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ANTIGUIDADEANTIGUIDADEANTIGUIDADE
M Í M E S E A R I S T O T É L I C A E C A T A R S E
O TEATRO NAO TEATRO NAO TEATRO NA
T I M E 3T I M E 3T I M E 3
QuemQuem Somos?Somos?Quem Somos?
Henrique SamuelHenrique Samuel
PesquisadorPesquisador
Henrique Samuel
Pesquisador
Matheus ThiagoMatheus Thiago
SuporteSuporte
Matheus Thiago
Suporte
Artur CoelhoArtur Coelho
AnalistaAnalista
Artur Coelho
Analista
Luan MuriloLuan Murilo
RevisorRevisor
Luan Murilo
Revisor
Andrey VieiraAndrey Vieira
FacilitadorFacilitador
Andrey Vieira
Facilitador
Devido ao caráter amplo e poucoDevido ao caráter amplo e pouco
delimitado do tema no momento dadelimitado do tema no momento da
solicitação e repasse aosolicitação e repasse ao grup grupoo
responsável pela elaboração, optou-seresponsável pela elaboração, optou-se
por desenvolver o trabalho a partir dapor desenvolver o trabalho a partir da
interpretação mais coerente e provávelinterpretação mais coerente e provável
do que estava sendo proposto. Assim, odo que estava sendo proposto. Assim, o
foco foi direcionado ao Teatro Grego,foco foi direcionado ao Teatro Grego,
entendido como o núcleo maisentendido como o núcleo mais
representativo quando se aborda teatrorepresentativo quando se aborda teatro
na Antiguidade, especialmente nona Antiguidade, especialmente no
contexto clássico.contexto clássico.
Devido ao caráter amplo e pouco
delimitado do tema no momento da
solicitação e repasse ao grupo
responsável pela elaboração, optou-se
por desenvolver o trabalho a partir da
interpretação mais coerente e provável
do que estava sendo proposto. Assim, o
foco foi direcionado ao Teatro Grego,
entendido como o núcleo mais
representativo quando se aborda teatro
na Antiguidade, especialmente no
contexto clássico.
ATENÇÃO!ATENÇÃO!ATENÇÃO!
OO NascimentoNascimento dodo
TeatroTeatro GregoGrego
O Nascimento do
Teatro Grego
O teatro surgiu na O teatro surgiu na Grécia AntigaGrécia Antiga, por volta, por volta
do século do século VI a.C.VI a.C., especialmente na cidade, especialmente na cidade
de de AtenasAtenas..
Sua origem está ligada às Sua origem está ligada às festas religiosasfestas religiosas
dedicadas a dedicadas a DionísioDionísio, deus do vinho, da, deus do vinho, da
fertilidade e do êxtase.fertilidade e do êxtase.
Nessas celebrações, chamadas Nessas celebrações, chamadas DionisíacasDionisíacas,,
eram realizados cânticos corais conhecidoseram realizados cânticos corais conhecidos
como como ditirambosditirambos, que narravam feitos, que narravam feitos
divinos e heroicos. Com o tempo, essesdivinos e heroicos. Com o tempo, esses
rituais passaram a incorporar diálogos erituais passaram a incorporar diálogos e
encenações, dando origem à tragédia e,encenações, dando origem à tragédia e,
posteriormente, à comédia.posteriormente, à comédia. 
O teatro nasceu O teatro nasceu religioso e coletivoreligioso e coletivo, mas, mas
rapidamente se tornou uma expressãorapidamente se tornou uma expressão
artística, cultural e política da sociedadeartística, cultural e política da sociedade
grega.grega.
O teatro surgiu na Grécia Antiga, por volta
do século VI a.C., especialmente na cidade
de Atenas.
Sua origem está ligada às festas religiosas
dedicadas a Dionísio, deus do vinho, da
fertilidade e do êxtase.
Nessas celebrações, chamadas Dionisíacas,
eram realizados cânticos corais conhecidos
como ditirambos, que narravam feitos
divinos e heroicos. Com o tempo, esses
rituais passaram a incorporar diálogos e
encenações, dando origem à tragédia e,
posteriormente, à comédia. 
O teatro nasceu religioso e coletivo, mas
rapidamente se tornou uma expressão
artística, cultural e política da sociedade
grega.
OO NASCIMENTONASCIMENTO
DODO TEATROTEATRO
O NASCIMENTO
DO TEATRO
As primeiras encenações teatrais ocorriam aoAs primeiras encenações teatrais ocorriam ao
ar livrear livre, geralmente próximas a , geralmente próximas a colinascolinas,,
aproveitando o aproveitando o relevo naturalrelevo natural para acomodar o para acomodar o
público.público. 
Com o tempo, foram construídos teatrosCom o tempo, foram construídos teatros
estruturados nessas encostas, como o Teatro deestruturados nessas encostas, como o Teatro de
Epidauro, que possuía arquibancadas emEpidauro, que possuía arquibancadas em
formato semicircular e acústica excepcional.formato semicircular e acústica excepcional.
 Esses espaços podiam reunir milhares deEsses espaços podiam reunir milhares de
espectadores e transformavam o teatro em umespectadores e transformavam o teatro em um
grande evento coletivo. Além dogrande evento coletivo. Além do
entretenimento, as apresentações tinhamentretenimento, as apresentações tinham
função social e política, discutindo temas comofunção social e política, discutindo temas como
moral, destino, justiça e poder.moral, destino, justiça e poder. 
As primeiras encenações teatrais ocorriam ao
ar livre, geralmente próximas a colinas,
aproveitando o relevo natural para acomodar o
público. 
Com o tempo, foram construídos teatros
estruturados nessas encostas, como o Teatro de
Epidauro, que possuía arquibancadas em
formato semicircular e acústica excepcional.
 Esses espaços podiam reunir milhares de
espectadores e transformavam o teatro em um
grande evento coletivo. Além do
entretenimento, as apresentações tinham
função social e política, discutindo temas como
moral, destino, justiça e poder. 
QUALQUAL AA ESTRUTURAESTRUTURA DODO TEATROTEATRO
GREGO?GREGO? QUAISQUAIS SÃOSÃO ASAS FUNÇÕESFUNÇÕES
POLÍTICASPOLÍTICAS EE SOCIAIS?SOCIAIS?
QUAL A ESTRUTURA DO TEATRO
GREGO? QUAIS SÃO AS FUNÇÕES
POLÍTICAS E SOCIAIS?
O teatro grego era dividido em três partesO teatro grego era dividido em três partes
principais, entretanto, tinha subdivisões queprincipais, entretanto, tinha subdivisões que
mostravam sua grandiosidade.mostravam sua grandiosidade.
Theatron Theatron - Arquibancada semicircular onde o- Arquibancada semicircular onde o
público se sentava.público se sentava.
 Significa “lugar de ver”.Significa “lugar de ver”.
Koilon Koilon -- Conjunto das arquibancadasConjunto das arquibancadas
escavadas na encosta.escavadas na encosta.
Orquestra Orquestra - Espaço circular na parte inferior- Espaço circular na parte inferior
central do teatro. Local onde o coro cantava ecentral do teatro. Local onde o coro cantava e
dançava.dançava.
Thymele Thymele - Altar localizado no centro da- Altar localizado no centro da
orquestra. Ligado à origem religiosa do teatro.orquestra. Ligado à origem religiosa do teatro.
O teatro grego era dividido em três partes
principais, entretanto, tinha subdivisões que
mostravam sua grandiosidade.
Theatron - Arquibancada semicircular onde o
público se sentava.
 Significa “lugar de ver”.
Koilon - Conjunto das arquibancadas
escavadas na encosta.
Orquestra - Espaço circular na parte inferior
central do teatro. Local onde o coro cantava e
dançava.
Thymele - Altar localizado no centro da
orquestra. Ligado à origem religiosa do teatro.
DIVISÃODIVISÃO FÍSICAFÍSICA DODO TEATROTEATRO
GREGOGREGO #1#1
DIVISÃO FÍSICA DO TEATRO
GREGO #1
O teatro grego era dividido em três partes principais,O teatro grego era dividido em três partes principais,
entretanto, tinha subdivisões que mostravam suaentretanto, tinha subdivisões que mostravam sua
grandiosidade.grandiosidade.
SkenéSkené - - Construção atrás da orquestra.Construção atrás da orquestra.
 Funcionava como bastidor e fundo cênico.Funcionava como bastidor e fundo cênico.
Proskenion Proskenion -- Parte frontal da skené (onde os atoresParte frontal da skené (onde os atores
se posicionavam durante a encenação).se posicionavam durante a encenação).
Parodos (ou Párodo) Parodos (ou Párodo) -- Passagens laterais entre oPassagens laterais entre o
público e a orquestra.público e a orquestra.
 Diazo maDiazo ma - Corredores horizontais que dividiam as - Corredores horizontais que dividiam as
arquibancadas.arquibancadas.
OBS:OBS: Essas divisões não foramcriadas por uma única Essas divisões não foram criadas por uma única
pessoa, foram discutidas entre os gregos naspessoa, foram discutidas entre os gregos nas
produções dionisíacas.produções dionisíacas.
O teatro grego era dividido em três partes principais,
entretanto, tinha subdivisões que mostravam sua
grandiosidade.
Skené - Construção atrás da orquestra.
 Funcionava como bastidor e fundo cênico.
Proskenion - Parte frontal da skené (onde os atores
se posicionavam durante a encenação).
Parodos (ou Párodo) - Passagens laterais entre o
público e a orquestra.
 Diazo ma - Corredores horizontais que dividiam as
arquibancadas.
OBS: Essas divisões não foram criadas por uma única
pessoa, foram discutidas entre os gregos nas
produções dionisíacas.
DIVISÃODIVISÃO FÍSICAFÍSICA DODO TEATROTEATRO
GREGOGREGO #2#2
DIVISÃO FÍSICA DO TEATRO
GREGO #2
O QUE ERAM OS
DITIRAMBOS?
A INTRODUÇÃO
DO ATOR
O NASCIMENTO
DA TRAGÉDIA
OO SURGIMENTOSURGIMENTO DADA
TRAGÉDIATRAGÉDIA
O SURGIMENTO DA
TRAGÉDIA
Os ditirambos eram hinosOs ditirambos eram hinos
religiosos cantados porreligiosos cantados por
um coro durante asum coro durante as
festividades dedicadas afestividades dedicadas a
Dionísio, na Grécia Antiga.Dionísio, na Grécia Antiga.
O coro, geralmenteO coro, geralmente
composto por homens,composto por homens,
cantava e dançava emcantava e dançava em
forma circular, narrandoforma circular, narrando
mitos e feitos heroicos.mitos e feitos heroicos.
Não havia personagensNão havia personagens
individuais; a narrativaindividuais; a narrativa
era coletiva e ritualística.era coletiva e ritualística.
Os ditirambos eram hinos
religiosos cantados por
um coro durante as
festividades dedicadas a
Dionísio, na Grécia Antiga.
O coro, geralmente
composto por homens,
cantava e dançava em
forma circular, narrando
mitos e feitos heroicos.
Não havia personagens
individuais; a narrativa
era coletiva e ritualística.
A transformação ocorreA transformação ocorre
quando um integrante sequando um integrante se
destaca do coro e passa adestaca do coro e passa a
dialogar com ele. Essadialogar com ele. Essa
inovação é atribuída ainovação é atribuída a
Téspis, considerado oTéspis, considerado o
primeiro ator da história.primeiro ator da história.
Com o surgimento doCom o surgimento do
diálogo, a narrativa deixadiálogo, a narrativa deixa
de ser apenas cantada ede ser apenas cantada e
passa a ser dramatizada,passa a ser dramatizada,
inaugurando ainaugurando a
representação derepresentação de
personagens.personagens.
A transformação ocorre
quando um integrante se
destaca do coro e passa a
dialogar com ele. Essa
inovação é atribuída a
Téspis, considerado o
primeiro ator da história.
Com o surgimento do
diálogo, a narrativa deixa
de ser apenas cantada e
passa a ser dramatizada,
inaugurando a
representação de
personagens.
A tragédia é um gêneroA tragédia é um gênero
teatral que representateatral que representa
ações humanas marcadasações humanas marcadas
por conflitos intensos epor conflitos intensos e
consequências inevitáveis.consequências inevitáveis.
GeralmenteGeralmente
protagonizada por heróisprotagonizada por heróis
ou figuras nobres, mostraou figuras nobres, mostra
a queda do personagema queda do personagem
diante do destino ou dediante do destino ou de
sua própria hamartia,sua própria hamartia,
provocando no públicoprovocando no público
sentimentos desentimentos de
compaixão e temor.compaixão e temor.
A tragédia é um gênero
teatral que representa
ações humanas marcadas
por conflitos intensos e
consequências inevitáveis.
Geralmente
protagonizada por heróis
ou figuras nobres, mostra
a queda do personagem
diante do destino ou de
sua própria hamartia,
provocando no público
sentimentos de
compaixão e temor.
OsOs GrandesGrandes
DramaturgosDramaturgos dada
TragédiaTragédia GregaGrega
Os Grandes
Dramaturgos da
Tragédia Grega
Ésquilo é considerado o “pai daÉsquilo é considerado o “pai da
tragédia” por ter ampliado suatragédia” por ter ampliado sua
estrutura ao introduzir o segundoestrutura ao introduzir o segundo
ator, intensificando o conflitoator, intensificando o conflito
dramático e diminuindo adramático e diminuindo a
centralidade do coro.centralidade do coro. 
Suas obras abordam temasSuas obras abordam temas
como justiça divina, destino ecomo justiça divina, destino e
ordem moral, como na trilogiaordem moral, como na trilogia
OresteiaOresteia, conferindo à tragédia, conferindo à tragédia
uma dimensão grandiosa euma dimensão grandiosa e
profundamente solene.profundamente solene.
Ésquilo é considerado o “pai da
tragédia” por ter ampliado sua
estrutura ao introduzir o segundo
ator, intensificando o conflito
dramático e diminuindo a
centralidade do coro. 
Suas obras abordam temas
como justiça divina, destino e
ordem moral, como na trilogia
Oresteia, conferindo à tragédia
uma dimensão grandiosa e
profundamente solene.
ÉSQUILO:ÉSQUILO: OO PAIPAI
DADA TRAGÉDIATRAGÉDIA
ÉSQUILO: O PAI
DA TRAGÉDIA
A Oresteia, de Ésquilo, narra aA Oresteia, de Ésquilo, narra a
sequência de vinganças nasequência de vinganças na
família de Agamêmnon.família de Agamêmnon.
 
Após ele ser assassinado porApós ele ser assassinado por
Clitemnestra, seu filho OrestesClitemnestra, seu filho Orestes
mata a própria mãe para vingarmata a própria mãe para vingar
o pai, iniciando um novo ciclo deo pai, iniciando um novo ciclo de
culpa e perseguição.culpa e perseguição.
 A trilogia reflete sobre vingançaA trilogia reflete sobre vingança
e o surgimento da justiçae o surgimento da justiça
organizada.organizada.
A Oresteia, de Ésquilo, narra a
sequência de vinganças na
família de Agamêmnon.
 
Após ele ser assassinado por
Clitemnestra, seu filho Orestes
mata a própria mãe para vingar
o pai, iniciando um novo ciclo de
culpa e perseguição.
 A trilogia reflete sobre vingança
e o surgimento da justiça
organizada.
ORESTEIA:ORESTEIA: AA
SEQUÊNCIASEQUÊNCIA
ORESTEIA: A
SEQUÊNCIA
Sófocles aperfeiçoou a tragédiaSófocles aperfeiçoou a tragédia
ao introduzir o terceiro ator,ao introduzir o terceiro ator,
ampliando a complexidade dosampliando a complexidade dos
diálogos e intensificando odiálogos e intensificando o
conflito dramático, o que reduziuconflito dramático, o que reduziu
ainda mais a função central doainda mais a função central do
coro.coro. 
Suas obras aprofundam oSuas obras aprofundam o
confronto entre o indivíduo e oconfronto entre o indivíduo e o
destino, destacando adestino, destacando a
responsabilidade humana dianteresponsabilidade humana diante
das próprias escolhas edas próprias escolhas e
conferindo maior densidadeconferindo maior densidade
psicológica à estrutura trágica.psicológica à estrutura trágica.
Sófocles aperfeiçoou a tragédia
ao introduzir o terceiro ator,
ampliando a complexidade dos
diálogos e intensificando o
conflito dramático, o que reduziu
ainda mais a função central do
coro. 
Suas obras aprofundam o
confronto entre o indivíduo e o
destino, destacando a
responsabilidade humana diante
das próprias escolhas e
conferindo maior densidade
psicológica à estrutura trágica.
SÓFOCLES :SÓFOCLES : EE OO
TERCEIROTERCEIRO ATORATOR 
SÓFOCLES : E O
TERCEIRO ATOR 
Édipo Rei, de Sófocles, narra aÉdipo Rei, de Sófocles, narra a
história de Édipo, rei de Tebas,história de Édipo, rei de Tebas,
que investiga a causa de umaque investiga a causa de uma
peste na cidade e descobre quepeste na cidade e descobre que
ele próprio é o culpado pelaele próprio é o culpado pela
desgraça.desgraça.
 A peça explora o conflito entreA peça explora o conflito entre
destino e livre-arbítrio,destino e livre-arbítrio,
mostrando como a tentativa demostrando como a tentativa de
evitar uma profecia acabaevitar uma profecia acaba
conduzindo exatamente ao seuconduzindo exatamente ao seu
cumprimento, tornando-se umcumprimento, tornando-se um
dos maiores exemplos dados maiores exemplos da
estrutura trágica clássica.estrutura trágica clássica.
Édipo Rei, de Sófocles, narra ahistória de Édipo, rei de Tebas,
que investiga a causa de uma
peste na cidade e descobre que
ele próprio é o culpado pela
desgraça.
 A peça explora o conflito entre
destino e livre-arbítrio,
mostrando como a tentativa de
evitar uma profecia acaba
conduzindo exatamente ao seu
cumprimento, tornando-se um
dos maiores exemplos da
estrutura trágica clássica.
ÉDIPOÉDIPO REI:REI: UMAUMA
DASDAS TRAGÉDIASTRAGÉDIAS
ÉDIPO REI: UMA
DAS TRAGÉDIAS
Eurípides trouxe uma abordagemEurípides trouxe uma abordagem
mais humana e crítica àmais humana e crítica à
tragédia, destacando astragédia, destacando as
emoções, contradições eemoções, contradições e
fragilidades dos personagens.fragilidades dos personagens.
Diferente de seus predecessores,Diferente de seus predecessores,
questionava a ação dos deusesquestionava a ação dos deuses
e aproximava os conflitos doe aproximava os conflitos do
cotidiano humano, dando maiorcotidiano humano, dando maior
profundidade psicológica àsprofundidade psicológica às
figuras trágicas.figuras trágicas.
Em obras como Medeia,Em obras como Medeia,
evidencia-se essa intensidadeevidencia-se essa intensidade
emocional e o foco nas paixõesemocional e o foco nas paixões
extremas que conduzem àextremas que conduzem à
queda.queda.
Eurípides trouxe uma abordagem
mais humana e crítica à
tragédia, destacando as
emoções, contradições e
fragilidades dos personagens.
Diferente de seus predecessores,
questionava a ação dos deuses
e aproximava os conflitos do
cotidiano humano, dando maior
profundidade psicológica às
figuras trágicas.
Em obras como Medeia,
evidencia-se essa intensidade
emocional e o foco nas paixões
extremas que conduzem à
queda.
EURÍPEDES:EURÍPEDES: 
OO TRÁGICOTRÁGICO 
EURÍPEDES: 
O TRÁGICO 
Medeia, de Eurípides, conta aMedeia, de Eurípides, conta a
história de Medeia, traída por Jasãohistória de Medeia, traída por Jasão
quando ele decide abandoná-laquando ele decide abandoná-la
para se casar por interesse político,para se casar por interesse político,
e que decide se vingar de formae que decide se vingar de forma
extrema.extrema.
A peça destaca a força das paixõesA peça destaca a força das paixões
humanas, o conflito emocionalhumanas, o conflito emocional
intenso e a condição feminina naintenso e a condição feminina na
sociedade grega, evidenciando osociedade grega, evidenciando o
isolamento e a marginalização daisolamento e a marginalização da
protagonista. Ao colocar no centroprotagonista. Ao colocar no centro
uma mulher movida por dor,uma mulher movida por dor,
orgulho e fúria, a tragédia mostraorgulho e fúria, a tragédia mostra
como sentimentos profundoscomo sentimentos profundos
podem romper limites morais epodem romper limites morais e
revelar as fragilidades da naturezarevelar as fragilidades da natureza
humana.humana.
Medeia, de Eurípides, conta a
história de Medeia, traída por Jasão
quando ele decide abandoná-la
para se casar por interesse político,
e que decide se vingar de forma
extrema.
A peça destaca a força das paixões
humanas, o conflito emocional
intenso e a condição feminina na
sociedade grega, evidenciando o
isolamento e a marginalização da
protagonista. Ao colocar no centro
uma mulher movida por dor,
orgulho e fúria, a tragédia mostra
como sentimentos profundos
podem romper limites morais e
revelar as fragilidades da natureza
humana.
MEDEIA:MEDEIA: AA
VINGANÇAVINGANÇA
MEDEIA: A
VINGANÇA
HAMLET (1623)
A TRAGÉDIA DA
RUA DAS FLORES
(1980)
PRECISAMOS
FALAR SOBRE O
KEVIN (2003)
TRAGÉDIASTRAGÉDIAS ATUAISATUAISTRAGÉDIAS ATUAIS
Hamlet,Hamlet, é uma tragédiaé uma tragédia
que acompanha o príncipeque acompanha o príncipe
após descobrir que seu paiapós descobrir que seu pai
foi assassinado pelofoi assassinado pelo
próprio irmão, que tomoupróprio irmão, que tomou
o trono e se casou como trono e se casou com
sua mãe. Consumido pelasua mãe. Consumido pela
dor e pelo desejo dedor e pelo desejo de
vingança, Hamlet entra emvingança, Hamlet entra em
um profundo conflitoum profundo conflito
interno, questionando ainterno, questionando a
moralidade de seus atos emoralidade de seus atos e
o sentido da vida.o sentido da vida.
Hamlet, é uma tragédia
que acompanha o príncipe
após descobrir que seu pai
foi assassinado pelo
próprio irmão, que tomou
o trono e se casou com
sua mãe. Consumido pela
dor e pelo desejo de
vingança, Hamlet entra em
um profundo conflito
interno, questionando a
moralidade de seus atos e
o sentido da vida.
A Tragédia da Rua dasA Tragédia da Rua das
Flores, de Eça de Queirós, éFlores, de Eça de Queirós, é
um romance realista queum romance realista que
gira em torno de um amorgira em torno de um amor
proibido marcado por umproibido marcado por um
destino trágico. A históriadestino trágico. A história
acompanha Victor, umacompanha Victor, um
jovem que se apaixona porjovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entresem saber que existe entre
eles um passado ocultoeles um passado oculto
que tornará essa relaçãoque tornará essa relação
devastadora.devastadora.
A Tragédia da Rua das
Flores, de Eça de Queirós, é
um romance realista que
gira em torno de um amor
proibido marcado por um
destino trágico. A história
acompanha Victor, um
jovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entre
eles um passado oculto
que tornará essa relação
devastadora.
Precisamos Falar Sobre oPrecisamos Falar Sobre o
Kevin, de Lionel Shriver, éKevin, de Lionel Shriver, é
um romance psicológicoum romance psicológico
narrado em forma denarrado em forma de
cartas escritas por Eva,cartas escritas por Eva,
mãe de Kevin. Ao revisitarmãe de Kevin. Ao revisitar
o passado, ela refleteo passado, ela reflete
sobre a relação difícil quesobre a relação difícil que
sempre teve com o filho esempre teve com o filho e
tenta entender os sinaistenta entender os sinais
que antecederam o atoque antecederam o ato
violento que ele cometeriaviolento que ele cometeria
na adolescência.na adolescência.
Precisamos Falar Sobre o
Kevin, de Lionel Shriver, é
um romance psicológico
narrado em forma de
cartas escritas por Eva,
mãe de Kevin. Ao revisitar
o passado, ela reflete
sobre a relação difícil que
sempre teve com o filho e
tenta entender os sinais
que antecederam o ato
violento que ele cometeria
na adolescência.
HAMLET (1623)
A TRAGÉDIA DA
RUA DAS FLORES
(1980)
PRECISAMOS
FALAR SOBRE O
KEVIN (2003)
TRAGÉDIASTRAGÉDIAS ATUAISATUAISTRAGÉDIAS ATUAIS
Hamlet,Hamlet, é uma tragédiaé uma tragédia
que acompanha o príncipeque acompanha o príncipe
após descobrir que seu paiapós descobrir que seu pai
foi assassinado pelofoi assassinado pelo
próprio irmão, que tomoupróprio irmão, que tomou
o trono e se casou como trono e se casou com
sua mãe. Consumido pelasua mãe. Consumido pela
dor e pelo desejo dedor e pelo desejo de
vingança, Hamlet entra emvingança, Hamlet entra em
um profundo conflitoum profundo conflito
interno, questionando ainterno, questionando a
moralidade de seus atos emoralidade de seus atos e
o sentido da vida.o sentido da vida.
Hamlet, é uma tragédia
que acompanha o príncipe
após descobrir que seu pai
foi assassinado pelo
próprio irmão, que tomou
o trono e se casou com
sua mãe. Consumido pela
dor e pelo desejo de
vingança, Hamlet entra em
um profundo conflito
interno, questionando a
moralidade de seus atos e
o sentido da vida.
A Tragédia da Rua dasA Tragédia da Rua das
Flores, de Eça de Queirós, éFlores, de Eça de Queirós, é
um romance realista queum romance realista que
gira em torno de um amorgira em torno de um amor
proibido marcado por umproibido marcado por um
destino trágico. A históriadestino trágico. A história
acompanha Victor, umacompanha Victor, um
jovem que se apaixona porjovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entresem saber que existe entre
eles um passado ocultoeles um passado oculto
que tornará essa relaçãoque tornará essa relação
devastadora.devastadora.
A Tragédia daRua das
Flores, de Eça de Queirós, é
um romance realista que
gira em torno de um amor
proibido marcado por um
destino trágico. A história
acompanha Victor, um
jovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entre
eles um passado oculto
que tornará essa relação
devastadora.
Precisamos Falar Sobre oPrecisamos Falar Sobre o
Kevin, de Lionel Shriver, éKevin, de Lionel Shriver, é
um romance psicológicoum romance psicológico
narrado em forma denarrado em forma de
cartas escritas por Eva,cartas escritas por Eva,
mãe de Kevin. Ao revisitarmãe de Kevin. Ao revisitar
o passado, ela refleteo passado, ela reflete
sobre a relação difícil quesobre a relação difícil que
sempre teve com o filho esempre teve com o filho e
tenta entender os sinaistenta entender os sinais
que antecederam o atoque antecederam o ato
violento que ele cometeriaviolento que ele cometeria
na adolescência.na adolescência.
Precisamos Falar Sobre o
Kevin, de Lionel Shriver, é
um romance psicológico
narrado em forma de
cartas escritas por Eva,
mãe de Kevin. Ao revisitar
o passado, ela reflete
sobre a relação difícil que
sempre teve com o filho e
tenta entender os sinais
que antecederam o ato
violento que ele cometeria
na adolescência.
A TRAGÉDIA DA
RUA DAS FLORES
(1980)
A Tragédia da Rua dasA Tragédia da Rua das
Flores, de Eça de Queirós, éFlores, de Eça de Queirós, é
um romance realista queum romance realista que
gira em torno de um amorgira em torno de um amor
proibido marcado por umproibido marcado por um
destino trágico. A históriadestino trágico. A história
acompanha Victor, umacompanha Victor, um
jovem que se apaixona porjovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entresem saber que existe entre
eles um passado ocultoeles um passado oculto
que tornará essa relaçãoque tornará essa relação
devastadora.devastadora.
A Tragédia da Rua das
Flores, de Eça de Queirós, é
um romance realista que
gira em torno de um amor
proibido marcado por um
destino trágico. A história
acompanha Victor, um
jovem que se apaixona por
uma mulher misteriosa,
sem saber que existe entre
eles um passado oculto
que tornará essa relação
devastadora.
VERACIDADEVERACIDADE DEDE INFORMAÇÃOINFORMAÇÃOVERACIDADE DE INFORMAÇÃO
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MímeseMímese PlatônicaPlatônica ee
Mímese AristotélicaMímese Aristotélica 
Mímese Platônica e
Mímese Aristotélica 
O conceito de mímese surge na Grécia Antiga,O conceito de mímese surge na Grécia Antiga,
entre os séculos V e IV a.C., em um períodoentre os séculos V e IV a.C., em um período
marcado pelo fortalecimento da democraciamarcado pelo fortalecimento da democracia
ateniense, pelo florescimento da filosofia e pelaateniense, pelo florescimento da filosofia e pela
valorização do debate público. Atenas sevalorização do debate público. Atenas se
consolidava como centro intelectual do mundoconsolidava como centro intelectual do mundo
grego, reunindo pensadores que buscavamgrego, reunindo pensadores que buscavam
compreender a natureza, a política, a ética e ocompreender a natureza, a política, a ética e o
conhecimento.conhecimento.
É nesse cenário que filósofos como Platão eÉ nesse cenário que filósofos como Platão e
Aristóteles formulam interpretações distintasAristóteles formulam interpretações distintas
sobre a mímese, estabelecendo um debate quesobre a mímese, estabelecendo um debate que
influenciaria toda a tradição estética doinfluenciaria toda a tradição estética do
Ocidente.Ocidente.
O conceito de mímese surge na Grécia Antiga,
entre os séculos V e IV a.C., em um período
marcado pelo fortalecimento da democracia
ateniense, pelo florescimento da filosofia e pela
valorização do debate público. Atenas se
consolidava como centro intelectual do mundo
grego, reunindo pensadores que buscavam
compreender a natureza, a política, a ética e o
conhecimento.
É nesse cenário que filósofos como Platão e
Aristóteles formulam interpretações distintas
sobre a mímese, estabelecendo um debate que
influenciaria toda a tradição estética do
Ocidente.
CONTEXTOCONTEXTO HISTÓRICOHISTÓRICOCONTEXTO HISTÓRICO
ÉÉ TUDOTUDO CÓPIA!CÓPIA!É TUDO CÓPIA!
Para Platão, a mímese é entendida comoPara Platão, a mímese é entendida como
imitação da aparência do mundo sensível.imitação da aparência do mundo sensível.
No entanto, em sua filosofia, a realidadeNo entanto, em sua filosofia, a realidade
material já é considerada uma cópiamaterial já é considerada uma cópia
imperfeita do mundo das Ideias, que seria oimperfeita do mundo das Ideias, que seria o
verdadeiro plano da verdade.verdadeiro plano da verdade.
Assim, quando a arte imita essa realidadeAssim, quando a arte imita essa realidade
visível, ela estaria produzindo uma cópia davisível, ela estaria produzindo uma cópia da
cópia, afastando-se ainda mais da verdade.cópia, afastando-se ainda mais da verdade.
Para ele, ela estimula emoções, podePara ele, ela estimula emoções, pode
confundir o julgamento racional e atéconfundir o julgamento racional e até
influenciar negativamente os cidadãos. Eminfluenciar negativamente os cidadãos. Em
sua obra sua obra A RepúblicaA República, ele chega a defender, ele chega a defender
que certos poetas deveriam ser afastadosque certos poetas deveriam ser afastados
da cidade ideal, pois a arte poderiada cidade ideal, pois a arte poderia
comprometer a formação moral e políticacomprometer a formação moral e política
da sociedade.da sociedade.
Para Platão, a mímese é entendida como
imitação da aparência do mundo sensível.
No entanto, em sua filosofia, a realidade
material já é considerada uma cópia
imperfeita do mundo das Ideias, que seria o
verdadeiro plano da verdade.
Assim, quando a arte imita essa realidade
visível, ela estaria produzindo uma cópia da
cópia, afastando-se ainda mais da verdade.
Para ele, ela estimula emoções, pode
confundir o julgamento racional e até
influenciar negativamente os cidadãos. Em
sua obra A República, ele chega a defender
que certos poetas deveriam ser afastados
da cidade ideal, pois a arte poderia
comprometer a formação moral e política
da sociedade.
MímeseMímese
PlatônicaPlatônica
Mímese
Platônica
Platão éPlatão é
doido vey, slkdoido vey, slk
kkkkkkkk
Platão é
doido vey, slk
kkkk
Diferente de seu mestre, Aristóteles entendeDiferente de seu mestre, Aristóteles entende
a mímese como algo natural ao ser humano.a mímese como algo natural ao ser humano.
Na obra Na obra PoéticaPoética, ele afirma que aprender por, ele afirma que aprender por
imitação faz parte da nossa natureza e éimitação faz parte da nossa natureza e é
uma forma de adquirir conhecimento.uma forma de adquirir conhecimento.
Para Aristóteles, a arte não é uma cópiaPara Aristóteles, a arte não é uma cópia
enganosa, mas uma representaçãoenganosa, mas uma representação
organizada da realidade. A tragédia, pororganizada da realidade. A tragédia, por
exemplo, imitaexemplo, imita ações humanas de forma ações humanas de forma
estruturada, despertando emoções comoestruturada, despertando emoções como
piedade e medo, o que leva à catarse.piedade e medo, o que leva à catarse.
Diferente de seu mestre, Aristóteles entende
a mímese como algo natural ao ser humano.
Na obra Poética, ele afirma que aprender por
imitação faz parte da nossa natureza e é
uma forma de adquirir conhecimento.
Para Aristóteles, a arte não é uma cópia
enganosa, mas uma representação
organizada da realidade. A tragédia, por
exemplo, imita ações humanas de forma
estruturada, despertando emoções como
piedade e medo, o que leva à catarse.
MÍMESEMÍMESE
ARISTOTÉLICAARISTOTÉLICA #1#1
MÍMESEARISTOTÉLICA #1
Platão éPlatão é
doido vey, slkdoido vey, slk
kkkkkkkk
Platão é
doido vey, slk
kkkk
Além de defender a mímese como formaAlém de defender a mímese como forma
legítima de conhecimento, Aristóteles afirma,legítima de conhecimento, Aristóteles afirma,
na Poética, que a tragédia é a forma maisna Poética, que a tragédia é a forma mais
elevada de arte dramática porqueelevada de arte dramática porque
representa ações humanas universais,representa ações humanas universais,
organizadas por enredo (mythos), caráterorganizadas por enredo (mythos), caráter
(ethos) e pensamento (dianoia).(ethos) e pensamento (dianoia). 
Para ele, o mais importante na tragédia nãoPara ele, o mais importante na tragédia não
é o personagem isolado, mas a estrutura daé o personagem isolado, mas a estrutura da
ação, a forma como os acontecimentos sãoação, a forma como os acontecimentos são
encadeados até o desfecho.encadeados até o desfecho.
Além de defender a mímese como forma
legítima de conhecimento, Aristóteles afirma,
na Poética, que a tragédia é a forma mais
elevada de arte dramática porque
representa ações humanas universais,
organizadas por enredo (mythos), caráter
(ethos) e pensamento (dianoia). 
Para ele, o mais importante na tragédia não
é o personagem isolado, mas a estrutura da
ação, a forma como os acontecimentos são
encadeados até o desfecho.
MÍMESEMÍMESE
ARISTOTÉLICAARISTOTÉLICA #2#2
MÍMESE
ARISTOTÉLICA #2
Platão éPlatão é
doido vey, slkdoido vey, slk
kkkkkkkk
Platão é
doido vey, slk
kkkk
Aristóteles valoriza especialmente aAristóteles valoriza especialmente a
capacidade da tragédia de provocar catarse,capacidade da tragédia de provocar catarse,
isto é, uma experiência emocional queisto é, uma experiência emocional que
conduz à compreensão e ao equilíbrioconduz à compreensão e ao equilíbrio
interior.interior.
Quando afirma que Eurípides é “o maisQuando afirma que Eurípides é “o mais
trágico dos poetas”, Aristóteles reconhecetrágico dos poetas”, Aristóteles reconhece
nele a intensidade emocional e a força comnele a intensidade emocional e a força com
que suas obras despertam piedade e temorque suas obras despertam piedade e temor
no público. Mesmo que Eurípides fosseno público. Mesmo que Eurípides fosse
criticado por alguns por seu estilo maiscriticado por alguns por seu estilo mais
humano e psicológico, Aristóteles percebehumano e psicológico, Aristóteles percebe
que essa profundidade emocional cumpreque essa profundidade emocional cumpre
perfeitamente a função da tragédia: produzirperfeitamente a função da tragédia: produzir
impacto moral e reflexão por meio daimpacto moral e reflexão por meio da
mímese.mímese.
Aristóteles valoriza especialmente a
capacidade da tragédia de provocar catarse,
isto é, uma experiência emocional que
conduz à compreensão e ao equilíbrio
interior.
Quando afirma que Eurípides é “o mais
trágico dos poetas”, Aristóteles reconhece
nele a intensidade emocional e a força com
que suas obras despertam piedade e temor
no público. Mesmo que Eurípides fosse
criticado por alguns por seu estilo mais
humano e psicológico, Aristóteles percebe
que essa profundidade emocional cumpre
perfeitamente a função da tragédia: produzir
impacto moral e reflexão por meio da
mímese.
MÍMESEMÍMESE
ARISTOTÉLICAARISTOTÉLICA #3#3
MÍMESE
ARISTOTÉLICA #3
Na Poética, Aristóteles organiza aNa Poética, Aristóteles organiza a
mímese como base da arte,mímese como base da arte,
especialmente da tragédia. Osespecialmente da tragédia. Os
principais ensinamentosprincipais ensinamentos são: são:
Mímese é natural ao serMímese é natural ao ser
humanohumano: o ser humano é o mais: o ser humano é o mais
imitador dos animais.imitador dos animais.
Aprendizado por imitaçãoAprendizado por imitação::
Desde criança imitamos.Desde criança imitamos.
Imitação de açõesImitação de ações (não (não
indivíduos): Não centraliza-se noindivíduos): Não centraliza-se no
indíviduo, mas na ação humana.indíviduo, mas na ação humana.
Na Poética, Aristóteles organiza a
mímese como base da arte,
especialmente da tragédia. Os
principais ensinamentos são:
Mímese é natural ao ser
humano: o ser humano é o mais
imitador dos animais.
Aprendizado por imitação:
Desde criança imitamos.
Imitação de ações (não
indivíduos): Não centraliza-se no
indíviduo, mas na ação humana.
POÉTICA:POÉTICA: TEORIATEORIA
ESTÉTICAESTÉTICA #1#1
POÉTICA: TEORIA
ESTÉTICA #1
Centralidade Centralidade do enredodo enredo
(mythos): O Enredo (de forma(mythos): O Enredo (de forma
organizada) é a alma daorganizada) é a alma da
tragédia.tragédia.
Relação causa e efeitoRelação causa e efeito: A: A
coerência interna vale mais quecoerência interna vale mais que
a fidelidade histórica.a fidelidade histórica.
EstruturaEstrutura: começo, meio e fim.: começo, meio e fim.
Superioridade filosófica daSuperioridade filosófica da
poesiapoesia: Poesia é mais filosófica: Poesia é mais filosófica
que a história.que a história.
Centralidade do enredo
(mythos): O Enredo (de forma
organizada) é a alma da
tragédia.
Relação causa e efeito: A
coerência interna vale mais que
a fidelidade histórica.
Estrutura: começo, meio e fim.
Superioridade filosófica da
poesia: Poesia é mais filosófica
que a história.
POÉTICA:POÉTICA: TEORIATEORIA
ESTÉTICAESTÉTICA #2#2
POÉTICA: TEORIA
ESTÉTICA #2
Representação do universal:Representação do universal:
Enquanto a história foca noEnquanto a história foca no
passado e presente, a mímesepassado e presente, a mímese
foca naquilo que pode acontecerfoca naquilo que pode acontecer
no futuro.no futuro.
FinalidadeFinalidade: catarse (Aristóteles: catarse (Aristóteles
diz que ela provoca catarse dasdiz que ela provoca catarse das
emoções).emoções).
EmoçõesEmoções: piedade e temor: piedade e temor
11..Piedade: diante do sofrimentoPiedade: diante do sofrimento
imerecido.imerecido.
22..Temor: porque percebemos queTemor: porque percebemos que
aquilo poderia acontecer conosco.aquilo poderia acontecer conosco.
Representação do universal:
Enquanto a história foca no
passado e presente, a mímese
foca naquilo que pode acontecer
no futuro.
Finalidade: catarse (Aristóteles
diz que ela provoca catarse das
emoções).
Emoções: piedade e temor
1. Piedade: diante do sofrimento
imerecido.
2. Temor: porque percebemos que
aquilo poderia acontecer conosco.
POÉTICA:POÉTICA: TEORIATEORIA
ESTÉTICAESTÉTICA #3#3
POÉTICA: TEORIA
ESTÉTICA #3
MÍMESEMÍMESE NA VISÃONA VISÃO DEDE JOSÉJOSÉ
GUILHERMEGUILHERME MERQUIORMERQUIOR #1#1
MÍMESE NA VISÃO DE JOSÉ
GUILHERME MERQUIOR #1
José Guilherme Merquior (1941–1991) foi um José Guilherme Merquior (1941–1991) foi um críticocrítico
literário, ensaísta e diplomata brasileiroliterário, ensaísta e diplomata brasileiro,,
reconhecido por sua sólida formação filosófica ereconhecido por sua sólida formação filosófica e
por seu diálogo com a tradição estética ocidental.por seu diálogo com a tradição estética ocidental.
Atuante na segunda metade do século XX,Atuante na segunda metade do século XX,
destacou-se por destacou-se por aproximar literatura, filosofia eaproximar literatura, filosofia e
teoria culturalteoria cultural, sempre com postura analítica, sempre com postura analítica
rigorosa e rigorosa e visão crítica da modernidadevisão crítica da modernidade..
Ele se diferencia no cenário da crítica brasileira porEle se diferencia no cenário da crítica brasileira por
tratar a mímese tratar a mímese não como simples técnicanão como simples técnica de de
representação, representação, mas como princípio teóricomas como princípio teórico capaz capaz
de explicar a universalidade e a permanência dade explicar a universalidade e a permanência da
arte.arte.
José Guilherme Merquior (1941–1991) foi um crítico
literário, ensaísta e diplomata brasileiro,
reconhecido por sua sólida formação filosófica e
por seu diálogo com a tradição estética ocidental.
Atuante na segunda metade do século XX,
destacou-se por aproximar literatura, filosofia e
teoria cultural, sempre com posturaanalítica
rigorosa e visão crítica da modernidade.
Ele se diferencia no cenário da crítica brasileira por
tratar a mímese não como simples técnica de
representação, mas como princípio teórico capaz
de explicar a universalidade e a permanência da
arte.
MÍMESEMÍMESE NA VISÃONA VISÃO DEDE JOSÉJOSÉ
GUILHERMEGUILHERME MERQUIORMERQUIOR #2#2
MÍMESE NA VISÃO DE JOSÉ
GUILHERME MERQUIOR #2
Para Merquior, a mímese Para Merquior, a mímese não é cópia da realidadenão é cópia da realidade,,
mas mas representação representação criadora. A arte não reproduzcriadora. A arte não reproduz
o mundo mecanicamente; ela o mundo mecanicamente; ela reorganizareorganiza a a
experiência concreta e lhe dá sentido universal.experiência concreta e lhe dá sentido universal.
Sua visão é dialética: a obra tem Sua visão é dialética: a obra tem autonomiaautonomia
formal, mas continua formal, mas continua ligada à realidade históricaligada à realidade histórica
e culturale cultural, produzindo , produzindo conhecimento conhecimento sobre asobre a
condição humana (contrário a Platão)condição humana (contrário a Platão)..
Em Em A Astúcia da MimeseA Astúcia da Mimese, Merquior afirma a, Merquior afirma a
mímese como categoria central da poesia. Elemímese como categoria central da poesia. Ele
sustenta que a mímese não é cópia do real, massustenta que a mímese não é cópia do real, mas
representação estruturada da ação humana.representação estruturada da ação humana. 
Para Merquior, a mímese não é cópia da realidade,
mas representação criadora. A arte não reproduz
o mundo mecanicamente; ela reorganiza a
experiência concreta e lhe dá sentido universal.
Sua visão é dialética: a obra tem autonomia
formal, mas continua ligada à realidade histórica
e cultural, produzindo conhecimento sobre a
condição humana (contrário a Platão).
Em A Astúcia da Mimese, Merquior afirma a
mímese como categoria central da poesia. Ele
sustenta que a mímese não é cópia do real, mas
representação estruturada da ação humana. 
CECICECI N 'ESTN 'EST PASPAS UNEUNE PIPEPIPECECI N 'EST PAS UNE PIPE
A obra A obra The Treachery of Images (1929)The Treachery of Images (1929), de , de RenéRené
MagritteMagritte, dialoga diretamente com a concepção, dialoga diretamente com a concepção
de mímese defendida por de mímese defendida por MerquiorMerquior. Ao afirmar. Ao afirmar
““Isto não é um cachimboIsto não é um cachimbo”, o pintor evidencia que a”, o pintor evidencia que a
imagem imagem não é o objeto realnão é o objeto real, , mas umamas uma
representaçãorepresentação. Essa provocação reforça a ideia de. Essa provocação reforça a ideia de
que a que a arte não reproduz o mundo de forma literalarte não reproduz o mundo de forma literal,,
mas constrói sentidos a partir delemas constrói sentidos a partir dele..
Para Merquior, a Para Merquior, a mímese cria sentido aomímese cria sentido ao
reorganizar o realreorganizar o real, conferindo , conferindo universalidade universalidade àà
experiência representada. O experiência representada. O Surrealismo Surrealismo tambémtambém
desafia a correspondência direta entre desafia a correspondência direta entre imagem eimagem e
realidaderealidade, evidenciando que toda representação, evidenciando que toda representação
passa por um processo de passa por um processo de interpretaçãointerpretação..
A obra The Treachery of Images (1929), de René
Magritte, dialoga diretamente com a concepção
de mímese defendida por Merquior. Ao afirmar
“Isto não é um cachimbo”, o pintor evidencia que a
imagem não é o objeto real, mas uma
representação. Essa provocação reforça a ideia de
que a arte não reproduz o mundo de forma literal,
mas constrói sentidos a partir dele.
Para Merquior, a mímese cria sentido ao
reorganizar o real, conferindo universalidade à
experiência representada. O Surrealismo também
desafia a correspondência direta entre imagem e
realidade, evidenciando que toda representação
passa por um processo de interpretação.
Pronúncia: “Sê-ci né pá ün pip”Pronúncia: “Sê-ci né pá ün pip”Pronúncia: “Sê-ci né pá ün pip”
No primeiro ponto, a obra de RenéNo primeiro ponto, a obra de René
Magritte Magritte confirma a ideiaconfirma a ideia de de
Merquior de que a mímese Merquior de que a mímese não énão é
uma simples cópiauma simples cópia da realidade, da realidade,
mas uma mas uma forma de construirforma de construir
significado. A imagem representa osignificado. A imagem representa o
real, real, porém não o substituiporém não o substitui..
No No SurrealismoSurrealismo, a , a mímese nãomímese não
desaparecedesaparece, , mas se transformamas se transforma em em
uma uma mímese fantásticamímese fantástica, capaz de, capaz de
representar não apenas o mundorepresentar não apenas o mundo
visível, visível, mas também omas também o
inconsciente, os sonhos e oinconsciente, os sonhos e o
irracionalirracional..
No primeiro ponto, a obra de René
Magritte confirma a ideia de
Merquior de que a mímese não é
uma simples cópia da realidade,
mas uma forma de construir
significado. A imagem representa o
real, porém não o substitui.
No Surrealismo, a mímese não
desaparece, mas se transforma em
uma mímese fantástica, capaz de
representar não apenas o mundo
visível, mas também o
inconsciente, os sonhos e o
irracional.
MÍMESEMÍMESE NONO
SURREALISMO?SURREALISMO?
MÍMESE NO
SURREALISMO?
“O Filho do Homem” (1964)“O Filho do Homem” (1964)“O Filho do Homem” (1964)
MímeseMímese
comocomo
Máscara:Máscara:
A maçãA maçã
funcionafunciona
como umacomo uma
máscaramáscara
simbólica,simbólica,
despertandodespertando
aa
curiosidadecuriosidade
de ver o quede ver o que
está por trás.está por trás.
Mímese
como
Máscara:
A maçã
funciona
como uma
máscara
simbólica,
despertando
a
curiosidade
de ver o que
está por trás.
SubversãSubversã
o dao da
Mimese:Mimese: A A
pinturapintura
desafia adesafia a
noção denoção de
que a arteque a arte
devedeve
apenasapenas
imitar oimitar o
visível.visível.
Subversã
o da
Mimese: A
pintura
desafia a
noção de
que a arte
deve
apenas
imitar o
visível.
Catarse:Catarse: AA
purificação daspurificação das
emoções pelaemoções pela artearte
Catarse: A
purificação das
emoções pela arte
CONCEITOCONCEITO
GERALGERAL
CONCEITO
GERAL
Para Aristóteles, a Catarse acontece na PoéticaPara Aristóteles, a Catarse acontece na Poética
quando a tragédia fazquando a tragédia faz o público sentir pena e o público sentir pena e
medo pelas coisas que acontecem com o herói.medo pelas coisas que acontecem com o herói.
Ao sentir essas emoções na história, as pessoasAo sentir essas emoções na história, as pessoas
acabam aliviando ou “purificando” essesacabam aliviando ou “purificando” esses
sentimentos.sentimentos.
Essa purificação pode ser compreendida emEssa purificação pode ser compreendida em
três dimensões, no plano três dimensões, no plano éticoético, , emocional emocional ee
intelectualintelectual..
Para Aristóteles, a Catarse acontece na Poética
quando a tragédia faz o público sentir pena e
medo pelas coisas que acontecem com o herói.
Ao sentir essas emoções na história, as pessoas
acabam aliviando ou “purificando” esses
sentimentos.
Essa purificação pode ser compreendida em
três dimensões, no plano ético, emocional e
intelectual.
É fazendo que seÉ fazendo que se
aaprende a fazerprende a fazer
aquilo que se deveaquilo que se deve
aprender a fazer.aprender a fazer.
É fazendo que se
aprende a fazer
aquilo que se deve
aprender a fazer.
OSOS 33 PLANOSPLANOS
DADA CATARSECATARSE
OS 3 PLANOS
DA CATARSE
No No plano emocionalplano emocional, não se trata de uma, não se trata de uma
explosão descontrolada de sentimentos,explosão descontrolada de sentimentos,
mas de uma organização interna, pois amas de uma organização interna, pois a
arte canaliza as emoções e lhes dá forma.arte canaliza as emoções e lhes dá forma.
No No plano intelectualplano intelectual, , acompanhar a históriaacompanhar a história
da tragédia, o espectador entende melhor oda tragédia, o espectador entende melhor o
quecausa cada acontecimento,que causa cada acontecimento,
percebendo os erros, as responsabilidades epercebendo os erros, as responsabilidades e
por que certas coisas acontecem.por que certas coisas acontecem.
Já no Já no plano éticoplano ético, a experiência desperta, a experiência desperta
consciência sobre os limites humanos, oconsciência sobre os limites humanos, o
destino e o peso das escolhas.destino e o peso das escolhas.
No plano emocional, não se trata de uma
explosão descontrolada de sentimentos,
mas de uma organização interna, pois a
arte canaliza as emoções e lhes dá forma.
No plano intelectual, acompanhar a história
da tragédia, o espectador entende melhor o
que causa cada acontecimento,
percebendo os erros, as responsabilidades e
por que certas coisas acontecem.
Já no plano ético, a experiência desperta
consciência sobre os limites humanos, o
destino e o peso das escolhas.
Além de artístico eAlém de artístico e
filosófico, esse conceitofilosófico, esse conceito
também é educativo.também é educativo.
Vccê pode discordar, masVccê pode discordar, mas
eu estou com o martelo,eu estou com o martelo,
haha!haha!
Além de artístico e
filosófico, esse conceito
também é educativo.
Vccê pode discordar, mas
eu estou com o martelo,
haha!
TERMOSTERMOS IMPORTANTES!IMPORTANTES!TERMOS IMPORTANTES!
Hamartia Hamartia – erro do herói que provoca a– erro do herói que provoca a
tragédia.tragédia.
Peripeteia Peripeteia – reviravolta na história que– reviravolta na história que
muda a situação drasticamente.muda a situação drasticamente.
Anagnórise Anagnórise – momento em que o herói– momento em que o herói
reconhece a verdade sobre seu erro ereconhece a verdade sobre seu erro e
destino.destino.
Hybris Hybris – orgulho ou arrogância excessiva do– orgulho ou arrogância excessiva do
herói, que leva à sua queda.herói, que leva à sua queda.
Pathos Pathos – apelo às emoções; provoca– apelo às emoções; provoca
sentimentos no público.sentimentos no público.
Logos Logos – argumento baseado na lógica e na– argumento baseado na lógica e na
razão.razão.
Ethos Ethos – credibilidade ou caráter de quem– credibilidade ou caráter de quem
fala.fala.
Hamartia – erro do herói que provoca a
tragédia.
Peripeteia – reviravolta na história que
muda a situação drasticamente.
Anagnórise – momento em que o herói
reconhece a verdade sobre seu erro e
destino.
Hybris – orgulho ou arrogância excessiva do
herói, que leva à sua queda.
Pathos – apelo às emoções; provoca
sentimentos no público.
Logos – argumento baseado na lógica e na
razão.
Ethos – credibilidade ou caráter de quem
fala.
TERMOSTERMOS IMPORTANTES!IMPORTANTES!TERMOS IMPORTANTES!
O triângulo O triângulo não foi criado especificamentenão foi criado especificamente
para teatro, mas seus elementos aparecempara teatro, mas seus elementos aparecem
naturalmente na tragédia: personagensnaturalmente na tragédia: personagens
críveis (ethos), emoções intensas (pathos) ecríveis (ethos), emoções intensas (pathos) e
enredo lógico (logos). Juntos, elesenredo lógico (logos). Juntos, eles
fortalecem o impacto da obra.fortalecem o impacto da obra.
Pathos Pathos – apelo às emoções; provoca– apelo às emoções; provoca
sentimentos no público.sentimentos no público.
Logos Logos – argumento baseado na lógica e na– argumento baseado na lógica e na
razão.razão.
Ethos Ethos – credibilidade ou caráter de quem– credibilidade ou caráter de quem
fala.fala.
O triângulo não foi criado especificamente
para teatro, mas seus elementos aparecem
naturalmente na tragédia: personagens
críveis (ethos), emoções intensas (pathos) e
enredo lógico (logos). Juntos, eles
fortalecem o impacto da obra.
Pathos – apelo às emoções; provoca
sentimentos no público.
Logos – argumento baseado na lógica e na
razão.
Ethos – credibilidade ou caráter de quem
fala.
O livro O livro Poética Poética é umaé uma
base fundamental sobrebase fundamental sobre
tragédia, mímese etragédia, mímese e
catarse,catarse, uma forteuma forte
recomendação a quemrecomendação a quem
quer entender maisquer entender mais
sobre.sobre.
O livro Poética é uma
base fundamental sobre
tragédia, mímese e
catarse, uma forte
recomendação a quem
quer entender mais
sobre.
POÉTICAPOÉTICAPOÉTICA
O livro A República éO livro A República é
uma base fundamentaluma base fundamental
para compreender apara compreender a
crítica de Platão à arte ecrítica de Platão à arte e
à mímese, sendoà mímese, sendo
recomendado a quemrecomendado a quem
expressa interesse.expressa interesse.
O livro A República é
uma base fundamental
para compreender a
crítica de Platão à arte e
à mímese, sendo
recomendado a quem
expressa interesse.
A REPÚBLICAA REPÚBLICAA REPÚBLICA
O livro A Astúcia daO livro A Astúcia da
Mímese, de JoséMímese, de José
Guilherme Merquior, éGuilherme Merquior, é
uma obra essencial parauma obra essencial para
compreender a evoluçãocompreender a evolução
do conceito de mímesedo conceito de mímese
ao longo da história.ao longo da história.
O livro A Astúcia da
Mímese, de José
Guilherme Merquior, é
uma obra essencial para
compreender a evolução
do conceito de mímese
ao longo da história.
A Astúcia daA Astúcia da
MímeseMímese
A Astúcia da
Mímese
BIBLIOTECABIBLIOTECA DEDE
CONTEÚDOSCONTEÚDOS
BIBLIOTECA DE
CONTEÚDOS
Edição fundamentalEdição fundamental
para aprofundar apara aprofundar a
compreensão técnica dacompreensão técnica da
Poética, oferecendoPoética, oferecendo
análise detalhada sobreanálise detalhada sobre
mímese, tragédia emímese, tragédia e
catarse.catarse.
Edição fundamental
para aprofundar a
compreensão técnica da
Poética, oferecendo
análise detalhada sobre
mímese, tragédia e
catarse.
Poética de AristótelesPoética de AristótelesPoética de Aristóteles
Obra fundamental paraObra fundamental para
entender a origem e oentender a origem e o
sentido da tragédiasentido da tragédia
grega, propondo agrega, propondo a
tensão entre o tensão entre o apolíneoapolíneo
e o e o dionisíaco dionisíaco comocomo
chave do teatro antigo.chave do teatro antigo.
Obra fundamental para
entender a origem e o
sentido da tragédia
grega, propondo a
tensão entre o apolíneo
e o dionisíaco como
chave do teatro antigo.
O Nascimento daO Nascimento da
TragédiaTragédia
O Nascimento da
Tragédia
Examina como o teatro eExamina como o teatro e
a filosofia nascerama filosofia nasceram
quase juntos na Gréciaquase juntos na Grécia
clássica, relacionando aclássica, relacionando a
tragédia grega às raízestragédia grega às raízes
míticas e ritualísticas damíticas e ritualísticas da
cultura antiga.cultura antiga.
Examina como o teatro e
a filosofia nasceram
quase juntos na Grécia
clássica, relacionando a
tragédia grega às raízes
míticas e ritualísticas da
cultura antiga.
Teatro e Teoria naTeatro e Teoria na
Grécia AntigaGrécia Antiga
Teatro e Teoria na
Grécia Antiga
BIBLIOTECABIBLIOTECA DEDE
CONTEÚDOSCONTEÚDOS
BIBLIOTECA DE
CONTEÚDOS
Medeia encarna paixão,Medeia encarna paixão,
vingança e ruptura dasvingança e ruptura das
normas sociais,normas sociais,
tornando-se um símbolotornando-se um símbolo
de conflito entre razão ede conflito entre razão e
emoção, uma tragédiaemoção, uma tragédia
fortíssima.fortíssima.
Medeia encarna paixão,
vingança e ruptura das
normas sociais,
tornando-se um símbolo
de conflito entre razão e
emoção, uma tragédia
fortíssima.
MedeiaMedeiaMedeia
A peça explora o destino,A peça explora o destino,
a culpa e oa culpa e o
entendimento,entendimento,
acompanhando aacompanhando a
investigação feita porinvestigação feita por
Édipo que descobre umaÉdipo que descobre uma
trágica verdade.trágica verdade.
A peça explora o destino,
a culpa e o
entendimento,
acompanhando a
investigação feita por
Édipo que descobre uma
trágica verdade.
Fundamental paraFundamental para
compreender mímese,compreender mímese,
catarse e a funçãocatarse e a função
política do teatro napolítica do teatro na
Antiguidade Clássica, oAntiguidade Clássica, o
livro apresenta diversaslivro apresenta diversas
discussõeséticas.discussões éticas.
Fundamental para
compreender mímese,
catarse e a função
política do teatro na
Antiguidade Clássica, o
livro apresenta diversas
discussões éticas.
ASAS TRAGÉDIASTRAGÉDIAS CITADASCITADASAS TRAGÉDIAS CITADAS
OresteiaOresteiaOresteia Édipo ReiÉdipo ReiÉdipo Rei
OBRIGADOOBRIGADO!!OBRIGADO!
O TIME 3 AGRADECE PELA ATENÇÃOO TIME 3 AGRADECE PELA ATENÇÃOO TIME 3 AGRADECE PELA ATENÇÃO
	O NASCIMENTO DO TEATRO
	Theatron - Arquibancada semicircular onde o público se sentava.
	Koilon - Conjunto das arquibancadas escavadas na encosta.
	Orquestra - Espaço circular na parte inferior central do teatro. Local onde o coro cantava e dançava.
	Thymele - Altar localizado no centro da orquestra. Ligado à origem religiosa do teatro.
	Skené - Construção atrás da orquestra.
	Proskenion - Parte frontal da skené (onde os atores se posicionavam durante a encenação).
	Parodos (ou Párodo) - Passagens laterais entre o público e a orquestra.
	Diazo­ma - Corredores horizontais que dividiam as arquibancadas.
	Mímese Platônica