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E-business e E-commerce
As diferenças entre o E-Business e o E-Commerce, assim como as tendências e estratégias do comércio
eletrônico para o seu desenvolvimento eficiente.
Profa. Isabella de Sousa Gonçalves
1. Itens iniciais
Propósito
Compreender as discrepâncias entre o E-Business e o E-Commerce, além das tendências e estratégias do
comercio eletrônico utilizadas no planejamento da abertura de um negócio e no aproveitamento das
oportunidades de mercado.
Objetivos
Identificar diferenças e semelhanças entre o E-Commerce e o E-Business.
 
Reconhecer a importância do E-Commerce na nova realidade econômica.
 
Descrever procedimentos e tecnologias para a criação de um E-Commerce de sucesso. 
Introdução
Exploraremos neste tema diversos aspectos relacionados ao Electronic Business (E-Business) e ao Electronic
Commerce (E-Commerce), inclusive as tendências para o futuro ligadas aos dois setores. No primeiro módulo,
delinearemos as diferenças conceituais entre ambos, já que esses termos são, em diversos momentos,
utilizados como sinônimos. Posteriormente, demonstraremos como eles foram potencializados a partir de uma
nova economia.
 
No segundo módulo, apresentaremos as tendências do comércio eletrônico, possibilitando, graças a isso, o
entendimento de aspectos, como, por exemplo, o M-Commerce e o S-Commerce. Além disso, traremos à tona
alguns possíveis usos da tecnologia para aumentar a eficiência de tal setor. Percebe-se, por exemplo, uma
tendência inequívoca da inteligência artificial (IA), da realidade virtual e da automação como pontos-chave do
comércio eletrônico do futuro.
 
No último módulo, entenderemos o desenvolvimento de um E-Commerce. Para isso, destacaremos a
importância do planejamento estratégico (etapa anterior à da criação do negócio), descrevendo, nesse
processo, as ferramentas úteis para a sua execução. Posteriormente, exibiremos diferentes plataformas já
existentes do E-Commerce, assim como as vantagens de cada uma delas. Por fim, ainda abordaremos
algumas estratégias de comunicação essenciais para impulsioná-lo, fazendo com que ele se diferencie.
 
• 
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1. Comparando o E-Business e o E-Commerce
E-Business e E-Commerce
Estabeleceremos neste vídeo as diferenças entre o E-Business e o E-Commerce pela análise de cases
específicos.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Precisamos estabelecer as discrepâncias conceituais entre o E-Business e o E-Commerce, já que ambos
configuram temáticas relacionadas que muitas vezes se confundem.
A diferença entre ambos é ainda mais perceptível pelo fato de, no E-Business, haver a incorporação de
processos internos dentro de uma organização. Nesse sentido, ele constitui um termo mais amplo, embora,
em diversos momentos, haja uma confusão natural quanto ao significado e ao emprego desses dois conceitos
como se eles fossem sinônimos.
 
O E-Business, portanto, é considerado um setor mais abrangente. Estão incluídos nele:
Administração da cadeia de demandas.
 
Pagamentos.
 
Logística.
 
Controle de estoques.
 
Rastreamento de ordens.
E-Business 
O E-Business pode ser entendido como o uso
da internet para conectar, melhorar e
empoderar processos de negócios que
abarcam o comércio eletrônico, a
comunicação organizacional e a colaboração
entre os diferentes stakeholders, ou seja, as
partes interessadas (clientes, parceiros,
fornecedores, sócios etc.). Segundo Combe
(2012), ele se diferencia pelo uso da internet e
de outras tecnologias de conexão como uma
ferramenta de auxílio em seus negócios.
E-Commerce 
O E-Commerce, por sua vez, tem relação
com o processo de compra e venda,
marketing e fornecimento de produtos e
serviços por meio das redes
computacionais. Entre suas atribuições,
podem ser citadas as transações entre
consumidores e fornecedores, havendo,
dessa forma, uma interseção dessas
atividades.
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Conforme Chaffey (2004) aborda, o E-Commerce pode ser entendido como uma subárea do E-
Business.
Atenção
Um E-commerce pode ser uma parte do E-Business, mas este não se restringe àquele, já que não passa
necessariamente pelo processo de compra e venda. 
Mas, afinal, quais são as atividades do E-Business e do E-Commerce?
Adaptado de: (COMBE, 2012, tradução nossa)
 
Vantagens e desvantagens
Descreveremos a seguir as vantagens e desvantagens do E-Business e do E-Commerce.
 
Vantagens do E-Business
Uma característica importante dos E-Business é a facilidade de exibição de um produto, uma vez que, nos
dias de hoje, já é possível acessar as informações com um clique, verificando fotos, vídeos ou mesmo
depoimentos de outros clientes. Além disso, há formas diversificadas de pagamentos, como a própria opção
de parcelamento por cartão de crédito, o que permite uma maior comodidade.
 
Outro fator importante é a personalização, pois os produtos e anúncios já não são oferecidos de forma
massificada. Na verdade, dados coletados são utilizados para o oferecimento de opções adequadas para cada
nicho e perfil de cliente. A partir dessa personalização, é possível atingir o público-alvo com o marketing
digital, direcionando, assim, a publicidade e facilitando a venda.
 
O E-Business ainda conta com outras vantagens, como a possibilidade de globalizar uma ideia. Desse modo,
um negócio não fica restrito a uma realidade local ou regional.
E-Commerce 
Comprar e vender eletronicamente;
Aquisição de forma eletrônica;
Distribuição eletrônica;
Serviço de atendimento ao cliente
online;
Marketing eletrônico;
Segurança das transações;
Automação de processos;
Colaboração eletrônica.
E-Business 
Processos de compra por via
eletrônica (entre organizações e
fornecedores);
Processos de venda por via
eletrônica (entre organizações e
consumidores).
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Exemplo
Empresas como Google, Facebook, Uber, Airbnb e Amazon surgiram como startups e se diferenciam por
estarem presentes em diversas localidades, o que lhes oferece uma alta vantagem competitiva. 
Outra vantagem significativa é a redução de tempo e dinheiro gastos para um investimento inicial. Não é
necessário investir em uma infraestrutura robusta, como, por exemplo, um escritório corporativo. No caso de
empreendedores individuais que iniciam um negócio ou mesmo de pequenas empresas, é possível optar por
abrir um escritório virtual em um coworking.
Coworking
Coworking é uma modalidade de trabalho colaborativa na qual diversos empreendedores dividem um
mesmo espaço para reduzir custos e aumentar as possibilidades de networking. Os planos são
adequados a cada realidade; no caso daqueles que trabalham em regime de home office, existe a
possibilidade de apenas optar por um escritório virtual.
Essa opção permite que o empreendedor:
 
Tenha um endereço comercial;
 
Conte com as facilidades de um gerenciamento de correspondências;
 
Possua um atendimento telefônico automatizado.
No escritório virtual, os custos são menores
que o aluguel de um espaço físico (cujos preços
variam em cada região), além de permitir maior
flexibilidade para se iniciar um negócio.
A internet também possui outra vantagem: mais
agilidade no atendimento ao cliente.
Ferramentas de avaliação da satisfação dele,
como, por exemplo, pesquisas de satisfação,
são encontradas no final de um processo de
atendimento, oferecendo, desse modo, 
indicadores automatizados. 
Indicadores automatizados
Associados aos feedbacks assertivos, esses indicadores possibilitam a correção de falhas no processo
de atendimento, assim como aumentam a chance de se elaborar uma estratégia de marketing digital
eficiente para promover um produto ou serviço.
Desvantagens do E-Business
• 
• 
• 
Por ser um negócio ambientado digitalmente, uma desvantagem que chama a atenção é a dificuldade de se
fornecer segurança, já que empresas digitais estão sujeitas a ataques de hackers. É importante sempre
investir em técnicas de segurança, pois os dados do cliente também são de responsabilidade das lojas
virtuais.
Exemplo
O vazamento de CPFsao surgimento das startups, uma vez que, na realidade,
elas limitam as possibilidades de negócios, como, por exemplo, as legislações que procuram travar o
avanço da Uber.
2. E-Commerce na realidade econômica
E-Commerce
Números
O mercado de E-Commerce tem crescido globalmente. Em 2014, os dados da Statista (2020) já apontavam
que seus valores de vendas somavam 1,336 bilhão de dólares. Comparativamente, no ano de 2019, esse
quantitativo quase triplicou, tendo alcançado incríveis 3,535 bilhões de dólares.
Vendas em E-Commerce (valores em bilhões de dólares).
Esse crescimento em receita obviamente foi acompanhado de uma evolução no número de usuários. Em 2016,
1,66 bilhão de pessoas compravam online no mundo inteiro. Projeções feitas já anunciam que, em 2021, tal
número evoluirá para incríveis 2,14 bilhões de usuários virtuais.
 
Na pesquisa realizada pela Statista (2020), o PayPal foi apontado como o método de pagamento favorito,
tendo sido escolhido por 40% dos consumidores digitais. Em segundo lugar, apareceu o cartão de crédito,
opção escolhida por 31% dos consumidores.
 
Na mesma linha, o Global Consumer Insights Survey analisou o comportamento de consumidores em 27
territórios, tendo chegado às seguintes conclusões, (PWC, 2020):
61% dos respondentes têm o costume de comprar produtos de forma online semanal ou mensalmente.
 
24% concordaram que o celular irá se tornar a ferramenta principal para as compras, enquanto outros
23% continuariam optando pelo computador e 16%, pelos tablets.
 
51% dos respondentes pagaram contas online em 2018.
 
Essa pesquisa também apontou que 25% dos pesquisados primeiramente procuram na internet notícias ou
novidades relacionadas ao produto antes de tomar uma decisão de consumo. Já 39% preferem encontrar tais
informações em redes sociais (PWC, 2020).
Um novo padrão: Zero Moment of Truth (ZMOT)
Os dados apresentados acima revelam uma mudança comportamental nos padrões de consumo. Essa
mudança é definida como Zero Moment of Truth (ZMOT). Em tradução literal, a expressão significa o
• 
• 
• 
“momento zero da verdade”.
 
ZMOT se refere à forma como os consumidores buscam uma informação online e tomam decisões sobre
marcas. De acordo com Kotler (2017), trata-se de “uma fase pré-compra na qual os consumidores pesquisam
e processam mais informação. Precede a primeira interação com uma marca ou aquilo chamado de primeiro
momento da verdade”.
Durante anos, marketeiros utilizaram três etapas para ganhar a atenção dos clientes: um estímulo, como o
anúncio em uma campanha de TV, levaria o consumidor às prateleiras. Conhecido como ZMOT, tal momento o
faria ter uma experiência com o produto, podendo usar e compartilhar as suas impressões.
 
A última etapa, por sua vez, é chamada de Second Moment of Truth (em português, segundo momento da
verdade).
Exemplo
Uma propaganda do sabão Omo que demonstre a eficiência do produto para tornar as roupas brancas
pode levar uma mãe a comprá-lo produto no mercado. Caso ele seja efetivo, ela possivelmente irá
recomendar o método de lavagem às suas amigas em uma roda de conversa. 
O modelo tradicional dos três passos mentais inclui:
No entanto, desde o surgimento da internet, esse processo decisório mudou.
Um novo conceito foi introduzido em 2011 pela Google: ZMOT. Lecinski (2011) informa que, ao conduzir uma
pesquisa com 5.000 consumidores digitais, os analistas da empresa perceberam que, no processo decisório,
as buscas online relacionadas a um produto ou serviço ganhavam protagonismo.
Atualmente, 70% dos norte-americanos acessam os reviews dos produtos antes de realizar uma compra.
Além disso, 79% dos consumidores online utilizam smartphones para auxiliar na compra e no processo
decisório. Por fim, o estudo também demostrou que 83% das mães sempre buscam as informações
online de um produto após assistirem a um comercial dele na TV.
LECINSKI, 2011
Com isso, houve a elaboração de um novo modelo mental:
O novo modelo mental.
Citaremos a seguir alguns exemplos-chaves para o ZMOT:
1
Divorciado, Carlos deseja levar sua filha para a escola, mas se depara com
um acidente que provoca um engarrafamento. Ele procura então caminhos
alternativos no Twitter, na web e em outros aplicativos.
2
Marta precisa alugar um novo apartamento em outra cidade, pois foi
promovida em seu trabalho. Ela procura na web boas vizinhanças e possíveis
imóveis para morar que estejam dentro de seu orçamento.
3
Lucas tem o costume de viajar sozinho. Para escolher um hostel, ele costuma
buscar opções online e realiza a reserva com base nas avaliações e nas notas
dadas.
4
Lara tem o surf como um hobby. Antes de comprar uma prancha, sempre
procura saber as opiniões de outros surfistas.
5
Laura tem um blind date agendado por uma amiga. Antes de decidir se vai ou
não, ela procura o Instagram e o Facebook do pretendente a fim de entender
hobbies e interesses políticos dele.
Atualmente, marcas eficientes – e que se destacam – são aquelas que aparecem no Zero Moment of Truth. Ou
seja, elas ficam em evidência quando um usuário pesquisa certa questão e o produto ou serviço de
determinada empresa aparece como uma alternativa. Por isso, é importante saber o que as pessoas têm
pesquisado – e isso é possível por meio de ferramentas como o Google Keyword Planner e o Google Trends.
Posteriormente, deve-se investir em marketing de conteúdo e, principalmente, em Search Engine Optimization
(SEO). Com o uso de palavras-chave no título e no interior do texto, as pessoas conseguem encontrar o
conteúdo de uma empresa ao fazerem a pesquisa com determinadas palavra-chave.
O ZMOT tem se destacado como um padrão comportamental no consumo em geral, embora ele também seja
útil nos casos do E-Commerce. Por isso, é sempre importante saber utilizá-lo ao traçar uma estratégia para
negócios deste tipo.
Subáreas
Apresentaremos a seguir as subáreas do E-Commerce:
a) M-Commerce
Subárea do E-Commerce, o Mobile Commerce (M-Commerce) vem crescendo. Suas vantagens, afinal, são
diversas. Entre elas, podemos destacar:
1
Possibilidade de adquirir e fidelizar novos clientes.
2
Influência em compras impulsivas.
3
Facilidades dos processos de compras.
4
Maior fluidez nas transações comerciais.
O M-Commerce envolve as compras efetuadas por dispositivos móveis e outras atividades de e-Marketing.
Strauss e Frost (2014) destacam algumas delas: 
1
Buscas pelos dispositivos móveis, como a localizações de lojas físicas.
2
Escaneamento de QR codes por mais informações de produtos ou promoções.
3
Ofertas por texto e voz.
4
Reconhecimentos de imagens.
5
Uso de mídias sociais, como, por exemplo, a resposta de dúvidas sobre produtos pelo Twitter.
6
Serviços baseados em localização, como o Foursquare.
7
Aplicativos de marketing.
De acordo com as projeções da eMarketer, espera-se que, em 2021, 54% de todas as vendas
mundialmente feitas por E-Commerce ocorram por intermédio de dispositivos móveis.
(LIPSMAN, 2019)
No entanto, para que uma experiência de M-Commerce seja bem-sucedida, é fundamental investir em uma
plataforma de compra e vendas responsiva e com um carregamento ágil. Para isso, uma ótima alternativa é
investir primeiramente em um site mobile, havendo uma posterior adaptação para o desktop.
 
Em uma plataforma adequada, quatro critérios devem ser levados em conta:
1
Velocidade de carregamento dos aplicativos e websites.
2
Priorizar a experiência do usuário.
3
Planejar uma comunicação simples e eficiente, centrada no usuário.
4
Investimento em análise de dados de forma que os erros possam ser corrigidos e as campanhas de
vendas sejam pensadas a partir do público-alvo.
A projeção de crescimento para o M-Commerce é alta, embora a experiência com essa modalidade precise
ser melhorada, pois muitos usuários ainda não a consideram a opção mais confortável. Com isso, uma aposta
é a própria realidade aumentada, já havendo iniciativas que testam tal possibilidade com o propósito de
oferecer uma melhor comodidade aos clientes.
Exemplo
A Ikea lançou um aplicativopara que os usuários observem virtualmente a disposição de móveis em suas
casas. Além disso, existem lojas que já oferecem a possibilidade de se experimentar roupas
virtualmente. 
b) S-Commerce
O Social Commerce (S-Commerce) é outra subárea do E-Commerce que usa as redes sociais e as interações
entre consumidores com o objetivo de realizar vendas online. Estar voltada para as redes sociais já
acompanha o movimento de uma experiência centrada no usuário, e não mais nas corporações, porque as
interações ocorridas na rede oferecem grandes oportunidades de negócios.
 
Diretamente relacionada com o compartilhamento de experiências e o ZMOT, a experiência do S-Commerce
está centrada tanto notas de produtos e serviços quanto em reviews.
Exemplo
No Pinterest, os usuários conseguem criar quadros de anúncios relacionados com moda ou decoração.
Outras pessoas acessam, visitam e compram o que está sendo demonstrado ao mesmo tempo que
favoritam as ideias de que mais gostam e as compartilham com os amigos. Da mesma forma, o
Tripadvisor fornece a possibilidade de deixar reviews em lugares, trocar experiências e adquirir serviços
relacionados ao setor turístico. 
Algumas táticas usadas por empresas centradas em S-Commerce, de acordo com Strauss e Frost (2014),
incluem a utilização de anúncios em redes sociais, como o botão “Compre agora”, campanhas coletivas que
pedem o auxílio de usuários no desenvolvimento de produtos e comércios que oferecem descontos quando os
clientes compartilham a localização deles com amigos.
Strauss e Frost (2014) ainda citam outros cases de sucesso do S-Commerce:
Dell
A empresa alegou ter obtido 6,6 milhões de dólares de lucro em dois anos
utilizando o Twitter como uma plataforma de vendas.
Pepsi
Quando seus clientes estão próximos de alguma loja que venda o produto,
eles recebem cupons de descontos pelo Foursquare.
Disney
Vende seus ingressos por meio do Facebook.
Magazine Luiza
A rede varejista tem um chatbot inteligente (chamado simplesmente de Lu)
para interagir com seus clientes nas redes sociais. Em 2017, em uma
inspirada campanha de marketing, a empresa brasileira cadastrou a
personagem no Tinder no dia dos namorados, gerando 150 mil matches e –
mais importante – incríveis 2.000% de crescimento em suas vendas.
Apontaremos neste vídeo as diferenças entre E-Commerce, M-Commerce e S-Commerce a partir da
observação de alguns cases.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Outras subáreas
Alguns estudiosos ainda subdividem o S-Commerce, definindo as ações de compra e venda realizadas dentro
do Facebook como F-Commerce. No modelo a seguir, podemos visualizar a relação entre comércio, E-
Commerce, M-Commerce e F-Commerce.
As diferentes modalidades de comércio.
Tecnologia
A partir da evolução do E-Commerce apontada ao longo deste módulo, fica evidente que sua evolução está
diretamente relacionada ao próprio avanço da tecnologia. O futuro dele envolve o uso cada vez maior de IA
para auxiliar no atendimento e no próprio processo logístico.
Com a tendência de crescimento do comércio eletrônico, serão necessários mais galpões logísticos para o
estoque e a administração das mercadorias. Esses espaços deverão ser mais automatizados para cortar
custos e aumentar a eficiência deles.
O uso da automação também será central na
frutificação de uma economia sustentável, pois
as políticas empresariais relacionadas ao meio
ambiente são essenciais no marketing por se
tratar de um tema considerado fundamental.
Nesse sentido, a automação poderá ser útil em
duas frentes, auxiliando a reduzir o desperdício
e o lixo.
O uso de dados também constituirá um fator
central desse mercado. Afinal, eles são
essenciais para:
1
Desenvolvimento de novos produtos
2
Melhoria do atendimento
3
Aumento da personalização (uma característica da Indústria 4.0)
Verificando o aprendizado
Questão 1
Qual dos itens abaixo não é um caso do Zero Moment of Truth (ZMOT)?
A
Larissa, ao comprar um celular, buscou reviews no YouTube para decidir entre seus dois modelos favoritos.
B
Arthur viu um anúncio na TV de um novo notebook em promoção na Casa & Vídeo. Antes de ir à loja comprá-
lo, ele observou os comentários sobre o produto nas redes sociais.
C
Gabriela ouviu a um comercial no rádio sobre uma festa de axé e foi até um dos pontos de vendas para
comprar o ingresso.
D
Jorge viu um anúncio em um site de uma cadeira de computador de que estava precisando. Clicou no link,
mas, ao ver os comentários negativos, optou por outro modelo.
A alternativa C está correta.
Gabriela não procurou as informações online; na verdade, ela apenas seguiu as informações veiculados no
rádio e foi até o ponto de vendas. Com isso, ela não obteve o ZMOT.
Questão 2
Qual grupo de atividades está relacionado ao M-Commerce?
A
Serviço de atendimento via telefone, aplicativos de marketing e anúncios em websites.
B
Buscas por meio de dispositivos móveis, serviços baseados em localização de dispositivos e aplicativos de
marketing.
C
Newsletter, escaneamento de QR codes e atendimento remoto via telefone.
D
Compras e vendas efetuadas eletronicamente, marketing digital e serviços baseados em localização.
A alternativa B está correta.
O M-Commerce é uma subárea do E-Commerce e contempla as atividades relacionadas ao comércio no
ambiente mobile. Alguns exemplos dele são as buscas por meio dos dispositivos móveis e os serviços
baseados em localização de dispositivos e aplicativos de marketing.
3. Criação de um E-Commerce
Uma boa estratégia
Neste módulo, veremos como se desenvolve o próprio E-Commerce, que é uma alternativa excelente para
quem deseja ter um negócio com investimentos baixos.
O planejamento estratégico permite a alocação de recursos de forma inteligente, o estabelecimento de metas
no curto, médio e longo prazo, assim como a definição de indicadores de mensuração. Trata-se de um passo
importantíssimo ao se iniciar um negócio. Por meio dele, é possível entender as ameaças e as oportunidades
do mercado, além das forças e fraquezas da empresa que você pretende criar.
O planejamento estratégico é um documento orientador que pode guiar o sucesso dos seus negócios.
Antes de pensá-lo no aspecto micro, é importante entender o macroambiente, ou seja, os aspectos externos
que podem influenciar uma empresa. Tais fatores englobam questões tecnológicas, econômicas, ambientais e
socioculturais, além de aspectos político-legais, como legislações.
Exemplo
Ao entender as limitações tecnológicas, pode-se antever possíveis falhas de segurança ou se antecipar
a novas tendências do futuro, como o uso de realidade aumentada para contribuir na experiência do
usuário. 
Em relação às questões econômicas, é importante sempre compreender o momento que o país e o mundo
estão vivendo.
Exemplo
Durante a pandemia do Covid-19, houve um aumento das compras por E-Commerce. Lojas como a
Amazon chegaram a contratar mais funcionários para a entrega tamanha era sua demanda. Por outro
lado, crises podem prejudicar o consumo, especialmente o de bens não essenciais, pois eles são
considerados supérfluos. 
Para uma análise dos aspectos socioculturais, é necessário estar atento ao comportamento de seu nicho.
Exemplo
 
Um E-Commerce de vestuário voltado para a
terceira idade pode não ser uma boa ideia em
um momento imediato, já que o público não
abarca nativos digitais, ou seja, indivíduos que
nasceram e cresceram com as tecnologias.
Portanto, por serem imigrantes digitais e terem
de se adaptar às tecnologias, eles não estão
acostumados com a experiência de comprar
calçados ou roupas virtualmente.
Da mesma forma, pode ser interessante um
planejamento de longo prazo para um público
que esteja envelhecendo e já tenha contato com a tecnologia, pois a cultura de compra digital já está formada.
 
No aspecto ambiental, sempre é relevante observar a realidade de uma cultura ecológica cada vez mais em
alta. Empresas alinhadas com tais valores tendem a chamar a atenção em suas campanhas de marketing, já
queo cuidado com o meio ambiente tem se tornado uma demanda social.
Por fim, é fundamental estar ciente de certas características político-legais, entendendo a atuação dos órgãos
reguladores e sindicatos, assim como de eventuais mudanças nas legislações.
Exemplo
A privatização dos Correios pode afetar um E-
Commerce por conta do encarecimento ou
barateamento dos custos de envio, item
diretamente relacionado às atividades de uma
empresa. Da mesma forma, a greve da categoria
também possui potencial para interferir na
velocidade de entrega de suas mercadorias caso a
organização não conte com outras opções de
entrega privatizadas.
Após a feitura da análise macro, é fundamental entender o 
microambiente. Em casos do tipo, as Forças de Porter mostram ser uma ferramenta muito útil. Essas forças
englobam (HARVARD BUSINESS REVIEW, 2020):
 
Ameaça de produtos substitutos.
 
• 
Ameaça de novos concorrentes.
 
Poder de negociação dos clientes.
 
Poder de negociação dos fornecedores.
 
Rivalidade entre concorrentes.
Tais forças dão sustentação a uma empresa. Caso alguma característica venha a mudar, será necessário
traçar novas estratégias.
Exemplo
 
Por muito tempo, a Cielo liderou o mercado de
máquinas de cartões. Entretanto, com a
entrada de outras empresas na concorrência,
houve uma redução de receita e lucro, gerando
a consequente queda de valor de mercado
dela.
 
Muitos investidores consideram que a empresa
errou por não ter antecipado essa
possibilidade, investindo em novas tecnologias
de pagamento para manter a liderança de
mercado. Talvez ela não tivesse sofrido tanto se tivesse feito uma boa avaliação da força de ameaça de seus
novos concorrentes.
Por fim, também é necessário traçar uma Análise SWOT do seu negócio, o que permite a identificação de 
strengths), weakness (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças). Tudo isso auxilia na
definição de uma estratégia e de uma identidade da sua organização.
 
Ainda que você seja dono de um pequeno E-Commerce, precisa entender a missão, os valores e a visão da
sua empresa a fim de ter um horizonte de longo prazo. Além disso, também é essencial traçar metas e
indicadores para mensurar tais aspectos, além de criar uma boa identidade para seu negócio, com um bom
nome e um trabalho de branding que chame a atenção.
 
Por se tratar de um setor competitivo, seu E-Commerce precisa apresentar um diferencial. Os custos baixos
seriam um deles? Uma empresa pequena pode ter dificuldade de competir com grandes companhias, como a
Amazon e a Magazine Luiza. Nesse sentido, uma boa alternativa poderia ser investir em uma lógica de nicho,
já que os grandes players oferecem produtos mais massificados.
Recomendação
Loja voltada para um público específico, vendendo produtos temáticos ou artesanais. 
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• 
Escolhendo a plataforma
Depois de se definir o planejamento estratégico, criar um nome e uma boa identidade visual de um E-
Commerce, o segundo passo é definir a plataforma utilizada para a venda dos produtos. Hoje em dia, existem
diversas opções, inclusive alternativas que lhe permitem ser administrada por conta própria. É necessário,
porém, estar atento para a possibilidade de crescimento do negócio e refletir sobre os custos disso.
Exemplo
Determinada plataforma pode atender inicialmente e, em seguida, não conseguir suprir o número de
acessos de forma responsiva. 
Deve-se investir em um domínio próprio, porque um E-Commerce com um domínio de terceiros pode não
passar a ideia de um profissionalismo adequado. É muito mais interessante ter um site como
“seunegócio.com” que outro com o domínio “seunegócio.wordpress.com”.
Dica
Atualmente, é possível encontrar plataformas que oferecem um domínio gratuitamente no primeiro ano, o
que diminui os custos iniciais de um negócio. Um domínio customizado é essencial para facilitar o
encontro nas plataformas de buscas. 
Algumas plataformas possuem excelentes opções para um E-Commerce, oferecendo tudo aquilo que é
necessário para colocar um site no ar e já iniciar as vendas. Magento, Wix Store e WooCommerce são três
ótimos exemplos disso. Cada uma possui características distintas, tendo vantagens e desvantagens para cada
objetivo e empreendedor.
Tendo isso em vista, descreveremos os diferentes aspectos dessas três plataformas:
Magento
Ela é excelente para grandes projetos, como
empresas médias e grandes, o que pode ser
interessante caso um negócio venha a crescer.
 
O desenvolvimento do site é gratuito, sendo
excelente para quem opta por personalização e
flexibilidade, já que, com a Magento, tudo é seu
e modificável. Mesmo o software sendo
gratuito, porém, é preciso optar por um serviço
de hospedagem e domínio.
A vantagem é poder migrar de um servidor para
outro conforme as necessidades do negócio e
seus preços. Com isso, o cliente não fica à mercê de uma plataforma, dos seus valores e das suas
características. Entretanto, ela não é adequada para usuários iniciantes, pois se mostra desejável já ter algum
nível de conhecimento em construção de websites.
Vantagens
Software gratuito;
Maior flexibilidade para construção do site, sendo possível modificar o que quiser;
Flexibilidade para optar por um domínio;
Possibilidade de escolher o servidor adequado para seus objetivos;
Excelente para médios e grandes negócios.
Desvantagens
Não e tão intuitiva para iniciantes;
É preciso realizar o pagamento da hospedagem e do domínio.
Adequado para
Usuários intermediários.
Wix Store
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Trata-se de uma excelente plataforma para
quem não possui qualquer experiência com
programação. Criar um site nela é tão simples
que, em muitos casos, sequer se torna
necessário olhar seus tutoriais.
 
Para a personalização de domínio, deve-se
optar por um dos planos oferecidos, sendo o
básico já suficiente para o início dos negócios.
O plano também inclui um ano de domínio
grátis. A plataforma oferece a possibilidade de
adicionar produtos diversos e formas de
pagamento, além de opções de SEO.
A desvantagem dela é sua plataforma ser engessada, o que não permite tanta flexibilidade de programação
quanto a do WooCommerce. Ainda assim, ela constitui uma excelente alternativa tanto para usuários iniciantes
quanto para aqueles que não possuam dinheiro para pagar um desenvolvedor web.
Vantagens
Diversos temas gratuitos disponíveis;
Opções de pagamento sem custos pelas transações;
Excelente para usuários iniciantes sem conhecimento em programação;
O usuário não precisa se preocupar com hospedagem.
Desvantagens
Não há flexibilidade para modificar os temas, já que eles são muito engessados;
Por ser um serviço totalmente fornecido pela Wix, você fica refém da plataforma e dos custos
delimitados por ela;
Por isso, quando seu negócio cresce, também é necessário optar por planos mais robustos e
mais caros.
Adequado para
Usuários iniciantes.
WooCommerce
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O WooCommerce é um plugin do Wordpress,
fazendo o trabalho de adicionar o sistema à
plataforma. Existe a opção de alguns temas
gratuitos, mas a maioria é paga.
Caso o usuário já tenha experiência em
Wordpress, ela pode ser uma excelente
alternativa. Por meio dele, é possível publicar os
itens e adicionar diversas opções de
pagamento. Contudo, para o uso dele,
primeiramente é necessário escolher um
serviço de hospedagem no qual serão
instalados o Wordpress e o plugin do
WooCommerce.
Sua plataforma pode ser difícil em longo prazo, já que, para o crescimento dela, é preciso adicionar diversas
extensões, dificultando sua administração. Por outro lado, como ela está alinhada ao Wordpress, o
empreendedor ganha uma maior possibilidade de personalização e controle, especialmente aqueles que já
têm experiência com o construtor de sites.
Vantagens
Uso do Wordpress, um excelente construtor de sites, com um bom suporte;
Uso de temas gratuitos e extensões da WooCommerce;
Flexibilidade para codificação e personalização do site.
Desvantagens
Não e tão intuitiva para iniciantes.
É preciso realizaro pagamento da hospedagem e do domínio.
Adequado para
Usuários experientes.
Demonstraremos neste vídeo de que maneira um E-Commerce é elaborado na plataforma Wix.
Conteúdo interativo
Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.
Divulgando seu negócio
Em uma fase posterior ao desenvolvimento do E-Commerce, utilizar técnicas de marketing para impulsionar
seu negócio é uma atitude necessária.
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Exemplo
Torna-se fundamental otimizar os motores de busca por meio de técnicas de SEO para que seu site
aparece na lista dos primeiros sites de ferramentas de busca. 
Uma excelente estratégia para otimizar o SEO são os blogs corporativos. Hoje em dia, como vimos no módulo
2, saem na frente as empresas que conseguem responder às questões dos clientes. Quando uma questão é
respondida, a empresa se destaca por ter atraído a atenção no ZMOT.
 
Por meio dos blogs, é possível criar conteúdo de valor capaz de agregar algo aos leitores, não sendo eles
meros textos promocionais. A empresa aparece enquanto resposta e alternativa ao final da postagem.
Caso se procure uma plataforma de E-Commerce, provavelmente, ao realizar uma busca, a combinação de
palavras-chave poderia ser: “boas plataformas de E-Commerce”. Nos resultados, aparecem conteúdos de
empresas que oferecem tal serviço e que dão dicas de como se pode criar um E-Commerce de sucesso.
Também é interessante utilizar as informações dos clientes para enviar ofertas por meio de e-mail marketings,
havendo ferramentas gratuitas disponíveis para a construção de e-mails atrativos.
Exemplo
O MailChimp possibilita a criação e automação do envio de e-mail marketings. 
O contato dos clientes também pode ser utilizado para o envio de cupons de desconto ou ofertas
personalizadas com base nos interesses de cada grupo. Tudo isso está de acordo com o fenômeno da nova
economia, que é a personalização, sendo importante, por isso, entender os interesses de diferentes nichos e
atender a cada um deles.
 
Logicamente, hoje em dia, a presença nas redes sociais é indispensável. Nesse sentido, também é
fundamental investir em conteúdo para essas plataformas a fim de dialogar com possíveis clientes e aumentar
o alcance da marca. Sempre é bom lembrar que interação é a palavra de ordem atualmente, sendo também
essencial prestar um bom atendimento por meio de tais canais.
Verificando o aprendizado
Questão 1
Dos casos abaixo, qual deles não é classificado como uma Força de Porter?
A
Poder de negociação dos concorrentes.
B
Poder de negociação dos clientes.
C
Poder de negociação dos fornecedores.
D
Ameaça de novos concorrentes.
A alternativa A está correta.
As cinco Forças de Porter são: ameaça de produtos substitutos; ameaça de novos concorrentes; poder de
negociação dos clientes; poder de negociação dos fornecedores; e rivalidade entre concorrentes.
Questão 2
Caso Carlos queira desenvolver um E-Commerce, mesmo não tendo nenhum conhecimento
de programação e sendo um usuário iniciante, a melhor alternativa para ele será optar por...
A
WooCommerce
B
Wix Store
C
Magento
D
Wordpress
A alternativa B está correta.
A Wix Store oferece uma plataforma intuitiva, constituindo uma tarefa fácil utilizar os temas já prontos ou
criar o próprio, mesmo sem qualquer conhecimento básico necessário.
4. Conclusão
Considerações finais
Considerações Finais
Neste tema, pontuamos as diferenças entre o E-Business e o E-Commerce, sendo possível perceber, por
exemplo, que este constitui uma subárea importante daquele. Da mesma forma, destacamos outras
tendências do comércio eletrônico possibilitadas pelo surgimento da nova economia, que, como vimos, foi
influenciada principalmente pela evolução da tecnologia.
Conhecemos ainda alguns desdobramentos dessa evolução, como o M-Commerce, focado na venda mobile, e
o S-Commerce, que é efetuado no ambiente das redes sociais. Nosso estudo sobre a evolução da tecnologia
também permitiu o entendimento acerca dos próximos passos de um setor que só cresce. Tendo isso em
vista, destacamos a tendência dele em utilizar cada vez mais a inteligência artificial e a automação para
aumentar a eficiência dos processos e diminuir custos.
 
Essas teorias foram essenciais para embasar o módulo 3. Afinal, estabelecemos nele os passos necessários
para se montar um E-Commerce de sucesso. Vimos que, antes de tudo, é fundamental criar um planejamento
estratégico do negócio tanto para diminuir seus riscos e fraquezas quanto para utilizar as oportunidades e as
forças disponíveis no mercado e no interior da empresa. Por fim, ainda estipulamos que, após o planejamento,
é possível se ater tanto à escolha da plataforma, que também constitui o sistema de vendas, quanto ao
planejamento das formas de aumentar seu alcance, tarefa cumprida graças às ferramentas de comunicação.
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Na economia colaborativa, o fator fundamental é a confiança, estando ela amparada em um sistema de
classificações. Alguns estudiosos se preocupam com os efeitos de tais tendências. Tendo isso em vista,
assista a um episódio da série Black mirror que ilustra uma realidade distópica com base nesse sistema de
“uberização”:
 
Nosedive. In: Black mirror. Direção: Nathaniel Wayne. 2018. 60 min. col.
Referências
CHAFFEY, D. E-Business and E-Commerce management. Harlow: Prentice-Hall, 2004.
 
COMBE, C. Introduction to E-Business. Abingdon: Taylor & Francis, 2012.
 
HARVARD BUSINESS REVIEW. HBR’s must-reads on strategy. Consultado em meio eletrônico em: 30 set. 2020.
 
HAWKSWORTH, J.; VAUGHAN, R.; VAUGHAN, R. The sharing economy – sizing the revenue opportunity. In:
Retrieved february. v. 16. 2017.
 
KOTLER, P; KARTAJAYA, H.; STETIAWAN, I. Marketing 4.0: mudança do tradicional para o digital. Coimbra:
Conjuntura Actual Editora, 2017.
 
LECINSKI, J. Winning the Zero Moment of Truth: ZMOT. Google, 2011.
 
LIPSMAN, A. Global Ecommerce 2019: Ecommerce continues strong gains amid global economic uncertainty. 
In: eMarketer. Publicado em: 27 jun. 2019.
 
MOURA, F.; SAMBO, P. Magazine Luiza usa Tinder para ampliar vendas e tem alta de 2000%. In: UOL.
Publicado em: 14 ago. 2017.
 
OVERGOOR, J.; WULZCZYN, E.; POTTS, C. Trust propagation with mixedeffects models. In: Breslin, J. G. et al.
(Eds.). International AAAI conference on weblogs and social media. Palo Alto: AAAI Press, 2002.
 
PWC. It’s time for a consumer-centred metric: introducing ‘return on experience’. Global Consumer Insights
Survey 2019. Consultado em meio eletrônico em: 30 set. 2020.
 
STATISTA. Retail E-Commerce sales worldwide from 2014 to 2023 (in billion U.S. dollars). Consultado em meio
eletrônico em: 30 set. 2020.
 
STRAUSS, J.; FROST, R. E-Marketing. 7. ed. Abingdon: Routledge, 2014.
 
YARAGHI, N.; RAVI, S. The current and future state of the sharing economy. Publicado em: 25 sep. 2017.
	E-business e E-commerce
	1. Itens iniciais
	Propósito
	Objetivos
	Introdução
	1. Comparando o E-Business e o E-Commerce
	E-Business e E-Commerce
	Conteúdo interativo
	Atenção
	Mas, afinal, quais são as atividades do E-Business e do E-Commerce?
	Vantagens e desvantagens
	Vantagens do E-Business
	Exemplo
	Desvantagens do E-Business
	Exemplo
	Vantagens e desvantagens do E-Business
	Vantagens e desvantagens do E-Commerce
	Uma nova economia
	1
	2
	3
	Recomendação
	Estado e a evolução da tecnologia
	Falta de necessidade de altos investimentos
	Possibilidade de globalização
	Inovação nos modelos de negócios
	Exemplo
	Canvas
	Análise SWOT
	Forças de Porter
	Atenção
	Exemplo
	Verificando o aprendizado
	Quais são as características do E-Business e do E-Commerce?
	Qual fator não está relacionado ao surgimento de startups, como, por exemplo, Uber, Airbnb e eBay?
	2. E-Commerce na realidade econômica
	E-Commerce
	Números
	Um novo padrão: Zero Moment of Truth (ZMOT)
	Exemplo
	1
	2
	3
	4
	5
	Subáreas
	a) M-Commerce
	1
	2
	3
	4
	1
	2
	3
	4
	5
	6
	7
	1
	2
	3
	4
	Exemplo
	b) S-Commerce
	Exemplo
	DellPepsi
	Disney
	Magazine Luiza
	Conteúdo interativo
	Outras subáreas
	Tecnologia
	1
	2
	3
	Verificando o aprendizado
	Questão 2
	3. Criação de um E-Commerce
	Uma boa estratégia
	Exemplo
	Exemplo
	Exemplo
	ExemploA privatização dos Correios pode afetar um E-Commerce por conta do encarecimento ou barateamento dos custos de envio, item diretamente relacionado às atividades de uma empresa. Da mesma forma, a greve da categoria também possui potencial para interferir na velocidade de entrega de suas mercadorias caso a organização não conte com outras opções de entrega privatizadas.
	Exemplo
	Recomendação
	Escolhendo a plataforma
	Exemplo
	Dica
	Magento
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	Wix Store
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	WooCommerce
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	Conteúdo interativo
	Divulgando seu negócio
	Exemplo
	Exemplo
	Verificando o aprendizado
	Dos casos abaixo, qual deles não é classificado como uma Força de Porter?
	Caso Carlos queira desenvolver um E-Commerce, mesmo não tendo nenhum conhecimento de programação e sendo um usuário iniciante, a melhor alternativa para ele será optar por...
	4. Conclusão
	Considerações finais
	Considerações Finais
	Podcast
	Conteúdo interativo
	Explore+
	ReferênciasPepsi
	Disney
	Magazine Luiza
	Conteúdo interativo
	Outras subáreas
	Tecnologia
	1
	2
	3
	Verificando o aprendizado
	Questão 2
	3. Criação de um E-Commerce
	Uma boa estratégia
	Exemplo
	Exemplo
	Exemplo
	ExemploA privatização dos Correios pode afetar um E-Commerce por conta do encarecimento ou barateamento dos custos de envio, item diretamente relacionado às atividades de uma empresa. Da mesma forma, a greve da categoria também possui potencial para interferir na velocidade de entrega de suas mercadorias caso a organização não conte com outras opções de entrega privatizadas.
	Exemplo
	Recomendação
	Escolhendo a plataforma
	Exemplo
	Dica
	Magento
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	Wix Store
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	WooCommerce
	Vantagens
	Desvantagens
	Adequado para
	Conteúdo interativo
	Divulgando seu negócio
	Exemplo
	Exemplo
	Verificando o aprendizado
	Dos casos abaixo, qual deles não é classificado como uma Força de Porter?
	Caso Carlos queira desenvolver um E-Commerce, mesmo não tendo nenhum conhecimento de programação e sendo um usuário iniciante, a melhor alternativa para ele será optar por...
	4. Conclusão
	Considerações finais
	Considerações Finais
	Podcast
	Conteúdo interativo
	Explore+
	Referências