Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PSICODIAGNÓSTICO E 
ANAMNESE
TRISTANA CEZARETTO
Psicodiagnóstico
•Ao mesmo tempo ciência, técnica e arte.
Enquanto ciência se fundamenta no conteúdo 
científico da Psicologia.
Sua técnica não exige somente conhecimento 
sobre elas mas também prática.
Enquanto arte o psicoterapeuta deve ter 
sensibilidade para “interpretar” o paciente.
Definição
Psicodiagnóstico é um processo científico, 
limitado no tempo, que utiliza técnicas e 
testes psicológicos, em nível individual ou 
não, seja para entender problemas à luz de 
pressupostos teóricos, identificar e avaliar 
aspectos específicos, seja para classificar o 
caso e prever seu curso possível, 
comunicando os resultados, nas bases dos 
quais são propostas soluções, se for o caso.
•Processo científico→ deve partir de um 
levantamento prévio de hipótese que serão 
confirmadas ou refutadas através de 
passos predeterminados e com objetivos 
precisos.
•Psicodiagnóstico→Avaliação psicológica 
feita com propósitos clínicos e que deve 
estar bem fundamentada na abordagem 
teórica do profissional.
Caracterização
• Configura-se uma situação com papéis 
bem definidos e com um contrato no qual 
uma pessoa (o paciente) pede que a 
ajudem, e outra (o psicólogo) aceita o 
pedido e se compromete a satisfazê-lo na 
medida de suas possibilidades.
Objetivos
•Pode ter um ou vários objetivos 
dependendo dos motivos alegados ou reais 
do encaminhamento e/ou da consulta.
•Relaciona-se com as necessidades da 
fonte de solicitação.
•Conseguir uma descrição e compreensão 
da personalidade do paciente. 
Objetivos
1- Classificação simples
2- Descrição
3- Classificação nosológica
4- Diagnóstico diferencial
5- Avaliação compreensiva
6- Entendimento dinâmico
7- Prevenção
8- Prognóstico
9- Perícia forense
O paciente
•Busca auxílio psicológico em um momento 
particular. Isso acontece quando sozinho não 
consegue dar conta da situação.
•Sua busca denuncia que as medidas tomadas 
até então para resolver os problemas falharam, 
do mesmo modo falharam os sistemas 
explicativos que construiu sobre as causas dos 
problemas.
•A busca de auxílio psicológico pode 
revelar um momento de crise do paciente.
•Crise: se manifesta pela invasão de uma 
experiência de paralisação da 
continuidade do processo de vida. É 
provocada pelo inesperado de uma 
situação podendo haver uma 
descontinuidade na percepção da vida 
como uma história coerente e organizada.
O fato novo: provoca uma mudança no 
equilíbrio psíquico anterior mantido com 
certas crenças acerca de si mesmo ou do 
mundo. Algo está em desacordo com essas 
crenças e isso com freqüência é 
acompanhado de sentimento de dor e 
ansiedade, podendo despertar temores 
antigos e tornar ainda mais difícil sua 
condição interna atual.
Motivos manifestos e latentes
• Uma vez feito o contato para marcação do 
atendimento, a admissão da existência de 
algum grau de perturbação e de 
dificuldades que justificam a necessidade 
de ajuda já aconteceu. Nesse período 
podem surgir fortes defesas que podem 
mascarar os verdadeiros motivos da busca 
pelo processo psicodiagnóstico.
O contato com o paciente
• Expectativa inicial do paciente
•Apresentação entre o psicólogo e o 
paciente.
• A atitude do psicólogo: respeito, olhar 
livre de críticas, menosprezo, desvalia.
• Estabelecimento do rapport.
A entrevista inicial
• Entrevista semi-dirigida: se divide em 3 
momentos.
1. Apresentação mútua e esclarecimento do 
enquadre.
Enquadre
•Esclarecimento dos papéis respectivos 
(natureza e limite da função que cada parte 
integrante do contrato desempenha).
•Lugar onde se realizarão as entrevistas.
•Horário e duração do processo (em termos 
aproximados).
•Honorários (quando aplicável).
2. Entrevista livre para que o paciente 
tenha oportunidade de expressar 
livremente o motivo de sua consulta.
3. Adotar uma técnica diretiva para poder 
preencher as lacunas.
Objetivos da entrevista
-Descrever e avaliar para oferecer 
alguma forma de retorno.
• Perceber a impressão que nos desperta o 
paciente e se ela se mantém.
• Considerar o que o paciente verbaliza: 
ritmo, conteúdo.
•Observar se o paciente foge do “aqui e 
agora comigo” referindo-se sempre ao 
passado ou ao futuro,ou se ao contrário, 
consegue entrar e sair de cada seqüência 
temporal sem muita angústia.
•Identificar se existe coerência ou não 
entre a linguagem verbal e não verbal.
•Poder planejar a bateria de testes mais 
adequada, sua seqüência, número de 
entrevistas para aplicação dos testes 
escolhidos.
• Captar que tipo de vínculo o paciente 
tenta estabelecer com o psicólogo.
• Elaborar hipóteses apartir do motivo da 
consulta (manifesto ou latente).
ANAMNESE
 Anamnese (do grego ana, trazer de novo e mnesis, memória) 
é uma entrevista realizada pelo profissional de saúde ao seu 
paciente, que tem a intenção de ser um ponto inicial 
no diagnóstico de uma doença, ou uma resposta humana aos 
processos vitais no caso do profissional. Em outras palavras, é 
uma entrevista em que o profissional de saúde ajuda o 
paciente a relembrar todos os fatos que se relacionam com a 
doença e à pessoa doente. A anamnese é também 
referenciada como Anamnese Corporal, Ficha de Anamnese ou 
Anamnese Corporal Completa.
 Uma anamnese, como qualquer outro tipo de entrevista, tem 
formas ou técnicas corretas de serem aplicadas. Ao seguir as 
técnicas, pode-se aproveitar ao máximo o tempo disponível 
para o atendimento, o que produz um diagnóstico seguro e um 
tratamento correto. Sabe-se hoje que a anamnese, quando 
bem conduzida, é responsável por 85% do diagnóstico na 
clínica médica, liberando 10% para o exame clínico (físico) e 
apenas 5% para os exames laboratoriais ou complementares.
ELEMENTOS DA ANAMNESE
 Identificação: A identificação é o início do relacionamento com o paciente. 
Adquire-se o nome, idade, sexo, etnia, estado civil, grau de escolaridade, profissão, 
ocupação atual, naturalidade, procedência, residência, nome da mãe, nome do 
cuidador, religião e plano de saúde.
 Queixa principal (QP): Em poucas palavras, o profissional registra a queixa 
principal, o motivo que levou o paciente a procurar ajuda.
 História da doença atual (HDA): No histórico da doença atual é registrado tudo 
que se relaciona quanto à doença atual: sintomatologia, época de início, história da 
evolução da doença, entre outros. A clássica tríade: Quando, como e onde isto é 
quando começou, onde começou e como começou. Em caso de dor, deve-se 
caracterizá-la por completo.
 Antecedentes pessoais (HMP): Adquire-se informações sobre toda a história 
médica do paciente, mesmo das condições que não estejam relacionadas com a 
doença atual.
 Histórico familiar (HF): Neste histórico é perguntado ao paciente sobre sua 
família e suas condições de trabalho e vida. Procura-se alguma relação de 
hereditariedade das doenças.
 Hábitos de vida (HPS): Procura-se a informação sobre a ocupação do paciente, como: onde trabalha, onde reside, se é tabagista, 
alcoolista ou faz uso de outras  drogras. Se viajou recentemente, se possui animais de estimação (para se determinar a exposição a 
agentes patogênicos ambientais). Suas atividades recreativas, se faz uso de algum tipo de medicamentos (inclusive os da medicina 
alternativa),pois estas informações são muito valiosas para o médico levantar hipóteses de diagnóstico.
 Revisão de sistemas: Esta revisão, também conhecida como interrogatório 
sintomatológico, anamnese especial/específica ou Interrogatório Sobre os Diversos 
Aparelhos (ISDA), consiste num interrogatório de todos os sistemas do paciente, 
permitindo ao médico levantar hipóteses de diagnósticos.
BIBLIOGRAFIA 
 Ocampo, M.L.S.
 Cunha, J.A.
 Ancona-Lopez, M.

Mais conteúdos dessa disciplina