisa
Pessoa
Bem jurídico
protegido
CP: art. 212
CP: art. 13, §2º
AÇÃO
delituosa
Ex: Homicídio
Comitiva
Omissiva
Conduta negativa
Baseada em
uma OMISSÃO
Penalmente
Relevante
Conduta DEVIA/PODIA agir
para evitar o resultado
Quem
Tem obrigação legal de
Assumir responsabilidade
de impedir o resultado
Comportamento anterior
criou o risco do resultado
Cuidado
Proteção
Vigilância
CondutaConduta
Teoria do Crime
Fato Típico
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
18
14. Fato Típico [2] Conduta [2]
Social da ação
Jurídico-Penal
Causa
CondutaConduta
Teorias
Causalista
Elementos Comportamento
humano
Comportamento
Humano
Consciente
Voluntário
Com finalidade
Voluntário
Ação
Omissão
Própria:
Conduta Abstenção
Imprópria
Dever de Agir
Se ausentes Não há 
fato típico
Certo: Dever de agir
Ex: Omissão de Socorro
Espúrios Não agindo, dá causa ao resultado
O dever de agir
incumbe a quem:
Ex.: Os pais devem cuidar do filho,
se ele morrer de fome a culpa é del�
Tenha por lei obrigação de cuidado,
proteção ou vigilância;
Assumiu a responsabilidade de
impedir o resultado;
Seu comportamento anterior, criou
o risco da ocorrência do resultado.
Dolo
Culpa
Teoria Finalista
Teoria do Crime
Fato Típico
Naturalista
Fato da natureza
Finalista
[2]
CP art. 13, §2º
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
19
15. Fato Típico [2] Conduta [3] - Ausência
Ausência de
Coação Física
Irresistível
Hipnose
Caso fortuito
Sonâmbulo
Vis absoluta
Movimento
Reflexo
CondutaConduta
Teoria do Crime
Fato Típico
[3]
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
20
16. Fato Típico [2] Conduta [4] Dolo e Culpa
Dolo e CulpaDolo Culpae
Regra Geral:
Culpa
Consciente
Culpa Dolo
Imprudência
Imperícia
Negligência
Quando o agente quis o resultado
Assumiu o risco de produzi-lo
Dolo:
Crime
Doloso:
Teoria do
Consentimento
Teoria da
Representação
Prevê o resultado
Aceita como possível
Dolo
Indireto
Crime
Culposo
Excepcionalmente
Teoria da
vontade
CP: art. 18
Brasil
Brasil
Vontade e consciência de realizar todos
os elementos constitutivos do tipo penal.
Prevê o resultado
= Dolo eventual
Culpa consciente
Previsão 
Vontade
Dolo Direto
Quis o resultado
Apesar de 
não querê-lo
Eventual
Alternativo
Assumiu o risco
Deu causa
por
Expresso na lei
Prevê o resultado
Ex.: O atirador de facas no circo.
Acredita-se habilidoso,
mas ace�a a moça
Não aceita
que ele ocorra
Teoria do Crime
[Teoria Finalística]
Fato Típico - Conduta
Pena para Dolo
Pena para Culpa
}
}
O agente acredita ser capaz 
de impedir o resultado
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
21
17. Fato Típico [2] Conduta [5] Espécie de Dolo [1] Direito - Indireto
Indireto
ou
Indeterminado
Direto
ou
Determinado
Teoria da Vontade
Normal
Quando o agente não se dirige
a certo e determinado resultado
Apesar de
não querê-lo
Quando o agente
visa resultado
Certo
Determinado
Diante da representação
Aceita como possível
Dolo
Eventual
Quando assume o risco de
produzir o resultado
Ex.:Sub�ituto do atirador de facas no circo
Dolo
Alternativo
Quando a intenção do agente se dirige
A UM OU OUTRO resultado.
Ex. Atira em um, ace�a em um que viu que
�tava pe�o e podia ser atingido
Aceitação do
Resultado
Culpa
Consciente
Teoria do
Consentimento
DoloDolo 
Teoria do Crime
Fato Típico - Conduta
Espécies [1]
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
22
18. Fato Típico [2] Conduta [5] Espécie de Dolo [2] 
Natural
Geral
ESPÉCIES
DOLO
Dolo tem consciência
da ilicitude 
Teoria Clássica
Quando o agente supõe ter atingido o resultado e
provoca nova ação, e esta última atinge o resultado
Teoria Finalista da ação
E é elemento
integrante da
culpabilidade
Dolo pressupõe
Consciência: da conduta, do
resultado e do nexo entre eles
Vontade: de realizar a conduta
e provocar o resultado
Normativo
De Perigo
Faz parte da conduta Deixando de lado a
consciência da ilicitude
Elemento puramente
psicológico Desprovido de juízo de valor
Ex. Atirar e jogar o corpo no mar, com
a vítima morrendo afogada
Intenção de expor a risco
o bem jurídico tutelado
Ex. Periclitação da vida
De Dano
Intenção de causar efetiva
lesão ao bem jurídico tutelado
Ex. Homicídio, Fu�o, etc
Específico
Vontade de
realizar conduta
descrita em lei,
Ex. Extorção Mediante Sequ�tro
Genérico
Vontade de realizar
conduta descrita em lei,
Sem um fim
especial
Visando um
fim especial
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
23
19. Fato Típico [2] Conduta [6] Espécie de Culpa
Legenda:
≠ : DiferenteESPÉCIES DE
CULPA
Não Há
InconscienteCulpa Em Crimes
Omissivos Impróprios
Crime
Preterdoloso
Consciente
O agente prevê
o resultado
Ex. Atirador de facas
Compensação
de culpa
Culpa presumida
Sem previsão O agente não prevê
o que era previsível
≠ Dolo eventual
Embora não aceite
Sabe que pode
acontecer
ASSUME o risco
de produzi-lo
Uma culpa não
justifica outra
Ex. Empregada que deixa
a criança cair na piscina
Preterintencional
+
Crime Doloso
Dolo
Culpa
Qualificado pelo
resultado Culposo
Antecedente
Consequente
1
2
≠ Previsibilidade
Com previsão
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
24
20. Fato Típico [3] Resultado
Se
mp
re
 h
á
CP art. 13
ResultadoResultado
NATURALÍSTICO
JURÍDICO
Ação
Resultado
Material
De Mera
Conduta
Formal
FORMAL
MATERIAL
NORMATIVO
Modificação
no mundo
Classificação
Ação
Modificação
ocorrida
Pode haver crime 
SEM RESULTADO 
NATUR ALISTA
BRA
Formais
Mera Conduta
Efeito jurídico
Não há crime 
SEM RESULTADO JURÍDICO
Ação
Resultado
Fato Típico
Teoria do Crime
Resultado
Resultado
Crimes
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
25
21. Fato Típico [4] Nexo Causal
CP art 13
Não responsabiliza o
agente pelo final
X
Nexo
causal
Nexo
causal
Responde somente
pelo 1o.
Superveniente
Dispensa
Independente
Outras
condutas
"Condition Sine
Que Non"
Causa X Efeito
Teoria da
Causalidade
Adequada
Pré existente
Superviniente
Concomitante
Depende de outro evento
para que o resultado ocorra
Toda circunstância
antecedente
Exige
Exige
Causa
1o. agente só
responde
pelo que fez
Dependentes
Independentes
Independente
Absoluta
Relativa
Da conduta
do agente
Não a do
1o. agente
Resultado não
lhe será imputado
Não responsabiliza
o agente pelo final
Só pelo que fez
Equivalência
Dolo
Culpa
Crime
Formais
Crime
Materias
Fato Típico
Teoria do Crime
Relação de Causalidade
Conduta Resultado
Nexo causal
Nexo causal
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
26
22. Tentativa x Consumação [1]
Dolo: igualTentativa
x
Consumação
Teoria do Crime
Crime
Consumado
Reúne TODOS os elementos
de sua definição legal
Crime formais
Crime Materias
Consumação antecipada
Sem resultado material
Tipicidade Direta
Crime
Tentatdo
Precisa do resultado material
Ex
cl
ud
en
te
s
CP art 14, I
"Quero prosseguir, mas não posso"
Iniciada a
execução 
não se
consuma 
por circunstâncias 
alheias à vontade do agente
CP art 14, II
alheias à vontade
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
27
23. Tentativa e Consumação [2] Intercriminis
2
3
4
5
Doutrina Clássica
Consumação
Tentativa ConsumaçãoX
Cr.: Crime
1
Campo das ideias
Não há crimeCogitação
Atos Preparatórios Aplicação
Ato isolado já é crime
Teoria do Recorte
Ex: Possuir arma ilegal 
com intenção de matar alguém
Cria condiçõe materiais
Não há crime
Podem levar à consumação
Unissubsistentes Não fracionável 
Não admite tentativa
Plurissubsistentes Fracionável 
Pode conter atos não fracionável 
Execução
Legenda
Cr.Tentado
Cr. Consumado
N
ã
o
 h
á 
cr
im
e
Exaurimento
Apenas para alguns crimes 
Pode ocorrer ou não
Iter 
Criminis
fases do crime
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
28
24. Tentativa e Consumação [3] Tentativa
Legenda
Tentativa
Cr.: Crime
BJ: Bem Jurídico
NÃO
Perfeita
Imperfeita
Vermelha
Branca
= Crime Falho
Conclui Execução
Conclui Execução=Incruenta
=Cruenta
Sem dano relavante ao BJ
COM dano relavante ao BJ
Execução Total ou Parcial
P
o
d
e 
s
e
r
da pena
do Cr. Consumado3/1 A
Pena do
cr. Tentado
De
Salvo disponsição 
em contrário
Aplicação na 3ªFase da dosemetria
da pena
ª
CP art 14, §ú
Reduz
Nãose 
aplica a...
Cr. Culposos
Doutrina Majoritária
Dolo Eventual
STF
Latrocínio
STF
Súmula 711
Há crime de latrocínio, 
quando o homicídio se consuma, 
ainda que não realize o agente a 
subtração de bens da vítima
Morte da
Vítima
Latrocínio 
consumado=
CP, art. 157, §3º, p.final
Latrocínio
Roubo Qualificado
pela Lesão 
Corporal Grave
Roubo Qualificado
pela Morte da Vítima
CP, art. 157, §3º, p.final
CP, art. 157, §3º, início
Meio Ofensivo
Meio capaz de matar
Meio não é capaz de
matar por si só
Morte
da Vítima
Subtração
do bem Latrocínio
SIM
SIM
SIM
SIM Consumado
Consumado
Tentado
Tentado
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
29
25. Tentativa não se aplica
"Crime Anão"
Tentativa
Não se aplica
Contravenções
Penais
Crimes Ou preterintencionais
Resultado agravador não
decorre de vontade do agente
Culposos
Unissubisistente
Preterdosos
Habituais
Omissivos
Puros
Não há inter crimis
Deixar de fazer o
que a lei manda
Crime Impossível
Arrependimento
Eficaz
Desistência
Voluntária
Teoria do Crime
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
30
26. Arrependimento
G1000
Tentativa
Abandonada
Posterior
ARREPENDIMENTO
Até o recebimento
da denúncia
Voluntário do agente,
Redutor da Pena
Depois do resultado danoso
Desistência
Voluntária
Desiste de prosseguir
na execução 
Tem condições
de consumar
"POSSO PROSSEGUIR, MAS NÃO QUERO"
Arrependimento
Eficaz
Impede que o resultado se produza
Finaliza a
execução
Só crimes materiais
Mas não alcança
o resultado
Age no sentido oposto
Crime não consumado
Só válido se Eficaz!
Reparação do dano
Sucesso ao impedir
o resultado
Exclui a Tipicidade
Antes do resultado
danoso
Voluntariamente
Nos crimes sem
Violência ou 
Grave ameaça à pessoa,
Reparado o dano
Pena será reduzida 2/3
Restituição
Só responde pelos
já praticados.
Atipicidade da conduta
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
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27. Crime Impossível
meio
Execução Idônea
Objeto
Meio
CP art. 17
Adotada no Brasil
CP art. 17
C R I M E
IMPOSSÍVEL
Ineficácia absoluta
do meio
Absoluta impropriedade
do objeto
Objetiva
Subjetiva
Sintomática
Ex.: Matar um defunto
Ex.: Matar com palito de dente
Espécies
Teoria
PURA Não caracteriza Tentativa
Inidoniedade Absoluta 
Considera a intenção
do agente 
Há tentativa
TEMPERADA
Considera a periculosidade
do agente 
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
32
28. Excludente de Ilicitude - Legítima Defesa
Lei 13.964/19 (Lei anticrime )
Bem Jurídico
Requisitos
Diante de 
AGRESSÃO
Integridade
física
Agressão
Conhecimento da
situação justificante
Uso dos meios necessários
para repeli-la
Uso moderados do meios
Ciente da agressão
Excesso
Intencional/
Voluntário
Puni-se
excesso
Legítima Defesa da
Legítima Defesa
considera-se também
Agente de
Segurança Pública
repele agressão
risco de
a vítima mantida refém 
durante a prática de crimes.
E
x
c
l u d e n t e d e I l i c i t
u
d
e
Legitima
Defesa
Vida
Humano
Existente
Atual
Injusta
Contra direito
Ou iminente
Prestes a
acontecer
Não é
futura
Dolo
Não intencional/
Involuntário
Puni-se
excesso
Culpa
Regra Geral: NÃO
Se houver Excesso: SIM
Próprio
Alheio
CP art. 25
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
33
29. Excludente de Ilicitude - Legítima Defesa- Espécies
Recíproca Não se admite
Sucessiva LD do excesso
Putativa
Própria
De Terceiro
Subjetiva
Há excesso
exculpante
Aberratio Ietus
 ia atirar em 
 em LD atira e atinge 
Não exclui
responsabilidade civil
E
x
c
l u d e n t e d e I l i c i t
u
d
e
Legitima
Defesa
E s p e c i e sE s p e c i e s
1
2
LD: Legítima Defesa
Recíproca Não se admiteRecíproca Não se admiteRecíproca Não se admiteRecíproca Não se admiteRecíproca Não se admite
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
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30. Excludente de Ilicitude - Estado de Necessidade
Diante de PERIGO
Qualquer um
Bem jurídico
alheio sacrificado
Bem Jurídico
Bem salvo for mais 
Importante
Que o sacrificado -
Analisa
Bens em conflito
equivalentes
Unitária
Ação
Omissão
Perigo atual
Próprio
Alheio
Ciente do perigo
Voluntário = Dolo
Requisitos
Em serviço
Ex.: Bombeiros
 Pena Reduzida
Real
Erro de Tipo Putativo
 Perigo
CPB, art. : 23, I e 24
CPB, art. : 20, § 1º e art 21
Teoria
Diferenciadora
Bem salvo valor menor
que o sacrificado
Adotada pela CPB
Exclui-se
a ilicitude
Afasta-se a culpabilidade
Em qualquer das hipóteses
acima analisadas há
exclusão de ilicitude
Perigo que
ameaça direito
No momento
da conduta
Conhecimento da
situação justificante
Não provocação voluntária
da situação de perigo
Não Pode Ser Alegado Por
Quem DEVE Enfrentar o Perigo
E
x
c
l u d e n t e d e I l i c i t
u
d
e
Estado de
Necessidade
DIREITO PENAL
TEORIA GERAL DO CRIME
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do aprovado
ma pas
Obrigada por compartilha conosco a paixão por mapas mentais. 
Todos os mapas foram criados com muito carinho e dedicação,
espero que seja de grande ajuda em sua caminhada até a
aprovação. Dúvidas entre em contato pelo e-mail
contato@aprovadocomquestoes.com.br
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