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Amanda Bozi Barbosa RA: 00102158 Estudante de Medicina veterinária UNISO - Universidade de Sorocaba 1 P A R A Q U E S E R V E M ? Os anticonvulsivantes possuem múltiplas ações e conseguem tratar muitos distúrbios, principalmente convulsões e epilepsia. São utilizados como medicamento único em cães que apresentam epilepsia idiopática ou em associação a outros medicamentos quando a origem das convulsões se deve a uma alteração no organismo. 3 Q U A N D O U T I L I Z A R A T E R A P I A A N T I C O N V U L S I V A N T E ? A terapia anticonvulsivante é indicada quando o padrão das crises convulsivas ou a sua frequência estiverem interferindo na vida do animal. Crises generalizadas brandas ou focais esporádicas ou mesmo crises generalizadas graves, não ultrapassando algumas por ano, não necessitam de controle medicamentoso. Por outro lado, quando tais crises se tornarem frequentes ou os proprietários forem afetados emocionalmente por elas, dá-se início à terapia. A N T I C O N V U L S I V A N T E S U S A D O S N A M E D I C I N A V E T E R I N Á R I A Na Medicina Veterinária são utilizados os medicamentos que são lançados no mercado para uso em Medicina Humana, e tentativas terapêuticas são feitas em cães e gatos a fim de se descobrirem a farmacocinética e os efeitos colaterais nestas espécies. Fenobarbital. Primidona. Fenitoína. Benzodiazepínicos. Carbamazepina. Ácido valproico. Brometo de potássio. Flunarizina. Gabapentina. Felbamato. Topiramato, (entre outros). 4 FÁRMACOS ANTICONVULSIONANTES Os anticonvulsivantes formam um grupo de remédios voltados principalmente para o tratamento e prevenção de crises convulsivas ou alterações cerebrais, como agressividade, síndrome cerebral etc. Os anticonvulsivantes agem evitando os diferentes mecanismos que dão início às crises convulsivas: Alteração da função da membrana neuronal, que pode conduzir a uma despolarização excessiva; Diminuição de neurotransmissores inibitórios, tais como o ácido gama-aminobutírico (GABA), o neurotransmissor inibitório mais amplamente distribuído no sistema nervoso central; Aumento dos neurotransmissores excitatórios, como o glutamato; Alteração da concentração extracelular de potássio e cálcio. Vários novos medicamentos têm sido utilizados visando ao controle das crises convulsivas, com pouco ou nenhum efeito colateral. 2 COMO AGEM? FÁRMACOS ANTICONVULSIONANTES Os anticonvulsivantes formam um grupo de remédios voltados principalmente para o tratamento e prevenção de crises convulsivas ou alterações cerebrais, como agressividade, síndrome cerebral etc. PARA QUE SERVEM? Os anticonvulsivantes possuem múltiplas ações e conseguem tratar muitos distúrbios, principalmente convulsões e epilepsia. São utilizados como medicamento único em cães que apresentam epilepsia idiopática ou em associação a outros medicamentos quando a origem das convulsões se deve a uma alteração no organismo. COMO AGEM? Os anticonvulsivantes agem evitando os diferentes mecanismos que dão início às crises convulsivas: Alteração da função da membrana neuronal, que pode conduzir a uma despolarização excessiva; Diminuição de neurotransmissores inibitórios, tais como o ácido gama-aminobutírico (GABA), o neurotransmissor inibitório mais amplamente distribuído no sistema nervoso central; Aumento dos neurotransmissores excitatórios, como o glutamato; Alteração da concentração extracelular de potássio e cálcio. Vários novos medicamentos têm sido utilizados visando ao controle das crises convulsivas, com pouco ou nenhum efeito colateral. QUANDO UTILIZAR A TERAPIA ANTICONVULSIVANTE? A terapia anticonvulsivante é indicada quando o padrão das crises convulsivas ou a sua frequência estiverem interferindo na vida do animal. Crises generalizadas brandas ou focais esporádicas ou mesmo crises generalizadas graves, não ultrapassando algumas por ano, não necessitam de controle medicamentoso. Por outro lado, quando tais crises se tornarem frequentes ou os proprietários forem afetados emocionalmente por elas, dá-se início à terapia. ANTICONVULSIVANTES USADOS NA MEDICINA VETERINÁRIA Na Medicina Veterinária são utilizados os medicamentos que são lançados no mercado para uso em Medicina Humana, e tentativas terapêuticas são feitas em cães e gatos a fim de se descobrirem a farmacocinética e os efeitos colaterais nestas espécies. Fenobarbital. Primidona. Fenitoína. Benzodiazepínicos. Carbamazepina. Ácido valproico. Brometo de potássio. Flunarizina. Gabapentina. Felbamato. Topiramato, (entre outros).