Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Numismática 
1. Relatar sucintamente a história do dinheiro, sua evolução e as mais variadas 
formas de dinheiro da atualidade, como o cheque, o cartão de crédito, etc. 
 A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução, no início 
não havia moeda, praticava-se o escambo, simples troca de mercadoria por 
mercadoria, sem equivalência de valor, assim, quem pescasse mais peixe do que o 
necessário para si e seu grupo trocava este excesso com o de outra pessoa que, por 
exemplo, tivesse plantado e colhido mais milho do que fosse precisar. Nesta forma de 
troca, no entanto, ocorrem dificuldades, por não haver uma medida comum de valor 
entre os elementos a serem permutados. 
 Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas do que 
outras, aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento 
trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as moedas–
mercadorias. O gado, principalmente o bovino, foi dos mais utilizados pois apresentava 
vantagens de locomoção própria, reprodução e prestação de serviços. O sal foi outra 
moeda–mercadoria por ser de difícil obtenção, principalmente no interior dos 
continentes, era muito utilizado na conservação de alimentos. Com o passar do tempo, 
as mercadorias se tornaram inconvenientes às transações comerciais, devido à 
oscilação de seu valor, pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente 
perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas. 
 Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus 
utensílios e armas anteriormente feitos de pedra, por apresentar vantagens como a 
possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e 
beleza, o metal se elegeu como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas 
mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, 
ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes etc. O metal comercializado 
dessa forma exigia aferição de peso e avaliação de seu grau de pureza a cada troca. 
Mais tarde, ganhou forma definida e peso determinado, recebendo marca indicativa de 
valor, que também apontava o responsável pela sua emissão. Essa medida agilizou as 
transações, dispensando a pesagem e permitindo a imediata identificação da 
quantidade de metal oferecida para troca. 
 Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. A valorização, 
cada vez maior, destes instrumentos levou à sua utilização como moeda e ao 
aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, que circulavam 
como dinheiro. Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com 
características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e 
com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu 
valor, cunhadas na Grécia moedas de prata e, na Lídia, são utilizados pequenos 
lingotes ovais de uma liga de ouro e prata chamada eletro. A princípio, as peças eram 
fabricadas por processos manuais muito rudimentares e tinham seus bordos 
irregulares, não sendo, como hoje, peças absolutamente iguais umas às outras. 
Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. 
O emprego destes metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à 
corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. A cunhagem 
de moedas em ouro e prata se manteve durante muitos séculos, sendo as peças 
garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na 
sua confecção. Com o advento do papel-moeda a cunhagem de moedas metálicas ficou 
restrita a valores inferiores, necessários para troco. Dentro desta nova função, a 
durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande 
diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do 
numerário de troco. Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os 
governos passaram a conduzir a emissão de cédulas, controlando as falsificações e 
garantindo o poder de pagamento. As cédulas retratam a cultura do país emissor e 
nelas podem-se observar motivos característicos muito interessantes como paisagens, 
tipos humanos, fauna e flora, monumentos de arquitetura antiga e contemporânea, 
líderes políticos, cenas históricas etc. 
O conjunto de cédulas e moedas utilizadas por um país forma o seu sistema 
monetário. Este sistema, regulado através de legislação própria, é organizado a partir 
de um valor que lhe serve de base e que é sua unidade monetária. Os países, através de 
seus bancos centrais, controlam e garantem as emissões de dinheiro. O conjunto de 
moedas e cédulas em circulação, chamado meio circulante, é constantemente renovado 
através de processo de saneamento, que consiste na substituição das cédulas gastas e 
rasgadas. Com a supressão da conversibilidade das cédulas e moedas em metal 
precioso, o dinheiro cada vez mais se desmaterializa, assumindo formas abstratas. Uma 
destas formas é o cheque, que, pela simplicidade de seu uso e pela segurança que 
oferece, está sendo, progressivamente, adotado por número sempre maior de pessoas 
nas atividades de seu dia-a-dia. Esse documento, pelo qual se ordena o pagamento de 
certa quantia ao seu portador ou à pessoa nele citada, visa, primordialmente, à 
movimentação dos depósitos bancários. E parecido com isso é o cartão de crédito que 
acumula os valeres de compras, para que sejam pagas de uma única vez. 
A moeda não foi, pois, genialmente inventada, mas surgiu de uma necessidade e 
sua evolução reflete, a cada momento, a vontade do homem de adequar seu instrumento 
monetário à realidade de sua economia. 
2. Contar resumidamente a história do dinheiro em seu país, mencionando as datas 
de estabelecimento de casas da moeda e fábrica de cunhagem. Mencionar também 
as mudanças das cédulas e moedas de seu país ao longo do tempo. 
O primeiro dinheiro do Brasil foi a moeda-mercadoria. Durante muito tempo, o 
comércio da terra foi feito por meio da troca de mercadorias, mesmo após a introdução 
da moeda de metal, as primeiras moedas metálicas - de ouro, prata e cobre – chegaram 
com o início da colonização portuguesa, nessa época colonial, circulavam poucas 
moedas pelo território brasileiro. A economia era baseada principalmente a base de 
trocas, usando produtos de valor (algodão, açúcar e fumo). As poucas moedas que 
circulavam aqui eram cunhadas em Portugal. 
Nomes das moedas que circularam no Brasil 
 - REAL : nome da moeda que vigorou no Brasil desde o início da colonização (1500) até 
1942. 
- CRUZEIRO: criado no governo do presidente Getúlio Vargas, em 5 de outubro de 1942. 
Ao criar o Cruzeiro, o governo realizou o corte de zeros e estabeleceu que cada Cruzeiro 
equivaleria a mil réis. 
- CRUZEIRO NOVO: entrou em circulação em 13 de fevereiro de 1967, durante o regime 
militar. Circulou até 14 de maio de 1970. Durante sua implantação, o Cruzeiro perdeu 
três zeros. 
- CRUZEIRO: voltou em 15 de maio de 1970, sem corte de zeros. 
- CRUZADO: entrou em circulação em 28 de fevereiro de 1986, durante o Plano Cruzado 
no governo de José Sarney. Houve o corte de três zeros em relação ao Cruzeiro. 
- CRUZADO NOVO: novamente, em função da inflação elevada, houve a criação de uma 
nova moeda e o corte de três zeros em relação a moeda anterior. Entrou em circulação 
em 16 de janeiro de 1989. 
- CRUZEIRO: em 16 de março de 1990, durante o primeiro ano do Governo de Fernando 
Collor, a moeda retomou o nome de Cruzeiro. Nesta mudança não ocorreu corte de zeros. 
- CRUZEIRO REAL: já em preparação para o Plano Real, o governo de Itamar Franco 
criou o Cruzeiro Real que entrou em circulação em 1 de agosto de 1993. Houve o corte 
de três zeros. 
- REAL: moeda que entrou em circulação em 1 de julho de 1994, durante o Plano Real, 
implementado no governo de Itamar Franco. Os brasileirostiveram que trocar a moeda 
antiga pela nova (2.750 Cruzeiros Reais por 1 Real). O Real (R$) é a moeda em 
circulação hoje. 
As casas fabricantes de moedas foram aqui criadas à medida que os lugares iam 
desenvolvendo-se e necessitavam de dinheiro. A primeira foi a Casa da Moeda da Bahia, 
seguida pelas do Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais. Fundada em 8 de março 
de 1694, acumula 322 anos de existência. 
3. Explicar como o dinheiro é distribuído pelo governo em seu país. 
 O controle do dinheiro que circula é feito através de um monitoramento diário 
de todas as transações realizadas em moeda corrente no país. No Brasil, o órgão 
responsável por regular a economia é o Banco Central (BC). É ele que cuida do 
Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), que registra o montante de movimentações 
financeiras efetuadas em nosso território. Entre os vários tipos de transação (como 
cheque, cartão de crédito e transferência eletrônica), existem aquelas feitas em 
dinheiro vivo: entre os bancos e pessoas físicas ou jurídicas; e entre os bancos e o 
próprio BC. Como toda cédula e moeda em circulação acaba indo parar em algum 
banco, o BC consegue controlar precisamente todo o dinheiro que está rodando nas 
mãos do público. Com esse número em mãos, o BC avalia se é necessário imprimir 
mais dinheiro ou não. Quando a economia cresce, em geral é preciso mais papel moeda 
circulando. Essa emissão, contudo, deve ser feita com parcimônia se a dinheirama 
fabricada extrapolar as reais necessidades da economia, corre-se um sério risco de a 
inflação explodir. Além questão econômica em si, notas danificadas também precisam 
ser substituídas, cerca de 80% da produção de novas cédulas serve para repor as que 
não estão em condições de uso. Seja como for, há muito mais que cédulas e moedas na 
“carteira” do Brasil. Na verdade, o volume em espécie representa apenas 2,5% de 
nossa riqueza; o grosso existe “virtualmente”, sob formas variadas, como títulos 
públicos e aplicações. Se todos os correntistas brasileiros resolvessem tirar o dinheiro 
que têm no banco, por exemplo, não existiria esse valor em papel para todo mundo. 
4. Definir quaisquer dos termos a seguir, caso se apliquem ao sistema monetário de 
seu país: 
a) Mescla de metais 
 É a mistura de metais usada para fabricar algumas moedas. 
b) Cunhagem revestida 
 Quando a cunhagem recebe um revestimento, para sua proteção e censervação. 
c) Moeda comemorativa 
 Moedas feitas em comemoração a algum fato ou data, o exemplo mais recente 
no brasil, foram as moedas comemorativas das olimpíadas. 
d) Cunho 
 Cunho são as inscrições feitas na moeda. 
e) Fundo 
 Parte da moeda que fica atrás das imagens e inscrições (literalmente o fundo) 
f) Inscrição 
 Partes escritas na moeda, como o órgão que a expeliu, ano em que foi feita, ou o 
país de origem. 
g) Borda marcada com letras 
 Em moedas mais grossas, as moedas podem conter inscrições, no Brasil temos 
as moedas mais recentes de 50 centavos. 
h) Anverso 
 É o lado da moeda que mostra um símbolo, escudo ou imagem, que caracteriza 
o país emissor. 
i) Reverso 
 É a parte da moeda que mostra o seu valor. 
 
j) Série 
 A cada 100.000 unidades de cédulas de mesmo valor e estampa. 
k) Impressão sobreposta 
 Impressões em alto relevo 
l) Tira magnética 
 É uma fita magnetizada inserida nas notas, 
m) Tinta Fluorescente 
 Não se aplica ao nosso sistema monetário. 
n) Controle de inflação 
 Política desenvolvida pelo governo, para controlar a alta de preços. Duas das 
formas são a alteração na taxa de juros e contensão da base monetária. 
o) Numeração das notas 
 Para evitar falsificações, o banco central atribui uma numeração diferente para 
cada nota impressa. 
p) Papel moeda 
 São as nossas cédulas. 
5. Descrever o anverso e o reverso das cédulas usadas atualmente em seu país. 
Cédula de 2 reais 
Anverso: A efígie da República como figura principal; o 
número "2"; a marca tátil; as expressões "REPÚBLICA 
FEDERATIVA DO BRASIL” e "DEUS SEJA LOUVADO"; 
as legendas “2 REAIS” e “2010” (ano de aprovação do 
design da cédula); o quebra-cabeça; o número escondido 
e o elemento fluorescente. 
Reverso: A tartaruga marinha como figura principal; as 
expressões "DOIS REAIS" e "BANCO CENTRAL DO 
BRASIL"; o número "2"; o quebra-cabeça; as 
microchancelas e a dupla numeração da cédula, uma 
localizada no canto inferior esquerdo e a outra, 
fluorescente, no canto superior direito 
 
 
Cédula de 5 reais 
Anverso: A efígie da República como figura principal; o 
número "5"; a marca tátil; as expressões "REPÚBLICA 
FEDERATIVA DO BRASIL" e "DEUS SEJA 
LOUVADO"; as legendas “5 REAIS” e “2010” (ano de 
aprovação do design da cédula); o quebra-cabeça; o 
número escondido e o elemento fluorescente. 
Reverso: A garça como figura principal; as expressões 
"CINCO REAIS" e "BANCO CENTRAL DO BRASIL"; o 
número "5"; o quebra-cabeça; as microchancelas e a 
dupla numeração da cédula, uma localizada no canto 
inferior esquerdo e a outra, fluorescente, no canto 
superior direito. 
Cédula de 10 reais 
Anverso: A Efígie da República como figura principal; o 
número “10” (número que muda de cor), a marca tátil; 
as expressões “REPÚBLICA FEDERATIVA DO 
BRASIL” e “DEUS SEJA LOUVADO”; as legendas “10 
REAIS” e “2010”, ano de aprovação do design da 
cédula; o quebra-cabeça; o número escondido e o 
elemento fluorescente. 
Reverso: A arara como figura principal; as expressões 
“DEZ REAIS” e “BANCO CENTRAL DO BRASIL”, o 
número “10”; o quebra-cabeça; as microchancelas e a 
dupla numeração da cédula, uma localizada no canto 
inferior esquerdo e a outra, fluorescente, no canto 
superior direito. 
Cédula de 20 reais 
Anverso: A Efígie da República como figura 
principal; o número “20” (número que muda de cor), 
a marca tátil; as expressões “REPÚBLICA 
FEDERATIVA DO BRASIL” e “DEUS SEJA 
LOUVADO”; as legendas “20 REAIS” e “2010”, 
ano de aprovação do design da cédula; o quebra-
cabeça; o número escondido e o elemento 
fluorescente. 
Reverso: O mico-leão-dourado como figura 
principal; as expressões “VINTE REAIS” e “BANCO 
CENTRAL DO BRASIL”, o número “20”; o quebra-
cabeça; as microchancelas e a dupla numeração da 
cédula, uma localizada no canto inferior esquerdo e 
a outra, fluorescente, no canto superior direito. 
 
Cédula de 50 reais 
Anverso: A Efígie da República como figura 
principal; o número “50”, a marca tátil; as 
expressões "REPÚBLICA FEDERATIVA DO 
BRASIL" e "DEUS SEJA LOUVADO"; as legendas 
"50 REAIS" e "2010", ano de aprovação do design 
da cédula; a faixa holográfica o quebra-cabeça; o 
número escondido e o elemento fluorescente. 
Reverso: A onça-pintada (Panthera onca) como 
figura principal; as expressões "CINQUENTA 
REAIS" e "BANCO CENTRAL DO BRASIL", o 
número "50"; o quebra-cabeça; as microchancelas e 
a dupla numeração da cédula, uma localizada no 
canto inferior esquerdo e a outra, fluorescente, no 
canto superior direito. 
Cédula de 100 reais 
Anverso: A Efígie da República como figura 
principal; o número "100", a marca tátil; as 
expressões "REPÚBLICA FEDERATIVA DO 
BRASIL" e "DEUS SEJA LOUVADO"; as legendas 
"100 REAIS" e "2010", ano de aprovação do 
design da cédula; a faixa holográfica o quebra-
cabeça; o número escondido e o elemento 
fluorescente. 
Reverso: A garoupa como figura principal; as 
expressões "CEM REAIS" e "BANCO CENTRAL 
DO BRASIL", o número "100"; o quebra-cabeça; 
as microchancelas e a dupla numeração da cédula, 
uma localizada no canto inferior esquerdo e a 
outra, fluorescente, no canto superior direito. 
6. Saber como a qualidade das moedas é avaliada pelos colecionadores. 
 A regra básica para saber o valor das moedas, é o número de exemplares 
existentes. Quanto mais rara a moeda, maior o seu valor, outro item importante é o 
estado de conservação da moeda, sua qualidade também é levada em conta na hora de 
calcular seu valor assim como o materialdo qual a moeda é feita também é levada em 
conta. Moedas de ouro e prata valem mais do que as de ferro, por exemplo. 
 
 
 
7. Ter moedas ou notas de 10 diferentes países. Descrever o que há em cada uma 
delas, dar os nomes de pessoas ou objetos retratados nas mesmas e, quando 
possível, mencionar as datas de cada uma. 
Argentina 
Ano de cunhagem: 1976 
Reverso: contém o valor (10 PESOS), um ramo com 9 
folhas de hortelã e o ano de cunhagem. 
Anverso: Sol de maio (símbolo, sol representado com um 
rosto, e com alternando 16 retas e 16 raios ondulados), o 
nome do país( REPÚBLICA ARGENTINA ) e guirlanda 
em forma de U com (9-9) 18 Livres. 
 
Espanha 
Ano de cunhagem: 2001 
Reverso: Mostra o valor da moeda, e um desenho do 
designer belga Luc Luycx, cujo projeto foi escolhido na 
reunião do Conselho Europeu de 13 de junho de 1997. 
Anverso: A efígie do Rei Juan Carlos I de Borbón, o nome 
do país e o ano de cunhagem. 
 
 
França 
Ano de cunhagem: 1991 
Reverso: contém o valor da moeda, cercadoO com uma 
orelha de trigo, um ramo de oliveira eo lema francês: 
"LIBERTE - EGALITE - FRATERNITE" (liberdade, 
igualdade, fraternidade), e o ano de cunhagem. 
Anverso: Marianne de perfil que é um emblema nacional 
de France, é cercada com a rotulação: REPUBLIQUE 
FRANÇAISE (república francesa). 
 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Designer
https://pt.wikipedia.org/wiki/Belga
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luc_Luycx
https://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Europeu
https://pt.wikipedia.org/wiki/13_de_junho
https://pt.wikipedia.org/wiki/1997
Colômbia 
Ano de cunhagem: 2014 
Reverso: Contém o valor da moeda, a inscrição: 
Republica de Colombia e o ano de cunhagem. 
Anverso: Representação da fauna colombiana, uma 
Guacamaya Bandera (ou arrara vermelha). 
 
 
Paraguai 
Ano de cunhagem: 1976 
Reverso: contem o valor da moeda, a imagem de uma 
cabeça de vaca e o ano do cunhagem. 
 
Anverso: Busto do general Eugenio A. Garay e a 
inscrição: Republica del Paraguay. 
 
Uruguai 
Ano de cunhagem: 1980 
Reverso: contem o valor da moeda (um nuevo peso) e a 
flor de ceibo, que é uma flor nacional. 
 
Anverso: o brasão de armas do uruguai, como nome do 
país e o ano de cunhagem. 
 
 
 
 
 
 
Alemanha 
Ano de cunhagem: 1966 
Reverso: Valor da moeda bem destacado, e a marca da casa 
da moeda, uma letra entre dois ramos. 
 
Anverso: cinco folhas de um carvalho, representando a jovem 
nação e o nome do estado (BUNDESREPUBLIK 
DEUTSCHLAND), e o ano de cunhagem da moeda. 
 
Chile 
Ano de cunhagem: 1981 
Reverso: Valor da moeda e data de cunhagem, rodeados por 
uma coroa de louro. 
 
Anverso: "Chilena" Quebrando correntes, que simbolizam um 
Chile livre e independente do regime marxista. As inscriçoes 
REPUBLICA DE CHILE - 11-IX 1973 – LIBERTAD. 
 
Antilhas Neerlandesas 
Ano de cunhagem: 1980 
Reverso: O valor da moeda e abaixo, um lírio cercados por 
seis estrelas, que representam as seis ilhas que compoem o 
país. 
Anverso: o brasão de armas, o nome do país e o ano de 
cunhagem da moedas. 
 
 
 
 
 
Portugal 
Ano de cunhagem: 1998 
Reverso: o valor da moeda e acima, uma roseta de 12 
flores. 
 
Anverso: o escudo e um nó acima,cercado pelo nome do 
país e o ano de cunhagem da moeda. 
 
 
8. Cumprir um dos seguintes: 
a) Colecionar, pelo menos, cinco moedas ou notas de seu país que não estejam mais 
em circulação. 
b) Colecionar uma série datada de moedas de seu país, começando com o ano de 
seu nascimento (não é necessário incluir moedas). 
 O item escolhido foi o item “a”. 
 
9. Relacionar as caracteristicas de segurança contra falsificação das cedulas 
vigentes em seu país e as apresentar para sua unidade ou clube. 
 Para vefificar se uma cedula é falsa, devemos observar algumas caracteristicas: 
1. Veja a Marca-d'Água. Segure a cédula contra a luz, olhando pela frente da nota 
(lado que contém a efígie), e observe na área clara as figuras que representam os 
animais, em tons que variam do claro ao escuro: 
 
Observe que a imagem que aparece na marca-d'água é diferente para cada 
cédula: 
 2 reais: figura da tartaruga marinha e número 2. 
 5 reais: figura da garça e número 5. 
 10 reais: figura da arara e número 10. 
 20 reais: figura do mico-leão dourado e número 20. 
 50 reais figura da onça-pintada e número 50. 
 100 reais: figura da garoupa e número 100. 
2. Descubra o Número Escondido. 
 
 Com a frente da nota na altura dos olhos, na posição horizontal, em um local 
com bastante luz, você vê aparecer o número indicativo do valor dentro do 
retângulo no lado direito da nota. 
3. Descubra a Faixa Holográfica (somente nas notas de 50 e 100 reais). 
 
Ao movimentar a nota, você vê, nessa faixa à esquerda da frente da cédula, os seguintes 
efeitos: 
 
 Na nota de 50 reais da Segunda Família, o número 50 e a palavra REAIS se 
alternam, a figura da onça fica colorida, e na folha aparecem diversas cores em 
movimento. 
 Na nota de 100 reais da Segunda Família, o número 100 e a palavra REAIS se 
alternam, a figura da garoupa fica colorida, e no coral aparecem diversas cores 
em movimento. 
 4. Descubra o Número que Muda de Cor (somente nas notas de 10 e 20 reais). 
 
 
 Movimente a nota e descubra que o número indicado muda do azul para o 
verde. Uma faixa brilhante parece rolar pelo número 
5. Sinta o Alto-Relevo. 
Pelo tato, você sente o relevo em algumas áreas da nota da Segunda Família. Na 
frente: 
 Na legenda “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”; 
 No numeral do canto inferior esquerdo; 
 No numeral do canto superior direito (exceto nas notas de 10 e 20 reais); 
 Nas extremidades laterais da nota. 
No verso (somente nas notas de 20, 50 e 100 reais): 
 Na legenda “BANCO CENTRAL DO BRASIL”; 
 Na figura do animal; 
 No numeral. 
6. Sempre que possível, compare a cédula suspeita com outra que se tenha certeza de 
ser verdadeira.

Mais conteúdos dessa disciplina