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Clube de Desbravadores Área – 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
MANUAL DE ORDEM UNIDA 
 
 
CONCEITO BÁSICO DA ORDEM UNIDA 
 
A Ordem Unida se caracteriza por uma disposição individual e consciente altamente motivada, para a 
obtenção de determinados padrões coletivos de uniformidade, sincronização. Deve ser considerada, por todos 
os participantes – instrutores e instruendos, comandantes e executantes – como um significativo esforço para 
demonstrar a própria disciplina, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente 
entre os Desbravadores. 
 
DEFINIÇÃO 
 
São procedimentos e exercícios específicos, padronizados, enérgicos e marciais, que visam um melhor 
controle sobre um determinado grupo de pessoas, estando estes parados, em deslocamentos ou em 
apresentações, de maneira que demonstrem harmonia nos movimentos, em quaisquer circunstâncias. 
 
 
OBJETIVOS PRINCIPAIS DA ORDEM UNIDA 
 
Destacamos aqui os objetivos principais: 
 O próprio desdobramento da palavra resume os principais objetivos da Ordem Unida: 
 ORDEM= Ordem, Disciplina e Obediência; 
 UNIDA= União, Conjunto e Coesão. 
 
 MORAL: Pela determinação em atender aos comandos, superando muitas vezes até mesmo 
necessidades físicas, com honestidade e domínio próprio. 
 DISCIPLINA: Pela presteza e atenção com que obedecem aos comandos. 
 ESPÍRITO DE UNIDADE: Pela apresentação do grupo e uniformidade na prática dos exercícios de 
execução coletiva. 
 EFICIÊNCIA: Pela exatidão nas execuções 
 Proporcionar meios que permitam os desbravadores seja comandado, se deslocarem e até Mesmo se 
apresentarem, com ordem, disciplina e beleza. 
 Permitir aos Clubes de Desbravadores, participação em desfiles e paradas, como instrumentos de 
testemunho e apresentação pública; 
 Desenvolver a atenção e a rapidez de obediência; 
 Desenvolver a amizade e o desejo de cooperação entre os grupos desnivelados de desbravadores; 
 Desenvolver o caráter dos juvenis, ao aprenderem a respeitar os comandos hierárquicos; 
 
 
CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO DA ORDEM UNIDA 
 
As instruções de Ordem Unida deverão ser ministradas desde os primeiros dias da fundação do Clube de 
Desbravadores; Para evitar vícios de origem, prejudicial às instruções e difíceis de serem corrigidas. 
Esta atividade deverá merecer especial atenção por parte do instrutor responsável por esta; 
A execução correta das posições e dos movimentos deverá ser o fim principal das instruções; 
O local deverá ser apropriado para a execução dos exercícios, se possível não apresentar buracos, ser irregular, 
com sol em excesso, etc.; 
Não poderão ser ensinados e nem ser treinados exercícios referendo a Ordem Unida nas horas sabáticas; 
Poderá o Clube participar de desfiles ou apresentações públicas, inclusive com fanfarra, nas horas do sábado 
somente se for em campanhas evangelísticas promovidas pela IASD. Em se tratando de desfiles cívicos, 
comemorativos ou similares, o Clube deverá respeitar o Santo Dia do Senhor. 
 
 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
NÃO UTILIZAR OU CONFUNDIR ORDEM UNIDA COM: 
 
Única fonte de atividade que um Clube pode realizar; 
Meio de ministrar aos desbravadores atividades militares; 
Meio de ensinar aos juvenis atitudes referentes a ações de combate; 
Instrumento ditatorial e de rudeza a disposição de seus instrutores; 
Meio de humilhar o desbravador ou exigir dele mais do que atenção, dedicação e Disciplina; 
Método para castigar o desbravador; 
 
 
MÉTODOS E PROCESSOS DE INSTRUÇÃO DOS EXERCÍCIOS 
 
O ensino da 0rdem Unida para o novo desbravador deverá ser, inicialmente, individual. 
O desbravador tendo compreendido o objetivo a atingir em cada movimento, deverá executá-Lo, sempre 
auxiliado pelo instrutor, que deverá conhecer o temperamento, a coordenação motora e o grau de 
aprendizagem de cada desbravador e atender a tais fatores; 
A instrução coletiva só deverá ser iniciada, após o desbravador ter conseguido desembaraço na execução 
individual dos movimentos; 
As instruções deverão ter um desenvolvimento gradual, isto é, começar pelas partes mais simples, atingindo, 
progressivamente, as mais difíceis; 
 Os exercícios deverão ser metódicos, precisos, freqüentes e ministrados em sessões de curta duração. Assim 
conduzidos, tornar-se-ão de grande valor para o desenvolvimento do autocontrole e do espírito de coesão do 
Clube ou da Unidade. Constitui grande erro realizar sessões de Ordem Unida de longa duração. 
 
 
DEVERES DO INSTRUTOR 
 
Explicar em mímicas cada posição ou movimento, executando-o ao mesmo tempo. Em seguida, pedir para 
que os desbravadores executem, sem ajudá-los, e somente tocando, para corrigir, naqueles que sejam 
incapazes de fazê-lo por si mesmo; Evitar conservar os desbravadores, por muito tempo, em uma posição ou 
na execução de movimentos; 
Fazer com que aprendam cada movimento, antes de passar para o seguinte; 
Não, e jamais, ridicularizar e nem tratar com aspereza os que se mostrarem deficientes ou revelarem pouca 
habilidade. 
 
QUALIDADES DE UM INSTRUTOR 
 
 Ser temente a Deus; 
 Deve ter experiência no trato com os desbravadores; 
 Apresentar personalidade que inspire confiança e estimule o interesse pela instrução; 
 Possuir maneiras agradáveis, mas firme, no trato com os desbravadores; 
 Ter dignidade e dedicação pela sua tarefa; 
 Ter paciência e interesse para com os problemas dos desbravadores, evitando termos humilhantes e 
não regulamentares; 
 Ser executante perfeito; 
 Ter psicologia para lidar os juvenis e adolescentes. 
 
 
DICAS PARA O INSTRUTOR 
 
 Usar voz firme, porém respeitosa. Voz firme não é sinônima de voz áspera e nem de voz gritada; 
 Desenvolver ambiente de amizade e cooperação. 
 A atenção e concentração são responsáveis pela boa execução dos comandos. Mas o desbravador não 
deve ter que suportar mais de 30 minutos em rígida atenção e concentração. Quando forem 
necessários longos ensaios, deve haver intervalos e momentos de menor concentração. Outra boa 
sugestão para o intervalo de tempo é de 15 a 20 minutos de exercícios; 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
 À medida que a instrução avançar, agrupar os desbravadores segundo o grau de adiantamento. Os que 
mostrarem pouca aptidão ou dificuldade na execução deverão ser treinados sob a direção do instrutor, 
enquanto que os demais, que tem facilidade de assimilar os exercícios, poderão ficar sob a direção de 
um conselheiro; 
 O instrutor deverá fiscalizar cuidadosamente as instruções, a fim de assegurar-se de que os 
conselheiros tratam seus desbravadores com a devida consideração. 
 Todo comando deve ser executado, no exato instante, da enfática entonação da silaba tônica da 
 Palavra de ordem. 
 O Clube de Desbravadores não aprova o uso de castigos (como o famoso Paga Dez) para 
Desbravadores que errem na execução dos comandos ou para pagamento de qualquer outro tipo de 
erro. Utiliza-se no Clube de Desbravadores, como disciplina, o sistema de pontuação, o sistema de 
perda de privilégios e até mesmo o uso ou não da Tira de Boa Conduta; 
 A diferença de idade entre Desbravadores do mesmo Clube dificulta a execução da Ordem Unida. 
 Se este problema for detectado, a solução é: Os maiores seguem o limite de passos e braços dos 
menores. Segue-se, como exemplo, a ordem de Jacó; 
 O tom de voz gritado não ajuda a conseguir obediência. Tom de voz alto, claro e bem diccionado, 
alcança melhores resultados. 
 Os desbravadores são voluntários, e devem ser respeitados com tal. Se os mesmos não quiserem 
participar ou obedecer a ordens, estes têm o direito de sair. 
 Cuidado com brincadeiras e gracejos na hora de exercer comando. Mantenha, no entanto, ambiente 
agradável; 
 Por questão de respeitoe ética, não toque em seus instruendos, a não ser que seja para corrigir uma 
posição ou ensinar algum exercício; 
 Ter a presença do Diretor ou representante da Diretoria acompanhando os exercícios de ordem unida. 
 
 
TERMOS UTILIZADOS NA ORDEM UNIDA 
 
 
ALINHAMENTO — Disposição de vários 
desbravadores enfileirados em uma linha reta, 
todos voltados para a mesma direção, um ao lado 
do outro; 
 
 
CAUDA OU RETAGUARDA — É o último 
desbravador ao fim de cada coluna ou última 
fileira de desbravadores de uma formação; 
 
 
COBERTURA — É o Espaço entre dois 
desbravadores, onde esses ficam exatamente um 
atrás do outro; 
 
 
 COLUNA — Quando os desbravadores estão um 
atrás do outro, independente da distância e 
Intervalo, entre blocos ou grupos. 
 
 
COLUNA POR... - (Por 1, 2, 3, etc) O número a 
frente da palavra coluna, indica a quantidade de 
FILAS que se quer, na formação do grupo. 
Normalmente separamos as FILAS por: 
a) Sexo e tamanho, sendo os maiores à frente; 
b) Por unidades; sendo o Capitão da Unidade à 
frente. 
Lembrando que deverão ser guardados as 
distâncias e intervalos regulamentares. 
 
 
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 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
DISTANCIA — E o espaço entre os 
desbravadores de um Clube, onde os mesmo 
estarão um atrás do outro. A distância média é de 
80 cm, medido pelo braço esquerdo estendido a 
frente, tocando com a ponta dos dedos, o ombro do 
companheiro, exceto aos desbravadores da ―testa‖, 
pois estes irão estender o braço esquerdo em 
direção lateral, medindo os intervalos entre eles; 
 
Observação: A ‗DISTANCIA‘ é diferente do 
‗INTERVALO‘ 
Distância refere-se ao espaço entre desbravadores, 
posicionados um atrás do outro e intervalo ao 
espaço entre desbravadores um ao lado do outro. 
 
EM FORMA - Desbravadores dispostos em 
posicionamento de 0rdem Unida ou Marcha. 
Alinhados em forma e sob comando; 
 
 
FORMAÇÃO- É a disposição regular dos 
elementos de uma tropa em linha ou em coluna. A 
formação pode ser NORMAL ou EMASSADA: 
 
 NORMAL- quando a tropa está formada 
conservando as distancia e os intervalos 
normais entre os individuos 
 EMASSADA- quando uma tropa dispõe seus 
homens em varias colunas independentes das 
distancia normais entre suas frações. 
 
 
 
TESTA - E o desbravador a frente de cada coluna; 
 
 
FILEIRA - É a formação de um clube cujo, 
desbravadores estão colocados na mesma linha, um 
ao lado do outro, alinhados, eqüidistantes e com 
todos olhando em um ponto à frente; 
 
FORA DE FORMA - Comando para que o (s) 
Desbravador (es) saia (m) de forma e deixe 
TESTA - E o desbravador a frente de cada coluna; 
 
INTERVALO — E o espaço entre desbravadores 
colocados um ao lado do outro. 
 
 
PROFUNDIDADE — E o espaço 
compreendido entre a testa e a cauda em qualquer 
formação; 
 
 
HOMEM-BASE - E o desbravador que regula o 
grupo quanto ao posicionamento e quanto à 
marcha. O homem-base é o desbravador da testa da 
direita do Clube, salvo casos especiais, devido à 
necessidade, poderá ser designado ao centro ou a 
esquerda. 
 
UNIDADE-BASE- É aquela pela qual as demais 
regulam a marcha ou o alinahmento, por 
intermédio de seu instrutor ou homem base. 
 
 
LINHA — Dispositivos de desbravadores que 
estão um ao lado do outro. Refere-se à vista lateral 
de um mesmo grupo, desde que mantenham os 
INTERVAL0S. 
 
 
FRENTE — Espaço, em largura, ocupado por um 
Clube em linha; 
 
 
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 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
SERRE-FILA- É o Conselheiro colocado a 
retaguarda do pelotão com a finalidade de cuidar 
da correção da marcha e dos movimentos e exigir 
que todos se conservem nos respectivos lugares e 
de zelar pela disciplina. 
 
 
 
MEIOS DE COMANDO 
 
Há quatro meios que podem ser usados para comandar em Ordem Unida ou Marcha um Clube de 
Desbravadores ou mais, sendo estes: 
* Voz 
* Apito 
* Corneta 
* Gesto 
 Para efeito de demonstração, será utilizada a voz, por causa da facilidade que oferece aos instrutores. 
 
 
 VOZES DE COMANDO 
 
São maneiras padronizadas, pela qual o instrutor do Clube exprime verbalmente o movimento que deverá ser 
executado pelos desbravadores. A voz constitui o meio de comando mais empregado na 0rdem Unida. 
As vozes de comando constam geralmente de 3 fases: 
 
Voz de Advertência 
* E um alerta que se dá aos desbravadores, prevenindo-os para o comando que será enunciado; 
* Poderá ser omitida, quando se enuncia uma seqüência de comandos 
 Exemplo: Atenção Desbravadores! — Sentido! — Direita! — Volver! — Descansar!. 
Nào há, portanto, necessidade de repetir a voz de advertência antes de cada comando. 
 
Voz de Comando 
* Tem por finalidade indicar o movimento a ser realizado pelos desbravadores; 
* Torna-se necessário que o instrutor enuncie este comando de maneira enérgica, dando um Intervalo entre a 
voz de comando e a voz de execução, para que haja uma uniformidade de execução pelos desbravadores. 
 
Voz de Execução 
* Tem por finalidade determinar o exato momento em que o movimento deve começar ou cessar, 
 * A ―voz de execução‖ deve ser curta, viva, enérgica e segura. Tem de ser mais breve que a ―voz de 
comando”e mais incisiva; 
* Quando a ―voz de execução”for constituída por uma palavra oxítona (que tem a tônica na ultima silaba), e 
aconselhável certo alongamento na enunciação da(s) silaba(s) inicial (ais), seguido de uma enérgica emissão 
da silaba final: 
Exemplo: PER-FI-LAR!; CO-BRIR!; VOL-VER!; DES-CAN-SAR!. 
* Quando, porém, a tônica da silaba da „voz de execução‟ cair na penúltima silaba, é imprescindível destacar 
esta tonicidade com precisão. Nestes casos, a(s) silaba(s) final (ais), praticamente não se pronuncia(m): 
Exemplo: MAR-CHE!; AL-TO!; EM FREN-TE!; OR-DI-NÁ-RIO! 
 
 
Observações: 
* As vozes de comando deverão ser claras, enérgicas e de intensidade proporcional ao efetivo dos 
desbravadores; 
* O instrutor deverá emitir as vozes de comando na posição de sentido, de preferência com a frente voltada 
para a tropa, de um local em que possa ser ouvido e visto por todos os desbravadores; 
* Em treinamentos, o instrutor se colocará na melhor posição que lhe convir. 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
MOVIMENTO A PÉ FIRME (PARADO) 
 
A Ordem Unida caracteriza-se pelo grupo estar parado, a pé firme, em posição disciplinadamente igual. As 
principais posições de Ordem Unida para os desbravadores são: 
 
SENTIDO. O desbravador fica imóvel, em silêncio olhando ponto à frente. Os calcanhares se unem com o 
bater do calcanhar direito e as mãos batidas na coxa. As pontas dos pés abertas em 45º,as mãos espalmadas na 
altura das coxas, mantendo os braços levemente dobrados com os cotovelos na direção do corpo, retos. Busto 
aprumado e cabeça e ombros erguidos. Esta posição é à base de todas as outras na 0rdem Unida. 
 
 
DESCANSAR. Este comando só pode ser dado a partir da posição SENTID0 e para sair dele a posição volta a 
ser SENTID0, com o mover e bater do pé esquerdo para o lado, mantendo o corpo confortavelmente 
distribuído entre os dois pés distanciados cerca de 30 cm( entre um ombro e o outro). Simultaneamente, a 
mão esquerda seguraà mão direita fechada na altura da cintura, em posição confortável. O desbravador 
permanece em silêncio e em forma. Esta é a posição usada para entrar em forma. As mulheres podem 
obedecer à menor abertura das pernas. 
 
 
 
A VONTADE! A partir da posição DESCANSAR, mantendo a posição e em forma. Isto permite ao 
desbravador ficar a vontade, podendo falar e se mexer, mantendo a posição do pé direito como base. 
Detalhe : o pé direito não se move. 
 
 
PARA O VOTO! POSIÇÃO! — Não usamos o Apresentar Armas. Em lugar disto, usamos posição para o 
Voto. A partir da posição SENTIDO, o desbravador levanta o ante-braço direito, mão espalmada, dedos 
unidos, polegar recolhido à palma da mão (Que significa Maranata; e os quatro dedos, são os quatro ‘A’ da 
palavra Maranata: Amar, Anunciar, Apressar e Aguardar a Volta de Cristo). O ante-braço se desloca 
lateralmente em relação ao corpo, ficando perfeitamente paralelo a ele. A mão fica à altura do rosto, o ângulo 
entre o braço e o ante-braço é igual a 45º. Para repetir o voto deve ser dada voz de comando: “Para o voto, 
posição.” Após repetí-los o comando é: ―Descansar, posição. 
O pé direiro deve permanecer no local 
da posição de descansar, nunca 
podendo ser tirado. 
Olhar sempre a frente, cabeça erguida 
 
 
Ombro da mesma altura entre si, e um pouco para trás 
 Braços caído, ligeiramente curvos 
 Mãos espalmadas, coladas à lateral, todos dedos 
unidos 
 
Os joelhos ficaram naturalmente distendidos 
 Calcanhares unidos, ponta dos pés separadas 
(formando 45º Graus, popular “ 10 para as 2”) 
Detalhes das 
mãos 
Os joelhos fazem uma ligeira flexão apoiado o corpo 
no pé direito, quando o pé esquerda é afastado 
Braços Flexionados 
Esquerda segurando a mão direita 
esta deve estar com punho fechado, 
na altura da cintura. 
O desbravador afasta o pé esquerdo de 35- 45 cm. 
Os pés mantém os 45 graus, mesmo estando separados 
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COBRIR! A partir da posição SENTID0, a contra-ordem é „FIRME‟, que faz voltar em SENTID0. Esta 
ordem se dá para que todos estendam o braço, e acertem seu alinhamento frontal e lateral. A distância média 
entre desbravadores deve ser de 80 cm, medido pelo braço esquerdo estendido a frente, com a palma da mão 
para baixo, tocando com a ponta dos dedos o ombro do companheiro. Para as TESTAS das colunas o braço 
esquerdo deve ser estendido para o lado esquerdo até o ombro do companheiro e o acerto de posicionamento 
lateral pode provocar mover Para a direita, o desbravador da extrema esquerda permanece em posição de 
„SENTID0‟, mas movimenta-se para a direita para acertar os INTERVAL0S. No alinhamento correto, quando 
se olha o grupo, só se pode ver o desbravador imediatamente à frente. Pode-se optar por: SEM 
INTERVAL0! C0BRIR! e as TESTAS cobrem SEM INTERVAL0, e os demais acompanham. 
 
 
 
COBRIR SEM INTERVALO - Este comando serve para c0brir ou perfilar e indica que a cobertura lateral 
diminui de 80cm para 25cm. os testas cobrem com o braço esquerdo dobrado, na altura da cintura, com a mão 
fechada.. a contra-0rdem é: firme! 
 
RETOMAR OS INTERVALOS - Para retomar os INTERVAL0S deve ser comandado: COM 
INTERVALO! COBRIR! 
 
FRENTE PARA A RETAGUARDA! — Com o grupo em DESCANSAR, após o comando todos dão um 
pulo, fazendo um giro no ar de 180° graus para a esquerda, e dando um grito característico, conforme 
designado pelo comando (Exemplo: Desbravadores, Nome da Unidade, Clube ou Rá), sem, no entanto, 
deixarem a posição DESCANSAR. 
 
 
FRENTE PARA A DIREITA! — Com o grupo em DESCANSAR, após o comando todos dão um pulo, 
fazendo um giro no ar de 90° graus para a direita, e dando um grito característico, conforme designado pelo 
comando (Exemplo: Exemplo: Desbravadores, Nome da Unidade, Clube ou Rá), sem, no entanto, deixarem a 
posição DESCANSAR. 
 
FRENTE PARA A ESQUERDA! — Com o grupo em DESCANSAR, após o comando todos dão um pulo, 
fazendo um giro no ar de 90° graus para a esquerda, e dando um grito característico, conforme designado pelo 
comando (Exemplo: Exemplo: Desbravadores, Nome da Unidade, Clube ou Rá), sem, no entanto, deixarem a 
posição DESCANSAR. 
 
EM FORMA! Rapidamente os desbravadores se deslocam para o seu lugar e se posicionam em 
DESCANSAR. Ficam dispostos em posicionamento de 0rdem Unida ou Marcha. Alinhados e sob comando. 
Quando o grupo já está em forma, o desbravador deve, após a saudação Maranata, pedir permissão para o 
Instrutor para entrar em forma. Só deverá o desbravador entrar em forma quando a Unidade ou o Clube estiver 
em DESCANSAR 
MARANATA 
Que significa: Amar, Anunciar, Apressar e 
Aguardar a volta de Cristo. 
 O Polegar Curvado: Significa o cristão 
curvado, em reverência para com Deus. 
Estentendo o braço esquerdo à frente, com a 
palma da mão voltada para baixo, até tocar 
levemente o ombro do companheiro da frente. 
Os elementos da testa estenderão o 
braço esquerdo para o lado, tocando 
levemente o ombro do companheiro da 
esquerda 
Os dedos tanto da mão esquerda 
como da direita devem estar 
unidos 
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 FORA DE FORMA! O desbravador bate fortemente seu pé esquerdo no chão, à frente, como no 
„Rompimento de Marcha‟, levando ou não a mão direita ao ar, ficando a critério de cada Clube. 
Pode-se combinar um grito característico. 
 
 
VOLTAS A PÉ FIRMES 
 
 
ESQUERDA— Informado o comando a ser executado e dada a V0Z DE EXECUÇÃO ―V0LVER‖, o 
desbravador voltar-se-á para o lado esquerdo, a um ângulo de 90°, sobre o calcanhar do pé esquerdo e a planta 
do pé direito e terminado o movimento, assentará a planta do pé esquerdo no solo, unirá depois o pé direito, 
batendo energicamente os calcanhares. 
 
DIREITA — Informado o comando a ser executado e dada a V0Z DE EXECUÇÃ0 ―V0LVER‖, o 
desbravador voltar-se-á para o lado direito, a um ângulo de 90°, sobre o calcanhar do pé direito e a planta do 
pé esquerdo e terminado o movimento, assentará a planta do pé direito no solo, unirá depois o pé esquerdo, 
batendo energicamente os calcanhares. 
 
MEIA VOLTA — Informado o comando a ser executado e dada a V0Z DE EXECUÇÃ0 ―V0LVER‖, o 
desbravador voltar-se-á para o lado esquerdo, a um ângulo de 180°, sobre o calcanhar do pé esquerdo e a 
planta do pé direito e terminado o movimento, assentará a planta do pé esquerdo no solo, unirá depois o pé 
direito, batendo energicamente os calcanhares. 
 
OITAVO A ESQUERDA — Informado o comando a ser executado e dada a V0Z DE EXECUÇÃ0 
―V0LVER‖, o desbravador voltar-se-á para o lado esquerdo, a um ângulo de 45°, sobre o calcanhar do pé 
esquerdo e a planta do pé direito e terminado o movimento, assentará a planta do pé esquerdo no solo, unirá 
depois o pé direito, batendo energicamente os calcanhares. 
 
OITAVO A DIREITA — Informado o comando a ser executado e dada a V0Z DE EXECUÇÃ0 
―V0LVER‖, o desbravador voltar-se-á para o lado direito, a um ângulo de 45°, sobre o calcanhar do pé direito 
e a planta do pé esquerdo e terminado o movimento, assentará a planta do pé direito no solo, unirá depois o pé 
esquerdo, batendo energicamente os calcanhares. 
 
OLHAR A DIREITA OU OLHAR A ESQUERDA – 0s desbravadores deverão ser exercitados na posição 
de SENTID0 a volver a cabeça para a direita. Quando dada a V0Z DE EXECUÇÃ0, girarão a cabeça 
energicamente para o lado indicado, sem desviar a linha dos ombros e sem modificar aposição. Voltarão à 
cabeça a posição normal ao comando OLHAR! FRENTE! Obs. A testa e a coluna da Direita ou esquerda não 
executa o comando. 
 
Fora de Forma 
O grupo sai de forma rompendo marcha com o pé esquerdo 
(batendo no chão) 
 
Rompimento 
 
Levará à frente o braço direito, flexionando-o para cima e 
projetará para trás o braço esquerdo. 
 
Elevará o calcanhar direito 
 
O desbravador levará o pé esquerdo à frente, com a perna 
distendiada, batendo no solo 
Estando na posição de sentido, gira a 
cabeça para o lado direito, 
Deve-se olhar diretameste a autoridade ou 
símbolo e enquanto este se desloca, 
acompanha-se com o olhar. 
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MOVIMENTOS EM MARCHAS 
 
CADÊNCIA - Refere-se à quantidade de passos dados por minuto (116 por minutos). Podendo ser em passo 
ORIDNÁRIO ou ACELERADO. 
 
MARCHE - Palavra usada como VOZ DE EXECUÇÃO para os comandos de marcha. Pode ser precedido 
pelo tipo de passo (ORDINÁRIO ou ACELERADO ou SEM CADÊNCIA ou PASS0 DE ESTRADA) ou 
ainda pela direção a seguir (EM DIREÇÃO A ... DIREITA ou ESQUERDA). 
 
PASSO SEM CADÊNCIA - após o comando MARCHE, os desbravadores romperão com o pé esquerdo só 
que não precisam marchar, devendo apenas manter-se alinhados e em formação conservam-se a DISTÂNCIA, 
o INTERVALO e a cadência. 
 
PASSO DE ESTRADA - Permite liberdade de passo, devendo apenas ser observado seu lugar na marcha e a 
regularidade. 
 
PASSO ACELERADO — após o comando ACELERADO, o grupo responde com Rá e flexiona os 
antebraços à altura dos cotovelos, então dá-se o comando MARCHE e o grupo rompe marcha em ritmo 
acelerado, mas mantendo a cadência e o alinhamento. E o passo executado com a extensão de 75 a 80 cm, 
conforme o terreno e numa cadência de 180 passos por minuto. 
 
PASSO ORDINÁRIO - Passos e ritmos normais de marcha. Apois o comando MARCHE, o grupo rompe 
marcha( Sempre com os pés esquerdo e uma cadencia em ritimo de passo normal porem com postura marcial, 
batendo os pés no chão com a mesma força) Os passos devem ser de 75cm de extensão, sendo que o primeiro 
passo é de cerca de 40cm e sempre com o pé esquerdo a 116 passos por minuto, e as mãos se deslocam a cerca 
de 30 cm da coxa ela não pode ultrapassar a altura da cintura, enfatizando igual e fortemente a batida para os 
dois pés.. 
 Erros mais comuns 
 
 
ROMPIMENTO DE MARCHA - O inicio da marcha é chamado de rompimento de marcha e deve ser feito 
sempre com o pé esquerdo. A cadência dos pés deve ter ênfase igual nos dois pés. 
 
MOVIMENTO DE MARCHA - Deve ser feito com o elevar do pé à frente e deixar o pé cair naturalmente. 
Os dois pés devem ser batidos com igual intensidade e com as mãos espalmadas. Os braços devem se 
movimentar com cadência marcada, em movimentos acentuando levemente ao modo natural de andar. 
 
ALTO! - Deve ser usada uma VOZ DE ADVERTÊNCIA antes, pois ALTO, é a VOZ DE EXECUÇÃO. 
Preferencialmente o comando ALTO é dado no pé esquerdo. Porém, independente do pé em marcha, quando 
o comando for dado no PASSO ORDINÁRIO ou em MARCAR PASSO, conta-se dois passos a partir do pé 
direito; 1º -direito, 2º -esquerdo, e unem-se os pés, levando o direito com energia, junto ao esquerdo, e as 
palmas das mãos batidas contra as coxas. A posição seguinte é SENTIDO. 
A cabeça permanecer 
levantada e imóvel 
durante o deslocamento 
O tronco deve ser 
mantido na vertical 
O braço é projetado para trás, até 
30 cm do corpo, formando um 
ângulo de 45º em relação á direção 
de deslocamento 
A cadéncia é de 116 
passos por minutos 
A amplitude do 
primeiro paso é de 40 
cm e dos demais 
passos de 75 cm 
A mão não ultrapassa a 
altura da fivela 
A perna deve ser 
naturalmente distendia 
O calçado deve bater 
no solo de modo 
natural e sem exageros 
Movimentos dos braços 
frontais ou laterais so 
corpo e de forma 
exagerada, além da 
altura da fivela 
Levantar ou dobrar, 
excessivamente, os 
joelhos 
Bater no solo com 
a planta do pé 
Rotação e inclinação do 
tronco, para frente ou 
para os lados 
Braços projetados 
para trás, de forma 
exagerada, além de 
30 cm 
Cadéncia diferenta 
de 116 passos por 
minutos 
 
 
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MARCAR! PASSO! - utilizado para marcar a cadência. Os desbravadores deverão estender os braços ao 
lado do corpo, mantendo os dedos unidos e espalmados. O desbravador então começa a marchar sem sair do 
lugar, elevando um pouco mais os pés, mas sem exageros. Pode ser desfeito com o comando ALTO ou EM 
FRENTE! MARCHE!. Onde os desbravadores rompem marcha em passo ordinário. 
 
 
 
EM FRENTE! — E uma voz de execução. Deve ser orientado sempre com o pé esquerdo no chão. A seguir 
se bate o pé direito e na vez do pé esquerdo se inicia a marcha, batendo-o a frente. 
 
ACERTE O PASSO - Serve para corrigir o passo e a cadência. Deve ser imperceptível ao público e pode ser 
executado de duas formas: Discreta e rapidamente parando e recomeçando a marcha; ou melhor ainda, 
batendo a ponta do pé que está no alto ao chão junto do outro calcanhar rapidamente, repetindo o passo 
seguinte com o mesmo pé que estava no chão. 
 
MARCHA COM FANFARRA — O Bombo deve ser batido com o bater do pé direito. Se ensaiado, pode-
se romper marcha logo após o bater do Bombo em conjunto com os repiques, e quando o Bombo voltar a 
bater, o grupo estará exatamente no pé direito. 
Outra opção é o Bombo esperar o inicia da Marcha e entrar quando o Grupo estiver batendo o pé direito no 
chão. 
 
VOLTAS EM MARCHA 
 
As voltas em marcha só deverão ser executadas nos deslocamentos no PASSO ORDINÁRIO. 
 
DIREITA! VOLVER! – A VOZ DE EXECUÇÃO ―VOLVER‖ deverá ser dada no momento em que o 
desbravador assentar no solo o pé direito; com o pé esquerdo, ele dará um passo mais curto e volverá a direita, 
sobre a planta do pé esquerdo, prosseguindo a marcha com o pé esquerdo, na nova direção. 
 
ESQUERDA! VOLVER! – A VOZ DE EXECUÇÃO ―VOLVER‖ deverá ser dada no momento em que o 
desbravador assentar no solo o pé esquerdo; com o pé direito, ele dará um passo mais curto e volverá a 
esquerda, sobre a planta do pé direito, prosseguindo a marcha com o pé direito, na nova direção. 
 
MEIA VOLTA! VOLVER! – A VOZ DE EXECUÇÃO ―VOLVER‖ deverá ser dada no momento em que o 
desbravador assentar no solo o pé esquerdo; o pé direito irá um pouco a frente do esquerdo, dando um giro de 
180º vivamente pela esquerda sobre as plantas dos pés, até mudar a frente para a retaguarda, rompendo a 
marcha com o pé direito e prosseguindo na nova direção. A MEIA VOLTA é sempre feita pela esquerda. 
Nada de bater os dois pé e depois voltar a romper marcha. 
 
OLHAR A ESQUERDA! — Dada esta VOZ DE EXECUÇÃO no pé esquerdo, dá-se um passo normal com 
o pé direito e com o esquerdo uma batida mais forte no solo, executado a partir dai o movimento com a cabeça 
para a esquerda. O diretor do grupo pode se posicionar com POSIÇÃO PARA SAUDAÇÃO. 
O movimento consiste de permanecer marchando em frente enquanto se vira a cabeça cerca de 45º na direção 
orientada. Sendo que a TESTA e a COLUNA-BASE, não executam. O comando termina com a ordem: 
―OLHAR! FRENTE!‖. 
 
OLHAR A DIREITA! — Dada esta VOZ DE EXECUÇÃO no pé esquerdo, dá-se um passo normal com o 
pé direito e com o esquerdo uma batida mais forte no solo, executado a partir dai o movimento com a cabeça 
para a direita. O diretor do grupo pode se posicionar com POSIÇÃO PARA SAUDAÇÃO. Omovimento 
consiste de permanecer marchando em frente enquanto se vira a cabeça cerca de 45º na direção orientada. 
Sendo que a TESTA e a COLUNA-BASE, não executam. O comando termina com a ordem: ―OLHAR! 
FRENTE!‖. 
 
 
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OBSTÁCULOEM MEIO A MARCHA – Quando o grupo em marcha se depara com algum obstáculo que 
o impeça prosseguir na direção em marcha, o grupo passa a MARCAR PASSO até que outra VOZ DE 
COMANDO seja dada, para que se contorne o obstáculo. 
1 ou 3 ou 5 ou 7 ou... PASSOS EM FRENTE! MARCHE! — Usado para deslocamentos curtos. Orienta-se 
certo número de passo a frente, ou laterais, seguido do comando: MARCHE!. 0s desbravadores executarão 
este deslocamento, com os braços soltos, como se fossem romper marcha. Deve ser ordenado sempre passos 
em número Impar. 
 
 
DIVERSOS 
 
 
CERIMÔNIA DENTRO DA IGREJA: Só deverá ser utilizado o PASSO SEM CADÊNCIA; 
 
POSIÇÃO PARA ORAÇÃO: Embora não exista VOZ DE COMANDO para este tipo de movimento e sim 
apenas o anúncio que será realizado a oração, o desbravador deverá tomar a seguinte posição: O desbravador 
retira o boné, se coloca de forma natural na mesma posição de descansar, mas com as mãos cruzadas na frente 
do corpo com o boné na mão direita. Quando a oração termina, recoloca-o e se por na mesma posição em que 
estava antes. 
 
JURAMENTO A BÍBLIA: O Desbravador deve estar na Posição de SENTIDO, e a BÍBLIA deve estar na 
mão esquerda e com o braço esticado, a mão direita deve estar espalmada sobre a bíblia, os que estão sem, 
devem se posiciona em SENTIDO e ficar na posição de maranata (esta posição é ultilisado também para todas 
as serimonias de juramento). 
 
HINO DOS DESBRAVADORES: Deverá ser cantado na posição de SENTIDO. 
 
SAUDAÇÃO A BANDEIRA NACIONAL: Posição de SENTIDO. 
 
DECLAMAÇÃO DO VOTO: Após a VOZ DE EXECUÇÃO ―PARA O VOTO! POSIÇÃO!, o responsável 
pelo Voto dirá: VOTO e em seguida todos repetem em coro as palavras do Voto, então este responsável pelo 
voto ou que estiver comandando dirá: ―DESCANSAR, POSIÇÃO‖ Os demais ideais serão declamados da 
mesma maneira, porém em posição de SENTIDO. 
 
USO DO BANDEIRIM DA UNIDADE: Quem deverá segurar o bandeirim da Unidade deverá ser o Capitão 
da mesma, sendo que o bandeirim deverá estar em um mastro, podendo este ser de madeira, plástico ou metal, 
O bandeirim deverá ser colocado em um mastro com 2 m de altura e com 3,5 cm de grossura. De preferência 
cor padronizada pelo Clube ou Unidade, devendo as dimensões do bandeirim, as dimensões de seus emblemas 
e distâncias correlatas dos emblemas e nomes, estarem conforme previsto no manual de ―Regulamento de 
uniforme 2011 DSA pagina 33. 
 
 
AS POSIÇÕES COM O BANDEIRIM SERÃO DAS SEGUINTES FORMAS: 
 
 
SENTIDO ⇒ Nesta posição, o bandeirim deverá ficar na vertical, o capitão apoiará o cotovelo direito no 
quadril, mantendo o antebraço na horizontal, formando com o braço um ângulo de 90° e conservado o pulso 
ligeiramente flexionado para cima e o mastro do bandeirim permanecerá à frente do corpo e a ponta do mastro 
no chão, junto à altura do bico do pé. A mão esquerda e os calcanhares ficarão como na posição de SENTIDO 
sem mastro; 
 
DESCANSAR ⇒ Para tomar esta posição com o bandeirim, o capitão deslocará o pé esquerdo cerca de 30 cm 
para a esquerda, ficando com as pernas distendidas e o peso do corpo igualmente distribuídos sobre os pés, 
que permanecerão no mesmo alinhamento. 
A mão direita segurará o mastro do mesmo modo que na posição de SENTIDO, porém o braço se estenderá 
lateralmente, ficando o bandeirim do lado do corpo, distendido e com a ponta do mastro no chão junto à altura 
do bico do pé. Entre o mastro e o capitão, quase formará um ângulo em forma de um V; 
 
 
 
 
 
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ESQUERDA, DIREITA, MEIA VOLTA, OITAVA A DIREITA ou OITAVA A 
 
 
ESQUERDA - E realizado da mesma forma dos comandos supracitados, só que com uma diferença, dada a 
voz de comando, o capitão levantará seu braço direito energeticamente, apoiando o cotovelo direito no quadril, 
mantendo o antebraço na horizontal, formando com o braço um ângulo de 90° e conservando o pulso 
ligeiramente flexionado para cima, a fim de que o mastro do bandeirim permaneça na vertical, mas sem que a 
ponta do mastro toque no solo. Depois de realizado esta posição, realiza-se o movimento que se requer 
(esquerda, direita, meia volta...) e ao terminar o movimento, abaixa-se o mastro, deixando-o conforme descrito 
na posição de SENTIDO; 
 
FRENTE PARA A RETAGUARDA, PARA A DIREITA ou PARA A ESQUERDA - E realizado da 
mesma forma dos comandos supracitados, só que como é com o bandeirim, a ponta do mastro deverá estar 
levantada, sem que este toque no solo. Depois de realizado o movimento, por a ponta do mastro novamente no 
solo, na altura do bico do pé; 
 
COBRIR - Movimentos realizados conforme supracitado e quando for dada a voz de execução COBRIR, o 
capitão da direita, que será o HOMEM-BASE não levantará o mastro, simplesmente cobrirá normalmente, 
levantando seu braço esquerdo lateralmente e tocando com as pontas dos dedos o ombro do capitão que estará 
ao seu lado. 
Os demais capitães (ou os que estiverem nas TESTAS), levantarão energicamente o braço direito, apoiando o 
cotovelo no quadril, mantendo o antebraço na horizontal, formando com o braço um ângulo de 90°, fazendo 
com que o mastro com o bandeirim fique verticalmente mas sem com que a ponta do mastro toque no solo, e 
acertarão normalmente os intervalos entre si. Ao comando da voz de execução FIRME!, Os capitães (ou 
TESTAS) abaixaram o mastro, de modo que este fique localizada na altura do bico do pé, conforme a posição 
de SENTIDO. 
 
BANDEIRA NACIONAL: Padronização quanto à utilização em desfiles, apresentações ou paradas. 
 
 
EM DESFILES, APRESENTAÇÕES OU PARADAS: A Bandeira Nacional poderá ser utilizadas em 
desfiles de duas maneiras. 
1ª - desfraldada, sem mastro, e conduzida por dois desbravadores, que a sustentarão pelos cantos superiores. 
2ª - com mastro em posição ereta, pois a Bandeira Nacional nunca se abate (Lei 5.700, de 01set71, Capitulo 
III, Seção I, Artigo 23, Manual de bandeiras e bandeirins 2002) 
 
 
 
COMANDOS POR GESTOS 
 
 Os comandos por gestos substituirão as vozes de comando quando a distância, o ruído ou qualquer outra 
circunstância não permitir que o comandante se faça ouvir. Os comandos em convencionados para o pelotão a 
pé, são os seguintes: 
 
(1) Atenção - levantar o braço direito na vertical, 
mão espalmada, dedos unidos e palma da mão 
voltada para frente. Todos os gestos de 
comando devem ser precedidos por este. Após 
o elemento a quem se destina a ordem acusar 
estar atento, levantando também o braço 
direito até a vertical, também com a mão 
espalmada, dedos unidos e voltada para frente, 
o comandante da fração abaixa o braço e inicia 
a transmissão da ordem; (Fig 1-1) 
 
Fig. 1-1 Atenção 
 
 
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(2) alto - colocar a mão direita espalmada, dedos 
unidos, à altura do ombro com a palma para a 
frente; em seguida, estender o braço vivamente 
na vertical; (Fig 1-2) 
 
 
(3) diminuir o passo - da posição de atenção, 
abaixar lateralmente o braço direito estendido 
(dedos unidos e palma da mão voltada para o 
solo) até o prolongamento da linha dos ombros 
e aí oscilá-lo para cima e para baixo; (Fig 1-3) 
 
 
(4) apressar o passo (acelerado) - com o punho 
cerrado, polegar à frente dos dedos, as costas 
da mão para retaguarda, à altura do ombro, 
erguer e abaixar o braço direito várias vezes, 
verticalmente; (Fig 1-4) 
 
 
(5) direção à esquerda (direita) - em seguida ao 
gesto de atenção, abaixar o braço direito à frente 
do corpo até à altura do ombro e fazê-lo girar 
lentamente para a esquerda (direita), 
acompanhando o próprio movimento do 
corpo na conversão. Quando já estiver na direção 
desejada, elevar então vivamente o braço e 
estendê-lo na direção definitiva; (Fig 1-5 e 1-6) 
 
(6) em forma - da posição de ―Atenção‖, com o 
braço direito, descrever 
círculos horizontais acima da cabeça; em seguida, 
abaixar este braço distendido na direção da marcha 
ou do ponto para o qual deverá ficarvoltada a 
frente da tropa; (Fig 1-6) 
 
 
 
 
(7) coluna por um (ou por dois) - na posição de 
atenção, fechar a mão, conservando o indicador 
estendido para o alto (ou o indicador e o médio, 
formando um ângulo aberto, no caso de coluna por 
dois); ou, ainda, o indicador, o médio e anular, 
formando ângulos abertos, no caso de coluna por 
três; 
 
 
 
(8) comandante de grupo ou seção - estender o 
braço direito horizon- talmente à frente do corpo, 
palma da mão para o solo; flexionar a mão para 
cima (dedos unidos e distendidos) várias vezes; 
(Fig 1-8) 
 
 
 
 
 
(9) comandante de pelotão - com os braços 
estendidos à frente do corpo, palmas das mãos para 
o solo (dedos unidos), descrever círculos verticais. 
(Fig 1-9) 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 1-2 Alto 
Fig. 1-3 Diminuir o passo 
Fig. 1-6 Em Forma 
Fig. 1-4 Apressar o Passo 
ou acelerado Fig. 1-8 CmT de Gp 
ou Sec 
Fig. 1-9. Cmt de Pel 
Fig. 1-6 Direção à direita 
( esquerda) final do gesto 
 
Fig. 1-5 Direção à direita 
( esquerda) inicio do gesto 
 
 
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EMPREGO DO APITO 
 
COMANDOS POR APITO 
 
O comando por apito, se dá com o uso de SILVOS LONGOS para advertência e SILVOS CURTOS para a 
execução. É usado principalmente para comandos de Marcha. Precedendo os comandos, os homens deverão 
ser alertados sobre quais os movimentos e posições que serão executados; para cada movimento ou posição, 
deverá ser dado um silvo longo, como advertência, e um ou mais silvos breves, conforme seja a execução a 
comando ou por tempos. 
 
Atenção - estando a fração fora de forma, a um silvo longo, todos se voltarão para o comandante à espera de 
seu gesto, voz de comando, ordem ou outro sinal. Estando em forma, à vontade, a um silvo longo, os homens 
retomarão a posição de descansar. 
 
Apressar o passo (acelerado) - Silvos curtos repetidos, utilizados durante os exercícios de vivacidade, 
entrada em forma e outras situações em que o militar deva atender a um chamado com presteza. 
 
Sem cadência e Passo de estrada - para a execução desses movimentos, durante a realização de marchas a pé 
utilizando comandos por apitos, deverá ser observado o que prescreve o Manual C 21-18 - MARCHAS A PÉ. 
 
Nota: Silvo= Som que sai do apito. 
 
Exemplo: 
 
 ATENÇÃO- Um silvo longo. 
 ORDINÁRIO, MARCHE- Um silvo longo, acompanhado de outro curto. (A execução é no silvo 
curto) 
Nota: O termo Ordinário: Refere-se ao tipo de passo; que pode ser, ordinário ou acelerado. 
 ALTO- O mesmo tipo de silvo de Ordinário Marche. 
 APRESSAR PASSO- Silvos curtos e repetidos. 
 SEM CADÊCIA- Dois silvos curtos. 
 PASSO DE ESTRADA (Passo livre)- Três silvos longos. 
 
Outros comandos poderão ser combinados com o Clube. 
Pode ser combinado ainda para fins de exibição, Marcha com Evolução, e outras execuções combinadas por 
tempo ou número de passos. 
 
COMANDOS COM CORNETA 
 
 Os principais toques que usamos, são baseados nos toques das Forças Armadas. (Cof. Manual FA 13) 
 O Clube pode ainda combinar toques específicos. 
 
 
EXECUÇÃO POR TEMPOS 
 
Para fim de treinamento, todos os movimentos poderão ser subdivididos e executados por tempos. Após a voz 
de execução, os diversos tempos dos movimentos serão executados aos comandos intercalados: ―TEMPO 1!‖, 
―TEM- PO 2!― TEMPO 3!‖, etc. Para a realização de movimento por tempos, a voz de comando deverá ser 
precedida da advertência ―POR TEMPOS!‖. Após esta voz, todos os comandos continuarão a ser executados 
por tempos, até que seja dado um comando precedido pela advertência ―A COMANDO!‖. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
 
Relembrando 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O encino da Ordem Unida para o novo desbravador deverá ser, inicialmente, individual A instrução coletiva só deverá ser 
iniciada após o desbravdor ter conseguido destreza na execução individual dos movimentos. 
 
As instruções deverão ter u desenvolvimento gradual, isto é, começar pelas partes mais simples, atingindo 
progressivamente as mais difíceis. 
 
Os treinos deverão ser freqüentes, mas de no maxímo 30 minutos, para que não canse e nem desgaste os desbravadores, 
pois isto pode fazer com que eles criem repulsa pelo exercício e, progressivamente, pelo clube. 
 
A Ordem unida sempre deverá ser dirigida por um instrutor que siga os princípios cristãos defendido pelos Adventistas 
do Sétimo Dia, de forma a não ridicularizar e nem menosprezar ninguém, tratando a todos de forma igualitária e 
respeiando as limitações individuais, mas mesmo assim mantendo uma postura firme de forma e obter o respeito do 
grupo. 
 
Comandos errados não devem ser executados 
 
Nota: o Clube de Desbravdores ainda não possui um manual próprio de ordem unida, o movimento adota o manual de 
Compania do Exército, Então este manual esta baseado no manual do Exército, regulamento de uniforme da DSA e 
manual de bandeiras e bandeirins do clube de desbravadore 2002. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BIBLIOGRAFIAS 
 
Manual para Desbravadores; Cerimônias, Fogueiras, Natureza, Ordem Unida, Tardes de Sábado, Recreações, Departamento Jovens Adventista, páginas 
81 a 114 (Capa Azul); Manual de Especialidades do Clube de Desbravadores; Departamento dos Ministérios da Igreja, Ministério Jovem, Divisão Sul-
Americana da IASD, 1ª Edição, páginas 185 a 187, 1995; Ordem Unida, Ministério do Exército, Estado Maior do Exército, Manual de Campanha, C 
22-5, 1ª Parte, 2ª Edição, Capitulo 1 pg 1-1 a 1-16, Capitulo 2 pg. 1-1 a 1-8, 1997, Manual de bandeiras e banderins dos desbravadores 2002 e 
regulamento de uniforme da DSA . 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Clube de Desbravadores Área – 5 
 
 
 
O DEVIDO PREPARO MULTIPLICA A EFICIÊNCIA 
 
Um Instrutor ou desbravador que tenha sido preparado e educado 
para a obra, que seja guiado pelo Espírito de Cristo, realizará muito mais 
do que dez, que saiam deficientes no conhecimento e que sejam fracos 
na fé. 
Um que trabalha em harmonia com o conselho de Deus, e em união com os 
irmãos, será mais eficiente para fazer bem, do que dez que não se dêem conta 
da necessidade de confiar em Deus, bem como de agir em harmonia com o 
plano geral da obra. Review and Herald, 29 de maio de 1888. 
 
Os instrutores devem amar a ordem e devem disciplinar-se a si mesmos. Então 
poderão com êxito disciplinar o clube o Clube de desbravdores da igreja de 
Deus e ensinár-lhe a trabalhar em harmonia, semelhante a uma companhia bem 
disciplinada de soldados. Se a disciplina e a ordem são necessárias para uma 
ação bem-sucedida no campo de batalha, as mesmas são tanto mais necessárias 
na luta em que estamos empenhados, quanto maior valor tem a vitória a ser 
ganha e quanto mais elevada é ela em natureza, do que as coisas pelas quais as 
forças inimigas se batem no campo da luta. 
Os anjos agem em harmonia. Todos os seus movimentos se caracterizam pela 
perfeita ordem. Quanto mais nos esforçarmos por imitar a harmonia e a ordem 
dos anjos, tanto mais bem-sucedidos serão os esforços destes agentes celestiais 
em nosso favor. Carta 32, 1892. 
 
Todo bom desbravador obedece implícita e prontamente as ordens de seu 
capitão. A vontade do comandante tem de ser a vontade do soldado. Por vezes 
ele se surpreenderá com a ordem dada, mas não deve se deter para indagar o 
porquê. Quando a ordem do capitão contraria os desejos do soldado, não lhe 
cabe hesitar nem queixar-se. 
 
Quando Cristo ordena, Seus soldados devem obedecer sem hesitação. Precisam 
ser soldados fiéis, do contrário Ele os não pode aceitar. A toda alma é 
concedida liberdade de escolha, mas depois que o homem se alistou, requer-se 
que seja tão verdadeiro como o aço, quer para a vida, quer para a morte. 
Manuscrito 71/2, 1900.

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