Prévia do material em texto
Eletrotermoterapia Aula 04 Professora: Cíntia Carvalho Técnico em Estética 02/2025 Ultrassom (Plano, Focado e Microfocado) e Ondas de Choque Introdução ao Ultrassom Ultrassom consiste em uma terapia mecânica, em que ondas mecânicas vibram em frequências superiores às audíveis pelo ser humano. Um meio submetido ao ultrassom oscila na mesma frequência do feixe ultrassônico, fornecendo uma massagem em alta frequência e gerando efeitos fisiológicos e terapêuticos muito importantes em diversos tratamentos estéticos. O ultrassom é produzido por um cristal piezoelétrico no interior do aplicador; então, as vibrações produzidas por ele são transferidas à pele do paciente quando o transdutor entra em contato com o tecido. A faixa de frequência do ultrassom terapêutico varia entre 20 KHz até 5 MHz e escolhemos a frequência de acordo com a profundidade de ação pretendida. Ultrassom (Plano, Focado e Microfocado) e Ondas de Choque Piezoeletricidade: é a capacidade que alguns materiais têm de transformar energia elétrica em energia mecânica e vice-versa. O termo “piezoeletricidade” provém do grego “piezein”, que significa apertar/pressionar. Vamos entender melhor: se temos 10 pulsos por segundo, chamamos de 10Hz; então, se temos 1000 pulsos, chamamos de 1000Hz ou 1KHz (quilohertz) e assim por diante. Se temos 1 milhão de pulsos por segundo, teremos, então, 1MHz (mega-hertz). Tipos de Ultrassom Quando falamos em ultrassom terapêutico não-invasivo (extracorpóreo), encontramos uma subdivisão: ultrassom plano e ultrassom focalizado. Cada um possui características próprias e indicações correspondentes, apesar de se tratar do mesmo tipo de energia. Mas a forma da entrega da energia é bem diferente. No ultrassom plano, temos emissão das ondas mecânicas de maneira livre no tecido, passando por todas as camadas até chegar na profundidade definida pela frequência. Então, todos os tecidos que recebem a energia respondem à mesma. Por exemplo: se nosso alvo de tratamento é a gordura localizada, as ondas emitidas passarão pela pele até chegar lá; então, a pele também receberá o estímulo e vai interagir com as ondas. O ultrassom focalizado já tem um comportamento diferente. Por uma concavidade do transdutor ou do próprio cristal, temos uma “focalização da energia”. Dessa forma, há direcionamento e concentração de toda energia em um ponto focal, que chamamos de “hot point”. Esse ponto focal pode se dar em diversas profundidades, de acordo com o equipamento e parâmetros escolhidos. Ultrassom Plano Na estética, o ultrassom plano em alta frequência (1 e 3MHz) é o que mais utilizamos devido aos efeitos que ele produz e as diversas possibilidades terapêuticas de seu uso e controle de profundidade. Efeitos terapêuticos e indicações O meio em que o feixe ultrassônico percorre é submetido a um micromassageamento que varia de intensidade e frequência (parâmetros ajustáveis pelo profissional). A micromassagem dos tecidos deve-se às oscilações provocadas pelo feixe ultrassônico e gera uma série de efeitos: • Cavitação: quando um tecido que contém líquido sofre ação do campo ultrassônico, as oscilações mecânicas estimulam a formação de microbolhas cheias de ar/gás. A partir disso podem ocorrer dois tipos de cavitação: cavitação estável e instável (transitória ou de colapso). A cavitação estável ocorre quando as bolhas oscilam de um lado para o outro dentro das ondas de pressão do ultrassom, aumentando e diminuindo o volume, mas permanecerão intactas. A cavitação instável ocorre quando o volume de bolhas se altera rápida e violentamente, então a bolha colapsa (implode) causando mudanças de temperatura, podendo resultar em um dano tecidual. No caso do ultrassom plano de alta frequência, temos a cavitação estável somente. E essa é responsável, em parte, pela estimulação do reparo dos tecidos. Efeito térmico: a micromassagem nos tecidos gera calor por fricção. A quantidade de calor produzida difere em cada tecido e de acordo com os parâmetros estabelecidos pelo profissional. Principais efeitos resultantes: melhora do fluxo sanguíneo (melhora da nutrição e oxigenação dos tecidos), relaxamento, aumento da permeabilidade das membranas, aumento do metabolismo dos tecidos e a extensibilidade dos tecidos ricos em fibras colágenas. Quando o quadro encontra-se agudo, o uso do ultrassom no modo contínuo é desaconselhado, pois pode aumentar a destruição das fibras colágenas, causar hemorragias e criar obstáculos à regeneração de vasos sanguíneos. • Efeito químico: o ultrassom atua como catalisador, acelerando as reações químicas, e aumentando a condutibilidade das reações. Efeito tixotrópico: a tixotropia consiste na propriedade que alguns tecidos apresentam em diminuir a viscosidade quando são agitados mecanicamente. O efeito tixotrópico do ultrassom é a capacidade que ele tem de transformar substâncias endurecidas em estados mais fluidos. Na prática verificamos que o ultrassom é capaz de “amolecer” substâncias em estado de maior consistência. Esse efeito é aplicado nos quadros de celulite, particularmente nos nódulos celulíticos e em pós-operatório de lipoaspiração, especificamente nos estágios de fibrose tecidual, em que buscamos diminuir a consistência das estruturas teciduais endurecidas. • Fonoforese: técnica que consiste na utilização de substância com propriedades terapêuticas em forma de gel como meio de acoplamento, objetivando com isso a introdução de substâncias cosméticas ou medicamentosas através da pele, mediante a energia ultrassônica. É uma das técnicas mais utilizadas, devido à potencialização do tratamento corporal. Existem algumas vantagens da fonoforese, como a ação local do produto, com a minimização de possíveis efeitos colaterais decorrentes de ações sistêmicas. Outra vantagem é a somatória dos efeitos do ultrassom associada aos da substância terapêutica introduzida. O medicamento/cosmético não precisa ser polarizado (positivo ou negativo), pois o ultrassom não utiliza corrente elétrica para a sua permeação. Angiogênese: ativa a formação de novos capilares. • Aumento da síntese de colágeno: na fase proliferativa e de remodelação, o ultrassom auxilia na reorganização (arranjo e alinhamento) do colágeno. Em combinação, a cavitação e os microderrames acústicos podem resultar em estimulação da atividade fibroblástica, aumento do fluxo sanguíneo, regeneração tecidual e cicatrização óssea. • Liberação de aderências: desagregação de complexos celulares e macrocélulas com liberação de aderências. Reabsorção de edemas: o aumento da permeabilidade celular e a micromassagem produzida pelo ultrassom auxilia no retorno venoso e linfático, favorecendo a reabsorção de edemas. • Incremento do metabolismo local: com estimulação das funções celulares e da capacidade de regeneração celular. • Estímulo à lipólise: o ultrassom é capaz de estimular a cascata lipolítica, sendo importante no tratamento da gordura localizada. Em Síntese Ao estimular o sistema nervoso simpático, há liberação de catecolaminas (hormônios estimulantes como a adrenalina e noradrenalina) pela glândula suprarrenal. Esses hormônios se ligam aos receptores beta-adrenérgicos que estão na membrana do adipócito, num sistema que chamamos de chave-fechadura. A partir daí, disparamos a cascata lipolítica no interior do adipócito, culminando com a ativação da enzima Lipase Hormônio Sensível, que realiza a hidrólise (quebra) do triglicerídeo (gota lipídica no interior do adipócito) em ácido graxo livre e glicerol. Como possuem um menor peso molecular, extravasam da célula (esvaziamento do adipócito) e caem na corrente sanguínea para serem utilizados sob a forma de energia. Importante! A irradiação com o feixe ultrassônico estacionário pode causar a diminuição do fluxo de células sanguíneas, diminuição do fluxo de oxigênio e cavitação transitória. Evita-se a cavitação transitória por meio da movimentação contínua do cabeçote aplicador doultrassom. A aplicação das ondas mecânicas pode ser feita por meio de equipamentos com diversos tamanhos de cristais, o que confere diferentes tamanhos de ERA (Área de Radiação Efetiva – ou seja, área onde “efetivamente” a energia ultrassônica exercerá efeitos). Fabricantes de equipamentos de ultrassom terapêutico oferecem diferentes tamanhos de ERAs. É possível, inclusive, trabalhar com o que chamamos de “ultrassom de alta potência ou grande superfície”, onde temos 3 cristais no mesmo transdutor com objetivo de alcance dos efeitos biofísicos (mecânico, térmico e químico) e fisiológicos em menos tempo de terapia atingindo uma área maior. Técnica de aplicação As técnicas de aplicação consistem na colocação de gel de contato (base água, como meio condutor da energia), e o acoplamento do transdutor na área, realizando movimentos circulares em toda a sua extensão. Importante dividir a área de tratamento em quadrantes, para cálculo adequado do tempo e deposição correta da energia (vide em parâmetros). A aplicação pode ser direta: transdutor em contato com a pele (utilizamos essa técnica nos tratamentos estéticos); ou indireta: aplicações em regiões irregulares por meio subaquático ou por bolsa de água (utilizada algumas vezes na reabilitação). Parâmetros Devemos conhecer e ajustar os parâmetros no equipamento de ultrassom conforme a necessidade terapêutica do paciente. Alguns equipamentos já pré-estabelecem parâmetros de acordo com a indicação. • Frequência: está relacionada com o número de ondas que passam em uma unidade de tempo, sendo 1 ou 3 MHz as mais utilizadas. A atenuação é diretamente proporcional à frequência do feixe de ultrassom. Portanto, 1 MHz é mais profundo (atinge cerca de 5cm) e 3 MHz mais superficial (atinge cerca de 2,5cm). • Modo de emissão: Contínuo quando não ocorre interrupção da onda ultrassônica, de modo que há uma deposição ininterrupta de energia nos tecidos irradiados; aplicações onde se deseja todos os efeitos do ultrassom (térmico, mecânico e químico). E Pulsado, quando há interrupções regulares e reguláveis na liberação da energia (é uma necessidade para minimizar o efeito tecidual e que tem proporcionado outras indicações principalmente nos estágios inflamatórios mais precoces); nesse caso é necessário estabelecer a frequência em 16 e 48 Hz (para reparo de estruturas ósseas – fisioterapia) ou 100 Hz (em processo inflamatório agudo) e também o percentual de relação ON – OFF (varia de 5 a 50%). Exemplo: Razão de pulso de 20%: 20% de tempo ON, 80% de tempo OFF. • Tempo: deve ser referente ao tamanho da área (em cm2, sendo altura X largura) dividido pela ERA. O resultado é o tempo de aplicação. Intensidade: energia total por segundo emitida pelo aparelho, medida em watts (W/cm2). Intensidade baixa:sentidos na mesma região (horizontal, vertical e oblíquo) – utilizamos para garantir que toda a área recebeu a aplicação. Utilizamos de 2 a 3 passadas. Ultrassom Microfocado O ultrassom microfocado consiste em um transdutor focado, porém com controle diferente de profundidade e energia aplicada. Essas diferentes configurações são determinadas para que o uso pretendido seja facial. Efeitos terapêuticos e indicações Uma característica importante do ultrassom microfocado para o atendimento facial, que o distingue de outras técnicas, é a sua capacidade de produzir microlesões térmicas em profundidades precisas na derme reticular, como também da camada fibromuscular, denominada Sistema Músculo Aponeurótico Superficial – SMAS. O SMAS está em contato com a gordura subcutânea e envolve os músculos da expressão facial, conectando-se superfi cialmente com a derme. É composto de colágeno e fibras elásticas, semelhantes aos da camada dérmica, no entanto, possui a propriedade de fornecer o suporte e a manutenção da suspensão da pele a longo prazo, após ser induzido termicamente à tensão de seus septos, com formação de um novo colágeno. Desta forma, o tratamento da derme associado ao SMAS é um objetivo muito desejável para o procedimento não invasivo de firmeza da pele do rosto, pois reduz as rugas e a frouxidão da pele com resultados muito mais duradouros. Esses efeitos são possíveis devido à interação da energia mecânica de alta intensidade gerada na pele que culmina em: • Efeito mecânico ou cavitacional: as oscilações mecânicas formam microbolhas de ar/gás no interior dos tecidos e pela alta intensidade energética gerada no ponto focal, estimulando uma lesão controlada do tecido. Com isso temos ativação do sistema de reparo tecidual, com atração de células inflamatórias, seguido de indução de fibroblastos. Assim, o colágeno é desnaturado pelo calor, resultando na formação de um novo colágeno seguido por tensão dos septos da pele. • Efeito térmico: a alta intensidade energética no ponto focal eleva a temperatura resultando em necrose de coagulação e morte celular quase imediata dentro da zona alvo, na ordem de milímetros, mas sem danos para os tecidos circunvizinhos. Portanto, essa tecnologia é indicada em tratamentos de cicatrizes de acne, rugas superficiais e profundas, flacidez de pele e lifting facial. Técnica de aplicação A técnica consiste em uma aplicação estática, com deslocamento do aplicador a cada disparo, mantendo-se uma distância entre cada ponto, definida pela área de aplicação (geralmente 0,5 cm), para que a distribuição da energia seja uniforme por toda a região de tratamento. O aplicador nunca deve ficar estacionado no local por mais que 1 disparo, havendo risco de queimadura. • Área de aplicação (face e pescoço): dividir a região a ser trabalhada em quadrantes: região frontal, face lado direito, face lado esquerdo, pescoço e colo. Parâmetros O ajuste das variáveis no equipamento se dá conforme indicação terapêutica. • Profundidade: alguns equipamentos permitem a escolha de diferentes profundidades para que pacientes com maior ou menor quantidade de gordura sejam submetidos a esse tratamento. Exemplo: 1,5mm (derme papilar); 3mm (derme reticular) e 4,5mm (SMAS). • Potência/intensidade: configura a potência (em W) ou energia de saída de cada disparo/aplicador. O controle da sensação do paciente verbalmente deve ser feito regularmente durante o tratamento, permitindo um melhor controle de eventos adversos. Shot time: tempo de disparo/emissão da energia. • Time Off: tempo de intervalo entre um disparo e outro (é o momento que deslizamos o aplicador para o outro ponto). • Área (cm2): devemos informar ao equipamento o tamanho da área que será tratada para que ele calcule automaticamente o tempo de aplicação. • Varredura: número de aplicações em diferentes sentidos na mesma região (horizontal, vertical e oblíquo) – utilizamos para garantir que toda a área recebeu a aplicação. Utilizamos de 2 a 3 passadas. Contraindicações • Gravidez; • Tecido neoplásico; • Implantes metálicos; • Alteração de sensibilidade na região de tratamento; • Doenças cardíacas; • Portadores de marca-passo; • Doenças renais; • Alterações cutâneas na região a ser tratada; • Hipertensos descompensados; • Pessoas submetidas a cirurgia há menos de 60 dias; • Tumores cutâneos; • Aplicação dos eletrodos próximo ao tórax pode aumentar o risco de fibrilação cardíaca; • Não deve ser aplicado sobre as regiões caróticas. Introdução as Ondas de Choque Ondas de choque extracorpóreas consistem em uma técnica considerada não invasiva, de estimulação mecânica de alta intensidade de energia, porém de baixa frequência (em até 22Hz). Trata-se de uma técnica/equipamento já utilizada em outras áreas, como na medicina (litotripsia – sendo que o equipamento possui parâmetros e aplicadores diferentes) e também na reabilitação traumato-ortopédica de seres humanos e animais (lesões crônicas, como tendinoses). Desde 2005 essa energia tem sido estudada e utilizada em tratamentos estéticos, com modificação de parâmetros e técnicas de aplicação para diversos fins terapêuticos. Tipos de Ondas de Choque Existem diversos tipos de equipamentos geradores de Ondas de Choque, como os eletromagnéticos, pneumáticos, piezoelétricos. São diferentes formas de se produzir a energia. Os mais conhecidos e estudados são os eletromagnéticos e pneumáticos: • Eletromagnético: consiste em um aplicador que possui bobinas que, ao se submeterem a uma energia elétrica, geram um campo magnético que oscila (movimenta) um projétil contido no interior do aplicador (como uma bala). Esse movimento faz com que o mesmo impacte com a ponteira na extremidade do aplicador, gerando impacto e, consequentemente, a emissão das ondas de choque de maneira controlada transferida para a pele do paciente. Pneumático: consiste em um aplicador que possui entrada de ar comprimido (gerado pelo equipamento) que oscila (movimenta) um projétil contido no interior do aplicador (como uma bala). Esse movimento faz com que o mesmo impacte com a ponteira na extremidade do aplicador, gerando impacto e, consequentemente, a emissão das ondas de choque de maneira controlada transferida para a pele do paciente. Efeitos Terapêuticos e Indicações A terapia de ondas de choque promove os seguintes efeitos fisiológicos: • Ativação fibroblástica: por ativação mecânica dos fibroblastos, aumentando a densidade das fibras de colágeno e elastina. • Remodelagem tecidual: o tracionamento das fibras colágenas da pele, por meio do movimento do aplicador, estimula o rearranjo das fibras e melhora da maleabilidade do colágeno. • Aumento da microcirculação: pelo estímulo mecânico de auto impacto gera vasodilatação com consequente aumento de oxigenação e nutrientes ao tecido. • Modulação da dor: por uma hiperestimulação mecânica, ativando teoria das comportas. • Eliminação das toxinas e aumento do fluxo linfático: acelera o transporte de metabólitos teciduais, reduzindo edema. • Liberação de fatores de crescimento e de fatores angiogênicos: promovendo cicatrização local e neoangiogênese. • Redução do tecido adiposo: até o momento não existem evidências científicas em relação ao real fenômeno fisiológico provocado em nível celular para que ocorra a redução do tecido adiposo, porém ensaios clínicos demonstram redução significativa. Portanto, essa terapia está indicada para redução da celulite e gordura localizada, flacidez de pele e melhora da microcirculação. Técnica de Aplicação A técnica de aplicação é simples e rápida, podendo ser associada a outras terapias na mesma sessão. Realiza-se a limpeza do local de tratamento, em seguida deve-se aplicar um gel neutro, posicionar o aplicador e, na sequência, realizar a aplicação estática ou dinâmica. A aplicação estática (aplicador parado) é utilizada na reabilitação e a dinâmica (movimento lento e constante do aplicador, no sentido horizontale vertical) é a técnica mais utilizada nos tratamentos estéticos. Parâmetros O ajuste de alguns parâmetros é necessário para que a energia seja entregue para os fins terapêuticos desejados. Entre eles: • Tipos e tamanho das ponteiras: fabricantes determinam tipos de materiais para confecção das ponteiras, sendo comum as metálicas (aço inox – para tratamentos mais profundos) e ponteira de plástico (poliacetal – para tratamentos mais superficiais). Os tamanhos determinam a concentração da energia. Podemos, inclusive, combinar ponteiras em casos em que o paciente possui flacidez de pele e também celulite/gordura localizada. • Energia (intensidade): de acordo com o sensorial e objetivo terapêutico. Varia de 60 a 200mJ/mm2. Costuma-se utilizar uma média de 100mJ nos tratamentos estéticos. Pode-se alterar conforme resposta sensorial do paciente. • Frequência: em torno de 15 Hz para estética. • Números de disparos: bastante variável nos artigos científicos. Em média de 1.500 a 6.000 por área. • Área de tratamento: Para estética uma média de 300 cm2 (meia folha sulfite). Contraindicações • Gestantes; • Hemofilia ou outros distúrbios hemorrágicos; • Ingestão de anticoagulantes; • Sobre tecidos com inflamações agudas não diagnosticadas; • Sobre área de polineuropatia em pacientes com Diabetes Mellitus; • Em pacientes submetidos à terapia com cortisona até 6 meses antes da primeira sessão de terapia por ondas de choque extracorpórea; • Sobre áreas neoplásicas; • Sobre doenças vasculares oclusivas e insuficiência circulatória, como em casos de trombose venosa profunda, flebite, varizes, arteriosclerose obliterante e tromboangeíte obliterante; • Presença de dispositivo eletrônico implantado; • Diretamente sobre os seios carotídeos, gânglio estrelado ou nervo vago localizado no triângulo anterior do pescoço; • Sobre a região de pulmões, área cardíaca, grandes nervos e vasos, coluna e cabeça; • Áreas com tendência para hemorragias após trauma agudo ou fratura. Bons Estudos!! Slide 1: Eletrotermoterapia Slide 2: Ultrassom (Plano, Focado e Microfocado) e Ondas de Choque Slide 3: Ultrassom (Plano, Focado e Microfocado) e Ondas de Choque Slide 4: Tipos de Ultrassom Slide 5 Slide 6: Ultrassom Plano Slide 7: Efeitos terapêuticos e indicações Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13: Técnica de aplicação Slide 14 Slide 15: Parâmetros Slide 16 Slide 17 Slide 18: Ultrassom Focado Slide 19 Slide 20: Efeitos terapêuticos e indicações Slide 21 Slide 22: Técnica de aplicação Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27: Parâmetros Slide 28: Ultrassom Microfocado Slide 29 Slide 30: Técnica de aplicação Slide 31 Slide 32: Parâmetros Slide 33: Contraindicações Slide 34: Introdução as Ondas de Choque Slide 35: Tipos de Ondas de Choque Slide 36 Slide 37: Efeitos Terapêuticos e Indicações Slide 38: Técnica de Aplicação Slide 39: Parâmetros Slide 40: Contraindicações Slide 41