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Docente / Instrutor: Dr. Washington Castro
O QUE SÃO OS PRIMEIROS 
SOCORROS?
Avaliações e intervenções que podem ser 
realizadas até por uma pessoa LEIGA (ou 
pela própria vítima) com ou sem 
equipamentos médicos.
QUAL A SUA 
IMPORTÂNCIA?
• Auxilia a vítima em situação crítica de agravo à saúde,
antes da chegada do socorro especializado;
• Minimiza as chances de sequelas, se realizado
corretamente;
• Melhora a autoestima do socorrista, que após o
treinamento se sente mais confiante em agir perante
uma situação de agravo.
POR ONDE COMEÇAR?
• Reconhecer que existe uma vítima
• Observar se há riscos para você e para a vítima naquele 
local
• Contatar imediatamente SAMU – 192 ou Bombeiros – 193 
ou a empresa responsável pela concessão da rodovia
• Se o ambiente for perigoso, retirar a vítima do local antes 
de prestar atendimento
LOCAL DO ATENDIMENTO
OBSERVAR SEMPRE O 
AMBIENTE 
Sempre observar o ambiente ao redor da vitima, pois assim o socorrista irá
ter uma noção maior do ocorrido, como por exemplo:
• Vitima ao chão com queimaduras sugere acidente com fios de alta
tensão, ou agentes químicos, incendiários, etc;
• Vitima em local de trânsito sugere risco de atropelamento ao socorrista e
a própria vitima;
• Local com cheiro de gás, combustível ou agentes químicos sugere alto
risco de explosão.
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 1
SEGURANÇA 
DO LOCAL EM 
PRIMEIRO 
LUGAR
• Jamais preste
socorro á vitima
sem antes
observar a
segurança do
local, pois o
socorrista pode
se tornar uma
vitima em
potencial.
SINALIZAÇÃO DA CENA
• 1. Avaliar a cena:
Identificar a gravidade do acidente, a localização dos veículos e as 
condições do ambiente (tempo, visibilidade). 
• 2. Proteger a cena:
Isolar o local com cones ou outros materiais para evitar que outros 
veículos entrem no perímetro do acidente. 
• 3. Sinalizar o perigo:
Utilizar o pisca-alerta dos veículos envolvidos, colocar o triângulo 
de sinalização a uma distância segura (geralmente 30 metros, mas 
pode variar dependendo da velocidade da via). 
• 4. Alertar os motoristas:
Utilizar galhos de árvores ou outros objetos visíveis para alertar os 
motoristas sobre o perigo. 
• 5. Desviar o trânsito:
Se possível, utilizar cones ou outros materiais para desviar o 
trânsito, garantindo que ele circule pela área mais segura. 
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 2
VÍTIMAS CONSCIENTES 
• Identifique-se para a vítima;
• Pergunte como pode ajudá-la, explicando que é 
capacitado para prestar o atendimento.
E se a vítima recusar?
• Contacte o SAMU-192 / Bombeiro-193 e fique próximo 
até que o socorro chegue;
• Determine o estado geral da vítima (quanto mais 
informações repassar melhor).
VÍTIMAS INCONSCIENTES
• Checar responsividade
• Contactar SME
• Verificar se há respiração, se não houver 
iniciar RCP
• Checar pulso!!!
ESTADO GERAL DA VÍTIMA
• Existe algo que a coloque em risco de morte imediato?
• Oxigenação (tem dificuldade de respirar?)
• Circulação (existe sangramentos?)
• Dano cerebral (a vítima está confusa, com fala 
desconexa?)
• Deformidades visíveis (fraturas ou hematomas?)
RESUMO
Avalie a segurança 
do local e
responsividade da 
vitima
A Vítima responde 
de
(está consciente?)
Verifique se
está respirando
adequadamente
Respiração 
adequada
Procure por 
hemorragias ou 
deformidades 
visíveis
SAMPLE
Respiração 
inadequada
Procure por 
hemorragias ou 
deformidades 
visíveis
A vítima não 
responde (está
inconsciente?)
Acione o Serviço 
Médico de
Emergência
Se ela não respirar, 
inicie RCP
Cinemática do Trauma: Avaliação 
da Cena
Trauma: Compreende-se como
trauma, qualquer força externa que
resulte em lesão, causando alteração
estrutural e/ou fisiológica no
organismo. Constitui, portanto, um
problema de saúde pública, já que é a
primeira causa de morte entre jovens
e, quando não gera morte, deixa
muitas sequelas às suas vítimas. A
mortalidade é bastante alta e
apresenta uma distribuição trimodal:
Mortes Imediatas, mortes precoce e
mortes tardias.
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 3
EXEMPLOS
Para isso pode-se analisar, usando como exemplo um acidente
veicular:
• Danos no veículo – quanto maior o dano, maior a gravidade das
lesões;
• Distância de frenagem – quanto maior, menor foi o impacto da
batida e menor a gravidade das lesões
• Posição das vítimas – vítima ejetada tem lesão mais grave que
aquela que permanece dentro do veículo.
• Uso do cinto de segurança – vítima que não fazia uso do cinto no
momento do acidente tende a ter lesões mais graves. É importante
avaliar a presença da tatuagem traumática (marca de cinto no tórax
e abdômen.
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 4
PROTOCOLOS INTERNACIONAIS
Atendimento ao 
trauma militar
Atendimento ao 
trauma civil
Atendimento ás 
emergências 
cardiológicas
X HEMORRAGIAS EXSANGUINANTES
A
(AIRWAY) MANTER VIAS AÉREAS E
ESTABILIZAÇÃO DA COLUNA CERVICAL
B (BREATHING) RESPIRAÇÃO E VENTILAÇÃO
C
(CIRCULATION) CIRCULAÇÃO Е
CONTROLE DE HEMORRAGIAS
D (DISABILITY) AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA
E
(EXPOSURE) EXPOSIÇÃO E CONTROLE
DE HIPOTERMIA
INSTITUTO BRASILEIRO
DE ENFERMAGEM
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
PCR e RCP
A ressuscitação cardiorrespiratória (RCR) é um conjunto de
medidas utilizadas no atendimento à vítima de parada
cardiorrespiratória (PCR). O atendimento correto exige desde
o início, na grande maioria dos casos, o emprego de técnicas
adequadas para o suporte das funções respiratórias e
circulatórias.
Reanimação => Trazer de volta
Cardio => Coração
Pulmonar => Pulmão
SITUAÇÕES QUE 
LEVAM Á PCR
 Infarto do Miocárdio; 
 Choques Elétricos; 
 Acidentes Graves; 
 Afogamentos; 
 Asfixia;
 Intoxicações 
Medicamentosas; 
 Intoxicações por 
Agentes Químicos.
SEQUÊNCIA DA RCP
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 5
COMPRESSÕES X INSUFLAÇÕES
• Mantenha os braços esticados e use o peso do
corpo para fazer compressões rápidas e fortes;
Inicie compressões com a frequência de 100 por
minuto (ou seja, 5 compressões a cada 3
segundos), comprimindo o tórax na
profundidade de, no mínimo, 5 cm para adultos
e crianças e 4 cm para bebês.
DEA – DESFIBRILADOR 
EXTERNO AUTOMÁTICO
 É um dispositivo médico computadorizado. Um DEA
pode examinar o ritmo cardíaco de uma pessoa. Ele
pode reconhecer um ritmo que necessite de um choque
e pode avisar ao socorrista quando um choque é
necessário. O DEA usa mensagens sonoras, luzes e
mensagens de texto para indicar ao socorrista os passos
a tomar.
 Lei Estadual 15778/2005.
2
3 2
3
RITMO DAS COMPRESSÕES
• Realizar 100-120 cpm
com profundidade de 
05 cm com 02 ipm.
• Ritmo 30:2 até 
substituição do 
socorrista.
- A cada 2 minutos de RCPs deve-se
averiguar se a vítima tem pulso, e reiniciar um
novo ciclo imediatamente após não constatar
ritmo cardíaco. O braço deve estar na
posição ereta, num ângulo de 90°.
MANOBRA DE VIAS AÉREAS:
TÉCNICA DE CHIN LIFT E JAW THRUST
Chin Lift: Geralmente utilizada em pacientes inconscientes sem suspeita de lesões na 
coluna cervical. 
Jaw Thrust: Utilizada em pacientes inconscientes com suspeita de lesões na coluna 
cervical, para evitar a movimentação do pescoço. 
RCP EM CRIANÇAS E BEBÊS
• Havendo somente um socorrista, ele deve variar a relação compressão-
ventilação, atendendo como se fosse um adulto (30 compressões de alta
qualidade para duas ventilações).
• No caso de pelo menos dois socorristas para atender essa vítima,
reduzimos o tempo para conseguir ventilar mais vezes por minuto e
garantir mais oxigenação. Assim, um fica na via aérea e o outro nas
compressões, fazendo 10 ciclos de 15 compressões de alta qualidade
para duas ventilações, sempre alternando a função dos socorristas após
o término dessa quantidade de ciclos.
OBSTRUÇÃO DE VIAS 
AÉREAS
OBSTRUÇÃO 
DE VIAS 
AÉREAS 
Toda situação que
impeça total ou
parcialmente o
trânsito de ar
ambiente até os
alvéolos
pulmonares.
MANOBRA DE HEIMLICH EM 
ADULTOS
MANOBRA DE 
HEIMLICH EM 
BEBÊS 
VAMOS ASSISTIRO VÍDEO 6
• Caso a vítima
entre em PCR
deve-se iniciar a
RCP imediatamente
e acionar SAMU-
192.
MANOBRA DE 
HEIMLICH EM 
GESTANTES E 
OBESOS 
CRISE CONVULSIVA
Crise convulsiva
Sincronização anormal da atividade elétrica cerebral provocando 
contrações em todo sistema muscular!!!
Qual a diferença entre convulsão e epilepsia?
Convulsão ocorre isoladamente (em torno de 2 vezes na vida), 
pode ser desencadeada por um processo febril, uma doença de 
base ou moléstia aguda;
Epilepsia é quando ocorre mais de 2 vezes e
desencadeada por TCE, AVC, tumores, malformações
vasculares, doenças metabólicas, doenças infecciosas cerebrais
ou doenças cardíacas. Na criança, as causas mais comuns são
fatores ou doenças genéticas, problemas de oxigenação
cerebral ocorridos durante a gestação ou parto, malformações
cerebrais, infecções / meningites.
Tipos de
Epilepsia
Crises
Convulsivas
NEUROC
O MOIMINTO
O QUE FAZER?
• Durante a crise, afastar objetos que ofereçam perigo;
• Não segurar a vítima (apenas lateralizar);
• Não colocar nenhum objeto ou dedo em sua boca (você 
pode perder os dedos);
• Proteger a cabeça, porém sem segurá-la (colocar 
travesseiros, espumas, roupas, para proteção);
• Esperar terminar a crise (pode demorar segundos ou 
poucos minutos).
AVE 
Acidente Vascular Encefálico
• O que é?
Deficiência neurológica onde ocorre a redução ou perda
do suprimento sanguíneo a alguma área do cérebro.
Podem ser:
85% - Isquêmicos (ocorre interrompimento de 
oxigenação em alguma região do cérebro); 
15% - Hemorrágicos (ocorre hemorragia em 
determinada região do cérebro devido rompimento de 
vaso).
COMO 
IDENTIFICAR 
O AVE/AVE?
Escala de Cincinnatti:
• Desvio de comissura
labial - Sorriso
• Fraqueza em dos
MMSS – Levantar
braços
• Anormalidades na fala –
Frase letárgica
Indicado transporte da vítima lateralizada, devido risco de 
vômito.
Crise asmática 
Anafilaxia
CRISE ASMÁTICA
É uma doença inflamatória crônica, caracterizada por
hiper-responsividade das vias aéreas inferiores e por limitação
variável ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com
tratamento, manifestando-se clinicamente por episódios
recorrentes de sibilância, dispneia, aperto no peito e tosse,
particularmente à noite e pela manhã, ao despertar.
CONDUTA
• Auxiliar no uso de medicamentos “bombinhas”;
• Tranquilizar a vítima: (quanto maior a agitação da vitima
maior a sensação de falta de ar);
• Relatar sinais para regulação: cianose, tempo de crise, etc.)
Em casos mais graves pode 
ser necessário intubação 
traqueal.
PNEUMOTÓRAX e HEMOTÓRAX
LESÃO ABERTA NO TÓRAX
CURATIVO 3 PONTAS:
é um tipo de curativo oclusivo usado em 
ferimentos penetrantes no tórax. Ele é usado 
em situações de emergência para tratar 
pneumotórax aberto. 
ANAFILAXIA
• Doença aguda e com
risco de morte,
geralmente mediada
pelo mecanismo
imunológico,
imunoglobulina IgE, que
resulta em uma
liberação sistêmica de
mediadores químicos,
mastócitos e basófilos,
tais como a histamina.
• Principais causas são:
picadas de insetos,
alergia alimentar,
medicamentos e contato
com plantas venenosas
SINAIS E SINTOMAS
• Prurido
• Rubor
• Lábios/língua/úvula edemaciados
• Comprometimento respiratório (exemplo: dispnéia,
sibilos, broncoespasmo, estridor, hipoxemia).
• Hipotensão ou sintomas associados a disfunção de
órgãos-alvo (exemplo: hipotonia, síncope,
incontinência).
• Sintomas gastrintestinais persistentes (exemplo: cólica,
dor abdominal, vômitos).
CONDUTA
• Administrar epinefrina (caso a 
pessoa faça uso prescrito);
• Acionar o SAMU-192;
• Permanecer com a vítima até a 
chegada do socorro (em casos 
específicos conduzir a vitima 
para o serviço de saúde mais 
próximo com urgência.
Cânula nasofaríngea
• Recomendada para uso como adjuvante das vias
aéreas em pacientes semiconscientes ou
inconscientes com reflexo de vômito intacto. A via
aérea nasofaríngea não é facilmente desalojada
durante o transporte e é melhor tolerada do que uma
via aérea orofaríngea.
Cânula orofaríngea
• Dispositivo médico rígido utilizado para manter a
via aérea superior aberta em pacientes que estão
inconscientes ou com nível de consciência reduzido.
Ela funciona deslocando a língua para frente e para
baixo, impedindo que ela obstrua a passagem de ar na
faringe.
MÁSCARA LARÍNGEA 
• Úteis em situações em que a ventilação com ambu é difícil:
Pacientes com deformidade facial grave (traumática ou
natural), barba espessa ou outros fatores que interferem na
vedação da máscara facial, e facilita ventilação durante
transporte.
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 7
QUEIMADURAS E 
CHOQUE ELÉTRICO
QUEIMADURAS
As queimaduras 
podem ser 
classificadas quanto a 
etiologia em: térmicas, 
elétricas, químicas e 
por radiação.
Dependendo da área 
queimada, pode ser 
mais ou menos grave, 
porém todas as vítimas 
devem ser 
encaminhadas ao 
serviço de saúde.
O QUE 
FAZER?
• Resfriar a área queimada com
ÁGUA CORRENTE em
temperatura ambiente. Se for por
agente químico, lavar por 20 min.
• Cobrir com um pano limpo a área
queimada
• Se houver fogo no corpo, apagar
com um lençol ou similar.
• Se houver bolhas, não rompê-
las!!! Elas protegem a pele!!!
• Retirar roupas que não estejam
grudadas na pele.
• Remover imediatamente: anéis,
pulseiras, relógios, colares, cintos,
sapatos e roupas, antes que a
área afetada comece a inchar.
CLASSIFICAÇÃO POR EXTENSÃO
Leve (Pequeno Queimado):
Queimaduras de primeiro grau em qualquer extensão. Em adultos, queimaduras de
segundo grau atingindo menos de 10% da superfície corporal, e em crianças, menos
de 5%.
Média (Médio Queimado):
Queimaduras de segundo grau que atingem de 10 a 20% da superfície corporal em
adultos e de 5 a 10% em crianças. Em adultos, queimaduras de terceiro grau com
até 10% sem comprometer áreas críticas como face, mãos, períneo e pés.
Grave (Grande Queimado):
Queimaduras de segundo grau com mais de 20% em adultos ou mais de 15% em
crianças. Queimaduras de terceiro grau com mais de 10% em adultos ou mais de
5% em crianças, ou em qualquer extensão se atingir áreas críticas.
Queimaduras em áreas críticas como face, mãos, pés, períneo, pescoço ou
axila, queimaduras por corrente elétrica, ou queimaduras com inalação de
fumaça também são consideradas graves, independentemente da extensão da
área queimada.
EXEMPLOS 
CHOQUE 
ELÉTRICO
CHOQUE ELÉTRICO
• Pode ser por rede elétrica ou descargas de raios.
• Tem um local de entrada e de saída, e esses indicarão 
os danos.
• Geralmente causa arritmia e queimadura
O QUE FAZER?
• Não tocar na vítima caso ela ainda esteja recebendo descarga
elétrica (risco de choque);
• Ligar imediatamente para o SAMU;
• Desligar a fonte geradora de energia;
• Se não conseguir, tentar afastar o fio (com um pedaço de madeira -
não tocar na parte “desencapada” );
• Checar responsividade da vitima;
• Checar pulso e caso não constate, iniciar RCP até a chegada do
SAMU.
SÃO VÁRIOS 
OS FATORES 
DE RISCO
HEMORRAGIAS
. Hemorragia arterial: vermelho vivo, em
grande quantidade com jato pulsante;
. Hemorragia venosa: vermelho com tom 
mais escuro; 
. Hemorragia capilar: pequena quantidade, 
superficial.
EPISTAXE
 Manter cabeça ereta ou
inclinada para frente;
 Comprimir a narina por 5
minutos (pinçamento);
 Aplicar gelo (em um pano
ou compressa).
HEMORRAGIA POR TRAUMA
CONDUTA
• Comprimir o local (tamponamento)do sangramento com gaze, compressa,
pano limpo ou diretamente com a mão utilizando luvas;
• Aplicar torniquetes com o treinamento necessário em hemorragia
massiva, na parte proximal;
• Em caso de corte profundo, não tentar recolocar tecido ou órgão para
dentro da cavidade, apenas faça o tamponamento e acione o serviço de
emergência ou conduza a vitima o mais breve possível para unidade de
saúde mais próxima;
TORNIQUETE 
• Exige treinamento para seu uso
correto;
• Alto controle da hemorragia;
• Não causa danos se mantido
por até2 horas na vítima;
• Não retirar após instalado;
salvo em casos especificos;
• Deve ser utilizado apenas em
hemorragias massivas.
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 8
Bandagem Israelense
Fácil manuseio, grande eficácia e mais 
moderna.
PREENCHIMENTO 
Envolve o uso de materiais 
como gaze ou ataduras para 
preencher o interior de feridas 
profundas, geralmente em 
regiões juncionais como 
virilha e axila, e em seguida, 
aplicar pressão para controlar 
o sangramento. 
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 9
EVISCERAÇÃO e OBJETO EMPALADO
Nunca tentar recolocar as vísceras no 
lugar, apenas utilizar compressa úmida 
e proteger o local até a chegada no 
serviço médico.
Nunca retirar o objeto empalado, 
apenas realizar o curativo de 
estabilidade “biscoito” e encaminhar 
para o serviço médico. Retirar pode 
causar grandes hemorragias e 
pneumotórax ou hemotórax
SOCORRENDO 
A VÍTIMA DE 
TRAUMA
FRATURAS, ENTORCES E 
LUXAÇÃO
 As fraturas (ossos quebrados), as entorses (estiramentos
ou roturas de ligamentos articulares) e as luxações
(extremidades ósseas fora de suas posições normais
nas articulações) raramente ameaçam a vida do paciente
salvo em algumas regiões do corpo, mas podem levar à
dor e à incapacidade prolongadas e permanentes, se
não forem tratadas imediata e adequadamente.
TIPOS DE FRATURAS
FRATURAS GRAVES QUE DEVEM 
RECEBER ATENÇÃO
Fratura de fêmur:
Pode ocorrer síndrome 
compartimental e 
embolia
Fratura cervical: pode levar 
á tetraplegia ou até ao óbto
Fratura pélvica: pode 
levar a ruptura de 
órgãos como a bexiga, 
rompimento de 
grandes vasos (choque 
hipovolêmico)
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 10
CRIATIVIDADE 
E IMAGINAÇÃO
 TIPÓIAS: São, simplesmente, apoios feitos
a partir de panos, faixas, cintos, etc, que
visam sustentar o peso e manter os
membros em elevação constante e com
certa imobilização;
 TALAS: São improvisações onde procura-se
imobilizar a área afetada, de uma maneira
muito rígida, utilizando tábuas, galhos,
pedaços de metais, jornais, etc;
 ATADURAS: Consistem na utilização de
faixas de crepom, panos, fitas adesivas, etc,
visando à imobilização da área, de uma
forma menos rígida e como método adicional
nas outras imobilizações.
TIPOS DE TALAS PARA IMOBILIZAÇÃO
O QUE FAZER E NÃO FAZER
• SEMPRE QUE POSSÍVEL, DEIXE
PARA A EQUIPE DE SOCORRO
REALIZAR AS IMOBILIZAÇÕES;
• REALIZAR IMOBILIZAÇÃO
SOMENTE EM CASOS
EXTREMOS, OU EM CASO DE
PEQUENAS FRATURAS
FECHADAS, MAS SEMPRE
ENCAMINHANDO AO SERVIÇO DE
SAÚDE OU AGIR SOB
ORIENTAÇÃO DA REGULAÇÃO
MÉDICA;
• JAMAIS TENTE RECOLOCAR O
OSSO NO LUGAR, EM HIPÓTESE
ALGUMA !!! TRATA-SE DE UM
PROCEDIMENTO MÉDICO !!!
VAMOS ASSISTIR O VÍDEO 11
ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS
- O animal peçonhento é aquele que possui a peçonha
(veneno) e tem como inoculá-la em outro ser.
O QUE FAZER?
 Manter a pessoa em repouso e calma;
 Lavar o local da picada com água e sabão;
 Retirar anéis, relógios (pode ocorrer edema devido
reação anafilática);
 Somente SE POSSÍVEL levar o animal peçonhento em
um vidro para facilitar a ação médica específica (assim
pode-se avaliar se o animal realmente é venenoso);
 Acionar o Serviço Médico SAMU-192/Bombeiro-193
rapidamente.
O QUE NÃO FAZER
 Torniquete ou garrote (não evita a ação do veneno e
aumenta a chance de necrose);
 Não cortar ou chupar o veneno (só funciona em filme);
 Não dar álcool, calmante (deixe pra beber depois do
atendimento).
 Colocar substâncias colorantes no local da picada, nem
folhas ou pó de café (receita da vovó).
INTOXICAÇÃO OU 
ENVENENAMENTO
 Intoxicação ou
envenenamento ocorre
quando o indivíduo entra
em contato, aspira ou
ingere, acidentalmente ou
não, substâncias tóxicas
de natureza diversa.
O QUE FAZER E NÃO FAZER?
 Nunca induza o vômito em uma vítima inconsciente, com convulsão,
ou em caso de ingestão de ácidos e álcalis ou derivados de petróleo;
 Ao transportar uma vítima, evite movimentos desnecessários;
 Provocar o vômito em casos de ingestão de medicamentos, bebidas
alcoólicas ou por alimentos estragados pode ser positivo;
 Evitar dar líquidos para a vitima;
 Verificar ao redor da vítima vestígios da substância, identificando-a e
levando junto com a vitima, e comunicar para o atendente da
regulação médica qual substância a vitima ingeriu;
 Sempre que houver contato com os olhos, lavar com água corrente
ou soro fisiológico por aproximadamente 15 minutos;
 Se intoxicação por gás, retirar a vítima do local observando se o
local está seguro para adentrar (segurança do local);
“ Certificados são 
uma coisa ... 
conhecimento 
outra. Não seja um 
mero colecionador 
de certificados, 
mas sim de 
conhecimento”.
Dr. Washington Castro
Diretor ASMED cursos
FIM
OBRIGADO

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