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Curso de Psicologia 
Disciplina: Análise Experimental do Comportamento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Me. Patrick Pereira 
Psicólogo CRP:06/115.118 
 
O que vamos aprender 
O que vamos aprender 
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 
1. Definição e características da modificação do comportamento > CAP. 3 
2. Características e propriedades da modelagem > CAP 3 
3. Características e propriedades da extinção > CAP. 3 
4. Características e propriedades da punição > CAP. 4 
5. Condicionamento respondente > CAP. 5 
6. Características e propriedades do reforço operante > CAP. 5 
7. Controle de estímulos: discriminação e generalização > CAP. 6 
8. Transferência de controle de estímulos e encadeamento > CAP. 6 
9. Exercícios no laboratório didático experimental e relatório > CAP. 10 
10. Observação, registro e representação gráfica do comportamento > CAP. 10 
11. Definição de comportamento, características e história da análise do 
comportamento > CAP. 12 
 
No laboratório 
Aulas práticas: Exercícios em laboratório didático com rato 
virtual (programa Sniffy). Os experimentos serão realizados em 
dupla por computador. 
O relatório de cada experimento será realizado em grupo 
composto por duas a três duplas (4 a 6 alunos por grupo), para 
poder comparar o desempenho de diferentes sujeitos 
experimentais. 
 
Entregar na NP1: Relatório composto pelas seções: Introdução, 
Objetivos, Método, resultados e referências bibliográficas, para os 
experimentos: Nível Operante, Modelagem e Reforçamento 
Contínuo. 
 
Entregar na NP2: Relatório composto pelas seções: Introdução, 
Objetivos, Método, resultados e referências bibliográficas, para os 
experimentos: Extinção, Esquema intermitente e treino 
discriminativo. 
No laboratório 
Datas 
NP1 06/04 
NP2 25/05 
SUB: 08/06 
EXAME: 15/06 
História do Behaviorismo Radical 
 Quem foi Burrhus Frederic Skinner (1904-1990)? Conte sobre sua trajetória 
acadêmica e reconhecimentos recebidos 
 
 Qual é a diferença entre Behaviorismo Radical e Análise do Comportamento? 
 
 A Análise do Comportamento é uma abordagem psicológica que busca 
compreender o ser humano a partir de sua interação com seu ambiente. Mas 
o que é AMBIENTE para essa abordagem? 
 
 Existe relação entre as teorias propostas por Watson e Pavlov e os 
pressupostos da Behaviorismo Radical? 
 
 Pode-se dizer que existe mais de um tipo de Behaviorismo? Comente sua 
resposta. 
 
 Qual era a situação geopolítica dos Estados Unidos na década de 1930? 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
 Comportamento 
Respondente 
Elicia a resposta É mantido pelo reforço 
Comportamento 
Operante 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Nós somos apenas mais um ser 
igualmente único como todos os outros... 
Para começar 
Como ele procurou descobrir e provar o que aprendeu: 
https://www.youtube.com/watch?v=cFoDe9KoK74 
Skinner Modelagem (legendado) 
 
Uma amostra de experiências com ratos: 
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ezH-vcg22V4 
 
https://www.youtube.com/watch?v=cFoDe9KoK74
https://www.youtube.com/watch?v=cFoDe9KoK74
https://www.youtube.com/watch?v=ezH-vcg22V4
https://www.youtube.com/watch?v=ezH-vcg22V4
https://www.youtube.com/watch?v=ezH-vcg22V4
https://www.youtube.com/watch?v=ezH-vcg22V4
Para refletirmos 
 "Eu sei, mas não devia" 
de Marina Colasanti recitado por Antônio Abujamra 
https://www.youtube.com/watch?v=ruN_LR60ZfQ 
 
 “Mude, mas comece” 
de Edson Marques recitado por Antônio Abujamra 
 https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA 
 
 Qual a relação dos poemas com a teoria de Skinner? 
 
 
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WA
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Vamos refletir... 
Você consegue identificar quais são as consequências que mantém o seu 
comportamento? Será mesmo? 
Então por que não consegue mudar os 
comportamentos que julga inapropriados? 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Como saber que algo é reforçador? 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Reforço Natural x Reforço Arbitrário 
X 
Mentalismo 
Onde está a causa do comportamento de estudar? 
curiosidade inteligência 
força de 
vontade 
dedicação 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Extinção Operante. 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Extinção Operante. 
Qual a relação 
desse Gif com o texto? 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Fatores que influenciam 
a resistência à extinção 
A questão da perseverança... 
1. Número de reforços anteriores; 
2. Custo da resposta; 
3. Esquemas de reforçamento (intermitência). 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Outros efeitos da extinção 
1. Aumento na frequência da 
resposta no início do 
processo de extinção: 
2. Aumento na variabilidade 
da topografia (forma) da 
resposta: 
3. Eliciação de respostas 
emocionais (raiva, 
ansiedade, irritação, frus 
tração, etc.): 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Modelagem: aquisição de comportamento 
• Os comportamentos novos que aprendemos surgem a partir de 
comportamentos que já existem em nosso repertório comportamental. 
• A Modelagem é um procedimento de reforçamento diferencial de 
aproximações sucessivas de um comportamento. O resultado final é um 
novo comportamento. 
• O reforço diferencial consiste em reforçar algumas respostas que 
obedecem a algum critério e em não reforçar outras respostas 
similares. 
Aprendizagem pelas consequências: o reforço (Cap. 3): 
Nas palavras de Skinner 
 Vamos conhecer Skinner! 
Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NNEJSp2iIEQ 
 
Por dentro de suas principais reflexões e afirmações: 
https://www.bfskinner.org/behavioral-science/definition/ 
Por dentro de suas principais reflexões e afirmações: 
Uma Breve Pesquisa sobre o Comportamento Operante 
 Há muito se sabe que o comportamento é afetado por suas 
consequências. Recompensamos e punimos as pessoas, por exemplo, para 
que se comportem de maneiras diferentes. Um efeito mais específico de 
uma consequência foi estudado experimentalmente pela primeira vez por 
Edward L. Thorndike em um experimento bem conhecido. Um gato 
preso em uma caixa lutou para escapar e acabou movendo a trava que 
abria a porta. Quando repetidamente fechado em uma caixa, o gato 
gradualmente deixou de fazer aquelas coisas que se mostraram ineficazes 
(“erros”) e finalmente deu a resposta bem-sucedida muito rapidamente. 
 
https://www.youtube.com/watch?v=NNEJSp2iIEQ
https://www.youtube.com/watch?v=NNEJSp2iIEQ
https://www.bfskinner.org/behavioral-science/definition/
https://www.bfskinner.org/behavioral-science/definition/
https://www.bfskinner.org/behavioral-science/definition/
https://www.bfskinner.org/behavioral-science/definition/
 No condicionamento operante, o comportamento também é afetado por 
suas consequências, mas o processo não é um aprendizado de tentativa e 
erro. Pode ser melhor explicado com um exemplo: 
 Um rato faminto é colocado em uma caixa à prova de som. Por vários 
dias, pedaços de comida são ocasionalmente colocados em uma bandeja 
por um distribuidor automático. O rato logo vai para a bandeja 
imediatamente ao ouvir o som do dispensador. Uma pequena seção 
horizontal de uma alavanca projetando-seda parede estava em sua 
posição mais baixa, mas agora está ligeiramente levantada de modo que, 
quando o rato a toca, ela se move para baixo. 
 Ao fazê-lo, fecha um circuito elétrico e opera o dispensador de 
alimentos. Imediatamente após comer o alimento fornecido, o rato 
começa a pressionar a alavanca rapidamente. 
 O comportamento foi fortalecido ou reforçado por uma única 
consequência. 
 
 
Nas palavras de Skinner 
 Para um rato faminto, a comida é um reforçador natural, mas o 
reforçador neste exemplo é o som do distribuidor de comida, que foi 
condicionado como um reforçador quando foi repetidamente seguido 
pela entrega de comida antes que a alavanca fosse pressionada. 
 
 De fato, o som daquela única operação do dispensador teria tido um 
efeito observável mesmo que nenhum alimento fosse entregue naquela 
ocasião, mas quando o alimento não segue mais pressionando a alavanca, 
o rato finalmente para de pressionar. Diz-se que o comportamento foi 
extinto. 
 
 Um operante pode ficar sob o controle de um estímulo. Se pressionar a 
alavanca for reforçado quando a luz estiver acesa, mas não quando 
estiver apagada, as respostas continuarão a ser dadas na luz, mas 
raramente, ou nunca, no escuro. O rato formou uma discriminação entre 
claro e escuro. Quando alguém acende a luz, ocorre uma resposta, mas 
não é uma resposta reflexa. 
Nas palavras de Skinner 
 A alavanca pode ser pressionada com diferentes quantidades de força 
e, se apenas respostas fortes forem reforçadas, o rato pressiona cada 
vez com mais força. Se apenas respostas fracas forem reforçadas, ele 
eventualmente responderá apenas muito fracamente. 
 
 O processo é chamado de diferenciação. Uma resposta deve ocorrer 
primeiro por outras razões antes de ser reforçada e se tornar um 
operante. Pode parecer que uma resposta muito complexa nunca 
ocorreria para ser reforçada, mas respostas complexas podem ser 
moldadas reforçando suas partes componentes separadamente e 
reunindo-as na forma final do operante. 
 
 O reforço operante não apenas molda a topografia do 
comportamento, mas também o mantém em força muito depois de um 
operante ter sido formado. 
Nas palavras de Skinner 
 Esquemas de reforço são importantes para manter o comportamento. 
 
 Se uma resposta foi reforçada por algum tempo apenas uma vez a cada 
cinco minutos, por exemplo, o rato logo para de responder 
imediatamente após o reforço, mas responde cada vez mais 
rapidamente à medida que o próximo reforço se aproxima. (Isso é 
chamado de esquema de reforço de intervalo fixo.) 
 
 Se uma resposta foi reforçada em média a cada cinco minutos, mas de 
forma imprevisível, o rato responde em um ritmo constante. Se o 
intervalo médio for curto, a taxa é alta; se for longo, a taxa é baixa. 
(Esse é um esquema de reforçamento de intervalo variável.) 
Nas palavras de Skinner 
 Se uma resposta for reforçada quando um determinado número de 
respostas tiver sido emitido, o rato responderá cada vez mais 
rapidamente à medida que o número necessário for atingido. (Esse é um 
esquema de reforço de razão fixa.) 
 
 O número pode ser aumentado em estágios fáceis até um valor muito 
alto; o rato continuará a responder mesmo que uma resposta raramente 
seja reforçada. 
 
 O “pagamento por peça” na indústria é um exemplo de esquema de taxa 
fixa, e os empregadores às vezes são tentados a “esticá-lo” aumentando 
a quantidade de trabalho necessária para cada unidade de 
pagamento. Quando o reforço ocorre após um número médio de 
respostas, mas de forma imprevisível, o esquema é chamado de razão 
variável. É familiar em dispositivos e sistemas de jogos de azar que 
organizam pagamentos ocasionais, mas imprevisíveis. 
 
 O número necessário de respostas pode ser facilmente estendido. 
Nas palavras de Skinner 
 Os reforçadores podem ser positivos ou negativos. 
 
 Um reforçador positivo reforça quando é apresentado; 
 Um reforçador negativo reforça quando é retirado. 
 Reforço negativo não é punição. 
 Os reforçadores sempre fortalecem o comportamento; é isso que 
significa “reforçado”. 
 
 A punição é usada para suprimir o comportamento. Consiste em 
retirar um reforçador positivo ou apresentar um negativo. 
 Muitas vezes parece operar condicionando reforçadores negativos: a 
pessoa punida doravante age de maneiras que reduzem a ameaça de 
punição e que são incompatíveis com, e portanto substituem, o 
comportamento punido. 
Nas palavras de Skinner 
 A espécie humana se distingue pelo fato de que suas respostas vocais 
podem ser facilmente condicionadas como operantes. 
 
 Existem muitos tipos de operantes verbais porque o comportamento 
deve ser reforçado apenas por meio da mediação de outras pessoas, e 
elas fazem muitas coisas diferentes. 
 
 As práticas reforçadoras de uma dada cultura compõem o que se chama 
de linguagem. As práticas são responsáveis ​​pela maior parte das 
realizações extraordinárias da espécie humana. 
 
 Outras espécies adquirem comportamento umas das outras por meio de 
imitação e modelagem (elas mostram umas às outras o que fazer), mas 
não podem dizer umas às outras o que fazer. 
Nas palavras de Skinner 
 Adquirimos a maior parte do nosso comportamento com esse tipo de 
ajuda. 
 
 Aceitamos conselhos, acatamos advertências, observamos regras e 
obedecemos a leis, e nosso comportamento então fica sob o controle de 
consequências que, de outra forma, não seriam eficazes. 
 
 A maior parte do nosso comportamento é complexa demais para ter 
ocorrido pela primeira vez sem essa ajuda verbal. 
 
 Ao receber conselhos e seguir regras, adquirimos um repertório muito 
mais extenso do que seria possível por meio de um contato solitário 
com o ambiente. 
Nas palavras de Skinner 
 Responder porque o comportamento teve consequências reforçadoras 
é muito diferente de responder seguindo conselhos, seguindo regras 
ou obedecendo a leis. 
 
 Não aceitamos conselhos por causa da consequência específica que se 
seguirá; nós o aceitamos apenas quando outros conselhos de fontes 
semelhantes já tiveram consequências reforçadoras. 
 
 Em geral, somos muito mais inclinados a fazer as coisas se elas tiverem 
consequências de reforço imediatas do que se apenas fomos 
aconselhados a fazê-las. 
 
Nas palavras de Skinner 
 O comportamento inato estudado pelos etólogos é moldado e 
mantido por sua contribuição para a sobrevivência do indivíduo e da 
espécie. 
 
 O comportamento operante é moldado e mantido por suas 
consequências para o indivíduo. 
 
 Ambos os processos têm características controversas. Nenhum dos 
dois parece ter lugar para um plano ou propósitos anteriores. Em 
ambos, a seleção substitui a criação. 
Nas palavras de Skinner 
 A liberdade pessoal também parece ameaçada. 
 
 É apenas o sentimento de liberdade, no entanto, que é afetado. 
 
 Aqueles que respondem porque seu comportamento teve 
consequências de reforço positivo geralmente se sentem livres. Eles 
parecem estar fazendo o que querem fazer. 
 
 Aqueles que respondem porque o reforço foi negativo e, portanto, 
evitam ou fogem da punição, estão fazendo o que devem fazer e não se 
sentem livres. 
 
 Essas distinções não envolvem o fato da liberdade 
Nas palavras de Skinner 
 A análise experimental do comportamento operante levou a uma 
tecnologia frequentemente chamada de modificação do 
comportamento. 
 
 Geralmente consiste em mudar as consequências do comportamento, 
removendo as consequências que causaram problemas ou arranjando 
novas consequências para o comportamento que faltou força. 
 
 Historicamente, as pessoas foram controladas principalmente por 
reforço negativo, ou seja, foram punidas quando não fizeram o que é 
reforçador para aqueles que poderiam puni-las. 
Nas palavras de Skinner 
 O reforço positivo tem sido usado com menos frequência, emparte 
porque seu efeito é ligeiramente adiado, mas pode ser tão eficaz 
quanto o reforço negativo e tem muito menos subprodutos 
indesejados. 
 
 Por exemplo, alunos que são punidos quando não estudam podem 
estudar, mas também podem se ausentar da escola (matrícula), 
vandalizar propriedade escolar, agredir professores, ou teimosamente 
não fazer nada. 
 
 Redesenhar os sistemas escolares de modo que o que os alunos fazem 
seja mais frequentemente reforçado positivamente pode fazer uma 
grande diferença. 
 
 (Para mais detalhes, veja meu The Behavior of Organisms , 
meu Science and Human Behavior , and Schedules of 
Reinforcement por CF Ferster e eu.) - BF Skinner 
 
Nas palavras de Skinner 
controle aversivo 
do 
comportamento. 
 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
 Reforço Negativo 
 Punição Positiva 
 Punição Negativa 
 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
• Reforço negativo 
(aumenta comportamentos para 
retirada de punição) 
 
• Punição positiva 
(reduz comportamentos que geram 
a punição) 
Estímulo 
Aversivo 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
O Sol forte é um 
ESTÍMULO PRÉ-
AVERSIVO em relação 
ao estímulo aversivo 
“queimadura” 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
Efeitos colaterais do controle aversivo 
• Eliciação de respostas emocionais; 
 
• Quem pune ou reforça negativamente em 
excesso acaba rá tornando-se um estímulo 
condicionado que eliciará as mesmas respostas 
emocionais outrora eliciadas pelos estímulos 
aversivos envolvidos; 
 
• Supressão de outros comportamentos além do 
punido; 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
Efeitos colaterais do controle aversivo 
• Emissão de respostas incompatíveis ao comportamento 
punido que diminuem a probabilidade de emissão de um 
comportamento punido e, por conseguinte, de o 
organismo entrar em contato com a punição. Tornam 
impossível para o organismo discriminar que a 
contingência de punição não está mais em vigor, uma vez 
que impede que o organismo se exponha à contingência 
novamente; 
 
• Contracontrole. 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
Por que punimos tanto? 
 
Imediaticidade da consequência; 
 
Eficácia não dependente da privação; 
 
Facilidade no arranjo das contingências; 
 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
E quais são as alternativas para a punição? 
Reforço positivo em lugar de reforço negativo; 
 
Extinção em vez de punição; 
 
Reforçamento diferencial; 
 
Aumento da densidade de reforços para outras 
alternativas. 
 
Aprendizagem pelas consequências: 
o controle aversivo (cap. 4) 
Lista de Exercícios 
Reforço e Punição (+ e -) 
João tira notas boas na escola e seus pais lhe dão um presente 
como recompensa. 
Reforço Positivo – O presente aumenta a chance de João continuar 
tirando boas notas. 
 
Uma criança faz birra no supermercado e os pais lhe compram 
um doce para que ela pare de chorar. 
Reforço Positivo – A criança recebe um doce, o que reforça o 
comportamento de fazer birra. 
 
Uma aluna esquece de entregar a lição de casa e a professora a 
coloca para limpar o quadro da sala como castigo. 
Punição Positiva – O castigo (limpar o quadro) adiciona uma 
consequência desagradável. 
 
Uma pessoa dirige acima do limite de velocidade e recebe uma 
multa. 
Punição Positiva – A multa é uma consequência negativa adicionada para 
reduzir o comportamento. 
Lista de Exercícios 
Reforço e Punição (+ e -) 
Um treinador de futebol manda um jogador correr voltas extras porque 
ele chegou atrasado ao treino. 
Punição Positiva – Correr voltas extras é uma consequência desagradável 
adicionada para desestimular atrasos. 
 
Um estudante não entrega seu trabalho no prazo e perde pontos na nota 
final. 
Punição Negativa – Perder pontos remove algo positivo, desencorajando o atraso. 
 
Sempre que um funcionário bate suas metas, ele recebe um bônus no 
salário. 
Reforço Positivo – O bônus aumenta a chance de ele continuar batendo metas. 
 
Um gato pula na mesa e é borrifado com água por seu dono. 
Punição Positiva – O borrifo de água adiciona um estímulo desagradável para 
desencorajar o comportamento. 
Lista de Exercícios 
Reforço e Punição (+ e -) 
Um motorista coloca o cinto de segurança para parar o som irritante de alerta 
do carro. 
Reforço Negativo – O som desagradável é removido, aumentando a chance de o motorista 
colocar o cinto. 
 
Uma mãe retira o videogame do filho porque ele desobedeceu as regras da casa. 
Punição Negativa – O videogame é removido como consequência da desobediência. 
 
Após estudar bastante para uma prova difícil, um aluno recebe elogios do 
professor. 
Reforço Positivo – O elogio incentiva o aluno a continuar estudando. 
 
Um cachorro late sem parar e seu dono coloca um colar que emite um som 
incômodo quando ele late. 
Punição Positiva – O som incômodo é adicionado para reduzir o latido. 
 
Uma criança organiza seu quarto e ganha um tempo extra para brincar no 
parque. 
Reforço Positivo – O tempo extra no parque reforça o comportamento positivo. 
Lista de Exercícios 
Reforço e Punição (+ e -) 
Um estudante usa o celular durante a aula e o professor 
confisca o aparelho. 
Punição Negativa – O celular é retirado como punição para 
reduzir o uso inadequado. 
 
Um atleta sente dor ao não alongar antes dos treinos e 
passa a alongar regularmente para evitar o desconforto. 
Reforço Negativo – O alongamento evita a dor, removendo um 
estímulo negativo. 
 
Uma turma de Psicologia fica pedindo para o professor 
uma lista de exercícios sobre reforço e punição, e após 
muita insistência dos alunos, o professor passa a lista. 
1 - Reforço Positivo (para os alunos) – aumenta a chance de 
pedir mais coisas para o professor. 
II – Para o professor: .......... 
 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
contingência de três termos 
S - R > C. 
Os estímulos antecedentes, portanto, controlam 
qual resposta produzirá uma consequência 
reforçadora 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Estímulo Discriminativo 
SD - R > CR+. 
Provável 
Reforço Positivo ao 
Fazer carinho 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Estímulo Delta 
S∆ - R > CE. 
Reforço indisponível 
Extinção 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Aprendemos a discriminação porque passamos por 
um treino discriminativo, o qual consiste em 
reforçar um comportamento na presença de um SD 
e extinguir o mesmo comportamento na presença 
do SA, este treino chama-se reforçamento 
diferencial. 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Generalização de estímulos operantes 
Utilizamos o termo generalização de estímulos operante 
nas circunstâncias em que uma resposta é emitida na 
presença de novos estímulos que partilham alguma 
propriedade física com o SD, na presença do qual a 
resposta fora reforçada no passado. 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Generalização de estímulos operantes 
O reforçamento diferencial produz um 
gradiente de generalização mais estreito, ou seja, 
diminui a generalização e aumenta a 
discriminação. O comportamento é 
apresentando em um contexto mais específico. 
 
O reforçamento adicional consiste em 
reforçar a resposta nas demais variações de um 
SD. O indivíduo apresenta o comportamento em 
demais contextos semelhantes. 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
Inglês: "cake, 
 
Francês: "gâteau, 
 
Espanhol: "pastel, 
 
Alemão: "Kuchen, 
 
Grego: "κέικ,Sueco: "bakelse, 
 
Chinês: "饼, 
Generalização 
Discriminação 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
O atentar (atenção como um comportamento) 
Vídeo: teste de atenção 
A Análise do Comportamento interpreta termos 
psicológicos, como a atenção de forma diferenciada, 
não existe um processo mental chamado "atenção" 
que decide por nós à qual estímulo responderemos, 
ao qual prestaremos atenção. 
 
Ter atenção é comportar-se sob determinado 
controle de estímulos, e o estímulos que sinalizaram 
consequências importantes no passado têm uma 
probabilidade maior de exercerem o controle sobre 
nosso comportamento. 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
O atentar (atenção como um comportamento) 
Uma maneira simples de se estabelecer um controle 
adequado de estímulos é usar a técnica chamada de 
esvanecimento (ou fading). Essa técnica consiste em 
manipular gradativamente uma dimensão do estímulo para 
facilitar sua discriminação, 
 
Se queremos que um organismo atente a uma 
propriedade do estímulo e ignore as demais, devemos 
treiná-lo especificamente para isso. Chamamos de 
abstração quando o organismo consegue fazê-lo, as 
abordagens mentalistas chamam de “formação de 
conceitos”. 
Discriminação, generalização, 
esvanecimento e abstração nos 
vilões da Disney 
Discriminação, 
generalização, 
esvanecimento 
e abstração nos 
heróis da 
Disney 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
O atentar (atenção como um comportamento) 
Nesse quebra-cabeça, 
primeiramente olhamos para as 
peças de canto, depois para as 
bordas e por fim o meio. 
Com isso, estamos seguindo um 
encadeamento de estímulos por 
processo de fading, ao escolher 
à qual estímulo específico 
estamos “atentos” a fim de ser 
reforçado com a montagem 
completa. 
Controle de estímulos: 
discriminação e generalização 
CAP. 6 
O atentar (atenção como um comportamento) 
Aqui por outro lado, para conseguir montar com mais 
facilidade temos que primeiramente abstrair as letras a fim 
de seguirmos encadeamento de estímulos encaixando da 
primeira A até a última Z (ou vice-versa). Além do estímulo 
elefante. 
Encadeamento de estímulos na logística 
Reforçadores condicionados generalizados e 
reforçadores condicionados simples 
Em quantas situações da sua vida você busca pelos seguintes 
reforçadores? 
Quanto maior o número de situações em que você for reforçado pela 
mesma consequência, menores serão as chances de você ficar saciado 
dessa consequência! 
Reforçadores condicionados generalizados e 
reforçadores condicionados simples 
Em quantas situações da sua vida você busca por esse reforçadores? 
Vimos no primeiro bimestre o esquema de 
reforçamento contínuo. 
 
Mas há também os esquemas de 
reforçamento intermitente: 
1. Razão: Fixa 
2. Razão Variável 
 
 
3. Intervalo Fixo 
4. Intervalo Variável 
 
Vimos no primeiro bimestre o esquema de 
reforçamento contínuo. 
 
Mas há também os esquemas de 
reforçamento intermitente: 
1. Razão: Fixa 
2. Razão Variável 
 
 
3. Intervalo Fixo 
4. Intervalo Variável 
 
Razão Fixa: é caracterizado por produzir 
uma taxa alta de respostas, uma vez que, 
quanto mais o organismo responder, mais 
reforços obterá. Então, será observada 
uma taxa alta de respostas. Entretanto, um 
outro fenômeno é observado é a pausa 
após o reforçamento. 
 
Razão Fixa: Você já notou que quando está 
perto de terminar uma atividade ou 
chegar a um objetivo, sua frequência de 
comportamentos aumenta? 
Razão Variável: caracterizado por ausência 
de pausas ou por apenas pausas curtas. 
Isto ocorre porque não há como 
discriminar se o número de respostas para 
o próximo reforço é grande ou pequeno, 
uma vez que é variável. 
Razão Variável: É o esquema que produz as 
maiores taxas de respostas. 
Intervalo Fixo: Produz as menores taxas 
de respostas por duas razões: 1) não faz 
diferença responder muito ou pouco, e, 
sim, no momento certo. Por conseguinte, 
o organismo responderá menos do que 
nos esquemas de razão; 2) é o esquema 
que produz as maiores pausas após o 
reforçamento. 
Intervalo Fixo: É fácil para o organismo 
discriminar que, logo após um reforçador, 
suas respostas não serão reforçadas. 
Portanto, envolve longas pausas após o 
reforço, como um início lento no 
responder e um aumento gradual na taxa 
de respostas até o reforçamento (scalop) 
Intervalo Fixo: Ser reforçado ao 
responder a chamada. 
Você já notou que sua atenção 
(comportamento) é maior quanto mais 
próximo está do seu nome? 
Intervalo Variável: produz um padrão com 
uma taxa relativamente alta de respostas. 
Uma vez que o organismo não tem como 
prever quando o reforçador estará 
disponível, ele responderá quase que o 
tempo todo 
Para aprender mais 
 Bibliografia Básica: 
 MOREIRA, M. B.; MEDEIROS, C. A. 
Princípios básicos de análise do 
comportamento. Porto Alegre: Artmed, 
2019.

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